8 de maio de 2017

Capítulo 13

Trabalhar numa cozinha
Um sonho alcançado
Quer batatas fritas?

QUANDO ERA UM DEUS, eu ficava feliz da vida se uma mulher me puxava para trás de uma construção. Mas, como Lester e com Calipso, era mais provável que eu fosse morto do que beijado.
Nós nos agachamos junto a uma pilha de caixas de leite perto da entrada da cozinha. A área tinha cheiro de gordura, cocô de pombo e cloro, que vinha da água que jorrava de uns jatos usados para crianças se refrescarem ali perto. Calipso sacudiu a porta trancada e me fuzilou com o olhar.
— Me ajude! — sibilou ela.
— O que eu posso fazer?
— Bom, agora seria uma boa hora para ter uma explosão de força divina!
Eu não devia ter contado sobre isso para ela e Leo. Uma vez, quando estava enfrentando Nero no Acampamento Meio-Sangue, meu poder sobre-humano voltou brevemente, o que me permitiu vencer os germânicos do imperador. Atirei um deles em direção ao céu, e, até onde eu sabia, ele ainda devia estar vagando por lá. Mas esse momento de força divina logo passou. E não retornara desde então.
Independentemente disso, Leo e Calipso pareciam pensar que eu podia conjurar explosões de maravilhas divinas a hora que quisesse, só porque já tinha sido um deus. Eu achava isso injusto.
Tentei abrir a porta. Puxei a maçaneta e quase perdi os dedos da mão.
— Ai — murmurei. — Os mortais melhoraram nisso de fazer portas. Já na Era do Bronze...
Calipso me mandou calar a boca.
As vozes dos nossos inimigos estavam se aproximando. Eu não conseguia ouvir Litierses, mas os dois outros homens conversavam em uma língua gutural que parecia gaulês antigo. Duvidava que eles fossem funcionários do zoológico.
Desesperada, Calipso tirou um grampo do cabelo. Ahá, então aquelas mechas dela não permaneciam no lugar por magia! Ela apontou para mim e então para o canto. Achei que estivesse me mandando fugir e me salvar. Seria uma sugestão sensata, mas percebi que me pedia para vigiar.
Não sabia como isso ajudaria, mas espiei por cima da enorme pilha de caixas de leite e esperei que os germânicos viessem nos matar. Eu os ouvi na frente do café, sacudindo a janela de alumínio, depois conversando brevemente com muitos grunhidos e resmungos. Conhecendo os guarda-costas do imperador, eles deviam estar dizendo alguma coisa como Matar? Matar. Esmagar cabeças? Esmagar cabeças.
Eu me perguntei por que Litierses dividira seu grupo em dois. Eles já sabiam onde os grifos estavam. Por que então ainda zanzavam pelo parque? A não ser, claro, que estivessem procurando invasores, especificamente nós...
Calipso quebrou o grampo ao meio. Inseriu as partes de metal na fechadura e começou a movimentá-las, os olhos fechados como se estivesse profundamente concentrada.
Ridículo, pensei. Isso só funciona em filmes e em épicos de Homero!
Clique. A porta se abriu. Calipso fez sinal para eu entrar. Ela tirou os pedaços de grampo da fechadura e me seguiu, fechando a porta atrás de si com cuidado. Ela a trancou momentos antes de alguém do lado de fora sacudir a maçaneta.
Uma voz rouca murmurou em gaélico, provavelmente alguma coisa como Não demos sorte. Vamos esmagar cabeças em outro lugar.
Os passos se afastaram.
Só então me lembrei de respirar.
Eu me virei para Calipso.
— Como você arrombou a fechadura?
Ela olhou para o grampo quebrado na mão.
— Eu... eu me lembrei de tecelagem.
— Tecelagem?
— Eu ainda sei tecer. Passei milhares de anos praticando no tear. Achei que talvez, não sei, mexer com grampos em uma fechadura não fosse tão diferente de tecer fios em um tear.
As duas coisas me pareciam muito diferentes, mas os resultados eram indiscutíveis.
— Então não foi magia?
