29 de janeiro de 2018

Capítulo 15

Yrene sentiu a raiva irradiando de Chaol como se fosse calor irradiando de uma chaleira.
Não pelas meninas e mulheres. Elas o adoraram. Sorriram e riam, mesmo enquanto concentravam-se em sua lição completa e precisa, mesmo que os eventos da biblioteca se assomassem sobre elas, sobre a Torre, como uma mortalha cinzenta.
Houvera muitas lágrimas na vigília da noite anterior, e alguns olhos vermelhos ainda nos salões esta manhã quando ela passara.
Felizmente, não houve nenhum sinal disso quando Lorde Chaol convocou três guardas voluntários. Os corpos necessários para que as meninas atirassem no cascalho. De novo e de novo.
Os homens concordaram, talvez porque soubessem que qualquer ferimento seria remendado pelas maiores curandeiras fora de Doranelle.
Chaol até retornou seus sorrisos para elas e, para seu choque, para os guardas.
Mas Yrene... ela não recebeu nenhum deles. Nenhum.
O rosto de Chaol era apenas rigidez, olhos brilhando como geada, sempre que ela dava um passo para fazer uma pergunta ou observar os movimentos de uma acólita. Ele estava comandando, seu foco implacável não deixando passar nada, e se estivessem com um pé na posição errada, ele via antes de moverem um centímetro.
A lição de uma hora terminou com cada uma delas atirando um guarda de costas no chão. Os pobres homens coxeavam e sorriam amplamente. Principalmente porque Hafiza prometeu-lhes um barril de cerveja para cada – e seu tônico mais forte. O que era melhor do que qualquer álcool.
As mulheres se dispersaram quando os sinos tocaram às dez horas, algumas para aulas, outras para tarefas domésticas, umas para pacientes.
Algumas das garotas mais tolas se demoraram, batendo as pestanas em direção a Lorde Westfall, uma delas parecendo inclinada a cair em seu colo antes que Hafiza cuidadosamente a lembrasse de que havia uma pilha de roupas esperando-a.
Antes que a Alta Curandeira fosse atrás da acólita, Hafiza lançou a Yrene o que ela poderia jurar ser um olhar de aviso de quem sabia das coisas.
— Bem — disse Yrene a Chaol quando eles estavam novamente sozinhos, apesar do grupo de garotas olhando das janelas da Torre. Elas notaram o olhar de Yrene e viraram a cabeça, fechando a janela com risadinhas.
Silba a salvasse das adolescentes.
Ela nunca tinha sido uma, não assim. Não tão despreocupada. Ela nem sequer tinha beijado um homem até o último outono.
Certamente nunca dera risadinhas por causa de um. Ela desejou que tivesse; desejava muitas coisas que tinham terminado com aquela pira e aquelas tochas.
— Foi melhor do que o esperado — Yrene disse a Chaol, que estudava a Torre acima. — Tenho de certeza que elas me implorarão para que você retorne na próxima semana. Se estiver interessado, é claro.
Ele não disse nada.
Ela engoliu em seco.
— Eu gostaria de tentar novamente hoje, se estiver preparado para isso. Você preferiria encontrar um quarto aqui ou devemos voltar para o palácio?
Ele olhou para seus olhos então. Seus olhos estavam escuros.
— O palácio.
Seu estômago torceu ao tom gelado.
— Tudo bem. — Foi tudo o que ela conseguiu dizer, e saiu à procura dos guardas e suas montarias.
Eles voltaram em silêncio, ficaram calados durante as partes do trajeto, mas dessa vez era... proposital. Pesado.
Yrene procurou em sua memória o que ela poderia ter dito durante a lição, o que poderia ter esquecido. Talvez ver os guardas tão ativos lembrasse o que ele não tinha atualmente.
Talvez fosse simplesmente ver os próprios guardas sendo derrubados.
Ela refletiu sobre isso quando eles voltaram para o palácio, enquanto ele era ajudado por Shen e outro guarda a descer para sua cadeira, que aguardava. Ele ofereceu apenas um sorriso apertado em agradecimento.
