17 de março de 2017

Fanfic: Try Everthing


Sinopse:

Cat nem sempre foi um garoto fofinho e confiável, ele já chegou a fazer coisas terríveis por esporte, mas ele tenta deixar o passado no passado. Após ir para o estado de Michigan, nos E.U. A ele tenta se ocultar ao máximo possível da alcateia que predomina a região, mas após se envolver com a filha do Alfa não há escapatória, terá de ficar com ela. Mas isso não chega a durar nem mesmo dois dias, que seu passado logo arruína sua vida novamente, agora Cat se vê obrigado a enfrentá-lo para conseguir viver sua vida normalmente, mas será que ele conseguirá permanecer vivo após enfrentar o seu pior inimigo para equilibrar a balança do seu destino juntamente com o destino de seu inimigo mais perigoso e antigo?

Categorias: ação, aventura, romance, Maze Runner
Autor: CalebFox

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I messed up tonight


Prólogo:  Amizade                                                                                                                                                             
Hoje eu estou confuso. Não sei o que fazer exatamente. O vento está lá fora dançando com a neve, deixando tudo gélido por dentro e por fora.
 Estive treinando o dia inteiro, ainda venho treinando sem descanso. Não estou cansado, estou atordoado, confuso. Meus instintos não funcionam, não consigo sentir dor, nem emoção. Só uma tontura terrível que me deixa lento, desprevenido.
 Caio de cara no chão duro de aço e tecnologia. Meu mundo gira, meus olhos se fecham minha respiração falha, meu coração fica fraco e perde seu ritmo. Adormeço, ou será que estou morto?
 Esqueço-me de tudo. A escuridão me cobre com seu manto de sofrimento e maldade. Vejo aquela mulher morena com rosto despido de emoções, seu olhar é duro e amargo por causa do que vivenciou. Ela sempre esteve comigo, desde o início e nunca me disse algo que saísse do assunto pelo qual ainda estou vivo.
 Ela precisa de mim, mas só por enquanto. Eu sei demais sobre tudo o que ela comanda. Eu ajudei a projetar seu reinado sob sua influência.  E agora aqui estou eu, caído em um mundo de terror e escuridão. De novo.
“— Por que isso não me surpreende? penso em meio às trevas.
  Ele só necessita de descanso! bem agora sei que não morri, mas eu sei muito bem o que esses sonhos significam, só não contei pra ninguém ainda, e nem pretendo contar.
Já acordei... Aí...
Até que enfim. Já estava preocupada com você. olho para a direção da voz, mas já sei quem é que esta a falar.
Também te amo Alicia. sorrio de leve e sinto meus olhos pesarem ainda mais.
Descanse. sussurra ela em meu ouvido, e eu obedeço sem pestanejar.
 Alicia é uma garota surpreendente de cabelos ruivos e lindos olhos violeta. Seu sorriso me deixa bobo, sua pele parece ser feita de porcelana, seus dentes são perfeitos e tão brancos que ninguém consegue ver seu sorriso além de mim. Sua pele e cabelos são macios como seda e seu perfume viciante. Mas eu não estou apaixonado por ela, afinal de contas somos amigos, irmãos de coração! Tudo o que eu quero é vê-la fora desse cativeiro e que seja feliz.
 Acordo algum tempo depois com um pouco de tontura ainda. Olho ao redor e percebo que Alicia acabou dormindo em uma cadeira de plástico velha. Observo-a dormir sem perceber que meus olhos não conseguem desgrudar de seu rosto.  Eu estava com medo, Jack estava por ai em algum lugar esperando o momento certo de atacar, enquanto Ayala estava aqui ameaçando a vida de Alicia. Estou tão centrado que quando acordo do transe vejo Alicia acariciando meu rosto. Seu sorriso é tranquilizador, seus olhos brilham e sua mão branca e quentinha me deixa relaxado, mas por pouco tempo.
  Eu estou bem. fala tentando me fazer relaxar de novo.
  Por enquanto. ela suspira, e me olha um pouco apenas antes de revidar.
  Nada vai acontecer. mas nós dois sabíamos que isso era uma mentira.
x
