29 de janeiro de 2018

Capítulo 33

A torre de vigia de Eidolon subia acima dos pinheiros cobertos de névoa como o fragmento de uma espada quebrada. Estava situado no topo de um pico baixo que abrangia a visão de uma parede sólida de montanhas gigantescas e, enquanto Nesryn e Sartaq se aproximavam da torre, voando pelas colinas cobertas de árvores, ela teve a sensação de correr em direção a uma onda enorme de pedra dura.
Por um batimento cardíaco, uma onda de vidro letal descia na direção dela em vez disso. Ela piscou e a imagem desapareceu.
— Lá — sussurrou Sartaq, como se temesse que qualquer um pudesse ouvir enquanto apontava para a enorme montanha que se espreitava além. — Além dessa borda é o início do território kharankui, os Montes Dagul. Aqueles na torre de vigia poderiam ver alguém descendo das montanhas, especialmente com sua visão feérica.
Com a visão superpotente ou não, Nesryn examinou as encostas estéreis dos Montes – uma parede de rochas e fragmentos de pedra. Sem árvores, sem córregos. Como se a vida tivesse fugido.
— Houlun voou sobre aquilo?
— Acredite em mim — resmungou Sartaq, — Não estou satisfeito. Borte encheu-me sobre isso esta manhã.
— Estou surpreso que seus joelhos ainda funcionem.
— Não notou o meu manquejar hoje cedo?
Apesar da torre de vigia, apesar do muro que os montes formavam além dela, Nesryn riu.
Ela poderia ter jurado que Sartaq se inclinou mais perto, seu peito largo pressionando a aljava e o arco que ela prendera em suas costas, assim como o par de facas longas, cortesia de Borte.
Eles não disseram a ninguém onde estavam indo ou o que procuravam, o que não diminuiu a dureza do olhar de Borte durante o café da manhã e olhares curiosos de Falkan do outro lado da mesa redonda. Mas eles tinham concordado na noite anterior, quando Sartaq deixou Nesryn na porta do quarto, que manter segredo era vital – por enquanto.
Então eles partiram uma hora depois do amanhecer, armados e com alguns pacotes de suprimentos. Embora planejassem dirigir-se para casa bem antes do pôr-do-sol, Nesryn insistira em trazer suas coisas. Se o pior acontecesse, se algo acontecesse, era melhor estar preparado.
Borte, apesar de sua ira por ficar no escuro, trançara o cabelo de Nesryn após o café da manhã – uma apertada trança elegante começando na coroa de sua cabeça e terminando exatamente onde a capa de couro dela caía para cobri-la no voo. A trança era apertada o suficiente para que Nesryn tivesse o desejo de afrouxá-la nas horas de voo, mas agora que a torre estava à vista e seu cabelo mal se deslocara, Nesryn supôs que a trança poderia ficar.
Kadara rodeou a torre de vigia duas vezes, voando mais baixo a cada passagem.
— Sem sinais de teias — observou Nesryn. Os níveis superiores da torre de vigia foram destruídos pelo tempo ou algum exército passado há muito tempo, deixando apenas dois andares acima do solo. Ambos foram expostos aos elementos, a escada no centro cobertas por agulhas de pinheiro e sujeira. Vigas e blocos quebrados de pedra também estavam caídos, mas não havia indícios de vida. Ou qualquer tipo de biblioteca milagrosamente preservada.
Com o tamanho de Kadara, a ruk teve que encontrar uma clareira próximo ao chão, já que Sartaq não confiava nas paredes da torre de vigia para segurá-la. O pássaro saltou para o ar assim que os dois começaram a subir a pequena inclinação para a torre de vigia propriamente dita. Ela circundaria no alto até Sartaq apitasse para ela, aparentemente.
Outro truque do rukhin e do Darghan nas estepes: o apito, além do assobio das flechas. Eles permitiam que os dois povos se comunicassem de uma maneira que poucos percebessem ou se incomodassem em compreender, passavam mensagens através do território inimigo ou linhas estabelecidas do exército. Os cavaleiros treinavam também para entender os assobios – para conhecer um pedido de ajuda ou um aviso para fugir.
