22 de outubro de 2018

Capítulo 35

BEM-VINDA AO BATE-PAPO DOS DIVORCIADOS ALIVIADOS DE DUBLIN. HÁ CINCO PESSOAS NA SALA DE BATE-PAPO AGORA.
Docinho entrou na sala.
Divorciada_1: Você vai foder com a vida dele, foder com a vida dele, foder com a vida dele, foder com a vida dele!
Docinho: Oi, pessoal.
FlorSilvestre: Uhuuuuuu!! É isso mesmo, Divorciada_1!
Insegura: Eu sei, Divorciada_1, mas esse é o problema agora, não é? Não posso mais foder com nada; ele foi embora. Eu não devia ter deixado ele ir embora. A culpa é toda minha.
Docinho: Ah... Oi, pessoal. Isso aqui está funcionando? Vocês conseguem ler o que eu escrevo?
Divorciada_1: Ah, pare com isso, Insegura. Estou de saco cheio de ouvir você choramingar pelos cantos noite após noite. Como pode dizer que a culpa é sua? Foi você quem o arrastou para o carro e o levou para o quarto do hotel? Foi você que arriou as calças dele até o tornozelo e o empurrou para cima da outra, na cama?
Insegura: Por favor, Divorciada_1, pare com isso! Pare! Pare! Pare! Não, não fiz nada disso.
LadySolitária: Deixe-a em paz. Você não precisa falar desse jeito.
Divorciada_1: Olhe aqui, eu só estou tentando ajudar. Se você não fez nada disso, então por que acha que a culpa é sua?
Docinho: Não sei se isso aqui está funcionando. Oi? Olá? Olá? Maldito computador de merda. Será que alguém pode me responder?
Insegura: Bem, talvez eu tenha feito uma pressão para ele dar duro no trabalho, mesmo sem ter a intenção. Vocês sabem como as coisas estão caras hoje em dia, e as crianças sempre querem mais, mais e mais. Era época de volta às aulas e os uniformes e livros são sempre tão caros, e eu vivia dizendo que precisávamos de mais dinheiro porque nunca tínhamos o bastante, e não tenho certeza, mas talvez a culpa tenha sido minha, entendem?
LadySolitária: Ah, faça-me o favor, Insegura...
FlorSilvestre: Ah, eu já ouvi o bastante para uma única noite.
Divorciada_1: Escute, basta esquecê-lo. Ele é um filho da puta e essa é a verdade. Mande-o se foder.
Docinho: Bem, não sei se alguém se importa, mas o seu marido só estava pensando numa única definição de “dar duro” naquela noite, e isso não envolvia um dia no escritório.
FlorSilvestre: Uhuuuuu! Bem-vinda, Docinho!
Divorciada_1: Você está certa, Docinho. Ele que se foda.
Insegura: Tem certeza, Docinho?
LadySolitária: Acho que vou concordar com as outras, Insegura. Bem-vinda, Docinho. Quer teclar?
FlorSilvestre: Por favor, LadySolitária, toda vez que você pergunta a um dos nossos visitantes se a pessoa quer teclar ela acaba se assustando. Parece que você quer um papo sujo ou algo do tipo.
LadySolitária: Desculpe, você sabe que eu não faço por mal. Simplesmente tenho esse hábito horrível de espantar todo mundo.
FlorSilvestre: Quais são seus dados, Docinho?
Docinho: Meus o quê?
Divorciada_1: Ei, olhem só, temos uma virgem na sala.
FlorSilvestre: Seus dados, meu bem: idade, sexo, esse tipo de coisa.
Docinho: Bem, tenho 32, sou mulher, tenho uma filha de 13 anos, sou divorciada e não me arrependo.
FlorSilvestre: Uhuuuuuu!
Divorciada_1: Parabéns, meu bem. Mande-o à merda. É o meu conselho.
Insegura: Docinho, de quem foi a culpa pelo fim do casamento? Sua ou dele?
