29 de janeiro de 2018

Capítulo 18

O coração de Yrene trovejava quando ela se ajoelhou ao lado de Chaol na cama e observou seus dedos se moverem.
— Você consegue sentir?
Chaol ainda parecia não acreditar.
— Eu... — as palavras pararam em sua garganta.
— Você consegue controlar o movimento?
Ele pareceu se concentrar. Então seus dedos do pé pararam.
— Bom. — Disse ela, sentando-se para ver mais de perto. — Agora mova-os.
Ele novamente pareceu se concentrar, e então... dois dedos do pé dobraram. Então, três no outro pé. Yrene sorriu amplamente. Permaneceu sorridente ao virar a cabeça para ele.
Ele apenas olhou para ela. O sorriso dela. Uma espécie de intensidade focalizada tomando seus traços que a fazia ficar um pouco desconcertada.
— Como? — ele perguntou.
— O... talvez quando eu o alcancei, quando minha magia explodiu a escuridão um pouco... — tinha sido terrível. Encontrá-lo dentro de tudo tão escuro. O vazio, o frio, a dor gritante e o horror.
Ela se recusou a reconhecer o que aquilo tentou mostrar naquela parede, de novo e de novo: aquela terrível fortaleza, o destino que a aguardava quando voltasse. Ela recusou-se a reconhecê-la quando atingiu a parede, sua magia implorando-lhe para parar, para se afastar.
Até... até que o ouviu. Longe e no fundo.
Ela disparou cegamente, um ataque lançado em direção ao som. E lá estava ele, ou o que quer que a coisa tivesse feito dele. Como se fosse o núcleo da ligação entre o homem e a lesão, não a parede contra os nervos, muito acima.
Ela se envolveu em torno dele, apertando forte mesmo quando a escuridão bateu de novo e de novo. E, em resposta, ela enviou a magia dela, uma foice de luz no escuro. Uma tocha que queimou apenas uma fração.
Foi o suficiente, era o que parecia.
— Isso é bom. — Declarou Yrene – talvez inutilmente. — Isso é maravilhoso.
Chaol ainda olhava para ela quando disse:
— É.
Ela percebeu o sangue em seu corpo e o próprio estado.
— Vamos começar com isso — ela falou. — Faça alguns exercícios antes de terminar o dia.
O que ela admitiu sobre sua mãe... ela havia contado apenas a Hafiza ao ser admitida na Torre. Ninguém mais. Ela não contou a ninguém mais, desde que cambaleou para a fazenda da prima da mãe e implorou por santuário e abrigo. Ela se perguntou por quanto tempo sua própria história estivera trancada em um baú.
— Deixe-me pedir comida primeiro — decidiu Yrene. Ela olhou para a tela de madeira protegendo a sala de banho da vista, depois para seu peito e o vestido de sangue. — Enquanto esperamos... eu poderia implorar para usar seu banheiro. E para emprestar-me um conjunto de suas roupas.
Chaol ainda a observava com aquela expressão focada e calma. Uma diferente de qualquer uma que vira nele antes. Como se estivesse raspando aquela escuridão, revelando essa faceta abaixo.
Este homem que ela ainda não conhecia.
Ela não tinha certeza do que fazer com isso. Com ele.
— Pegue o que quiser — disse Chaol, sua voz baixa.
Yrene estava com a cabeça leve quando se arrastou da cama, pegou a camisa arruinada e apressou-se para a câmara de banho. Da perda de sangue, ela disse a si mesma.
Mesmo quando ela sorria ao longo de seu banho.


