17 de fevereiro de 2017

A Luneta Âmbar


Will é o portador da faca sutil. Ele prometera ao pai, no leito de morte, que iria entregar a lâmina terrível ao Lorde Asriel. Está se aproximando uma guerra, a maior guerra de todos os tempos, e a lâmina é a única arma que pode render o inimigo. Um forasteiro num mundo estranho, Will começa sua jornada perigosa. Mas como pode cumprir a promessa quando Lyra, sua corajosa companheira, está desaparecida?

Ó, falai de sua força, Ó cantai sua graça,
Aquele cujo manto é a luz, cujo dossel é espaço.
Suas carruagens de ira formam grandes nuvens de trovoada,
E escuro é seu caminho nas asas da tormenta.
Robert Grant (1779-1838), Hymns Ancient and Modern.

Ó estrelas,
não será de vós que nasce
o desejo do amante de ver a face
de sua amada? Não virão as visões secretas,
que de suas feições puras ele possui,
de puras constelações?
Rainer Maria Rilke, As Elegias de Duíno.

Finos vapores escapam de tudo que fazem os vivos.
A noite é fria e delicada e cheia de anjos
Esmagando os vivos. As fábricas estão todas iluminadas,
O soar do carrilhão se eleva, sem ser ouvido.
Afinal estamos juntos, ainda que muito distantes.
John Ashbery, The Ecclesiast.

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