25 de março de 2017

Capítulo 20 - Paraíso à espera

CAM
Cinco Minutos

Cam estava parado no palco, diante de Lilith, sob os reflexos do globo espelhado, sentindo o olhar de milhares de adolescentes, e, acima deles, os olhares de um milhão de demônios esperando no céu.
Ele estendeu a mão para Lilith.
— Ainda existe esperança.
Ela se afastou.
— Você é a razão para eu ter sofrido tanto. Você é a razão pela qual eu sempre fui tão zangada e triste. Você é a razão de eu odiar minha vida. — Seus olhos se encheram de lágrimas.
Lilith tinha razão. Era culpa de Cam. Ele a rejeitara porque sentira muito medo de lhe contar a verdade.
— Eu sou uma idiota. Pensei que sua chegada a Crossroads tinha sido a melhor coisa que já me aconteceu, mas foi a pior coisa que já me aconteceu, acontecendo de novo.
— Por favor — implorou Cam. Estendeu as mãos para ela, mas ficou chocado com o que viu: seus dedos estavam retorcidos, as unhas grossas e amareladas. — Você não entende...
— Pela primeira vez, eu entendo tudo. Acreditei no nosso amor, mas você, não, porém eu fui a única que pagou o preço derradeiro. — Ela olhou para as paredes do Coliseu, que se abriam para o céu. As chamas subiam ao longe, lambendo a noite. — Por que você voltou? Para me insultar? Para deliciar-se com meu sofrimento? — Ela abriu os braços, lágrimas cortavam seu rosto. — Está satisfeito agora?
— Vim porque te amo. — A voz de Cam tremeu. — Pensei que você estivesse morta. Não sabia que estava no Inferno. Assim que descobri, vim atrás de você. — Os olhos dele começaram a arder. — Fiz um pacto com Lúcifer e passei os últimos quinze dias me apaixonando por você mais uma vez, esperando que você pudesse se apaixonar por mim de novo também.
— Então essa era a aposta. — Lilith olhou para Cam com nojo. — Você não mudou nada. Continua tão egoísta como sempre.
— Ela tem razão. — Uma voz ecoou de todos os lugares enquanto um vento quente rodopiava pelo palco.
Cam virou-se e viu Luc destituído de seu disfarce de jovem mortal. O verdadeiro Lúcifer estava ali agora, o peito arfando, os olhos vermelhos e malignos. A cada respiração, o corpo de Lúcifer inflava; ele crescia cada vez mais, até superar o tamanho do palco e eclipsar a lua.
O público gritou e tentou fugir, mas descobriu que todas as saídas tinham sido bloqueadas e trancadas. Alguns alunos tentaram escalar as paredes, outros se amontoavam em grupos, chorando.
Todo aquele esforço, Cam sabia, era inútil diante do demônio.
Os dedos de Lúcifer terminavam em garras afiadas como navalhas, do tamanho de facas de carne. Escamas negras reptilianas revestiam seu corpo, e suas feições eram irregulares e desprovidas de misericórdia. Ele inclinou a cabeça para trás, fechou os olhos e soltou suas asas verde-douradas e envelhecidas.
— Lúcifer. — Lilith engasgou ao reconhecê-lo.
— Sim, Lilith — gritou Lúcifer, a voz deslizando para dentro de todas as fendas de Crossroads. — Eu sou o arquiteto de seu sofrimento.
Os outros artistas estavam bem longe agora; tremiam em algum lugar na plateia, deixando o palco completamente vazio, exceto por Cam, Lilith e Lúcifer, e, ele agora percebia, Jean e Luis. Seus dois companheiros de banda haviam recuado, observando os acontecimentos da borda do palco, juntos, os rostos pálidos e horrorizados. Cam desejava que houvesse algo que pudesse fazer para consolá-los, mas sabia que os horrores daquela noite só iriam piorar.
As estrelas pulsaram e incharam quando a legião de demônios de Lúcifer voou mais para perto, tornando-se discernível aos poucos nas trevas, atravessando o firmamento vítreo, rodopiando sombria e diretamente acima de Lilith.
— Mesmo agora — disse Lúcifer —, Cam continua mentindo para você, escondendo sua verdadeira natureza de você. Veja!
O diabo apontou para Cam, e, de repente, um desejo incontrolável apoderou-se dele. Seus ombros pareciam ter sido engolfados em chamas enquanto Lúcifer forçava as asas de Cam a se abrir. Elas se desfraldaram com um som semelhante ao de um vinil se rasgando. Por toda a eternidade, Cam só havia conhecido a beleza gloriosa de suas asas. Naquela noite, ele olhou para trás e sufocou um grito de horror.
