3 de junho de 2018

Capítulo 1

Alguém pode me ajudar?
Eu já fui um deus
Mas querem me matar

NÃO.
Eu me recuso a divulgar essa parte da história. Foi a semana mais infeliz, humilhante e horrível dos meus mais de quatro mil anos de vida. Tragédia. Desastre. Sofrimento. Não vou tocar nesse assunto.
Por que vocês ainda estão aqui? Vão embora!
Ai, acho que não tenho escolha, afinal. Zeus com certeza espera que eu conte a história; deve considerar isso parte da minha punição.
Não basta ele ter feito com que eu — euzinho, o divino Apolo — viesse parar na Terra no corpo de um adolescente mortal espinhento, barrigudo e ainda por cima com o nome Lester Papadopoulos. Não basta ele ter me metido numa missão perigosa para libertar os cinco grandes Oráculos antigos de um trio de imperadores romanos maléficos. Também não basta ele ter me feito de escravo de uma semideusa mandona de doze anos — isso porque ele dizia que eu era o filho favorito! Como se não bastasse, Zeus quer que eu registre minha vergonha para a posteridade.
Muito bem. Mas eu avisei. Não tem nada além de sofrimento nestas páginas.
Muito bem, por onde eu começo?
Ah, claro, com Grover e Meg.

