29 de janeiro de 2018

Capítulo 62

— Bem — disse a coisa dentro da princesa — certamente levou tempo suficiente.
As palavras ecoaram na enorme câmara, batendo em pedra e ouro.
Chaol avaliou cada sombra, cada objeto por que passaram. Todas as armas possíveis. Todas as rotas possíveis.
Hafiza não se moveu quando se aproximaram, andando pela ampla passagem entre o interminável brilho de ouro e sarcófagos. Uma necrópole.
Talvez uma enorme cidade subterrânea, que se estendia do deserto até aqui.
Quando eles visitaram Aksara, Duva ficou para trás. Afirmando que sua gravidez...
O silvo de Yrene disse que ela percebeu o mesmo.
Duva estava grávida – e o valg a dominou.
Chaol dimensionou as chances. Uma princesa infestada de valg, armada com uma faca e magia negra, a Alta Curandeira amarrada ao trono...
E Yrene.
— Porque a vejo calculando, lorde Westfall, eu o pouparei do problema e colocarei suas opções para você. — Duva traçou linhas suaves e ociosas sobre seu útero cheio com aquela faca, apenas perturbando o tecido do vestido. — Veja, você terá que escolher. Eu, a Alta Curandeira, ou Yrene Towers. — A princesa sorriu e sussurrou novamente: — Yrene.
E essa voz...
Yrene estremeceu ao seu lado. A voz daquela noite.
Mas Yrene ergueu o queixo enquanto paravam na base daqueles degraus íngremes e disse à princesa, inalterável como qualquer rainha:
— O que é que você quer?
Duva inclinou a cabeça, os olhos completamente pretos. O ébano dos valg.
— Você não quer saber como?
— Tenho certeza que vai nos contar, de qualquer maneira — disse Chaol.
Os olhos de Duva se estreitaram de aborrecimento, mas ela soltou uma pequena risada.
— Estes túneis correm entre o palácio e a Torre. Aqueles feéricos imortais enterraram seus membros da realeza aqui. Renegados da linhagem nobre de Mora. — Ela varreu um braço para abranger a sala. — Tenho certeza de que o khagan ficaria fora de si se soubesse quanto ouro tem sob seus pés. Outra cartada para jogar quando o tempo exigir.
Yrene olhou e olhou para Hafiza, que assistia tudo com calma.
Uma mulher pronta para o fim. Que agora só queria assegurar-se de que Yrene não pensasse que ela estava assustada.
— Eu estava esperando que descobrissem que era eu — Duva falou. — Quando destruí todos aqueles preciosos livros e pergaminhos, pensei que certamente notariam que eu era a única que não tinha ido à festa. Mas então percebi... como poderiam suspeitar de mim? — Ela colocou uma mão em seu útero cheio. — Foi por isso que ele a escolheu, para começar. Duva era encantadora e gentil. Gentil demais para ser uma candidata para o trono. — Um sorriso de cobra. — Sabiam que Hasar tentou pegar o anel primeiro? Ela o viu no casamento, foi enviado por Perrington e o quis. Mas Duva agarrou-o antes que ela pudesse. — Ela ergueu o dedo, revelando o largo anel de prata.
Nem um vislumbre da pedra de Wyrd.
— Está embaixo — ela sussurrou. — Um truque inteligente para escondê-lo. E no momento em que ela fez seus votos para aquele doce e apaixonado príncipe humano, isto veio para a mão dela. — Duva sorriu. — E ninguém nem notou. — Um brilho de seus dentes brancos. — Exceto a irmãzinha de olhos afiados. — Ela estalou a língua. — Tumelun suspeitou que algo estava errado. Me pegou revirando lugares esquecidos. Então eu a peguei também. — Duva riu. — Ou não, eu acho. Já que a empurrei daquela varanda.
Yrene sugou uma respiração.
— Uma princesa tão selvagem e impetuosa — comentou Duva. — Propensa a tais modos. Eu não poderia deixá-la procurar seus amados pais e me denunciar, poderia?
— Sua cadela — Yrene estalou.
