7 de abril de 2018

Capítulo catorze


Era como nas fotos que Call tinha visto da última Guerra dos Magos, aquela em que Verity Torres morreu no campo de batalha, encarando Constantine Madden.
A não ser pelo fato de que agora ele era Verity, preparando-se para morrer. Aaron tinha falado com Call sobre seu medo de morrer no campo, como Verity, um Makar sacrificado pelo bem da Assembleia dos Magos. Mas era Call que morreria assim. Call, a quem a Assembleia odiava.
De algum modo, ele era Verity e Constantine ao mesmo tempo. Pensou em ambos ao marchar à frente dos Dominados, com Devastação ao lado. Conseguia ouvir seus sussurros na estranha língua morta. Estavam lhe pedindo instruções, perguntando o que ele queria.
Sua tropa se aproximava dos magos da Assembleia pelo oeste. Call conseguia ver Alex chegando pelo lado leste — Alex, que vestia a máscara de prata do Inimigo da Morte. Ela o tornava inumano, meio fantasma, meio monstro. Call ouviu Alex gritar, e viu o Alkahest brilhar em cobre enquanto Alex gesticulava para seus Dominados atacarem.
Eles avançaram a seu redor, assim como os traidores da Assembleia — comandados por Hugo. Apenas Aaron não se mexeu. Ele ficou onde estava, uma figura solitária e sombria, o outrora Makar esquecido, como uma pedra no meio de um rio enquanto os Dominados fluíam por ele.
O grupo foi ao encontro da lateral leste dos magos da Assembleia, e houve gritos. Call procurou apavorado por Tamara e Jasper, mas não conseguiu ver nenhum aluno entre os combatentes. Torceu para que tivessem sido empurrados para o fim das filas, onde estariam protegidos.
Não havia mais nenhum trecho livre entre as duas linhas de combate. Restava apenas pandemônio — o pai de Jasper trocando afiados raios de gelo com Mestre Rufus. Mestre Rockmaple, combatendo diversos Dominados com uma espada alquímica curva, fatiou vários corpos que, trêmulos, sucumbiram.
Envolta em fumaça, Ravan pairava no ar acima dos magos da Assembleia, trocando explosões de fogo com Anastasia que, apesar de ter a armadura parcialmente queimada de preto, estava se sustentando bem.
— Call! — Era Alex gritando furiosamente sobre as colisões da batalha. — Call, ataque!
Ele respirou fundo. Sabia o que tinha que fazer. Com os Dominados sob seu comando, o lado de Alex poderia vencer os magos da Assembleia. Sem eles, seria muito mais difícil sair vitorioso.
Call extraiu da magia do vazio; seu objetivo era impor sua vontade aos Dominados para que entendessem totalmente seus desejos.
— Vocês, que eu criei! — invocou-os. — Dancem!
Imediatamente, como um flashmob, eles fizeram os movimentos sincronizados que Call pediu. Chutaram as pernas e giraram, gemendo ao mesmo tempo com uma melodia que mais ninguém escutava. Jogaram as mãos para o alto. Rebolaram. Foram até o chão.
Foi totalmente ridículo. Tão ridículo que, por um instante, todo mundo parou. Até os elementais pareceram curiosos.
Alguns magos até riram.
Mas Alex não estava rindo. Parecia absolutamente furioso.
— Seu idiota! — gritou ele, voando na direção de Call. — É a última vez que você me faz de bobo!
A máscara de prata captou a luz, e Call viu ali o próprio reflexo. Então, Alex a retirou. Por baixo, seu rosto estava rubro de raiva. O Alkahest brilhou em seu braço, e Call não teve dúvida quanto ao que ele planejava.
Pelo menos, Call estava certo de que seus Dominados estavam ocupados, e assim continuariam por um tempo. Transmitiu magia o suficiente em seus comandos para que ficasse difícil para Alex interromper, mas isso deixou Call desgastado antes mesmo do início da luta. E, considerando que sua magia vinha se esgotando mais depressa desde que ele tinha doado parte de sua alma, derrotar Alex não seria fácil.
Mas ele não precisava sobreviver para vencer.
Utilizando seu poder, Call abriu um buraco no vazio. Dava para sentir o Caos lá dentro, frio, oleoso e pulsando com a promessa de muito poder. Alex ergueu o braço que tinha o Alkahest e o apontou direto para Call, que tentou extrair forças do caos e jogá-las contra Alex, mas foi lento demais.
Devastação chegou primeiro.
O lobo Dominado pulou em Alex, mordendo seu punho coberto de metal. O raio que devia ter atingido Call atingiu o animal em seu lugar.
— Devastação! — gritou o garoto.
Mas a descarga elétrica tinha sido desferida bem no peito do lobo, erguendo seu corpo no ar. E, então, esse mesmo corpo ficou flácido, e Devastação caiu no chão.