— Eu não posso evitar, mas me sinto negligenciada, sabe — disse Hasar enquanto examinava mapas das quais Yrene não se atrevia a perguntar. Do outro lado da bela sala de recepção da princesa, ela não podia vê-los direito e só podia assistir enquanto Hasar movia várias figuras de marfim aqui e ali, suas sobrancelhas escuras se juntando em concentração. — Renia, é claro... — Hasar prosseguiu, deslizando uma figura de dois centímetros para a direita e franzindo a testa — ... diz que eu não deveria tomar muito do seu tempo, mas talvez eu tenha ficado mal acostumada nesses dois anos.
Yrene sorveu seu chá de menta e não comentou de uma maneira ou de outra. Hasar a convocara para cá ao saber que Yrene passara o dia inteiro curando Lorde Westfall, enviando um criado para levá-la até os aposentos da princesa com a promessa de alguns refrescos tão necessários. E, de fato, os biscoitos de alfarroba e o chá haviam feito recuar uma fração da maré de exaustão.
Sua amizade com a princesa fora puramente acidental. Em uma das primeiras lições de Yrene fora da Torre, Hafiza a levara para cuidar da princesa, que havia retornado do palácio à beira-mar no nordeste para ser tratada de uma dor estomacal implacável. Eram ambas da mesma idade, e durante as horas em que Hafiza trabalhava para remover uma verdadeira tênia dos intestinos da princesa, Hasar havia ordenado que Yrene conversasse.
Então, Yrene o fez, discutindo sobre suas aulas, mencionando ocasionalmente os momentos mais nojentos de seu ano trabalhando no Porco Branco. A princesa gostava particularmente de suas histórias de brigas de bar. A sua história favorita, que ela ordenara que Yrene contasse três vezes durante os dias que Hafiza levara para extrair o verme magicamente abatido através da boca – seria por um orifício ou pelo outro, a Alta Curandeira dissera para a princesa – era a da jovem estranha que salvou a vida de Yrene, ensinou-a a se defender e deixou uma pequena fortuna em ouro e joias.
Yrene julgara a conversa ociosa, sem esperar que a princesa se lembrasse de seu nome uma vez que Hafiza retirara os últimos centímetros da tênia de seu corpo. Mas dois dias depois ela fora chamada para o quarto da princesa, onde Hasar estava ocupada enchendo a boca com toda a sorte de iguarias para compensar o peso que ela havia perdido.
Magra demais, ela falara a Yrene como saudação. Ela precisava de um traseiro maior para a amante agarrar a noite.
Yrene explodira em risadas, a primeira em um longo, longo tempo.
Hasar apenas sorriu, ofereceu a Yrene alguns peixes defumados das planícies ricas em rios e foi isso. Talvez não uma amizade de iguais, mas Hasar parecia desfrutar de sua companhia, e Yrene não estava em posição de negar a ela.
Então, a princesa fez questão de convocar Yrene sempre que estava em Antica e finalmente trouxe Renia para o palácio, tanto para conhecer seu pai quanto para conhecer Yrene. Renia, se Yrene fosse sincera, era muito preferível à exigente e ágil princesa, mas Hasar era propensa ao ciúme e ao territorialismo, e muitas vezes se certificava de que Renia se mantivesse bem longe da corte e aspirantes à sua afeição.
Não que Renia jamais tivesse dado motivo para tal. Não, a mulher, mais velha que Yrene por um mês, só tinha olhos para a princesa. Amava-a com devoção implacável.
Hasar a chamava de lady, concedera a Renia terras de seu próprio território. No entanto, Yrene tinha ouvido alguns dos outros curandeiros sussurrarem que, quando Renia entrou na órbita de Hasar, Hafiza fora discretamente convidada a curá-la de... coisas desagradáveis de sua vida anterior. Profissão anterior, aparentemente. Yrene nunca perguntou a Hasar dos detalhes, mas, considerando quão leal Renia era à princesa, ela sempre se perguntara se a razão pela qual Hasar gostava de ouvir a história de Yrene sobre sua misteriosa salvadora era porque ela também havia visto uma mulher sofrendo e estendeu a mão para ajudar. E depois mantê-la.
— Você está sorrindo mais hoje também — disse Hasar, pousando a caneta de vidro. — Apesar dessas roupas hediondas.
— As minhas foram sacrificadas pela causa da cura de Lorde Westfall — disse Yrene, esfregando a palpitação maçante em suas têmporas, que nem mesmo os biscoitos de alfarroba e o chá não podiam aliviar. — Ele foi gentil o bastante para me emprestar uma de suas próprias.
Hasar sorriu.
— Alguns podem vê-la e assumir que você perdeu suas roupas para uma razão muito mais prazerosa.
O rosto de Yrene aqueceu.
— Espero que eles se lembrem que eu sou uma curandeira profissional da Torre.
— Isso daria uma fofoca ainda mais valiosa.
— Eu pensaria que eles teriam coisas melhores a fazer do que fofocar sobre uma curandeira ninguém.
— Você é a herdeira não oficial de Hafiza. Isso a torna um pouco mais interessante.
