29 de maio de 2018

Capítulo 47


SEGUIR GENEVIEVE TRAZ UMA sensação estranhamente familiar. Nada de pequenas observações que vêm cheias de significado. É uma combinação inebriante das coisas que eu costumava saber sobre ela e as coisas que eu não sei. Ela passa pelo drive-thru do Wendy’s e, sem sequer olhar, eu sei o que está no saco. Frosty pequeno, batatas fritas pequenas para mergulhar, seis nuggets de frango, também para mergulhar. John e eu seguimos Genevieve um pouco em torno da cidade, mas nós a perdemos em um semáforo, por isso apenas vamos para Belleview. Há uma reunião de planejamento da festa temática que tenho que participar. Com a festa tão perto, todos nós estamos redobrando os esforços para ter tudo pronto a tempo. Belleview tornou-se o meu consolo, meu lugar seguro ao longo de tudo isso. Em parte porque Genevieve não sabe sobre ele, então não pode pegar lá, mas também porque é o único lugar onde minha mente não correrá para ela e Peter, livres para fazer o que quiserem juntos agora que ele está solteiro novamente.
Começa a nevar no início do nossa reunião. Todos se amontoam em volta das janelas para olhar, balançando a cabeça e dizendo:
— Neve em abril! Dá para acreditar?
E, em seguida, voltamos a trabalhar nas decorações americanas. John contribui com a bandeira. No momento em que terminamos, há alguns centímetros de neve no chão, e a neve se transformou em gelo.
— Johnny, você não pode dirigir com este tempo. Eu absolutamente o proíbo — diz Stormy.
— Vovó, eu vou ficar bem — diz John. — Sou um bom motorista.
Stormy dá um tapa ardido em seu braço.
— Eu lhe disse para nunca me chamar de vovó! Apenas Stormy. A resposta é não. Vou fincar o meu pé no chão. Você vai ficar em Belleview esta noite. É perigoso demais. — Ela me joga um olhar severo. — Lara Jean, ligue para o seu pai agora e diga-lhe que não vou permitir que você saia nesse frio.
— Ele pode vir nos pegar — sugiro.
— E fazer aquele pobre viúvo ter um acidente de carro no caminho para cá? Não. Eu não vou permitir. Me passe o seu celular. Eu mesma ligo.
— Mas... tem a aula amanhã — eu digo.
— Cancelada — devolve Stormy com um sorriso. — Acabaram de anunciar na TV.
— Eu não tenho nenhuma das minhas coisas! — protesto. — Sem escova de dentes, pijama nem nada!
Ela coloca o braço à minha volta.
— Deite-se e deixe Stormy cuidar de tudo. Não preocupe sua linda cabecinha.
E é assim que John Ambrose McClaren e eu passaremos a noite juntos em uma casa de repouso.

* * *

Uma tempestade de neve em abril é uma coisa mágica. Mesmo que por causa da mudança climática. Algumas flores cor-de-rosa já surgiram nos jardins exteriores janela da sala de Stormy, e a neve cai com força, como Kitty jogando açúcar em pó nas panquecas – rápida e em grande quantidade. Logo você não pode sequer ver o rosa das flores; está tudo coberto de branco.
Estamos jogando damas na sala de estar de Stormy, o tipo grande que você pode comprar na Cracker Barrel. John me venceu duas vezes e ele fica me perguntando se eu estou deixando. Estou tímida sobre ele, mas a resposta é não, ele é apenas melhor do que eu em damas. Stormy nos serve piña coladas que ela faz em seu liquidificador com “apenas um toque de rum para nos aquecer”, e ela esquenta no micro-ondas um pastel spanakopita congelado que nenhum de nós toca. Bing Crosby toca em seu aparelho de som. Por volta das nove e meia, Stormy está bocejando e dizendo que precisará de seu sono de beleza em breve. John e eu trocamos um olhar – ainda é tão cedo, e eu não sei a última vez que fui para a cama antes da meia-noite.
Stormy insiste que eu fique com ela e John no quarto de hóspedes do sr. Morales. Posso dizer que John não está louco por esta ideia, porque ele pergunta:
— Não posso simplesmente dormir no chão daqui?
Fico surpresa quando Stormy balança a cabeça.
— Não creio que o pai de Lara Jean apreciaria isso!
— Eu realmente não acho que meu pai se importaria, Stormy — falo. — Eu poderia ligar para ele, se você quiser.
Mas a resposta é um firme e sonoro não: John deve dividir o apartamento com o sr. Morales. Para uma senhora que está sempre me dizendo para ser selvagem e ter aventuras e levar o preservativo, ela é muito mais conservadora do que eu pensava.
Stormy coloca uma toalha de rosto e um par de tampões de espuma nas mãos de John.
— O sr. Morales ronca — ela explica quando o beija e lhe dá boa noite.
John levanta uma sobrancelha para ela.
— Como você sabe?
— Você não gostaria de saber!
Ela rebola para a cozinha como a grande dama que realmente é. Em voz baixa, John diz para mim:
— Sabe de uma coisa? Eu realmente, realmente não gostaria.
Mordo a parte interna da bochecha para não rir.
— Deixe o seu telefone no vibra — diz John antes de sair porta afora. — Vou mandar uma mensagem para você.

