5 de abril de 2019

Capítulo 16

— Tudo bem — disse Alaric, ofegando um pouco. — De acordo com estas instruções, o freixo branco deve estar na margem de um riacho, à cerca de um quilômetro e meio daqui.
— Tudo na subida ainda? — Bonnie gemeu, tirando os cachos vermelhos suados dos olhos.
Eles tinham passado a noite anterior num motel sujo e começaram a caminhada cedo naquela manhã. Até agora, parecia que estavam naquela trilha estreita da montanha por uma eternidade. Foi divertido no início, era um belo dia ensolarado e uma gralha azul voava de árvore em árvore diante deles por um tempo, o que parecia ser um bom presságio. Mas depois de vários horas ela estava com calor e sede, e eles ainda tinham que continuar.
— Vamos, Bonnie — disse Meredith. — Não falta muito agora. — Meredith estava caminhando alegremente na frente do grupo, parecendo tão fria e confortável como se estivesse dando um passeio por um dos caminhos no campus. Bonnie franziu as sobrancelhas para ela: às vezes Meredith estava em tão boa forma que era totalmente irritante.
Desafiadoramente, Bonnie parou por um minuto e bebeu um pouco de água de seu cantil enquanto os outros esperavam por ela.
— Então, uma vez que encontrarmos esse freixo branco mágico, qual é o plano? — perguntou Zander, mudando inquietamente de um pé para o outro enquanto esperava.
Shay não teria que parar para descansar, pensou Bonnie amargamente. Então Zander cutucou-a com o cotovelo enquanto pegava o próprio cantil, e ela se sentiu um pouco melhor.
— Bem, não podemos derrubar a árvore — disse Alaric sério. — Tem muito significado espiritual e dá proteção a esta área, além de ser a única arma que pode ser eficaz contra Klaus. Mas é uma árvore grande, supostamente, então devemos conseguir pegar vários galhos sem deixar muitos danos.
— Eu trouxe um machado — disse Meredith com entusiasmo quando começaram a andar novamente. — Vamos fazer o maior número de estacas que pudermos, e distribuí-las a todos. — Ela olhou para Zander. — Todos que não estiverem em forma de lobo quando lutarmos com Klaus, de qualquer maneira.
— É difícil segurar uma estaca com as patas — concordou Zander.
— Devemos recolher as folhas, também — disse Bonnie. — Eu estive procurando nos livros de feitiço, e acho que poderíamos usar as folhas para fazer poções e tinturas que poderiam nos ajudar a ter alguma proteção contra Klaus. Como o efeito que a verbena tem sobre os Poderes de um vampiro normal.
— Bem pensado — disse Zander, passando um braço por seus ombros. Bonnie se inclinou contra ele, deixando-o tomar um pouco de seu peso. Seus pés doíam.
— Vamos precisar de toda a ajuda que pudermos conseguir — disse Meredith, e ela e Bonnie trocaram um olhar. Dos quatro, elas eram os únicas que lutaram contra Klaus na primeira vez, e as únicas que sabiam o quanto estavam realmente encrencados.
— Eu queria que Damon estivesse trabalhando com a gente — Bonnie disse irritada. — Ele nos daria chances muito melhores numa luta. — Ela sempre sentiu um vínculo especial com Damon, desde os dias em que sentia uma paixão louca e embaraçosa por ele. Quando viajaram juntos pela Dimensão das Trevas, eles cuidaram um do outro. E Damon se sacrificou por ela, empurrando-a para fora do caminho e tomando o golpe fatal da árvore naquela lua no Mundo Subterrâneo. As mechas de cabelo que Bonnie e Elena tinham deixado com seu corpo ajudaram Damon a lembrar quem ele era quando foi ressuscitado. Doía que ele virasse as costas para ela agora.
Meredith franziu a testa.
— Tentei falar com Elena sobre Damon, mas ela não vai me dizer o que está acontecendo com ele. E Stefan diz apenas que Damon precisa de tempo e que ele vai voltar.