Nesryn rezou a cada passo extenuante através dos pinheiros grossos e pedras de granito que eles só precisassem do apito para chamar o pássaro para irem embora. Ela não era uma rastreadora excelente, mas Sartaq, ao que parecia, era hábil lendo os sinais à sua volta.
Um balançar da cabeça do príncipe disse a Nesryn o suficiente: nenhuma sugestão de presença, aracnídea ou outra. Ela tentou não parecer muito aliviada. Apesar das árvores altas, os Montes eram uma presença sólida e iminente à sua direita, atraindo os olhos mesmo quando repelia todos os instintos.
Blocos de pedra os cumprimentaram primeiro. Grandes pedaços retangulares, meio enterrados nas agulhas de pinheiro e no solo.
O peso total do verão estava sobre a terra, mas o ar estava fresco, a sombra sob as árvores completamente fria.
— Eu não os culpo por abandonar a torre de vigia se é tão frio assim no verão — murmurou Nesryn. — Imagine no inverno.
Sartaq sorriu, mas ergueu um dedo contra os lábios enquanto passavam pela última das árvores. Corando que ele precisasse lembrá-la, Nesryn soltou seu arco e encaixou uma flecha, deixando-a pronta enquanto erguiam a cabeça para examinar a torre.
Deveria ter sido enorme há milhares de anos, se as ruínas eram suficientes para fazê-la sentir-se pequena.
Qualquer quartel ou habitação há muito tempo afundara ou apodrecera, mas a arcada de pedra da torre em si permanecia intacta, flanqueada por estátuas gêmeas de algum tipo de pássaro desgastado pelo clima.
Sartaq aproximou-se, sua faca longa brilhando como mercúrio na luz tremeluzente enquanto estudava as estátuas.
— Ruks? — a questão dele era um mero exalar.
Nesryn entrecerrou os olhos.
— Não, olhe para o rosto. O bico. São... corujas. — Corujas altas e delgadas, suas asas fechadas firmemente. O símbolo de Silba, da Torre.
A garganta de Sartaq balançou.
— Vamos ser rápidos. Não acho que seja sábio demorar.
Nesryn assentiu com a cabeça, olhando para trás enquanto passavam pelo arco aberto. Era uma posição familiar, a retaguarda – nos esgotos de Forte da Fenda, ela muitas vezes deixava Chaol ir na frente enquanto ela cobria a parte de atrás, uma flecha apontada para a escuridão às suas costas. Então seu corpo agiu seguindo pura memória muscular enquanto Sartaq dava os primeiros passos pelo arco e ela girava de volta, flecha voltada para o pinhal, examinando as árvores.
Nada. Nem um pássaro ou uma brisa através dos pinheiros.
Ela se virou um momento depois, avaliando de forma eficiente como sempre mesmo antes do treinamento: marcando as saídas, armadilhas, possíveis locais seguros. Mas não havia muito para notar na ruína.
A base da torre estava bem iluminada graças à falta do teto acima, a escadaria em ruínas levando ao céu cinzento. As fendas na pedra revelavam onde os arqueiros poderiam ter uma vez se posicionado – ou observado de dentro do calor de uma torre em um dia congelante.
— Nada acima — Nesryn observou talvez um pouco inutilmente, se virando para Sartaq no momento em que ele deu um passo em direção a um arco aberto que conduzia a uma escada escura. Ela agarrou seu cotovelo. — Não.
Ele deu um olhar incrédulo sobre o ombro dele.
Nesryn manteve seu próprio rosto como pedra.
— Sua ej disse que essas torres são repletas de armadilhas. Só porque ainda não vimos uma, não significa que não estejam aqui. — Ela apontou com a flecha para o arco aberto e para os níveis subterrâneos. — Nós ficamos em silêncio, andando com cuidado. Eu vou primeiro.