— Foi do que ela me chamou — respondeu Duva. — Disse que eu não parecia certa. — Ela esfregou uma mão sobre a barriga, depois bateu um dedo na lateral da própria cabeça. — Vocês deveriam ter ouvido como ela gritou. Duva – como Duva gritou quando empurrei a pirralha da varanda. Mas eu a calei rápido o suficiente, não? — Ela novamente trouxe aquela faca até a barriga e a passou sobre a seda.
— Por que você está aqui? — Yrene respirou. — O que quer?
— Você.
O coração de Chaol tropeçou na palavra.
Duva endireitou-se.
— O Rei Escuro ouviu sussurros. Sussurros que uma curandeira abençoada com os dons de Silba tinha entrado na Torre. E isso o tornou muito, muito cauteloso.
— Porque eu posso arrancá-los como os parasitas que vocês são?
Chaol disparou a Yrene um olhar de advertência.
Mas Duva afastou o punhal do ventre e estudou a lâmina.
— Por que acha que Maeve tem juntado seus curandeiros, nunca permitindo que deixem suas fronteiras patrulhadas? Ela sabia que retornaríamos. Ela queria estar pronta – estava se protegendo. Seus favoritos, aqueles curandeiros de Doranelle. Seu exército secreto.
Duva zumbiu, fazendo um gesto com a faca para a necrópole.
— Quão inteligentes eram aqueles feéricos, que escaparam de suas garras após a última guerra. Eles correram todo o caminho até aqui – os curandeiros que sabiam que sua rainha os manteria engaiolados como animais. E então criaram a magia na terra, em seu povo. Encorajou os poderes certos a se desenvolverem, para garantir que esta terra sempre fosse forte, defendida. E então desapareceram, levando seus tesouros e histórias para baixo da terra. Garantindo que fossem esquecidos, enquanto seus pequenos jardins eram plantados acima.
— Por quê? — foi tudo o que Chaol disse.
— Para dar àqueles que Maeve não considerava importantes uma chance de luta, se Erawan retornasse — Duva estalou a língua. — Tão nobre, aqueles feéricos renegados. E assim a Torre cresceu – e Sua Majestade Sombria de fato ressurgiu, e depois caiu, e depois dormiu. E até mesmo ele esqueceu o que alguém com os dons certos pode fazer. Mas então acordou mais uma vez. E se lembrou dos curandeiros. Então assegurou-se de purgar os que receberam os dons das terras do norte. — Um sorriso para Yrene, odioso e frio. — Mas parece que uma pequena curandeira escorregou da mesa do açougueiro. E fez o caminho para esta cidade, com um império para guardá-la.
A respiração de Yrene saía aos trancos. Ele viu a culpa e o medo se instalarem. Que, ao chegar aqui, ela trouxe a desgraça sobre eles. Tumelun, Duva, a Torre, o khaganato.
Mas o que Yrene não percebeu, Chaol pôde ver por ela. Viu com o peso de um continente, um mundo sobre si. Viu o que tinha aterrorizado Erawan o suficiente para despachar um de seus agentes.
Porque Yrene, madura com poder e encarando esse demônio valg que discursava... Esperança.
Era a esperança que estava ao lado dele, escondida e protegida esses anos nesta cidade, e nos anos anteriores. Escondida pela terra, pelos próprios deuses, escondida das forças preparadas para destruí-la.
Um núcleo de esperança.
A mais perigosa de todas as armas contra Erawan, contra a antiga escuridão valg.
O motivo pelo qual ele fora trazido aqui, para recuperar para sua pátria, seu povo. Para proteger. Mais preciosa do que soldados, do que qualquer arma. Sua único chance de salvação.
Esperança.
— Por que não me mata, então — exigiu Yrene. — Por que apenas não me mata?
Chaol não ousou perguntar ou pensar na questão.
Duva descansou a faca em sua barriga outra vez.
— Porque você é muito mais útil para Erawan viva, Yrene Towers.



