20 de abril de 2017

4. A mulher que era amiga de fantasmas


HAVIA UMA MULHER peculiar chamada Hildy. Ela tinha um tom de voz alto e alegre, sua pele era morena-escura e ela via fantasmas. Não tinha o menor medo deles. Quando criança, sua irmã gêmea morrera afogada, e o fantasma dela tinha sido sua melhor amiga durante a infância. Elas faziam tudo juntas: corriam pelos campos de papoulas que cercavam a casa, brincavam de esconde-esconde na praça da aldeia e ficavam acordadas até tarde contando histórias assustadoras sobre pessoas vivas uma para a outra. A irmã-fantasma até a acompanhava à escola. Como mais ninguém a via, ela divertia Hildy fazendo caretas malcriadas para a professora e sussurrava as respostas de outros alunos para a irmã durante as provas. (Ela poderia até gritar, já que ninguém além de Hildy ouviria, mas achava melhor falar baixinho. Só por precaução.)
No dia em que Hildy completou dezoito anos, sua irmã teve que se ausentar por um tempo, para resolver alguns assuntos no além-mundo.
— Quando você volta? — perguntou Hildy, triste.
Era a primeira vez que elas se separavam desde a morte da menina.
— Apenas daqui a alguns anos. Vou sentir muita saudade — respondeu a irmã.
— Não mais do que eu vou sentir de você — disse Hildy, muito triste.
A irmã a abraçou, os olhos marejados.
— Tente fazer alguns amigos — aconselhou ela, e desapareceu.
Hildy tentou seguir o conselho da irmã, mas nunca tivera sequer um amigo vivo. Ela aceitou o convite para uma festa, mas não conseguiu puxar assunto com ninguém. Seu pai convidou a filha de um colega de trabalho para tomar um chá na casa deles, mas Hildy ficou travada e se sentiu estranha.
— Você gosta de brincar de esconde-esconde?
Foi a única coisa em que conseguiu pensar para dizer.
— Isso é brincadeira de criança — respondeu a mulher, e, com uma desculpa, foi embora logo que pôde.
Hildy concluiu que preferia a companhia de pessoas mortas à de pessoas vivas, por isso decidiu fazer outros amigos fantasmas. Mas isso também tinha certas dificuldades.
Embora Hildy visse fantasmas, não era fácil se aproximar deles. É que fantasmas são um pouco como gatos: nunca estão por perto quando você quer e raramente aparecem quando chamados.1
Hildy foi a um cemitério. Esperou horas e horas, mas nenhum fantasma foi falar com ela. Ficaram do outro lado, observando-a, muito reservados e desconfiados. Ela pensou que talvez tivessem morrido havia muito tempo e aprendido a não confiar nos vivos. Na esperança de que fosse mais fácil fazer amizade com os mortos recentes, Hildy começou a frequentar funerais. Mas, como a morte de conhecidos não era algo frequente na vida dela, foi preciso recorrer ao funeral de estranhos. Quando os presentes perguntavam o que ela estava fazendo ali, Hildy alegava ser uma parente distante; em seguida, perguntava se o falecido tinha sido uma boa pessoa e se gostava de correr pelos campos ou brincar de esconde-esconde. Os parentes do defunto a achavam estranha (e ela era mesmo), e os fantasmas, sentindo a reprovação dos familiares, a ignoravam.
Foi mais ou menos nessa época que os pais de Hildy morreram. Talvez eles se tornem meus amigos-fantasmas, pensou ela, mas não, eles foram ao encontro da filha morta e deixaram Hildy completamente sozinha.
Então Hildy teve uma outra ideia: vender a casa dos pais e comprar uma casa mal-assombrada, que já viria com fantasmas incluídos! Ela então saiu à procura de uma nova casa. O corretor de imóveis achou que Hildy era, além de estranha (e ela era mesmo), uma cliente frustrante, pois sempre que ele mostrava um bom imóvel, ela apenas perguntava se alguma coisa terrível já havia acontecido ali, como um assassinato, um suicídio ou, melhor ainda, um assassinato e um suicídio, e ignorava a cozinha ampla e a sala de estar cheia de luz natural — só queria saber de olhar o sótão e o porão.
