29 de janeiro de 2018

Capítulo 45

Yrene sabia que ela era uma mulher morta.
Sabia no momento em que Hasar atingiu a água escura e todos se puseram em pé, gritando e sacando lâminas.
Chaol tinha Yrene atrás de si em um instante, a espada meio desembainhada – uma lâmina que ela nem o vira alcançar antes de estar na mão dele.
A piscina não era profunda, e Hasar rapidamente colocou-se em pé, encharcada e furiosa, com os dentes à mostra e os cabelos totalmente escorridos quando apontou para Yrene.
Ninguém falou.
Ela apontou e apontou, e Yrene preparou-se para a ordem da morte.
Eles a matariam e depois matariam Chaol por tentar salvá-la.
Ela sentiu que ele avaliava todos os guardas, os príncipes, os vizires. Todas as pessoas que se interporiam no caminho para os cavalos, todas as pessoas que poderiam lutar.
Mas um som baixo, efervescente, soou atrás de Yrene.
Ela olhou para ver Renia segurando a barriga, a outra mão sobre a boca, enquanto olhava para sua amante e uivava.
Hasar girou para Renia, que apenas esticou um dedo, apontando e rugindo com gargalhadas. Lágrimas saíam dos olhos da mulher.
Então Kashin inclinou a cabeça para trás e gritou de diversão.
Yrene e Chaol não se atreveram a se mexer.
Não até Hasar empurrar um criado que se lançou na piscina para ajudá-la, recuou para a borda pavimentada, e se virou para Yrene com morte nos olhos e a ira total de todos os poderosos khagans antes dela.
Silêncio de novo.
Mas então a princesa bufou.
— Eu estava me perguntando quando você criaria coragem.
Ela se afastou, água pingando, Renia uivando novamente.
Yrene pegou o olhar de Chaol – observou-o lentamente soltar a mão da espada. Observou suas pupilas se encolherem novamente. Observou-o perceber...
Eles não morreriam.
— Com isso — Yrene falou baixinho — acho que é hora de ir para a cama.
Renia pausou a risada o suficiente para dizer:
— Eu iria antes que ela volte.
Yrene assentiu e conduziu Chaol pelo pulso de volta para as árvores escuras e as tochas.
Ela não podia deixar de se perguntar se a risada de Renia e Kashin tinha sido, em parte, diversão verdadeira, mas também um presente. Um presente de aniversário, para mantê-los fora da forca. Das duas pessoas que melhor entendiam quão mortal o humor de Hasar poderia ser.
Manter a cabeça, decidiu Yrene, era um presente de aniversário muito bom.