Lorde Chaol olhou para ela por sobre um ombro, o calor da manhã aumentando o suficiente para tornar o pátio sufocante.
— Você vai empurrá-la, ou devo fazer isso?
Yrene piscou.
— Você pode se mover bem sozinho — ela respondeu, seus saltos metafóricos batendo no chão.
— Talvez você deva pedir a uma de suas acólitas para fazê-lo. Ou cinco delas. Ou qualquer número que você considere apto para lidar com um lorde de Adarlan.
Ela piscou de novo. Lentamente. E não lhe deu nenhuma resposta enquanto se afastava através de um arco. Não se incomodando em esperar para ver se ele a seguia, ou a velocidade que ele alcançava.
As colunas e salões e jardins do palácio passaram em um borrão. Yrene estava tão decidida em alcançar os aposentos dele que mal notou que alguém chamou seu nome.
Não até que repetiram uma segunda vez e ela reconheceu a voz, e se encolheu.
Quando ela se virou, Kashin – vestido de armadura e suando o suficiente para revelar que ele provavelmente estava se exercitando com os guardas do palácio – chegou ao seu lado.
— Eu estava procurando por você — ele falou, seus olhos castanhos imediatamente indo para o peito dela. Para a mancha ainda em seu vestido. As sobrancelhas de Kashin ergueram-se. — Se quiser mandar sua roupa para a lavanderia, tenho certeza de que Hasar pode emprestar-lhe alguma roupa enquanto estiver lavando.
Ela tinha se esquecido de que ainda usava aquele vestido manchado e amasado. Na verdade, não tinha sentido que estava uma droga até agora. Não tinha se sentido como um animal do curral.
— Obrigado pela oferta, mas darei um jeito.
Ela deu um passo para longe, mas Kashin disse:
— Ouvi sobre o ataque na biblioteca. Arranjei guardas adicionais para irem à Torre após o pôr-do-sol todas as noites e ficar até o amanhecer. Ninguém entrará sem nossa permissão.
Era generoso. Como ele sempre foi com ela.
— Obrigada.
Seu rosto permaneceu sério quando ele engoliu. Yrene se preparou para as palavras que ele expressaria, mas Kashin apenas disse:
— Tenha cuidado. Eu sei que você deixou seus pensamentos claros, mas...
—Kashin.
— ... isso não muda o fato de que somos, ou fomos, amigos, Yrene.
Yrene obrigou-se a encontrar os olhos dele. Forçou-se a dizer:
— Lorde Westfall mencionou seus... pensamentos sobre Tumelun.
Por um momento, Kashin olhou para as bandeiras brancas que tremulavam na janela próxima. Ela abriu a boca, talvez para finalmente lhe oferecer suas condolências, tentar consertar aquilo que tinha quebrado entre eles, mas o príncipe falou antes.
— Então você entende quão cruel essa ameaça pode ser.
Ela assentiu.
— Sim. E terei cuidado.
— Bom — ele disse simplesmente. Seu rosto se transformou em um sorriso fácil, e, por um segundo, Yrene desejou que ela conseguisse sentir algo além da mera amizade. Mas nunca tinha sido assim com ele, pelo menos da parte dela.
— Como está a cura de Lorde Westfall? Você fez progresso?
— Alguns — ela respondeu. Insultar um príncipe, mesmo aquele que já fora um amigo, ao ir embora não seria sábio, mas quanto mais essa conversa continuava... ela respirou fundo. — Eu gostaria de ficar e conversar...
— Então fique. — Seu sorriso se ampliou.
Bonito... Kashin era realmente um homem bonito. Se ele fosse qualquer outra pessoa, tivesse qualquer outro título...
Ela balançou a cabeça, oferecendo um sorriso apertado.
— Lorde Westfall está me esperando.
— Ouvi que você cavalgou com ele esta manhã para a Torre. Ele não voltou com você?
Ela tentou manter a expressão suplicante fora de seu rosto quando se curvou.
