9 de junho de 2018

Capítulo 3

NA MANHÃ SEGUINTE, passo o batom cor de papoula que Stormy acha bonito, coloco meus ovos de Páscoa em uma cesta branca de vime e vou até Belleview. Paro na recepção a fim de deixar os ovos e conversar um pouco com Shanice. Pergunto quais são as novidades, e ela diz que há dois voluntários novos, ambos alunos da UVA, o que me faz me sentir menos culpada por não ir tanto lá.
Despeço-me de Shanice e vou para o quarto de Stormy com meu ovo de Páscoa. Ela atende a porta com um quimono cor de caqui e um batom combinando e grita:
— Lara Jean! — Ela me aperta em um abraço e depois diz: — Você está olhando para as minhas raízes, não está? Eu sei que preciso pintar o cabelo.
— Nem dá para perceber — garanto.
Ela fica muito animada com o ovo de Maria Antonieta. Diz que mal pode esperar para exibi-lo para Alicia Ito, sua amiga e rival.
— Você também trouxe um para Alicia?
— Só para você — respondo, e seus olhos claros brilham.
Nós nos sentamos no sofá, e ela balança o dedo para mim.
— Você deve estar muito apaixonada pelo seu rapaz, porque mal teve tempo de me visitar.
— Desculpa — digo com arrependimento. — Vou vir aqui visitar mais vezes agora que entreguei minhas candidaturas para as faculdades.
— Humpf!
O melhor jeito de lidar com Stormy quando ela está assim é usar de charme e elogios.
— Só estou fazendo o que você me disse para fazer, Stormy.
Ela inclina a cabeça para o lado.
— O que eu disse para você fazer?
— Você disse para sair em muitos encontros e muitas aventuras, como você fez.
Ela repuxa os lábios vermelho-alaranjados, tentando não sorrir.
— Bom, foi um conselho muito bom que eu dei para você. Continue ouvindo Stormy e tudo vai dar certo. Agora me conte alguma coisa interessante.
Eu dou uma gargalhada.
— Minha vida não é tão interessante.
Ela faz tsc, tsc.
— Não tem nenhuma festa chegando? Quando é o baile de formatura?
— Só em maio.
— Bom, você tem vestido?
— Ainda não.
— É melhor começar a procurar. Não vai querer outra garota usando o mesmo vestido que você, querida. — Ela observa meu rosto. — Com sua pele, acho que você devia usar rosa. — Seus olhos se iluminam e ela estala os dedos. — Acabo de me lembrar! Tem uma coisa que quero dar para você. — Stormy dá um pulo, vai até o quarto e volta com uma caixinha de veludo.
Eu abro a caixa e solto um suspiro. É seu anel de diamante rosa! O que ganhou do veterano que perdeu a perna na guerra.
— Stormy, não posso aceitar isto.
— Ah, mas vai aceitar. Você é a garota certa para usá-lo.
Lentamente, tiro o anel e coloco na mão esquerda, e, ah, como brilha.
— É lindo! Mas eu não devia…
— É seu, querida. — Stormy pisca para mim. — Ouça meu conselho, Lara Jean. Nunca diga não quando quer mesmo dizer sim.
— Então… sim! Obrigada, Stormy! Eu prometo que vou cuidar bem dele.
Ela dá um beijo na minha bochecha.
— Sei que vai, querida.
Assim que chego em casa, guardo-o na minha caixa de joias, para não perder.