— Damon faria qualquer coisa por Elena, não faria? Se ela apenas pedisse a ele — disse Bonnie, mordendo o lábio. Damon tinha sido obcecado por Elena por tanto tempo, era estranho e perturbador ter Elena em perigo e Damon estar longe de ser encontrado.
Meredith apenas balançou a cabeça.
— Eu não sei — disse ela. — Eu nunca o entendi.
— Quase lá — disse Alaric encorajadoramente. — Deve estar bem à frente. — Bonnie podia ouvir o barulho de um riacho.
Zander parou.
— Que cheiro é esse? — disse, farejando o ar. — Algo está queimando.
Perto da próxima curva no caminho, um longo dedo de fumaça negra se espalhava pelo céu. Bonnie e Meredith trocaram olhares alarmados e começaram a correr, Bonnie esquecendo tudo sobre seus pés doloridos. Alaric e Zander aceleraram também e, quando dobraram a curva, estavam todos correndo.
Alaric parou primeiro, com o rosto devastado.
— É isso — disse ele. — Esse é o freixo branco.
A árvore fora engolida por chamas rugindo e já estava carbonizada, preta. Enquanto observavam, um galho caiu pesadamente no chão, lançando faíscas quando aterrissou e se desfez em fuligem. Alaric tirou a camisa, encharcando-a com a garrafa de água enquanto corria para a frente, em direção às chamas.
Bonnie correu atrás dele. Ela teve a impressão de duas figuras esquivando-se pelo caminho e Zander e Meredith correndo atrás deles, mas não conseguia se concentrar nisso agora: tinha que tentar salvar a árvore. Quando se aproximou, o calor era incrível, quase como uma parede a forçando para longe. Rangendo os dentes, ela bateu nas pequenas chamas que brotavam na grama ao redor da árvore em chamas. A fumaça ardeu seus olhos e se infiltrou em sua boca, de modo que ela tossiu e ofegou.
Seu braço queimava dolorosamente e Bonnie afastou a cinza quente que caiu sobre ela. Mais perto do tronco, Alaric bateu nas chamas com a camisa molhada e depois cambaleou para trás, sufocando, o rosto manchado de preto. Eles não estavam tendo nenhum efeito sobre o fogo.
Bonnie agarrou o braço dele e o puxou para mais longe, seu coração caindo.
— É tarde demais — disse ela.
Quando se virou, viu Zander e Meredith encaminhando duas pessoas de volta pelo caminho em direção a eles. Zander tinha um aperto firme sobre um rapaz musculoso de cabelos escuros, enquanto Meredith mantinha seu bastão na garganta de uma garota. Ela parecia familiar, pensou Bonnie aturdida. Depois de um momento, a sensação de familiaridade se transformou em certeza, e então Bonnie foi inundada pela indignação.
A garota alta de longos cabelos ruivos tinha sido tão próxima dela quanto Meredith e Elena eram: Caroline. Elas celebravam os aniversários uma da outra, se vestiam para dançar juntas, passavam a noite na casa uma da outra.
Mas então Caroline tinha mudado. Ela traiu todos eles, e a última vez que Bonnie a viu, Caroline estava grávida de gêmeos lobisomens e infectada pelos demônios kitsune, cruel e insana.
Bonnie começou a avançar, uma bola quente de raiva em seu estômago. Como Caroline ousa aparecer agora, depois de tudo o que aconteceu, e ainda estar trabalhando contra eles?
Então o sujeito musculoso afastou-se de Zander, que o puxou de volta para a caminho. Bonnie viu seu rosto pela primeira vez. Ela parou, a raiva quente se transformando em gelo. Podia se lembrar daqueles traços grossos que se retorciam grotescamente em um focinho feroz rosnando. Ele tinha sido um assassino. Ele olhou de soslaio para ela, chamou seu nome e queria comê-la.