 À noite, caia a neve em ritmo lento, meu coração estava falhando, meus pulmões estavam cansados e estavam sendo cortados a cada inspiração minha. O ar gélido da calada da noite me fazia querer desistir. Na penumbra eu tentava encontrar o caminho de volta, mas estava perdido.
 O último experimento havia me deixado fraco demais para fazer até mesmo uma conta matemática de cabeça. Eu me sentia como um zumbi sem saber o que fazer, sem saber o que matar e comer. Eu precisava encontrar forças, mas eu me sentia tão desgastado que preferia morrer ali congelado a voltar. Mas eu não tenho escolha.
 Continuo andando por entre a multidão de neve e ventos cortantes. Meus pés pareciam gritar: Chega!, mas eu continuei em frente. Uivos invadem meus ouvidos, fecho meus olhos e penso em Alicia. De repente lembro-me de como voltar. A necessidade de protegê-la é imensa. Vou correndo com muita dificuldade. Depois de um bom tempo chego ao meu destino, mas as consequências são pesadas.
...
Você se tornou um desastre após a última vez que te induzimos um coma. Se você não melhorar teremos de adiantar a coleta. reclama o beta de Ayala por assim dizer.
  Bem a culpa não é minha se as coisas não saíram como planejado.
  Não banque o espertinho aqui garoto. Não sei por que és tão valioso para a senhorita White.
  Pois deveria. falo com autoridade, levanto-me da cadeira branca e saio da sala acinzentada. A porta se fecha com calma, sem violência atrás de mim enquanto passo pelos corredores escuros pela falta de janelas.
 No meu quarto tiro minha roupa e fico na frente do espelho.
  O que eu sou? Um monstro ou uma cobaia? pergunto com o olhar fixo nas minhas cicatrizes que sei que posso camuflar, mas não ver desaparecerem.
 Já se faz 16 anos que estou aqui, e até hoje não sei o que significa a palavra cura.
 Balanço a cabeça, saio da frente do espelho e vou ao banheiro, tomo um bom banho e visto uma roupa confortável para dormir, afinal de contas a maioria dos treinos é à noite.
 Deito-me naquela cama de ferro com apenas um lençol. Minha blusa é um ótimo travesseiro! Fito o teto por tanto tempo que quase fiquei vesgo, mas meus olhos estão leves e o sono promete ser rejuvenescedor. Será?.
 Adormeço sob o teto cor de cobre.
 Meu corpo pesa e sei que meu sono será péssimo. Só consigo ver a dor de tudo, mas não sinto. Não, nunca senti dor física desde...
 Deixo-me ir para o fundo do meu subconsciente.
 Observo a parte mais obscura da minha alma. Tudo que eu já fiz de maligno está aqui. As vidas, as mortes, as lembranças... Metade do meu coração.
 Acordo com uma bofetada daquele filho da mãe do beta me chutando as costelas.
  Acorda desgraçado! Moleque preguiçoso. naquele momento eu me segurei para não lhe arrancar a língua.
 Empurro seus pés e ele cai no chão, mas não bateu a cabeça. Levanto-me de cabeça erguida e troco de roupa como um furacão. Aquele homem de cabelos cor ferrugem me encara por um breve momento, mas eu o ignoro. Saio do meu quarto e vou para a sala reservada para mim hoje.
 Entro na sala de cor deprimente e com uma corrente de ar fria. Alicia está sentada me esperando. Eu aceno com a cabeça disfarçadamente, ela sorri com a mesma cautela.
Ayala dita às regras e começa o treinamento.
 Em meio a tudo o que estava acontecendo o breu predomina. Gritos enchem meus ouvidos, mas logo param.
 Sim, eu sei o que aconteceu. A fúria domina meu corpo. Estou fervendo de raiva. A vontade de vingança corroeu-me os ossos, logo vejo que perdi meu controle.
  Você não me deu escolhas Cat. Vocês estavam ficando cada vez mais próximos. Sei que eram irmãos de laços afetivos, mas sou eu quem dito todas as regras. Rapazes matem-no.
 Cometo o erro de olha-la enquanto falava. Rosto desprovido de emoção como sempre, e uma malignidade insana a contornava-a. Prazer talvez se aproxime do que ela demonstrava diante do assassinato. Após suas últimas palavras me deu um branco, mas uma coisa é certa: aquelas foram realmente suas últimas palavras.


Capitulo 1: 7 Anos Depois.