* * *

No mesmo dia, estou na cozinha com Kitty e Peter, esperando meus cookies com gotas de chocolate esfriarem. Nas últimas semanas, embarquei numa missão para aperfeiçoar essa minha receita, e Peter e Kitty têm sido meus companheiros de viagem. Kitty prefere que ele seja fino e crocante, enquanto Peter prefere mais denso. Meu cookie perfeito é uma combinação das duas coisas. Crocante, mas macio por dentro. De um marrom não tão intenso, mas com uma cor agradável e muito saboroso. Com uma certa altura, mas não muito grosso. É esse o cookie que estou procurando.
Já li todas as postagens de blog, vi fotos de todas as discussões sobre usar açúcar branco ou uma mistura de branco e mascavo, bicarbonato de sódio ou fermento, fava de baunilha ou extrato de baunilha, gotas de chocolate ou barras de chocolate picadas. Tentei congelar em bolinhas, amassar os cookies com o fundo de um pote para conseguir que se espalhassem uniformemente. Congelei massa em rolo e fatiei; fiz bolinhas com colher de sorvete e congelei. Congelei e depois fiz bolinhas com colher de sorvete. Ainda assim, meus cookies crescem muito.
Desta vez, usei bem menos bicarbonato de sódio, mas os cookies ainda estão meio fofos, e estou disposta a jogar tudo fora por não estarem perfeitos. Claro que não faço isso, seria um desperdício de bons ingredientes. Então, eu me dirijo a Kitty:
— Você não disse que ficou encrencada semana passada por falar enquanto sua turma deveria estar lendo em silêncio? — Ela faz que sim. — Leve os cookies para sua professora e diga que foi você que fez e que quer se desculpar. — Estou ficando sem opções de pessoas para quem dar meus cookies. Já dei alguns para o carteiro, para o motorista da condução de Kitty, para as enfermeiras do trabalho do papai.
— O que você vai fazer quando descobrir a receita? — pergunta Kitty, a boca cheia de biscoito.
— É, qual é o objetivo de tudo isso? — diz Peter. — Quem liga se um cookie com gotas de chocolate está oito por cento melhor? Ainda é um cookie com gotas de chocolate.
— Vou ter o prazer de saber que possuo a receita perfeita de cookie com gotas de chocolate. Vou passá-la para a próxima geração de garotas Song.
— Ou garotos — diz Kitty.
— Ou garotos — concordo. Para ela, eu digo: — Agora suba e pegue um pote grande de vidro para guardarmos esses aqui. E uma fita.
— Você vai levar alguns para a escola amanhã? — pergunta Peter.
— Vamos ver — digo, porque quero vê-lo fazer aquele beicinho que amo tanto. Ele faz, e estico a mão e dou tapinhas nas bochechas dele. — Você é um bebezão.
— Você adora — comenta ele, pegando outro cookie. — Vamos botar logo o filme. Prometi para a minha mãe que ia na loja ajudar a mudar uns móveis de lugar.
A mãe de Peter é dona de um antiquário chamado Linden & White, e Peter a ajuda sempre que pode.
O filme da nossa lista de hoje é Romeu + Julieta, a versão de 1996 com Leonardo DiCaprio e Claire Danes. Kitty já viu mais de dez vezes, eu vi algumas partes e Peter nunca viu.
Kitty arrasta a almofada que serve como pufe do quarto dela para o andar de baixo e se acomoda no chão com um saco de pipoca de micro-ondas. Nosso mestiço de wheaten terrier, Jamie Fox-Pickle, se deita ao lado dela, sem dúvida torcendo por uma pipoca caída. Peter e eu estamos no sofá, encolhidos embaixo de um cobertor de lã de carneiro que Margot mandou da Escócia.
Assim que Leo aparece na tela com aquele terno azul-marinho, meu coração acelera. Ele parece um anjo, um anjo lindo e problemático.
— Por que ele está tão estressado? — pergunta Peter, esticando a mão e roubando um pouco de pipoca de Kitty. — Ele não é tipo um príncipe?
— Ele não é príncipe — respondo. — Só é rico. E a família dele é muito poderosa na cidade.
— Ele é o cara dos meus sonhos — diz Kitty em um tom possessivo.
— Bom, ele já está adulto agora — falo, sem tirar os olhos da tela. — Tem quase a idade do papai.
— Ainda assim…
— Espere, eu achava que eu era o cara dos seus sonhos — diz Peter. Não para mim, para Kitty. Ele sabe que não é o cara dos meus sonhos. O cara dos meus sonhos é Gilbert Blythe, de Anne de Green Gables. Bonito, legal, bom na escola.
— Eca — diz Kitty. — Você é tipo meu irmão.
Peter parece genuinamente magoado, então eu dou um tapinha no ombro dele.
— Você não acha que ele é meio magrelo? — insiste Peter.
Eu o mando ficar quieto.
Ele cruza os braços.
— Não entendo por que vocês podem falar durante os filmes e eu tenho que calar a boca. Que ridículo.
— A casa é nossa — retruca Kitty.
— Sua irmã também me manda ficar quieto na minha casa!
Nós o ignoramos, as duas.