Para o inferno de estar a retaguarda, se ele estava propenso a mergulhar em perigo.
Os olhos do príncipe brilharam, mas ela não o deixou objetar.
— Eu enfrentei alguns dos horrores de Morath nessa primavera e verão. Eu sei como reconhecê-los e onde atacar.
Sartaq a olhou novamente.
— Você realmente deveria ter sido promovida.
Nesryn sorriu, soltando seu bíceps musculoso. Estremecendo quando percebeu as liberdades que tinha tomado ao segurá-lo, tocar um príncipe sem permissão...
— Dois capitães, lembra-se? — ele disse, observando o encolhimento que ela não conseguiu esconder.
De fato. Nesryn inclinou a cabeça e pisou na frente dele – e no arco da escada seguindo para baixo.
Seu braço tensionou enquanto puxava a corda do arco, examinando a escuridão imediatamente além da entrada de escada. Quando nada saltou, ela afrouxou a corda, colocou sua flecha de volta na aljava, e pegou um punhado de pedras do chão, fragmentos dos blocos de pedra derrubados ao redor deles.
Um passo atrás, Sartaq fez o mesmo, enchendo seus bolsos com eles.
Escutando cuidadosamente, Nesryn soltou uma das rochas na escada em espiral, deixando-a saltar e bater nos degraus e...
Um ligeiro clique, e Nesryn arremessou-se para trás, batendo contra Sartaq e enviando ambos para o chão. Um baque soou dentro da escada abaixo, depois outro.
No silêncio que se seguiu, sua respiração pesada o único som, ela prestou atenção mais uma vez.
— Setas ocultas — ela observou, estremecendo quando encontrou o rosto de Sartaq a poucos centímetros de distância. Seus olhos estavam sobre a escada, mesmo quando mantinha uma mão sobre as costas dela, a outra segurando sua longa faca em direção ao arco.
— Parece que lhe devo a minha vida, capitã — disse Sartaq, e Nesryn rapidamente se afastou, oferecendo uma mão para ajudá-lo a levantar. Ele a segurou, sua mão apertada em torno da dela enquanto ela o puxava.
— Não se preocupe — disse Nesryn secamente. — Não vou contar a Borte.
Ela arrumou outro punhado de pedras e as enviou rolando e descendo a escuridão das escadas. Mais alguns clics e tumps – então silêncio.
— Nós vamos devagar — ela disse, toda a diversão desaparecendo, e não esperou seu aceno de cabeça ao cutucar o primeiro degrau da escada com a ponta do seu arco.
Ela o cutucou pela escada, observando as paredes, o teto. Nada. Fez isso com o segundo, terceiro e quarto degraus – até onde o arco alcançava. E só quando estava convencida de que surpresas não a esperavam, permitiu que eles pisassem nas escadas.
Nesryn repetiu com os próximos quatro degraus sem encontrar nada. Mas quando chegaram à primeira volta da escadas em espiral...
— Eu realmente lhe devo a minha vida — Sartaq respirou quando viram o que havia sido disparado de uma fenda na parede no nono degrau.
Espinhos de ferro farpado. Projetado para golpear a carne e prender ali – a menos que a vítima quisesse arrancar mais de sua pele ou órgãos nos ganchos curvos e cruéis para sair deles.
A armadilha tinha sido disparada com tanta força que mergulhara profundamente na argamassa entre as pedras.
— Lembre-se que essas armadilhas não eram para invasores humanos — ela murmurou.
Mas para aranhas tão grandes quanto cavalos. Que podiam falar, planejar e lembrar.
Ela cutucou os degraus à frente, a madeira de seu arco produzindo um eco vazio através do buraco escuro, estimulando a fenda onde a armadilha tinha sido disparada.
— Os feéricos devem ter memorizado os lugares da escada a evitar enquanto viviam aqui — ela observou quando eles passaram por alguns outros degraus. — Não acho que eles eram estúpidos o bastante para fazer um padrão fácil, no entanto.
