29 de janeiro de 2018

Capítulo 22

Yrene debateu não aparecer no dia seguinte.
O que aconteceu no sofá na última noite...
Ela voltou para seu quarto superaquecida e frenética, incapaz de se instalar. Descartando o vestido de Hasar e as joias, ela o dobrou perfeitamente na cadeira com as mãos trêmulas. Então empurrou seu baú para a frente da porta, para o caso de o demônio assassino ter captado sua inalação de quantidades ímpias daquela fumaça e pensasse em pegá-la fora de seu juízo.
Porque ela estivera. Totalmente fora de seu juízo. Tudo o que sabia era o calor e o cheiro e tamanho reconfortante dele – o arranhar de seus calos contra sua pele e como ela queria senti-los em outro lugar. Como continuou olhando sua boca e era tudo o que podia fazer para não traçá-la com seus dedos. Com seus lábios.
Ela odiava essas festas. A fumaça que fazia qualquer um abandonar todo tipo de senso comum. Inibições. Precisamente por que a nobreza e os ricos adoraram usá-la, mas...
Yrene tinha andado de um lado para o outro no seu quarto da torre, passando as mãos pelo rosto até borrar os cosméticos que Hasar tinha aplicado pessoalmente.
Ela lavou seu rosto três vezes. Deslizou em sua camisola mais leve e depois se jogou e se revirou na cama. O tecido grudava e irritava sua pele suada e ardente.
Contando as horas, os minutos, até que o aperto da fumaça diminuísse. Fosse eliminada.
Não se foi facilmente. E foi só durante as horas mais silenciosas e negras da noite que Yrene deu importância às suas próprias mãos.
Uma dose mais forte do que a habitual foi permitida esta noite. Ele se arrastou por toda parte, dedos correndo ao longo de sua pele. E o rosto que convocou, as mãos que ela imaginava tocarem sua pele.
A libertação a deixou insatisfeita.
Alvorecer chegou, e Yrene franziu o cenho para seu reflexo abatido no espelho de prata acima do lavatório.
A influência do opiáceo desapareceu com as poucas horas de sono que conseguiu roubar, mas... Algo torceu em sua barriga.
Ela lavou e vestiu, e embalou o vestido e as joias de Hasar em uma bolsa. Era melhor acabar logo com isso. Ela devolveria as roupas e as joias da princesa depois. Hasar estivera presunçosa como um gato de Bastet com a informação que Yrene lhe dera, a mentira com que Chaol alimentara a mão da princesa.
Ela pensara em não lhe dizer, mas mesmo antes da fumaça, antes daquela loucura... Quando ele ofereceu sentar-se com ela para evitar recusar Kashin, depois de um dia vagando pela cidade com facilidade, ela tinha decidido. Confiar nele. E então perdeu sua mente inteiramente.
Yrene mal podia olhar os guardas, os criados, os vizires e a nobreza no rosto quando entrou no palácio e abriu caminho para os aposentos de Lorde Westfall. Não havia dúvida de que a tinham espiado no sofá com ele. Alguns não – embora pudessem ter ouvido sobre.
Ela nunca mostrara esse comportamento no palácio. Ela deveria contar a Hafiza. Deixar a Alta Curandeira ouvir sobre seu descaramento antes que chegasse à Torre por outros lábios. Não que Hafiza a repreendesse, mas... Yrene não conseguiu escapar da sensação de que precisava se confessar. Corrigir algo. Ela manteria a conversa breve na sessão de hoje. Tão breve quanto pudesse, quando perdesse toda sensação de tempo e lugar naquele inferno escuro e furioso a lesão. Profissionalmente.
Yrene entrou na suíte, dizendo a Kadja:
— Gengibre, açafrão e limão — antes de caminhar até o quarto de Chaol.
Kadja parecia inclinada a objetar, mas Yrene a ignorou e abriu a porta do quarto.
Yrene parou tão rápido que quase tropeçou.
Foram o lençol e os travesseiros amarfanhados que ela notou primeiro. Então o peito nu dele, seus quadris mal cobertos por uma faixa de seda branca.
Então uma cabeça escura, com a face voltada para o travesseiro ao lado dele. Ainda dormindo. Exausta.
Os olhos de Chaol se abriram instantaneamente, e Yrene soltou um baixo:
