8 de maio de 2017

Capítulo 41

Um pão com tofu
Não cai bem com profecias
Quero sobremesa

QUE AS PARCAS CONDENEM todas as raízes às profundezas do Tártaro, é só o que tenho a dizer sobre a questão.
Na hora do jantar, o salão principal estava quase todo recuperado.
Até Festus, por incrível que pareça, tinha sido mais ou menos reconstruído e estava no telhado, apreciando um belo banho com óleo de motor e molho Tabasco. Leo parecia satisfeito com seu trabalho, embora ainda estivesse procurando algumas partes do dragão que faltavam. Ele tinha passado a tarde inteira andando pela Estação e murmurando:
— Se alguém vir um baço de bronze gigante, me avise!
As Caçadoras estavam sentadas em grupos no salão, como sempre faziam, mas agora também interagiam com os recém-chegados à Estação Intermediária. Lutar lado a lado criara laços de amizade.
Emmie se sentou na cabeceira da mesa de jantar. Georgina dormia no colo dela, uma pilha de livros de colorir e canetas à frente. Thalia Grace se sentou na outra ponta, girando a adaga como um peão. Josephine e Calipso estavam lado a lado, estudando as anotações da feiticeira e discutindo várias interpretações dos versos proféticos.
Eu me sentei ao lado de Meg. Que surpresa! Ela parecia totalmente recuperada, graças à cura de Emmie. (Por sugestão minha, Emmie retirou o terrário de cobras curativas da enfermaria enquanto estava tratando Meg. Temi que McCaffrey acordasse, visse as serpentes, entrasse em pânico e as transformasse em bonequinhos de chia.) Os três espíritos do pêssego que nos ajudaram tinham ido embora para o plano extradimensional das frutas.
O apetite da minha jovem amiga estava ainda mais voraz do que o habitual. Ela enfiava o peru de tofu com molho na boca, com movimentos tão furtivos que lembrava a criança de rua meio selvagem que conheci no beco em Nova York. Tratei de manter as mãos bem longe dela.
Finalmente, Josephine e Calipso levantaram os olhos do bloco amarelo.
— Tudo bem. — Calipso soltou um suspiro profundo. — Interpretamos alguns versos, mas precisamos da sua ajuda, Apolo. Talvez você possa começar nos contando o que aconteceu na Caverna de Trofônio.
Olhei para Meg. Tinha medo de que, se recontasse nossas aventuras horríveis, ela entrasse embaixo da mesa com o prato e rosnasse quando tentássemos tirá-la de lá.
Ela só arrotou.
— Não me lembro de muita coisa. Pode contar.
Expliquei que destruí a caverna a pedido de Trofônio. Josephine e Emmie não pareceram satisfeitas, mas pelo menos não gritaram nem berraram. A submetralhadora de Josephine estava guardada no armário da cozinha. Eu só esperava que meu pai, Zeus, reagisse com a mesma calma quando descobrisse que destruí o oráculo.
Emmie olhou ao redor.
— Agora que estou pensando, não vejo Agamedes desde antes da batalha. Alguém viu?
Ninguém tinha visto um fantasma laranja sem cabeça.
Emmie acariciou o cabelo da filha.
— Não me importo de o oráculo ter sido destruído, mas me preocupo com Georgie. Ela sempre se sentiu ligada àquele lugar. E Agamedes... ela gosta muito dele.
Observei a garota adormecida. Tentei pela milionésima vez ver alguma semelhança com meu eu divino, mas teria sido mais fácil acreditar que ela era parente de Lester Papadopoulos.