Yrene não ficou insultada pelas francas palavras. Ela não explicara a Hasar que provavelmente iria embora e Hafiza teria que encontrar outra pessoa. Ela duvidava que a princesa aprovasse e não estava absolutamente certa de que Hasar a deixaria partir. Estava preocupada com Kashin há tanto tempo, e ainda havia Hasar...
— Bem, independentemente, não tenho nenhum interesse em Lorde Westfall.
— Você deveria. Ele é divertido, de certa forma. Até eu estou tentada.
— Sério?
Hasar riu.
— De modo algum. Mas posso ver por que você poderia estar.
— Ele e a capitã Faliq estão envolvidos.
— E se eles não estivessem?
Yrene tirou um longo gole do chá.
— Ele é meu paciente, e eu sou sua curandeira. Há muitos outros homens bonitos.
— Como Kashin.
Yrene franziu a testa para a princesa sobre o aro preto e dourado de sua xícara de chá.
— Você continua empurrando seu irmão para mim. Está encorajando-o?
Hasar colocou uma mão no próprio peito, suas unhas manicuradas brilhando no sol do final da tarde.
— Kashin não teve problemas com mulheres desde que você chegou. Vocês dois já eram amigos tão próximos. Por que não devo desejar que minha querida amiga e meu irmão formem um laço mais profundo?
— Porque se você for nomeada khagan, pode nos matar se ele não for leal.
— Sim, possivelmente, se ele não se curvar. E se você provar não estar carregando um filho, posso deixá-la responsável pela limpeza uma vez que minha própria linhagem esteja estabelecida e manter sua riqueza.
Tais palavras macias e casuais. De métodos tão horríveis que significavam evitar que este império maravilhoso e arrebatador fosse frustrado. Ela queria que Kashin estivesse aqui para ouvir, para entender.
— E o que você faria... para produzir descendentes? — Yrene perguntou.
Com Renia como a possível futura cônjuge, Hasar precisaria encontrar alguma forma de produzir um herdeiro de sangue.
Hasar começou a empurrar suas figuras ao redor do mapa novamente.
— Eu já disse a meu pai, e isso não interessa a você.
Certo. Pois se ela tivesse selecionado algum homem para fazer o trabalho... conhecimento perigoso. Seus irmãos poderiam muito bem tentar destruir alguém que Hasar e Renia confiavam o suficiente para ajudar dessa maneira. Ou pagariam generosamente para saber que Hasar e Renia estavam mesmo considerando a prole neste momento.
— Ouvi dizer que o assassino na biblioteca a perseguiu. — Hasar disse então, o rosto inabalável. — Por que você não veio para mim primeiro? — antes que Yrene pudesse responder, Hasar prosseguiu com misericórdia: — Eles disseram que foi uma morte estranha, não típica.
Yrene tentou e não conseguiu bloquear a memória do rosto magro e coriáceo.
— Verdade.
Hasar sorveu seu chá.
— Não me importo se o ataque fosse um movimento deliberado em sua vida ou se foi apenas uma pobre coincidência. — Ela baixou o copo com delicada precisão. — Quando eu encontrar quem quer que seja o responsável, eu mesma o decapitarei.
A princesa tocou na lâmina embainhada descartada em cima de sua mesa de carvalho. Yrene não duvidou dela.
— Foi-me dito que o perigo é... considerável.
— Eu não permitirei que meus amigos sejam caçados como bestas — não a voz de uma princesa, mas uma rainha-guerreira. — Não permitirei que os curandeiros da Torre sejam mortos e aterrorizados.
Hasar era muitas coisas, mas era leal. Em seu coração. A poucos, poucos a quem ela favorecia. Isso sempre tocou Yrene. Ter alguém que realmente queria dizer o que falava. Hasar decapitaria o assassino se ele infeliz o suficiente para encontrá-la. Ela também não fazia perguntas.
Yrene considerou tudo o que sabia sobre o potencial assassino e lutou para se abster de dizer à princesa que a decapitação era, de fato, a maneira correta de lidar com um demônio valg.
A menos que você estivesse de frente para os resquícios dele dentro de alguém. Nesse caso... apesar de tão horrível, tão cansativo a sessão de hoje com Lorde Westfall fora, ela já havia catalogado e guardado os pequenos fragmentos de informação que havia conseguido. Não apenas por causa da cura, mas caso voltasse a enfrentá-los nos campos de batalha. Mesmo se a perspectiva de ver aqueles demônios valg em carne e osso...
Tomando um gole de seu chá, Yrene perguntou:
— Não a preocupa de que talvez não seja coincidência que a guerra esteja no continente do norte, e agora tenhamos inimigos em nosso meio? — ela não se atreveu a mencionar a morte de Tumelun.
— Talvez Lorde Westfall e a capitã Faliq tenham trazido seus próprios espiões para persegui-la.
— Isso não é possível.
— Você tem certeza? Eles estão desesperados. E o desespero torna as pessoas dispostas a fazerem qualquer coisa para conseguirem o que precisam.
— E o que eles precisariam de mim além do que já estou dando?
Hasar chamou Yrene com um movimento de seus dedos. Yrene pousou a xícara de chá e atravessou o tapete azul profundo até a mesa diante das janelas. Os aposentos de Hasar tinham uma vista da baía, os navios e as gaivotas e a expansão esbranquiçada do Mar Estreito além.