* * *

Ouço o som do ronco de Stormy e o ruído sussurrante de flocos de neve gelados batendo na janela. Continuo me mexendo no saco de dormir de Stormy, retorcida e com calor e desejando que Stormy não tivesse ligado o aquecedor tão forte. As pessoas mais velhas estão sempre reclamando sobre quão frio é em Belleview, como o calor é “micho” como fala Danny no edifício Azalea. Parece muito quente para mim. A camisola de cetim cor de pêssego e de gola alta que Stormy insistiu que eu usasse não está ajudando. Estou deitada de lado, jogando Candy Crush no celular, me perguntando quando John vai se apressar e me mandar uma mensagem.
Quer brincar na neve?
Eu respondo imediatamente: SIM! Está muito quente aqui.
Me encontra no corredor em dois minutos?
OK.
Levanto tão rápido no meu saco de dormir que eu quase caio. Uso a iluminação do celular para encontrar o meu casaco, minhas botas. Stormy está roncando. Não consigo encontrar meu cachecol, mas não quero deixar John esperando, então corro para fora sem ele.
Ele já está no corredor esperando por mim. Seu cabelo está grudando na nuca, e com essa base, eu acho que poderia me apaixonar por ele se eu me permitir.
Quando me vê, ele ergue os braços e canta:
Você quer brincar na neve? — e eu começo a rir tão alto que John diz: — Shh, você vai acordar os moradores!
O que só faz me rir ainda mais.
— São apenas dez e meia!
Corremos pelo longo corredor acarpetado, os dois rindo o mais silenciosamente possível. Mas quanto mais você tenta rir em silêncio, mais difícil é de parar.
— Eu não consigo parar de rir.
Eu engasgo quando nós passamos através das portas de correr para o pátio. Nós dois estamos sem ar; paramos ali.
O chão está coberto de neve branca e espessa, grossa como lã de ovelha. É tão lindo e silencioso, meu coração quase dói com a beleza. Eu estou tão feliz neste momento, e percebo que é porque não pensei em Peter uma vez. Eu me viro para olhar para John, e ele já está olhando para mim com um meio sorriso no rosto. Isso me lança uma vibração nervosa no peito. Eu giro em torno de um círculo e canto:
— Você quer brincar na neve?
E então nós dois estamos rindo novamente.
— Você fará com que sejamos ser expulsos daqui — avisa.
Seguro suas mãos e o faço girar em torno de mim tão rápido quanto consigo.
— Pare de agir como se realmente pertencesse a um lar de idosos, velho! — eu grito.
Ele solta as minhas mãos e ambos tropeçamos. Em seguida, ele pega um punhado de neve do chão e começa a fazer uma bola.
— Velho, hein? Eu vou te mostrar quem é velho!
Eu pulo para longe dele, escorregando e deslizando na neve.
— Não se atreva, John Ambrose McClaren!
Ele me persegue, rindo e respirando com dificuldade. Consegue me pegar pela blusa e levanta o braço como se fosse colocar a bola de neve nas minhas costas, mas no último segundo, ele me solta. Seus olhos em arregalam.
— Ah meu Deus. Você está vestindo a camisola da minha avó sob o seu casaco?
Rindo, eu digo:
— Quer ver? É muito atrevida — eu começo a abrir o zíper do meu casaco. — Espere, vire-se primeiro.
Balançando a cabeça, John diz:
— Isso é estranho — mas ele obedece.
Assim que ele está de costas, pego um punhado de neve, faço uma bola, e a coloco no bolso do casaco.
— Certo, pode virar.
John se vira, e eu arremesso a bola de neve diretamente em sua cabeça. Ela o atinge nos olhos.
