13 de março de 2018

Capítulo 48

Fletcher jazia nas trevas, com a nuca grudenta de sangue. Estava tudo acabado. Ele já ouvia os goblins nos corredores, escavando os escombros e guinchando uns com os outros. Poderiam chegar lá a qualquer minuto, mas talvez em alguns dias.
Ele se perguntou distraído se morrer de sede seria uma alternativa melhor à captura. Não que ele fosse decidir alguma coisa ali. Fletcher fechou os olhos e esperou pelo fim.
Horas se passaram.
Otelo foi o primeiro a se mexer, forçando um minúsculo fogo-fátuo a se materializar dos dedos congelados. A bola de luz se moveu determinada pela câmara, esvoaçando até cada um deles conforme o anão conferia se estavam todos vivos.
Um gemido de Cress anunciou a recuperação parcial e hesitante. A anã tentou falar, mas só emitiu um gorgolejo de língua dormente. O silêncio voltou enquanto a equipe aguardava paciente o fim da paralisia.
O tempo passou e, lenta, mas seguramente, os outros recuperaram as próprias faculdades. Otelo foi o primeiro a falar, suas palavras lentas e deliberadas.
— Muito bem — declarou. — Considerando as circunstâncias, as coisas poderiam estar muito piores.
— Muito piores? — resmungou Cress, com fala pastosa, mas se animando depressa com o assunto. — Fomos enterrados vivos, cercados pelo que parece ser um exército inteiro de orcs e goblins, a mais de 150 quilômetros do nosso território, e toda Hominum provavelmente pensa que estamos mortos. Temos tanta chance de escapar daqui quanto um perneta de ganhar um concurso de chutar traseiros.
Fletcher não conseguiu conter uma risada. Então ouviu um soluço de Sylva.
— Ei... você está bem? — indagou ele, rastejando até ela.
Ele emitiu luz da ponta do dedo, e viu que o ombro e colo semicurados ainda traziam as marcas da mordida de Nanauê, um semicírculo serrilhado de cicatrizes. Fletcher pousou a mão no braço da elfa, mas ela o puxou.
— Não toque em mim — sibilou ela.
— Sylva... eu lamento por Sariel — murmurou Fletcher.
— Você a matou — sussurrou a elfa, os olhos azuis cheios de lágrimas. — Eu salvei você, e você a matou. Eu senti as pedras caindo, a espinha se partindo. Demorou horas para ela morrer; você sabia disso, Fletcher? O corpo partido, quase nenhum ar para respirar. Sozinha, no escuro.
— Ela deu a vida dela para que você pudesse viver — disse Fletcher, ainda que o relato de Sylva o deixasse enjoado. — Ela sabia que era o único jeito.
— Não era uma decisão sua! — gritou Sylva, empurrando-o para longe.
— Você tem razão, Sylva. Foi de Sariel — respondeu Fletcher, simplesmente.
A elfa não respondeu; apenas se enrolou numa bola com os braços sobre a cabeça. Os ombros chacoalhavam com soluços silenciosos.
Ignácio, Atena! Onde estavam? Fletcher olhou em volta, desesperado, até que viu os corpos inertes no chão frio. Ignácio ainda estava paralisado sobre o piso; mas, para o alívio de Fletcher, seus olhos ambarinos se moviam de um lado para o outro, e ele não percebia nenhuma dor no demônio imóvel. Atena estava bem melhor, ainda que só tivesse conseguido girar sem jeito para ficar de barriga para baixo.
Otelo se levantou bruscamente e cambaleou até Cress e Lisandro, acenando para que Fletcher se juntasse a ele. O rapaz se arrastou pela câmara, ainda tonto demais para se pôr de pé. Uma bolsa de pétalas amarelas ficou no caminho, e Fletcher a afastou com um tapa, derramando o conteúdo no chão.
Otelo o ajudou a se arrastar pelos últimos metros, e eles encostaram as costas ao dorso do Grifo, exauridos pelo esforço.
— Melhor deixá-la em paz — comentou Otelo em voz baixa. — Eu estaria devastado se tivesse perdido Salomão.
— É mesmo — concordou Cress. — Não se preocupe; ela sabe que você fez o que tinha que ser feito. Ela só precisa culpar alguém agora, e você tirou o bilhete premiado.
Ela cutucou Tosk com a manopla. A criatura ainda estava completamente congelada, como Ignácio e Atena. Apenas Salomão parecia ser capaz de movimento, perambulando pelo aposento sem muita firmeza.
— A pele de Salomão deve ter evitado que o dardo afundasse muito — sugeriu Otelo, enquanto Cress puxava o Raiju para o colo. — Além disso, ele é maior que os outros.