De fato, o próximo espigão emergiu três degraus para baixo. E no seguinte a ele, e mais cinco degraus depois. Mas depois disso...
Sartaq colocou a mão no bolso e puxou outro punhado de pedras. Ambos se agacharam enquanto ele atirava umas poucas escadas abaixo.
Clic.
Nesryn estava tão focada na parede à frente que não considerou a origem do clique. Não na frente, mas embaixo.
Em um momento ela estava agachada em um degrau.
No seguinte, este deslizou debaixo de seus pés, um poço negro abrindo-se abaixo...
Mãos fortes envolvendo seu ombro, seu pescoço, uma lâmina batendo na pedra...
Nesryn segurou a borda mais próxima da escada enquanto Sartaq a pegava, grunhindo pelo seu peso, sua longa faca caindo na escuridão abaixo.
Som de metal contra metal. Ressoou e ressoou, o barulho enchendo a escada.
Espigões. Provavelmente um fundo cheio de dentes de metal...
Sartaq a ergueu, e suas unhas arranharam a pedra enquanto ela lutava para se segurar na pedra. Mas então ela estava em cima, meio esparramada na escada entre as pernas de Sartaq, ambos ofegantes enquanto olhavam para o fosso além.
— Acho que estamos quites — disse Nesryn, lutando e não conseguindo dominar a tremedeira.
O príncipe apertou seu ombro, enquanto a outra mão esfregava a parte de trás de sua cabeça. Um toque confortante, casual.
— Quem construiu este lugar não teve piedade com as kharankui.
Demorou mais um minuto para ela parar de tremer. Sartaq esperava pacientemente, acariciando seu cabelo, os dedos ondulando sobre o topo da trança de Borte. Ela permitiu, recostou-se no toque enquanto estudava a fenda que agora teriam que pular, as escadas ainda indo em frente.
Quando ela conseguiu, finalmente, levantar sem os joelhos tremerem, eles cuidadosamente pularam o buraco – e desceram vários degraus antes de aparecer outro, desta vez acompanhado por um espigão. Mas eles continuaram descendo, os minutos passando, até chegarem ao nível abaixo.
Feixes de luz pálida brilhavam de furos cuidadosamente escondidos no chão acima, ou talvez chegando através de alguns espelhos nas passagens acima. Ela não se importava, desde que a luz fosse suficientemente forte para enxergar.
E eles conseguiam ver.
O nível inferior era uma masmorra.
Cinco celas estavam abertas, as portas quebradas, os prisioneiros e os guardas desaparecidos. Uma mesa de pedra retangular no centro.
— Qualquer um que pense que os feéricos são criaturas dadas à poesia e ao canto precisa de uma lição de história — Sartaq murmurou enquanto se demoravam no último degrau, sem ousarem tocar o chão. — Aquela mesa de pedra não foi usada para escrever relatórios ou jantar.
De fato, manchas escuras ainda manchavam a superfície. Mas uma mesa de trabalho estava de encontro à parede próxima, espalhada com uma variedade de armas. Quaisquer papéis que houvessem ali há muito tempo dissolveram com a neve e a chuva, e livros encadernados... também desapareceram.
— Nós arriscamos, ou saímos? — Sartaq refletiu.
— Chegamos tão longe — disse Nesryn. Ela entrecerrou os olhos para a parede mais distante. — Lá – há alguma escrita lá.
Perto do chão, em letras escuras – um emaranhado manuscrito.
O príncipe alcançou os bolsos, lançando mais pedras por todo o espaço. Sem cliques ou rangidos em resposta. Ele jogou algumas no teto, nas paredes. Nada.
— Está bom o suficiente para mim — disse Nesryn.
Sartaq assentiu, embora ambos testassem cada bloco de pedra com a ponta do arco ou da espada. Passaram pela mesa de pedra e Nesryn não se incomodou em examinar os vários instrumentos que tinham sido descartados.
Ela vira os homens de Chaol pendurados nos portões do castelo. Tinha visto as marcas em seus corpos.
Sartaq fez uma pausa na mesa de trabalho, classificando os instrumentos ali.
