18 de março de 2019

Capítulo 26

O dia passou com muita pesquisa, mas com pouquíssimos resultados, o que deixou Elena se sente cada vez mais preocupada com a amiga comatosa. Quando a noite caiu e Tia Judith telefonou para perguntar cansada se a família de Elena ficaria sem ela o dia todo, eles tinham analisado o primeiro saco de papéis e Alaric terminara um terço do caderno em que Caleb mantinha o registro de seus experimentos mágicos, queixando-se da letra horrível de Caleb.
Elena franziu a testa, folheando outra pilha de papéis. O exame de fotos e recortes, confirmou que Célia não estava entre as vítimas planejadas de Caleb. Se o espectro teve Celia como o primeiro alvo, deve ter sido porque ela estava cheia da emoção de que ele se alimentava.
— Impertinência?! — sugeriu Meredith, mas teve o cuidado de dizer isso longe de Alaric.
Os recortes e impressos também mostraram que Caleb era obcecado com o desaparecimento de Tyler, e que tinha provas e lembranças de duas linhas de tempo diferentes para o mesmo período, uma em que Fell’s Church foi destruída e Elena Gilbert tinha morrido, e outra em que tudo ficou muito bem obrigado na cidadezinha de Fell’s Church na Virginia, inclusive o reinado contínuo da garota dourada do último ano, Elena. Além das lembranças duplas de Caleb, que cobriam apenas o verão, Tyler aparentemente tinha falado com ele ao telefone no outono e no inverno anteriores sobre os misteriosos acontecimentos que envolveram a morte do Sr. Tanner e tudo o que se seguiu. Embora não parecesse pelas anotações de Caleb que Tyler tivesse falado da própria transformação em lobisomem e conspiração Klaus, apenas sobre a suspeita crescente em relação a Stefan.
— Tyler — gemeu Elena. — Mesmo desaparecido a tanto tempo ele consegue criar problemas.
Até agora o exame do caderno por Alaric havia provado que eles tinham razão, Caleb usava magia, e pretendia se valer dela tanto para se vingar deles, como para tentar localizar Tyler.
Mas não mostrava como tinha invocado o espectro. E apesar de Alaric levar qualquer provável anotação encantamento ou desenho para a análise da Sra. Flowers, eles ainda não tinham descoberto que tipo de feitiço Caleb fizera, ou a que propósito serviam as rosas.

Stefan acompanhou Elena para jantar em casa, depois voltou para continuar ajudando os outros. Ele queria ficar com Elena, mas ela teve a sensação de que a tia não gostaria de um convidado de última hora para o jantar.
No segundo em que passou pela porta, Elena sentiu a presença persistente de Damon e se lembrou de que apenas horas antes, eles estavam no segundo andar, abraçados. Durante toda a refeição, enquanto contava uma história para Margaret dormir, e depois no último telefonema à Meredith para verificar o progresso do grupo, ela pensou nele com nostalgia, perguntando-se se o veria esta noite. Isso por sua vez provocou uma onda de culpa relacionada à Stefan e Bonnie. Ela estava sendo tão egoísta, escondendo de Stefan a volta do irmão, e pensando em si mesma, enquanto Bonnie corria perigo. Todo o ciclo era exaustivo, mas ainda assim, ela não conseguia reprimir a euforia por Damon estar vivo.
Finalmente sozinha em seu quarto, Elena escovou os cabelos dourados e vestiu a camisola simples que tinha usado na noite anterior. Estava quente e úmido lá fora, e pela janela ela ouvia os grilos cantando.
As estrelas brilhavam, e uma meia lua flutuava no alto, sob as árvores. Ele deu boa noite a tia Judith e Robert e foi para a cama, afofando os travesseiros. De certo modo, previa uma longa espera. Damon gostava de provocar, e adorava fazer suas entradas, então era muito provável que esperasse até pensar que ela estava dormindo, e se esgueirasse para dentro do quarto. Mas ela mal apagou a luz quando uma parte do escuro pareceu se destacar na noite pela janela. Houve o mais leve roçar de um passo no chão, então o colchão gemeu quando Damon acomodou-se ao pé de sua cama.