Até que ela finalmente encontrou uma boa casa mal-assombrada e a comprou. Mas só depois de se mudar para lá foi que descobriu que o fantasma da propriedade só cumpria meio expediente na residência, aparecendo algumas noites para chacoalhar umas correntes e bater portas.
— Não vá — pediu Hildy, alcançando o fantasma quando ele estava de partida.
— Desculpe, tenho outras casas para assombrar — respondeu ele, e saiu apressado.
Hildy se sentiu enganada. Um fantasma de meio período não bastava. Afinal, tinha sido muito difícil encontrar uma casa mal-assombrada, e aquela não era mal-assombrada o suficiente. Precisava da casa mais mal-assombrada do mundo, concluiu. Ela comprou livros sobre o assunto e fez pesquisas incessantes. Perseguia seu fantasma de meio período gritando perguntas, enquanto ele corria de aposento em aposento, fazendo um barulho metálico aqui, batendo uma porta ali. (Ele sempre dava a impressão de estar atrasado para alguma assombração mais importante, coisa que Hildy tentava não levar para o lado pessoal.) O fantasma disse algo sobre “Coimbra” e foi embora às pressas.
Hildy mais tarde descobriu que se tratava de uma cidade em Portugal, e depois disso foi bem simples localizar qual das residências locais era a mais mal-assombrada. Ela entrou em contato com o homem que morava lá e os dois passaram a se corresponder por cartas, nas quais ele relatava ser atormentado dia e noite por gritos incorpóreos e garrafas flutuantes e às quais ela respondia dizendo como aquilo lhe parecia adorável. Apesar de achar isso estranho, o homem percebeu que a jovem escrevia com grande amabilidade, e foi por isso que, quando ela propôs comprar a casa, a recusa dele foi feita com a maior delicadeza possível. A propriedade estava em sua família havia gerações, explicou ele, e assim deveria permanecer. Era o fardo que lhe cabia carregar.
Hildy estava começando a se desesperar. Em um momento de extrema aflição ela chegou a considerar a ideia de matar alguém para que o fantasma da vítima a assombrasse, mas logo se deu conta de que não seria um jeito muito bom de começar uma amizade.
Foi quando tomou uma decisão: como não podia comprar a casa mais mal-assombrada do mundo, iria construí-la. Primeiro, escolheu a localização mais sombria em que conseguiu pensar: o alto de uma colina onde tinha sido realizado um sepultamento coletivo durante o último surto de peste. Em seguida, coletou os materiais de construção mais sombrios que conseguiu encontrar: madeira resgatada de um naufrágio sem sobreviventes, tijolos de um crematório, colunas de pedra de um asilo de indigentes que se incendiara com centenas de pessoas em seu interior e janelas do palácio de um príncipe louco que envenenara a própria família. Hildy decorou a casa com móveis, tapetes e objetos de arte adquiridos de proprietários de outras casas mal-assombradas, incluindo uma escrivaninha do homem de Portugal que emitia, precisamente às três horas da madrugada, o choro de um bebê. Só por garantia, por um mês inteiro Hildy cedeu a sala de visitas para famílias enlutadas realizarem velórios, e então, após soar a badalada da meia-noite durante uma tempestade uivante, ela se mudou para lá.
Hildy não se decepcionou — não de imediato. Havia fantasmas por toda parte! Na verdade, mal havia espaço na casa para abrigar todos eles. Fantasmas lotavam o porão e o sótão, brigavam por espaço embaixo da cama e nos armários e faziam fila para usar o banheiro. (Eles não usavam o banheiro como os vivos, é claro, mas gostavam de ajeitar o cabelo no espelho, para mantê-lo sempre desgrenhado e assustador.) Estavam sempre dançando no gramado, não porque gostassem de dançar, mas porque as pessoas enterradas no terreno da casa tinham morrido em meio à Epidemia de Dança.2
Os fantasmas batiam canos, chacoalhavam janelas e arremessavam livros das prateleiras. Hildy foi de cômodo em cômodo se apresentando.