* * *

Foram dois dias viajando pelo Labirinto, mergulhando na escuridão, contornando lagos de veneno, passando por shoppings arruinados, só com lojas de artigos de Halloween na promoção e restaurantes chineses questionáveis.
O Labirinto pode ser bem desnorteante. Ele é como uma teia de veias logo abaixo da pele do mundo mortal, conectando porões, esgotos e túneis esquecidos pelo planeta, sem respeitar as regras do tempo e do espaço. Dá para entrar por um bueiro em Roma, andar três metros, abrir uma porta e dar em um treinamento de palhaços em Buffalo, Minnesota. (Não queiram saber. Foi traumático.) Eu teria preferido evitar esse lugar, mas, para meu azar, a profecia que recebemos em Indiana era bem específica: Por labirintos obscuros e terras fatais arrasadas. Que maravilha! E ainda dizia que só o guia com patas sabia como chegar.
Só que nosso guia com patas, o sátiro Grover Underwood, parecia não saber o caminho.
— Você está perdido! — gritei, pela quadragésima vez.
— Tô nada!
Grover ia saltitando, usando sua calça jeans larga e camiseta verde tie-dye, sacudindo as patas de bode dentro dos tênis customizados, o cabelo cacheado coberto por um gorro vermelho. Eu não conseguia entender por que ele achava que aquele era um bom disfarce de humano. Os calombos dos chifres continuavam bem visíveis embaixo do gorro, e os sapatos viviam saindo das patas.
Eu já estava cansado do trabalho de recuperador de tênis.
O sátiro parou em um ponto em que o corredor se bifurcava. As paredes de pedra rudimentar seguiam pelos dois lados, escuridão adentro. Grover coçou o cavanhaque encaracolado.
— E então? — perguntou Meg.
Grover fez uma careta. Parecia que, como eu, ele também temia provocar a ira de Meg McCaffrey. Não que a garota parecesse assustadora. Ela era baixinha e mais parecia um sinal de trânsito ambulante: vestido verde, legging amarela e tênis vermelhos de cano alto. Estava imunda e esfarrapada, depois de tanto tempo se esgueirando por túneis estreitos, o cabelo curto cheio de teias de aranha. As lentes dos óculos de gatinho estavam tão sujas que eu não sabia como ela enxergava alguma coisa. Parecia uma criança do jardim de infância que tinha acabado de sobreviver a uma briga pelo balanço do parquinho.
Grover apontou para o túnel da direita.
— Eu tenho ce… Tenho quase certeza de que Palm Springs fica para lá.
— Quase certeza? — repetiu Meg. — Que nem quando entramos naquele banheiro e demos de cara com um ciclope fazendo suas necessidades?
— Aquilo não foi culpa minha! — protestou Grover. — Além do mais, esse caminho tem o cheiro certo. Cheira a… cactos.
Meg farejou o ar.
— Não sinto cheiro nenhum.
— Meg — intervim —, supostamente nosso guia tem que ser esse sátiro. Não temos muita escolha, vamos ter que confiar no caminho que ele escolher.
Grover bufou.
— Valeu pelo voto de confiança. E aqui vai seu lembrete diário: eu não pedi para ser arrastado magicamente por metade do país e acordar em uma plantação de tomate em Indianápolis!
Foi bem corajoso da parte dele protestar, mas vi seu olhar fixo nos anéis idênticos nos dedos do meio de Meg, talvez com medo de ela conjurar as espadas douradas e fazer picadinho de cabrito.
Desde que descobriu que Meg era filha de Deméter, a deusa do cultivo, Grover Underwood parecia mais intimidado por ela do que por mim, uma antiga deidade olimpiana. A vida não era nada justa.
Meg esfregou o nariz.
— Tudo bem. Só não achei que a gente fosse passar dois dias andando sem rumo aqui embaixo. A lua nova é daqui a…
— Três dias — completei, interrompendo-a. — Já sabemos.
Talvez eu até estivesse sendo meio grosso, mas não queria ficar me lembrando da outra parte da profecia.
Enquanto viajávamos para o sul em busca do próximo oráculo, nosso amigo Leo Valdez, desesperado, voava com seu dragão até o Acampamento Júpiter, o campo de treinamento de semideuses romanos, lá no norte da Califórnia, para avisar a todos do fogo, das mortes e das desgraças que provavelmente chegariam com a lua nova.
Tentei amenizar o tom.
— Vamos acreditar que Leo e os semideuses romanos podem dar conta do que quer que esteja vindo do norte. Temos nossa própria missão para cumprir.
— E também temos nossos próprios incêndios para apagar.
Grover suspirou.
— Como assim? — perguntou Meg.
O sátiro deu uma resposta evasiva, como vinha fazendo havia dois dias:
— Ah, melhor não falar sobre isso… não aqui.
Ele olhou em volta, nervoso, como se achasse que as paredes tivessem ouvidos. O que de fato era uma possibilidade, já que o Labirinto era uma estrutura viva — e, a julgar pelo cheiro que emanava de alguns corredores, no mínimo tinha um intestino.
Grover coçou a barriga.
— Vou tentar encontrar o lugar bem depressa, gente — prometeu. — Mas o Labirinto tem vontade própria. Na última vez que vim aqui, com Percy…
A saudade tomou seu rosto, como sempre acontecia quando ele falava das aventuras com o melhor amigo, Percy Jackson. E eu não podia culpá-lo: Percy era um semideus bem útil, bom de se ter por perto. Só que infelizmente ele não era tão fácil de conjurar numa plantação de tomate como nosso guia sátiro.