— Alguns desses ainda estão afiados — ele observou, e Nesryn se aproximou quando ele puxou uma longa adaga para fora da bainha. A luz solar acertou a lâmina, dançando ao longo das marcas esculpidas no centro.
Nesryn pegou uma espada curta, a bainha de couro quase desmoronando sob sua mão. Ela limpou a sujeira antiga do punho, revelando metal escuro brilhante incrustado com redemoinhos de ouro, atravessando e curvando ligeiramente nas extremidades.
A bainha era realmente tão velha que se despedaçou quando ela ergueu a espada, seu peso leve apesar do tamanho, com equilíbrio perfeito. Mais marcas estavam gravadas no alto da lâmina. Um nome ou uma oração, talvez.
— Somente as lâminas de feéricos poderiam permanecer tão afiadas depois de mil anos — comentou Sartaq, colocando a adaga que inspecionava de volta na mesa. — Provavelmente forjadas pelos ferreiros feéricos em Asterion, a leste de Doranelle – talvez mesmo antes da primeira das guerras demoníacas.
Um príncipe que estudou não só a história de seu próprio império, mas também de muitos outros.
História certamente não era seu assunto mais forte, então ela perguntou:
— Asterion, como os cavalos?
— Sim, os mesmos. Grandes ferreiros e criadores de cavalos. Ou foram, uma vez – antes que as fronteiras tivessem sido fechadas e o mundo escurecer.
Nesryn estudou a espada curta em sua mão, o metal brilhando como se imbuído de luz das estrelas, interrompido apenas pelas marcas na lâmina.
— Eu me pergunto o que as marcas dizem.
Sartaq examinou outra lâmina, fragmentos de luz saltando sobre os planos de seu rosto bonito.
— Provavelmente feitiços contra inimigos; talvez até mesmo contra os... — Ele parou na palavra.
Nesryn assentiu da mesma maneira. Os valg.
— Uma parte de mim espera que nunca precisemos descobrir.
Saindo do lado de Sartaq, que escolhia uma arma para si mesmo, ela prendeu a espada curta em seu cinto enquanto se aproximava da parede mais distante e da escrita escura rabiscada perto do chão.
Ela testou cada bloco de pedra no chão, mas não encontrou nada.
Por fim, ela olhou para a linha em letras negras. Não negras, mas...
— Sangue — disse Sartaq, aproximando-se dela, uma faca de Asterion agora ao seu lado.
Nenhum sinal de um corpo, ou quaisquer marcas persistentes de quem o escreveu, talvez enquanto morria.
— Está na língua feérica — disse Nesryn. — Suponho que seus sofisticados tutores não tenham lhe ensinado a língua antiga durante as suas lições de história?
Um balançar de cabeça.
Ela suspirou.
— Devemos encontrar uma maneira de anotá-lo. A menos que sua memória seja do tipo que...
— Não é. — Ele praguejou, virando-se para a escada. — Eu tenho papel e tinta nas alforjes de Kadara. Eu poderia...
Não foram suas palavras interrompidas que a fizeram girar. Mas a maneira como ele ficou absolutamente imóvel.
Nesryn deslizou aquela lâmina feérica de onde a prendera.
— Não há necessidade de traduzi-lo — disse uma leve voz feminina em halha. — Diz: Olhe para cima. Pena que vocês não fizeram isso.
Nesryn realmente olhou para o que emergiu da escada, rastejando pelo teto em direção a eles, e engoliu seu grito.

4 comentários:

  1. Ai caramba, o teto. Sempre o teto, nos filmes de terror, não?

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  2. Eidolon é o nome de um tipo de demônio, né? Aparece nos livros dos caçadores de sombras.

    •Amanda∆

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    1. Pois é, em TID era... Em HDO era uma espécie de espírito, um fantasma do mal, sei lá

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Comentários de volta!
Passamos algumas horas sem essa opção, mas estamos à ativa novamente :)

Boa leitura! E SEM SPOILER!