Tyler Smallwood. O lobisomem que matou Sue Carson e fugiu de Fell’s Church, deixando Caroline grávida. O lobisomem que tinha ajudado Klaus.
— Pare! Meredith, pare! — Implorou Caroline. Meredith podia ver um lado do rosto dela de onde a segurava, e as lágrimas corriam por ele, cortando trilhas limpas pela fuligem do fogo.
O que restou do tronco da árvore caiu no chão, levantando mais faíscas e uma densa fumaça negra, e Meredith sentiu Caroline começar um ruído. Lentamente, ela soltou a garota, afastando o bastão de sua garganta para que pudesse olhar Caroline nos olhos. Caroline respirou profundamente, e soluçando, se virou para encarar Meredith totalmente. Seus olhos verdes de gato estavam arregalados de terror.
Meredith olhou para ela.
— Como você pode ajudá-lo, Caroline? — Ela perguntou ferozmente. — Você não se lembra como Klaus sequestrou você?
Caroline sacudiu a cabeça.
— Você está louca — disse ela, e Meredith ficou surpresa que Caroline, ainda chorosa, pudesse soar tão desdenhosa. — Eu não estou ajudando ninguém.
— Então você apenas decidiu queimar uma árvore hoje? — perguntou Meredith, sua voz gotejando sarcasmo.
— Eu... acho — começou Caroline, franzindo a testa. Ela cruzou os braços defensivamente no peito. — Eu acho que foi um acidente.
Havia algo de errado ali, percebeu Meredith. Caroline não parecia culpada ou desafiadora. Espantada, absolutamente, mas parecia que ela estava sendo sincera. Meredith suspirou. Seria bom colocar as mãos em alguém responsável pela destruição de sua única arma, mas estava começando a suspeitar que Caroline não era essa pessoa.
Ao lado deles, Zander rosnou, brigando com Tyler.
— Solte-o, Zander — disse Meredith. — Eu preciso que você me diga se Caroline está dizendo a verdade.
Zander rosnou novamente, dando uma joelhada no peito de Tyler e derrubando-o no chão. Meredith olhou para ele. Nunca tinha visto o Zander descontraído assim: seus dentes brancos arreganhados de fúria. Ele até parecia maior, e de alguma forma mais selvagem, com os cabelos desordenados como se tentassem ficar em pé.
Zander tinha dito uma vez, Meredith se lembrou, que aqueles que tinham sido transformados em lobisomens não tinham o cheiro bom para ele, não como lobisomens Originais.
De trás dela, mais perto do fogo, Bonnie falou, sua voz rouca da fumaça.
— Zander — disse ela. — Zander, solte-o.
Zander ouviu Bonnie como não parecia ouvir Meredith, e, relutantemente, soltou Tyler e se pôs de pé. Ele estava tenso, entretanto, pronto para atacar novamente quando Tyler lentamente se levantou, limpando a terra de si mesmo. Eles olhavam um para o outro cuidadosamente.
— Tudo bem — disse Zander. Ele se afastou de Tyler lentamente, seus lábios ainda puxados para trás em um grunhido, e olhou para Caroline. Zander chegou perto dela, perto o suficiente para cheirar seu pescoço. — Diga-me o que você estava fazendo aqui — disse ele.
Caroline se afastou indignada, mas Meredith segurou seu braço e a obrigou a voltar para Zander.
— Por que você está aqui, Caroline? — Ela perguntou severamente.
A garota ruiva olhou para eles.
— Eu não tenho que me explicar para você — disse ela. — Estamos apenas acampando. O incêndio foi um acidente.
— Então Klaus não mandou você aqui? — perguntou Bonnie ceticamente. — Você nunca foi do tipo que acampa, Caroline.
— Isso não tem nada a ver com Klaus — disse Caroline com firmeza.
— E você, Tyler? — perguntou Meredith. — Seu antigo mestre mandou você aqui?
Tyler sacudiu a cabeça apressadamente.
— Eu não quero nada com aquele cara — disse ele.
