20 de junho de 2018

Capítulo 25


Energizado, Gansey mandou os garotos executarem tarefas relacionadas a Glendower nos três dias que se seguiram, e, para surpresa de Adam, Blue conseguiu dar um jeito de acompanhá-los a cada uma delas. Apesar de ela nunca ter chegado a dizer isso, era claro que os mantinha em segredo, pois nunca os contatava por telefone ou os encontrava próximo do número 300 da Rua Fox.
Apesar da falta de planejamento formal e habilidade paranormal, todos eles tinham horários em grande parte ditados pela escola, de maneira que conseguiam se encontrar com uma precisão extraordinária.
A exploração, no entanto, não incluiu voltar para a estranha mata. Em vez disso, ficaram na prefeitura, pesquisando quem era o proprietário da terra onde tinham visto o desenho do corvo, examinando microfilmes na biblioteca de Henrietta, tentando determinar se a estranha mata tinha um nome, discutindo a história de Glendower, marcando a linha ley no mapa, medindo quão larga ela parecia ser, percorrendo campos, virando pedras, fazendo círculos em rochas e medindo a energia que vinha delas.
Eles também comeram bastante comida barata de lojas de conveniência, por culpa de Blue. Depois daquela primeira festa do sorvete, Blue insistiu em pagar ela mesma toda a comida que consumisse, o que limitava onde eles podiam comer. Ela detestava quando qualquer um dos garotos tentava comprar comida para ela, mas parecia odiar ainda mais quando era Gansey quem oferecia.
Em uma loja, Gansey havia começado a pagar as batatas fritas de Blue e ela as arrancou de sua mão.
— Eu não quero que você compre comida pra mim! — disse Blue. — Se você pagar, é como se eu fosse... de... de...
— Devedora? Pra mim? — sugeriu Gansey agradavelmente.
— Não coloque palavras na minha boca.
— Foi a sua palavra.
— Você presumiu que era a minha palavra. Você não pode sair por aí presumindo coisas.
— Mas era o que você queria dizer, não é?
Blue fez uma careta.
— Essa conversa acabou.
Então ela comprou as próprias batatas, embora estivesse claro que o preço era caro para ela e nada para Gansey. Adam ficou orgulhoso dela.
Após o primeiro dia, Noah foi com eles também e isso agradou a Adam, pois ele e Blue se deram bem. Noah era um bom indicador para avaliar pessoas. Era tão tímido, desajeitado e invisível que podia ser facilmente ignorado ou ridicularizado. Blue não era somente gentil com Noah, mas realmente parecia se dar bem com ele. Por estranho que parecesse, isso aliviava Adam, que sentia como se a presença de Blue entre eles fosse em grande parte sua responsabilidade. A essa altura, Adam tomava decisões sem Gansey, Ronan ou Noah tão raramente que duvidava de seu julgamento quando agia sozinho.
Os dias se passavam facilmente com os cinco fazendo tudo, exceto retornar para o lago estranho e a árvore sonhadora. Gansey seguia dizendo: “Precisamos de mais informações”.
Adam disse a Blue:
— Acho que ele está com medo da árvore.
Ele sabia que ele estava. A visão marcante que ele teve na árvore seguia invadindo seus pensamentos. Gansey morto, morrendo, por causa dele. Blue olhando para Adam, chocada. Ronan agachado ao lado de Gansey, o rosto miserável, rosnando: Está feliz agora, Adam? Era isso que você queria?
Aquilo fora um sonho? Uma profecia?
Gansey disse a Adam:
— Eu não sei o que foi aquilo.
Em ocasiões anteriores, essa frase havia sido uma maneira muito boa de perder o respeito de Adam. A única maneira de compensar a admissão de não saber algo era segui-la imediatamente com as palavras “mas vou descobrir”. Adam não dava muito tempo para as pessoas descobrirem: apenas o tempo que daria para si mesmo. Mas Gansey nunca o deixara na mão. Eles descobririam o que era aquilo.
Só que, dessa vez, Adam não tinha certeza se queria saber.
Ao fim da segunda semana, os garotos tinham estabelecido uma rotina de esperar por Blue na saída da escola e partir para qualquer que fosse a missão que Gansey lhes havia designado. Era um dia de primavera encoberto que mais parecia de outono, frio e úmido, e cinzento como aço.
Enquanto esperavam, Ronan decidiu finalmente aceitar a tarefa de ensinar Adam a dirigir um carro com câmbio manual. Por vários minutos, parecia que tudo ia bem, já que o BMW tinha uma embreagem macia. Ronan foi sucinto e direto ao ponto em suas instruções, e Adam era um aluno esperto, sem qualquer vaidade que atrapalhasse.
De um ponto de observação escondido ao lado do prédio, Gansey e Noah se juntaram e observaram enquanto Adam fazia círculos cada vez mais rápidos em torno do estacionamento. De tempos em tempos, suas vaias eram ouvidas através das janelas abertas do BMW.