— Você consegue ver a gente? — perguntou o fantasma de um rapaz. — E não está com medo?
— Nem um pouco — respondeu Hildy. — Adoro fantasmas. Você gosta de brincar de esconde-esconde?
— Não, desculpe — murmurou o fantasma, e lhe deu as costas.
Ele pareceu decepcionado, como se seu único desejo fosse assustar alguém e Hildy houvesse lhe roubado uma oportunidade. Então ela fingiu estar com medo do fantasma seguinte que encontrou, o de uma senhora que estava na cozinha muito ocupada em fazer facas flutuarem.
— Ahhhhh! — gritou Hildy. — O que está acontecendo com as minhas facas?! Devo estar enlouquecendo!
Aparentemente satisfeita, a velha recuou e ergueu os braços para fazer as facas voarem ainda mais alto, porém tropeçou em um fantasma que rastejava pelo chão. A velha desabou, e as facas caíram com grande estardalhaço na bancada.
— O que pensa que está fazendo? Não vê que estou tentando trabalhar? — gritou a velha fantasma para o fantasma rastejante.
— Olhe por onde anda! — bradou, em resposta, o fantasma que rastejava.
— Olhar por onde eu ando?
Hildy começou a rir; foi mais forte do que ela. Os dois fantasmas pararam de discutir e encararam a garota.
— Acho que ela consegue nos ver — disse o fantasma que rastejava.
— É óbvio que consegue. E não está nem um pouco assustada.
— Não... Eu estava assustada, sim! Sério! — disse Hildy, segurando o riso.
O fantasma da velha senhora se levantou e espanou de si mesma a poeira.
— Você está debochando de mim. Nunca fui tão humilhada em toda a minha morte — disse ela.
Hildy não sabia o que fazer. Primeiro, tinha tentado ser ela mesma, e, quando isso não deu certo, tentara agir conforme as expectativas dos fantasmas, mas isso também não funcionara. Desanimada, ela foi até o corredor, onde os fantasmas faziam fila para o banheiro.
— Alguém aqui quer ser meu amigo? Sou muito legal e sei muitas histórias assustadoras sobre os vivos que vocês talvez gostariam de ouvir.
Mas os fantasmas apenas olharam para o chão e não disseram nada. Dava para ver o desespero da garota, o que os constrangeu.
Depois de um longo silêncio, ela se afastou, o rosto ardendo de vergonha, e foi se sentar na varanda. Ficou ali vendo os fantasmas da peste dançando no jardim. Tinha fracassado. Não se pode forçar as pessoas a serem suas amigas, nem mesmo as mortas.
Ser ignorada era ainda pior do que se sentir sozinha, por isso Hildy fez planos para vender a casa. Os primeiros cinco interessados saíram correndo, assustados, antes mesmo de passarem pela porta principal. Hildy, então, tentou expulsar o excesso de fantasmas da casa vendendo parte da mobília mal-assombrada de volta a seus donos originais. Ela escreveu uma carta para o homem de Portugal perguntando se ele estaria interessado em receber de volta a escrivaninha que chorava, e ele respondeu imediatamente. Não queria o móvel, mas esperava que ela estivesse bem. E assinou a carta assim: Seu amigo, João.
Hildy ficou vários minutos olhando fixamente para aquelas palavras. Será que podia realmente considerar aquele homem um amigo? Ou será que ele estava apenas sendo gentil?
Ela lhe escreveu em resposta. Manteve o tom da carta leve e alegre. Mentiu. Disse que ia bem e perguntou como ele estava. E assinou a carta assim: Sua amiga, Hildy.
