15 de junho de 2018

Juliette

— Ai, olhe! Um peixe! — Corro na direção da água e Kenji me segura pela cintura, puxando-me de volta.
— Essa água é nojenta, J. Você não deveria chegar perto dela.
— O quê? Por quê? — questiono, ainda apontando. — Você não está vendo o peixe? Não vejo um peixe na água há muito, muito tempo.
— Sim, bem, ele deve estar morto.
— O quê? — Observo outra vez, apertando os olhos. — Não… Acho que não…
— Ah, sim, sem dúvida está morto.
Nós dois espiamos.
Foi a primeira coisa que Nazeera falou a manhã toda. Tem estado muito quieta, observando e ouvindo tudo com uma calma assustadora. Para dizer a verdade, já percebi que ela passa a maior parte do tempo observando o irmão. Não parece interessada em mim como Haider se mostra, e acho isso confuso. Ainda não entendi por que exatamente os dois estão aqui. Sei que ficaram curiosos para saber quem sou — isso, francamente, eu entendo. Mas há algo mais no ar. E é essa parte incompreensível — a tensão entre irmão e irmã — que não consigo compreender.
Então, espero ouvi-la falar mais.
Mas Nazeera não fala.
Continua observando seu irmão, que está distante, com Warner, os dois discutindo alguma coisa que não conseguimos ouvir.
É uma imagem interessante, ver os dois juntos.
Hoje Warner está vestindo um terno escuro, vermelho-sangue. Sem gravata, sem sobretudo — muito embora a temperatura aqui fora esteja congelante. Só usa uma camisa preta sob o blazer e um par de botas pretas. Segura a alça de uma mala e um par de luvas na mesma mão, e suas bochechas estão rosadas pelo frio.
Ao lado de Warner, os cabelos de Haider formam um contraste escuro selvagem e indomado com a luz acinzentada da manhã. Está vestindo calças pretas de corte reto e a mesma camisa de correntes do dia anterior por baixo de um casaco longo de veludo azul, e não parece, nem de longe, incomodar-se com o vento frio batendo e abrindo o casaco, deixando à mostra o peito e o tórax bem musculosos e bronzeados. Aliás, tenho certeza de que faz isso de caso pensado. Os dois caminhando imponentes e sozinhos pela praia deserta — as pesadas botas deixando marcas na areia — formam uma imagem impressionante, mas, sem dúvida, estão vestidos com uma formalidade excessiva para a ocasião.
Para ser sincera, tenho de admitir que Haider é tão bonito quanto sua irmã, apesar de sua aversão a usar camisas. Porém, ele parece profundamente consciente de sua beleza, o que de alguma forma o desfavorece. De todo modo, nada disso tem a menor importância. Só estou interessada no garoto andando ao lado dele. Então, é para Warner que estou olhando quando Kenji diz algo que me arrasta de volta ao presente.
— Acho melhor voltarmos à base, J. — Ele olha a hora no relógio que só recentemente começou a usar no pulso. — Castle disse que precisa conversar com você o mais rápido possível.
— Outra vez?
Kenji assente.
— Sim, e tenho de conversar com as meninas sobre o progresso delas com James, lembra? Castle quer um relatório. A propósito, acho que Winston e Alia finalmente terminaram seu uniforme. Também estão criando uma nova peça para você olhar quando tiver uma oportunidade. Sei que ainda tem muito trabalho com o restante das suas correspondências hoje, mas quando terminar, poderíamos…
— Ei! — Nazeera chama, acenando para nós dois enquanto se aproxima. — Se vocês vão voltar para a base, poderiam me fazer um favor e me conceder uma autorização para dar uma volta sozinha por este setor? — Sorri para mim. — Já faz um ano que não venho aqui e queria dar uma olhada. Ver o que mudou.
— Claro — respondo, retribuindo o sorriso. — Os soldados na recepção podem cuidar disso. Só dê o seu nome a eles e vou pedir para Kenji enviar minha pré-autoriza…