Hasar gesticulou para o mapa na frente dela.
— O que você vê aqui?
A garganta de Yrene se apertou quando reconheceu a massa terrestre. O continente do norte, sua própria casa. E todas as figuras nele, em vermelho, verde e preto...
— São os exércitos?
— Esta é a força de duque Perrington — disse Hasar, apontando para a linha de figuras negras que se estendiam como uma parede no meio do continente. Outros grupos se espalhavam para o sul.
E para o norte: um pequeno grupo verde. E uma figura vermelha solitária, além das margens de Forte da Fenda.
— O que são os outros?
— Há um pequeno exército em Terrasen. — Hasar respondeu. Ela riu com as figuras verdes agrupadas em torno de Orynth.
— E em Adarlan?
Hasar pegou a figurinha vermelha, girando entre os dois exércitos.
— Nenhum exército. Dorian Havilliard permanece desaparecido. Ele vai para o norte ou para o sul? Ou talvez corra para o interior... embora certamente não haja nada além das montanhas, exceto para as tribos semi-selvagens.
— O que é essa figura? — perguntou Yrene, notando um peão dourado que Hasar deixara inteiramente fora do mapa. Hasar o pegou também.
— É Aelin Galathynius. Também não contabilizada.
— Ela não está em Terrasen? Com seu exército?
— Não. — Hasar acariciou os documentos que ela fazia referência ao ajustar seus próprios mapas. Relatórios, Yrene percebeu. — As últimas notícias indicam que a Rainha de Terrasen está longe de ser encontrada em seu próprio reino. Ou em qualquer outro. — Um sorriso leve. — Talvez você devesse perguntar ao seu lorde isso.
— Duvido que ele me diga. — Ela se absteve de dizer que ele não era o lorde dela.
— Então talvez você devesse fazê-lo dizer.
— Por quê? — Yrene perguntou com cuidado.
— Porque eu gostaria de saber.
Yrene leu entre as palavras. Hasar queria a informação... antes de seu pai ou irmãos.
— Para qual finalidade?
— Quando um poder de interesse desaparece, não é motivo de celebração. Especialmente um que destrói palácios e toma cidades por capricho.
Medo. Bem escondido, mas Hasar no mínimo considerava a possibilidade de que Aelin Galathynius pudesse visar algo além de suas próprias terras. Mas para servir de espiã para Hasar...
— Você acha que o ataque da biblioteca tem algo a ver com isso?
— Eu acho que talvez Lorde Westfall e a capitã Faliq estejam cientes de como jogar o jogo. E se eles fizessem parecer como se uma ameaça de Perrington estivesse em nosso meio, por que não consideraríamos aliar-nos com eles?
Yrene não achava que eles jogassem esse tipo de jogos.
— Você acha que eles estão fazendo isso para ajudar Aelin Galathynius? Ou porque ela está desaparecida e eles temem perder um aliado poderoso?
— Isso é o que eu gostaria de saber. Junto com a localização da rainha. Ou seus melhores palpites.
Yrene forçou-se a manter o olhar da princesa.
— E por que eu deveria ajudá-la?
O sorriso de um gato de Bastet.
— Além do fato de sermos boas queridas? Não há nada que eu pudesse oferecer-lhe para adoçar a oferta, adorável Yrene?
— Eu tenho tudo de que preciso.
— Sim, mas pelo que lembro, os exércitos são meus. O Mar Estreito é meu. E atravessá-lo pode ser muito, muito difícil para aqueles que se esquecem disso.
Yrene não se atreveu a baixar o olhar. Não ousou desviar do olhar escuro da princesa.
Hasar sabia. Sabia, ou adivinhava, que Yrene queria ir embora. E se ela não ajudasse a princesa... Yrene não tinha dúvidas de que tão ferozmente como Hasar amava, também, ela poderia precisar de retribuição. O suficiente para garantir que Yrene nunca deixasse estas costas.
— Verei o que eu posso fazer — disse Yrene, recusando-se a suavizar sua voz.
— Bom — declarou Hasar, e limpou as figurinhas do mapa com um movimento da mão, trazendo-as para dentro de uma gaveta e fechando-as lá dentro. — Para começar, por que não se junta a mim na festa de Tehome, na noite depois de amanhã? Posso manter Kashin ocupado, se isso abrir o caminho para você.
Seu estômago se revirou. Ela havia se esquecido de que o feriado da deusa do mar seria em dois dias. Francamente, havia festejos quase todas as semanas e Yrene participava quando podia, mas esta... com sua frota, com o Mar Estreito e vários outros sob sua jurisdição, Hasar certamente honraria Tehome. E o khaganato certamente não deixaria de honrar a Senhora das Grandes Profundidades, não quando os oceanos haviam sido bons para eles nesses séculos.
Então Yrene não se atreveu a objetar. Não se deixou hesitar muito diante dos olhos penetrantes de Hasar.
— Se não se importar de eu usar o mesmo vestido da outra noite — ela disse tão casualmente quanto podia, puxando sua camisa de tamanho maior que o dela.
— Não há necessidade — respondeu Hasar, sorrindo amplamente. — Eu tenho algo já selecionado.