— Lisandro também é grande, porém — observou Fletcher, espiando o Grifo estatelado. Estava imóvel como um cadáver; o único sinal de vida era o leve perturbar da poeira onde a respiração do demônio soprava.
Com um pensamento momentâneo, Fletcher passou o braço pelo flanco de Lisandro e derrubou vários dardos para o chão. As pontas estavam besuntadas de resíduo negro.
— Parece que ele recebeu uma dose grande, pois foi o primeiro a entrar nesta sala e tudo mais — disse Fletcher, enquanto erguia a pata do demônio incapacitado. Ele a soltou, e ela caiu para o chão. — Eu me pergunto se a capitã Lovett consegue ao menos nos ouvir.
Lisandro continuou sem reação. Na verdade,  Fletcher mal ouvia as batidas do coração do Grifo quando encostava a cabeça no seu peito. Procurou mais dardos nos pelos e penas, mas não encontrou nada.
— Então, o que vamos fazer quanto a ela? — murmurou Otelo, mandando o fogo-fátuo flutuando até lady Cavendish. Ela ainda estava encolhida no canto, balançando desvairadamente para a frente e para trás. Um halo de sangue jazia em torno do corpo do filho dela, e Fletcher estremeceu com a visão.
— Vou tirá-la daquele canto — decidiu Fletcher.
Caminhou, instável, evitando o corpo desamparado de Rufus. Ao erguer a mulher do chão, ficou surpreso por ela parar de se balançar e passar os braços em volta do pescoço dele. Fletcher a deitou ao lado de Cress e desabou de volta em seu lugar.
— Você está péssima — observou a anã, vendo o exterior imundo de lady Cavendish pela primeira vez.
Molhou a manga da camisa com o cantil e começou a limpar o rosto da mulher. Lady Cavendish fechou os olhos, aceitando sem palavras os cuidados de Cress.
— Estamos ferrados, né? — sussurrou Otelo, indicando a saída com um aceno de cabeça. Houve um ribombar quando as pedras se deslocaram e um goblin gritou de dor. Então um baque do outro lado, e poeira choveu do teto quando o aposento tremeu.
Os orcs estavam explodindo os destroços.
— Quando eles conseguirem entrar, matamos quantos deles pudermos — disse Fletcher, fechando os olhos. — Nós provavelmente teremos mais mana até lá; já recuperei o bastante para algumas bolas de fogo.
— É, e temos o último elixir. Um gole para cada um — disse Otelo, flexionando os dedos dormentes. — Vamos torcer para que os demônios já tenham se recuperado também.
Fletcher assentiu em concordância, cansado demais para responder. Deixou as pontas dos dedos traçarem a poeira no chão. A pedra era lisa ao toque, mas um entalhe estranho se curvava sob a poeira fina. Ele limpou a área coma manga e criou um fogo-fátuo para ver melhor.
Eles estavam sentados à beira de um pentagrama, bem como aquele na plataforma no centro do corredor. Era menor, pouco maior que uma roda de carruagem, mas funcional do mesmo jeito. O resíduo negro de sangue com séculos de idade permanecia ali, e as chaves órquicas estavam estampadas em cada canto da estrela.
— Olha só isso — comentou Otelo, espiando o pentagrama. Olhou para cima e viu um cano negro e curto embebido no teto acima; arrastou-se então, nervoso, para o lado.
— Se fôssemos orcs, poderíamos entrar no éter — comentou Fletcher. — Não que nossas chances fossem muito melhores por lá.
— Eu nunca pensei que fosse ouvir você falando que gostaria de ser um orc — disse Otelo, rindo. — Mas tem razão. Melhor que morrermos aqui ou sermos capturados.
— Talvez o ar na parte deles do éter não seja venenoso — sugeriu Cress, erguendo o olhar da própria tarefa de limpar a ex-prisioneira. — Talvez eles não sejam imunes, afinal.
O rosto de lady Cavendish era belo sob a sujeira, ainda que estivesse encovado e malnutrido. Ela parecia ter mais ou menos a idade de Arcturo, nos meados dos trinta, com algumas rugas aparecendo à beira dos olhos. Quantos anos tinha mesmo? Havia certamente alguma coisa familiar nela, como se ele a tivesse visto recentemente. Seriam aqueles os olhos de Rufus que o encaravam de volta?
Cress estalou os dedos.
— Alô? Eu disse que o éter pode não ser venenoso afinal — repetiu ela.
— Você pode testar se quiser — retrucou Otelo com secura. — Se quiser ser nossa cobaia, fique à vontade. Pessoalmente, prefiro levar alguns orcs comigo.
Cress deu de ombros e se virou de volta para lady Cavendish, desfazendo os nós nos cabelos dela com um pente.