— A última coisa que quero — falei — é causar mais sofrimento a Georgina. Mas acho que a caverna tinha que ser destruída. Não só por nós. Mas por ela. Para que ela se liberte e siga em frente.
Eu me lembrei dos desenhos na parede do quarto da garota, feitos na agonia da loucura profética. Esperava que, talvez, ao me dispensar com aquele boneco feio de limpador de cachimbo, Georgie estivesse tentando deixar para trás toda a experiência que teve. Com algumas latas de tinta pastel, Josephine e Emmie poderiam dar a ela paredes que seriam uma nova tela.
As duas mulheres se entreolharam e assentiram, parecendo chegar a um acordo silencioso.
— Tudo bem — disse Josephine. — Quanto à profecia...
Calipso leu o soneto em voz alta. Não pareceu mais alegre do que antes.
Thalia girou a faca.
— A primeira estrofe menciona a nova lua.
— Um prazo — supôs Leo. — Sempre uma droga de prazo.
— Mas a próxima lua é daqui a cinco noites — disse Thalia.
Uma Caçadora de Ártemis era fonte confiável quando o assunto eram as fases da lua. Ninguém pulou de alegria. Ninguém gritou Viva! Mais uma catástrofe para impedir em cinco dias!
— O Tibre se encher de corpos. — Emmie abraçou a filha com força. — Suponho que Tibre se refira ao Pequeno Tibre, a barragem do Acampamento Júpiter, na Califórnia.
Leo franziu a testa.
— É. O lorde jovem... só pode ser meu amigo Frank Zhang. E o Monte do Diabo deve ser o Monte Diablo, ao lado do acampamento. Eu odeio o Monte Diablo. Lutei contra Enchiladas lá uma vez.
Josephine fez uma cara de quem queria perguntar o que aquilo significava, mas decidiu não falar nada.
— Então os semideuses de Nova Roma estão prestes a ser atacados.
Estremeci, em parte por causa das palavras da profecia, em parte por causa do molho de peru de tofu escorrendo pelo queixo de Meg.
— Acredito que a primeira estrofe se refira a uma coisa só. Menciona palavras forjadas da memória. A harpia Ella está no Acampamento Júpiter usando a memória fotográfica para reconstruir os livros perdidos da Sibila de Cumas.
Meg limpou o queixo.
— Hã?
— Os detalhes não são importantes agora. — Fiz sinal para que ela continuasse comendo. — Meu palpite é que o Triunvirato pretende botar fogo no acampamento. Palavras forjadas da memória ardem.
Calipso franziu a testa.
— Cinco dias. Como vamos avisá-los a tempo? Todos os nossos meios de comunicação mal funcionam.
Achei aquilo extremamente irritante. Se ainda fosse deus, estalaria os dedos e mandaria na mesma hora uma mensagem pelo mundo usando os ventos, sonhos ou uma manifestação do meu glorioso eu. Agora, estávamos incapacitados. Os únicos deuses que se mostraram dispostos a nos ajudar foram Ártemis e Britomártis, mas não dava para esperar que elas fizessem mais, não sem correrem o risco de sofrer uma punição tão ruim quanto a que Zeus infligiu a mim. Eu não desejaria isso nem para Britomártis.
Quanto à tecnologia mortal, era inútil para nós. Em nossas mãos, os telefones funcionavam mal e explodiam (quer dizer, com uma frequência maior do que acontecia com mortais). Computadores derretiam. Eu tinha pensado em escolher um mortal aleatório na rua e dizer Ei, faça uma ligação para mim. Mas para quem a pessoa ligaria? Para uma outra pessoa aleatória na Califórnia? Como a mensagem chegaria ao Acampamento Júpiter, quando a maioria dos mortais nem ao menos conseguia encontrar o Acampamento Júpiter? Além do mais, a mera tentativa colocaria mortais na mira de monstros, morte por raio e cobranças exorbitantes no plano de dados.
