8 de fevereiro de 2017

Capítulo 1

Aquela havia sido uma fraca colheita em Scanlon Estate. A safra de trigo fora escassa na melhor das hipóteses, e os pomares foram atacados por uma praga que deixou três quartos das frutas manchadas e apodrecidas nas árvores.
Como resultado, parte dos agricultores, trabalhadores rurais, pomicultores e catadores de frutas estavam enfrentando tempos difíceis, com três meses pela frente antes da próxima colheita, durante os quais eles não tinham nem de perto o necessário para comer.
Squire Dennis do Solar Scanlon era um homem de bom coração. Era também um homem prático e, ao mesmo tempo em que sua natureza bondosa dizia a ele para ajudar seus inquilinos necessitados, o seu lado prático reconheceu essa ação como um bom negócio. Se os seus agricultores e trabalhadores estivessem famintos, as chances eram de que fossem se mudar em busca de trabalho em uma região menos atingida. Então, quando os bons tempos voltassem para a propriedade Scanlon, haveria insuficiência de pessoas disponíveis para trabalhar em sua colheita.
Dennis tinha adquirido uma riqueza considerável ao longo dos anos e poderia superar os tempos difíceis que se avizinham. Mas ele sabia que tal opção não estava disponível para os seus trabalhadores. Assim, ele decidiu investir parte de sua riqueza acumulada neles. Ele montou uma cozinha para os trabalhadores, que ele mesmo pagou, e abriu-a para os necessitados que viviam em sua propriedade. Dessa forma, garantiu que o seu povo recebesse pelo menos uma boa refeição por dia. Não era nada sofisticado – geralmente uma sopa, ou um mingau feito de aveia. Mas era quente, nutritivo e os satisfazia, e ele estava confiante de que o custo seria mais do que recompensado pela contínua lealdade de seus inquilinos e trabalhadores.
A cozinha ficava na praça em frente à mansão. Ela consistia em fileiras de mesas de cavalete e bancos, e uma comprida mesa para servir, que eram protegidos do pior do tempo por toldos de lona esticados sobre postes acima deles, criando uma grande marquise. Os lados eram abertos. No mau tempo, isso muitas vezes significava que o vento e a chuva sopravam em torno das mesas, mas pessoas de fazenda eram resistentes e o arranjo era muito melhor do que comer ao ar livre.
Na verdade, cozinha era um nome errado. Toda a comida era feita na grande cozinha dentro da casa senhorial, e a comida era levada para ser servida aos lavradores famintos e suas famílias. Os trabalhadores da propriedade entendiam que o alimento era fornecido gratuitamente, mas era uma questão de princípio que qualquer um que pudesse arcar com um pequeno pagamento iria fazê-lo. Na maioria das vezes, o pagamento vinha na forma de algumas moedas de cobre, ou de um produto – um par de coelhos ou um pato selvagem capturado da lagoa. A cozinha funcionava durante as duas horas que antecediam o anoitecer, assegurando que os trabalhadores pudessem desfrutar de uma noite de sono sem a as dores da fome roendo suas barrigas.
Era quase noite quando o estranho abriu caminho até a mesa de servir. Era um grande homem com cabelos loiros sujos na altura dos ombros. Vestia um colete de couro de carroceiro, e um par de luvas grossas estava enfiado no cinto, ao lado de uma bainha que envolvia a lâmina pesada de um punhal. Seus olhos corriam continuamente de um lado para o outro, nunca permanecendo muito tempo em um local, dando-lhe uma aparência de caçador.
O camareiro-chefe de Squire Dennis, que era responsável pela mesa de servir, olhou para ele com desconfiança. A cozinha dos trabalhadores era destinada aos moradores, não aos viajantes, e ele nunca tinha visto aquele homem antes.
 O que você quer?  ele perguntou, em um tom pouco amigável.