Outro estrondo fez a caverna tremer, e um pedregulho solto desmoronou da pilha de escombros que bloqueava a passagem.
— Eles estão impacientes — comentou Fletcher.
— Será que eles vão nos amarrar àquela tal de mancenilheira? — indagou Otelo, mórbido. — Pior que ser queimado, não foi o que Jeffrey disse?
— Quem pode confiar no que aquele traidor falou? — A voz de Sylva cortou as trevas.
Fletcher ficou feliz em ouvi-la. Ela estava sentada agora, com o rosto gélido e furioso. Sylva tinha voltado a raiva contra a pessoa certa.
— Talvez seja bom mastigar algumas dessas, para diminuir a dor — disse Cress, pegando uma das pétalas espalhadas e limpando a poeira.
Ela a colocou na boca e mastigou, pensativa.
— Sabe, não é tão ruim assim — murmurou. — Faz a minha boca formigar.
— Tem certeza de que é uma boa ideia? — perguntou Otelo, pegando uma pétala ele mesmo e farejando. Franziu o nariz e a jogou para longe.
— Se vou morrer mesmo... — respondeu Cress, dando de ombros.
Fez uma pausa e ergueu as sobrancelhas.
— Humm — ruminou ela, balançando a cabeça de leve. — Isso está fazendo alguma coisa. Não faço ideia do quê, porém.
Fletcher franziu o cenho. Tinha ouvido alguém dizer isso antes. Electra.
— Espera — disse ele, olhando para as pétalas. Elas eram amarelas, assim como os frascos que Electra tinha mostrado. Algo se encaixou na cabeça dele.
— Essas pétalas vieram do éter — continuou Fletcher erguendo uma delas à luz. — Aposto cem soberanos que é isso que vai naqueles frascos amarelos que Electra nos mostrou. Aqueles que parecem não ter efeito.
— E daí? — perguntou Cress, mastigando mais uma.
Otelo lhe lançou um olhar de desaprovação.
— Quê? — respondeu ela, sorrindo. — Eu gosto do jeito que formiga.
Outro estrondo no corredor, alto a ponto de fazer o chão tremer. Fletcher ouvia a voz grave dos orcs gritando ordens guturais. Ele levantou a voz para falar:
— Isso quer dizer que não é só uma droga qualquer que os orcs usam para ficar embriagados, a julgar pela reação de Cress. Talvez ela simplesmente os deixe imunes ao veneno do éter?
Otelo o encarou por um momento, franzindo a testa ao ruminar as palavras do amigo. Então ele gritou de alegria e o segurou pelos ombros.
— Seu maldito gênio! — exclamou, chacoalhando Fletcher. — Só pode ser isso!
— Acho que você tem razão, Fletcher — admitiu Sylva a contragosto. Ela arrastou os pés até eles e examinou o pentagrama. — Agora só precisamos encher os sulcos do pentagrama com alguma coisa orgânica para podermos usar essa coisa maldita. Alguma ideia? Porque não estou vendo nenhum orc azul por aqui, esperando para ser sacrificado.
Fletcher esquadrinhou a antecâmara. Por um momento seus olhos pousaram na poça do sangue de Rufus, mas então ele balançou a cabeça, enojado consigo mesmo. Não isso. Nunca isso.
— O Khan não apertou algum botão da outra vez? — indagou Cress, limpando a grossa camada de poeira com as mãos.
Ela sorriu e apontou para um pequeno calombo no chão diante dela.
— Ainda bem que não pisei nisso aqui mais cedo, ou Otelo teria tomado outro banho de sangue.
— Certo. Todo mundo, coma — ordenou Fletcher, enfiando um punhado de pétalas na boca. O gosto era um tanto amargo, mas não completamente desagradável. Lembrava-o de uísque.
Fletcher observou Cress convencer gentilmente a mulher nobre a comer uma. Ela estava tão faminta que comeu a flor como se fosse um animal raivoso, mal mastigando antes de engolir.
— Muito bem, Cress — elogiou Fletcher, com um sorriso.
Uma detonação imensa estremeceu a câmara. Por entre os destroços da saída dos fundos, surgiu um pequeno fragmento de luz das tochas dos goblins do outro lado. As vozes dos orcs soavam distintas agora, a fala em monossílabos ásperos tão alta que era como se estivessem ali dentro também.
— É melhor nos apressarmos — urgiu Fletcher, afastando-se com Otelo do entalhe no chão. — Vá em frente, Cress.
Ela apertou o botão, sibilando entre dentes com o esforço até o mecanismo afundar no chão. Por um momento, nada aconteceu. Então, quando o pânico já começava a se estabelecer, a primeira gota de sangue pingou no pentagrama. Os pingos se tornaram um filete, líquido vermelho tão escuro que parecia quase negro. Ele se espalhou lentamente, dividindo-se e juntando-se até que a estrela e as chaves foram completamente formadas.
