8 de maio de 2017

Capítulo 4

Era proibido
Esconder-se de Apolo e
Jogar-lhe tijolos

NÃO TIVEMOS QUE CAMINHAR muito.
Carregando Calipso, Leo e eu seguimos Emmie até o prédio grande e ornamentado no lado sul da praça. Como eu desconfiava, em algum momento o edifício tinha sido uma estação de trem. As palavras UNION STATION estavam entalhadas em granito debaixo do vitral.
Emmie ignorou a entrada principal. Desviou para a direita e parou diante de uma parede. Passou os dedos pelos tijolos, traçando o contorno de uma porta. O concreto estalou e se dissolveu. Uma porta recém-talhada se abriu para dentro, revelando um duto estreito, parecido com uma chaminé, com degraus de metal na parede.
— Truque legal — disse Leo —, mas Calipso não está exatamente em condições de escalar uma parede.
Emmie franziu a testa.
— Você tem razão. — Ela olhou para a porta. — Estação Intermediária, podemos usar uma rampa, por favor?
Os degraus de metal sumiram. Com um ronco suave, a parede interna do duto se inclinou para trás e os tijolos se rearrumaram em uma inclinação ascendente suave.
— Caramba — disse Leo. — Você falou com o prédio?
Um sorriso surgiu no canto da boca de Emmie.
— A Estação Intermediária é mais do que um prédio.
De repente, não achei aquela rampa tão legal assim.
— Isso é uma estrutura viva? Como o Labirinto? E você espera que a gente entre? — perguntei.
O olhar de Emmie foi definitivamente a expressão de uma Caçadora. Só as seguidoras de minha irmã ousariam me lançar uma cara feia tão insolente.
— A Estação Intermediária não é nenhum trabalho de Dédalo, Lorde Apolo. É perfeitamente segura... enquanto vocês forem nossos convidados.
O tom da mulher sugeria que minha estadia ali dependia da boa vontade dela. As sirenes lá fora estavam cada vez mais altas. Calipso continuava respirando com dificuldade. Decidi que não tínhamos muita escolha. Seguimos Emmie para dentro do prédio.
Luzes surgiram nas paredes, velas amarelas tremeluzindo em arandelas de bronze. Uns seis metros à frente na rampa, uma porta se abriu à nossa esquerda. Lá dentro, vislumbrei uma enfermaria que deixaria meu filho Asclépio com inveja: um armário com estoque completo de remédios, instrumentos cirúrgicos e ingredientes de poções; uma cama de hospital com monitoramento eletrônico de sinais vitais embutido e equipamento de fisioterapia de última geração.
Ervas curativas secavam em uma prateleira ao lado da máquina de ressonância magnética portátil. E, nos fundos, havia um terrário de vidro cheio de cobras venenosas.
— Nossa! — exclamei. — Sua enfermaria é de ponta.
— É — concordou Emmie. — E a Estação Intermediária está me dizendo que devo cuidar da sua amiga imediatamente.
Leo olhou ao redor.
— Então quer dizer que este aposento simplesmente apareceu aqui?
— Não — disse Emmie. — Bom, sim. Está sempre aqui, mas... é mais fácil de encontrar quando precisamos dele.
Leo assentiu, pensativo.
— Você acha que a Estação Intermediária poderia organizar minha gaveta de meias?
Um tijolo caiu do teto e se espatifou aos pés dele.
— Isso é um não — interpretou Emmie. — Agora, se você puder deixar sua amiga comigo, por favor.
— Hã... — Leo apontou para o terrário. — Você tem cobras ali. Só para avisar.
— Vou cuidar bem dela — prometeu Emmie.
Ela segurou Calipso e, sem demonstrar qualquer dificuldade, levantou a feiticeira nos braços.
— Podem seguir em frente. Jo está no topo da rampa.
— Jo? — perguntei.
— Não tem como vocês se perderem — prometeu Emmie. — Ela vai conseguir explicar a Estação Intermediária melhor do que eu.
Então se afastou, levando Calipso consigo. A porta se fechou.
Leo me encarou, a testa franzida.
— Cobras? Sério?
— Ah, sim — falei. — Há um motivo para o símbolo da medicina ser uma cobra enrolada em um bastão. O veneno foi um dos primeiros remédios.
— Hã. — Leo olhou para os próprios pés. — Você acha que pelo menos posso ficar com esse tijolo?
O corredor tremeu.
— Eu deixaria aqui — sugeri.
— É, melhor.
Alguns metros depois, outra porta se abriu à nossa direita.