O carroceiro parou seu olhar de um lado ao outro por alguns segundos e focou no homem de frente para ele. Ele estava prestes a gritar bravatas e ameaças, mas o administrador era um homem corpulento, e havia dois homens que pareciam bem fortes atrás dele, obviamente encarregados de manter a ordem. Ele acenou na direção do caldeirão de sopa pendurado sobre o fogo atrás da mesa de serviço.
— Eu quero comida — disse ele asperamente — Não comi o dia inteiro.
O camareiro fez uma careta.
— Você pode tomar a sopa, mas terá que pagar — disse ele. — Comida de graça somente para os inquilinos da propriedade e os trabalhadores apenas.
O carroceiro fez uma careta, mas pegou uma bolsa suja pendurada em seu cinto e remexeu-a. O mordomo ouviu o tilintar de moedas enquanto elas eram escolhidas através do conteúdo, deixando algumas caírem de volta para a bolsa. Depositou três moedas de bronze na mesa.
— Isso dá? — Ele desafiou. — É tudo o que tenho.
O camareiro-chefe levantou uma sobrancelha, incrédulo. Ele tinha ouvido o tilintar de moedas caindo de volta na bolsa. Mas fora um longo dia e ele não seria incomodado com um confronto. Melhor para dar ao homem um pouco de comida e se livrar dele o mais rápido possível. Ele gesticulou para a garota que servia as tigelas de sopa.
— Dê-lhe uma tigela — disse ele.
Ela verteu uma porção saudável em uma tigela de madeira e colocou-a na frente do homem, acrescentando um pedaço de pão duro.
O carroceiro olhou para as mesas ao redor dele. Muitas das pessoas assentadas estavam bebendo cerveja em canecas pequenas também. Não havia nada de incomum nisso. A cerveja era relativamente barata e o senhor das terras tinha decidido que seu povo não deveria ter uma refeição seca. Havia um barril atrás da mesa de servir, com cerveja gotejando lentamente a partir da sua torneira. O carroceiro apontou para ele.
— E quanto à cerveja? — Ele exigiu.
O camareiro endireitou-se um pouco mais. Ele não gostou das maneiras do homem. Ele poderia estar pagando pela refeição, mas era uma quantia insignificante e ele estava recebendo um bom valor por seu dinheiro.
— Isso vai custar mais — disse ele. — Mais duas moedas.
Resmungando, o carroceiro vasculhou sua bolsa novamente. Ele não mostrou nenhum sinal de constrangimento ao retirar mais moedas da bolsa depois de alegar que não tinha nenhuma. Ele as jogou sobre a mesa e o camareiro acenou para um dos seus homens.
— Dê-lhe uma caneca pequena — disse ele.
O carroceiro pegou sua sopa, pão e cerveja e se afastou sem outra palavra.
— E obrigado — o camareiro disse sarcasticamente, mas o homem loiro o ignorou. Ele abriu caminho por entre as mesas, estudando os rostos daqueles sentados lá.
O camareiro-chefe o assistiu ir.
O carroceiro estava, obviamente, à procura de alguém e, igualmente óbvio, esperava não encontrá-lo.
O servo que tinha servido a cerveja aproximou-se dele e disse em voz baixa:
— Ele parece prestes a causar problemas.
O camareiro assentiu.
— Melhor deixá-lo comer e voltar ao seu caminho. Não lhe dê mais nada, mesmo que ele se ofereça para pagar.
O servo resmungou assentindo, depois virou quando um fazendeiro e sua família se aproximaram da mesa, olhando esperançosamente para o caldeirão de sopa.
— Vamos lá, Jem. Darei a você e sua família algo para manter suas costelas juntas, hein?
Segurando a tigela de sopa e a cerveja no alto para evitar bater nas pessoas sentadas nas mesas, o carroceiro fez o seu caminho até o fundo da tenda, perto das paredes de arenito da grande mansão. Ele sentou-se na última mesa, sozinho, de frente para entrada, onde ele podia ver os recém-chegados conforme eles entravam na grande tenda aberta. Ele começou a comer, mas com os olhos se movendo constantemente para observar a frente da tenda, e conseguiu derramar e babar uma boa parte da sopa em sua barba e na parte da frente de suas roupas.