— Me passe o frasco de mana, Otelo — pediu Fletcher, estendendo a mão. — A não ser que você queira fazer as honras?
— De maneira alguma — respondeu o anão, entregando o vidrinho. — Sua paralisia já quase acabou, graças àquela poção de cura. Não acho que Cress ou eu conseguiríamos abrir o portal no estado em que estamos.
Fletcher assentiu e bebeu o líquido enjoativo. Um momento depois, estava se deleitando na sensação do corpo pulsando com mana novamente.
— Escutem bem — disse Fletcher, tocando o sangue com a ponta do dedo. Ainda estava morno, e ele conteve um arrepio involuntário. — Sylva, preciso que você jogue o máximo que puder desses sacos de pétalas para o outro lado; não sabemos quanto tempo o efeito da planta vai durar.
Sylva fechou os olhos e assentiu.
— Ótimo. Agora, Cress. Quero que você junte o resto dos suprimentos, incluindo minhas pistolas, as mochilas de Rufus e Jeffrey e qualquer outra coisa que seja útil; vamos precisar de tudo. Passe tudo pelo portal e depois leve lady Cavendish, ela parece confiar em você mais do que nos outros. Salomão vai levar Lisandro para o éter, enquanto Otelo leva Tosk, Ignácio e Atena.
A mulher nobre se mexeu e ergueu o olhar.
— Lady Cavendish? — indagou Fletcher, esperançoso por mais uma reação.
Ela o encarou sem expressão, e ele suspirou e continuou.
— Eu terei alguns segundos depois que meu dedo deixar o sangue para pular pelo portal antes que ele se feche, então serei o último. Vão, agora!
Com essas palavras, Fletcher alimentou o pentagrama com mana, e o líquido se incandesceu com uma feroz luz violeta. Ele trincou os dentes e fez força quando o primeiro pontinho de um portal surgiu e cresceu até o tamanho de um melão.
— Não posso carregar todos eles, mas acho que Atena está quase recuperada — gritou Otelo.
— Agora não, Otelo — grunhiu Fletcher, lançando mais um pulso de mana para o pentagrama. O portal cresceu e girou até pairar no ar, como um sol miniatura, enchendo a câmara com um rugido surdo.
— Atena — repetiu lady Cavendish, tão baixinho que Fletcher achou ter somente imaginado o som.
Sylva começou a jogar os sacos de pétalas para o portal enquanto os outros lutavam com o peso das respectivas cargas. As mochilas logo se seguiram, e a de Rufus se abriu enquanto girava.
Salomão foi o primeiro a entrar no portal, cambaleando sob o peso de Lisandro. Ele investiu de cabeça para a luz, desaparecendo num instante.
Sylva entrou aos tropeços em seguida, com mais sacos de pétalas nos braços.
— Espero que isso dê certo — murmurou, então saltou para dentro a esfera brilhante, desaparecendo quando outra explosão se fez ouvir na câmara.
Daquela vez, uma barragem de pedrinha choveu sobre eles, a pilha de destroços começando a desabar.
— Otelo, vai! — gritou Fletcher.
O anão correu portal adentro, com Tosk e Ignácio agarrados ao peito. Atena voou atrás dele, o voo incerto por conta da paralisia. Pelo mais breve momento, lady Cavendish ergueu a mão, como se quisesse tocar a Griforuja.
— Cress, leve lady Cavendish agora! — gritou Fletcher, quando outra explosão fez a câmara tremer.
O primeiro goblin apareceu, enfiando a cabeça por um buraco no bloqueio. Ele guinchou enquanto tentava passar, tentando cravar as garras nas pedras.
Cress segurou a mão de lady Cavendish, mas a mulher estava consciente de novo. Ela lutou com a anã, afastando-se.
— Atena — gritou ela, roufenha. — Cadê Atena? Meu bebê!
Naquele momento, Fletcher entendeu. O rosto dela era igual ao de lady Forsyth, quando ele a vira no julgamento. E tinha visto a versão mais jovem daquela mulher no sonho, olhando por cima do berço.
— Mãe — sussurrou Fletcher, o coração batendo forte. — Alice Raleigh.
Ao ouvir o próprio nome, ela parou de lutar. Virou os olhos para Fletcher.
— Siga Atena — disse Fletcher, sorrindo dentre as lágrimas. — Cress levará você até ela.
Então o rapaz se viu sozinho, com Cress arrastando a mãe dele para dentro do portal. Mais uma detonação estourou os destroços, e a onda de choque passou por ele como uma chuva de granizo. Fletcher deu uma última olhada no mundo.
E se atirou para o éter.