Tentei conter minha decepção. Ter alguns espíritos do vento à nossa disposição seria bastante útil.
— Não. Você vai saber quando eu recuperar minha magia, porque vai perceber que foi jogado do outro lado de Indianápolis.
— Nossa, mal posso esperar.
Observei o interior escuro da lanchonete. Na parede dos fundos havia o básico: uma pia, uma fritadeira, um cooktop, dois micro-ondas. Debaixo da bancada, dois freezers horizontais. Você pode estar se perguntando como eu conhecia o equipamento básico de uma cozinha de lanchonete. Descobri a Pink quando ela trabalhava no McDonald’s. Descobri a Queen Latifah no Burger King. Passei bastante tempo em lugares como aquele. Você nunca sabe onde vai encontrar um grande talento.
Verifiquei o primeiro freezer. Lá dentro, em meio à névoa gelada, havia caixas cuidadosamente rotuladas de refeições prontas para serem cozidas, mas nada que dissesse BOLINHOS DE BATATA.
O segundo freezer estava trancado.
— Calipso, você conseguiria tecer e abrir este aqui?
— Quem é inútil agora, hein?
Para não atrapalhar meus planos, decidi não responder. Dei um passo para trás enquanto Calipso usava suas habilidades não mágicas. Ela levou ainda menos tempo para abrir a segunda fechadura.
— Muito bem. — Eu levantei a tampa do freezer. — Ah.
Centenas de pacotes em papel-manteiga branco, cada um identificado em caneta preta. Calipso leu as descrições.
— Mix de cavalo carnívoro? Cubos de avestruz de combate? E... bolinhos de grifo. — Ela se virou para mim com uma expressão horrorizada. — Não é possível que estejam moendo os animais e usando para fazer comida!
Eu me lembrei de um banquete muito tempo atrás, com o perverso rei Tântalo, que serviu aos deuses um ensopado feito dos próprios filhos. Com humanos, tudo era possível. Mas, naquele caso, eu não achava que o café estivesse servindo animais selvagens míticos.
— Esses itens estão trancados — falei. — Acho que foram separados para os animais mais raros do zoológico. Isso é um mix de comida para cavalos carnívoros, não uma mistura de cavalos carnívoros.
Isso não pareceu diminuir muito o enjoo de Calipso.
— Mas o que é um avestruz de combate?
A pergunta despertou uma lembrança antiga. Fui tomado por uma visão tão intensa quanto o fedor de uma jaula de lêmure suja.
Eu me vi esparramado em um sofá na tenda do meu amigo Cômodo. Ele estava no meio de uma campanha militar com o pai, Marco Aurélio, mas nada ali indicava a vida difícil da legião romana. Acima, uma cobertura de seda branca oscilava com a brisa leve. Em um canto, um músico tocava discretamente a lira. Sob os nossos pés, os melhores tapetes das províncias orientais, cada um tão caro quanto uma villa em Roma. Entre os dois sofás, havia uma mesa coberta com o lanche da tarde: javali, faisão e salmão assados e frutas saindo de uma cornucópia de ouro maciço.
Eu estava me entretendo jogando uvas na boca de Cômodo. Claro que errava apenas se quisesse, mas era divertido ver a fruta quicar no nariz dele.
— Você é terrível — provocou ele.
E você é perfeito, pensei, mas apenas sorri.
Ele tinha dezoito anos. Em minha forma mortal, eu parecia ser um jovem da mesma idade, mas, apesar das melhorias divinas, dificilmente seria mais bonito do que o princeps. Mesmo com a vida fácil de filho do imperador, Cômodo era o modelo de perfeição atlética: o corpo era ágil e musculoso, o cabelo dourado caía em cachos em torno do rosto olimpiano. A força física já era famosa, gerando comparações ao lendário herói Hércules.
Joguei outra uva. Ele a pegou e observou a pequena esfera.
— Ah, Apolo... — Ele sabia minha verdadeira identidade. Éramos amigos, mais do que amigos, havia quase um mês naquele momento. — Fico tão cansado dessas campanhas. Meu pai está em guerra há praticamente todo o reinado!