Ele tomou um grande gole de sua cerveja, ainda com os olhos à procura acima da borda da caneca de madeira. Havia apenas um centímetro de líquido quando ele repousou-a novamente na mesa. Uma serviçal, movendo-se através das mesas e recolhendo pratos vazios, fez uma pausa para olhar para a caneca. Ao vê-la praticamente vazia, ela estendeu a mão para a caneca. Mas o carroceiro parou seu braço, agarrando-lhe o pulso com força desnecessária, de forma que ela ofegou.
— Deixe-a — ele ordenou. — Ainda não terminei.
Ela puxou o pulso para longe de seu aperto e curvou os lábios em direção a ele.
— Grande homem — ela zombou. — Termine suas últimas gotas de cerveja então.
Ela se afastou com raiva, virando uma vez para olhar para ele. Quando o fez, uma carranca surgiu em seu rosto. Havia uma figura camuflada e encapuzada de pé bem atrás da cadeira do carroceiro. Ela não o tinha visto chegar. Num momento não havia ninguém perto do carroceiro. Então, o homem camuflado apareceu, aparentemente surgido da terra. Ela balançou a cabeça. Isso era fantástico demais, ela pensou. Em seguida, ela reconsiderou, observando a capa malhada cinza e verde que o homem usava. Era a capa de um arqueiro, e as pessoas diziam que arqueiros podiam fazer todo tipo de coisas não naturais – como aparecer e desaparecer à vontade. O arqueiro estava exatamente atrás da cadeira do carroceiro. Até agora, o homem mal-humorado não tinha ideia de que ele estava lá.
A sombra do capuz escondia as características do recém-chegado. A única parte que estava visível era uma barba cinza-aço. Então, ele escorregou o capuz para trás para revelar um rosto sombrio, com olhos escuros e cinzentos, cabelos bagunçados combinando com a barba.
Ao mesmo tempo, ele tirou uma pesada faca de caça de baixo da capa e bateu suavemente o seu lado plano no ombro do carroceiro, deixando-a descansando lá para que o carroceiro pudesse vê-la com a sua visão periférica.
— Não se vire.
O carroceiro endureceu, sentado ereto em seu banco. Instintivamente, ele começou a virar para ver o homem atrás dele. A faca bateu em seu ombro, mais forte dessa vez.
— Eu disse não.
O comando foi proferido em um tom mais autoritário e algumas das pessoas nas proximidades perceberam a cena se desenrolando na mesa. O murmúrio de vozes se extinguiu ao silêncio à medida que mais pessoas notavam. Todos os olhos se voltaram para a mesa dos fundos, onde o carroceiro estava sentado, aparentemente paralisado.
Em algum lugar, alguém reconheceu o significado da capa cinza manchada e a pesada faca de caça.
— É um arqueiro.
O carroceiro vacilou quando ouviu as palavras, e um olhar assombrado surgiu em seu rosto.
— Você é Henry Wheeler — disse o arqueiro.
O olhar assombrado do homem mudou para um de um medo miserável. O grande homem balançou a cabeça rapidamente, saliva voando de seus lábios enquanto ele negava.
— Não! Eu sou Henry Carrier! Você pegou o homem errado! Eu juro.
Os lábios do arqueiro se retorceram no que poderia ter sido um sorriso.
— Wheeler... Carrier. Não é uma mudança muito criativa se você está planejando mudar de nome. E você deveria ter se livrado do Henry.
— Eu não sei do que você está falando! — O carroceiro balbuciou.
Ele começou a se voltar para enfrentar o acusador. Mais uma vez, a faca bateu-lhe bruscamente no ombro.
— Eu falei. Não. Se. Vire.
— O que você quer de mim? — A voz do carroceiro estava subindo de tom.
Os observadores estavam convencidos de que ele sabia por que o arqueiro grisalho o tinha pego.
— Talvez você possa me dizer.
— Eu não fiz nada! Quem quer que seja esse Wheeler, não sou eu! Eu lhe digo, você tem o homem errado! Me deixe em paz, eu digo.