Seria fácil para Chaol rugir para Yrene. Exigir como ela pôde pensar em arriscar sua vida. Meses atrás, ele teria feito isso. Inferno, ele ainda estava debatendo.
Mesmo quando entraram na espaçosa tenda, ele continuou acalmando os instintos que vieram berrando para a superfície no momento em que aqueles guardas pressionaram e alcançaram suas espadas.
Uma pequena parte dele estava profundamente agradecida, quase de joelhos, que nenhum desses guardas fosse um daqueles com que ele treinara nas últimas semanas – que ele não tinha sido forçado a fazer essa escolha, cruzar essa linha entre eles.
Mas ele viu o terror aos olhos de Yrene. No momento em que ela percebeu o que estava para acontecer, o que teria acontecido se a amante da princesa e Kashin não tivessem entrado para desarmar a situação.
Chaol sabia que Yrene tinha feito isso por ele.
Pelo sarcasmo e insulto odioso.
E pelo jeito como ela entrou na própria tenda, dirigindo-se para os sofás e mesas e almofadas...
Chaol também sabia que ela estava bem ciente do resto.
Ele tomou um assento no braço entalhado de uma cadeira, inclinando a bengala ao lado, e esperou.
Yrene girou em direção a ele, deslumbrante naquele vestido roxo que quase o derrubou de joelhos quando ela emergiu pela primeira vez da tenda. Não apenas por quão bem ela se adequava a ele, mas as faixas de pele exposta. As curvas. A luz e a cor dela.
— Antes que comece a gritar — declarou Yrene — devo dizer que o que aconteceu é prova de que eu não deveria casar com um príncipe.
Chaol cruzou os braços.
— Tendo vivido com um príncipe durante a maior parte da minha vida, eu diria o contrário.
Ela acenou com a mão, passando a andar mais.
— Eu sei que foi estúpido.
— Incrivelmente.
Yrene sibilou – não para ele. A memória. O temperamento.
— Não me arrependo.
Um sorriso puxou sua boca.
— É uma imagem que provavelmente me lembrarei pelo resto da minha vida.
Ele lembraria. A maneira como os pés de Hasar haviam passado por cima de sua cabeça, o rosto gritando antes de acertar a água...
— Como você pode estar tão entretido?
— Oh, eu não estou. — Seus lábios estavam realmente formando um sorriso. — Mas certamente é divertido ver que esse seu mau temperamento se voltando contra alguém que não eu.
— Eu não tenho mau temperamento.
Ele ergueu uma sobrancelha.
— Conheci um número razoável de pessoas com mau temperamento, e o seu, Yrene Towers, está entre os maiores.
— Como Aelin Galathynius.
Uma sombra passou por seu rosto.
— Ela teria gostado muito da visão de Hasar dando uma cambalhota forçada na piscina.
— Ela realmente vai se casar com esse príncipe feérico?
— Talvez. Provavelmente.
— Você está chateado com isso?
E embora ela perguntasse casualmente, aquela máscara de curandeira, um retrato de calma e curiosidade, ele escolheu suas palavras cuidadosamente.
— Aelin foi muito importante para mim. Ela ainda é – embora de uma maneira diferente. E por um tempo... não foi fácil mudar os sonhos que planejei para o meu futuro. Especialmente os sonhos com ela.
Yrene inclinou a cabeça, a luz da lanterna dançando em seus cachos suaves.
— Por quê?
— Porque quando conheci Aelin, quando me apaixonei por ela, ela não era... Ela usava outro nome. Outro título e identidade. E as coisas entre nós desmoronaram antes que eu soubesse a verdade, mas... acho que sabia. Quando eu soube que ela era na verdade Aelin. Eu sabia que entre ela e Dorian, eu...
— Você nunca deixaria Adarlan. Ou ele.
Ele brincou com a bengala ao lado dele, passando as mãos pela madeira lisa.