Na peça, Romeu e Julieta tinham só treze anos. No filme, estão mais para dezessete ou dezoito. Com certeza, ainda são adolescentes. Como eles sabiam que foram feitos um para o outro? Bastou os olhares se encontrarem através de um aquário? Eles sabiam que era um amor pelo qual valia a pena morrer? Porque eles sabem. Eles acreditam. Acho que a diferença é que, naquela época, as pessoas se casavam bem mais novas do que agora. Falando de forma realista, até que a morte nos separe provavelmente só queria dizer quinze ou vinte anos, porque as pessoas não viviam tanto na época.
Mas quando os olhares deles se cruzam através do aquário… quando Romeu sobe na sacada de Julieta e declara seu amor… não consigo evitar. Eu também acredito. Apesar de saber que eles mal se conhecem e que a história dos dois acaba antes mesmo de começar, e que a dificuldade real teria sido lidar com aquilo no dia a dia, com a escolha de ficarem juntos apesar de todos os obstáculos. Mesmo assim, acho que poderia ter dado certo se eles não tivessem morrido.
Quando os créditos passam pela tela, lágrimas escorrem pelas minhas bochechas e até Peter parece triste; mas a nada sentimental Kitty, com os olhos secos, apenas fica de pé em um pulo e diz que vai levar Jamie Fox-Pickle para fazer xixi lá fora. Eles saem, e ainda estou perdida nas minhas emoções no sofá, enxugando as lágrimas.
— Eles tiveram um encontro fofo tão bom — digo.
— O que é um encontro fofo? — Peter está deitado de lado agora, a cabeça apoiada no cotovelo. Ele está tão lindo que tenho vontade de apertar suas bochechas, mas me controlo e não digo. Ele já é metido demais.
— É quando o herói e a heroína se encontram pela primeira vez. É sempre de um jeito bonitinho. E você sabe que eles vão acabar juntos. Quanto mais fofo, melhor.
— Tipo em O Exterminador do Futuro, quando Reese salva Sarah Connor do Exterminador e diz: “Venha comigo se quiser viver.” É uma fala incrível.
— Claro, acho que tecnicamente é um encontro fofo… Mas eu estava pensando mais em como é em Aconteceu Naquela Noite. Devíamos acrescentar esse filme à lista.
— É colorido ou preto e branco?
— Preto e branco.
Peter resmunga e volta a se deitar nas almofadas.
— Pena que não tivemos um desses — reflito.
— Você pulou em cima de mim no corredor da escola. Achei bem fofo.
— Mas nós já nos conhecíamos, então não conta. — Eu franzo a testa. — Nós nem lembramos como nos conhecemos. Que triste.
— Eu me lembro de quando conheci você.
— Não mesmo. Mentiroso!
— Ei, não é porque você não se lembra de uma coisa que eu também não me lembro. Eu me lembro de muitas coisas.
— Tudo bem, então como a gente se conheceu? — eu o desafio. Tenho certeza de que o que vai sair da boca de Peter agora vai ser mentira.
Peter abre a boca, depois a fecha.
— Não vou contar.
— Está vendo! Você não conseguiu inventar nada.
— Não, você não merece saber porque não acredita em mim.
Eu reviro os olhos.
— Tão enrolador.
Depois que tiro o filme, Peter e eu vamos nos sentar na varanda da frente e tomar chá gelado. Fiz na noite anterior. Está um pouco frio lá fora. Há um quê gelado no ar que deixa claro que a primavera ainda não chegou, mas está quase nos alcançando. A árvore no nosso jardim começa a florescer. Sopra uma brisa gostosa. Acho que eu poderia ficar ali a tarde toda, vendo os galhos balançarem e as folhas dançarem.
Ainda temos um tempo até ele ter que ir ajudar a mãe. Eu iria com ele para cuidar da caixa registradora enquanto ele troca a mobília de lugar, mas, na última vez que Peter me levou, a mãe dele franziu a testa e disse que a loja era um ambiente de trabalho, não um “ponto de encontro para adolescentes”. A mãe de Peter não desgosta de mim abertamente, mas ainda não me perdoou por ter terminado com seu filho no ano passado. Ela é gentil comigo, mas vejo nela uma desconfiança, uma cautela. Ela me dá a impressão de estar sempre “esperando para ver”: esperando para ver quando vou magoar seu filho de novo. Eu sempre imaginei que teria um relacionamento ótimo no estilo Ina Garten com a mãe do meu primeiro namorado. Nós duas preparando o jantar juntas, compartilhando xícaras de chá e solidariedade, jogando palavras cruzadas em uma tarde chuvosa.
— Em que está pensando? — pergunta Peter. — Você está com aquela cara.
Eu mordo o lábio.
— Eu queria que a sua mãe gostasse mais de mim.
— Ela gosta de você.
— Peter. — Eu faço aquela cara para ele.
— Mas gosta! Se não gostasse, não convidaria você para jantar.
— Ela me convida para jantar porque quer ver você, não eu.
— Não é verdade. — Percebo que esse pensamento nunca passou pela cabeça dele, mas tem um pouco de verdade e Peter sabe.
— Ela queria que nós terminássemos antes da faculdade — falo de repente.
— Sua irmã também.
— Rá! — grito. — Então você está admitindo que sua mãe quer que a gente termine! — Não sei por que me sinto tão triunfante. A ideia é deprimente, apesar de eu já desconfiar disso.