Então — isso tinha de acontecer uma hora ou outra —, Adam deixou o carro morrer. Era um animal magnífico, pelo que mostraram os barulhos e os últimos trancos que o carro fez.
Do banco do passageiro, Ronan começou a xingar Adam. Foi um xingamento longo, confuso, com os mais escabrosos palavrões. Enquanto Adam olhava fixamente para o colo, penitente, refletiu que havia algo musical a respeito de Ronan quando ele xingava, uma precisão cuidadosa e carinhosa na maneira como ele encaixava as palavras, uma poesia pintada de negro. Soava muito menos odioso do que quando ele não xingava.
Ronan terminou com:
— Pelo amor de... Parrish, tome cuidado, isso aqui não é o Honda Civic 1971 da sua mãe.
Adam levantou a cabeça e disse:
— Só começaram a fazer o Civic a partir de 1973.
Houve um brilho de presas do banco do passageiro, mas, antes que Ronan tivesse tempo de atacar, ambos ouviram Gansey chamando afetuosamente:
— Jane! Achei que você não ia mais aparecer. O Ronan está ensinando o Adam a usar um câmbio manual.
Blue, com o cabelo desarrumado pelo vento, enfiou a cabeça através da janela do motorista. O perfume de flores silvestres acompanhava sua presença. Enquanto Adam catalogava o aroma no arquivo mental de coisas que tornavam Blue atraente, ela disse animada:
— Parece que está indo bem. Que cheiro é esse?
Sem responder, Ronan desceu do carro e bateu forte a porta.
Noah apareceu ao lado de Blue. Ele parecia alegre e afetuoso como um cão labrador. Noah decidira quase imediatamente que faria qualquer coisa por Blue, um fato que teria incomodado Adam se tivesse sido qualquer outra pessoa que não Noah.
Blue deixou que Noah arrumasse seu cabelo despenteado, algo que Adam também gostaria de fazer, mas sentia que significaria algo muito diferente vindo dele.
— Ok, vamos nessa — disse Gansey, agitado, abrindo o diário, conferindo o relógio e esperando que alguém lhe perguntasse para onde estavam indo.
Através da janela do carro, Adam perguntou:
— Para onde vamos hoje?
Gansey pegou uma mochila do chão.
— Para a mata.
Blue e Adam olharam um para o outro, sobressaltados.
— O tempo voa — disse Gansey pretensiosamente, passando a passos largos por eles na direção do Camaro.
Blue deu um salto para trás enquanto Adam lutava para sair do banco do motorista. Ela sussurrou para ele:
— Você sabia disso?
— Eu não sabia de nada.
— Temos que estar de volta em três horas — disse Ronan. — Acabei de dar comida para a Motosserra, mas depois ela precisa comer de novo.
— É por isso que eu não queria ter um filho com você — respondeu Gansey.
Eles se amontoaram no carro com o conforto da rotina, subindo no Camaro, embora toda a lógica sugerisse que eles pegassem o BMW. Ronan e Gansey lutaram brevemente pelas chaves (Gansey venceu, como vencia tudo). Adam, Blue e Noah subiram no minúsculo banco de trás, nessa ordem. Noah se encolheu no canto do carro, tentando desesperadamente não tocar em Blue. Adam não tomou tanto cuidado. Pelos primeiros dez minutos no primeiro dia, ele havia sido bastante educado, mas rapidamente ficou claro que Blue não se importava quando a perna dele encostava na dela.
E para Adam tudo bem.
Tudo estava como antes, mas, por alguma razão, o coração de Adam batia forte. Era primavera, e novas folhas, sacudidas das árvores pelo vento subitamente frio, caíam ao longo do estacionamento. Ele viu a pele arrepiada de Blue pela trama aberta do cardigã de crochê que ela vestia. Ela estendeu as mãos e pegou um punhado da camisa dele e da de Noah, puxando os dois na direção dela, como cobertores.
— Você está sempre frio, Noah — disse ela.
— Eu sei — ele respondeu, triste.
Adam não estava certo sobre o que vinha primeiro com Blue — ela tratando os garotos como amigos ou todos eles se tornando amigos. Ele achava que essa maneira de construir relações exigia uma boa dose de autoconfiança para ser levada adiante. Havia um tipo estranho de magia que fazia parecer que ela sempre estivera caçando Glendower com eles.
Com o ombro pressionado contra o ombro coberto pelo casaco de crochê de Blue, Adam se inclinou para frente, entre os dois bancos dianteiros, e perguntou:
— Gansey, não tem aquecimento?
— Se o carro ligar...
O motor girava sem parar, e Adam sentia tanto frio que seus dentes batiam, mesmo não estando muito gelado. Ele sentia um frio vindo de dentro, então ordenou:
— Acelere. Pise fundo.
— Estou pisando.
Ronan pressionou a perna direita de Gansey para baixo, com a palma no joelho dele. O motor gemeu alto e pegou. Gansey agradeceu secamente a Ronan pela ajuda.
— Seu coração — disse Blue no ouvido de Adam. — Posso sentir seu coração no seu braço. Você está nervoso?
— Só... não tenho certeza para onde estamos indo.