— Que vida difícil a sua. — Indiquei a opulência ao nosso redor.
— É, mas é ridículo. Pisoteando florestas do Danúbio, aniquilando tribos bárbaras que não são uma ameaça verdadeira a Roma. Qual é o sentido de ser imperador se você nunca está na capital se divertindo?
Mordisquei um pedaço de carne de javali.
— Por que você não fala com o seu pai? Pede uma licença?
Cômodo riu com deboche.
— Você sabe o que ele vai fazer: vai me dar outro sermão sobre dever e moralidade. Ele é tão virtuoso, tão perfeito, tão admirado.
Ele colocou essas palavras em círculos no ar (já que aspas no ar ainda não tinham sido inventadas). Eu compreendia a situação dele. Marco Aurélio era o pai mais rigoroso e poderoso do mundo, com a exceção de meu próprio pai, Zeus. Os dois amavam dar sermão. Os dois amavam lembrar à prole como todos tinham sorte, como tinham privilégios, como não chegavam perto de cumprir as expectativas do pai. E, claro, os dois tinham filhos lindos, talentosos e que não eram devidamente valorizados.
Cômodo espremeu a uva e observou o sumo escorrer pelos dedos.
— Meu pai me tornou seu imperador júnior quando eu tinha quinze anos, Apolo. É sufocante. Tantas obrigações o tempo todo. Depois, ele me casou com aquela garota horrenda, Bruta Crispina. Quem bota o nome de Bruta na filha?
Eu não pretendia rir às custas da esposa distante dele... mas parte de mim ficava satisfeita quando ele falava mal dela. Eu queria ser o centro das atenções dele.
— Bom, um dia você vai ser o único imperador — falei. — Aí você vai poder ditar as regras.
— Vou restaurar a paz com os bárbaros — disse ele. — E vamos para casa comemorar com jogos. Os melhores jogos, o tempo todo. Vou reunir os animais mais exóticos do mundo. Vou lutar contra eles pessoalmente no Coliseu: tigres, elefantes, avestruzes.
Eu ri.
— Avestruzes? E você já viu um avestruz?
— Ah, vi. — Ele fez uma expressão nostálgica. — Criaturas maravilhosas. Se fossem treinados para lutar, talvez com algum tipo de armadura personalizada, seriam incríveis.
— Você é um idiota lindo. — Eu joguei outra uva, que quicou na testa dele.
Um breve lampejo de raiva surgiu em seu rosto. Eu sabia que meu doce Cômodo podia ter um temperamento agressivo. Seu gosto por matanças era um pouco excessivo. Mas por que eu me importaria? Eu era um deus. Podia falar com ele como mais ninguém ousava.
A aba da barraca foi aberta. Um centurião entrou e fez uma saudação decidida, mas seu rosto estava abalado, brilhando de suor.
— Princeps... — A voz dele falhou. — É seu pai. Ele... ele está...
O homem não chegou a falar morto, mas a palavra pareceu flutuar na barraca ao nosso redor, sugando o calor do ar. O lirista parou no meio de um acorde de sétima maior.
Cômodo se virou para mim com um olhar de pânico.
— Vá — falei, o mais calmamente que podia, sufocando meus medos. — Você sempre vai ter minhas bênçãos. Vai se sair bem.
Mas eu já desconfiava do que ia acontecer: o jovem que eu conhecia e amava estava prestes a ser consumido pelo imperador que se tornaria.
Cômodo se levantou e me beijou pela última vez. Seu hálito tinha cheiro de uva. Então saiu da barraca, andando, como os romanos diriam, para a boca do lobo.
— Apolo. — Calipso me cutucou no braço.
— Não vá! — supliquei. E minha vida passada desapareceu.
A feiticeira me encarava, com a testa franzida.
— O que você quer dizer com não vá? Teve outra visão?
Observei a cozinha escura da lanchonete.
— Eu... estou bem. O que está acontecendo?
Calipso apontou para o freezer.
— Olhe os preços.
