16 de julho de 2018

Epílogo

As noites de junho em Singer’s Falls eram belos acontecimentos. Exuberantes e escuras, o mundo pintado em complexos tons de verde. Árvores: por toda parte, árvores. Adam dirigiu pela estrada sinuosa de volta à Henrietta em um BMW pequeno e elegante que cheirava a Ronan. O rádio tocava um tecno terrível, típico de Ronan, mas Adam não o desligou. O mundo parecia enorme. Ele estava voltando para o parque de trailers.
Era chegado o momento.
Um deslocamento de trinta minutos da Barns até o parque de trailers, então Adam tinha tempo suficiente para mudar de ideia, voltar à Santa Inês ou à Fábrica Monmouth.
Ele passou por Henrietta em direção ao parque de trailers, e então seguiu em frente pelo longo e esburacado caminho até os trailers, os pneus gerando uma nuvem de poeira atrás dele. Cachorros saltavam para perseguir o carro, desaparecendo quando ele chegava na frente da sua antiga casa.
Ele não precisava perguntar se estava realmente fazendo isso.
Ele estava, não estava?
Adam subiu os degraus inseguros. Esses degraus, um dia pintados, agora descascados e rachados, furados com as marcas perfeitamente redondas das abelhas-do-pau, não eram muito diferentes das escadas até o seu apartamento no andar de cima da Santa Inês. À diferença que aqui havia menos deles.
No topo da escada, ele estudou a porta, tentando decidir se deveria bater ou não. Não fazia tantos meses desde que ele vivera ali, indo e vindo sem avisar, mas parecia que haviam sido anos. Adam se sentia mais alto do que quando estivera pela última vez ali, embora certamente não pudesse ter crescido tanto desde o verão anterior.
Este não era mais o seu lar de verdade, então ele bateu.
Esperou, as mãos nos bolsos das calças cáqui passadas, olhando para a ponta limpa dos seus sapatos e então para cima novamente, para a porta empoeirada.
A porta se abriu e seu pai estava parado ali, o encarando. Adam se sentiu um pouco mais generoso em relação à versão passada dele mesmo, a que tinha medo de vir a ser parecida com esse homem. Porque, embora Robert Parrish e Adam Parrish não fossem parecidos à primeira vista, havia algo introspectivo a respeito do olhar de Robert Parrish que lembrava Adam de si mesmo. Algo a respeito do cenho franzido era similar também; o formato do franzir entre as sobrancelhas tinha precisamente o formato da continuada diferença entre o que a vida deveria ser e o que ela era na realidade.
Adam não era Robert, mas poderia ter sido, e ele perdoou aquele Adam passado por ter medo da possibilidade.
Robert Parrish encarou o filho. Atrás dele, no aposento obscurecido, Adam viu sua mãe, que olhava além de Adam, para o BMW.
— Me convide para entrar — disse Adam.
Seu pai ficou ali, uma narina se alargando, e em seguida recuou para dentro da casa. Virou uma mão em uma espécie de convite zombeteiro, um gesto de lealdade simulada a um falso rei.
Adam entrou. Ele havia esquecido como suas vidas eram comprimidas ali. Como a cozinha era o mesmo que a sala de estar, que era o mesmo que o quarto do casal, e do outro lado da sala principal, o minúsculo quarto de Adam. Ele não podia culpá-los por ressentidamente buscar aquele espaço; não havia outro lugar para estar naquela casa que não olhasse um para o outro. Ele havia esquecido como a claustrofobia o impelira para fora, tanto quanto o medo.
— Que bom que você ligou — sua mãe disse.