Como estavam viajando de Camaro, e não de helicóptero, eles levaram mais tempo para chegar às coordenadas que Gansey havia marcado no diário. Quando chegaram, estacionaram o carro em uma cabana de férias vazia e fizeram o resto do caminho a pé. Então viram que a mata tinha um aspecto bem diferente sob o céu enevoado. O corvo parecia desolado e morto em meio à grama, e havia conchas brancas como ossos na folhagem. As árvores na beira da floresta pareciam mais altas que antes, gigantes em meio às imponentes árvores montanhosas. Tudo parecia sombrio no dia sem sol, mas o trecho de relva mísera na borda da floresta parecia ainda mais escuro.
O coração de Adam ainda estava aos pulos. Ele teve de confessar para si mesmo que até aquele momento ele provavelmente nunca havia acreditado de verdade na explicação sobrenatural de Gansey para a linha ley, não de uma maneira que ele tivesse realmente internalizado. Agora, isso era real. A mágica existia, e Adam não sabia quanto isso mudava o mundo.
Por um longo momento, todos encararam silenciosamente a mata como se encarassem um adversário. Gansey passou um dedo sobre o lábio. Blue abraçou a si mesma, apertando os dentes por causa do frio. Até Ronan parecia inquieto.
Apenas Noah parecia como de costume, com os braços soltos e os ombros caídos.
— Eu me sinto observada — disse Blue por fim.
Gansey respondeu:
— Leituras altas de campo eletromagnético podem causar isso. Casos de assombração muitas vezes não passam de fiação elétrica velha e exposta. Leituras altas podem fazer uma pessoa se sentir observada, nervosa, enjoada, apreensiva. Elas brincam com a fiação do cérebro.
Noah inclinou a cabeça bem para trás para olhar para as pontas das árvores que se moviam lentamente. Era o oposto do instinto de Adam — buscar por movimento entre os troncos das árvores.
— Mas elas podem provocar a situação contrária também. Leituras altas podem dar aos espíritos o poder que eles precisam para se manifestar, certo? De maneira que você tem mais chances de ser observado ou assombrado justamente quando está se sentindo observado ou assombrado — acrescentou Adam.
Gansey retrucou:
— E a água pode reverter isso, é claro. Pode tornar o campo eletromagnético e a energia sensações positivas.
— Daí — intercedeu Ronan, para não se deixar superar — toda essa bobagem de fontes de cura que circulam por aí.
Blue esfregou os braços.
— Bem, a água está lá dentro, não aqui fora. Vamos entrar?
As árvores suspiraram. Gansey estreitou os olhos.
— Nós fomos convidados? — perguntou Adam.
— Acho que você se convida — respondeu Noah.
Ele foi o primeiro a entrar. Ronan resmungou com raiva, provavelmente porque Noah — Noah — tivera mais coragem que qualquer um deles. E mergulhou na mata logo depois.
— Esperem — Gansey olhou para o relógio. — São 4h13. Precisamos lembrar disso mais tarde. — E seguiu Noah e Ronan.
O coração de Adam batia forte. Blue estendeu a mão, e ele a tomou. Não esmague os dedos dela, pensou.
E entraram na mata.
Debaixo da copa das árvores, estava ainda mais escuro que no campo. As sombras debaixo delas tinham um tom negro, opaco, e os troncos pareciam pintados de chocolate, carvão e ônix.