— Ela não acha uma boa ideia ter um relacionamento sério quando se é tão jovem. Não tem nada a ver com você. Eu falei para ela: não é porque não deu certo entre você e o papai que vai ser assim com a gente. Eu não sou como o meu pai. E você não é como a minha mãe.
Os pais dele se separaram quando ele estava no sexto ano. O pai mora a trinta minutos daqui, com a nova esposa e dois filhos pequenos. Quando se trata do pai, Peter não fala muito. É raro ele tocar no assunto, mas este ano, do nada, o pai começou a tentar entrar em contato de novo: convidou-o para um jogo de basquete, para jantar na casa dele. Até o momento, Peter tem sido intransigente.
— Seu pai é parecido com você, fisicamente? Quer dizer, você é parecido com ele?
De mau humor, ele diz:
— Sou. É o que as pessoas sempre dizem.
Eu apoio a cabeça no ombro dele.
— Então ele deve ser muito bonito.
— Quando ele era jovem, acho que sim — concorda Peter. — Estou mais alto do que ele agora.
Isso é algo que Peter e eu temos em comum: ele só tem mãe e eu só tenho pai. Ele acha que a minha situação é melhor, pois seria preferível perder uma mãe que me amava a ter um pai que está vivo, mas é um cretino. Palavras dele, não minhas. Parte de mim concorda, porque tenho tantas lembranças boas da minha mãe, e ele quase não tem nenhuma do pai dele.
Eu adorava quando, depois do banho, eu me sentava de pernas cruzadas na frente dela e assistia à tevê enquanto ela desembaraçava meu cabelo. Eu me lembro de que Margot odiava ficar parada nessa hora, mas eu não me importava. É o tipo de lembrança de que mais gosto, mais uma sensação do que uma recordação propriamente dita. O eco de uma lembrança, com seus limites pouco nítidos, suave e sem nada muito especial, se misturando em um único momento. Outra lembrança assim era quando deixávamos Margot na aula de piano e mamãe e eu tomávamos sundaes em segredo no estacionamento do McDonald’s. De caramelo e calda de morango; e ela me dava os amendoins dela, então eu tinha a mais. Uma vez, perguntei por que ela não gostava de amendoim no sundae, e ela disse que gostava, mas eu amava. E ela me amava.
Mas, apesar de todas essas boas lembranças que eu não trocaria por nada, eu sei que, mesmo que minha mãe fosse uma cretina, eu iria preferir que ela estivesse aqui. Um dia, espero que Peter sinta o mesmo em relação ao pai.
— Em que você está pensando agora? — pergunta Peter.
— Na minha mãe.
Peter coloca o copo no chão e se espreguiça e apoia a cabeça no meu colo. Olhando para mim, ele diz:
— Eu queria ter conhecido ela.
— Ela teria gostado de você — comento, tocando o cabelo dele. Com hesitação, pergunto: — Você acha que um dia vou conhecer seu pai?
Seu rosto fica um pouco sombrio, e eu desejo não ter tocado no assunto.
— Você não vai querer conhecê-lo. Não vale a pena. — Ele se aconchega mais para perto de mim. — Ei, acho que a gente podia ir de Romeu e Julieta no Halloween este ano. As pessoas da UVA se empolgam muito com as fantasias.
Eu me encosto no umbral da porta. Ele está mudando de assunto, e sei disso, mas o acompanho.
— Então iríamos como a versão de Romeu e Julieta de Leo e Claire.
— É. — Ele puxa minha trança. — Eu vou ser seu cavaleiro de armadura.
Toco no cabelo dele.
— Você estaria disposto a deixar seu cabelo crescer um pouco? E talvez… pintar de louro? Senão, as pessoas podem pensar que você é só um cavaleiro.
Peter está rindo tanto que duvido que tenha ouvido o resto da minha frase.
— Ah, meu Deus, Covey. Por que você é tão engraçada?
— Eu estava brincando! — Mais ou menos. — Mas você sabe como levo minhas fantasias a sério. Para que se dar ao trabalho de fazer uma coisa se for mais ou menos?
— Tudo bem, pode ser que eu concorde em usar uma peruca, mas não estou prometendo nada. Vai ser nosso primeiro Halloween na UVA.
— Eu já fui ao Halloween da UVA. — No primeiro ano de Margot com habilitação, levamos Kitty para pedir doces no gramado. Ela se vestiu de Batman. Eu me pergunto se ela gostaria de fazer isso de novo.
— Eu quero dizer que vamos finalmente poder ir às festas de Halloween da UVA. Vamos ter autorização para ir, sem ter que entrar escondidos. No primeiro ano, Gabe e eu fomos expulsos da festa de uma fraternidade, e foi o momento mais constrangedor da minha vida.
Eu olho para ele, surpresa.
— Você? Você nunca fica constrangido.
— Bom, eu fiquei naquele dia. Estava tentando conversar com uma garota com uma fantasia de Cleópatra, e uns caras mais velhos ficaram falando “Sai daqui, pirralho”, e ela e os amigos riram. Babacas.
Eu me inclino e beijo o rosto dele.
— Eu jamais riria.
— Você ri de mim o tempo todo.
Ele levanta a cabeça, puxa meu rosto para perto e nos beijamos no estilo Homem-Aranha.
— Você gosta quando eu rio de você — falo, e, sorrindo, ele dá de ombros.