Lá dentro, a luz do sol entrava por cortinas de renda cor-de-rosa e iluminava o piso de madeira do quarto de uma criança. Uma cama aconchegante estava coberta com edredons fofos, travesseiros e bichos de pelúcia. As paredes, num branco suave, haviam sido usadas como tela para desenhos de giz de cera: bonecos de palito, árvores, casas, animais que podiam ser cachorros, cavalos ou lhamas brincando. Na parede esquerda, em frente à cama, um sol de giz de cera sorria para um campo de flores felizes de giz de cera. No centro, uma garota de palito estava entre dois bonecos de palito maiores, que pareciam ser seus pais, os três de mãos dadas.
A parede toda desenhada do quarto me lembrou a caverna de Rachel Elizabeth Dare no Acampamento Meio-Sangue. Meu Oráculo Délfico gostava de pintar sua caverna com coisas que apareciam em suas visões... antes de o poder oracular deixar de funcionar, claro. (Não tive nada a ver com isso. Foi tudo culpa daquela cobra gigante maldita, Píton.)
Os desenhos pareciam ter sido feitos por uma criança de uns sete ou oito anos. Mas, no canto mais distante da parede dos fundos, a jovem artista tinha decidido lançar uma praga horripilante no mundo de giz de cera. Uma tempestade negra surgia, rabiscada grosseiramente. Bonecos de palito com cenho franzido ameaçavam lhamas com facas triangulares. Rasuras escuras cobriam um arco-íris de cores primárias. Um enorme círculo escuro havia sido rabiscado por cima do campo de grama verde, como um lago negro... ou a entrada de uma caverna.
Leo deu um passo para trás.
— Não sei, cara. Acho melhor a gente não entrar.
Eu me perguntei por que a Estação Intermediária decidiu nos mostrar aquele quarto. Quem morava ali? Ou, para ser mais exato... quem tinha morado ali? Apesar da cortina cor-de-rosa alegre e da pilha de bichos de pelúcia na cama cuidadosamente arrumada, o quarto parecia abandonado, conservado como uma exposição de museu.
— Vamos em frente — concordei.
Finalmente, no topo da rampa, saímos em um salão que parecia uma catedral. Acima, um teto abobadado com entalhes em madeira e vitrais iluminados no centro criava desenhos geométricos em verde e dourado. Na extremidade oposta do aposento, o vitral redondo que vi do lado de fora lançava sombras como um alvo de dardos no piso de cimento pintado. À nossa esquerda e direita, havia passarelas suspensas com corrimões de ferro forjado e postes de luz vitorianos elegantes alinhados nas paredes. Atrás dos corrimões, fileiras de portas levavam a outros aposentos. Seis escadas subiam até o friso decorado na base do teto, onde os parapeitos estavam cheios do que pareciam ninhos de palha para galinhas muito grandes. O lugar todo tinha um leve odor animal... embora lembrasse mais um canil do que um galinheiro.
Em um canto do salão principal cintilava uma cozinha toda equipada e grande o bastante para receber, ao mesmo tempo, vários reality shows de culinária. Havia conjuntos de sofás e poltronas aqui e ali. Uma mesa de jantar enorme e rústica de sequoia com vinte lugares ocupava o centro do salão.
Debaixo do vitral, os equipamentos de diferentes tipos de oficina pareciam ter sido espalhados de maneira aleatória: serras de bancada, furadeiras, tornos mecânicos, fornalhas, forjas, bigornas, impressoras 3D, máquinas de costura, caldeirões e vários outros equipamentos industriais que eu  não saberia nomear. (Não me julgue. Não sou Hefesto.)
Curvada sobre uma solda, trabalhando numa folha de metal com fagulhas saindo do maçarico para todos os lados, uma mulher musculosa usava visor de metal, avental de couro e luvas.
Não sei bem como ela reparou em nós. Talvez a Estação Intermediária tenha jogado um tijolo nas costas dela para chamar sua atenção. Como quer que tenha sido, ela olhou em nossa direção, desligou o maçarico e levantou o visor.
— Feitiços me mordam! — Ela soltou uma gargalhada. — Você é Apolo?
Ela tirou o equipamento de segurança e se aproximou. Como Emmie, a mulher tinha uns sessenta anos, mas, enquanto a outra possuía o físico de uma ex-ginasta, aquela mulher havia sido feita para lutar. Os ombros largos e os braços negros musculosos esticavam o tecido de uma camisa polo cor-de-rosa desbotada. Chaves inglesas e de fenda despontavam dos bolsos do macacão jeans. Contrastando com a pele escura do couro cabeludo, o cabelo grisalho quase raspado brilhava como geada.