Yrene estava tremendo. Em seus ossos, ela estava tremendo.
— Eu não sou ninguém — Yrene respirou.
A lâmina, aquela lâmina pousada em cima do útero. E Hafiza permanecia imóvel e vigilante, sempre calma, ao lado de Duva.
— Não? — A princesa cantarolou. — Dois anos é um ritmo excepcionalmente rápido para escalar tão alto na Torre. Não é, curandeira?
Yrene queria vomitar enquanto o demônio dentro de Duva olhava para Hafiza.
Hafiza encontrou seu olhar inquisitivamente.
Duva riu calmamente.
— Ela sabia. Sabia quando eu a levei de sua sala mais cedo. Que eu estava vindo atrás de você. Herdeira de Silba.
A mão de Yrene deslizou para o medalhão. Para o bilhete dentro.
O mundo precisa de mais curandeiros.
Foi a própria Silba que veio naquela noite em Innish, que a mandou para cá, com uma mensagem que ela entenderia mais tarde?
O mundo precisa de mais curandeiros – para lutar contra Erawan.
— Foi por isso que Erawan me enviou — disse Duva. — Para ser seu espião. Para ver se um curandeiro com esses dons – os dons – poderim de fato surgir na Torre. E para evitar que você aprenda demais. — Um pouco dar de ombros. — É claro que, matar essa princesa pirralha e a outra curandeira foram... erros, mas tenho certeza de que Sua Majestade Sombria me perdoará quando eu voltar com você a reboque.
Rugido encheu sua cabeça, tão alto que Yrene mal podia ouvir sua própria quando ela criticou:
— Se pretende me levar para ele, por que matar a curandeira que confundiu comigo? E por que não matar todos os curandeiros nesta cidade e se poupar do problema?
Duva bufou, acenando com aquela faca.
— Porque isso levantaria muitas questões. Por que Erawan estaria visando o seu tipo? Certos jogadores-chave poderim ter começado a ponderar. Então, a Torre deveria ficar só – em sua ignorância. Morando aqui, separada do norte, nunca deixando estas costas. Até que seja hora do meu senhor lidar com este império. — Um sorriso que fez Yrene gelar. — Quanto a essa curandeira... o modo como ela se parecia com você não tinha importância. Ela estava no lugar errado na hora errada. Bem, na hora certa para mim, já que eu estava com muita fome e não conseguia alimentar-me exatamente sem ser notado. Mas também para despertar algum medo em você, para fazê-la perceber o perigo e deixar de trabalhar com esse idiota adarlaniano, parar de se intrometer em assuntos tão antigos. Mas você não ouviu, não é?
As mãos de Yrene se tensionaram em garras.
— Que pena, Yrene Towers. Que pena. A cada dia que você trabalhou com ele, curou-o, tornou-se claro que você, de fato, era única. Aquela que meu Rei Sombrio quer. E depois que os próprios espiões de Duva no palácio contaram que você o curou completamente, uma vez que ele estava caminhando novamente e você provou sem dúvida que era quem fui enviada para encontrar... — Ela zombou para Hafiza, e Yrene queria rasgar essa expressão do seu rosto. — Eu sabia que um ataque definitivo seria complicado. Mas atraí-la para cá... Muito fácil. Estou um pouco desapontada. Então — ela declarou, girando a faca em sua mão — você virá comigo, Yrene Towers. Para Morath.
Chaol entrou na frente de Yrene.
— Você está esquecendo uma coisa.
Duva ergueu uma sobrancelha bem preparada.
— Estou?
— Você ainda não ganhou.
, Yrene quis dizer a ele. .
Pois era um poder escuro começando a se enrolar nos dedos de Duva, ao redor do punho da faca.
— O que é divertido, lorde Westfall — falou Duva, olhando para eles de cima do estrado — é você pensar que pode comprar tempo até que os guardas venham. Mas até lá, você estará morto, e ninguém ousará questionar a minha palavra quando eu lhes disser que você tentou nos matar aqui. Para levar este ouro de volta ao seu pobre reinozinho depois de ter desperdiçado o seu próprio ao ordenar aquelas armas ao vizir de meu pai. Por que você poderia comprar mil exércitos com isso.
— Você ainda tem a nós para lutar — Yrene sibilou.
— Suponho que sim — Duva puxou algo do bolso. Outro anel, feito de pedra tão escura que engolia a luz. Sem dúvida enviado diretamente de Morath. — Mas uma vez que você colocar isso... fará o que eu mandar.
— E por que eu deveria?
Duva apoiou a faca contra a garganta de Hafiza.
— Por isso.
Yrene olhou para Chaol, que avaliava a sala, as escadas e as saídas.
O poder das trevas em torno dos dedos de Duva.
— Então — Duva disse, dando um passo no estrado. — Vamos começar.