— Oi, amor — disse ele baixinho.
— Oi — disse ela, sorrindo. Os olhos negros de Damon brilhavam para ela nas sombras, e Elena de repente sentiu-se entusiasmada e feliz, apesar de tudo.
— Quais são as novidades? — perguntou ele. — Vi muita agitação no pensionato. Algo deixou sua turma empolgada? —Seu tom era casualmente sarcástico, mas o olhar era intenso, e Elena sabia que ele estava preocupado.
— Se me deixar contar a todos que está vivo, você poderá ficar conosco e saberá tudo o que está acontecendo em primeira mão — provocou ela. Depois ficou mais séria. — Damon, precisamos da sua ajuda. Algo terrível aconteceu. — Ela lhe contou sobre Bonnie, e o que eles descobriram no telheiro do jardim dos Smallwood.
Os olhos de Damon arderam.
— Um espectro pegou a ruivinha?
— Foi o que a mãe da Sra. Flowers disse. Stefan nos disse que ele já ouviu falar de um espectro de fúria em algum lugar na Itália.
Damon soltou um pfft!
— Lembro-me disso. Foi divertido na época, mas nada parecido com o que está descrevendo. Como essa teoria de Stefan explica Bonnie ter sido dominada? Ou o aparecimento dos nomes quando alguém é ameaçado?
— É a teoria da Sra. Flowers, também — disse Elena, indignada. — Aliás, da mãe dela. E é a única que faz sentido. — Ela sentia Damon acariciando seu braço com o toque mais leve, e era bom.
Os pelos se eriçavam nos braços, e ela estremeceu de prazer, mesmo a contragosto. Pare com issopensou Elena inflexível. Este assunto é sério. Ela tirou o braço do alcance de Damon.
Ele parecia irônico e indolente quando falou.
— Bem, não posso culpar a bruxa velha e sua mãe fantasma — disse ele. — Normalmente os humanos ficam em sua própria dimensão, só apreendem o mínimo do que está acontecendo, mesmo os mais dotados. Mas se Stefan se comportasse como um vampiro que se preze e não ficasse por aí tentando ser humano o tempo todo, teria um pouco mais de discernimento. Mal foi à Dimensão das Trevas, exceto quando foi arrastado para ficar numa jaula ou salvar Bonnie. Talvez se tivesse ido, ele entenderia o que está acontecendo e conseguiria proteger um pouco melhor os humaninhos de estimação dele.
Elena se eriçou.
—Humaninhos? Eu sou um desses humaninhos, também.
Damon riu, e Elena percebeu que ele disse isso de propósito, para irritá-la.
—Você, princesa? Nunca. Um tigre, talvez. Algo selvagem e perigoso.
Elena revirou os olhos. Então, a implicação das palavras de Damon a atingiu.
— Espere, está dizendo que isso não é um espectro? E que você sabe o que realmente é? É algo que veio da Dimensão das Trevas?
Damon se aproximou mais de Elena.
— Quer saber o que eu sei? — indagou ele, num tom carinhoso. — Tem muita coisa que posso lhe contar.
— Damon! — Elena foi firme. — Pare de me seduzir e preste atenção. Isto é importante. Se sabe alguma coisa, por favor, me conte. Se não, por favor, não faça joguinhos comigo. A vida de Bonnie está em risco. E todos nós corremos perigo. Você também, Damon. Não se esqueça, seu nome foi escrito, e não temos certeza se o que aconteceu Na Lua Negra foi o ataque a você.
