8 de maio de 2017

Capítulo 1

Sou Lester, Apolo
Ainda um mero humano
Ó, vida implacável

QUANDO NOSSO DRAGÃO DECLAROU guerra contra Indiana, eu soube que o dia não ia ser fácil.
Estávamos viajando havia seis semanas, e Festus nunca tinha demonstrado tanta hostilidade por um estado. Nova Jersey, ele ignorou. Da Pensilvânia ele pareceu gostar, apesar de nossa batalha contra os ciclopes de Pittsburgh. Ohio, ele tolerou, mesmo depois de nosso encontro com Potina, a deusa romana das bebidas infantis, que nos perseguiu no formato de uma jarra vermelha gigante decorada com uma carinha feliz.
Mas, por algum motivo, Festus decidiu que não gostava de Indiana. Ele pousou na cúpula da sede da prefeitura, bateu as asas metálicas e soprou um jato de fogo que incinerou a bandeira do estado que tremulava no mastro, simples assim.
— Opa, amigão! — Leo Valdez puxou as rédeas do dragão. — Nós já conversamos sobre isso. Nada de carbonizar monumentos públicos!
Atrás dele, também montada no dragão, Calipso segurou as escamas de Festus para se equilibrar.
— Podemos, por favor, ir para o chão? Delicadamente, desta vez?
Para uma antiga feiticeira imortal que já controlou espíritos do ar, Calipso não era muito fã do céu. O vento frio soprou o cabelo castanho dela em meu rosto, me fazendo piscar e cuspir.
Isso mesmo, querido leitor.
Eu, o passageiro mais importante, o jovem antes conhecido como o glorioso deus Apolo, fui forçado a me sentar na parte de trás do dragão. Ah, as indignidades que sofri desde que Zeus tirou meus poderes divinos! Nããão, não bastava que agora eu fosse um mortal de dezesseis anos com o nome pavoroso de Lester Papadopoulos. Não bastava que eu tivesse que andar pela Terra realizando (argh) missões heroicas até encontrar uma forma de cair novamente nas graças do meu pai, nem que eu tivesse um problema de acne que não reagia a medicações comuns contra espinhas.
Apesar da minha carteira de motorista provisória, Leo Valdez não confiava em mim para operar seu corcel aéreo de bronze!
As garras de Festus se seguraram no domo de cobre verde, que era pequeno demais para um dragão do seu tamanho. Aquilo me lembrou de quando instalei uma estátua em tamanho real da musa Calíope no capô da minha carruagem do Sol. O peso do ornamento me fez mergulhar de cabeça na China e criar o deserto de Gobi.
Leo olhou para trás, o rosto sujo de fuligem.
— Apolo, está sentindo alguma coisa?
— Por que é meu trabalho sentir coisas? Só porque eu costumava ser um deus da profecia...
— É você quem tem tido visões — lembrou Calipso. — Você disse que sua amiga Meg estaria aqui.
Só de ouvir aquele nome senti uma pontada de dor.
— Isso não quer dizer que posso descobrir onde ela está com a mente! Zeus revogou meu acesso ao GPSS!
— GPSS? — perguntou Calipso.
— Guia de Posicionamento para Seres Superiores.
— Isso não existe!
— Calma aí, pessoal. — Leo deu tapinhas no pescoço do dragão. — Apolo, pelo menos tenta, tá bom? Essa parece a cidade com que você sonhou ou não?
Observei o horizonte.
Indiana era um lugar plano: rodovias atravessando planícies marrons e ressequidas, com sombras de nuvens carregadas pairando acima da paisagem urbana. Ao nosso redor havia um agrupamento parco de arranha-céus, pilhas de pedra e vidro que pareciam camadas de alcaçuz preto e branco. (E não estou falando daquele alcaçuz gostoso, não. Me refiro ao que fica um século na bombonière da mesa de centro da sua madrasta. E não, Hera, por que eu estaria mandando uma indireta para você?)
Como Nova York foi minha primeira parada na Terra, achei Indianápolis deprimente e nada inspiradora, como se um bairro de Nova York — Midtown, talvez — tivesse sido esticado para englobar toda a área de Manhattan, depois perdido dois terços da população e depois sido lavado com um jato de água potente.