— Bem, Zander? — Meredith perguntou baixinho.
— Eles estão dizendo a verdade, até onde eles sabem — disse Zander. — Mas há algo errado. Eles cheiram... errado.
— Klaus os compeliu — disse Meredith categoricamente. — Eles só sabem o que Klaus disse a eles que era verdade. E Klaus deve ter dito para eles virem acampar aqui. Não podemos responsabilizá-los por queimar a árvore. Não é culpa deles.
— Isso é ridículo — disse Caroline. — Ninguém nos obrigou a fazer nada. — Mas sua voz soou nervosa e insegura, e Tyler colocou o braço ao redor dela protetoramente.
— Não é um grande negócio — Tyler assegurou. — Mesmo se nós quiséssemos queimar a árvore, é apenas uma árvore. Por que Klaus se importaria?
Meredith apoiou o bastão na perna. Não ia lutar com ninguém ali. O Tyler que ela tinha conhecido nos piores dias de Fell’s Church poderia ter merecido a morte, mas a julgar pela maneira como ele estava tentando proteger Caroline, não era quem ele era agora.
— Era uma árvore muito importante — disse ela em voz baixa.
— Desculpe — disse Caroline. Caroline nunca foi boa em se desculpar, lembrou-se Meredith. — Você não tem nenhum motivo para acreditar em mim, para acreditar em nós, mas eu não teria feito nada para machucar você, nem mesmo matar uma árvore. Se as lembranças que tenho de Fell’s Church são reais, nós costumávamos ser amigas. Amigas de verdade. — Disse ela, olhando de Meredith para Bonnie. — E eu arruinei tudo.
— Sim, você arruinou — disse Bonnie sem rodeios. — Mas isso é passado agora. — Caroline lhe deu um sorriso meio torto e, depois de um momento, Bonnie sorriu de volta sem jeito.
— O que você lembra? Sobre Fell’s Church? — perguntou Meredith.
Tyler visivelmente engoliu em seco e puxou Caroline para mais perto dele.
— Os monstros e tudo mais, essa é a verdade? — perguntou ele, sua voz tremendo.
Bonnie concordou. Meredith sabia que ela não suportaria colocar toda aquela história em palavras.
Uma gota de sangue rolou da testa de Tyler de um arranhão que Zander deve ter infligido, e ele a limpou com a mão que não segurava Caroline.
— Um dia eu acordei e me lembrei da vida normal, mas também me lembrei dessa história maluca em que eu era um lobisomem e fiz, humm... — suas bochechas coraram. — coisas ruins.
— As coisas ruins aconteceram, mas tudo mudou — Meredith disse. — A maioria das pessoas não se lembra, mas tudo o que você acha que sabe é verdade. — Seria muito complicado explicar-lhes como Elena tinha salvado Fell’s Church chantageando as Guardiãs para mudar os acontecimentos do ano passado. Para quase todos, seu último ano tinha sido completamente normal: sem vampiros, sem lobisomens, sem kitsune. Mas um punhado de pessoas, todas com Poderes ou Influências sobrenaturais de um tipo ou outro, podia lembrar as duas linhas do tempo.
— Você se lembra de Klaus? — perguntou Alaric. — Você o viu depois de deixar Fell’s Church? Talvez em seus sonhos?
Meredith olhou para ele com aprovação. Klaus podia viajar em sonhos, eles sabiam disso. Talvez Tyler ou Caroline tivessem alguma memória residual que pudesse ajudá-los, mesmo que não se lembrassem de serem Influenciados.
Mas Tyler balançou a cabeça.
— Eu não o vejo desde Fell’s Church — respondeu ele.
— Não, desde que você sequestrou Caroline para ajudar a trazer Stefan para ele, você quer dizer? — Bonnie disse acidamente. —Como vocês dois acabaram juntos novamente, afinal?
Tyler estava corando miseravelmente e Caroline pegou a mão dele, dobrando seus dedos carnudos em seus longos e elegantes.