— Ela também sabia disso. Muito antes de mim. Mas ela ainda... Ela saiu, em um ponto. É uma longa história, mas ela foi para Wendlyn sozinha. E foi lá que conheceu o Príncipe Rowan. E por respeito a mim, porque não tínhamos realmente terminado, ela esperou. Por ele. Ambos fizeram. E quando ela voltou para Forte da Fenda, terminou. Entre nós, quero dizer. Oficialmente. Pessimamente. Eu lidei muito mal com isso, e ela também, e só... Nós só selamos nossa paz antes de nos separarmos há alguns meses. E eles partiram juntos. Como deveria ser. Eles são... Se você os conhecer, entenderá. Como Hasar, ela não é uma pessoa fácil de se estar, de entender. Aelin assusta a todos. — Ele bufou. — Mas não ele. Acho que é por isso que ela se apaixonou por ele, contra suas melhores intenções. Rowan viu tudo o que Aelin era e é, e não estava com medo.
Yrene ficou quieta por um momento.
— Mas você estava?
— Foi um... período difícil para mim. Tudo o que sabia foi destruído. Tudo. E ela... acho que coloquei uma grande carga de culpa sobre ela. Comecei a vê-la como um monstro.
— E ela é?
— Depende de quem está contando a história, suponho. — Chaol estudou o padrão intrincado do tapete vermelho e verde sob suas botas. — Mas eu não penso assim. Não há mais ninguém em quem eu confiaria para lidar com essa guerra. Ninguém mais em quem eu confiaria contra toda Morath, além de Aelin. Até mesmo Dorian. Se houver algum jeito de vencer, ela vai descobri-lo. Os custos podem ser altos, mas ela pagará. — Ele balançou a cabeça. — E é o seu aniversário. Provavelmente devemos falar de coisas mais agradáveis.
Yrene não sorriu.
— Você esperou por ela enquanto ela foi embora. Não foi? Mesmo sabendo o que – quem – ela realmente era.
Ele não admitira isso nem mesmo para si próprio.
Sua garganta apertou.
— Sim.
Ela estudou agora aquele tapete tecido debaixo deles.
— Mas você... você ainda a ama?
— Não — ele disse, e era verdade. Ele acrescentou suavemente: — Nem Nesryn.
Ela ergueu as sobrancelhas, mas ele passou a mão pela bengala, gemendo suavemente enquanto se levantava e abria caminho para ela. Ela examinou cada movimento, incapaz de deixar a cura, seus olhos percorrendo as pernas, o tronco, o jeito como ele segurava a bengala.
Chaol parou a um passo de distância, puxando um pequeno pacote para fora do bolso. Silenciosamente, ele o estendeu a ela, o veludo preto ondulando como as dunas atrás deles.
— O que é isso?
Ele apenas estendeu o tecido dobrado.
— Eles não tinham uma caixa que eu gostasse, então usei o pano.
Yrene tirou-o de sua mão, seus dedos tremendo levemente quando dobrou as bordas do pacote que ele carregara o dia todo.
À luz do lampião, o medalhão de prata cintilava e dançava ao ser erguido entre seus dedos, os olhos arregalados.
— Não posso aceitar isso.
— É melhor aceitar — ele disse enquanto ela abaixava o medalhão oval na palma da mão para examiná-lo. — Mandei gravar suas iniciais nele.
De fato, ela já traçava as letras que ele pedira ao joalheiro em Antica para gravar na frente. Ela virou-o para a parte de trás...
Yrene colocou uma mão na garganta, bem sobre aquela cicatriz.
— Montanhas. E mares — ela sussurrou.
— Para que você nunca esqueça que as escalou e os atravessou. Que você – você sozinha – conseguiu chegar aqui.
Ela soltou uma risada pequena e suave – um som de pura alegria. Ele não podia permitir-se identificar outro som dentro disso.
— Eu o comprei — afirmou Chaol — para que você possa guardar seja lá o que sempre carrega no bolso. Assim não precisa continuar movendo-o de vestido para vestido. O que quer que seja.
Surpresa iluminou seus olhos.
— Você sabe?
— Eu não sei o que é, mas vejo você segurando algo lá o tempo todo.
Ele calculou que fosse pequeno e baseou o tamanho do medalhão nisso. Nunca viu uma forma ou peso em seus bolsos para sugerir o seu volume, e estudou outros objetos que ela colocou lá dentro enquanto trabalhava nele – papéis, frascos – contra a pouca espessura do objeto. Talvez fosse uma mecha de cabelo, alguma pedrinha...
— Não é nada tão bom quanto uma festa no deserto...
— Ninguém me deu um presente desde os meus onze anos.
Desde sua mãe.
— Um presente de aniversário, quero dizer — ela esclareceu. — Eu...