Ele sempre esquecia como ela costumava expulsá-lo também. Suas palavras eram um tipo de agressão mais escorregadio, resvalando para fora de sua memória mais facilmente que os golpes reais de seu pai, resvalando entre as costelas daquele Adam mais jovem quando ele não prestava atenção. Havia uma razão por que ele havia aprendido a se esconder sozinho, não com ela.
— Senti sua falta na formatura hoje — respondeu Adam tranquilamente.
— Não me senti bem-vinda — ela disse.
— Eu te convidei.
— Você fez isso ficar feio.
— Não fui eu que fiz isso ficar feio.
Os olhos dela se desviaram de Adam, a maior parte dela desaparecendo ao primeiro sinal de conflito.
— O que você quer, Adam? — seu pai perguntou. Ele ainda encarava as roupas de Adam, como se achasse que era isso o que tinha mudado. — Não creio que seja porque você está implorando para se mudar de volta para cá, agora que você se formou bacana e está dirigindo o carrinho do seu namorado.
— Vim para ver se existe alguma possibilidade de ter uma relação normal com meus pais antes de partir para a faculdade — respondeu ele.
A boca do seu pai se contorceu. Era difícil dizer se ele estava chocado com a declaração de Adam, ou apenas pelo fato de simplesmente ouvir a voz do filho. Aquilo não era algo que costumava se ouvir naquela sala. Era chocante para Adam ver como ele considerara aquilo normal por tanto tempo. Ele se lembrou de como os vizinhos viravam a cara para seu rosto machucado; ele costumava pensar, estupidamente, que eles não diziam nada porque achavam que ele de alguma maneira o merecia. Agora, no entanto, ele se perguntava quantos deles haviam se encolhido no chão na frente dos seus sofás, ou se escondido em seus quartos, ou chorado debaixo da varanda pequena na chuva forte. Ele sentiu uma urgência súbita de salvar todos esses outros Adams escondidos à vista de todos, embora não soubesse se eles o ouviriam. Isso lhe pareceu como um impulso de Gansey ou de Blue, e, enquanto sustentava essa heroica e minúscula fagulha na mente, Adam percebeu que somente porque acreditava ter salvo a si mesmo que ele podia imaginar salvar outra pessoa.
— Foi você que tornou isso impossível — disse o seu pai. — Foi você que fez isso ficar feio, como sua mãe disse.
Ele parecia petulante para Adam agora, não temível. Tudo a respeito da sua linguagem corporal, os ombros curvados como uma samambaia, o queixo para dentro, indicava que ele estava tão prestes a socar Adam quanto socaria o seu chefe. A última vez em que ele erguera uma mão para o seu filho, ele tivera de puxar um espinho sangrento dela, e Adam podia ver a incredulidade daquele momento ainda se registrando nele. Adam era outro. Mesmo sem a força de Cabeswater, ele podia senti-la reluzindo friamente em seus olhos, e ele não fazia nada para disfarçá-lo. Mágico.
— Era feio bem antes disso, pai — respondeu Adam. — Você sabe que não consigo ouvir desse ouvido? Você estava falando ao mesmo tempo em que eu no tribunal quando eu disse isso antes.
O pai de Adam fez um ruído desdenhoso, mas Adam o interrompeu.
— O Gansey me levou para o hospital. Deveria ter sido você, pai. Quer dizer, jamais deveria ter acontecido, mas, se realmente tivesse sido um acidente, deveria ser você na sala comigo.