Eu não conseguia pensar em nenhum motivo para um triunvirato de antigos imperadores romanos do mal se interessar por um local daqueles. Também não conseguia imaginar por que Meg McCaffrey seria enviada até ali para me capturar. Mas minhas visões foram claras. E aquele cenário aparecera nelas. Tinha ouvido meu velho inimigo Nero ordenar a Meg: Vá para o Oeste. Capture Apolo antes que ele encontre o próximo oráculo. Se não conseguir trazê-lo vivo, mate-o.
O mais triste disso tudo? Meg era uma das minhas melhores amigas. Também era minha mestra semideusa, graças ao senso de humor distorcido de Zeus. Enquanto eu fosse mortal, Meg poderia me mandar fazer qualquer coisa, até me matar... Não. Melhor não pensar nessa possibilidade.
Eu me remexi no assento de metal. Depois de tantas semanas de viagem, eu estava cansado e com o bumbum doendo. Só queria encontrar um lugar seguro para descansar. Mas aquela cidade é que não seria. Alguma coisa na paisagem lá embaixo me deixou tão inquieto quanto Festus.
Então, eu tive certeza de que era ali que tínhamos que estar. Apesar do perigo, se eu tinha a chance de ver Meg McCaffrey de novo, de arrancá-la das mãos vilanescas do padrasto, eu tinha que tentar.
— É aqui — falei. — Antes que esse domo desabe debaixo de nós, sugiro irmos para o chão.
Calipso resmungou em minoico antigo:
— Eu acabei de falar isso.
— Ah, perdão, feiticeira! — respondi na mesma língua. — Se você tivesse visões úteis, talvez eu a escutasse com mais frequência!
Calipso me xingou de alguns nomes que me lembraram como a linguagem minoica era rica antes de se extinguir para sempre.
— Ei, vocês dois — interveio Leo. — Nada de dialetos antigos. Espanhol ou inglês, por favor. Ou linguagem de máquina.
Festus rangeu em concordância.
— Tudo bem, garoto — disse Leo. — Tenho certeza de que eles não nos excluíram de propósito. Agora vamos voar até a rua, que tal?
Os olhos de rubi de Festus brilharam. Os dentes de metal giraram como brocas de furadeira. Ele deve ter pensado: Illinois parece bem melhor agora.
Ele bateu as asas e pulou, pousando logo em frente à sede da prefeitura com tanta força que a calçada rachou. Meus globos oculares tremeram como balões de água.
Festus virou a cabeça de um lado para o outro, vapor saindo das narinas.
Não identifiquei nenhuma ameaça. Carros passavam tranquilamente pela rua principal. Pedestres caminhavam: uma mulher de meia-idade de vestido florido, um policial corpulento carregando um copo descartável com o rótulo CAFÉ PATACHOU, um homem de terno azul listrado.
O sujeito arrumadinho acenou educadamente ao passar.
— Bom dia.
— E aí, cara? — disse Leo.
Calipso inclinou a cabeça, confusa.
— Por que ele foi tão simpático? Ele não viu que estamos sentados em um dragão de metal de cinquenta toneladas?
Leo sorriu.
— É a Névoa, gata. Atrapalha os olhos mortais. Faz monstros parecerem cachorrinhos inofensivos. Faz espadas parecerem guarda-chuvas. Faz com que eu pareça ser ainda mais bonito do que sou!
Calipso deu um cutucão nas costas de Leo.
— Ai! — reclamou ele.
— Eu sei o que é a Névoa, Leonidas...
— Ei, eu falei para você nunca me chamar assim.
— ... mas a Névoa deve ser muito forte aqui para esconder um monstro do tamanho de Festus, e tão próximo. Apolo, você não acha isso meio estranho?
Eu observei os pedestres que passavam.
Verdade, eu tinha visto alguns lugares onde a Névoa era particularmente densa. Em Troia, o céu acima do campo de batalha estava tão carregado de deuses que não dava para virar a carruagem sem atropelar uma deidade, mas os troianos e os gregos só viram leves sinais da nossa presença. Na ilha Three Mile, em 1979, os mortais não se deram conta de que o desastre nuclear foi causado por uma luta épica de serras elétricas entre Ares e Hefesto. (Pelo que me lembro, Hefesto tinha falado mal da calça jeans boca de sino de Ares.)