Ela deu um segundo passo antes de acontecer.
Chaol não se moveu. Mas Hafiza sim.
Ela jogou seu corpo, cadeira e tudo, todo o peso desse trono dourado, degraus abaixo.
Em cima da Duva.
Yrene gritou, correndo para eles, Chaol se lançando em movimento.
Hafiza e o bebê, o bebê e Hafiza...
A idosa e a princesa caíram naqueles degraus íngremes, madeira estalando. Madeira, não metal. O trono era pintado, e agora quebrou enquanto rolavam, Duva gritando e Hafiza tão silenciosa, mesmo quando sua mordaça saiu...
Elas atingiram o chão de pedra com um baque que Yrene sentiu em seu coração.
Chaol estava instantaneamente lá, indo não para Duva, esparramada no chão, mas para Hafiza, mole e sem se mover. Ele a puxou para trás, estilhaços e cordas se agarrando a ela, a boca aberta...
Olhos se abriram...
Yrene soluçou, agarrando Hafiza pelo outro braço e ajudando-a a sair do caminho, em direção a uma estátua imponente de um soldado feérico.
Assim que Duva se levantou nos cotovelos, os cabelos soltos ao redor de seu rosto, e fervendo:
— Sua pilha podre de merda...
Chaol pulou de pé, espada erguida diante deles enquanto Yrene tentava invocar sua magia para curar o corpo frágil.
A velha conseguiu levantar o braço o suficiente para segurar o pulso de Yrene. , ela parecia dizer.
Duva se levantou, longos estilhaços presos em seu pescoço, sangue escorrendo de sua boca. Sangue preto.
Chaol lançou a Yrene um olhar por cima do ombro. Corra.
E levar Hafiza com ela.
Yrene abriu a boca para dizer-lhe que não, mas ele já havia se virado novamente. A princesa avançou um passo.
Seu vestido estava rasgado, revelando a barriga firme e redonda abaixo. Uma queda assim com um bebê...
Um bebê.
Yrene agarrou Hafiza sob seus ombros magros, puxando seu leve peso pelo chão.
Chaol não a mataria. Duva.
Yrene soluçou através de seus dentes cerrados enquanto arrastava Hafiza para trás e voltava a atravessar aquela passagem dourada, as estátuas assistindo de forma insensível.
Ele nem mesmo feriria Duva, não com aquele bebê no ventre.
O peito de Yrene afundou ao baixo zumbido de poder que encheu a sala.
Ele não lutaria de volta. Ele compraria tempo a Yrene.
Para pegar Hafiza e correr.
— Isso provavelmente vai doer muito — Duva ronronou.
Yrene virou-se para trás assim que as sombras ligadas à princesa foram direcionadas a Chaol.
Ele rolou para o lado, a explosão avançando e atingindo a estátua atrás da qual ele se escondeu.
— Tão teatrais — Duva comentou, e Yrene apressou-se, deslizando Hafiza para aquelas escadas distantes. Deixando-o – deixando-o para trás.
Mas movimento chamou sua atenção e então...
Uma estátua foi atirada na princesa.
Duva a explodiu com o poder. Ouro choveu pela sala em pedaços que atingiram o topo dos sarcófagos, o som ecoando pela câmara.
— Você está tornando isso chato — Duva lançou uma mão cheia de escuridão para onde ele estava.
Yrene tropeçou quando a sala estremeceu, mas manteve-se ereta.
Outro golpe.
Outro.
Duva sibilou, circulando o sarcófago, onde pensava que Chaol estava escondido. Ela liberou seu poder cegamente.
Chaol apareceu, escudo na mão.
Não um escudo – um espelho antigo.
O poder atingiu o metal, quebrando o vidro, mesmo quando rebateu para a princesa.
Yrene viu o sangue primeiro. Em ambos.
Então viu o medo no rosto dele quando Duva foi atirada para trás, batendo contra um sarcófago de pedra com tanta força que seus ossos se quebraram.
Duva bateu no chão e não se moveu.
Yrene esperou uma respiração. Duas.
Ela baixou Hafiza no chão e correu. Correu para Chaol, onde ele ofegava, boquiaberto com a mulher caída.
— O que eu fiz? — ele sussurrou, recusando-se a tirar os olhos da princesa. Sangue escorria de seu rosto dos fragmentos do espelho, mas nada grande, nada letal.
Duva, no entanto...
Yrene passou por ele, por sua espada, para a princesa no chão. Se ela estivesse apagada, ela poderia potencialmente tirar o demônio valg, talvez tentar consertar seu corpo...
Ela virou Duva.
E encontrou a princesa sorrindo para ela.
Aconteceu tão rápido. Muito rápido.
Duva pulou para seu rosto, sua garganta, faixas pretas de poder pulando de suas palmas.
Então Yrene não estava mais lá. Estava nas pedras, jogada para o lado quando Chaol se atirou entre ela e a princesa.
Sem escudo, sem arma.
Apenas as costas dele, totalmente expostas, quando empurrou Yrene para longe e recebeu o peso total do ataque do valg.