Call parou de pensar em magia, em guerras, em tudo. Superando a dor na perna, foi para cima de Alex e deu um soco em seu rosto.
De lábio cortado e parecendo mais surpreso que qualquer coisa, Alex cambaleou. Os nós dos dedos de Call doeram. Ele nunca havia batido em ninguém antes.
Com uma careta, Alex acertou o Alkahest na têmpora de Call, derrubando-o sobre a grama. Call viu o corpo de Devastação caído no campo a uma pequena distância. O lobo não se mexia.
Ele se levantou enquanto Alex mirava o Alkahest outra vez. E, então, de repente, Aaron surgiu, arrancando-o de seu braço. Os dois lutaram, segurando em lados opostos do objeto.
— Dominados! — gritou Alex. — A mim!
Call foi engatinhando até Devastação e cobriu o corpo do lobo com o seu antes de invocar o caos novamente. A energia girou em torno dele, escura e cheia de promessas.
Callum o alimentou com raiva. Raiva do Mestre Joseph por tê-lo privado de fazer suas escolhas, por tê-lo sequestrado e o forçado a ser Constantine. Raiva da morte por ter levado Aaron. Por ter levado sua mãe. Por ter levado Devastação. Por tê-lo deixado com um buraco negro de perda no meio do peito.
Ele alimentou o caos com raiva e perda, com dor e, finalmente, com medo, o medo da própria morte, o medo do que havia do outro lado de seu sacrifício.
Ao alimentar o caos, Call sentiu energia irradiando de si. Tudo em seu corpo estava concentrado em irradiar o poder do nada. Alex gritava enquanto os fios pretos pesados o cercavam, como as curvas de uma cobra.
Call engasgou. Ele sentia a gravidade da terra puxando-o para baixo. Estava enfraquecendo. Conseguia ver Aaron sozinho no campo de batalha. Os Dominados ignoravam a presença de Aaron: ele não era nada para eles, não era um mago e, talvez, assim como eles, sequer estivesse vivo.
Aaron encarava Call, balançando a cabeça. Call sabia que era porque deveria estar alcançando seu contrapeso naquele momento. Mas ele não tinha um contrapeso; e, mesmo que tivesse, não sabia ao certo como fazer isso. Era magia demais. Tocava sua alma.
Alex lançou o caos contra Call em uma nuvem sufocante, que o penetrou. Call pensou em Ravan, em como ela devia ter se sentido ao usar tanta magia do fogo que se tornou uma Devorada. E, nesse exato momento, viu Ravan voando pelo ar em uma chuva de faíscas. Não era mais humana.
Ele não queria se tornar uma criatura de caos. Então, com o resto de magia que possuía, ele afastou o caos — jogou tudo de volta no vazio... com Alex. Alex lutou, enviando flechas giratórias de energia do vazio contra Call, mas o garoto foi buscar poder no fundo de sua alma.
O rosto de Alex se contorceu ao perceber o que Call fazia. Antes que pudesse sequer gritar, tinha desaparecido, fora sugado pelo vazio. Todos os Dominados uivaram por ele — um som demorado e terrível que pairou sobre o campo de batalha e que cessou do nada, como um brinquedo sem pilha.
Call olhou para onde Aaron estava antes, mas não o viu mais. Virou-se para tentar encontrá-lo, avistar alguém, mas sua visão estava turva e era difícil ajustar o foco por causa da tontura. Encolhendo-se, sentiu a escuridão fechar o canto de sua visão. Não tinha certeza se estava caindo no caos ou em alguma coisa mais profunda.
Fique acordado, ordenou a si próprio.
Fique vivo.
— Callum! — chamou Mestre Rufus. — Callum, você consegue me ouvir?
Ele não sabia ao certo quanto tempo havia passado.
— Call. Por favor esteja bem. Por favor.
Era Tamara, e ela soava como se tivesse chorado, o que não fazia sentido, considerando quão furiosa tinha ficado.
Call tentou falar, tentou lhe dizer que estava bem. Não conseguiu. Talvez não estivesse bem, afinal.
Abriu ligeiramente os olhos. Provavelmente muito pouco para que qualquer um notasse. Sua visão ainda estava turva, mas ele tinha razão: Tamara se inclinava sobre seu corpo, chorando. Ele queria dizer para ela não chorar, mas talvez não fosse ele o motivo das lágrimas. Talvez estivesse chateada por Devastação. Fazia mais sentido. Se Call tivesse dito que estava bem, e ela estivesse mesmo chorando por Devastação, teria sido muito constrangedor para ambos — principalmente porque ele provavelmente também começaria a chorar por causa do lobo.
— Você conseguiu — sussurrou ela. — Você salvou todo mundo. Call, por favor, por favor acorde.