— Não estou tão preocupado — Damon fez um gesto de desdém. — Seria preciso mais do que um espectro para me atingir, princesa. Mas, sim, eu sei um pouco mais sobre isso do que Stefan. — Ele virou a mão dela e passou os dedos frios na sua palma. — É um espectro, mas não do tipo que vimos na Itália há muito tempo. Lembra que Klaus era um original? Ele não foi gerado como Katherine, Stefan ou eu, ele nunca foi humano. Vampiros como Klaus consideram vampiros como nós, que começaram como humanos, uns mestiços fracos. Ele era muito mais forte que nós e muito mais difícil de matar. Existem diferentes tipos de espectros, também. Aqueles que nasceram de emoções humanas na Terra podem intensificar e estimular essas emoções. Eles não têm muita consciência própria, e nunca ficam muito fortes. São apenas parasitas. Se deixarem de receber as emoções de que precisam para sobreviver, eles desaparecem rapidamente.
Elena franziu a testa.
— Mas você acha que este é um tipo mais poderoso de espectro? Porquê? O que Sage lhe disse?
Damon bateu o dedo na mão dela ao contar.
— Um: os nomes. Isto está além dos poderes de um espectro comum. Dois: apoderou-se de Bonnie. Um espectro comum não seria capaz disso, e nem conseguiria nada se fosse capaz. Um espectro original, porém, pode roubar seu espírito e levar para a Dimensão das Trevas. Pode drenar sua força vital e suas emoções para se fortalecer.
— Espere — disse Elena, alarmada. — Bonnie voltou para a Dimensão das Trevas? Pode acontecer qualquer coisa com ela! Poderia ser escravizada de novo! — As lágrimas arderam nos cantos dos olhos quando ela pensou em como os humanos eram tratados na Dimensão das Trevas.
Damon apertou a mão dela.
— Não, não se preocupe com isso. Ela só está lá em espírito, o espectro deve tê-la colocado em uma espécie de cela, quer que ela fique segura. Acho que o pior que pode acontecer é ela ficar entediada — ele franziu o cenho. — Mas ele vai drenar a força vital dela, e isso por fim a enfraquecerá.
— Você acha que ficar entediada é a pior coisa que pode acontecer a ela... ah, pelo menos até que ele esgote toda a sua força vital? Isso não está bom, Damon. Precisamos ajudá-la — Elena pensou por um momento. — Então, os espectros vivem na Dimensão das Trevas?
Damon hesitou.
— Não no início. Os espectros originais foram relegados à Lua Negra pelas Guardiãs.
— Onde você morreu?
— Sim — explicou Damon causticamente. Depois acariciou as costas da mão de Elena num pedido de desculpas silencioso pelo tom. — Os espectros originais são mantidos em um tipo de prisão na Lua Negra, e ficam se coçando para ter uma chance de escapar. Como gênios numa garrafa. Se alguma coisa romper a parede da prisão, seu objetivo definitivo será vir à Terra e se alimentar de emoções humanas. Depois que a árvore do mundo foi destruída, Sage disse que as coisas mudaram, o que explicaria um espectro original conseguir escapar quando as coisas se alteraram depois da destruição.
— Mas por que vir à Terra? Há muitos demônios e vampiros na Dimensão das Trevas.
Ela podia ver o sorriso de Damon nas sombras.
— Acho que as emoções humanas são mais gostosas. Como o sangue humano. E não há humanos suficientes na Dimensão das Trevas para uma boa refeição. São tantos humanos na Terra que um original aqui pode simplesmente continuar devorando a emoção, ficando cada vez mais poderoso.
— Então, ele nos seguiu desde a Lua Negra? — perguntou Elena.
— Deve ter pegado uma carona com vocês quando voltaram à Terra. Ele devia querer ficar o mais longe possível da prisão, então uma abertura entre as dimensões teria sido irresistível.
— E ele foi libertado da prisão, quando eu usei minhas asas da destruição e explodi a Lua?
Damon deu de ombros.
— Essa me parece ser a explicação mais provável.
Elena se deprimiu.
— Então a visão de Bonnie estava certa. Eu trouxe isso. A culpa é minha.
Ele afastou o cabelo dela e beijou seu pescoço.