— Eu tenho que ir. Obrigada novamente pela preocupação e pelos guardas, príncipe.
O título pesou entre eles, como um sino tinindo.
Mas Yrene caminhou, sentindo o olhar de Kashin até dobrar uma esquina.
Ela apoiou-se contra a parede, fechando os olhos e exalando profundamente. Idiota. Muitos outros a chamariam de tola e ainda mais.
— Eu quase me sinto mal pelo homem.
Ela abriu os olhos para encontrar Chaol, sem fôlego e com os olhos ainda ardendo, dobrando a mesma esquina.
— Claro — ele continuou — eu estava muito atrás, o suficiente para não ouvir o que conversaram, mas certamente vi o rosto dele quando foi embora.
— Você não sabe do que está falando — disse Yrene suavemente, e continuou caminhando em direção à suíte. Mais devagar.
— Não diminua seu ritmo por minha causa. Você fez um tempo impressionante.
— Eu fiz algo para ofendê-lo hoje? — ela o cortou.
Seu olhar não revelava nada, seus braços poderosos continuavam trabalhando nas rodas da cadeira enquanto ele se empurrava para frente.
— Então?
— Por que você afasta o príncipe? Parece que vocês dois já foram próximos.
Não era a hora ou o local para essa conversa.
— Isso não é da sua conta.
— Conceda-me.
— Não.
Ele acompanhou-a facilmente enquanto ela aumentava sua velocidade. Durante todo o caminho para as portas da suíte dele.
Kadja estava de pé e Yrene lhe lançou uma ordem na lata:
— Eu preciso de tomilho seco, limão e alho. — O que poderia ter sido uma das antigas receitas de sua mãe para temperar truta fresca.
A criada desapareceu com uma reverência, e Yrene abriu as portas da suíte, segurando-as para ele passar.
— Apenas para que você saiba — Yrene assobiou quando fechou as portas com força atrás dele — sua atitude de merda não ajuda a ninguém e em nada.
Chaol parou com tudo a cadeira no meio do vestíbulo e ela estremeceu com o que esse movimento deveria ter feito com as mãos dele. Ele abriu a boca, mas a fechou.
Logo em seguida a porta do outro quarto se abriu e Nesryn surgiu, os cabelos molhados e brilhantes.
— Eu estava me perguntando para onde você tinha ido — ela disse para ele, então deu a Yrene um aceno de saudação. — Hoje cedo.
Demorou alguns segundos para Yrene reordenar o espaço, a dinâmica com Nesryn agora ali. Yrene não era a pessoa principal... ela era a ajuda, a secundária, o que quer que fosse.
Chaol de fato sacudiu as mãos, marcas vermelhas nas palmas, mas disse a Nesryn:
— Eu fui à Torre para ajudar as garotas com uma lição de defesa.
Nesryn olhou para a cadeira.
— A cavalo — disse ele.
Os olhos de Nesryn agora voaram para Yrene, brilhantes e largos.
— Você... como?
— Um suporte — explicou Yrene. — Estávamos prestes a retomar nossa segunda tentativa de cura.
— E você pode realmente montar?
Yrene sentiu o recuar interno de Chaol, principalmente porque ela também se encolheu. À descrença.
— Nós não experimentamos nada mais do que uma marcha rápida, mas sim — ele respondeu calmamente. Uniformemente. Como se esperasse tais perguntas de Nesryn. Tinha se acostumado com isso. — Talvez amanhã eu tente trotar.
Embora sem a alavancagem de suas pernas, o salto... Yrene passou por seus arquivos mentais sobre lesões na virilha. Mas ela ficou em silêncio.
— Eu irei com você — disse Nesryn, seus olhos escuros iluminando-se. — Posso mostrar-lhe a cidade, talvez a casa do meu tio
— Eu gostaria disso — Chaol respondeu antes que Nesryn desse um beijo na bochecha dele.
— Estou indo vê-los agora, por uma hora ou duas — Nesryn falou. — Depois encontrarei com... você sabe. Eu voltarei esta tarde. E retomarei meus... deveres depois.