Moro em Wolverine, Michigan e estudo no colégio Wolverine High School. Como cheguei aqui? Bem vocês vão saber no desenrolar da história porque eu tô dormindo no meio da aula de matemática agora. É eu sei que isso não é certo até porque é matemática, mas sério o fessor é muito chato. Eu já sei tudo sobre o que se deve saber e aprender em uma escola, mas eu tenho que comparecer nas aulas senão vou sofrer as consequências. Mais apesar de eu não fazer nada durante a aula inteira a não ser dormir eu tiro nota máxima em todas as provas e trabalhos e os professores ficam de boca aberta me olhando como se eu fosse um E.T, ou até mesmo médium ou coisa parecida.
 Só que ninguém sabe que essa pequena suposição chega perto da verdade da minha vida.
 Todos os dias, sou chamado de: esquisitão, CDF, nerd, hacker, dorminhoco, preguiçoso, etc. Mas me diz, se você repetisse de ano (é apenas uma suposição, não leve ela muito a sério, ok?) e no ano seguinte você já tivesse aprendido toda a matéria. Você não ficaria entediado? Não iria apenas encarar a prova como a coisa mais fácil do mundo? Então, tudo o que você pode fazer durante uma aula chata com um professor chato? Isso mesmo: dormir, desenhar, esperar impacientemente que o sinal toque e que você fique livre daquele tédio! Então pare de me julgar aí do outro lado da telinha do seu aparelho.
  Acorda! suspiro, levanto minha cabeça antes que o professor me desse uma livrada. Qual é o resultado da equação que está no quadro Cat?
A resposta é 109.570.962 professor Carlos. falo arrastando minhas palavras demonstrando cansaço emocional. Agora que já respondi, posso voltar a dormir? pergunto sem vontade de ouvir sua resposta, sua voz é grossa e áspera.
  Você acertou Cat, apesar de sua mente nunca estar aqui você é um bom aluno. E sim, você pode voltar a dormir. ele fala em um tom de decepção, afinal não é novidade que todos os professores e inclusive o diretor estejam ansiosos para que eu de uma resposta errada. Eles querem que eu pise em falso e caia num abismo de escuridão e que nunca mais consiga voltar para o plano terreno.
 O professor Carlos volta a dar sua aula e eu coloco meus fones, o sono me leva para o meu subconsciente e as trevas me engolem com prazer e eu me deixo levar pela onda de paz que o sono traz.
 Triiiiiiiiinnn!!!!!!!!!
 Soa o sinal. Acordo dando um salto por causa do susto. Todos riem de mim e percebo que estou de pé ao lado da mesa que é o meu lugar, e por sorte ela é a do fundão e está encostada na parede. Um ótimo lugar para se sentar.
 Olho para a sala, esta vazia. Pego minha mochila e vou até o refeitório para lanchar. Pego meu lanche e começo a caminhar a procura da minha mesa isolada, mas hoje a turma dos esquisitões a ocupou, e eu não me sento de jeito nenhum em uma mesa que já esteja ocupada, mesmo que só esteja uma única pessoa a ocupando. Busco um lugar para sentar com o olhar, de repente todos começam a preencher os lugares vagos de suas mesas para que eu não me misture. E quem disse que eu vou?. Uma mesa ficou vaga, mas não vou até ela, pois os alunos falarão que esta infectada e não vão se sentar mais ali e ai bem... Vai ficar tudo fora de ordem.
 Suspirei, todos acharam que eu iria para a mesa vazia e se surpreenderam quando me viram caminhar para o lado de fora para comer ao ar livre. Olhei de esgueira para trás e vi olhos esbugalhados que logo voltavam ao normal, vi alunos voltando aos seus lugares de antes e ouvi um grupinho falar alto: “— Os esquisitões estam agora infectados, afinal eles se sentaram na mesa do Dorminhoco!. Muitos alunos riram, as garotas populares fizeram careta, e agora tudo o que os esquisitões tocassem ninguém mais tocava.
 “Ótimo, agora vou ter que me misturar com eles., pensei enquanto comia lentamente o meu lanche. Ao acabar levei a bandeja devolta, para que fosse limpa. As tias sorriram para mim disseram para eu não me importar com os outros. Apenas sorri e disse que nunca me importei. E ela acreditou, porque era uma verdade sincera. Bem, só elas para gostar de mim, pois o resto  quer apenas ver eu fracassar.
 Ao sair do colégio vejo aquele grupo intrigante de esquisitões. Eu nunca me aproximei deles, e agora eles se aproximam de mim com rostos amigavéis, mas que também demonstram que querem me dar uma surra. Me preparo para o possível espancamento que arrancaria sorrisos dos rostos dos alunos e faria os esquisitões ficarem desinfectados.
 Respiro fundo, conto até dez. Encaro os olhos de todos eles, caminho em sua direção, e... Espero.
 Simplesmente espero pela pancadaria que vai fazer eu me atrazar e daí eu vou sofrer as consequências desse atraso.
 Espero.
 Fecho os meus olhos, assim que o mais alto fica na minha frente, e espero pelo seu soco certeiro, mas nada acontece e me assusto com a sua voz.
  O que está fazendo? Esperando um beijo? todos eles começam a rir. Abro os olhos.
 Seus punhos estão relaxados e nada indica que ira me atacar, mas ele cheira a lobo. Ele e todo o seu grupo são de lobisomens. Então é por isso que eu nunca tive coragem de me aproximar. Encaro seu relógio de pulso, ele me encara como se pensasse: Pode vir, você não vai conseguir esse relógio.. Encaro os números, os ponteiros, as horas...
  Merda! Me atrasei, vou ficar sem meu jantar e pelo visto terei de faltar na escola amanhã. falo com medo do que vai me acontecer. O cara que está na minha frente franze o cenho, seu olhar é preocupado. Ele é loiro, olhos azul claro, corpo de um jogador de futebol, sua pele é branca e deve de ter 1,88 m. Percebo que ainda não respondi a sua primeira pergunta e trato logo de fazê-lo, já estou atrasado mesmo. E não estava esperando um beijo e sim o seu punho. Achei que fosse me encher de pancada. falo calmo e isso assusta o grupo inteiro.
  E por que eu iria te bater? ele pergunta me olhando.
  Para ficar desinfectado? Ficar popular? Todo mundo que me bate ganha status aqui na escola sabia? Ah, e vocês pegaram o meu lugar hoje. falo apontando para o refeitório sem ao menos me virar, eu confio na minha memória.
  Queremos ser seus amigos, por isso sentamos na tua mesa hoje. ele se explica.
  Eu não gosto e não preciso de amigos. respondo rápido como uma flecha.
  Todo mundo precisa de amigos. falou uma voz feminina no meio do grupo, mas não pude ver a garota.
  Se enganou. falo desviando do grupo e começando a andar, pois me lembrei que hoje não posso chegar muito tarde senão é aí que eu não como de jeito nenhum. Eu não quero passar fome.
  Aonde vai? pergunta uma voz desconhecida do grupo.
  Pra casa. respondo sem olhar pra trás.
  Podemos ir com você? pergunta o loiro de antes, agora ao meu lado.
  Meus pais não gostam de visitas inesperadas de jovens. Só de outros adultos. respondo acelerando o passo.
  Então deixa a gente te acompanhar, aí a gente vai lá com os nossos pais. insiste o loiro.
  Não. Só quem quer achar a casa é que acha. E só quem precisa muito também. Não é o caso de vocês. falo agora indo mais rápido.
  Mas você é tão sozinho, queremos te fazer companhia. fala novamente a garota.
  Eu tenho muitos irmãos e irmãs, divido o quarto com seis para ser exato. Não preciso de compania. Meus irmãos vão me encontrar no caminho. E já chega disso, tchau! falo agora começando a perder a paciência. Puxa vida por que tanta insistência? Nunca ouviram falar que não é não? Bufo em frustação e sigo o caminho de casa, finalmente sozinho.