— Ah… sim, na verdade, quer saber? Por que eu mesmo não mostro os arredores para você? — Kenji propõe, abrindo um sorriso exagerado para Nazeera. — Este lugar mudou muito desde o ano passado, e eu ficaria muito feliz de ser seu guia.
Ela hesita.
— Pensei ter ouvido você acabar de dizer que tinha muita coisa para fazer.
— O quê? Não! — Ele ri. — Não tenho nada para fazer. Sou todo seu. Pelo tempo necessário.
— Kenji…
Ele belisca minhas costas, fazendo-me tremer. Viro-me para ele e fecho a cara.
— Hum, está bem — Nazeera responde. — Bem, talvez mais tarde, se você tiver tempo…
— Eu tenho tempo agora mesmo — ele afirma, e agora sorri como um idiota para ela. Como um idiota de verdade. Não sei como salvá-lo de si mesmo. — Podemos ir? — pergunta. — Podemos começar aqui… Posso mostrar primeiro os complexos, se quiser. Ou então… Podemos começar também no território não regulamentado. — Encolhe os ombros. — Como preferir. É só dizer.
Nazeera subitamente parece fascinada. Olha para Kenji como se pudesse cortá-lo em pedacinhos e fazer uma sopa com sua carne.
— Você não é um membro da Guarda Suprema? — indaga. — Não deveria ficar com sua comandante até ela voltar em segurança à base?
— Ah, é, sim… Não, quer dizer… Ela vai ficar bem — apressa-se em dizer. — Além do mais, temos esses caras — ele acena para os soldados que nos acompanham — que cuidam dela o tempo todo, então, ela vai ficar bem.
Belisco com força a barriga dele.
Kenji fica sem ar, vira-se.
— Estamos a uns cinco minutos da base — diz. — Você vai ficar bem voltando para lá sozinha, não vai?
Fuzilo-o com os olhos.
— É claro que consigo voltar sozinha — sussurro meio que gritando. — Não é por isso que estou furiosa. Estou furiosa porque você tem um milhão de coisas para fazer e fica agindo como um idiota na frente de uma garota que claramente não tem o menor interesse em você.
Parecendo machucado, Kenji dá um passo para trás.
— Por que está tentando me magoar, J? Onde está seu voto de confiança? Onde está o amor e o apoio dos quais tanto necessito neste momento de dificuldade? Preciso que seja meu cupido.
— Vocês sabem que consigo ouvi-los, não sabem? — Nazeera inclina a cabeça para o lado, seus braços cruzados frouxamente na altura do peito. — Estou parada bem aqui.
Hoje parece ainda mais deslumbrante, com os cabelos cobertos por uma peça de seda que parece ouro líquido. Usa um suéter vermelho intrincadamente trançado, leggings de couro preto com alto relevo e botas pretas com plataforma de aço. E continua com aqueles pesados socos ingleses de ouro nas duas mãos.
Queria poder perguntar onde ela arruma essas roupas.
Só me dou conta de que Kenji e eu a estamos encarando excessivamente quando ela, por fim, pigarreia. Solta os braços e dá passos cuidadosos para a frente, sorrindo — não sem gentileza — para Kenji, que de repente parece incapaz de respirar.
— Ouça — Nazeera diz com um tom delicado. — Você é uma graça. É, de verdade. Tem um rosto bonito. Mas isso — ela aponta entre eles dois — não vai rolar.
Kenji parece não tê-la ouvido.
— Você acha meu rosto bonito?
Nazeera ri e franze a testa ao mesmo tempo. Ergue dois dedos e diz:
— Tchau.
E é isso. Sai andando.
Kenji não fala nada. Seus olhos permanecem focados em Nazeera, que se distancia.
Dou tapinhas em seu braço, tento soar solidária.
— Vai ficar tudo bem. Rejeição é uma coisa compli…
— Foi incrível!
— É… O quê?
Ele se vira para mim.
— Quer dizer, eu sempre soube que tinha um rosto bonito, mas agora sei, com toda a certeza, que tenho mesmo um rosto bonito. E isso é tão legitimador.
— Sabe, acho que não gosto desse seu lado.
— Não seja assim, J. — Ele bate o dedo em meu nariz. — Não fique com ciúme.
— Eu não estou com ci…
