8 de maio de 2017

Capítulo 2

Gente sem cabeça
Não curti o Meio-Oeste
Ih... Fantasma queso!

CARAMBA, APOLO, VOCÊ PODE estar pensando, por que você não puxou o arco e disparou nela? Ou a encantou com uma música do seu ukulele de combate?
Verdade, eu tinha esses dois itens pendurados nas costas, assim como minha aljava. Infelizmente, até as melhores armas semidivinas exigem uma coisa chamada manutenção. Meus filhos Kayla e Austin me explicaram isso antes de eu sair do Acampamento Meio-Sangue. Eu não podia simplesmente puxar o arco e a aljava do nada, como fazia quando era deus. Não podia mais fazer meu ukulele aparecer nas minhas mãos e esperar que estivesse perfeitamente afinado.
Minhas armas e meu instrumento musical estavam cuidadosamente embrulhados em cobertores. Senão, voar pelo céu úmido de inverno teria entortado o arco, estragado as flechas e bancado Hades com as cordas do meu ukulele. Pegá-los agora exigiria vários minutos, tempo que eu não tinha. Além do mais, duvidava que fossem servir de muita coisa contra os blemmyae.
Eu não lidava com essas criaturas desde a época de Júlio César, e teria ficado feliz se passasse mais dois mil anos sem me deparar com uma delas.
Como um deus da poesia e da música podia ser eficiente contra uma espécie cujas orelhas estavam enfiadas nos sovacos? E os blemmyae não temiam nem respeitavam a arquearia. Eram lutadores robustos e com pele grossa. Eram resistentes até à maior parte das enfermidades, o que significava que nunca pediam minha ajuda médica nem tinham medo das minhas flechas encantadas com pragas. Pior de tudo, não tinham humor nem imaginação. Não se interessavam pelo futuro, então não viam utilidade em oráculos nem profecias.
Em resumo, não dava para criar uma raça menos solidária a um deus atraente e multitalentoso como eu. (E, acredite, Ares já tinha tentado. Aqueles mercenários que ele arrumou na Guerra de Independência dos Estados Unidos? Caramba. George Washington e eu cortamos um dobrado com eles.)
— Leo — falei —, ative o dragão.
— Eu acabei de colocá-lo pra dormir.
— Anda!
Leo mexeu com desespero nos botões da mala. Nada aconteceu.
— Já falei, cara. Mesmo que Festus não estivesse com esses problemas, ele tem um sono muito pesado.
Que maravilha, pensei. Calipso estava encolhida, apertando a mão quebrada, murmurando obscenidades em minoico. Leo, de cueca, tremendo de frio. E eu... bom, eu era Lester. Além disso tudo, em vez de enfrentar nossos inimigos com um autômato enorme que cuspia fogo, nós agora teríamos que confrontá-los com uma mala de metal não muito compacta.
Eu me virei para o blemmyae.
— SUMA, abominável Nanette! — Tentei incorporar minha antiga voz de fúria divina. — Encoste em minha pessoa divina de novo e você será DESTRUÍDA!
Quando eu era deus, essa ameaça seria o bastante para fazer exércitos inteiros molharem as calças camufladas. Nanette só piscou os olhos castanhos esbugalhados.
— Menos, por favor — disse ela. Os lábios eram grotescamente hipnóticos, como ver uma incisão cirúrgica falando como uma marionete. — Além do mais, querido, você não é mais deus.
Por que precisavam ficar me lembrando disso toda hora?
Mais pessoas se juntaram a Nanette. Dois policiais desceram correndo os degraus da sede da prefeitura. Na esquina da Avenida Senate, três funcionários abandonaram o caminhão de lixo e se aproximaram carregando desajeitadamente grandes latas de lixo de metal. Da direção oposta, seis homens de terno atravessaram o gramado do prédio do governo.
Leo soltou um palavrão.
— Todo mundo nessa cidade é fã de metal, é isso? E não estou falando de música.
— Relaxe, amorzinho — disse Nanette. — Se renda, e não vamos precisar machucar muito você. Isso é trabalho do imperador!