Elas pareciam horríveis, coriáceas, flácidas e carbonizadas, como as asas dos demônios dos mais baixos escalões do inferno. Ele sentiu os ossos dentro do corpo retorcerem-se dolorosamente, a pele repuxar e se retesar. Gritou e em seguida olhou para suas mãos — que agora tinham se transformado em garras escamosas.
Tocou o próprio rosto, o peito, e descobriu que sua transformação estava completa. Nem mesmo Lilith seria capaz de negar sua aparência monstruosa...
Então de repente Cam sentiu-se grato por isso. Não iria esconder nada dela, nunca mais.
— Tempos atrás — disse ele, sentindo lágrimas nos cantos dos olhos —, tive medo de que você não me amasse caso descobrisse quem eu realmente era.
Ela olhou para seu rosto de demônio envelhecido, o corpo decrépito, as asas repulsivas.
— Nunca me deu a chance de te amar de verdade — disse ela. — Você não acreditou que eu pudesse aceitá-lo.
— Você tem razão...
— Eu amava você, Cam. Queria me casar com você, e isso significava você inteiro, tudo, o bom e o mau, o conhecido e o desconhecido.
— Eu também queria me casar com você. Mas não poderia ser no templo, como você queria...
— Dane-se o templo — disse Lilith. — Quem se importa com isso?
— Você — disse ele. — Importava para você, mas menosprezei isso para não precisar revelar meu verdadeiro eu. Tentei fazer tudo parecer sua culpa, mas fui eu quem desistiu de nosso casamento.
Ela olhou para ele, o rosto contorcido de mágoa.
— Eu sabia que você nunca me perdoaria — disse ele. — Por isso fugi. Pensei que tivesse perdido você para sempre. Mas então tive essa segunda chance e vim aqui para me redimir. Esse tempo que passei ao seu lado mostrou que meu amor por você é maior que meu medo. Meu amor por você é maior que qualquer coisa que conheço.
Uma lágrima rolou pelo rosto dele. Cam fechou os olhos. Tinha tanto mais para dizer, e tão pouco tempo para que fizesse alguma diferença.
Lilith gritou.
Algo ácido chamuscou o nariz de Cam, e ele se lembrou do que tinha acontecido na biblioteca da última vez que chorara. Enxugou o rosto, mas era tarde demais. A seus pés, viu o buraco que sua lágrima abriu quando atingiu o palco. Fumaça preta subia dali. O ácido corroeu o palco, formando uma cratera que se escancarou e se espalhou como um cânion, separando Cam e Lilith.
— Diga adeus, Lilith — falou Lúcifer, com um sorriso de escárnio.
Cam saltou, abrindo suas asas fracas e frágeis. Tudo que ele precisava fazer era fechar a distância entre ele e Lilith. Ela gritou e recuou aos tropeços, em direção a Lúcifer e para longe da cratera em expansão.
Cam aterrissou a seus pés. O fim estava próximo. Ele ia perder. Não a convencera a amá-lo de novo, então só restava uma coisa a fazer.
Ele caiu de joelhos diante do diabo e levantou as mãos em súplica.
— Leve-me.
Lúcifer sorriu.
— Teremos muito com que nos ocupar.
Cam balançou a cabeça.
— Não como seu segundo em comando.
Lúcifer rugiu.
— Nosso acordo era claro.
— Este é um novo acordo — disse Cam, subindo para proteger Lilith enquanto o palco chacoalhava sob os pés deles e a boca da cratera aproximava-se de suas botas. Era quase meia-noite. Era sua última chance. — Eu fico aqui, no exílio. Assumo o lugar dela no Inferno, como seu súdito. E você a liberta.
— Não! — gritou Lilith. Agarrou Cam pela gola da jaqueta. — Por que você faria isso; se sacrificar por mim?
— Eu faria qualquer coisa por você. — Cam segurou a mão dela, espantado quando ela não se afastou.
Os gritos da multidão tornaram-se ensurdecedores quando a cratera feita pela lágrima de Cam alcançou a plateia, engolfando alunos às dezenas. Mas Cam não conseguia mais enxergá-los: o ar agora estava espesso de fumaça, e tudo parecia nublado e caótico.
Seu coração disparou. Ele precisava se apressar.