Ao ouvir essas palavras, ele tentou se mexer com mais vontade, mas, mesmo assim, não conseguiu. Era como se todas as suas partes estivessem pesadas, e até abrir um olho por completo parecia uma luta contra esse peso.
— Vou contar a ele uma coisa que vai alegrá-lo. — Era a voz de Jasper do outro lado.
O garoto era um borrão de cabelo escuro em algum lugar atrás de Tamara. Se Call pudesse rosnar, ele o teria feito.
— Call, voltei com Celia. Não é ótimo?
Por um breve instante, Call cultivou a fantasia de que todos socariam Jasper por ele, mas ninguém o fez. Não era justo.
— Ele está morrendo — disse alguém. Mestre Graves, sua voz seca inconfundível. Ele não soou particularmente infeliz com a constatação. — Usou magia do caos demais para qualquer um sobreviver. Sua alma deve estar dominada pelo elemento.
Mestre Rufus virou-se lentamente, e, mesmo com dificuldade, Call pôde ver a fúria no olhar que ele lançou ao outro mago.
— Ele fez isso por sua causa — acusou. — Você provocou isso, Graves, e não pense que algum de nós vai esquecer.
Ouviu-se um som fungado de Graves, então Call escutou outra voz, mais próxima. Tamara levantou o olhar, e sua postura mudou, embora não tenha se movido nem dito nada quando a outra figura se aproximou. Alguém que Call reconheceu, apesar do borrão.
Aaron.
Aaron ajoelhou-se a seu lado. Ele colocou uma mão fria e calma no peito de Call.
— Eu posso ajudá-lo — anunciou.
— O que você vai fazer? — perguntou Tamara.
Call ficou imaginando se ela se lembrava do que tinha dito a ele: que Aaron se importava com Call por ter um pedaço de sua alma dentro de si. Aaron era um borrão com uma auréola de cabelo claro. Sua voz soou firme, quase como o velho Aaron de antes.
— Call não pode morrer. Eu que deveria estar morto.
Tamara respirou fundo. Call lutou para arregalar os olhos, lutou para dizer alguma coisa, para impedir Aaron, mas, então, sentiu a mão do amigo pressioná-lo, e alguma coisa se moveu no fundo de seu peito.
De repente, havia ar para respirar de novo. Algo se movia dentro de suas costelas. Aaron não era mais um mago, não era Makar. E por que se dar ao trabalho? Ele queria saber como era sentir a alma de alguém piscar e morrer?
— O que você está fazendo? — sussurrou Tamara. — Por favor, não o machuque. Ele já se machucou o suficiente.
Aaron não disse nada. Call sentiu novamente, o toque profundo no peito. Sua alma ferida estava se acalmando. Era como se o senso de alguma coisa estivesse lhe sendo restaurado, algo que só agora havia se dado conta de que estava faltando.
Ele engasgou e abriu os olhos. O borrão desapareceu, e tudo ficou irradiado de luz. Seu corpo estremeceu.
— Ele está vivo — anunciou Mestre Rufus impressionado. — Call! Call, está me ouvindo?
O garoto fez que sim; a cabeça doía, mas ele não estava mais engasgando nem se sentindo tonto. Encarou Aaron.
— O que você fez?
— Devolvi sua alma — respondeu Aaron. — O pedaço que você usou para me trazer de volta. Coloquei-o de volta em você.
— Aaron — suspirou Tamara.
— Tamara — disse Aaron. — Está tudo bem.
Havia uma gentileza em sua voz que Call não ouvia desde que Aaron morrera. Call sentia como se algo estivesse expandindo no peito, algo tão grande que poderia quebrar suas costelas e fazê-lo gritar. Ele quase conseguia enxergar os fios invisíveis o conectando a Aaron; fios de alma dourados, finos como seda, entre os dois.
E o oposto do caos é a alma humana.
Mestre Graves estava tagarelando.
— Mas isso é impossível. Não tem como ser feito. Almas não podem ser passadas e repassadas assim, como cartas de baralho!
Call sentou-se. O campo de batalha estava coberto de fumaça. Magos andavam de um lado para o outro, apagando focos de incêndio, reunindo Dominados e traidores. Call viu o pai de Jasper ser levado por dois magos robustos da Assembleia, embora não tivesse visto Kimiya em lugar algum.
— Então, estou bem? — perguntou, olhando de Tamara para Aaron e para Mestre Rufus. — Nós dois estamos bem?
Mas Aaron não disse nada. Estava muito pálido e abraçava a si mesmo, como se estivesse com frio.
— Call — disse ele, sem fôlego. Seus lábios estavam azulados. — Nunca tinha que ter sido eu. Eu não sou o herói. Você é. — Impossivelmente Aaron deu um esboço torto de sorriso. — Sempre foi você.
— Aaron! — gritou Call.
Mas Aaron tinha caído entre ele e Tamara. Soluçando, ela colocou a mão no ombro de Aaron e o sacudiu, mas o garoto estava imóvel.