Engoli o gosto amargo de uvas e carne de javali. No freezer, havia um preço escrito a lápis no canto de cada pacote. O mais caro, de longe: bolinhos de grifo, quinze mil dólares a porção.
— Não entendo muito sobre a atual economia — admiti —, mas não é meio caro para uma refeição?
— Eu ia perguntar a mesma coisa. Sei que um S com a linha no meio significa dólares americanos, mas a quantia...? — Ela deu de ombros.
Achei injusto estar me aventurando com alguém tão perdido quanto eu. Um semideus moderno conheceria muito bem o assunto e também teria habilidades úteis para o século XXI. Leo Valdez sabia consertar máquinas. Percy Jackson sabia dirigir. Eu até aceitaria Meg McCaffrey e seu talento para arremessar sacos de lixo, embora soubesse o que a menina diria sobre nossa situação atual: Como vocês são burros.
Apanhei um pacote de bolinhos de grifo e abri um canto. Dentro, pequenos cubos congelados de batata brilhavam com uma cobertura dourada metálica.
— Uma dúvida: bolinhos de batata costumam ser salpicados de metal precioso? — perguntei.
Calipso pegou um.
— Acho que não. Mas grifos gostam de ouro. Meu pai me disse isso uma vez, séculos atrás.
Estremeci. Eu me lembrava do pai dela, o general Atlas, soltando um bando de grifos em cima de mim durante a primeira guerra dos titãs contra os deuses. Estar em uma carruagem atacada por leões com cabeça de águia não é algo de que se esqueça com facilidade.
— Então levamos esses bolinhos para dar aos grifos — supus. — Com sorte, vai nos ajudar a conquistar a confiança deles. — Puxei a Flecha de Dodona da minha aljava. — Era isso que você tinha em mente, Mais Frustrante das Flechas?
A flecha vibrou.
DE FATO, TU ÉS MAIS TOLO DO QUE UM AVESTRUZ DE OLHOS VENDADOS.
— O que ele disse? — perguntou Calipso.
— Ele disse que sim.
A feiticeira pegou no balcão um cardápio de papel com um mapa do zoológico e apontou para uma linha laranja em torno da área das PLANÍCIES.
— Aqui.
A marcação tinha o título PASSEIO DE TREM, o nome menos criativo que eu conseguia imaginar. Embaixo, na legenda do mapa, havia uma explicação mais detalhada: PASSEIO DE TREM! UMA VISITA AO ZOOLÓGICO POR TRÁS DO ZOOLÓGICO!
— Bem — falei —, pelo menos eles anunciam o fato de que tem um zoológico secreto atrás do zoológico. É simpático da parte deles.
— Acho que está na hora de andar de maria-fumaça — concordou Calipso.
Da porta do café veio um estrondo, como se um germânico tivesse tropeçado em uma lata de lixo.
— Parem com isso! — gritou Litierses. — Você, fique aqui vigiando. Se eles aparecerem, capture os dois. Não os mate. E, você, venha comigo. Precisamos daqueles grifos.
Contei silenciosamente até cinco e sussurrei para Calipso:
— Foram embora?
— Vou usar minha supervisão para olhar através da parede e verificar — disse ela. — Ah, não, espera.
— Você é uma pessoa terrível.
Ela apontou para o mapa.
— Se Litierses tiver deixado um guarda no cruzamento, vai ser difícil sair daqui e chegar ao trem sem que ele nos veja.
— Bom — falei —, acho que nós poderíamos voltar para a Estação Intermediária e explicar para Britomártis que pelo menos nós tentamos.
Calipso jogou um bolinho de batata dourado congelado em mim.
— Quando você era deus, você seria compreensivo se uns heróis voltassem de mãos vazias de uma missão e dissessem Desculpe, Apolo. Pelo menos, nós tentamos?
— Claro que não! Eu os incineraria! Eu... Ah. Entendi. — Retorci as mãos. — Então o que vamos fazer? Não estou a fim de ser incinerado. Dói.
— Deve ter um jeito. — Calipso passou o dedo pelo mapa, em uma seção chamada SURICATOS, RÉPTEIS E COBRAS, que parecia o nome da pior firma de advocacia do mundo. — Tenho uma ideia. Traga os bolinhos e venha comigo.