— Faço o que você quiser, vou aonde você quiser, sofro qualquer punição — disse a Lúcifer. — Mas liberte Lilith deste Inferno.
Enquanto falava, notou uma mudança na expressão de Lilith. Sua expressão tinha se suavizado, os olhos, se arregalado. Mesmo quando as paredes em torno deles se esticavam, retorciam e começavam a desabar, Lilith não tirava os olhos de Cam.
— Você mudou — disse ela. — Você me deu tanto nestas duas últimas semanas.
— Deveria ter lhe dado mais. — Cam estendeu a mão para ela, tentando encontrar as mãos de Lilith em meio à fumaça densa e escura.
— Não vou deixar você tomar meu lugar aqui no Inferno — disse Lilith. — Quero estar onde você estiver.
Um poço de lágrimas caiu dos olhos de Cam, escorrendo pelo seu rosto e queimando o mundo ao redor. Ele não teria conseguido contê-las, mesmo se tentasse.
— Eu te amo, Lilith.
— Eu amo você, Cam.
Ele a abraçou enquanto a cratera aumentava e o palco se desintegrava abaixo deles. Gritos irromperam da plateia quando as paredes espessas do novo Coliseu estremeceram e desmoronaram.
— O que está acontecendo? — perguntou Lilith, atônita.
— Segure em mim — disse ele, agarrando-a com força.
— Mãe! — gritou Lilith, apavorada, olhando na direção onde a plateia estivera, embora àquela altura fosse impossível ver sua família, ver qualquer coisa que estivesse a mais de alguns centímetros de distância. Seus pulmões se encheram de fumaça, e ela começou a tossir. — Bruce!
Cam não tinha palavras para consolar sua perda. Como poderia explicar que todas as pessoas que Lilith conhecia não passavam de peões do diabo, que o preço de sua liberdade era perdê-las? Ele segurou a cabeça de Lilith e a abraçou.
— Não! — gritou ela, e chorou de encontro ao peito dele.
O Coliseu e a escola ao lado deste desapareceram atrás de grandes nuvens de fumaça, enrolando-se como papel queimando. Momentos depois, tudo em torno de Cam e Lilith tinha sido consumido pelas chamas. O mundo tornou-se um monte de cinzas que se agitaram e, em seguida, voaram para longe.
O estacionamento, a escola, o grupo desolado de alfarrobeiras que demarcavam a entrada do riacho da Cascavel, as estradas que levavam a lugar nenhum, o céu noturno que inspirara tantas músicas; tudo aquilo estava em chamas. O fogo sobre as colinas havia fechado o cerco ao redor de Cam e Lilith. O fogo do Inferno.
Ele se concentrou em abraçá-la com força, protegendo-a daquela visão e dos demônios que voavam mais acima, numa massa frenética de asas douradas.
Um clarão prateado entrou no campo de visão de Cam. Era Ariane voando até ele, as glamourosas asas iridescentes tão brilhantes quanto a luz das estrelas.
— Ariane! — gritou Cam. — Pensei que você tivesse ido embora.
— E abandonar você nos momentos finais? — disse Ariane. — Nunca.
— Esplêndido — sussurrou Lilith ao ver as asas de Ariane. — Você é um anjo.
— Ao seu dispor. — Ariane sorriu e curvou-se. — Cambriel, você conseguiu. Com um pouco de ajuda. — Ela cutucou Lilith. — Vocês arrasaram.
Cam abraçou Lilith com mais força.
— Abandonei você em Canaã. Foi meu maior erro, maior do que me unir a Lúcifer. Perder seu amor é meu único arrependimento.
— E encontrar seu amor é minha redenção — disse Lilith. Ela tocou o peito dele, o rosto. — Não me importo com sua aparência. Você é lindo para mim.
— Ah, que emocionante — comentou Lúcifer, abatendo-se sobre eles, as chamas lambendo as costas de suas asas. — Absurdamente emocionante.
Cam gritou para Lúcifer:
— Honramos suas condições! Ela me ama. Eu a amo. Nós ganhamos nossa liberdade.
O diabo ficou em silêncio, e Cam notou algo estranho: suas asas pareciam finas, quase translúcidas. Através de suas fibras, Cam podia ver as chamas que se contorciam atrás dele.
— Lúcifer! — gritou ele. — Liberte-nos.
Lúcifer atirou a cabeça para trás enquanto suas asas se enrolavam e chamuscavam nas extremidades. A silhueta do diabo ficou fina como papel e se implodiu. Por um instante, suas garras se flexionaram para Cam, mas depois se retorceram e desintegraram. Sua boca se abriu, e o som tenebroso de seu riso melancólico fez Cam e Lilith estremecerem.