— Poxa, eu também mereço ser feliz, não mereço? — E de repente ele fica em silêncio. Seu sorriso desaparece, a risada some, deixando-o com um aspecto entristecido. — Quem sabe um dia.
Sinto meu coração pesar.
— Ei! — falo com gentileza. — Você merece ser o mais feliz do mundo.
Kenji passa a mão pelos cabelos e sorri.
— É… bem…
— É ela quem sai perdendo — afirmo.
Ele me observa.
— Acho que foi bem decente, para uma rejeição.
— Ela só não conhece você ainda — conforto-o. — Você é um partidão.
— Sou, não sou? Tento explicar isso para as pessoas o tempo todo.
— As pessoas são bobas. — Dou de ombros. — Para mim, você é maravilhoso.
— Maravilhoso, é?
— Exatamente — confirmo, entrelaçando meu braço ao dele. — Você é inteligente e engraçado e…
— Bonito — ele completa. — Não esqueça o bonito.
— E muito bonito — repito, assentindo.
— Sim, fico lisonjeado, J, mas não gosto de você assim.
Suas palavras me deixam boquiaberta.
— Quantas vezes tenho que pedir para você parar com essa mania de se apaixonar por mim? — brinca.
— Ei! — exclamo, empurrando-o para longe. — Você é terrível.
— Pensei que eu fosse maravilhoso.
— Depende da hora.
E Kenji cai na risada.
— Está bem, mocinha. Já está pronta para voltar?
Suspiro, miro o horizonte.
— Não sei. Acho que preciso de mais um tempo sozinha. Há muita coisa acontecendo na minha cabeça, preciso me organizar.
— Eu entendo — ele garante, lançando-me um olhar compreensivo. — Faça como preferir.
— Obrigada.
— Mas você se importa se eu já voltar? Deixando as brincadeiras de lado, realmente tenho muitas coisas para fazer hoje.
— Eu vou ficar bem. Pode ir.
— Tem certeza? Vai ficar bem sozinha aqui?
— Sim, sim — respondo, empurrando-o para a frente. — Vou ficar mais do que bem. Além do mais, eu nunca estou totalmente sozinha. — Aponto com a cabeça para os soldados. — Esses caras estão sempre comigo.
Kenji assente, dá um rápido apertão em meu braço e sai correndo.
Em poucos segundos, estou sozinha. Suspiro e viro-me na direção da água, chutando a areia ao fazê-lo.
Sinto-me tão confusa.
Estou presa entre preocupações diferentes, encurralada por um medo do que parece ser meu inevitável fracasso como líder e meus temores envolvendo o passado impenetrável de Warner. E a conversa de hoje com Haider não ajudou em nada nesse segundo ponto. Seu choque evidente ao perceber que Warner sequer se importou em me contar sobre as outras famílias — e os filhos — com as quais cresceu realmente me deixou incomodada. E me levou a questionar o que mais eu não sei. Quantas outras coisas tenho para desvendar.
Sei exatamente como me sinto quando o olho nos olhos, mas, às vezes, estar com Warner me faz sentir um choque. Está tão desacostumado a comunicar coisas básicas — a qualquer pessoa — que todos os dias que passo com ele faço novas descobertas. Nem todas elas são ruins — aliás, a maior parte das coisas que descobri a respeito dele só me fez amá-lo ainda mais. Mas até mesmo as revelações inócuas acabam se mostrando confusas.
Na semana passada, encontrei-o sentado em seu escritório ouvindo álbuns antigos em vinil. Eu já tinha visto sua coleção antes — ele tem uma pilha enorme que lhe foi entregue pelo Restabelecimento em conjunto com uma seleção de obras de arte e livros velhos. Era para Warner estar separando os itens, decidindo o que ia guardar e o que queria destruir. Porém, eu nunca o tinha visto apenas sentado e ouvindo música.
Ele não notou quando entrei naquele dia.
Estava sentado, totalmente imóvel, olhando apenas para a parede e ouvindo o que depois descobri ser um álbum do Bob Dylan. Sei qual disco era porque, muitas horas depois que ele saiu, espiei no escritório. Não consegui controlar a curiosidade. Warner só ouvia uma música do vinil — voltava a agulha toda vez que a faixa terminava — e eu queria saber o que era. Descobri que se tratava de uma música chamada “Like a Rolling Stone”.