Olhei para Thalia.
— As Caçadoras conseguem cobrir essa distância tão grande?
— Em cinco dias? — Ela franziu a testa. — Se violássemos todos os limites de velocidade, talvez. Se não sofrêssemos ataques no caminho...
— Só que isso nunca acontece — disse Emmie.
Thalia colocou a faca na mesa.
— O maior problema é que nós precisamos continuar a missão das Caçadoras. Temos que encontrar a Raposa de Têumessa.
Eu a encarei, perplexo. Quase pedi a Meg que me ordenasse dar um tapa em mim mesmo, só para ter certeza de que não estava preso em um pesadelo.
— A Raposa de Têumessa? É esse o monstro que vocês estão caçando?
— Infelizmente.
— Mas é impossível! E horrível!
— Raposas são fofas — disse Meg. — Qual é o problema?
Eu poderia ter enumerado todas as cidades que a Raposa de Têumessa tinha destruído na Antiguidade, poderia ter explicado que ela engolia o sangue das vítimas e destruía exércitos de guerreiros gregos, mas não quis estragar o jantar de ninguém.
— Thalia está certa, é tudo que você precisa saber — falei. — Não podemos pedir que as Caçadoras nos ajudem mais do que já nos ajudaram. Elas têm os próprios problemas para resolver.
— É verdade — disse Leo. — Vocês foram extraordinárias e fizeram muito por nós, T.
Thalia inclinou a cabeça.
— Faz parte do trabalho, Valdez. Mas você me deve um vidro do molho de pimenta que mencionou.
— Isso pode ser providenciado — prometeu Leo.
Josephine cruzou os braços.
— Está tudo ótimo, mas continuamos com o mesmo dilema. Como mandamos uma mensagem para a Califórnia em cinco dias?
— Eu — disse Leo.
Todos olhamos para ele.
— Leo — disse Calipso —, nós levamos seis semanas para chegar aqui vindo de Nova York.
— É, mas com três passageiros — disse ele. — E... sem querer ofender, um deles era um antigo deus que atraía bastante atenção negativa.
Realmente. A maioria dos inimigos que nos atacaram na viagem se apresentou com gritos de Ali está Apolo! Matem-no!
— Eu viajo rápido e com pouca bagagem — disse Leo. — Já percorri grandes distâncias sozinho. Consigo chegar à Califórnia.
Calipso não pareceu feliz. Sua pele ficou um tom mais escuro do que o bloco amarelo.
— Ei, mamacita, eu vou voltar — prometeu ele. — Só vou começar as aulas um pouco depois! Você pode me ajudar a botar o dever de casa em dia.
— Odeio você — resmungou ela.
Leo apertou a mão dela.
— Além do mais, vai ser bom ver Hazel e Frank de novo. E Reyna também, apesar de aquela garota ainda me assustar.
Supus que Calipso não estava muito aborrecida com o plano, pois nenhum espírito aéreo pegou Leo e o jogou pela janela.
Thalia Grace apontou para o bloco.
— Então deciframos uma estrofe. Viva. E o resto?
— Acho que o resto é sobre mim e Meg — falei.
— Aham — concordou Meg. — Passa o pãozinho?
Josephine entregou a cesta para ela e observou impressionada enquanto minha amiga colocava na boca um pãozinho macio atrás do outro.
— Então o verso sobre o Sol ir para o sul — disse Josephine. — É você, Apolo.