Ainda assim, eu não achava que o problema ali era a Névoa densa. Alguma coisa naquelas pessoas me incomodava. Os rostos estavam plácidos demais. Os sorrisos atordoados me lembravam os antigos atenienses antes do Festival de Dioniso: todo mundo de bom humor, distraído, pensando nas festas regadas a bebida e na libertinagem que estavam por vir.
— É melhor irmos para um lugar mais reservado — sugeri. — Talvez...
Festus cambaleou, se balançando todo como um cachorro molhado. De dentro do peito veio um barulho de corrente de bicicleta solta.
— Ah, de novo, não — reclamou Leo. — Todo mundo para o chão!
Calipso e eu descemos na mesma hora.
Leo parou na frente de Festus e esticou os braços, uma postura clássica de cuidador de dragão.
— Ei, amigão, está tudo bem! Só vou desligar você um pouco, tá? Um tempinho para...
Festus vomitou um longo jato de chamas que envolveu Leo. Felizmente, Valdez era à prova de fogo. As roupas dele, não. Pelo que Leo tinha me contado, ele podia impedir que as roupas se queimassem caso se concentrasse. Mas, se fosse pego de surpresa, nem sempre essa tática dava certo.
Quando as chamas se dissiparam, Leo se viu apenas com uma cueca boxer de amianto, o cinto mágico de ferramentas e um par de tênis fumegantes e parcialmente derretidos.
— Droga! — gritou. — Festus, está frio aqui!
O dragão cambaleou outra vez. Leo correu e puxou a alavanca atrás da pata dianteira esquerda do dragão, que começou a desmontar. As asas, os membros, o pescoço e a cauda se encolheram, as placas de bronze se sobrepondo e se dobrando para dentro. Em questão de segundos, nosso amigo robótico fora reduzido a uma mala grande de bronze.
Isso devia ser fisicamente impossível, claro, mas, como qualquer deus, semideus ou engenheiro que se preze, Leo Valdez se recusava a ser detido pelas leis da física.
Ele fez cara feia.
— Cara... eu achei que tivesse consertado o girocapacitor dele. Acho que vamos ficar presos aqui até eu conseguir encontrar uma oficina.
Calipso fez uma careta. A jaqueta rosa brilhava por causa da água condensada, resultado de nosso voo pelas nuvens.
— Se encontrarmos uma, quanto tempo vai levar para consertar Festus? — perguntou a feiticeira.
Leo deu de ombros.
— Doze horas? Quinze? — Ele apertou um botão na lateral da mala. Uma alça surgiu. — Mas acho que é melhor darmos uma passadinha numa loja de roupas antes.
Eu nos imaginei entrando em uma loja de departamento, Leo de cueca boxer e tênis derretidos, puxando uma mala de bronze. Não apreciei muito a ideia.
E então, da calçada, uma voz disse:
— Oi!
A mulher de vestido florido tinha voltado. Ou pelo menos parecia a mesma mulher. Ou isso, ou muitas moças em Indianápolis usavam vestidos com estampa de madressilvas roxas e amarelas e gostavam de penteados bufantes estilo anos 1950.
Ela deu um sorriso vazio.
— Linda manhã!
Na verdade, a manhã estava horrível, fria e nublada, e parecia que ia nevar a qualquer momento, mas achei que seria grosseria ignorá-la completamente.
Respondi com meu aceno de realeza, o tipo de gesto que eu fazia para meus adoradores quando eles iam se prostrar sob meu altar. A mensagem era bem clara: Estou vendo você, reles mortal; agora, se manda. Os deuses estão conversando.
A mulher não se tocou e resolveu se aproximar. Ela não era particularmente grande, mas alguma coisa em suas proporções parecia errada. Os ombros eram largos demais para a cabeça. O peito e a barriga se projetavam para a frente em uma massa volumosa, como se ela tivesse enfiado um saco de mangas no vestido. Isso sem contar os braços e pernas finos, que me faziam lembrar uma espécie de besouro gigante. Não ia me surpreender se ela levantasse voo e saísse zanzando por aí.
— Minha nossa! — Ela segurou a bolsa com as duas mãos. — Vocês são ou não são as crianças mais fofas?
O batom e a sombra eram de um tom violento de roxo. Eu me perguntei se tinha oxigênio suficiente chegando ao cérebro dela.