20 comentários:

  1. Owwnn 💜 pq eles são tão fofos?

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  2. Rui tenho q lembra "nosso Peter" kkk quem me dera

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  3. Mds eu não creio...Q fofinhoss :3

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  4. Eu ainda não superei meu shipp da Laranjinha com o John

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    1. Saudade do John, tô com ranço do Peter desde que ele aprontou aquela com a Gen... Sadia com V

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    2. Tbm estou com saudades dele, eu gosto do Peter mas prefiro o john, não engoli muito a história do Peter e a Genivieve ficarem se abraçando por causa do pai dela

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  5. Aaah meu CRUSH também é o Gilbert 😍

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  6. Meu Deus, pq Lara Jean tem que ser tão parecida omigo kkkkkkkkk até o crush eferno no Gil! Jesus!

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  7. Huahushua amo Romeu e Julieta nessa versão 1996 e Gilbert Blythe é um dos meus crush, tanto no livro quanto na série ❤❤❤

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  8. Gilbert Blythe é um nenê 😍😍😍

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  9. Cada vez me pareço mais com a Lara Jean, afinal meu nome é Lara e meu crush tbm é o Gil
    Só ta faltando um boy p ficar melhor kkkk

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  10. Eu estou muito apaixonada pelo Peter 😍

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  11. Acho um amor a LJ que se refere as cores de um jeito que ninguém faz kkk batom cor de papoula

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  12. Affe meu crush eterno também é no Gilbert, socorro kkk

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  13. Aii é uma história clichê taoooo lindaaaaaa RS amo

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  14. Amei a refêrencia do Gilbert,aa❤

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  15. eu não vou superar se ela não entra na UVA!

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  16. Já se passou 1 ano desde o livro anterior? Foi isso que entendi agora...

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Boa leitura, E SEM SPOILER!