Apesar da mão quebrada, Calipso não parecia estar a fim de se render. Com um grito desafiador, ela partiu para cima de Nanette de novo, desta vez dando um chute de caratê na direção do nariz gigante do blemmyae.
— Não! — gritei, tarde demais.
Como mencionei, blemmyae são seres fortes. É difícil machucá-los, e ainda mais complicado matá-los. O pé de Calipso acertou o alvo, mas o tornozelo dela se dobrou com um estalo horrível.
Ela caiu, balbuciando de dor.
— Cal! — Leo correu até ela. — Para trás, cara de peito!
— Olha o vocabulário, querido — repreendeu Nanette. — Agora, infelizmente, vou ter que pisar em você.
Ela levantou um sapato alto de couro envernizado, mas Leo foi mais rápido. Conjurou um globo de fogo e o arremessou como uma bola de beisebol, acertando Nanette bem no meio dos enormes olhos peitudos. Chamas tomaram conta dela, incendiando as sobrancelhas e o vestido florido.
Enquanto Nanette gritava e cambaleava, Leo gritou:
— Apolo, me ajude!
Eu percebi que estava ali parado, paralisado de choque, o que não seria um problema se estivesse vendo a cena se desenrolar da segurança do meu trono no Monte Olimpo. Mas eu estava ali, nas trincheiras, ao lado dos seres inferiores. Ajudei Calipso a se erguer (apoiada no pé que ainda estava intacto). Passamos os braços dela por cima dos nossos ombros (com muitos gritos de Calipso quando segurei sem querer sua mão quebrada) e começamos a nos afastar, desajeitados.
Depois de uns dez metros, Leo parou de repente.
— Deixei Festus lá!
— Não podemos voltar — falei.
— O quê?
— Nós não vamos conseguir levar Festus Calipso! Voltamos depois para buscá-lo. Os blemmyae nem vão notar que ele está ali.
— Mas e se descobrirem como abrir a mala — disse Leo, nervoso —, se machucarem meu bebê...
— MARRRGGGGH!
Atrás de nós, Nanette arrancou os farrapos do vestido em chamas. Da cintura para baixo, pelos louros desgrenhados cobriam seu corpo, não muito diferente dos de um sátiro. As sobrancelhas estavam soltando fumaça, mas o rosto parecia ter saído ileso. Ela cuspiu as cinzas que tinha na boca e olhou de cara feia em nossa direção.
— Isso não foi legal! PEGUEM ELES!
Os engomadinhos estavam quase nos alcançando, acabando com qualquer esperança de conseguirmos voltar até Festus sem sermos pegos.
Escolhemos a única opção heroica disponível: sair correndo.
Eu não me sentia tão sobrecarregado desde a corrida de três pernas da morte com Meg McCaffrey no Acampamento Meio-Sangue. Calipso tentou ajudar, quicando como um pula-pula entre mim e Leo, mas sempre que esbarrava com o pé ou a mão quebrados, dava um gritinho e caía sobre nós.
— D-desculpa, pessoal — murmurou ela, o rosto coberto de suor. — Acho que não nasci para lutar corpo a corpo.
— Nem eu — admiti. — Talvez Leo consiga segurar esse pessoal enquanto...
— Ei, não olhe para mim — resmungou Leo. — Sou só um sujeito que conserta coisas e que, de vez em quando, consegue jogar uma bola de fogo. Nosso lutador ficou lá para trás, no modo mala.
— Manquem mais rápido — sugeri.
Só chegamos vivos à rua seguinte porque os blemmyae se moviam muito devagar. Acho que eu também me mexeria devagar se estivesse equilibrando uma cabeça falsa de metal em cima da minha, hã, cabeça, mas, mesmo sem os disfarces, eles não eram tão velozes quanto eram fortes. A percepção terrível de profundidade os fazia andar com cautela exagerada, como se o chão fosse um holograma com várias camadas. Se ao menos conseguíssemos cambalear mais rápido do que eles...
— Bom dia! — Um policial apareceu à nossa direita, arma em punho. — Parem, ou atiro! Obrigado!
Leo tirou uma garrafa de vidro do cinto de ferramentas. Jogou nos pés do policial, e chamas verdes explodiram em torno dele. O policial largou a arma. Começou a arrancar o uniforme em chamas, revelando uma cara de peito com sobrancelhas peludas e uma barba na barriga precisando ser aparada.