14 comentários:

  1. Mas ele acabou de se curaaaaaaaaar. Ai que agonia

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  2. Ela virou Duva.
    E encontrou a princesa sorrindo para ela
    - aqueles filmes de terror sabe

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  3. "— Ela sabia. Sabia quando eu a levei de sua sala mais cedo. Que eu estava vindo atrás de você. Herdeira de Silba."

    BERROOOOO AAAAAAAAAAAAAAAA

    Aelin - Herdeira de Mala
    Manon - A última rainha Crochan
    Yrene - Herdeira de Silva
    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

    O Chaol lutando contra Duva e só pensando: O BEBÊ

    Ah não mano, de novo não '^'

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  4. "Um núcleo de esperança.
    A mais perigosa de todas as armas contra Erawan, contra a antiga escuridão valg."
    Hmmmmmm por isso a Aelin, no livro da lâmina da assassina, sentiu um "fio do destino" conectando ela e Yrene. Assim como ela sentiu com a Manon

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  5. Desse jeito não dá .....Haja estômago para acabar essa leitura!!!! Pelo amor de Deus....de novo Não!!!!

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  6. Tento repetir para mim mesma que vai acabar bem mas tá difícil

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  7. E essa jumenta num tinha que ter corrido?

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  8. Idiotas idiotas idiotas!!!!!!!!!!!!aaahhhhhhhh!!! Parvos, simplórios e cabeças de vento!!! Autora dos infernos!!!!

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  9. Não acredito, ele ta se curando..... de novo não

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  10. Naooo..a sara ta má nesse livro..é filhote e agora mulher gravida

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Boa leitura, E SEM SPOILER!