Não demorou e seu corpo se encolheu e desapareceu, até ele não passar de um buraco negro infinitesimal no centro do círculo de fogo.
— Ele se foi? — perguntou Lilith.
Cam olhou para o céu em descrença.
— Por enquanto — respondeu.
Em seguida, do alto, veio um ruído horroroso. Lilith tapou os ouvidos. Cam ficou observando enquanto uma horda de demônios, uma debandada de anjos caídos, negros como a alma da meia-noite, subia como foguetes pelo céu. Eles seguiam para onde o diabo estivera um minuto atrás, liderados pelas asas salpicadas de preto e dourado de Roland. Cam nunca vira indiferença tão intensa quanto aquela no rosto de Roland.
— Para que lado ele foi? — perguntou Roland.
— Para as trevas — respondeu Cam. — Como sempre.
Ariane passou um braço em torno de Roland.
— Ro, quer se casar comigo? — Então ela piscou e balançou a cabeça rapidamente. — Não responda. Foi só a emoção da vitória falando por mim. Esqueça que eu disse qualquer coisa.
— O que é isso? — perguntou Cam para Roland, apontando para o exército atrás dele. — O que você está fazendo?
O demônio levantou uma sobrancelha escura.
— Indo atrás de Lúcifer.
— O quê? — perguntou Cam.
— A revolução estava para acontecer há muito tempo. Você sabe disso melhor que ninguém. — Ele acenou para Lilith, e então estendeu o braço para apertar a mão de Cam. — Ei, irmão?
— Sim?
— Dê uma olhadinha nas suas asas.
Cam olhou para a esquerda, depois para a direita. Suas asas estavam se espessando, aumentando, e partes coriáceas davam lugar a novos filamentos resistentes. Os pedaços carbonizados se transformavam em flocos e caíam no chão.
E por baixo, as asas de Cam eram brancas.
Só aqui e ali no início, mas logo o branco estava se espalhando. Cam esticou os braços para as estrelas e ficou olhando aquela transformação. Dentro de instantes, suas asas já estavam restauradas, assumindo não o glamour dourado lendário com o qual ele havia se acostumado, mas sua incandescência original. Brancas. Fortes. Brilhantes.
A aliança exclusiva ao amor.
— Obrigado — sussurrou Cam.
Cautelosamente, tocou seu cabelo — estava cheio e lustroso novamente. Seu corpo tinha retornado à forma ágil, musculosa, e sua pele era macia e alva mais uma vez.
Ele prendeu a respiração quando Lilith tocou suas asas. Ela correu os dedos sobre seus cumes, achatando as palmas contra eles, as unhas dançando até o tecido mais sensível bem atrás de seu pescoço.
Ele estremeceu de prazer. Tudo parecia ilimitado.
— Cam — sussurrou ela.
— Lilith — disse ele. — Eu te amo.
De repente, o mundo inteiro ficou branco. Cam sentiu uma pressão ao redor de seu corpo, e então seus pés tocaram o chão.
Ele e Lilith estavam de volta à praça de alimentação onde Cam selara seu pacto com o diabo. Alguém havia limpado o lugar, retirado o lixo, restaurado as placas chamuscadas. Lilith olhou ao redor.
Cam percebeu que ela reconhecia Aevum, mas não tinha certeza de onde.
— Estou sonhando? — perguntou ela.
Cam balançou a cabeça, pegou a mão dela e sentou-se ao seu lado na mesa mais próxima. Em seu centro, havia uma bandeja marrom com um globo de neve. Cam e Lilith olharam para ele e viram as ruínas ardentes de Crossroads.
— Acho que você acabou de acordar — respondeu Cam.
Ele se lembrou de Lucinda e Daniel, e teve a impressão de agora saber como eles sentiram-se em seus últimos instantes como anjos, depois de finalmente fazerem sua escolha e de começarem tudo do zero.
— Sempre soube que havia algo especial em você — disse Lilith. — Você é um anjo.
— Um anjo caído — corrigiu Cam. — E sou seu.
— Tudo que conhecemos ficou para trás. — Os olhos dela exibiam a tristeza que ela sentia pela vida que deixara, mas seu sorriso estava cheio de esperança. — E agora, o que acontece?
Cam se inclinou e a beijou suavemente.
— Ah, Lilith. Nós ainda nem começamos.