Mesmo enquanto dizia as palavras que queria, Adam não conseguia acreditar que estava fazendo isso. Será que algum dia ele já respondera para o seu pai e estivera convicto de que estava certo? E fora capaz de encará-lo de frente? Adam não conseguia realmente acreditar que ele não estava com medo: seu pai não era assustador, a não ser que você já estivesse com medo.
Robert Parrish esbravejou e colocou as mãos nos bolsos.
— Eu sou surdo desse ouvido, pai, e foi você quem fez isso.
Agora seu pai olhou para o chão, e Adam percebeu que ele acreditava nele. Talvez isso fosse a única coisa que Adam realmente precisava extrair desse encontro: os olhos de Robert evitando o olhar de Adam. A certeza de que seu pai sabia o que ele tinha feito.
— O que você quer de nós? — ele perguntou.
A caminho dali, Adam havia considerado essa questão. O que ele verdadeiramente queria era ser deixado em paz. Não por seu pai real, que não podia mais verdadeiramente se intrometer em sua vida, mas pela ideia do seu pai, algo mais poderoso de todas as maneiras. Ele respondeu:
— Toda vez que eu não sei dizer de onde uma pessoa está me chamando em uma sala, toda vez que eu bato a cabeça no canto do chuveiro e toda vez que eu coloco acidentalmente meus fones nos dois ouvidos, eu me lembro de você. Você acha que pode haver um futuro em que esses não sejam os únicos momentos em que eu penso em você?
Ele podia dizer pelas expressões deles que a resposta para isso provavelmente não seria tão cedo um sim, mas não havia problema quanto a isso. Adam não viera com nenhuma expectativa, então ele não se sentia desapontado.
— Reconheço que não sei — seu pai respondeu por fim. — Você se tornou uma pessoa que eu não gosto muito, e não tenho medo de dizer isso.
— É justo — disse Adam. Ele não se importava muito com seu pai também. Gansey teria dito Gosto da sua honestidade, e Adam tomou emprestado daquela lembrança de poder educado. — Gosto da sua honestidade.
O rosto do seu pai indicou que Adam havia ilustrado o seu ponto de maneira absolutamente perfeita. Sua mãe se manifestou.
— Eu gostaria que você ligasse. Eu gostaria de saber o que você anda fazendo.
Ela ergueu a cabeça e a luz através da janela formou um quadrado perfeito de luz sobre os seus óculos. E, do nada, os pensamentos de Adam se projetaram através do tempo, sua lógica seguindo os mesmos canais que o seu sentido mediúnico usava. Ele podia se ver batendo na porta, ela parada do outro lado, não respondendo. Ele podia se ver batendo na porta, ela parada atrás do trailer, segurando a respiração até ele ter partido. Ele podia se ver ligando e o telefone tocando enquanto ela o segurava nas mãos. Mas ele também podia vê-la abrindo o folheto da faculdade. Ele podia vê-la recortando o seu nome de um jornal. Colocando uma foto dele na geladeira, em seu terno bacana, em suas calças elegantes e com o sorriso fácil.
Em algum momento sua mãe o largara e não o queria de volta. Ela só queria saber o que estava acontecendo.
Mas assim estava bem também. Era algo. Ele podia fazer isso. Na realidade, isso provavelmente era tudo o que ele podia fazer.
Adam bateu com os nós dos dedos no armário ao lado dele, uma vez, pensativo, e então tirou as chaves do BMW.
— Vou fazer isso — ele disse.
Ele esperou só um momento mais, dando-lhes a oportunidade de preencher o espaço, exceder a expectativa.
Mas eles não o fizeram. Adam colocara a barra precisamente à altura que eles podiam saltar, e não mais alta.
— Eu saio sozinho — ele disse.
E saiu.