— Obviamente — concordei. — O terceiro imperador deve estar em algum lugar do sudoeste americano, em uma terra de morte queimada. Chegamos lá por labirintos...
— O Labirinto — disse Meg.
Estremeci. Nossa última passagem pelo Labirinto ainda estava fresca na minha memória: fomos parar nas cavernas de Delfos, ouvimos meu antigo inimigo Píton deslizando e sibilando acima das nossas cabeças. Eu esperava que desta vez, pelo menos, Meg e eu não tivéssemos que participar de uma corrida de três pernas.
— Em algum lugar no sudoeste — continuei —, nós temos que encontrar o falante de palavras cruzadas. Acredito que seja uma referência à Sibila Eritreia, outro Oráculo antigo. Eu... eu não me lembro de muita coisa sobre ela...
— Que surpresa — resmungou Meg.
— Mas ela era conhecida por proferir suas profecias em acrósticos, jogos de palavras.
Thalia fez uma careta.
— Parece ruim. Annabeth me contou que encontrou a Esfinge no Labirinto uma vez. Enigmas, labirintos, quebra-cabeças... Não, obrigada. Me dê alguma coisa em que eu possa disparar.
Georgina choramingou, ainda dormindo.
Emmie beijou a testa da menina.
— E o terceiro imperador? — perguntou ela. — Você sabe quem é?
Revirei as frases da profecia na mente: dono do cavalo branquinho. Isso não ajudava em nada. A maioria dos imperadores romanos gostava de ser retratada como general vitorioso cavalgando em corcéis por Roma. Alguma coisa me abalava naquela terceira estrofe: ao palácio ocidental, com as botas inimigas. Meus dedos mentais não conseguiam segurar a resposta.
— Meg — falei —, e o verso que diz A filha de Deméter encontra raízes antigas? Você tem família no sudoeste? Se lembra de já ter ido lá?
Ela me olhou com cautela.
— Não.
E enfiou outro pãozinho na boca, como um ato de rebeldia: Me obrigue a falar agora, palhaço.
— Mas, olha. — Leo estalou os dedos. — O verso seguinte, Só o guia com patas sabe como chegar. Isso quer dizer que você vai encontrar um sátiro? Eles são guias, não são? Tipo o treinador Hedge? É o que eles fazem.
— Verdade — disse Josephine. — Mas não vemos um sátiro por aqui há...
— Décadas — concluiu Emmie.
Meg engoliu mais carboidratos.
— Eu arrumo um.
Fiz cara feia.
— Como?
— Arrumando, ué.
Meg McCaffrey, uma garota de poucas palavras e muitos arrotos.
Calipso virou a página do bloco.
— Agora temos os dois versos finais: Ao conhecer os três e ao Tibre vivo chegar/Só então Apolo começa a dançar.
Leo estalou os dedos e começou a dançar na cadeira.
— Já estava na hora, cara. Lester precisa de mais rebolado.
— Ai. — Eu não estava a fim de falar sobre aquilo. Ainda estava chateado pelo Earth, Wind & Fire ter me rejeitado em 1973 por achar que eu não tinha balanço suficiente. — Acredito que esses versos signifiquem que logo vamos saber a identidade dos três imperadores. Quando nossa missão se completar no sudoeste, Meg e eu vamos poder viajar para o Acampamento Júpiter e chegar ao Tibre vivos. E então, eu espero, vou conseguir encontrar o caminho de volta à minha antiga glória.
— Rebolando — cantarolou Leo.
— Cala a boca — resmunguei.
Ninguém ofereceu mais nenhuma interpretação do soneto. Ninguém se ofereceu para ir em meu lugar naquela arriscada missão.
— Bem! — Josephine bateu na mesa de jantar. — Quem quer bolo de cenoura com merengue?