Ele tentou colocar um tom de comando sobre as últimas palavras e falhou miseravelmente. Elas saíram mais como um apelo carregado de culpa por misericórdia do que a indignação de um homem inocente. O arqueiro não disse nada por alguns segundos. Então falou três palavras:
— A Pousada Wyvern.
Agora, a culpa e o medo eram demasiado evidentes no rosto do carroceiro.
— Lembra-se, Henry? A pousada Wyvern no Feudo Anselm. Dezoito meses atrás. Você estava lá.
— Não!
— E sobre o nome Jory Ruhl, Henry? Lembra-se dele? Ele era o líder de sua gangue, não era?
— Eu nunca ouvi falar de nenhum Jory Ruhl!
— Oh, eu acho que você ouviu.
— Nunca! Eu nunca fui a qualquer Pousada Wyvern e não tive nada a ver com o... — O grande homem parou, percebendo que estava prestes a condenar a si mesmo com suas palavras.
— Então você não estava lá, e você não teve nada a ver com... o que exatamente, Henry?
— Nada! Eu nunca fiz nada. Você está distorcendo as minhas palavras! Eu não estava lá! Eu não sei nada sobre o que aconteceu!
— Você está se referindo ao fogo que você e Ruhl puseram na pousada, por acaso? Uma mulher acabou morta no incêndio, lembra? A diplomata. Ela saiu do edifício. Mas havia uma criança presa dentro. Ninguém importante, apenas uma camponesa – o tipo de pessoa que você consideraria abaixo de sua visão.
— Não! Você está inventando isso! — Wheeler chorou.
O arqueiro foi implacável.
— Mas a diplomata não achou que ela não fosse importante, não é? Ela voltou para o prédio em chamas para salvá-la. Ela jogou a menina através de uma janela do andar superior, em seguida o teto desabou e ela acabou morta. Certamente você se lembra agora?
— Eu não conheço nenhuma Pousada Wyvern! Eu nunca estive no Feudo Anselm. Você tem o homem erra...
De repente, com uma velocidade que contrariava o seu tamanho, o carroceiro estava de pé, girando para a direita para enfrentar o arqueiro. Quando ele começou o movimento, a mão direita pegou o punhal de seu cinto e ele o balançou em um ataque indireto.
Mas, rápido como era, o arqueiro era ainda mais rápido. Ele estava esperando algum movimento brusco, desafiador, conforme o desespero crescia na voz de Wheeler. Ele deu um rápido meio passo para trás e a faca de caça foi erguida para bloquear o punhal do carroceiro.
As lâminas se encontraram com um ruído estridente, em seguida, o arqueiro rebateu o movimento do carroceiro com o seu. Girando sobre seu calcanhar direito, ele desviou o punhal ainda mais com sua lâmina e seguiu o movimento com a mão esquerda espalmada, batendo em Wheeler na mandíbula.
O carroceiro resmungou em estado de choque e cambaleou para trás. Seus pés se enroscaram no banco em que ele estava sentado e ele tropeçou, caindo sobre a borda da mesa, e em seguida, despencando com um baque no chão. O carroceiro ficou ali, imóvel. Uma mancha escura sinistra começou a se espalhar por todo o relvado.
— O que está acontecendo aqui?
O camareiro-chefe saiu de trás da mesa de servir, com seus dois assistentes atrás dele. Ele olhou para o arqueiro, que sustentou seu olhar firmemente. Em seguida, o arqueiro deu de ombros, apontando para a figura imóvel no chão. O camareiro desviou o olhar, ajoelhou-se e estendeu a mão para virar a figura mais pesada.
Os olhos do carroceiro estavam abertos. O choque do que tinha acontecido estava congelado em seu rosto. Seu próprio punhal estava enterrado profundamente em seu peito.
— Ele caiu sobre a faca. Ele está morto — disse o camareiro.
Ele olhou para cima para o arqueiro, mas não viu nem culpa, nem arrependimento em seus olhos escuros.
— Que pena — disse Will Tratado.
Então, reunindo a sua capa em torno dele, ele virou-se e saiu da tenda.