— Oh.
Choque – e outra coisa queimava em seu olhar, e a boca dele se abriu.
Nesryn se agitou ao lado dele, cenho franzindo, a camisa amassada.
Chaol agarrou partes do lençol, os músculos de seu peito e abdômen se contraindo quando ele se apoiava em seus cotovelos...
Yrene simplesmente saiu.
Ela esperou no sofá dourado na sala de estar, o joelho saltando enquanto observava o jardim, as flores apenas começando a abrir-se ao longo dos pilares do lado de fora das portas de vidro. Mesmo com a fonte borbulhante, não bloqueou os sons de Nesryn murmurando enquanto acordava – então o barulho de pés suaves indo de um quarto para o outro, seguido pelo fechamento de sua porta.
Um momento depois, as rodas gemeram, e lá estava ele. Vestindo camisa e calça. Cabelo ainda desgrenhado. Até parecia que ele passara a mão nele. Ou Nesryn. Repetidamente.
Yrene envolveu os braços em torno de si mesma, a sala de alguma forma tão grande. O espaço entre eles muito aberto. Ela deveria ter tomado café da manhã. Deveria ter feito algo para evitar essa leveza. Este poço oco no estômago.
— Eu não percebi que você estaria aqui tão cedo — ele falou suavemente. Ela poderia jurar que culpa tomava seu tom.
— Você disse que eu poderia vir ao amanhecer — ela respondeu com igual intensidade, mas odiava a nota de acusação em sua voz e rapidamente acrescentou: — Eu deveria ter avisado.
— Não. Eu...
— Posso voltar mais tarde — disse ela, levantando-se. — Deixá-lo tomar o café da manhã.
Juntos. Sozinho.
— Não — ele disse bruscamente, parando sua aproximação de seu sofá habitual. — Agora está bom.
Ela não podia olhar para ele. Não podia encontrar seus olhos. Ou explicar por quê.
— Yrene.
Ela ignorou o comando em seu nome e foi até a mesa, sentando-se atrás dela, grata pela mesa de madeira esculpida entre eles. Pela estabilidade sob a palma de sua mão quando ela abriu sua bolsa de onde deixara na borda e começou a desembalar as coisas com uma precisão cuidadosa. Frascos de óleos. Diários.
Livros – os que tirou da biblioteca. A Canção do Princípio. Juntamente com aqueles pergaminhos antigos e preciosos. Ela não conseguiu pensar em um lugar mais seguro para eles além dali. Além dele.
— Eu posso fazer um tônico — Yrene falou calmamente. — Para ela. Se tal coisa for necessária. Não desejado, quero dizer.
Uma criança, ela não conseguiu dizer. Como o bebê gordo a quem ela o espiou sorrindo tão amplamente ontem. Como se fosse uma benção, uma alegria que um dia desejaria...
— E posso fazer um diário para você — ela acrescentou, cada palavra tropeçando fora de sua boca.
— Ela já tem um — disse ele. — Desde que tinha quatorze anos.
Provavelmente desde que começou a sangrar. Para uma mulher em uma cidade como Forte da Fenda, era sábio. Especialmente se ela planejava se divertir também.
— Bom — tudo que Yrene poderia pensar para dizer, ainda empilhando seus livros. — Inteligente.
Ele se aproximou da mesa até que seus joelhos alcançaram a outra extremidade.
— Yrene.
Ela tirou um livro depois do outro.
— Por favor.
A palavra fez com que ela levantasse o olhar. Encontrasse seu olhar – o solo aquecido pelo sol de seus olhos.
E foi a formação dessas duas palavras que ela viu misturando em seu olhar – Me desculpe.
E ela disparou da mesa de novo. Percorreu a sala. Abriu as portas do jardim.
Não havia nada para se desculpar. Nada. Eles eram amantes, e ela...
Yrene permaneceu nas portas do jardim até a porta do quarto de Nesryn se abrir e fechar. Até que ela ouviu Nesryn colocar a cabeça para a sala de estar, murmurar uma despedida para Chaol e sair.
Yrene tentou se forçar a olhar por sobre o ombro para a capitã Faliq, oferecer um sorriso educado, mas fingiu não ouvir a breve despedida. Fingia estar muito ocupada examinando as flores púrpuras pálidas se abrindo à luz solar da manhã.