Botei a mão no ombro de Grover.
— Nós sabemos que você está fazendo tudo que pode. Vamos em frente. E, já que você está sentindo cheiro de cactos, que tal manter o nariz alerta para algum lugar com café da manhã? Café e cronuts de limão com mel seria ótimo.
Seguimos nosso guia pelo túnel da direita.
A passagem logo ficou mais estreita e baixa, e tivemos que andar encolhidos e em fila. Fiquei no meio, que era o lugar mais seguro. Talvez não tenha sido muito corajoso da minha parte, mas Grover era um Senhor da Natureza, um membro do grupo de sátiros que comandava o Conselho dos Anciãos de Casco Fendido.
Então teoricamente ele era cheio dos poderes, apesar de eu ainda não tê-lo visto usar nenhum. E Meg, além de saber manejar as duas espadas de uma vez, fazia coisas incríveis com seus pacotes de sementes, todos com o estoque renovado desde Indianápolis.
Eu, por outro lado, ia ficando mais fraco e indefeso a cada dia. Desde a batalha contra o imperador Cômodo, não conseguia conjurar nem uma fagulha do meu antigo poder divino. Meus dedos tinham perdido a velocidade no dedilhar das cordas do ukulele de combate. Eu só piorava no arco e flecha — até errara um disparo ao atacar o Ciclope na privada (não sei quem ficou mais constrangido naquela situação). E as visões que às vezes me paralisavam aconteciam com cada vez mais frequência e intensidade.
Mas eu não tinha compartilhado essas preocupações com meus amigos. Não por enquanto. Queria acreditar que isso era apenas um indício de que meus poderes estavam sendo recarregados.
Afinal, as provações em Indianápolis quase me destruíram.
Mas havia outra possibilidade. Era janeiro quando eu despenquei de lá do Olimpo e caí em uma caçamba de lixo em Manhattan. E já estávamos em março — ou seja: eu já era humano havia uns dois meses. Talvez, quanto mais tempo eu permanecesse mortal, mais fraco ficaria, e mais difícil seria voltar ao meu estado divino.
Será que tinha sido assim nas últimas duas vezes em que Zeus me exilou na Terra? Eu não conseguia lembrar. E, em poucos dias, também não conseguiria lembrar o gosto da ambrosia, os nomes dos cavalos da carruagem do Sol ou mesmo o rosto da minha irmã gêmea, Ártemis. (Em outros tempos eu diria que não lembrar o rosto da minha irmã era uma bênção, mas a verdade era que eu sentia uma falta danada dela. Só não ousem contar que eu disse isso.) Seguimos pelo corredor, a Flecha de Dodona vibrando como um celular no silencioso na minha aljava, parecendo pedir para ser consultada.
Tentei ignorá-la.
A flecha não ajudara em nada nas últimas vezes em que pedi algum conselho — pior: até me atrapalhou com aqueles modismos shakespearianos, com mais vós, eis de fato do que eu conseguia suportar. Nunca gostei dos anos 90. (E quando digo anos 90, estou falando dos anos 1590.) Talvez eu falasse com a flecha quando chegássemos a Palm Springs. Isso se chegássemos…
Grover parou em outra bifurcação. Ele farejou o ar à direita, depois à esquerda. Seu nariz tremelicou como o de um coelho farejando comida.
Então de repente gritou “voltem!” e se jogou para trás. O corredor era tão estreito que ele caiu no meu colo, me derrubando em Meg, que caiu sentada, soltando um grunhido assustado. Nem deu tempo de reclamar e dizer que não participo de grupos de massagem porque não gosto de muvuca: toda a umidade foi sugada do ar, e senti um cheiro ácido em volta, como piche fresco. Então uma labareda atravessou o corredor logo à frente, uma pulsação de puro calor que acabou tão rápido quanto começou.
Meus ouvidos estalavam; devia ser por causa do sangue fervendo na minha cabeça. Minha boca ficou tão seca que não consegui nem engolir em seco. Não dava para saber se era só eu que estava tremendo incontrolavelmente ou se éramos nós três.
— Quem… O que foi aquilo?
Por que será que meu primeiro instinto foi perguntar quem? Algo na explosão me pareceu horrivelmente familiar. E, na fumaça amarga que restou, achei ter sentido um fedor de ódio, frustração e fome.
O gorro vermelho de Grover estava chamuscado, e senti cheiro de pelo de bode queimado.
— Isso quer dizer que estamos perto — anunciou ele, com voz fraca. — Temos que correr.
— Como se eu já não tivesse dito para correr — resmungou Meg. — Agora sai de cima de mim.
Ela me deu uma joelhada na bunda.
Eu me levantei com dificuldade, pelo menos até onde dava no túnel apertado.
Depois que o fogo tinha passado, minha pele voltara a ficar grudenta com a umidade. O corredor à frente estava escuro e silencioso, como se minutos antes não tivesse servido de passarela para o fogo do inferno. Mas eu já ficara tanto tempo na carruagem do Sol que sabia avaliar o calor de todo tipo de chama. Se aquele fogo tivesse nos atingido, teríamos sido ionizados até virar plasma.
— Temos que ir para a esquerda — decidiu Grover.
— Hum — retruquei —, mas foi dali que veio o fogo.
— É o caminho mais rápido.
— Que tal irmos para trás? — sugeriu Meg.
— Ah, pessoal, estamos perto — insistiu Grover. — Eu sinto isso. Mas sem querer entramos na parte dele do Labirinto. Se não formos logo…
Scriii!