FlorSilvestre: Não ouça o que ela diz, Docinho. Ela ainda está preocupada com a questão do “de quem é a culpa”.
Docinho: Não tem problema, eu não me importo. Foi cem por cento culpa dele.
Divorciada_1: Quelle surprise.
LadySolitária: Pelo menos você tem uma filha, Docinho, e você não foi abandonada de todo. Meu marido — bem, meu ex-marido — me deixou antes que tivéssemos a chance de começar uma família. Não acho que seria tão difícil se tivéssemos tido filhos. Pelo menos assim eu não me sentiria tão...
Divorciada_1: Sozinha. Sim, sim. Bem, acredite em mim, é mais difícil quando você tem filhos. Infelizmente os meus pequerruchos são a cara cuspida e escarrada do meu marido, e quando eu olho para eles tenho vontade de estrangular os desgraçadinhos. Seus filhos se parecem com o seu ex, Insegura?
Insegura: Sim e não. Algumas pessoas dizem que eles parecem, e outras dizem que não. E eu também não tenho certeza.
FlorSilvestre: Não vamos ser indelicadas, pessoas. É hora de nos apresentarmos a Docinho: Tenho 62 anos, 5 filhos e meu marido me deixou no ano passado.
Docinho: Ah, que horror. Sinto muito.
Divorciada_1: Ha! Não precisa sentir muito, meu bem. O homem teve ótimos motivos para deixá-la. Ela estava dormindo com o jardineiro.
Docinho: Ah!
FlorSilvestre: Façam-me o favor. Como se vocês nunca tivessem tido vontade de fazer a mesma coisa.
Insegura: Bem, a pessoa que cuidava do meu jardim era uma mulher.
FlorSilvestre: Não foi isso que eu quis dizer.
LadySolitária: Eu nunca faria isso com o meu Tommy. Nunca.
Divorciada_1: Oi, Docinho. Tenho 49 anos, 4 filhos e o meu ex-marido estava comendo a secretária. Desgraçado.
Docinho: E você, LadySolitária?
LadySolitária: Tenho 27, casei no ano passado, mas o meu Tommy me largou. Não conseguiu se adaptar à vida de casado. Um dia ele simplesmente foi embora e me deixou... Sozinha.
Docinho: E você, Insegura?
Insegura: Tenho 36, 3 filhos e para todos os efeitos não estou divorciada. Ainda moramos juntos. E você, Docinho? Como foi que você e seu marido se afastaram?
Docinho: Bem, ele estava saindo com algumas outras mulheres com certa frequência, e eu não sabia de nada.
Divorciada_1: Que filho da puta.
FlorSilvestre: Bem, eu acredito que viemos a este mundo para ter tantos parceiros sexuais quanto quisermos.
Divorciada_1: Ah, cale a boca, sua riponga. Você e essas suas ideias moderninhas.
FlorSilvestre: Não há qualquer mal em expressar a minha opinião. Não me lembro de atacar as suas opiniões.
Divorciada_1: Porque as minhas opiniões são sempre corretas. E então, Docinho, você ficou com a casa?
Docinho: Não, eu saí de lá na hora. Isso foi o bastante para mim.
Divorciada_1: Eu fiquei no prejuízo na hora da separação. Meu ex ficou com a casa de campo e eu fiquei com a guarda das crianças. Daria qualquer coisa para trocar de lugar com ele e passar alguns meses na tranquilidade do campo.
LadySolitária: Eu fiquei com a casa, e isso significou que tive que ficar lá sozinha com os cômodos cheios de lembranças.
Divorciada_1: Ah, deixe disso, Solitária. Você está parecendo um disco arranhado hoje.
LadySolitária: O quê? Eu ficaria com Tommy mesmo se ele fosse um merda. Não me importaria com isso. Ele é tudo que eu quero.
FlorSilvestre: Não dê atenção a ela. Suas prioridades estão todas erradas. A melhor maneira de esquecer um homem é arranjar outro. Todas nós sabemos disso.