Ela recuou contra o vazio. Ela não se sentira tão pequena, tão... insignificante por um longo, longo tempo.
Você é a aparente herdeira de Hafiza, a Alta Curandeira. Você não é nada para este homem e ele não é nada para você. Mantenha o curso. Lembre-se de Charco Lavrado – sua casa. Lembre-se dos que estão lá – dos que precisam de sua ajuda.
Lembre-se de tudo o que prometeu fazer.
Sua mão deslizou para o bolso, segurando o bilhete ali dentro.
O mundo precisa de mais curandeiros.
— Não é o que você pensa — disse Chaol atrás dela.
Yrene fechou os olhos por um batimento cardíaco.
Lute – lute por sua vida miserável, inútil e desperdiçada.
Ela virou, forçando um sorriso educado em seu rosto.
— É uma coisa natural. Uma coisa saudável. Fico feliz por você estar se sentindo... a altura da tarefa.
Da ira que ondulou em seus olhos, o aperto de sua mandíbula, Chaol talvez não sentisse.
O mundo precisa de mais curandeiros. O mundo precisa de mais curandeiros. O mundo precisa de mais curandeiros.
Terminar com ele, curá-lo, e ela poderia deixar Hafiza, sair da Torre, com a cabeça erguida. Ela poderia voltar para casa, para guerra e derramamento de sangue, e cumprir sua promessa. Fazer o bem com o presente de liberdade daquela estranha na noite em Innish.
— Podemos começar?
Eles fariam aqui na sala hoje. Porque a perspectiva de se sentar naquela cama amarrotada que provavelmente ainda cheirava a eles...
Havia um aperto em sua garganta, sua voz, que ela não podia deixar tremer, não importava quantas respirações tomasse.
Chaol a estudou. Pesando seu tom. Suas palavras. Sua expressão.
Ele viu, ouviu. Esse aperto, essa fragilidade.
Eu não esperava nada, ela queria dizer. Eu... eu não sou nada.
Por favor, não pergunte. Por favor, não force. Por favor.
Chaol também pareceu ler isso. Ele disse calmamente:
— Não a levei para a cama.
Ela se absteve de mencionar que a evidência parecia se empilhar contra ele.
— Conversamos longamente na noite passada e nós dormimos — Chaol prosseguiu. — Nada aconteceu.
Yrene ignorou a maneira como seu peito se esvaziou e preencheu com as palavras. Não confiava em si mesma para falar à medida que as informações eram processadas.
Como se sentisse sua necessidade de respirar, Chaol começou a se virar para o sofá, mas a atenção dele se voltou para os livros que ela empilhara sobre a mesa. Para os pergaminhos.
A cor sumiu de seu rosto.
— O que é isso? — ele rosnou.
Yrene caminhou até a mesa, pegando o pergaminho e desenrolando-o cuidadosamente para exibir os estranhos símbolos.
— Nousha, a bibliotecária-chefe, achou isso para mim naquela noite, quando pedi informações sobre... o que o feriu. Com toda a agitação, eu esqueci. Foi arquivado perto dos livros de Eyllwe, então eu os guardei, apenas para o caso. Acho que é antigo. Pelo menos oitocentos anos. — Ela estava balbuciando, mas não conseguia parar, grata por qualquer assunto, menos por aquele que ele estava tão perto de falar. — Acho que eles são runas, mas não vi nenhuma como essas. Nem Nousha conhece.
— Não são runas — disse Chaol com a voz rouca. — São marcas de Wyrd.
E pelo o que ele havia contado, Yrene sabia que havia muito mais. Muito mais que ele não havia divulgado.
Ela acariciou a capa escura de A Canção do Princípio.
— Este livro... Ele mencionou um portão. E chaves. E três reis para empunhá-las.
Ela não tinha certeza de que ele estava respirando. Então, Chaol disse, voz baixa:
— Você leu isso. Nesse livro.
Yrene abriu as páginas, mostrando a ilustração das três figuras diante daquele portão do outro mundo.
Aproximando, ela manteve o livro aberto para ele ver.
— Eu não consegui ler muito disso, está em uma forma antiga de Eyllwe, mas... — ela virou para a outra ilustração, do jovem infestado por esse poder sombrio no altar. — É isso... é o que eles realmente fazem?