— Senhora — falei —, nós não somos crianças. — Eu poderia ter acrescentado que tinha mais de quatro mil anos de idade e que Calipso era ainda mais velha, mas achei melhor não entrar em detalhes. — Agora, se você nos der licença, temos uma mala para consertar, e meu amigo precisa urgentemente de uma calça.
Tentei passar, mas a mulher não deixou, bloqueando meu caminho.
— Você não pode ir embora agora, querido! Nem demos as boas-vindas a vocês!
Ela tirou um smartphone da bolsa. A tela brilhou, como se uma ligação já estivesse acontecendo.
— É ele, sim — disse a mulher ao telefone. — Pessoal, pode vir. Apolo está aqui!
Minha respiração ficou presa no peito.
Antigamente, eu esperaria ser reconhecido assim que chegasse a qualquer cidade. Claro que os habitantes correriam para me receber. Eles cantariam e dançariam e jogariam flores. Começariam a construir um novo templo na mesma hora.
Mas, como Lester Papadopoulos, não dava para esperar muita coisa. Eu não parecia com meu antigo eu. A ideia de que os habitantes de Indiana pudessem me reconhecer apesar do cabelo embaraçado, da acne e daquela pancinha era ao mesmo tempo insultante e apavorante. E se erigissem uma estátua minha na forma atual, um Lester dourado gigantesco no meio da cidade? Os outros deuses nunca mais me deixariam em paz!
— Senhora — falei —, infelizmente, acho que você me confundiu...
— Não seja modesto! — A mulher jogou o celular e a bolsa no chão. Então segurou meu antebraço com a força de um halterofilista. — Nosso mestre vai ficar feliz da vida de ter você por perto. E pode me chamar de Nanette.
Calipso atacou. Ou queria me defender (improvável), ou não era fã do nome Nanette. Ela deu um soco na cara da mulher.
Isso por si só não me surpreendeu. Como tinha perdido os poderes imortais, ela estava testando outras habilidades. Até o momento, tinha fracassado com espadas, lanças, shurikens, chicotes e stand-up comedy. (Entendo a frustração dela, já passei pelo mesmo.) Naquele dia, ela decidiu experimentar os punhos.
O que me surpreendeu foi o CRACK alto que o punho dela fez na cara de Nanette, o som de ossos da mão se quebrando.
— Ai!
Calipso cambaleou, segurando a mão.
A cabeça de Nanette deslizou para trás. Ela me soltou para tentar segurar o próprio rosto, mas era tarde demais. A cabeça desabou dos ombros, bateu na calçada e rolou para o lado, os olhos ainda piscando, os lábios roxos tremendo. A base era de aço inoxidável liso. Tiras irregulares de fita adesiva cheias de cabelo e grampos estavam presas a ela.
— Santo Hefesto! — Leo correu até Calipso. — Moça, você quebrou a mão da minha namorada com a sua cara. O que você é, um autômato?
— Não, querido — disse a decapitada Nanette. A voz abafada não saiu da cabeça de aço na calçada. Emanou de algum lugar dentro do vestido. Acima da gola, onde antes ficava o pescoço, havia um afloramento de cabelo louro e fino todo emaranhado e cheio de grampos. — E devo dizer que bater em mim não foi muito educado.
Só então percebi que a cabeça de metal era um disfarce. Assim como sátiros cobriam os cascos com sapatos humanos, aquela criatura se passou por mortal fingindo que tinha rosto humano. A voz veio da área da barriga, o que significava que...
Meus joelhos tremeram.
— Um blemmyae — falei.
Nanette riu. O tronco volumoso se contorceu embaixo do tecido florido. Ela rasgou a blusa, coisa que um habitante educado do Meio-Oeste jamais pensaria em fazer, e revelou seu verdadeiro rosto.
Onde o sutiã de uma mulher ficaria, dois olhos saltados enormes piscaram para mim. Do esterno se projetava um nariz grande e brilhante. No abdome se curvava uma boca horrenda: lábios cor de laranja cintilantes, dentes que lembravam um conjunto de cartas brancas de baralho.
— Pois é, querido — disse o rosto. — E estou prendendo você em nome do Triunvirato!
Então, todos os pedestres de aparência agradável da Rua Washington se viraram e vieram em nossa direção.