Ela esticou a mão.
— Você não deve se lembrar de mim, Lorde Apolo. Sou Jo. Ou Josie. Ou Josephine. Qualquer um serve.
A cada versão do nome, ela apertava minha mão com mais força. Eu nunca entraria em uma queda de braço com ela (se bem que, com aqueles dedos gordos, duvido que ela tocasse violão tão bem quanto eu, então ). O rosto quadrado seria intimidante se não fossem os olhos alegres e brilhantes. A boca tremia como se ela estivesse fazendo um grande esforço para não cair na gargalhada.
— Sim — guinchei, puxando a mão. — Quer dizer, não. Infelizmente, não me lembro. Posso apresentá-la ao Leo?
— Leo! — Ela esmagou a mão dele com entusiasmo. — Sou Jo.
Era tanta gente com nomes terminados em — Jo, Leo, Calipso, Apolo — que senti que minha marca registrada estava se diluindo. Agradeci aos deuses por não estarmos em Ohio e por nosso dragão não se chamar Festo.
— Acho que vou chamar você de Josephine — decidi. — É um nome lindo.
Josephine deu de ombros.
— Por mim, tudo bem. Onde está sua amiga Calipso?
— Espere — disse Leo. — Como você soube de Calipso?
Josephine bateu de leve na têmpora esquerda.
— A Estação Intermediária me conta coisas.
— Aaah. — Leo arregalou os olhos. — Que legal.
Eu não tinha tanta certeza disso. Normalmente, quando uma pessoa dizia que ouvia um prédio falar com ela, eu me afastava o mais rápido possível. Infelizmente, eu acreditava em Josephine. E também tinha a sensação de que precisaríamos da hospitalidade dela.
— Calipso está na enfermaria — falei. — Quebrou a mão. E o pé.
— Ah. — O brilho dos olhos de Josephine diminuiu. — É, vocês conheceram os vizinhos.
— Você está falando dos blemmyae. — Eu imaginei os vizinhos batendo à porta delas para pedir uma chave inglesa emprestada, ou uma xícara de açúcar, ou para assassinar alguém, essas coisas. — Vocês sempre tiveram problemas com eles?
— Não muitos. — Josephine suspirou. — Sozinhos, os blemmyae são inofensivos, desde que você seja educado com eles. Não têm imaginação suficiente para elaborar um plano maligno. Mas, desde o ano passado...
— Vou adivinhar — falei. — Indianápolis tem um novo imperador?
Um tremor de raiva surgiu no rosto de Josephine, me dando um vislumbre de como seria irritá-la. (Dica: envolvia dor.)
— É melhor só conversarmos sobre o imperador quando Emmie e sua amiga se juntarem a nós — disse ela. — Sem Emmie por aqui para me manter calma... eu fico nervosa.
Concordei com um aceno de cabeça. Não deixar Josephine nervosa parecia um plano excelente.
— Mas estamos em segurança aqui? — perguntei.
Leo esticou a palma da mão, como se verificando se estavam chovendo tijolos.
— Também queria perguntar isso. É que... a gente meio que trouxe uma galera furiosa até a porta de vocês.
Josephine descartou nossas questões.
— Não se preocupem. As forças do imperador estão nos procurando há meses. A Estação Intermediária não é tão fácil de achar, a menos que você seja convidado a entrar.
— Ah. — Leo bateu com o pé no chão. — Então você criou este lugar? É bem incrível.
Josephine riu.
— Quem me dera. Um semideus arquiteto com muito mais talento do que eu fez isso. Construiu a Estação Intermediária nos anos 1880, nos primórdios da ferrovia transcontinental. Era para ser um refúgio para semideuses, sátiros, Caçadoras... para qualquer um que precisasse de um esconderijo aqui no centro do país. Emmie e eu somos apenas as sortudas responsáveis por cuidar do prédio atualmente.
— Eu nunca nem ouvi falar deste lugar — comentei com mau humor.
— Nós... ah, nós tentamos ser discretas. Ordens de Lady Ártemis. Só sabe quem precisa.
Como deus, eu era a própria definição de quem precisa, mas era típico de Ártemis manter algo assim em segredo. Ela era tão cismada com o fim do mundo, sempre escondendo coisas dos outros deuses, como estoques de suprimentos, bunkers de emergência e pequenos estados-nação.
— Suponho que este lugar não seja mais uma estação de trem. O que os mortais pensam que é?
Josephine sorriu.
— Estação Intermediária, piso transparente, por favor.