18 comentários:

  1. Cadê a opção "Tive um ataque do coração" pra esse capítulo
    Será que o Roland e a Ariane ficam juntos um dia?

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  2. Roland e Ariane combinam muito. Shippo eles.

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  3. Ok, nao estou acostumada com isso! Sa tantas emoçoes!

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  4. ai mds <3 amei <3 tomara q a lauren kate escreva mais continuações de fallen :)

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  5. Queee lindo! Ameeiii... Gente amo muito Ariane e Rolanda. Alguém sabe se terá continuação? Bjjjs... Valeeeu Karina <3

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  6. O final foi lindo, mas podia ter um epílogo né! !

    Flavia

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    1. FOI LINDO!!!! MAS TAMBÉM QUERIA UM EPILOGO!!!
      #NOSSASEMPLAVRAS!!!

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  7. EU TO CHORANDO MUITO E NÃO É POUCO ♡♥

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  8. Oi foi lindo, mas incompleto demais... gente me explica essa revolução?? E como assim nao tem um epilogo, como o final de fallen teve?? Temos que saber oq q vai rolar depois uai, se o cam continua anjo ou se torna mortal, ou se a Lility se torna imortal, aff preciso saber.

    Alguem sabe se vai ter continuação??

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  9. Agora eles vão recomeçar como mundanos ? Pq a Lilith já está morta e o Cam é imortal kķkk

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  10. Continuação certa né...com certeza

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  11. Tem q ter continuação, q revolução é essa q o Roland tá falando? E agora, eles só vão viver felizes, é? Lúcifer não vai fazer mais nada pra atrapalhar? Cadê o epílogo? Tem q ter! Quero continuação!!! Aí já tô chorando, foi bem legal o final, mas quero mais.(TT)

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  12. Só tem uma coisa q não sai da minha cabeça. E aquela Lilith da shoraline?

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  13. E eu axando q ia ter um pós final... Tp ela grávida... os dois viajando juntos... Sei laaa... Pena q ele é imortal e ela humana

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Boa leitura :)