Suas mãos baixaram nos lados de sua cadeira enquanto olhava fixamente e encarava o painel com o jovem de olhos frios e escuros.
— Sim.
A palavra guardava mais dor e medo do que ela esperava.
Ela abriu a boca, mas ele cortou um olhar de advertência para ela, dominando-se.
— Esconda-os, Yrene. Oculte tudo isso. Agora.
Seu coração trovejou em seu peito, seus membros, mas ela pegou os livros. Os pergaminhos. Ele observou as portas, as janelas, enquanto ela os colocava debaixo de almofadas e dentro de alguns vasos maiores.
Mas o pergaminho... era muito precioso. Muito antigo para tratar assim. Mesmo colocar algo por cima poderia prejudicar a integridade do papel, a tinta. Ele a notou olhando impotente, o pergaminho nas mãos.
— Minhas botas, se você puder, Yrene — ele disse de forma casual. — Tenho um segundo par que prefiro usar hoje.
Certo. Certo.
Yrene correu da sala de estar para o quarto dele, estremecendo ao ver os lençóis na cama, o que ela teria tão estupidamente assumido e parecia um engano tão imenso.
Ela entrou no pequeno reservado, viu suas botas e deslizou o pergaminho pelo cano de uma. Então pegou o par e empurrou-o em uma gaveta, cobrindo-o com uma pilha de toalhas de linho.
Ela voltou a entrar na sala de estar um momento depois.
— Eu não consegui encontrá-las. Talvez Kadja as tenha mandado para limpeza.
— Tanto faz — ele disse de forma casual, suas próprias botas agora removidas. Junto com sua camisa.
Seu coração ainda batia furiosamente enquanto ele se transferia para o sofá dourado, mas não se deitava.
— Você sabe como ler? — ela perguntou, ajoelhando-se diante dele e tomando o pé nu nas mãos. As marcas de Wyrd?
— Não. — Seus dedos dos pés se moveram quando ela começou rotações cuidadosas do tornozelo. — Mas conheço alguém que faz isso para mim quando é importante. — Palavras cuidadosas e veladas para quem poderia estar ouvindo.
Yrene passou a exercitar as pernas, esticando e dobrando, os movimentos repetidos enquanto ele movia os dedos dos pés o máximo que podia.
— Eu deveria mostrar-lhe a biblioteca em algum momento — ela ofereceu. — Você pode encontrar algo que surpreenda seu leitor para ler para você.
— Vocês tem muitos textos igualmente interessantes?
Ela baixou a perna esquerda e começou com a outra.
— Eu poderia perguntar, Nousha sabe tudo.
— Quando terminarmos. Depois do seu descanso. Faz um tempo desde que peguei um livro que... me intrigasse.
— Seria minha honra escoltá-lo, meu lorde.
Ele fez uma careta ao título formal, mas Yrene trabalhou na perna, passando pelos mesmos movimentos, antes de pedir que ele se deitasse no sofá. Eles trabalharam em silêncio enquanto ela girava os quadris, instando-o a tentar movê-los sozinho, enquanto curvava e estendia a maior parte de sua perna como podia.
Depois de um momento, ela falou sua voz mal audível:
— Você só fala sobre Erawan. — Os olhos dele brilharam em aviso ao nome. — Mas e Orcus e Mantyx?
— Quem?
Yrene começou outro conjunto de exercícios em suas pernas e quadris e costas.
— Os outros dois reis. Eles são nomeados nesse livro.
Chaol parou de mexer os dedos dos pés; ela o lembrou disso. O ar dele sumiu quando ele retomou:
— Eles foram derrotados na primeira guerra. Enviados de volta ao seu reino ou mortos, não consigo me lembrar.
Yrene considerou enquanto abaixava a perna para o sofá, cutucando-o para virar-se de barriga para baixo.
— Tenho certeza de que você e seus companheiros são adeptos de toda essa coisa de salvar o mundo — refletiu ela, ganhando um resmungo dele — mas eu me certificaria de saber com certeza. Qual das duas opções.
Ela tomou um lugar no pequeno pedaço de almofada do sofá dourado que seu corpo não cobriu.
Chaol girou a cabeça na direção dela, os músculos nas costas torcendo.
— Por quê?
— Porque se eles foram simplesmente banidos de seu reino, quem diz que ainda não estão esperando para voltar ao nosso mundo?