Call sentiu a própria alma se debater desesperadamente em direção aos fios dourados que o conectavam ao amigo. Como se a própria alma não suportasse deixar Aaron partir. Por um instante, a sensação foi tão intensa que Call achou que pudesse desmaiar novamente. Ele se concentrou em se segurar, em reunir toda a sua energia e seu poder, em puxar os fios dourados para si.
— Aaron se foi — sussurrou Tamara.
Call abriu os olhos. Aaron parecia em paz, ali deitado no chão. Talvez fosse melhor assim, talvez devesse enxergar dessa forma, mas Call estava horrorizado. A ideia de perdê-lo, e também de perder Devastação, parecia demais para suportar.
Call olhou em volta procurando seu lobo, mas não o encontrou. Não estava onde havia caído. Será que alguém movera seu corpo?
Um tremor percorreu seu corpo. Call queria o pai. Queria Alastair...
Foi quando sentiu mãos suaves tocaram seu ombro. Mestre Rufus. Não se lembrava de Mestre Rufus agindo com delicadeza, mas não tinha nada além de gentileza em seu toque. A dor no peito de Call não passava. Sua cabeça zumbia.
Havia grupos de magos percorrendo o campo, colocando os cadáveres em macas. Um deles se aproximou para levar o de Aaron.
— Cuidado com ele — pediu Call fracamente, enquanto erguiam a maca e começavam a ir. — Não o machuquem.
— Aaron não pode ser machucado — disse Mestre Rufus, suavemente. — Ele está além disso tudo, Call.
Tamara chorava baixinho nas próprias mãos. Até Jasper estava em silêncio, o rosto manchado de terra.
Call desejava se levantar e correr atrás da maca, tirar Aaron dali e trazê-lo de volta para seus amigos. O que era ridículo, porque Aaron estava morto. Morto além das habilidades que Call pudesse ter para chamar de volta sua alma, mesmo que fosse tolo o suficiente para fazer uma escolha tão terrível duas vezes. Mas Call precisava se certificar de que, daquela vez, seu amigo teria um enterro. Mesmo que ele estivesse de volta ao presídio e não pudesse comparecer.
Call pensou nas paredes de sua antiga cela no Panóptico. Não seria tão ruim voltar para lá agora. Talvez descansasse.
Então, se lembrou do estado em que deixaram o local. Bem, ele tinha certeza de que havia outros presídios para magos. Provavelmente um deles serviria.
— Tudo bem, Call — disse Mestre Rufus, como se pudesse ler os pensamentos do garoto. — Ele vai ter um enterro de herói. O nome de Aaron jamais será esquecido.
Uma sombra recaiu sobre todos eles.
— Callum, você terá que vir comigo — chamou Graves, que parecia desapontado por Call ter sobrevivido.
— Ele não vai a lugar algum — avisou Mestre Rufus. — Call salvou a todos nós e quase se sacrificou para isso. Se tentar prendê-lo, vou prender você em pedra. Callum Hunt é um herói, exatamente como Aaron disse.
— É — disse Tamara. — Encoste em Callum Hunt, e queimarei seus dedos.
Call olhou impressionado para ela. Achou que Tamara agora via que ele não era de fato mau, mas acreditou que tinha perdido sua amizade para sempre.
No entanto, lançou um sorriso sem graça para ela, mesmo com lágrimas nos olhos; Tamara sorriu de volta.
E então ouviu-se um latido vindo da multidão. Call virou-se a tempo de ver Devastação se aproximar. Jogou os braços em volta de seu pescoço e enterrou o rosto no pelo quente.
— Você está bem — sussurrou ele.
Em seguida, recuou para ter certeza. E, ao encarar Devastação, ele notou que os olhos do animal não estavam mais coruscantes. Eram de um dourado profundo e firme. O Alkahest deve tê-lo atingido, afinal, mas, em vez de matá-lo, tirou o caos de dentro dele. Devastação era um lobo normal agora.
Um lobo normal que lambeu a bochecha de seu dono com uma língua rosa.
Mestre Rufus e Tamara ajudaram Call a se levantar. Enquanto os magos voavam sobre o campo de batalha, apagando focos de incêndios e prendendo os últimos magos renegados, Call e seus amigos foram até Ravan, uma coluna em chamas ao lado dos outros elementais, que estava sendo preparada para o voo de volta ao Magisterium.
Já tinham quase chegado até ela quando Call ouviu. Um breve sussurro no fundo da mente. Uma voz, carinhosa, curiosa e amigável, tão familiar que pareceu cavar um buraco em seu peito. Tão familiar que ele sentiu o eco da alma tocá-lo totalmente e quase tropeçou.
Acho que realmente voltei desta vez, Call, disse a voz de Aaron. Agora que diabos vamos fazer?