— Ai! — ele grita, esfregando o rosto com a manga do casaco.
Eu suspiro e vou na direção dele.
— Ah meu Deus. Eu sinto muito. Você está bem...?
John já está pegando mais neve e se lançando sobre mim. E assim começa a nossa batalha de bolas de neve.
Nós perseguimos um ao outro, e eu entro em outra grande praça nos fundos. Nós pedimos uma trégua quando eu quase escorrego e caio de bunda. Felizmente, John me pega bem na hora. Ele não me solta imediatamente. Nós olhamos um para o outro por um segundo, o braço dele em volta da minha cintura. Há um floco de neve em seus cílios. Ele diz:
— Se eu não soubesse que você ainda está na de Kavinsky, eu te beijaria agora.
Eu tremo. Até Peter, a coisa mais romântica que já tinha acontecido foi com John Ambrose McClaren, na chuva, com as bolas de futebol. Agora isso. Como é estranho que eu nunca sequer tenha tido um encontro com John, e ele esteja em dois dos meus momentos mais românticos. John me solta.
— Você está congelando. Vamos voltar para dentro.
Vamos para a sala de estar do andar de Stormy para nos sentar e descongelar. Só há uma luz de leitura acesa, por isso está escuro e silencioso. Todos os moradores estão em seus apartamentos durante a noite, parece. É estranho estar aqui sem Stormy e todos, como estar na escola à noite. Nós sentamos no sofá enfeitado de estilo francês, e eu tiro minhas botas para aquecer os pés possam. Mexo os dedos do pé para voltar a senti-los.
— Pena que não podemos fazer uma fogueira — John comenta, esticando os braços e olhando para a lareira.
— Sim, é falsa — eu digo. — Deve haver algum tipo de lei de enfermagem sobre casas com lareiras, aposto... — minha voz falha enquanto vejo Stormy, em seu quimono de seda, saindo de seu apartamento na ponta dos pés e indo para o corredor. Para o apartamento de Morales. Meu Deus.
— O quê? — John pergunta, e tapo a sua boca com a mão. Escorrego devagar para o chão e o puxo para perto de mim. Nós ficamos abaixados até ouvirmos o clique da porta fechando.
— O que foi? O que você viu? — ele sussurra.
Arrumando-me no lugar, sussurro de volta:
— Não sei se você gostaria de saber.
— Meu Deus. O quê? Apenas me fale.
— Eu vi Stormy vestida em seu quimono vermelho, esgueirando-se para o apartamento de Morales.
John engasga.
— Ah meu Deus. Isso é...
Lanço-lhe um olhar simpático.
— Eu sei. Desculpe.
Balançando a cabeça, ele se inclina para trás contra o sofá, as longas pernas esticadas na frente dele.
— Uau. Que ótimo. Minha bisavó tem uma vida sexual mais ativa do que eu.
Eu não posso resistir a perguntar:
— Então... isso quer dizer que você não teve relações sexuais com muitas meninas? — rapidamente acrescento: — Desculpe, eu sou uma pessoa muito curiosa — coço a minha bochecha. — Alguns poderiam dizer intrometida. Você não tem que responder se não quiser.
— Não, eu vou responder. Eu nunca tive relações sexuais com ninguém.
— O quê? — eu não posso acreditar. Como pode ser?
— Por que você está tão chocada?
— Eu não sei, acho que eu pensei que todos os garotos transassem.
— Bem, eu só tive uma namorada, e ela era religiosa, por isso nunca fizemos, o que estava bem. De qualquer forma, confie em mim, nem todos os caras transam. Eu diria que a maioria não faz isso — John faz uma pausa. — E você?
— Eu nunca fiz isso também — eu digo.
Ele franze a testa, confuso.
— Espere, eu pensei que você e Kavinsky...