— Eu ainda estava esperando os bebês de Tyler. Ambos os conjuntos de memórias tinham certeza disso. Então, quando nos encontramos, decidimos que a melhor coisa que poderíamos fazer era tentar criar nossa família. — Ela encolheu os ombros. — Tudo isso — Klaus e tudo mais — parece um sonho agora. Estamos com minha avó e ela está ajudando a cuidar dos gêmeos.
E isso — escolher a versão dos eventos que era mais conveniente para ela e aderir a ela — era exatamente como Caroline era, Meredith percebeu. Ela nunca teve qualquer imaginação.
— Sabe, Tyler — Bonnie disse —, você deve entrar em contato com seu primo Caleb. Ele estava procurando por você em Fell’s Church, e parecia muito preocupado.
Essa era uma maneira de dizer isso, supôs Meredith. Caleb os perseguira, colocara encantamentos neles e lançara feitiços para semear a discórdia entre Elena e os outros, tudo porque suspeitava que eles estivessem por trás do desaparecimento de Tyler e de suas próprias memórias duais.
Caroline colocou a mão no ombro de Tyler e Meredith notou alguma coisa.
— Você cortou suas unhas — disse ela. Caroline sempre tivera unhas longas e perfeitamente lixadas, desde que haviam parado de fazer tortas de lama e começado a falar sobre garotos.
— Oh — disse Caroline, olhando para as mãos. — Sim, eu tive que cortá-las para que não arranhassem os gêmeos. Eles gostam de chupar meus dedos. — Ela acrescentou, hesitante: — Você quer ver fotos?
Bonnie assentiu com curiosidade, e Meredith se juntou a ela para olhar as fotos dos dois bebês minúsculos de Caroline.
— Brianna e Luke — ela disse a eles. — Veja como seus olhos são azuis!
Foi quando Meredith decidiu que podia perdoar Caroline e Tyler. Se Caroline tivesse mudado o suficiente para se importar mais com seus bebês do que com sua aparência, e Tyler não estivesse tentando jogar seu peso ao redor, eles provavelmente não eram nenhuma ameaça. É verdade que eles arruinaram tudo, destruindo o freixo branco, mas não o fizeram maliciosamente.
Eles trocaram mais algumas palavras e depois se separaram. Caroline e Tyler voltaram pela trilha, o longo cabelo de Caroline balançando contra os ombros bronzeados. Era estranho, pensou Meredith enquanto os observava. Caroline tinha sido uma amiga tão próxima, e então uma inimiga tão desprezada, e agora não sentia nada por ela.
— Essa foi a única pista que encontrei em qualquer das referências sobre derrotar Klaus — disse Alaric tristemente, olhando para o monte de cinzas e pedaços queimados do freixo mágico.
— Poderíamos juntar as cinzas e usá-las para alguma coisa? — perguntou Bonnie, esperançosa. — Talvez fazer uma pomada e colocá-la em uma estaca normal?
Alaric sacudiu a cabeça.
— Não funcionaria — respondeu a ela. — Tudo o que li deixa claro que tem que ser madeira não danificada.
— Nós vamos encontrar outra coisa — disse Meredith, rangendo os dentes. — Tem de haver algo que ele é suscetível. Mas pelo menos uma coisa boa saiu disso.
— O quê? — perguntou Bonnie. —Espero que você não esteja falando de Caroline, porque algumas fotos não vão apagar tudo o que ela fez. E esses bebês vão claramente parecer mais com Tyler do que com ela.
— Bem — apontou Meredith —, lembra quando dissemos que quando você estava tendo a visão no nosso quarto, você disse que Klaus estava chamando um velho amigo para ajudá-lo? — Ela acenou com a mão em direção as figuras recuando no caminho. — Se fosse Tyler, ele não é uma ameaça, afinal. Não estamos enfrentando um segundo inimigo.
— Sim — disse Bonnie pensativamente, e colocou os braços em volta de si mesma. — Se a visão estava falando de Tyler.

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