Insegura: Não sei se essa é a melhor maneira de agir. Eu com toda a certeza não tenho intenção de dividir a minha cama com outro homem que não seja o meu marido.
Docinho: Não estou entendendo, Insegura. Você ainda está casada?
Insegura: Tecnicamente, não estamos divorciados. Ele dorme no nosso quarto e eu estou no quarto de hóspedes.
FlorSilvestre: Insegura, você deixou que ele a colocasse no quarto de hóspedes enquanto ele é que dava suas escapadinhas?
Insegura: Ah, isso é errado? Eu não sei. Tudo isso é muito novo para mim.
LadySolitária: Eu não ligaria se Tommy e eu não pudéssemos ficar na mesma cama. Eu só o quero em casa comigo.
Divorciada_1: Meu Deus do céu, será que vocês não ouviram nada do que eu disse? Bem, Docinho, onde é que você está morando agora, se o cabeça de merda ficou com a casa?
Docinho: Bem, o que vou dizer pode parecer meio bizarro, mas hoje em dia estou morando com o pai da minha filha.
Insegura: É assim que as coisas devem ser, eu imagino.
LadySolitária: Ahhhh, mas que linda história de amor!
Docinho: Ah, não, não, não. Não entendam errado, não há nem um pouco de amor envolvido nessa história. Para dizer a verdade, eu o odeio.
FlorSilvestre: Você reclama demais.
Docinho: Reclamo mesmo, e se você o conhecesse agiria da mesma forma.
Divorciada_1: Eu não teria tanta certeza. Desde que essa mulher completou 60 anos, vem trocando de homem da mesma forma que troca de sapatos.
Docinho: Mas não esse homem de quem estou falando, a menos que você goste de alguém cujos miolos sejam parecidos com um prato de ovos mexidos.
Insegura: Docinho, por que você escolheu esse apelido?
Docinho: Ah, é só um apelido que o meu melhor amigo usa para se referir a mim. Quando tínhamos 6 anos nós estávamos em uma peça de teatro da escola e eu era a Princesa Docinho e ele era o Príncipe Raio de Luar. Ele me chama assim desde aquela época.
Divorciada_1: Vocês ainda mantêm contato depois de vinte e seis anos?
Docinho: Sim, e ainda somos ótimos amigos.
Divorciada_1: Seu melhor amigo é um homem? Você já dormiu com ele?
Docinho: Só quando um de nós ia dormir na casa do outro, mas não rolava nada em termos de sexo.
Divorciada_1: Ele é gay?
Docinho: Não é, não.
Insegura: Bem, acho que isso é muito bonito. Perdi o contato com meus amigos do tempo da escola assim que saí e me casei. Leonard detestava que eu tivesse amigos homens.
LadySolitária: Quando vim de Belfast para Dublin com Tommy, deixei toda a minha família e meus amigos lá. E, agora que Tommy se foi, todos os meus amigos ficaram no norte do país e eu estou...
Divorciada_1: Sozinha, sim, sim, já entendemos. Docinho, esse seu amigo é solteiro? O que ele faz? Onde ele mora? E, por fim, ele estaria interessado em uma mulher fogosa de 49 com quatro filhos? Ele pode ficar com os filhos ou não, isso não me importa.
Docinho: Não, infelizmente ele não é solteiro.
FlorSilvestre: Como assim, “infelizmente”?
Docinho: Porque ela é uma verdadeira piranha. Foi o primeiro amor da vida dele, quando ainda tinham 16 anos. Eu a odiava naquela época e ainda a odeio. De qualquer maneira, ele acabou conseguindo um emprego com o pai dela em Boston, dentre todos os lugares do mundo, e eu acho que o amor que eles sentiam um pelo outro acabou florescendo outra vez.
Divorciada_1: E você ficou com ciúmes.
Docinho: Não fiquei.
Divorciada_1: Ficou, sim. Consigo perceber só pelo jeito que você fala.
Docinho: Impossível você ouvir o que eu falo. Estamos só teclando!