— Ufa! — exclamou Leo. — Eu estava torcendo para ele ser um blemmyae. Era meu único frasco de fogo grego, pessoal. E não consigo ficar conjurando bolas de fogo, a não ser que queira desmaiar, então...
— Precisamos nos esconder — completou Calipso.
Conselho sensato, mas se esconder não parecia um conceito comum em Indiana. As ruas eram amplas e retas, a paisagem, plana, não havia grandes multidões... Dava para ver tudo e todos.
Entramos na Avenida South Capitol. Olhei para trás e vi a multidão de locais sorridentes de cabeça falsa se aproximando de nós. Um operário de obras parou para arrancar o para-lama de uma picape Ford, depois se juntou ao grupo, a nova clava cromada sobre o ombro.
Enquanto isso, os mortais comuns (pelo menos os que não pareciam interessados em nos matar) continuavam o que estavam fazendo, dando telefonemas, esperando para atravessar nos sinais de trânsito, tomando café em estabelecimentos da região, nos ignorando completamente. Em uma esquina, sentado em um caixote de feira, um sem-teto envolto em um cobertor pesado me pediu um prato de comida. Resisti à vontade de avisar que nós estávamos prestes a virar picadinho.
Meu coração estava disparado. Minhas pernas tremiam. Eu odiava ter um corpo mortal. Sentia tantas coisas incômodas, como medo, frio, náusea e vontade de choramingar Por favor, não me mate!
Se ao menos Calipso não tivesse quebrado o tornozelo, talvez pudéssemos ir mais rápido, mas não podíamos deixá-la para trás. Não que eu gostasse de Calipso, veja bem, mas já tinha convencido Leo a abandonar o dragão. Não queria abusar da sorte.
— Ali! — disse a feiticeira.
Ela apontou com o queixo para o que parecia uma viela, onde ficava a entrada de serviço de um hotel.
Eu estremeci, relembrando meu primeiro dia em Nova York como Lester Papadopoulos.
— E se for sem saída? Na última vez que me vi em um beco sem saída, as coisas não acabaram bem.
— Vamos tentar — disse Leo. — Podemos conseguir nos esconder lá, ou... sei lá.
Sei lá me pareceu um péssimo plano B, mas eu não tinha nenhuma sugestão melhor.
Boa notícia: o beco não era sem saída. Eu avistei um cruzamento no final do quarteirão. Má notícia: as plataformas de carga e descarga nos fundos do hotel estavam trancadas, nos deixando sem lugar para nos escondermos, e a parede do outro lado do beco estava cheia de caçambas de lixo.
Ah, caçambas! Que ódio!
Leo suspirou.
— Podemos pular lá dentro, talvez...
— Não! — falei com rispidez. — Nunca mais!
Atravessamos o beco o mais rápido possível. Tentei me acalmar compondo em silêncio um soneto sobre as várias formas como um deus em fúria poderia destruir caçambas de lixo. Fiquei tão absorto que não reparei no que havia na nossa frente até Calipso ofegar.
Leo parou de repente.
— Mas que...? Hijo.
A aparição brilhou com uma suave luz laranja. Ela usava um quíton tradicional, sandálias e uma espada embainhada, como um guerreiro grego no auge da vida... exceto pelo fato de que tinha sido decapitada. Mas, diferentemente dos blemmyae, essa pessoa já tinha sido obviamente humana. Sangue etéreo escorria do pescoço cortado, pingando na túnica laranja luminosa.
— Esse fantasma tem cor de queijo — disse Leo.
O espírito levantou uma das mãos, nos chamando.
Por não ter nascido mortal, eu não tinha nenhum medo específico dos mortos. Se você já viu uma alma atormentada, já viu todas. Mas alguma coisa naquele fantasma me incomodou. Ele despertou uma lembrança antiga, uma sensação de culpa de milhares de anos antes...
Atrás de nós, as vozes dos blemmyae ficaram mais altas. Eles não paravam de dizer “Bom dia!” e “Com licença!” e “Que dia lindo!” para os outros habitantes de Indiana.
— O que a gente faz? — perguntou Calipso.