15 comentários:

  1. O que foi isso meu Deus
    Como assim Jesus

    ResponderExcluir
  2. Como assim gente???
    Letícia

    ResponderExcluir
  3. NOSAAAAA!!!!

    MEUS DEUSESS!!

    nossa nossa nossa
    Tchvitdafvuyrdhrdhcyurdsuxu!!!!

    *Preciso ler o outro livro... (Urgentemente)!!

    ResponderExcluir
  4. Sabia tinha ficado pensando como eles tinham tanta certeza de que era à mãe do Rufus podia ser outra pessoa

    ResponderExcluir
  5. Que vontade de gritar feito uma idiotas meu Deus

    ResponderExcluir
  6. CALMA CALMA NÃO PODE SER

    ResponderExcluir
  7. JINSUS
    Que foi Isso?!?
    Alguém me explica

    ResponderExcluir
  8. omg
    tô chocada,impactada,emoxionada,feliz e triste
    esse livro e top
    não esperava por esse final,na vdd ninguém esperava

    ResponderExcluir
  9. Todas as minhas suspeitas iniciais tão se comprovando

    ResponderExcluir
  10. . .
    . . . .
    .... .... .... .... .... .........................
    . . . .
    . .

    ResponderExcluir
  11. Como assim?!?!?!!
    E muita emoção preciso ler o próximo
    Passando mallllll kkkkkkkk

    ResponderExcluir
  12. Mentiraaaaaaaa
    Aaaaaaaaaaaaaaaaaa
    Não to acreditandoooooo
    Mas faz sentido, ela foi bem amistosa com o Fletcher
    Coitado do demônio da Sylva ;(
    Vem terceiro livroooooooo

    ResponderExcluir
  13. Ai gente, tava torcendo q fosse realmente a mame de fletcher!! Super feliz!!
    Alguma coisa pelo menos pra ele vai dar certo. 😊

    ResponderExcluir
  14. OMG gente eu pensei no capítulo q ele tava salvando ela, q ia ser legal ser um dos pais dele tivesse vivo. Não creio, fiquei com mais pena do rufus ele pensou q tava salvando a mãe dele.

    ~MIRELLE

    ResponderExcluir

Se você não tem conta no Google e quiser comentar, utilize a opção Nome/URL e preencha seu nome/apelido/nick; o URL pode deixar em branco.

Boa leitura, E SEM SPOILER!