FlorSilvestre: O que ela quer dizer é que isso transparece pela sua maneira de teclar, e eu tenho que admitir que concordo.
Insegura: Mas, com certeza, se vocês são amigos desde que tinham 6 anos e agora têm 32, se os dois já foram casados uma vez e agora estão vivendo com outras pessoas em países diferentes. Então, se isso não aconteceu até agora, com certeza não acontecerá mais.
FlorSilvestre: Insegura, não seja tão pessimista. Almas gêmeas sabem encontrar o caminho que leva uma até a outra.
LadySolitária: Isso quer dizer que o meu Tommy vai voltar para mim?
FlorSilvestre: Não.
SamSolteiro entrou na sala.
Divorciada_1: Sam!
FlorSilvestre: Uhuuuuu! Sam!
LadySolitária: Oi, Sam, seja bem-vindo. Como estão as coisas?
SamSolteiro: Olá, moças. É bom ver todas vocês aqui hoje.
Divorciada_1: Sam, quero que você conheça Docinho. Ela tem 32 anos, uma filha de 13 e o seu marido a traía. Docinho, quero que você conheça Sam. Ele tem 54 anos, tem 2 filhas e sua ex-mulher é lésbica.
SamSolteiro: Prazer em conhecê-la, Docinho.
Docinho: Prazer, Sam.
Insegura: O que há de novo, Sam? Você está feliz ou triste hoje?
SamSolteiro: Hoje o dia foi ruim para mim.
FlorSilvestre: Ah, me poupe! Este deveria ser um bate-papo para os Divorciados Aliviados de Dublin, e não para os Divorciados Deprimidos de Dublin. Vou dormir.
Docinho: É melhor eu ir dormir também. Foi um prazer conversar com vocês.
Divorciada_1: Até amanhã no mesmo horário, Docinho.
Insegura: É melhor eu colocar as crianças na cama.
LadySolitária: Acho que vou assistir ao vídeo do casamento mais uma vez antes de ir dormir.
Docinho saiu da sala.
LadySolitária saiu da sala.
Insegura saiu da sala.
FlorSilvestre saiu da sala.
Divorciada_1: Bem, Sam, parece que eu e você somos os únicos que sobraram na sala. Você escolhe uma música e eu acendo as velas.
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De: Stephanie
Para: Rosie
Assunto: Srta. Casey!
Eu não acredito que você vai trabalhar com a srta. Casey! Nossa mãe me falou isso no telefone e eu mal consegui entender, porque ela estava rindo demais. Ela está imaginando o que ela e o nosso pai vão fazer quando estiverem na Austrália e receberem uma carta da srta. Casey exigindo que eles estejam na escola para conversar com ela por causa do seu comportamento no trabalho!
O que fez você aceitar esse emprego? Ficou maluca? Eu nunca tive nenhum problema com aquela mulher, mas sei que ela deixava você maluca quando era criança, e continuou fazendo isso quando Katie começou a ter aulas com ela. O que Alex acha disso tudo? Tenho certeza de que ele deve ter uma opinião muito interessante a respeito!

QUERIDA STEPHANIE,
Bem, é claro que você nunca teve problemas com a srta. Casey, porque você sempre foi a queridinha da professora. Ela adorava você e a sua letra caprichada no caderno e a sua lição de casa completa e impecável e o seu uniforme limpo e as suas boas maneiras!
É bem provável que eu esteja louca por ter aceitado este trabalho, mas, para ser honesta, é o melhor que surgiu e aquele que tem o melhor salário até agora. O expediente vai de segunda a sexta, das 9h às 15h30 — o que é ótimo, porque eu tinha que trabalhar em vários turnos e também nos fins de semana no meu último emprego. Fica bem ao lado da escola de Katie, e isso significa que podemos pegar o ônibus juntas todos os dias. Estamos apenas a alguns minutos do apartamento, então vou poder escapar para casa na hora do almoço. Com todas as outras complicações da vida, essas pequenas coisas vão me ajudar bastante. Não tenho intenção de trabalhar lá por muito tempo. Só até surgir algum cargo na área hoteleira. Mas a principal razão para aceitar o emprego é o fato de que não tenho muita escolha.