15 comentários:

  1. Aí, aí, aí. É duro não poder confiar em ninguém, viu? Fica esperta com essa sua miga Irene. Fica esperta.

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  2. Mano me dá uma coisa quando eles falam da Aelin assim.
    Só fica passando pela minha cabeça o exército que ela consegusuário.
    .

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  3. Eu detesto essa Hasar, nunca gostei dela. Essa mulher não é amiga de Yrene, uma amiga jamais faria isso é acho bom a Yrene abrir bem os olhos

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  4. Eu não gosto de Hasar, cismo com ela desde o início. Ela até agora só pareceu ser egoísta, manipuladora e "dona da razão". Espero estar enganada.

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  5. Tbm não gosto dessa Hasar. .. Yrene, não
    confia nessa aí!

    Flavia

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  6. CARALHOOOO! Certeza que vou ter um troço quando a Yrene descobrir que a Aelin na verdade é a Celaena, a mesma mulher que ajudou ela no Porco Branco (ou alguma coisa assim)
    Cara, eu até que gosto da Hasar. É bom que a Sarah J Maas não escreva apenas personagens certinhos, que pensam em fazer o bem e pá, mas personagens mais manipuladores também. A Hasar representa a força feminina na família real, e isso faz dela, na minha opinião, uma personagem importante (mesmo achando que sim, ela pode aprontar alguma -_-

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  7. Aquela amizade por livre e espontânea pressão...

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk melhor comentário

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  8. Com ctz a Hasar tá minha lista de mais odiados junto com a Maeve e a escória dela 😤

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  9. é verdadeiramente irritante a maneira que a autora descarta o Dorian, mesmo nos outros livros, ele sempre aparenta ter tudo o que é necessário, poderes extraordinários, passado trágico, romance envolvente e ainda assim eu só vejo ele na sombra de Aelin, mesmo ela sendo a personagem principal existe personagens secundários que ganham um espaço como pessoas poderosas. Entretanto desde o primeiro livro eu vejo que com Dorian de alguma forma é diferente.... me pergunto se é proposital, se autora em algum momento vai ceder um espaço para ele ou se ele terminara como um personagem sem atitude

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Boa leitura, E SEM SPOILER!