31 comentários:

  1. Leonidas kkkkkkkkkkkkkk que nome e esse? pelos deuses

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  2. Karina meu amor obrigado por postar o livro 😍😍😘😘

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  3. Um Leo apenas de cueca, porque não Kkkkkkkkkk
    Um ótimo jeito de começar um livro

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  4. Leônidas?! Serio isso senhor Valdez? Kkkkkkkk
    ainda bem que inventaram os apelidos. Nao?

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  5. Karina é uma deusa grega dos livros online

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  6. Karina, sua linda! Deusa maior da literatura!!!

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  7. Espero que o Leo tenha um momento "THIS.IS.SPARTA" no livro agora

    -MrGoat

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    1. Será, assim que li o nome dele lembrei logo do espartano. Espero muito que essa momento role, depois de morre uma vez Leo merece esse momento.

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  8. De 1 a 10... eu dou 7.

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    1. Do fato não foi OH, mas pro primeiro capítulo foi bom.

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  9. Estou numa terrível duvida. Enquanto o segundo livro de APA não chegava, eu estava lendo AS CRONICAS DOS KANE, nesse momento estou lendo o livro2: O TRONO DE FOGO. Mas Karina já postou The prophecy Dark, e estou muuuito anciosa para ler, mas também estou gostando muito de AS CRONICAS DOS KANE. Não sei qual leio. :(

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    1. Vc pode ler os dois (:

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    2. Não posso ler os dois ao mesmo tempo, amigo (a), quero me concentrar em apenas um livro. E já me decidi, vou ler As cronicas dos Kanes, depois eu leio The prophecy Dark. Mas obrigada mesmo assim. ;)

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    3. Ok, boa leitura, eu já li As crônicas dos Kane é mt bom 😉

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  10. Por incrível que pareça eu já conheci um Leonidas :v

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  11. Obrigado ai Karina por trazer o livro pra nós, e o senso de humor do Apolo ta melhor ou e impressão minha ?

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  12. Uma Leitora Qualquer10 de maio de 2017 02:42

    Leônidas jura?😂😂😂😂😂😂😂

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  13. Carlos Daniel Souza10 de maio de 2017 08:57

    Esse começo promete um bom livro

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  14. Rapha filho de cronos10 de maio de 2017 17:50

    Karina eu te adoro , muito obrigado por postar The dark prophecy. Eu já tava pensando em quando tinha que economizarpar pra comprar o livro

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  15. Leonidas. Quem é Leonidas meu Zeus do céu!!! Kkkkkkk Capilso ganhado pontinhos pela ousadia. Vamos ver se ao longo do livro ela se mostra merecedora do Leo...nidas. Minha Santa Atena! Kkk

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  16. Leonidas Valdez? Kkkkkkkkkkkkkkk
    Vamos deixar só leo mesmo

    Imaginando calypso num palco com um microfone fazendo stand-up comedy kkkkkk tio rick tem cada uma

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  17. OMG ainda bem que você postou o livro já estava doida pra ler

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  18. nem sei por quanto tempo esperei esse livro. só amor.

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  19. Seria tão útil a calipso com os poderes de volta! Leônidas kkkkkkkkk ok então Valdez 😂

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  20. Meus deuses!!!Quando eu vi que você tinha postado o livro eu fiquei tipo assim:AÍ MEUS DEUSES!!!EU FINALMENTE VOU LER PIADAS NOVAS DO LEO
    Só faltou eu desmaiar de tanta alegria kkk
    Quando eu li LÊONIDAS eu pensei:A Calipso tá aprendendo com o Leo
    #AmooooCaleo !!!Eles são muito fofos!!!
    P.S.:Esqueci de escreves sobre o Leste...Ops!Quer dinserir Apolo ☺
    #FoiMalPapadopoulos kkkkk

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  21. time leo...nidas forever

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  22. Espero q o Leo não morra de novo

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  23. Caraca. Leonidas. O herói grego. Tudo faz sentido!
    Tadenho, só de cueca em uma batalha no meio do inverno... pobre Leo.

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  24. Leonidas KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AI EU TO BERRANDO

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Boa leitura :)