— Não. Por que você acha isso? — Ah. O vídeo. Eu engulo. Pensei que talvez ele fosse a única pessoa que não tivesse assistido. — Então você viu o vídeo do ofurô, né?
John hesita e, em seguida concorda:
— Sim. No começo eu não sabia que era você, não até depois da festa da cápsula do tempo quando descobri que vocês estavam juntos. Um cara me mostrou na sala de aula, mas eu não vi de perto.
— Nós estávamos apenas nos beijando — falo, abaixando a minha cabeça. — Eu queria que você não tivesse visto.
— Por quê? Honestamente, não importa para mim.
— Acho que gostei da ideia de você olhando para mim de uma certa forma. Sinto que as pessoas me veem de forma diferente agora, mas você ainda pensava em mim como a velha Lara Jean. Entende o que quero dizer?
— E é assim que eu te vejo. Você ainda é a mesma para mim. Eu sempre vou te ver dessa forma, Lara Jean.
Suas palavras, o jeito como está olhando para mim, me faz sentir quente em meu interior, dourado em todo o caminho até os dedos dos pés congelados. Eu queria que ele me beijasse. Quero ver se é diferente de Peter, se isso vai fazer retroceder a mágoa. Fazer-me esquecê-lo, apenas por um tempo. Mas talvez ele sinta – que Peter está de alguma forma aqui conosco, em meus pensamentos, que não seria apenas sobre mim e ele, porque John não faz um movimento. Em vez disso, ele faz uma pergunta.
— Por que você sempre me chama pelo meu nome completo?
— Eu não sei. Acho que é assim que eu penso em você na minha cabeça.
— Ah, então você está dizendo que pensa muito em mim?
Eu rio.
— Não, estou dizendo que quando penso em você, o que não acontece muitas vezes, é assim que penso em você. No primeiro dia de aula, eu sempre tenho que explicar aos professores que Lara Jean é o meu primeiro nome, não apenas Lara. Lembra que a sra. Chudney começou a te chamar de John Ambrose por causa disso? “Senhor John Ambrose.”
— Senhor John Ambrose McClaren Terceiro, minha senhora — John fala em um sotaque inglês falso e forçado.
Eu rio. Eu nunca conheci um terceiro antes.
— É mesmo?
— Sim. É irritante. Meu pai é um júnior, então ele é JJ, mas a maior parte da família ainda me chama de Pequeno John — ele faz uma careta. — Prefiro ser John Ambrose do que Pequeno John. Soa como um rapper ou aquele personagem de Robin Hood.
— Sua família é tão sofisticada.
Eu só vi a mãe de John quando ela foi buscá-lo. Ela parecia mais jovem do que as outras mães, tinha a mesma pele leitosa de John, e seu cabelo era mais longo do que das outras mães, cor de palha.
— Não. Minha família não é sofisticada. Minha mãe fez gelatina ontem à noite para a sobremesa. E, tipo, o meu pai come bife apenas bem passado. Nós só  tiramos férias para lugares aonde podemos ir dirigindo.
— Pensei que sua família fosse meio que... bem, rica.
Eu sinto vergonha imediata por dizer “rica”. É feio falar sobre o dinheiro de outras pessoas.
— Meu pai na verdade é pobre. Sua empresa de construção é muito bem-sucedida, mas ele se orgulha de ser um empreendedor. Ele não foi para a faculdade; nem meus avós. Minhas irmãs foram as primeiras em nossa família.
— Eu não sabia isso sobre você.
Todas estas coisas novas que estou aprendendo sobre John Ambrose McClaren!
— Agora é a sua vez de me contar algo que eu não sei sobre você — diz John. Eu rio.
— Você já sabe mais do que a maioria das pessoas. Minha carta de amor dá a certeza disso.