— Noah — sussurrou Gansey. — Noah, para onde você foi?
A voz dele surgiu detrás.
— Eu não fui para lugar nenhum.
Adam se voltou, ainda segurando firmemente a mão de Blue, mas não havia nada ali a não ser ramos tremulando na brisa leve.
— O que você viu? — perguntou Gansey. Quando Adam se virou novamente, Noah estava parado um pouco à frente de Gansey:
Brincam com a fiação do cérebro.
— Nada.
Ronan, uma forma escura curvada a alguns metros de distância, perguntou:
— Para onde estamos indo?
Para qualquer lugar a não ser aquela árvore, pensou Adam. Eu não quero ver aquilo de novo.
Gansey remexeu na terra em busca de sinais do regato que eles haviam seguido antes.
— De volta ao mesmo caminho, eu acho. Um experimento adequado recria as condições, não é? Mas o regato está mais raso dessa vez. Difícil de ver. Não era longe, era?
Eles tinham caminhado apenas por alguns minutos pelo leito do regato raso quando ficou evidente que a paisagem não era familiar. As árvores eram altas, finas e delgadas, todas inclinadas como em razão de algum vento forte. Grandes rochedos se projetavam sobre o solo pobre. Não havia sinal do leito do regato, do pequeno lago, da árvore sonhadora.
— Fomos direcionados para o lugar errado — disse Gansey.
Seu tom era ao mesmo tempo cortante e acusatório, como se a própria mata tivesse feito isso.
— Além disso — destacou Blue, largando a mão de Adam —, vocês observaram as árvores?
Adam precisou de um instante para se dar conta do que ela estava querendo dizer. Algumas das folhas que se prendiam aos galhos ainda traziam um tom amarelo-pálido, mas agora era o amarelo do outono, não da primavera. A maioria das folhas que os cercavam trazia o tom verde e vermelho-escuro característico do outono. As folhas caídas a seus pés tinham um tom marrom e laranja, folhas mortas pelo começo do frio de um inverno que não deveria estar próximo.
Adam estava dividido entre o assombro e a ansiedade.
— Gansey — ele disse —, que horas são?
Gansey girou o punho:
— São 5h27. O ponteiro dos segundos ainda está correndo.
Em pouco mais de uma hora, eles tinham caminhado através de duas estações. Adam captou o olhar de Blue, que apenas balançou a cabeça. O que mais havia a fazer?
— Gansey! — chamou Noah. — Tem algo escrito aqui!
Do outro lado de um afloramento de rochas, Noah estava parado perto de um grande bloco de rocha que batia na altura de seu queixo. A face da rocha trazia cortes e deformações e estava estriada com linhas como os esboços da linha ley de Gansey. Noah apontou para algumas dezenas de palavras pintadas na parte de baixo da pedra. Qualquer que tivesse sido a tinta usada pelo autor, estava gasta e irregular: negra em alguns lugares, de um ameixa profundo em outros.
— Que língua é essa? — perguntou Blue.
Adam e Ronan responderam em uníssono:
— Latim.
Ronan se agachou rapidamente ao lado da rocha.
— O que está escrito? — perguntou Gansey.
Os olhos de Ronan disparavam de um lado para o outro enquanto examinavam o texto. Inesperadamente, ele sorriu com afetação.