14 comentários:

  1. Aaah socorro, eu li muito rapido! Quero o proximo. Que tenso que tenso. Que fofo. Que triste. Que tudo! Não estou sabendo lidar. Kkkkkkk

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  2. não posso espera pelo o ultimo livro

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  3. meu Deus, Aaron esta vivo soque dentro do call

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  4. Eu comecei a ler esse livro só esperando por isso, a volta de Aaron. Não foi bem como eu pensei, mas quem se importa?! Ele ainda está por aqui!

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  5. Tenho que agradecer por traduzir esse lovro, minhas palavras não vão ser o suficiente pra demonstrar, meus sentimentos, meu cicoraç tá apettape até agora com esse final.

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  6. Meu deus amando!!!!!!!!!!! Quero o proxima rapido!

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  7. Ainda bem que Aaron parece ainda viver, pelo menos a alma. Na minha opinião essa história não existe sem ele.

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  8. Quando o Aaron morreu denovo eu começei a chorrar e rir ao mesmo tempo pq o Call sobreviveu, dai vem esse final e me mata do coração. A dorei o livro e mais uma vez obrigadicimo Karina, por ter postado o livro
    ~Luane filha de Poseindon~

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  9. Eita que Call virou um verdadeiro receptáculo, primeiro sua alma verdadeira foi tirada a força pela alma de constantine, agora a alma do Aaron, 2 alma em um corpo kkkķkk
    Amei assim mesmo esse final, bom o Aaron sempre fez parte deles de alguma maneira ele tinha que existir nem que seja compartilhando o corpo do Call kkkkkkkkkk tava chorando e de repente estou morrendo de rir

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  10. Manoooooo, manooooooooo, manooooooo!
    Sem reação com esse final!!!!
    Eu li os primeiros livros a tanto tempo que tinha esquecido quase td, ai fui pra esse, voltei a amar a série e já quero o próximo!!

    Mesmo com td essa correria e poucos capítulos eu amei!

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  11. Vocês ja pensaram que um devastado é um morto que retornou, e o Alkahest é um purificador né? Se o call tivesse usado o Alkahest no Aaron ele não teria voltado ao normal?

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Boa leitura, E SEM SPOILER!