26 comentários:

  1. Eis a questão, quinze mil dólares por um bolinho de batata é muito?

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  2. Aqui o esquema é avestruz.
    Em magnus chase é Pato.

    -MrGoat

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    1. patooooosssss, no crossover das series do tio rick eles iram enfrentar um deus pato

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    2. Damon Herondale(filho de Zeus)21 de setembro de 2017 14:28

      Um deus pato seria terrível, um horror completo

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  3. "Percy Jackson sabe dirigir."
    E é essa a única observação que ele tem sobre o cara que salvou o mundo não uma, mas deixa eu ver... Três vezes.
    - Semideusa Corvina Lucian

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    1. Pensei isso também

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    2. Primeira vez: derrotou Cronos
      Segunda: foi um dos sete e destruiu um bocado de gigantes
      Terceira: Junto com a Annabeth, a Sadie e o Carter, ele acabou com Setne
      Mas é obvio que a coisa mais importante que ele já fez foi tirar carteira de motorista.

      ~Filha de Mércurio

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  4. Mas no caso, Apolo não foi gerado depois da primeira Guerra dos Titãs?

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    1. tambem pensei ne assunto ana lyvia . queria ter uma resposta sobre a epoca do nascimento de apolo e artemis

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    2. Detalhes, minha cara, meeeros detalhes

      -Alguém interessante

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    3. A cronologia dos mitos gregos não fazem o minimo sentido :v nem adianta tentar entender.

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    4. Damon Herondale(filho de Zeus)21 de setembro de 2017 14:34

      Mesmo assim, o Rick podia ter se mantido na sua origem dos olimpianos, contada em Percy Jackson e os Deuses Gregos

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  5. Acho que o tio Rick tem algum parente homosexual,porq o Nico,depois as duas mães da Georgina,e o Apolo que gosta de homem e mulher,talvez ele quer dar algum tipo de apoio pra quem passa por isso e não sabe como falar sobre esse assunto!!

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    1. Realmente ele ta dando alguma apoio pra quem passa por isso, mas não quer dizer que ele tem algum parente passando por isso
      E sobre o Apolo, era comum histórias e mitos dos deuses com outros homens. Os gregos não tinham problemas com isso

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    2. Madre mia mas que diabos?

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  6. Cômodo e Apolo eram namorados ou amantes?

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    1. Como o Cômodo era casado, eles eram amantes.

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  7. Quenn Latifah ❤ minha atriz favorita

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  8. Morri com a parte da Pink e Queen Latifah kkkkkkkk

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  9. Eu até aceitaria Meg McCaffrey e seu talento para arremessar sacos de lixo, embora soubesse o que a menina diria sobre nossa situação atual: Como vocês são burros.
    Muito burros, não é mesmo srta. McCaffrey?

    Camila

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  10. "Depois, ele me casou com aquela garota horrenda, Bruta Crispina. Quem bota o nome de Bruta na filha?" Até porque Cômodo é muito melhor, quem não sonha se chamar de quarto
    - Cal Macaulay

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  11. Queria saber por que o Cômodo está como uns dos deuses se ele nem é, foi apenas um dos imperadores no tempo romano.

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  12. Por meu pai ser professor de história, eu já conhecia a historia do Comodus. Tem uma série legal da netflix sobre ele e eu fico imaginando o ator com a minha imagem do Apolo em forma divina. Shippo muito *-*
    Mas ele virou um sanguinário depois então neh heheheh

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  13. Percy salvou o mundo 1°evitando a guerra no olimpo quando roubaram o raio mestre
    Queen no buguer king kkkk

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  14. Apolo sempre é o pior kkkk, senso de humor péssimo, mas adoro ele mesmo assim.
    Fiquei ultra feliz quando o tio Rick criou livros inspirados nele.
    Ah, vi alguns comentários sobre a questão da sexualidade do povo e tals, acho que o Tio Rick quer alcançar a todos, mostrar que não estão sozinhos.
    Além disso, relacionamentos com pessoas de mesmo sexo eram muito comuns na Antiguidade.

    Gisele ~ Filha de Ares ~

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  15. Gente eu sou a unica louca que lembra da caveira falenate de trono de vridro toda vez em que flexa de dodona aparece?????

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Boa leitura :)