Ainda não contei a ele o que vi naquele dia. Queria descobrir se compartilharia espontaneamente essa história comigo. Porém, Warner nunca falou nada, nem mesmo quando perguntei o que ele fizera naquela tarde. Ele não mentiu, mas sua omissão me fez refletir sobre por que não me contou.
Tenho um lado que quer revelar toda essa história. Quero saber o lado bom e o lado ruim e expor todos os segredos e tirar tudo a limpo. Porque, agora mesmo, tenho certeza de que minha imaginação é muito mais perigosa do que qualquer uma de suas verdades.
Mas não sei direito como fazer isso acontecer.
Ademais, tudo está acontecendo rápido demais agora. Estamos todos tão ocupados o tempo todo que já é difícil manter meus próprios pensamentos coordenados. Nem sei aonde nossa resistência está indo agora. Tudo me preocupa. As preocupações de Castle me preocupam. Os mistérios de Warner me preocupam. Os filhos dos comandantes supremos me preocupam.
Respiro fundo e solto o ar, demorada e ruidosamente.
Olho para a água, tento limpar a mente me concentrando nos movimentos fluidos do mar. Há apenas três semanas eu me sentia mais forte do que jamais me sentira na vida. Tinha finalmente aprendido a usar meus poderes; como moderar a minha força, como projetar. E, mais importante, a ligar e desligar minhas habilidades. Então, esmaguei as pernas de Anderson com minhas próprias mãos. Fiquei parada enquanto os soldados enfiavam incontáveis balas de chumbo em meu corpo. Eu era invencível.
Mas agora?
Esse novo trabalho é mais do que eu imaginava.
Política, no fim das contas, é uma ciência que ainda não entendo. Matar coisas, quebrar coisas… destruir coisas? Disso eu entendo. Ficar furiosa e ir para a guerra, eu entendo. Mas participar pacientemente de um jogo de xadrez com um grupo de desconhecidos espalhados por todo o mundo?
Meu Deus, eu realmente prefiro atirar em alguém.
Estou lentamente retornando à base, meus tênis se enchendo de areia pelo caminho. Para ser sincera, temo o que Castle tem a me dizer. Mas já estou fora há tempo demais. Tenho muitas coisas a fazer, e o único jeito de deixar esses problemas para trás é enfrentando-os. Tenho que lidar com eles, sejam lá quais forem. Suspiro enquanto flexiono e solto os punhos, sentindo o poder entrar e sair do meu corpo. É uma sensação estranha para mim, ser capaz de me desarmar quando tenho vontade. É bom poder andar por aí na maior parte dos dias com meus poderes desligados; é bom poder acidentalmente tocar a pele de Kenji sem que ele tema que eu vá feri-lo. Pego dois punhados de areia. Poder ligado: fecho o punho e a areia é pulverizada, virando poeira. Poder desligado: a areia deixa uma marca vaga na pele.
Solto a areia, limpo os grãos que ficaram nas palmas das minhas mãos e aperto os olhos para protegê-los do sol da manhã. Estou procurando os soldados que me seguiram esse tempo todo porque, de repente, não consigo avistá-los. O que é estranho, já que acabei de vê-los há menos de um minuto.
E então eu sinto…
Dor
Que explode em minhas costas.
É uma dor aguda, lancinante, violenta, que me cega em um instante. Dou meia-volta em uma fúria que imediatamente me paralisa, meus sentidos se desligando mesmo enquanto tento mantê-los sob controle. Eu reúno minha Energia, vibrando de repente com electricum, e me surpreendo com minha própria burrice por esquecer de religar meus poderes, especialmente em um lugar aberto como esse.
Eu estava distraída demais. Frustrada demais. Sinto a bala em minha clavícula, incapacitando-me, mas luto em meio à agonia e tento avistar meu agressor.