Do outro lado de Henrietta, Gansey, Blue e Henry estavam acabando de sair do Pig. Henry foi o último a sair, já que fora no banco de trás, e se apertou por detrás do assento do passageiro como se estivesse sendo parido. Fechou a porta e então franziu o cenho para ela.
— Você tem que bater a porta — disse Gansey.
Henry a fechou.
— Bate ela — repetiu Gansey.
Henry a bateu.
— Bem forte — ele disse.
Eles estavam nesse local remoto por causa de Ronan. Ele lhes havia passado instruções vagas aquela tarde — aparentemente, estavam em uma caçada necrófaga pelo presente de formatura de Blue. Ela terminara a escola havia semanas, e Ronan deixara entendido que um presente a esperava, mas ele havia se recusado a dar pistas até que Gansey e Henry também tivessem se formado. Vocês devem usar isso juntos, ele havia dito, sinistramente. Eles o tinham convidado para vir junto — tanto na formatura quanto nessa caçada necrófaga —, mas Ronan simplesmente respondera que ambos os locais estavam cheios de memórias ruins para ele, e ele os veria do outro lado.
Então agora eles caminhavam por um acesso de terra em direção a uma densa linha de árvores que escondia tudo de sua vista além dela. Estava agradavelmente quente. Insetos aninhavam-se em suas camisetas e em torno de seus tornozelos. Gansey tinha a sensação de que já tinha feito isso antes, mas não sabia dizer se isso realmente acontecera ou não. Agora ele sabia que o sentimento do tempo se esvaindo com o qual convivera por tanto tempo não era um produto da sua primeira morte, mas da sua segunda. Um subproduto da miscelânea que Cabeswater tinha juntado para lhe dar a vida novamente. Seres humanos não deveriam experimentar todas as coisas ao mesmo tempo, mas Gansey tinha de fazê-lo de qualquer forma.
Blue estendeu a mão para pegar a mão dele enquanto eles caminhavam, e eles balançaram esse laço de dedos alegremente. Eles eram livres, livres, livres. A escola tinha terminado e o verão se estendia à sua frente. Gansey havia pedido um ano sabático e vencido; Henry já havia planejado um.
Era tudo conveniente, à medida que Blue havia passado meses planejando como viajar barato de carona pelo país depois de se formar. Destino: vida. Era melhor com companhia. Era melhor com três. Três, Persephone sempre dissera, era o número mais forte.
Agora eles haviam irrompido a linha de árvores e se encontravam em um enorme campo de relva crescida, bastante comum nessa região da Virgínia. As orelhas dos cordeiros felpudos já despontavam em meio à relva; os cardos ainda estavam pequenos e escondidos.
— Ah, Ronan — disse Gansey, embora Ronan não estivesse ali para ouvir, porque ele acabara de se dar conta para onde Ronan os havia levado.
O campo estava cheio de carros, quase todos idênticos, quase todos um pouco estranhos, de um jeito ou de outro. Eram quase todos Mitsubishis brancos. A relva que crescia à volta deles e o pólen que anuviava os para-brisas faziam a cena parecer um tanto apocalíptica.
— Não quero nenhum desses para a nossa grande viagem de carro americana — disse Henry com desgosto. — Não me importo que sejam de graça nem mágicos.
— Concordo — disse Gansey.
Blue, no entanto, parecia despreocupada.
— Ele disse que havia um aqui que saberíamos que era para nós.
— Você sabia que era um carro? — demandou Gansey. Ele fora incapaz de arrancar a menor pista de Ronan.
— Eu não seguiria as pistas dele sem nenhuma informação — retrucou Blue.
Eles vadearam pela relva, gafanhotos zunindo à frente deles. Blue e Henry procuravam atentamente, comparando os veículos. Gansey perambulava, sentindo a noite de verão encher seus pulmões. Foi esse giro cada vez mais amplo do seu caminho que o levou até o presente de formatura.
— Pessoal, encontrei!
Era o óbvio estranho no ninho: um Camaro antigo furiosamente laranja, estacionado no meio de todos os Mitsubishis novos. Era tão obviamente idêntico ao Pig que Ronan deve tê-lo sonhado.
— O Ronan se acha muito engraçado — disse Gansey enquanto Blue e Henry abriam caminho até ele.
Henry arrancou um carrapato do braço e o jogou no mato para que sugasse outra pessoa.
— Ele quer que vocês dirijam carros que combinam? Isso parece romântico para um homem sem alma.
— Ele me disse que o carro tinha algo que eu vou adorar debaixo do capô — disse Blue. Ela deu a volta até a frente e procurou a alça para abrir o capô. Em seguida o levantou e começou a rir.
Todos espiaram dentro, e Gansey riu também. Porque dentro do compartimento do motor desse Camaro não havia nada. Não havia motor. Não havia nenhum mecanismo interno. Apenas o espaço vazio, até a relva que crescia junto aos pneus.
— Um carro ecológico — disse Gansey, ao mesmo tempo em que Henry falou:
— Você acha que ele realmente funciona?
Blue bateu palmas e pulou; Henry tirou uma foto dela pulando, mas ela estava alegre demais para fazer uma pose para ele. Pulando para o lado do motorista, Blue entrou no carro. Mal dava para vê-la atrás do painel. Seu sorriso ainda era enorme. Ronan lamentaria de ter perdido essa, mas Gansey compreendia suas razões.
Um segundo mais tarde, o motor rugiu para a vida. Ou melhor, o carro rugiu para a vida. Vá saber o que estava fazendo aquele barulho. Blue deu um grito ridículo de prazer.
O ano estendia-se à frente deles, mágico, enorme e inteiramente branco.
Era maravilhoso.
— Será que ele quebra? — gritou Gansey sobre o ruído do não motor.
Henry começou a rir.
— Vai ser uma grande viagem — ele disse.