— É uma piada. Essa primeira parte. O latim é bem ruim.
— Uma piada? — ecoou Gansey. — Sobre o quê?
— Você não acharia engraçada.
O latim era difícil, e Adam desistiu de tentar ler. Algo naquelas letras, no entanto, o perturbava. Ele não conseguia dizer o quê. A própria forma delas...
Desconfiado, ele perguntou:
— Por que tem uma piada escrita em uma pedra qualquer?
O contentamento deixou o rosto de Ronan. Ele tocou as palavras e tateou as letras. Seu peito arfava sem parar.
— Ronan? — perguntou Gansey.
— É uma piada — respondeu Ronan por fim, sem parar de olhar para as palavras — para caso eu não reconhecesse minha própria letra.
Adam se deu conta de que era aquilo que o incomodava a respeito das palavras. Agora era óbvio que a letra era de Ronan. Só que elas estavam muito fora de contexto, pintadas com um pigmento misterioso, manchado e gasto pelo tempo.
— Eu não entendo — disse Ronan, continuando a traçar e a retraçar as letras. Ele estava realmente abalado.
Gansey se apressou em ajudar. Ele não suportava ver ninguém de sua turma amedrontado. Com a voz firme, como se tivesse certeza, como se estivesse dando uma aula de história geral, disse:
— Nós vimos antes como a linha ley brinca com o tempo. Podemos ver agora, mesmo no meu relógio. O tempo é flexível. Você não esteve aqui antes, Ronan, mas isso não quer dizer que não esteve aqui no futuro. Minutos mais tarde. Dias, anos, deixando uma mensagem para você mesmo, escrevendo uma piada de maneira que você acreditasse que foi você. Sabendo que haveria uma chance de que o tempo colocasse você aqui para encontrar essa mensagem.
Muito bem, Gansey, pensou Adam. Ele havia elaborado uma explicação para apoiar Ronan, mas Adam também se sentiu mais bem amparado. Eles eram exploradores, cientistas, antropólogos de magia histórica. Era isso que eles queriam.
Blue perguntou:
— E o que ela diz após a piada?
Arbores loqui latine — respondeu Ronan. — As árvores falam latim.
A frase não fazia sentido, era um enigma talvez, mas mesmo assim Adam sentiu um arrepio na espinha. Eles olharam de relance para as árvores em volta: estavam cercados por mil tons de verde diferentes, presos a um milhão de garras que se sacudiam com o vento.
— E a última linha? — perguntou Gansey. — A última palavra não parece latim.
Nomine appellant — leu Ronan. — Chame-o pelo nome. — E fez uma pausa. — Cabeswater.

4 comentários:

  1. UHHHHHHHHH
    Tô gostando desse clima misterioso/fantasmagórico

    ResponderExcluir
  2. "— Temos que estar de volta em três horas — disse Ronan. — Acabei de dar comida para a Motosserra, mas depois ela precisa comer de novo.
    — É por isso que eu não queria ter um filho com você — respondeu Gansey."

    Mamãe Ronan e papai Gansey
    Uma bela história de amor, não é mesmo?

    ResponderExcluir
  3. Pelamor! Qual é a do Noah?! To ficando surtada com isso já

    ResponderExcluir
  4. Desconfio desse Noah 🤔🤔

    ResponderExcluir

Se você não tem conta no Google e quiser comentar, utilize a opção Nome/URL e preencha seu nome/apelido/nick; o URL pode deixar em branco.

Boa leitura, E SEM SPOILER!