Ainda tenho que passar uma semana aqui no purgatório (o apartamento de Brian) antes de poder me mudar para o apartamento que aluguei, que está uma bagunça. Vou precisar de todo o dinheiro que puder guardar para conseguir dar um jeito naquele lugar e fazer com que ele se pareça com um lar. Deus sabe que Katie já passou por vários lares até hoje. Quando a Organização Hoteleira Rosie Dunne comprar o Hilton Hotels, não precisarei mais me preocupar com as finanças.
Coisas estranhas aconteceram com Katie durante os anos, mas nada tão bizarro quanto ter a mãe e o pai morando na mesma casa. O que talvez seja algo comum para outras crianças é motivo suficiente para que Katie comece a rir de jeito histérico. Na verdade, não é que eu e Brian não gostemos um do outro; o problema é que não sabemos absolutamente nada um sobre o outro. Somos dois completos estranhos que se aproximaram uma vez na vida (e apenas por alguns minutos, acredite!) em um momento do qual eu mal consigo me lembrar e criamos a coisa mais incrível que já existiu. Como dois idiotas como nós puderam gerar uma pessoa maravilhosa como Katie? Quando ela chega da escola e começa a fazer uma das suas apresentações improvisadas de comédia stand-up, eu olho para ela, olho para ele, e começo a pensar como foi que ele, misturado comigo, resultou nela.
Como nem eu e Brian estamos trabalhando no momento, tento passar o mínimo de tempo possível aqui. Passo boa parte do dia andando de um lado para outro na rua Henry, apenas para não atrapalhá-los. Quando estou no apartamento, eu fico no meu quarto ou me tranco no quarto de despejo e passo o dia inteiro enviando e-mails. Você poderia até pensar que nós compartilhamos alguma espécie de laço ou amizade, ou que temos alguma espécie de relacionamento. Mas somos dois estranhos.
Ainda fico irritada com ele agora, mas é um tipo diferente de raiva. Antes eu sentia raiva porque ele me abandonou. Eu tive que fazer tudo. A minha vida social ficou arruinada, tive que gastar todo o meu dinheiro e não consegui encontrar um emprego. Mas agora, quando olho para ele brincando com Katie, eu penso que foi um desperdício enorme. Isso é tudo que ele devia ter feito enquanto ela estava crescendo — estar por perto para dar atenção a ela, e ela o teria aceitado, como as crianças fazem, sem se importar com a pessoa que ele era. Sinto raiva porque ele não estava perto dela. Afinal perdi a parte egoísta que havia em mim.
De novo, eu não sei para onde vou, Steph. Parece que, de tempos em tempos, estou recolhendo os pedaços da minha vida e começando do zero mais uma vez. Não importa o que eu faça ou o quanto me esforce, não consigo alcançar a felicidade, o sucesso e a segurança que tantas pessoas têm. E não estou falando de ficar milionária e viver feliz para sempre. Estou me referindo a alcançar um ponto na minha vida no qual eu possa parar com o que estou fazendo, dar uma olhada ao meu redor, suspirar aliviada e pensar: Agora eu estou onde queria estar.
Sinto falta de alguma coisa, sabia? Aquela “centelha” especial que a vida devia trazer. Tenho o emprego, a filha, a família, o apartamento e os amigos, mas perdi a centelha.
E, para responder a sua pergunta sobre Alex, eu não sei o que ele acha do meu emprego novo, porque não tenho notícias dele há um bom tempo. Ele está tão ocupado salvando vidas mais valiosas e participando de eventos beneficentes que não posso exigir que ele dê atenção a uma amiga como eu. Ele está ocupado demais com suas “velhas” amizades. Em particular, as mais piranhas e vadias.

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