22 comentários:

  1. Naaaaaaaaaaaaaaaooooooo Alessandro, porque John faz isso comigo

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  2. A Alyss morreu ? 😨😨😨😲E o will ja esta velho ?,Não despedacem meu coração tão rápido assim 😢😢😢

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  3. Não tô acreditando que Alyss morreu ): Pensei que o arqueiro era Halt.

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    1. Na na ni na não. O Will se tornará mais sem sentimentos do que o Halt transparecia, disso tenho certeza. E também e só ler a sinopse para se saber que a Alyss morreu, o Will não é mais o mesmo, e que ele finalmente vai treinar um aprendiz menina, a princesa arrogante.

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  4. Não. É engano. Não pode. Não...a diplomata não era a Alyss!!!! Não façam isso comigo!! Vou ali morrer e volta já.

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    1. Ela era a Alyss, sim senhora. Era e agora já superei isso. Não quero chorar mais, pois já chorei. Vou ter que continuar e quero ver o Will morrer, pois não aguento pensar em algum dos dois sem o outro, ou pelo menos ele sair desse amarguramento.

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  5. Hahahahahah Eu sabia que era a Alyss, no primeiro capitulo deu a dica, alguém tinha morrido, mas não podia ser o Halt, porque ele foi citado no capitulo. Todos foram citados, menos a Alyss.

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    1. Sim, também percebi isso, até comentei o fato, pelo que me lembro. Mas era bem óbvio.

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  6. NÃO! A ALYSS NÃO PODE MORRER!!!!!!!! Ai mds tô chorando feito uma doida aqui véi!!

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    1. Como ela não pode morrer se já está morta a 18 meses?

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    2. Acho que ele quis dizer que a Alyss não podia ter morrido ehauheuaheuaheu e eu concordo! Cooooomo assim ela morreu?

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  7. Não acredito, Alyss morre! Eu não queria que ela morresse! Por que o autor fez isso!
    ass: Bina.

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    1. Bom, os escritores são assassinos, e eu já esperava por um golpe desses.

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  8. Sacanagem porque essas séries fazem isso comigo?

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    1. Não são as séries, são os escritores, eles tem uma longa lista de assassinatos em série.

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  9. Não acredito, como o autor pode fazer isso? Eu estou chorando frito uma Imbecil.
    Ass: Lua

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  10. Nao é possível que o autor mate todas as pessoas que o Will ama. Primeiro seu pai que morreu na guerra, depois sua mãe assasinada e depois o amor da vida dele, por que ele sente tanto prazer em matar quem o Willconc ama? Eu passei a odiar a Allys por ter roubado o Will da Evanlyn, mas depois passei a amar ela e reli todos os livros só pra lembrar de todos os momentos que ela e o Will tinham passado e então ele simplesmente mata ela...

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    1. Ah, mas é assim. Os escritores querem emoção, e a morte e uma muito profunda, ainda mais em personagens amados.

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  11. Eu nao li todos os 11 livros torcendo por esses dois, pra chegar aqui e ela morre. Se for mesmo eu abandono a serie e olha que eu nao quero,
    mas e melhor do sofre desse jeito.
    -Sinead

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    1. Então você já deveria abandona-la agora, pois Alyss morreu e pronto. Ah, cara, eu também torci muito por eles, chorei, mas superei uma parte, e quero ver aquela menina mimada que é a filha de Horace e Cassandra. Por que eu sempre sonhei em ser a Alyss, e agora, ela tem que morrer, o autor fez um excelente trabalho, pois o principal objetivo de um escritor é causar emoções em seus livros. E o melhor jeito de fazer isso é matando um personagem amado, por isso os escritores são assassinos em série. E eu provavelmente também me tornarei uma, no sentido de ser escritora, é claro.

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  12. Eu disse no Perfil dos Personagens que não iria chorar, mas eu estou chorando descontroladamente agora que a verdade se abateu em mim, mesmo conhecendo-a antes

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Boa leitura :)