O barulho veio de algum lugar atrás da gente. Queria acreditar que era algum som mecânico aleatório do Labirinto, uma porta de metal se movendo em dobradiças enferrujadas ou um brinquedo a pilha da promoção da loja de artigos de Halloween rolando para um poço sem fundo. Mas a cara de Grover revelava algo de que eu já desconfiava: o barulho vinha de alguma criatura viva.
SCRIII! O segundo grito soou mais irritado e muito mais próximo.
Não gostei nada daquela história de estarmos na parte dele do Labirinto. Quem era ele? Eu não queria entrar num corredor com uma churrasqueira automática instantânea, mas aqueles gritos me encheram de pavor.
— Corram! — disse Meg.
— Corram! — concordou Grover.
Disparamos pelo túnel da esquerda. Pelo menos era um pouco maior, e tivemos um pouco mais de espaço para sacudir os braços enquanto corríamos, apavorados. Viramos à esquerda no cruzamento seguinte, depois à direita.
Pulamos um buraco, subimos uma escada e seguimos por outro corredor, mas a criatura que nos perseguia parecia não ter a menor dificuldade em farejar nosso rastro.
SCRIII! , gritava ela, na escuridão.
Eu conhecia aquele som, mas minha memória humana e falha não conseguia identificá-lo. Eu sabia que era alguma criatura alada e antiga, mas nada fofa, como um papagaio ou uma cacatua. Aquela besta vinha de algum lugar dos infernos, e era perigosa, sedenta de sangue e muito mal-humorada.
Acabamos parando em uma câmara circular que parecia o fundo de um poço gigante. Uma rampa estreita subia pela lateral da parede de tijolos rústica. Eu não tinha ideia do que podia haver no alto, mas não vi nenhuma outra saída.
SCRIII!
O grito fez meus tímpanos vibrarem. Um bater de asas ecoou no corredor atrás… ou seriam vários pássaros? Será que aquelas coisas viajavam em bando? Eu já encontrara essas criaturas antes. Pelas barbas de Zeus, eu devia saber disso!
— E agora? — perguntou Meg. — A gente sobe?
Grover encarou a escuridão acima, boquiaberto.
— Não faz sentido! Não era para isso estar aqui.
— Grover! — chamou Meg. — A gente sobe ou não?
— Sim, vamos subir! — gritou ele. — Subir vai ser ótimo!
— Não — retruquei, a nuca formigando de medo. — Não vai dar tempo. Temos que bloquear o corredor.
Meg franziu a testa.
— Mas…
— Use as plantas mágicas! — gritei. — Anda!
Se existe um ponto a favor de Meg é que, quando se trata de plantas mágicas, ela é a garota certa. Meg enfiou as mãos no bolso do cinto de utilidades, rasgou um pacote de sementes e as jogou no túnel. Grover pegou a flauta e começou a tocar uma música animada, encorajando o crescimento das plantas. Meg se ajoelhou diante das sementes, muito concentrada. Juntos, o Senhor da Natureza e a filha de Deméter formavam uma superdupla de jardineiros. As sementes viraram mudas de tomateiros; os caules cresceram e se entrelaçaram na boca do túnel, e as folhas se abriram ultrarrápido. Os tomates brotaram e incharam. O túnel estava quase fechado quando uma criatura preta e cheia de penas passou por uma abertura na rede de vegetais.
O pássaro passou voando ao meu lado, as garras arranhando minha bochecha esquerda e errando meu olho por pouco. A criatura deu a volta no poço, soltando um grito triunfal, e pousou três metros acima, na rampa em espiral, nos encarando com seus olhos redondos e dourados como holofotes.
Uma coruja? Não, era duas vezes maior que o maior espécime de Atena. A plumagem era reluzente, preta como obsidiana. O pássaro ergueu uma pata vermelha encouraçada, abriu o bico dourado e lambeu o sangue das garras — o meu sangue — com a língua preta e grossa.
Minha visão ficou embaçada, e meus joelhos viraram geleia. Ao fundo, outros barulhos vinham do túnel fechado — guinchos frustrados e asas batendo, conforme mais e mais pássaros demoníacos eram barrados pelos tomateiros.
Meg veio para o meu lado, as espadas reluzindo nas mãos, os olhos fixos no enorme pássaro escuro acima.
— Estrige! — anunciei, resgatando o nome do fundo da minha fraca mente mortal. — Essa coisa é uma estrige.
— E como se mata essa coisa? — perguntou Meg, sempre muito prática.
Toquei em um dos cortes do rosto. Não conseguia sentir a bochecha e os dedos.
— Bem, acho que matar isso aí só vai nos trazer problemas.
As estriges do outro lado da barreira guincharam, se debatendo contra os tomateiros, e Grover gritou:
— Gente, tem mais seis ou sete tentando entrar! Esses tomates não vão aguentar por muito tempo.
— Apolo, me responde de uma vez — mandou Meg. — O que eu preciso saber?
Eu queria responder, queria mesmo. Mas estava difícil articular as palavras. Eu sentia como se tivesse acabado de passar por uma das famosas extrações dentárias de Hefesto e ainda estivesse sob influência daquele néctar do riso que ele usa.
— Quem mata a ave fica sob o efeito de uma maldição — expliquei, por fim.
— E se eu não matar a ave? — perguntou Meg.
— Ah, aí ela só vai arrancar suas vísceras, beber seu sangue e comer sua carne. — Abri um sorriso, mesmo com a leve sensação de que não tinha dito nada engraçado. — Ah, e tome cuidado para ela não arranhar você, senão vai ficar paralisada!
Então, para demonstrar, desabei no chão.
Logo acima, a estrige abriu as asas e desceu voando.