João e Hildy trocaram mais algumas cartas. Eram curtas e simples, apenas amenidades e observações sobre o clima. Hildy ainda não tinha certeza se João a considerava uma amiga ou se estava apenas sendo educado. Até que ele encerrou uma das cartas assim: “Se um dia vier a Coimbra, eu ficaria honrado se me visitasse.”
Naquele mesmo dia ela providenciou uma passagem de trem para Portugal. À noite, encheu de roupas um baú de viagem e na manhã seguinte, bem cedo, tomou uma carruagem até a estação de trem.
— Adeus, fantasmas! Volto em algumas semanas! — gritou ela, alegre, da porta da casa.
Os fantasmas não responderam. Hildy ouviu algo se estilhaçar na cozinha, mas deu de ombros e saiu andando em direção à carruagem.
A viagem levou uma semana, com Hildy sofrendo com o calor e a poeira, para chegar à casa de João, em Coimbra. Durante a longa jornada, tentou se preparar para uma eventual decepção. Os dois se davam bem por correspondência, mas ela sabia que ele provavelmente não gostaria dela pessoalmente, pois ninguém gostava. Portanto, era preciso cogitar tal possibilidade, ou a dor de mais uma rejeição a deixaria arrasada.
Ele morava no alto de uma colina, uma mansão de aparência espectral que parecia observá-la pelos olhos de janelas rachadas. Quando Hildy se encaminhava para o portão, um bando de corvos negros levantou voo, crocitando, de um carvalho morto que havia no jardim. Ela viu um fantasma pendurado por uma corda da sacada do terceiro andar.
Acenou para ele. O fantasma acenou em resposta, surpreso.
João atendeu à porta e convidou Hildy para entrar. Ele era simpático e agradável. Ajudou Hildy a tirar seu casaco de viagem empoeirado e serviu bolo acompanhado de chá de canela com leite. João falou de assuntos leves, perguntando sobre como tinha sido a viagem, sobre como o tempo estivera pelo caminho e sobre os modos de servir chá na terra natal de Hildy, mas ela não parava de se enrolar com as respostas e teve certeza absoluta de que estava fazendo papel de boba. Quanto mais pensava em como parecia tola, mais dificuldade tinha em dizer qualquer coisa. Por fim, depois de um silêncio especialmente embaraçoso, João perguntou:
— Fiz alguma coisa que a ofendeu?
E Hildy soube que tinha arruinado a melhor chance que já tivera de fazer um amigo de verdade. Para esconder as lágrimas que sentia brotar nos olhos, ela se levantou e correu para a sala ao lado.
João não foi atrás dela de imediato, permitiu que Hildy tivesse um momento de privacidade. Ela ficou parada no canto do escritório, chorando em silêncio com as mãos cobrindo os olhos, furiosa consigo mesma e muito, muito envergonhada. Então, depois de alguns minutos, ouviu um baque surdo atrás de si e se virou. O fantasma de uma menina estava parado junto a uma escrivaninha, derrubando canetas e pesos de papel no chão.
— Pare com isso. Você está fazendo uma bagunça na casa do João — ralhou Hildy, enxugando as lágrimas.
— Você consegue me ver — disse a menina.
— Sim, e vejo que você já está bem grandinha para pregar peças infantis nas pessoas.
— Sim, senhora — aquiesceu a menina-fantasma, e desapareceu através da parede.
— Você falou com o fantasma — disse João.
Hildy levou um susto ao vê-lo à porta.
— Sim, consigo vê-los e falar com eles. Este aí não vai tornar a incomodá-lo... pelo menos, não hoje.
João estava impressionado. Ele se sentou e contou a Hildy tudo que os fantasmas faziam para dificultar sua vida: não o deixavam dormir à noite, assustavam as visitas, quebravam suas coisas. Ele já tentara conversar com eles, mas sem sucesso. Certa vez, chamara um padre para expulsá-los de casa, mas isso só os deixou com raiva, e na noite seguinte eles quebraram ainda mais seus pertences.