* * *

As Caçadoras de Ártemis foram embora naquela noite, no nascer da lua.
Mesmo exausto, fiz questão de me despedir. Encontrei Thalia Grace na rotatória, supervisionando as Caçadoras que selavam o bando de avestruzes de combate recém-libertados.
— Você fica tranquila para montar neles?
Achei que só Meg McCaffrey fosse maluca de fazer aquilo.
Thalia ergueu as sobrancelhas.
— Eles não têm culpa de terem sido treinados para combate. Vamos montar neles por um tempo, recondicioná-los e encontrar um lugar seguro para soltá-los, onde possam viver em paz. Estamos acostumadas a lidar com animais selvagens.
As Caçadoras já tinham libertado os avestruzes dos capacetes e do arame farpado. Os implantes de presas de aço foram removidos dos bicos, fazendo as aves parecerem mais à vontade e (ligeiramente) menos assassinas.
Jamie andou entre o bando, acariciando pescoços e falando com eles com muita calma e serenidade. Ele estava irretocável com o terno marrom, ileso da batalha matinal. Sua arma estranha — o taco de hóquei de bronze — não estava em lugar algum. Então o misterioso Olujime era lutador, contador, guerreiro mágico e encantador de avestruzes. Por algum motivo, não fiquei surpreso.
— Ele vai com vocês? — perguntei.
Thalia riu.
— Não. Só está nos ajudando com os preparativos. Parece um cara legal, mas acho que não serve para Caçadora. Ele não é nem, hã... do tipo greco-romano, é? Ele não é um legado de vocês, olimpianos.
— Não — concordei. — Ele é de uma tradição e de uma ascendência totalmente diferentes.
O cabelo curto e espetado de Thalia balançou ao vento, como se reagindo à inquietação dela.
— Você quer dizer de outros deuses.
— Isso. Ele mencionou os iorubás, mas admito que sei bem pouco sobre eles.
— Como isso é possível? Outros panteões de deuses, lado a lado?
Dei de ombros. A imaginação limitada dos mortais costumava me surpreender, como se o mundo só pudesse ser uma coisa ou outra. Às vezes, os humanos pareciam tão presos ao modo de pensar quanto aos corpos mortais. Não que os deuses fossem muito melhores.
— Como pode não ser possível? — retruquei. — Na Antiguidade, era senso comum. Cada país, às vezes cada cidade, tinha seu próprio panteão de deuses. Nós, olimpianos, sempre fomos acostumados a viver em proximidade à, hã... concorrência.
— Então você é o deus do Sol — disse Thalia. — Mas outra deidade de outra cultura também é o deus do Sol?
— Exatamente. Manifestações diferentes da mesma verdade.
— Não entendo.
Abri as mãos, sem saber o que dizer.
— Sinceramente, Thalia Grace, não sei explicar melhor. Mas você já deve ser semideusa por tempo suficiente para saber: quanto mais você vive, mais estranho o mundo fica.
Thalia assentiu. Semideus nenhum podia contestar aquela declaração.
— Então, escute — disse ela. — Quando você estiver no Oeste, se for para Los Angeles, dê um alô para meu irmão Jason, que mora lá. Ele estuda com a namorada, Piper McLean.
— Vou dar uma olhada neles, pode deixar — prometi. — E mandar lembranças suas.
Os músculos do ombro dela relaxaram.
— Obrigada. E, se eu falar com Lady Ártemis...
— Sim. — Tentei engolir o choro. Ah, como eu estava com saudade da minha irmã. — Mande lembranças minhas também.
Ela estendeu a mão.
— Boa sorte, Apolo.
— Para você também. Boa caçada à raposa.
Thalia deu uma gargalhada amarga.
— Duvido que vá ser boa, mas obrigada.
Na última vez que vi as Caçadoras de Ártemis, elas estavam descendo a Rua South Illinois em um bando de avestruzes, indo para o Oeste, como se em busca da lua crescente.

8 comentários:

  1. Prevejo uma serie do tio Rick sobre o Jamie.

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  2. É oficial: Tio Rick tem que fazer uma série com todos os panteões.

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  3. Quanto mais você vive, mais estranho o mundo fica.
    Não tem como discordar disso quando se é um semideus

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  4. Agora o circo pega fogo! Romanos lutando são fodas, imaginem romanosXromanos (do mal). Meg me representando, se tudo na vida estiver ruim, continue a comer, é pior sofrer com fome. Agora um ano de agonia até o próximo livro. Alguma dica de como sobreviver?

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    1. Siiim, minha dica é leia the 39 clues, são livros pequenos, porém são MUITOS, (tipo uns 40, e a Karina tem tds no blog) a parte bian é:tio Rick se uniu a mais uns 5 escritores e fizeram a saga

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    2. Kkkkkk 40 é meio exagero... Deve ter uns 25, e falta postar a quarta fase, não consegui os livros :s

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  5. uau, quantas referencias nos livros de apolo e magnus sobre outras mitologias, com todas elas davam pra fazer umas cincos series a mais.no segundo livro de magnus faz referencia sobre deuses atecas e nesse livro falo sobre a chinesa, indu e ioruba

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Boa leitura :)