Ela deslizou a fina corrente de prata do medalhão sobre a cabeça, os elos enroscando nos cachos perdidos e brilhosos. Ele observou-a levantar a massa de seus cabelos sobre a corrente, e arrumando o cabelo até o medalhão repousar no alto de seus seios.
Contra o mel de sua pele, o medalhão era como mercúrio. Ela passava seus dedos finos sobre a superfície gravada.
O peito de Chaol apertou enquanto ela levantava a cabeça, e ele encontrou prata alinhando seus olhos.
— Obrigada — ela falou suavemente.
Ele deu de ombros, incapaz de responder.
Yrene apenas se aproximou, e ele se mexer, preparou-se enquanto as mãos lhe seguravam o rosto. Como ela olhou nos olhos dele.
— Fico feliz — ela sussurrou — que você não ame essa rainha. Ou Nesryn.
Seu coração trovejou por cada centímetro dele.
Yrene ergueu os dedos dos pés e lhe deu um beijo, leve como uma carícia, na boca. Nunca quebrando o olhar dele.
Ele leu as palavras não ditas lá. Se perguntou se ela também leu aquelas que não foram expressas por ele.
— Eu o apreciarei para sempre — Yrene falou, e ele sabia que ela não falava sobre o medalhão. Não quando ela abaixou uma mão de seu rosto para seu peito. Em cima de seu coração furioso. — Não importa o que aconteça ao mundo. — Outro beijo de leve. — Não importa os oceanos, montanhas ou florestas no caminho.
Nada mais o segurava. Deixando sua bengala bater no chão, Chaol passou uma mão ao redor de sua cintura, seu polegar acariciando a pele desnuda revelada pelo vestido. O outro, ele mergulhou naquele cabelo lindo e pesado, agarrando a parte de trás da cabeça dela enquanto inclinava seu rosto para cima. Para estudar aqueles olhos castanhos dourados, a emoção que fervilhando neles.
— Também fico feliz por não amá-las, Yrene Towers — ele sussurrou em seus lábios.
Então sua boca estava sobre a dela, e ela se abriu para ele, o calor e a seda dela trazendo um gemido do fundo de sua garganta.
As mãos dela acariciaram seus cabelos, os ombros, o peito e o pescoço. Como se ela não pudesse tocá-lo o suficiente.
Chaol se divertiu com os dedos que ela cravou em suas roupas, como se fossem garras à procura de carne. Ele deslizou a língua contra a dela, e seu gemido enquanto ela se empurrava contra ele...
Chaol recuou-os em direção à cama, os lençóis brancos quase brilhando à luz do lampião, sem se importar como seus passos desiguais, vacilantes. Não com esse vestido pouco mais do que teias de aranha e névoa, não quando ele nunca tirou a boca da dela, permanecia incapaz de tirar a boca da dela.
Os joelhos de Yrene atingiram o colchão atrás deles, e ela afastou seus lábios o suficiente para protestar:
— Suas costas...
— Eu lidarei com isso. — Ele inclinou a boca sobre a dela novamente, seu beijo atingindo sua própria alma.
Dele. Ela era dele, e ele nunca tivera nada que pudesse chamar assim. Que quisesse chamar assim.
Chaol não conseguiu arrancar a boca da de Yrene o suficiente para perguntar se ela o considerava dela. Para explicar que ele já sabia sua própria resposta. Talvez tivesse sabido desde o momento em que ela entrou na sala de estar e não olhou para ele com piedade ou tristeza.
Ele a cutucou com uma pressão de seus quadris, e ela deixou que ele a colocasse sobre a cama gentilmente – e reverentemente.
O puxão que ela lhe deu, levando-o para cima dela, era qualquer coisa menos gentil.
Chaol bufou uma risada contra seu pescoço quente, a pele mais macia que seda, enquanto ela remexia seus botões, suas fivelas. Ela se contorceu contra ele, e enquanto ele colocava seu peso sobre ela, cada parte dura dele se alinhando com tantas partes suaves dela...
Ele ia voar para fora de sua pele.
A respiração de Yrene era forte e irregular contra sua orelha, suas mãos puxando desesperadamente a camisa, tentando deslizar para trás.
— Eu pensaria que você estava cansada de tocar minhas costas.
Ela o calou com um beijo que o fez esquecer como falar por um tempo.