Dependendo por onde você começasse a história, ela dizia respeito a esse lugar: a longa extensão de montanhas que encilhava um segmento particularmente potente da linha ley. Meses antes, fora Cabeswater, povoada por sonhos e florescendo com mágica. Agora não passava de uma floresta comum da Virgínia, com espinheiros verdes, plátanos suaves, carvalhos e coníferas, todos esguios do esforço de crescer através da rocha.
Ronan achava que ela era bela o suficiente, mas não era Cabeswater.
Ao longe, em um dos barrancos, uma garota magricela com cascos tropeçou divertidamente na relva alta, cantarolando e fazendo ruídos de mastigação nojentos. Tudo na floresta era interessante para ela, e interessante significava prová-lo. Adam disse que ela parecia muito com Ronan. Ronan preferia tomar isso como um elogio.
— Opala — ele disparou, e ela cuspiu um bocado de cogumelo. — Pare de xeretar por aí!
A garota galopou para alcançá-lo, mas não parou quando chegou até onde Ronan estava. Preferiu formar uma roda assimétrica de atividade frenética em torno dele. Qualquer outra coisa poderia dar a aparência de obediência voluntária, e ela faria o possível para evitar isso.
Mais à frente, Motosserra guinchou: Kerah!
Ela seguiu gritando até que Ronan a alcançou. Com certeza, ela havia encontrado algo fora do lugar. Ele chutou em meio às folhas. Era um artefato de metal que parecia ter séculos de vida. Era a roda de um Camaro 1973. Ela casava com a roda antiga, impossível, que eles haviam encontrado na linha ley meses antes. À época, Ronan interpretara que aquilo significava que, em algum lugar no futuro, eles bateriam o Camaro na busca por Glendower e a deformação do tempo da linha ley os enviaria de volta no tempo e para o futuro novamente. Todos os tempos sendo os mesmos na linha ley.
Mas parecia que eles não haviam chegado a esse lugar ainda: eles tinham aventuras futuras esperando por eles na linha ley.
Era uma perspectiva emocionante e aterrorizadora.
— Belo achado, fedelha — ele disse à Motosserra. — Vamos para casa.


De volta à Barns, Ronan pensou em todas as coisas que ele gostava e não gostava a respeito de Cabeswater, e o que ele faria diferente se fosse manifestá-la agora. O que daria mais proteção a ela contra uma ameaça no futuro, o que a faria mais capaz de se conectar com outros lugares como ela própria na linha, o que a faria um reflexo mais verdadeiro dele mesmo.
Então, pensando nessas coisas, ele subiu no telhado e mirou o céu.
Fechou os olhos e começou a sonhar.

8 comentários:

  1. Simplismente Fantástico

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  2. Inacreditavelmente muito legal

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  3. E a Blue e o Gansey, como fica?

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  4. Nossa, foi incrivel pena que acabou!

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  5. Que saga maravilhosa!!!

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  6. Foi bom, mais queria saber, o que ouve com os outros Sr.Cisento, Maura, Calla eas outras...

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Boa leitura, E SEM SPOILER!