— Segue o fantasma — falei.
— O quê? — gritou Leo.
— Vamos seguir o fantasma cor de queijo. Como você sempre diz: Vaya con queso.
— Era uma piada, ese.
O espírito laranja chamou de novo e flutuou na direção do fim do beco.
Atrás de nós, uma voz masculina gritou:
— Aí estão vocês! Tempo bom, não é mesmo?
Eu me virei e vi um para-lama de picape rodopiando na nossa direção.
— Abaixem-se!
Derrubei Calipso e Leo, provocando mais gritos de dor na feiticeira. O para-lama de picape voou por cima das nossas cabeças e acertou uma caçamba de lixo, gerando uma explosão festiva de confete de lixo.
Ficamos de pé com dificuldade. Calipso estava tremendo e tinha parado de reclamar de dor. Eu tinha quase certeza de que ela estava entrando em choque.
Leo puxou um grampeador do cinto de ferramentas.
— Vão na frente. Vou segurar esse pessoal o máximo que puder.
— O que você vai fazer? — perguntei. — Grampear todo mundo bonitinho na parede e depois fazer uma exposição?
— Vou jogar coisas neles! — respondeu Leo, ríspido. — A não ser que você tenha uma ideia melhor.
— V-vocês dois, parem — gaguejou Calipso. — N-nós não deixamos ninguém para trás. Agora, andem. Esquerda, direita, esquerda, direita.
Saímos do beco e encontramos uma praça ampla e circular. Ah, por que o povo de Indiana não podia construir uma cidade direito, com ruas sinuosas, um monte de cantos escuros e talvez uns bunkers à prova de bombas bem posicionados?
No meio de uma rotatória havia um chafariz cercado de canteiros de flores murchas. Ao norte, estavam as torres gêmeas de outro hotel. Ao sul, ficava um prédio de tijolos vermelhos e granito mais antigo e mais grandioso, talvez uma estação de trem da Era Vitoriana. De um lado da construção, uma torre de relógio se projetava uns sessenta metros no céu. Acima da entrada principal, debaixo de um arco de mármore, um vitral brilhava em uma moldura de cobre verde, como uma versão de vidro do alvo que usávamos nas competições de dardos na noite de jogos semanal do Monte Olimpo.
Esse pensamento me deixou bem melancólico. Eu daria qualquer coisa para voltar para casa em uma noite de jogos, mesmo que isso significasse ouvir Atena se gabar de sua pontuação nas Palavras Cruzadas.
Eu observei a praça. Nosso guia fantasmagórico parecia ter desaparecido.
Por que ele tinha nos levado até ali? Devíamos ir para o hotel? Para a estação de trem? Essas perguntas se tornaram irrelevantes quando os blemmyae nos cercaram. A multidão saiu do beco atrás de nós. Uma viatura da polícia deu uma guinada na rotatória ao lado da estação de trem. Uma escavadeira parou na entrada do hotel, o operador acenando e gritando com alegria:
— Oi! Eu vou escavar vocês!
Todas as saídas da praça tinham sido bloqueadas rapidamente.
Senti um fio de suor escorrer e depois secar no meu pescoço. Um ruído irritante preencheu meus ouvidos, que percebi ser meu choramingo incompreensível de Por favor, não me matem, por favor, não me matem.
Eu não vou morrer aqui, prometi a mim mesmo. Sou importante demais para bater as botas em Indiana.
Mas minhas pernas fracas e meu queixo trêmulo pareciam discordar.
— Alguém tem alguma ideia? — perguntei aos meus compatriotas. — Por favor, qualquer ideia brilhante.
Calipso fez cara de que sua ideia mais brilhante no momento era tentar não vomitar. Leo ergueu o grampeador, o que não pareceu assustar os blemmyae.
Do meio da multidão, nossa velha amiga Nanette surgiu, a cara de peito sorrindo. Os sapatos altos de couro envernizado faziam um contraste horrível com o pelo louro nas pernas.
— Caramba, meus amores, vocês me deixaram meio zangada.
Ela segurou a placa de rua mais próxima e a arrancou do chão com apenas uma das mãos.
— Agora fiquem paradinhos, tudo bem? Só vou amassar a cabeça de vocês com isto aqui.