Esquecer seu nome e seu título e tudo menos ela.
Yrene.
Yrene.
Yrene.
Ela gemeu quando ele passou a mão pela sua coxa, mostrando sua pele sob as dobras desse vestido. Quando ele fez isso com a outra perna. Quando beliscou a boca e traçou círculos preguiçosos com os dedos sobre aquelas lindas coxas, começando ao longo de sua borda externa e arqueando para...
Yrene não apreciou a brincadeira.
Não enquanto ela envolveu uma mão ao redor dele, e todo o corpo dele se curvou ao toque, à sensação.
Não apenas uma mão acariciando-o, mas Yrene fazendo isso...
Ele não podia pensar, não podia fazer nada, além de aproveitar e tocar e se render.
E ainda...
Ele encontrou palavras. Encontrou como falar novamente. Tempo suficiente para perguntar:
— Você já...
— Sim. — A palavra era um ofego áspero. — Uma vez.
Chaol empurrou contra a ondulação da escuridão, a linha naquela garganta. Ele apenas a beijou. Lambeu.
Então perguntou contra sua pele, sua boca contornando a mandíbula:
— Você quer...
— Continue.
Mas ele fez uma pausa. Forçou-se se levantar para olhar o rosto dela, as mãos sobre as suas coxas lisas e a mão dela ainda agarrando-o, acariciando-o.
— Sim, então?
Os olhos de Yrene eram chamas douradas.
— Sim — ela respirou. Ela se inclinou, beijou-o gentilmente. Não leve, mas docemente. Abertamente. — Sim.
Um estremecimento passou por ele às palavras, e ele agarrou sua coxa bem no encontro de seu quadril.
Yrene soltou-o para levantar os quadris, arrastando-se sobre ele. Sentindo-o, com apenas seu fino vestido entre eles. Nada abaixo.
Chaol deslizou-o para o lado, acumulando o material em sua cintura. Ele mergulhou a cabeça, ansioso para procurar o máximo, então tocar e experimentar e aprender o que fazia Yrene Towers perder completamente o controle...
— Mais tarde — implorou Yrene com voz rouca. — Mais tarde.
Ele não conseguiu negar nada a ela. Essa mulher que segurava tudo o que ele era, tudo o que ele tinha, em suas mãos lindas.
Então, Chaol tirou a camisa, suas calças a seguindo com algumas manobras mais complicadas. Então ele removeu aquele vestido dela, deixando-o em pedaços no chão ao lado da cama.
Até que Yrene usava apenas esse medalhão. Até que Chaol examinou cada centímetro dela e encontrou-se incapaz de respirar.
— Eu a apreciarei para sempre — sussurrou Chaol enquanto deslizava para dentro dela, lenta e profundamente. Prazer ondulou em sua espinha dorsal. — Não importa o que aconteça ao mundo. — Yrene beijou seu pescoço, seu ombro, sua mandíbula. — Não importa os oceanos, montanhas ou florestas no caminho.
Chaol segurou o olhar de Yrene enquanto se acalmava, deixando-a se ajustar. Permitindo que ele se ajustasse à sensação de que todo eixo do mundo havia mudado. Olhando para aqueles olhos dela, nadando com brilho, ele se perguntou se ela sentia o mesmo.
Mas Yrene beijou-o novamente, em resposta silenciosa. E quando Chaol começou a se mover dentro dela, percebeu que aqui, entre as dunas e as estrelas... Aqui, no coração de uma terra estrangeira... Aqui, com ela, ele estava em casa.

4 comentários:

  1. Queria que Yrene soubesse que a moça que havia ajudado ela anos atrás era Aelin...

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  2. Senti um enorme alívio quando Renia começou a rir, pensei que ia da merda.
    Meu coração se apertou quando eles estavam falando da Aelin *^*

    "Aqui, com ela, ele estava em casa."

    Aaaaaaaaaaaaaaa tô vomitando arco-íris *-* finalmente, tenho certeza absoluta que eles foram feito um para o outro, agora só falta a Nesryn e o Sartaq *-*

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    1. Néeee! Ainda bem que Renia estava lá! Ela com certeza salvou a vida dos dois!

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Comentários de volta!
Passamos algumas horas sem essa opção, mas estamos à ativa novamente :)

Boa leitura! E SEM SPOILER!