Mesmo assim, sou lenta demais.
Outra bala atinge minha coxa, mas dessa vez sinto-a apenas deixando um hematoma superficial, ricocheteando antes de deixar sua marca. Minha Energia está fraca, e diminuindo a cada minuto, acho que porque estou perdendo sangue — e me sinto frustrada por quão rapidamente fui atingida.
Idiota idiota idiota…
Tropeço ao me precipitar pela areia; ainda sou um alvo fácil aqui. Meu agressor pode ser qualquer um, pode estar em qualquer lugar, e nem sei direito para onde olhar quando três outras balas me atingem: na barriga, no pulso, no peito. Elas não penetram meu corpo, mas ainda conseguem arrancar sangue. Mas a bala enterrada, a bala enterrada em minhas costas, essa lança fisgadas de dor pelas veias e me deixa sem ar, minha boca escancarada. Não consigo recuperar o ar e o tormento é tão intenso que não posso deixar de me perguntar se essa seria alguma arma especial, e se essas seriam balas especiais…
oh
O barulho abafado escapa do meu corpo quando os joelhos batem na areia, e agora tenho certeza, certeza absoluta de que essas balas contêm veneno, o que significaria que até mesmo essas feridas superficiais poderiam ser perig…
Eu caio, cabeça girando, de costas na areia, entorpecida demais para conseguir enxergar direito. Meus lábios estão formigando; meus ossos, soltos; e meu sangue, meu sangue se esparramando rápido e estranho e começo a rir, pensando ter visto um pássaro no céu — não só um, mas muitos, todos eles voando voando voando
De repente, não consigo respirar.
Alguém passou o braço em volta do meu pescoço; está me puxando para trás e eu estou engasgando, cuspindo, tossindo meus pulmões pra fora, e não consigo sentir a língua e estou chutando a areia com tanta força que já perdi meus tênis e acho que ela chegou, a morte outra vez, tão cedo tão cedo mas eu já estava cansada demais mesmo e então
A pressão desaparece
Tão rápido
Estou arfando e tossindo e há areia nos meus cabelos e nos meus dentes e vejo cores e pássaros, muitos pássaros, e estou girando e…
crac
Alguma coisa quebra e soa como um osso. Minha visão fica aguçada por um instante e consigo avistar alguma coisa à minha frente. Alguém. Aperto os olhos, sinto que minha boca poderia engolir a si mesma e acho que pode ser o veneno, mas não é; é Nazeera, tão bela, tão bela parada à minha frente, suas mãos em volta do pescoço flácido de um homem e ela o solta no chão
Ela me pega no colo
Você é tão forte e tão linda eu murmuro, tão forte e quero ser como você, digo a ela
E ela fala shhh e me diz para ficar parada, me garante que vou ficar bem e me carrega para longe.

9 comentários:

  1. Mas participar pacientemente de um jogo de xadrez com um grupo de desconhecidos espalhados por todo o mundo?
    Meu Deus, eu realmente prefiro atirar em alguém.
    para quem nao gostava de matar ninguem ne kkkkk

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  2. Cara, to pasma. Pensei q tinha sido ela ou o irmão que tinham atirado na J. Isso ta ficando bom rsrs.

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  3. Juliette fazendo babaquice, como sempre... Urgh!

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  4. Tentaram matar Juliette? Pq? E onde estão os soldados que a protegia?

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    1. Bem, ela tomou o Setor à força, é claro que os outros iam agir. Juliette dispensou os soldados, ficou andando por aí sozinha...

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  5. Buguei. .. tô eu aqui xingando a Nazeera e o irmão dela, aí quem salva a Ju? Nazeera! !

    Flavia

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Boa leitura, E SEM SPOILER!