* * *

Na manhã seguinte, espirro quando visto o meu casaco, e Stormy levanta uma sobrancelha desenhada a lápis para mim.
— Pegou um resfriado por brincar na neve na noite passada com Johnny?
Eu me remexo. Esperava que ela não perguntasse. A última coisa que quero fazer é discutir o seu encontro à meia-noite com o sr. Morales! Nós vimos Stormy voltar para o seu apartamento e, em seguida, esperamos meia hora antes de John voltar para o quarto do sr. Morales.
— Desculpe, por escaparmos — falo com franqueza. — Era tão cedo, e nós não conseguíamos dormir, então pensamos em brincar na neve.
Stormy balança uma mão.
— É exatamente o que eu esperava que acontecesse — ela pisca para mim. — Foi por isso que obriguei Johnny a ficar com o Sr. Morales, é claro. Qual seria a graça se não houver alguns obstáculos para apimentar as coisas?
Incrédula, eu digo:
— Você é tão esperta!
— Obrigada, querida. — Ela está bastante satisfeita consigo mesma. — Sabe, ele daria um grande primeiro marido, meu Johnny. Então você o beijou, pelo menos?
Meu rosto queima.
— Não!
— Você pode me dizer, querida.
— Stormy, não nos beijamos, e até mesmo se tivéssemos, eu não discutiria isso com você.
O nariz de Stormy sobe altivo.
— Bem, muito egoísta, você!
— Eu tenho que ir, Stormy. Meu pai está me esperando lá na frente. Até logo!
Enquanto eu me apresso para fora, ela grita:
— Não se preocupe, eu vou arrancar de Johnny! Vejo os dois na festa, Lara Jean!
Quando saio, o sol está brilhando e muito da neve já derreteu. É quase como se a noite passada tivesse sido um sonho.

20 comentários:

  1. Agr eu tô preferindo ela com o John, o Peter n merece ela 😠
    Essa Stormy hein.. 🌚

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    1. Concordo plenamente... Aí mas tô vendo que ela é e Peter vão acabar juntos aff.. JOHN e quase um PETAR só não é padeiro.

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    2. Concordo plenamente, mas ainda acho que ela deve ficar com o Peter... :-:

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  2. Muito lindos, muito belos. MAS MEU CORAÇÃO GRITA PELO MENINO PEDRO

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  3. Tenho a sensação de que o Peter ainda tenta voltar pra ela (principalmente por ter ido buscar a Kitty), mas agora Lara jean me deixou realmente confusa sobre quem shippar.

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  4. Prefiro com o Peter, é isto. Não consigo ver Lara Jean sem Peter mesmo com tudo que ele fez!

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  5. Gosto do John desde o 1° livro, apesar de ele só ter sido mencionado kkkk Tomara que ela fique com ele!

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  6. Prefiro o John kkk Peter perdeu a oportunidade, preferiu ficar "consolando" a Genevieve.

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  7. Não gente, simplesmente não dá, é impossível viver feliz em um relacionamento onde alguém só consegue pensar na ex. Ela merece alguém que só pense nela, não ter q dividir a atenção com a puta da Genevieve

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  8. eu realmente amo a Stormy

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  9. A stormy é uma figura! 😂❤
    O Jhon é fofo *-* mas sinto saudades do Peter! :/
    A.D.R

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  10. Onde arranjo uma avó dessas? Kkkkkkk

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  11. Gente a nos momentos mais loucos da covey ela sempre tá de camisola KKaaakaakakakaka

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    1. kkkkk pior que é mesmo, acho que ela se sente mais poderosa em uma camisola kkkk

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  12. primeira vez que shipo ela com alguem. Desde que Jhony foi mencionado, e sobre como ele era. E depois que ele apareceu e se mostrou ainda mais real, esse sim, merece cada pedacinho do coração da laranjinha.
    E quanto ao Peter, ah, eu quero que ele sofra, rasteje aos pés dela, querendo voltar, mas que fique so no querer! Seria minha satisfação!!!!

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  13. Acho que meu coração sempre será Time Peter, porém estou criando uma paixão tão grande pelo John!
    E acho que Lara Jean não fica com o Peter no final. Aaahh nao sei!

    Obs: Também sinto falta do Josh 💔

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Boa leitura, E SEM SPOILER!