— Não pense assim — disse Damon. — Como poderia impedir? Você não sabia, Elena. E sou grato por ter usado as asas da destruição: foi isso que me salvou, afinal. O importante agora é combater o espectro. Precisamos enviá-lo de volta antes que fique poderoso demais. Se ele se estabelecer de verdade por aqui, pode começar a influenciar cada vez mais pessoas. O mundo todo poderia estar em perigo.
Elena arqueou o pescoço para o lado meio inconsciente, para que Damon tivesse um ângulo melhor, e ele gentilmente acompanhou a veia lateral do pescoço de Elena com os lábios por um instante, antes de ela perceber o que os dois estavam fazendo e afastá-lo de novo.
— Mas eu não entendo. Por que ele nos diria quem vai atacar em seguida? — disse ela. — Por que ele nos dá os nomes?
— Ah, isso não é responsabilidade dele — Damon beijou seu ombro. — Até o espectro mais poderoso tem que seguir as regras. Faz parte do feitiço que as Guardiãs colocaram nos fantasmas originais quando os relegaram à Lua Negra. Uma garantia para o caso de os originais escaparem. Assim, a presa sabe que eles estão vindo, e isso lhes dá uma oportunidade justa de resistir.
— As Guardiãs o aprisionaram. Elas nos ajudariam a mandá-los de volta?
— Não sei — disse Damon rispidamente. — Mas eu não pediria ajuda a elas. Não confio nelas, você confia?
Elena pensou na eficiência fria das Guardiãs, no jeito irrelevante como trataram a morte de Damon. No modo como trataram a morte de seus pais.
— Não — disse ela, estremecendo. — Vamos deixá-las de lado se pudermos.
— Nós mesmos vamos derrota-lo, Elena — Damon disse, acariciando seu pescoço com a mão.
— Pare com isso! Precisamos nos concentrar.
Damon parou de tocá-la por um instante e pensou.
— Me fale de seus amiguinhos. As pessoas têm estado tensas? Brigando? Agindo de forma estranha?
— Sim — respondeu Elena imediatamente. — Ninguém parece estar em seu juízo perfeito. Não consigo explicar, mas tem alguma coisa errada desde que voltamos.
Damon assentiu.
— Como ele provavelmente veio com você, faz sentido ter você e os que estão ligados a você, como suas principais vítimas.
— Mas como vamos detê-lo? — perguntou Elena. — O que as histórias que você ouviu sobre os espectros originais dizem sobre sua recaptura depois que eles escapam da prisão?
Damon suspirou e seus ombros caíram um pouco.
— Nada. Não sei de mais nada. Terei que voltar à Dimensão das Trevas e ver o que consigo descobrir, ou se eu posso combater o espectro de lá.
Elena enrijeceu.
— É muito perigoso, Damon.
Ele riu, um som seco no escuro, e Elena sentiu os dedos dele no seu cabelo, alisando as mechas sedosas, torcendo-as, puxando-as delicadamente.
— Não para mim — disse ele. — A Dimensão das Trevas é um ótimo lugar para ser vampiro.
— Só que você morreu lá — lembrou Elena. — Damon, por favor. Eu não suportaria perder você de novo.
A mão de Damon parou, e então ele a beijou delicadamente, e a outra mão apareceu para tocar em seu rosto.
— Elena — disse ele relutantemente enquanto interrompia o beijo. — Você não vai me perder.
— Tem que haver outro jeito — insistiu ela.
— Bem, então é melhor descobrirmos, e logo — falou Damon sombriamente. — Caso contrário, o mundo todo estará em perigo.

Damon ficou impregnado de Elena. Seu cheiro doce e fragrante nas narinas, a batida pulsante do coração nos ouvidos, a seda de seu cabelo e o cetim de sua pele contra os dedos. Ele queria beijá-la, abraçá-la, afundar as presas nela e saborear o néctar inebriante de seu sangue, aquele sangue vibrante que tinha um sabor único.
Mas ela o obrigou a ir embora, embora ele soubesse que na realidade Elena não queria isso. Ela não disse que o afastou por causa do irmão mais novo de Damon, mas ele sabia. Sempre era Stefan.