Embaixo dos nossos pés, o cimento pintado sumiu. Dei um pulo para trás, como se estivesse de pé em uma frigideira quente, mas o chão não tinha sumido de verdade. Tinha só ficado transparente. Ao nosso redor, os tapetes, a mobília e o equipamento das oficinas pareciam pairar dois andares acima do térreo de verdade do salão, onde vinte ou trinta mesas de banquete tinham sido arrumadas para algum evento.
— Nosso espaço fica no topo do prédio — disse Josephine. — Aquela área abaixo de nós já foi o saguão principal da estação. Agora, os mortais alugam para casamentos, festas e tal. Se eles olharem para cima...
— Camuflagem adaptativa — opinou Leo. — Eles veem uma imagem de teto, mas não veem vocês. Legal!
Josephine concordou, claramente satisfeita.
— Na maior parte do tempo, é bem silencioso aqui, embora fique agitado nos fins de semana. Se eu precisar ouvir “Thinking Out Loud” de mais uma banda cover de casamento, talvez tenha que deixar uma bigorna cair.
Ela apontou para o piso, que imediatamente voltou a ser de cimento opaco.
— Agora, se vocês não se importarem, preciso terminar um projeto em que estou trabalhando. Não quero que as placas de metal esfriem sem a solda apropriada. Depois disso...
— Você é filha de Hefesto, não é? — perguntou Leo.
— De Hécate, na verdade.
Leo piscou, confuso.
— Não acredito! Mas aquela oficina incrível que você tem...
— Construção mágica é minha especialidade — disse Josephine. — Meu pai, o mortal, era mecânico.
— Legal! — disse Leo. — Minha mãe era mecânica! Ei, se eu puder usar suas ferramentas, deixei um dragão na sede da prefeitura e...
— Hã-hã, nada disso. — interrompi. Por mais que quisesse Festus de volta, não achava que uma mala quase indestrutível e impossível de abrir corresse perigo imediato. Também tinha medo de que, se Leo e Josephine começassem a conversar, estariam em pouco tempo babando sobre as maravilhas dos parafusos de cabeça sextavada e eu morreria de tédio. — Josephine, você ia dizer que depois disso...?
— Isso — concordou Josephine. — Me dê alguns minutos. Aí vou poder levar vocês até os quartos de hóspedes e, hã, talvez arrumar umas roupas para o Leo. Infelizmente, nos últimos tempos, temos espaço de sobra.
Eu me perguntei por que isso era ruim. E pensei no quarto de criança vazio pelo qual passamos. Alguma coisa me dizia que talvez fosse melhor não mencioná-lo.
— Nós agradecemos a ajuda — falei para Josephine. — Mas ainda não entendo. Você diz que Ártemis sabe sobre este lugar. Você e Emmie são ou eram Caçadoras?
Os músculos do pescoço de Josephine se contraíram.
— Não somos mais.
Franzi a testa. Sempre pensei nas seguidoras da minha irmã como uma máfia de donzelas. Uma vez que você faz parte do grupo, não o abandona de jeito nenhum, a não ser em um lindo caixão prateado.
— Mas...
— É uma longa história — disse Josephine, me interrompendo. — É melhor Hemiteia contar.
— Hemiteia? — O nome me atingiu como um dos tijolos da Estação Intermediária. Parecia que meu rosto estava derretendo. De repente, percebi por que Emmie me pareceu familiar. Não era surpresa eu ter me sentido tão inquieto na presença dela. — Emmie. Apelido de Hemiteia. Hemiteia?
Josephine olhou para os lados.
— Você não sabia mesmo? — Ela apontou para a oficina. — Então... vou voltar à solda agora. Tem comida e bebida na cozinha. Fiquem à vontade.
Ela se afastou.
— Caramba — murmurou Leo. — Ela é incrível.
— Humpf.
Ele arqueou as sobrancelhas.
— Você e Hemiteia tiveram um caso ou algo assim? Parecia que você tinha levado um chute no saco quando ouviu o nome dela.
— Leo Valdez, em quatro mil anos ninguém nunca ousou me dar um chute no saco. Se você quer dizer que pareci ligeiramente surpreso, é porque conheci Hemiteia quando ela era uma jovem princesa na Grécia Antiga. Nós nunca tivemos um caso. No entanto, fui eu que a tornei imortal.
O olhar de Leo vagou na direção da oficina, onde Josephine tinha voltado a soldar.
— Achei que todas as Caçadoras se tornassem imortais quando faziam o juramento a Ártemis.
— Você não entendeu — falei. — Eu tornei Hemiteia imortal antes de ela se tornar Caçadora. Na verdade, eu a transformei em deusa.