— Você precisa ser firme com eles, mas compreensivo. Não é fácil ser fantasma, e eles querem se sentir respeitados, como todos nós — explicou Hildy.
— Você acha que poderia conversar com eles por mim? — perguntou João gentilmente.
— Posso tentar, é claro.
Então ela se deu conta de que eles estavam conversando havia alguns minutos sem palavras hesitantes ou pausas desconfortáveis.
Hildy começou a tarefa naquele mesmo dia. Os fantasmas tentaram se esconder, mas ela sabia aonde eles gostavam de ir e os persuadiu, pacientemente, a sair para conversar, um de cada vez. Algumas das conversas duraram horas, com Hildy discutindo e insistindo enquanto João observava em silenciosa admiração. Levou três dias e três noites, mas, no fim, Hildy conseguiu convencer a maioria dos fantasmas a deixar a casa.
Aos poucos que permaneceram, ela pediu que pelo menos não fizessem barulho enquanto João dormisse e que, caso precisassem derrubar objetos das mesas, tentassem poupar as relíquias de família.
Não só a casa se transformou, mas João também. Por três dias e três noites ele observara Hildy, e por três dias e três noites seus sentimentos por ela se aprofundaram. Hildy, por sua vez, também passara a ter sentimentos por João. Agora ela conseguia conversar com ele sobre qualquer assunto e tinha certeza de que eram amigos de verdade.
Mesmo assim, no entanto, estava cautelosa para não parecer ávida demais ou abusar da hospitalidade de João, e foi por isso que, no quarto dia de visita, arrumou suas coisas e se despediu. Tinha decidido voltar para casa, mudar-se para uma residência não assombrada e tentar, mais uma vez, fazer amigos vivos.
— Espero que tornemos a nos ver — disse Hildy. — Vou sentir sua falta, João. Talvez um dia você possa ir me visitar.
— Eu adoraria.
O cocheiro estava à espera para levá-la à estação de trem. Ela acenou em despedida e se dirigiu ao veículo.
— Espere! Não vá! — exclamou João.
Hildy parou e se virou.
— Por quê?
— Porque eu me apaixonei por você — disse João.
No instante em que ele disse isso, Hildy percebeu que o amava também. Ela voltou e subiu correndo os degraus, e os dois se jogaram nos braços um do outro.
Naquele momento, até o fantasma enforcado na balaustrada do terceiro andar sorriu.
Eles se casaram, e Hildy se mudou para a casa de João. Os poucos fantasmas que ficaram eram gentis com ela, embora ela não precisasse mais de amigos fantasmas, porque agora tinha João. Em pouco tempo eles tiveram uma filha e um filho, e a vida de Hildy se tornou mais completa do que ela jamais sonhara ser possível. Como se isso não fosse suficiente, em uma bela meia-noite ela ouviu uma batida na porta da frente, e quem Hildy encontrou ali flutuando na varanda se não os fantasmas da irmã e dos pais?
— Vocês voltaram! — exclamou Hildy, extremamente feliz.
— Nós voltamos há muito tempo, mas você tinha se mudado — disse a irmã. — Levamos uma eternidade para encontrá-la.
— Não importa. Estamos juntos agora! — disse a mãe de Hildy.
Nesse momento, os filhos de Hildy saíram para a varanda com João, ainda esfregando os olhos por terem acabado de acordar.
— Papai, por que a mamãe está falando com o ar? — perguntou a menina.
— Ela não está falando com o ar — explicou João, e sorriu para a esposa. — Querida, é quem eu acho que é?
Hildy abraçou o marido com um dos braços e a irmã com o outro. Então, com o coração a ponto de explodir de tanta felicidade, apresentou sua família morta a sua família viva.
E eles viveram felizes para sempre.

O mesmo ocorre com urxinins, a menos que você tenha uma relação especial com algum deles.
2 A Epidemia de Dança matou milhões, mas suas vítimas inventaram o foxtrote, o charleston e o passo do chá-chá-chá. Ou seja, teve seus pontos positivos.

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