Quando ele a deixou, transformou-se graciosamente em um grande corvo negro e voou da janela de seu quarto para um marmeleiro próximo. Ali, abriu as asas e alternou de um pé para outro, acomodando-se para observá-la. Podia senti-la pela janela, ansiosa no início, com os pensamentos em ebulição, mas logo sua pulsação se acalmou, a respiração ficou mais profunda, e ele sabia que ela havia dormido. Ele ficaria ali protegendo-a.
Não havia dúvida, ele precisava salvá-la. Se Elena queria um cavaleiro de armadura, alguém que a protegesse com nobreza, Damon podia fazer isso. Por que o maricas do Stefan teria toda a glória?
Mas ele não sabia o que ia acontecer agora. Apesar de Elena implorar para ele não ir, a viagem para a Dimensão das Trevas parecia o próximo passo lógico na luta contra esse espectro. Mas como chegar lá? Não havia um caminho fácil. Ele não tinha tempo para fazer a jornada por um dos portais de novo, nem queria sair de perto de Elena o tempo suficiente para ir até lá. E ele não podia esperar encontrar de novo e por acaso algo tão útil quanto uma esfera estelar.
Além disso, se ele fosse à Dimensão das Trevas, teria riscos especiais para ele agora. Damon achava que as Guardiãs não sabiam de sua volta dos mortos, e não imaginava como elas reagiriam quando soubessem.
Preferia não descobrir. As Guardiãs não gostam muito de vampiros, e tendem a preferir que as coisas fiquem como devem ser. Pense em como despojaram Elena de seus poderes quando ela chamou a atenção das Guardiãs. Damon recurvou os ombros e afofou as penas iridescentes com irritação. Tinha de haver outro jeito.
Houve um leve farfalhar abaixo dele. Ninguém sem os ouvidos sensíveis de um vampiro teria ouvido, pois era cauteloso demais, porém Damon captou. Ele ficou atento e olhou incisivamente em volta. Ninguém atingiria sua princesa.
Ah! Damon relaxou novamente e bateu o bico, aborrecido. Stefan. A figura escura do irmão mais novo estava embaixo da árvore, a cabeça inclinada para trás, olhando com devoção para a janela escura de Elena. É claro que ele ficaria ali, pronto para defendê-la contra todos os horrores da noite.
E num átimo, Damon entendeu o que precisava fazer: se quisesse saber mais sobre o espectro, teria de se render a ele.
Ele fechou os olhos, permitindo que todos os sentimentos negativos que tinha por Stefan o tomassem. Como Stefan sempre pegava tudo o que Damon queria, roubando dele se necessário. Maldito Stefan, Damon pensou amargamente. Se o irmão não tivesse chegado à cidade antes dele, Damon teria uma chance de fazer com que Elena se apaixonasse por ele primeiro, que fosse o objeto da completa devoção que via nos olhos dela quando ela olhava para Stefan.
Em vez disso, lá estava ele, em segundo lugar. Ele também não fora suficiente para Katherine, ela também queria o irmão. Elena, um tigre em comparação à gatinha que Katherine era, teria sido a parceira perfeita para Damon. Linda, forte, astuta, capaz de muito amor, eles teriam dominado a noite juntos.
Mas ela estava apaixonada pelo covarde, fracote de seu irmão mais novo. As garras de Damon cravaram no galho em que estava empoleirado.
Não é triste? Sugeriu uma voz ao lado dele. Como você tenta sempre, mas nunca tem o bastante da mulher que ama.
Um frio filete de névoa tocou sua asa. Damon endireitou-se e olhou em volta. A névoa escura serpenteava pelo marmeleiro, bem no nível de Damon. Abaixo, Stefan não percebera nada. A névoa procurava apenas Damon.
Com um sorriso particular, Damon sentiu a névoa envolvê-lo, e tudo escureceu.

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Boa leitura, E SEM SPOILER!