Palavras cuidadosas. Yrene não a culpava. Não com as armas empilhadas na mesa de Nesryn, na parte visível do quarto através da porta entreaberta. Facas, espadas, arco e muitas flechas... A capitã tinha um pequeno arsenal em seus aposentos.
Chaol apenas grunhiu sua aprovação, sorrindo levemente quando Nesryn caminhou pelas portas da suíte. A capitã parou no limiar, o sorriso mais largo do que Yrene tinha visto antes.
Esperança. Cheio de esperança.
Nesryn fechou a porta com um clique.
Sozinhos no silêncio novamente, ainda se sentindo a intrusa, Yrene cruzou os braços.
— Posso arrumar tudo antes de começarmos?
Ele apenas avançou para dentro de seu quarto.
— Eu preferiria a sala de estar — ela falou, pegando sua bolsa de suprimentos de onde Kadja colocara na mesa do vestíbulo. E provavelmente vasculhara dentro dela.
— Eu preferiria estar na cama enquanto estiver agonizando — ele acrescentou por cima de seu ombro largo. — E espero que você não desmorone no chão desta vez.
Ele se moveu facilmente da cadeira para a cama e começou a desabotoar a jaqueta.
— Diga-me. — Pediu Yrene, permanecendo na entrada da porta. — Diga-me o que fiz para chateá-lo.
Ele tirou o casaco.
— Você quer dizer além de me expor como uma boneca quebrada na frente de suas alunas e mandando-as me tirar do cavalo como um peixe molenga?
Ela endureceu, pegando o mordedor de couro antes de largar a bolsa no chão.
— Muitas pessoas o ajudam aqui no palácio.
— Não tanto quanto você pensa.
— A Torre é um lugar de aprendizado, e pessoas com sua lesão muitas vezes não conseguem ir até lá. Eu estava mostrando aos acólitos coisas que poderiam ajudar com incontáveis pacientes no futuro.
— Sim, seu precioso e destruído cavalo. Olhe quão quebrado eu sou para você. Quão dócil.
— Eu não quis dizer isso, e você sabe.
Ele arrancou a camisa, quase rasgando-a nas costuras enquanto a puxava por sobre a cabeça.
— Foi algum tipo de punição? Por servir o rei? Por ser de Adarlan?
— Não. — Se ele acreditava que ela podia ser tão cruel, tão pouco-profissional... — Foi precisamente o que acabei de dizer: eu queria mostrar para elas...
— Eu não queria que você me mostrasse!
Yrene endireitou-se.
Chaol ofegou seus dentes cerrados.
— Eu não queria que você me fizesse desfilar. Permitir que elas lidassem comigo. — Seu peito subia e descia, os pulmões debaixo dos músculos trabalhando como um fole. — Você tem alguma ideia de como é? Deixar de ser assim... — ele acenou uma mão para ela, seu corpo, suas pernas, sua espinha — ... para isso?
Yrene tinha a sensação de que o chão saía de baixo dela.
— Eu sei que é difícil...
— É difícil. Mas você tornou ainda mais hoje. Me fez ficar praticamente nu neste quarto, e ainda assim, eu nunca me senti mais nu do que esta manhã — ele piscou como se estivesse surpreso por ter falado isso – por ter admitido.
— Eu... me desculpe — era tudo o que ela conseguia pensar em dizer.
A garganta dele tremeu.
— Tudo o que pensei, tudo o que planejei e desejei. Se foi. Tudo o que tenho é o meu rei, e essa ridícula e pequena chance de sobreviver a esta guerra e encontrar uma maneira de fazer algo disso.
— Disso o quê?
— De tudo que desmoronou em minhas mãos. Tudo.
Sua voz quebrou.
Os olhos dela arderam. De vergonha ou tristeza, Yrene não sabia.
E ela não queria saber... o que era, ou o que tinha acontecido com ele. O que trouxe aquela dor em seus olhos. Ela sabia, sabia que deveria enfrentar, tinha que falar sobre, mas...
— Me desculpe — ela repetiu e acrescentou com rigidez: — Eu deveria ter considerado seus sentimentos sobre o assunto.
Ele a observou por um longo momento, depois tirou o cinto. Então tirou as botas. Meias.
— Você pode deixar a calça, se... se quiser.