20 comentários:

  1. A profecia fala de fogo da morte, e justamente um semideus capaz de manipular fogo, montado em um dragao que por acaso cospe fogo,
    vai tentar alerta os romanos sobre o perigo.

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    1. Não fala uma coisa dessas, seu Octavian

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    2. Ainda bem que eu não fui a única que notou! Serasi esses semideuses não pensam não?

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    3. Damon Herondale, filho de Zeus5 de junho de 2018 18:12

      Vou encarar o q vc disse como: o Leo devia ter ficado com eles
      Só pq eu sou bonzinho

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    4. Eii passa teu nunúme nal gosto muito de ler tou querendo gosta e nao to entendo muito se vc quiser me ajudar...

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  2. Foram esses pasaros que percy e annabeth enfretaram no tartaro?

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    1. Não, se não me engano é a primeira vez que aparecem essas estriges nos livros de PJ.

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    2. Damon Herondale, filho de Zeus5 de junho de 2018 18:14

      Isso foi as Arai

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    3. Não, Percy e Annabeth enfrentaram as arais (filhas demoniacas de Nix)

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  3. Fico muito feliz por estar lendo essa maravilha dos deuses, obrigado Karina.

    Mas tenho que perguntar "Oque diabos o tio Rick tem contra o Nico e o Will?" A cada livro eu fico torcendo para os dois terem mais espaço, e até agora nada. Quem sabe esse livro ainda vá me surpreender.

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    1. Eu aqui ainda estou tendo um pingo de esperança de ver uma missão com Nico, Will e Apolo, era para os dois teram aparecido mais no 1° livro, mas nem apareceram tanto

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  4. "isso porque ele dizia que eu era o filho favorito!"

    Ta por fora, Lester
    Esse título pertence a Héracles ou Jason

    Apolo é praticamente o segundo filho menos favorito, perdendo só pro Ares

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    1. Na verdade, esse titulo é da Atena

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    2. Eu sinceramente não acho que o Jason estaria entre os filhos favorito de Zeus (entre meninos) mas se fosse em geral a favorita de Zeus é Athena seguida de Ártemis eu acho

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  5. N tou conseguindo ver o 2 capítulo como vejo?

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    1. Aqui embaixo, ao final da página, clique em "Próximo capítulo" ou no botão "<"

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  6. "— Ah, e tome cuidado para ela não arranhar você, senão vai ficar paralisada!
    Então, para demonstrar, desabei no chão"

    Apolo está andando muito com o Jason no recreio. O resultado ta ai nesse desmaio digno de Jason Grase

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Boa leitura, E SEM SPOILER!