20 de abril de 2017

Créditos


Copyright © 2016 by Edições Syndrigast
Organização e notas: Millard Nullings
Ilustrações: Andrew Davidson
Impresso em uma tenda nômade no Deserto de Lop, por alguns conhecido como Grande Vale de Lop, que se estende para leste ao longo do sopé do Kuruk-Tagh até a Bacia do Tarim, na região autônoma de Xinjiang Uyghur, uma planície quase perfeitamente horizontal.
Encadernado nas profundezas de uma instalação subterrânea cuja entrada, localizada entre a Fish Street Hill e a Pudding Lane, em Londres, recomenda-se não tentar encontrar, para sua própria segurança.
Revisado diligentemente pelas duas cabeças e os cinco olhos de Patricia Panopticot. “Caesar non supra grammaticos.”
Favor não ler o terceiro conto deste livro de trás para a frente em voz alta — o organizador da obra não se responsabiliza pelas consequências.







Para Alma LeFay Peregrine, que me ensinou a amar histórias.
— MN


Homo sum: humani nil a me alienum puto.
— Terêncio

Um comentário:

  1. Homo sum: nihil humani a me alienum puto: “Sou humano e nada do que é humano me é estranho...” - (Publio Terêncio Afro)

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Boa leitura :)