18 comentários:

  1. — Hã. — Leo olhou para os próprios pés. — Você acha que pelo menos posso ficar com esse tijolo?
    O corredor tremeu.
    — Eu deixaria aqui — sugeri.
    — É, melhor.

    os dois juntos sao dms

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  2. Apolo tem seus dias de generosidade, mas como é Apolo deve ter dado merda.

    -MrGoat

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  3. Uma deusa chamada Hemiteia? Não é a coisa mais entranha desse livro

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    1. Hemiteia quer dizer semideusa
      amo gregos

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  4. Respostas
    1. Leo + Apolo = eu e vc rindo até 2020 concerteza

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  5. "Se eu precisar ouvir “Thinking Out Loud” de mais uma banda cover de casamento, talvez tenha que deixar uma bigorna cair."

    Nunca li um comentário tão sensato :)

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  6. Então quer dizer que este aposento simplesmente apareceu aqui?
    — Não — disse Emmie. — Bom, sim. Está sempre aqui, mas... é mais fácil de encontrar quando precisamos dele.

    Só eu que lembrei da Sala Precisa de Harry Potter? 🙃

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  7. Tia Josephine! Você não foi devorada pelas sanguessugas do Lago Lacrimoso???????

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  8. Josephine! Desventuras em Série tá me perseguindo, só pode ser coisa da C.S.C.!

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  9. Emmie ignorou a entrada principal. Desviou para a direita e parou diante de uma parede. Passou os dedos pelos tijolos, traçando o contorno de uma porta. O concreto estalou e se dissolveu. Uma porta recém-talhada se abriu para dentro, revelando um duto estreito, parecido com uma chaminé, com degraus de metal na parede.

    Só eu lembrei de Harry Potter, quando o Harry vai ao beco diagonal pela primeira vez? ??

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  10. Está sempre aqui, mas... é mais fácil de encontrar quando precisamos dele.

    Sala Precisa

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  11. Se eu precisar ouvir “Thinking Out Loud” de mais uma banda cover de casamento, talvez tenha que deixar uma bigorna cair.
    Gente essa música é tão lindinha 😂❤❤❤

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  12. Então quer dizer que este aposento simplesmente apareceu aqui?
    — Não — disse Emmie. — Bom, sim. Está sempre aqui, mas... é mais fácil de encontrar quando precisamos dele.

    Sala Precisa?? KkKkKkK

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  13. "Era tanta gente com nomes terminados em o — Jo, Leo, Calipso, Apolo — que senti que minha marca registrada estava se diluindo."

    KKKKKK, agora o khufu vai ficar com fome!!!

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Boa leitura :)