Ele a removeu. Então esperou.
Ainda cheio de raiva. Ainda olhando para ela com tanto ressentimento em seus olhos.
Yrene engoliu uma vez. Duas vezes. Talvez ela devesse ter ido tomar café da manhã.
Mas dar as costas, mesmo a isso... Yrene sentiu algo, um sentimento que não podia descrever. De que se ela se afastasse dele, e ele a visse ir embora...
Curandeiros e seus pacientes precisavam de confiança. Um vínculo de confiança.
Se ela virasse as costas para ele e partisse, ela não achava que o buraco pudesse ser fechado.
Então fez um gesto para que ele se movesse para o centro da cama e se virasse para baixo enquanto ela tomava um assento na borda.
Yrene passou a mão sobre sua espinha, o sulco musculoso atravessando-o profundamente.
Ela não tinha considerado... seus sentimentos. Que ele pudesse tê-los. As coisas que o assombravam...
A respiração dele era rasa, rápida. Então ele disse:
— Apenas para ser claro: seu rancor é contra mim, ou Adarlan em geral?
Ele fitava a parede distante, a entrada da sala de banho bloqueada por aquela tela de madeira esculpida.
Yrene manteve sua mão firme sobre as costas dele, mesmo que a vergonha se esticasse através dela.
Não, ela não estava em sua melhor forma nos últimos dias. Nem mesmo perto.
Essa cicatriz em cima de sua espinha era rígida em meio a luz, a sombra de sua mão sobre a pele como uma marca irmã.
A coisa esperando na cicatriz... sua magia novamente recuou em sua proximidade. Ela também estivera cansada na noite anterior e ocupada demais esta manhã para pensar em enfrentá-la novamente. Contemplar o que ela poderia ver, poderia combater... o que poderia suportar, também.
Mas ele fora fiel a sua palavra, instruíra as meninas apesar dos erros insensatos e insensíveis dela. Ela supôs que só poderia devolver o favor fazendo o que prometeu também.
Yrene respirou firmemente. Não havia preparação para isso, sabia. Não havia exercício de respiração suficientes para tornar menos dolorido. Para qualquer um deles.
Yrene ofereceu silenciosamente a Chaol o pedaço de couro.
Ele deslizou através de seus dentes e apertou levemente.
Ela olhou para ele, seu corpo forjado por dor, o rosto ilegível enquanto ele o virava para a porta.
— Soldados de Adarlan queimaram minha mãe viva quando eu tinha onze anos — ela falou em voz baixa.
E antes que Chaol pudesse responder, colocou a mão na marca no topo da coluna vertebral.

8 comentários:

  1. Aí me deu uma dó do Kashin.

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  2. Verdade eu tambem
    eu to gostando do Kashin
    e acho que a Nesryn não vai fica com o Chaol

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  3. Eu gosto do Kashin, mas não sei, tem algo nele que me inspira desconfiança.

    Estou ansiosa pra ver o trabalho da Yrene começar a dá frutos,mas sei que vai dá muita merda antes disso acontecer e tô louca pra ver o romance deles se desenrola *-*

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  4. Eu acho que o Kashin ainda vai dar muito trabalho

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  5. Estou amando esse casal....aos poucos a yrene vai se abrindo, se soltando, o proprio chaol esta confiando mais nela...pois ja contou os seus sentimentos....estou shippando super

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  6. Gente sera que ela pode curar a Elide.. 🤔
    Tadinho do kashin.. Gosto dele, mais tambem estou shipando o chaol com a yrene..

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  7. Ela já sente empatia pelo Chaol, agora JÁ ERA PRO KASHIN

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Boa leitura, E SEM SPOILER!