20 comentários:

  1. Calipso é até bem mais capaz que eu uehehehe, nem um soco eu consigo dar ;-; (mesmo que ela tenha quebrado a mão, ela tentou)

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    1. Nem me fale..... Cara porque todo semideus tem problemas com policiais? (piper recebua visitas semanais, percy nem se fala.). Ainda estou com odio da meg vai tudo bem. Para o proximo cap!!!

      ~Filha de Atena~

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  2. Como tentar matar alguém é ser educado ao mesmo tempo
    — Bom dia! — Um policial apareceu à nossa direita, arma em punho. — Parem, ou atiro! Obrigado!
    — Oi! Eu vou escavar vocês!
    — Agora fiquem paradinhos, tudo bem? Só vou amassar a cabeça de vocês com isto aqui.

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  3. Rick parece odiar mortalmente Indiana

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    1. Eu tbm pensei nisso kkkk até procurei Indiana no Google pra ver se é tao ruim assim

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  4. "— Esse fantasma tem cor de queijo — disse Leo."
    De fato, o comentário mais adequado ao se ver um fantasma decapitado, Leo é demais.

    Hoje aprendemos que a educação vem sempre em primeiro lugar !

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  5. Eita, Calipso parece empolgads por sair de Ogígia, mas querer ser útil sem saber o que está fazendo não é legal. Só eu que imagino ela se encontrando com a Annie? Sei lá, me veio essa possiblidade agr.

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  6. "-Vamos seguir o fantasma cor de queijo. Como você sempre diz: Vaya con queso." isso um mim fez lembrar CK... Parece que tio Rick gosta de queijo e de gente educada (mesmo que estejam tentado matar outra pessoa).

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  7. Eu só imagino o jeito da Nanette e fico rindo por dentro....

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  8. TIO RICK É MUITO EDUCADO. Tem que ser educado até na hora de matar.

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  9. Tio Rick é muito educado. Temos que marcar é ser educados ao mesmo tempo.

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  10. Apolo disse que sentiu vergonha e pareceu conhecer o fantasma de capitado
    o fantasma é jacinto, o cara que ele amou que o trocou por um dos ventos e como vingança apolo decapitou ele

    só uma teoria

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    1. Que eu saiba jacinto morreu com uma ferradura que bateu em sua cabeça

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  11. Maria Filha de Poseidon8 de junho de 2017 08:47

    Leo foi mais rápido. Conjurou um globo de fogo e o arremessou como uma bola de beisebol, acertando Nanette bem no meio dos enormes olhos peitudos. Chamas tomaram conta dela, incendiando as sobrancelhas e o vestido.

    ESQUENTA!

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  12. Ilario Lester quer dizer Apolo fugindo da dona cara de peito com calipso e o valdez

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  13. ok.....
    agora, cade o nico e o will? so pra isso q eu vim mesmo. rsrs(mentira foi n, mas ese foi um dos principais motivos,ne)

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  14. Semideuses e seus problemas com policiais, ninguém manda vocês destruirem tudo!!!

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Boa leitura :)