10 comentários:

  1. Ixxiii
    Chaol vai encontrar a corte da Aelin cheio de novidades... Não das boas, pelo que parece
    (Eu ia dizer: encontrar a Aelin, mas... Meu coração doeu um pouco...)

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  2. 😱 Ah sim claro porque já não temos merda o suficiente. Teoria da conspiração agora: Se Erawan está no duque, talvez um desses dois estivesse no rei de Adarlan (o pai, não o filho) e o outro... O outro pode estar em Maeve ??? Ou talvez nenhum deles estivesse no rei, mas poderia estar aí no continente sul agora. Quanto a Maeve eu aposto alto nessa hipótese

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  3. Ah mano
    A Sarah não cansa de complicar a vida da Aelin 💔 Maeve, Erawan, e agora esses dois ai

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  4. Manooo, agora são 4 pra atrapalhar a vida

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  5. Orcus e Mantyx fica quetinho viu, pela mor de Deus.
    Já chega de complicações

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  6. Pqp mano, agora os irmãos do capiroto querem fazer parte da festa também. O pensamento da tia SarAh só pode ser: Só Erawan e Maeve é fácil demais,vamos colocar os irmãos do capiroto e jogar mais merda no ventilador -_-'

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  7. O que eu mais gosti do Chaol é como ele é direto:
    "Por favor, não pergunte. Por favor, não force. Por favor.
    Chaol também pareceu ler isso. Ele disse calmamente:
    — Não a levei para a cama."
    Ele encontrou alguém sob medida o5ra ele... delicada e feminina mas forte... eles vão formar um par maravilhoso!! Eu shippei muito ele e Cealena, mas depois do Rowan não tinha como...Fico feliz por ela preencher o buraco que a Aelin deixou

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  8. Yrene com ciúmes, que fofo!
    Pra Sarah um rei demoníaco é pouco, então o que ela faz? Bota 3!

    Flavia

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  9. Ai mds.
    Que merda.
    Se os outros dois irmãos satanistas se juntarem com o Erawan....vai dar tanta merda que miseriqueima.
    Sério.Eu não consigo imaginar como isso vai acabar agora,que tipo,tá o Erawan e a Maeve Como vilões,imagina se juntar os outros dois irmãos do capiroto.

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Comentários de volta!
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Boa leitura! E SEM SPOILER!