Meu mundo
 O caminho é longo e eu estou preparado.
 Preparado pelo mal que virá.
 Já vejo meu corpo sangrando.
 Meu corpo em carne viva.
 A vida passando lenta como se nada fosse acontecer.
 O mundo gira em camera lenta, enquanto eu me vejo sangrar.
 Solto o ar de meus pulmões.
 Abro os olhos e...
 Vejo o mundo em que vivo
 E o mundo que eu já vivi.
 Os dois lados da moeda.
 Cara ou Coroa?
 Sorte ou Azar?
 Quem saberá?
 Por onde irei andar?
 Amor ou Ódio,
 Quem reinará?
 Coração parado, estou sem ar.
 Olhos fechados
 Uma lágrima
 Duas vidas
 Dois mundos.
 O meu mundo vou conquistar
 Para enfim a paz encontrar.

 Chego ao meu destino em apenas sete minutos, e olha que são cinco quilomêtros até minha casa. Casa, já tive uma, e agora estou aqui, neste lugar despresível.
 Passo pelo pequeno portão de ferro negro detalhado em flores. Subo os três degraus e paro enfrente a grande porta dupla de madeira com aqueles puxadores antigos que aparecem nos filmes, sabe? Aqueles que tem o desenho da cabeça de um animal (normalmente um leão mostrando as presas) com aquelas argolas enormes que se usa para bater na porta e para puxá-la. Respiro fundo enquanto fecho os olhos para tomar coragem. Eu nunca cheguei atrasado por ter medo do que ia acontecer e agora olhe para mim, doze minutos atrasado. Solto o ar dos pulmões e abro meus olhos. Encaro a porta, junto coragem e a abro para ver uma diretora muito zangada comigo. Engulo em seco, pois meu mundo desabou.
 A mulher de olhos amendoados e de expressão séria me agarra pelos braços, todos que ali vivem me encaram com medo do que vai acontecer. Fecho meus olhos com força. Sou arrastado até meu quarto, lá dentro estavam todos os garotos com quem o divido, eles arregalam os olhos, me encaram, A encaram, saem do quarto com as mãos nos ouvidos.
 Sou arremessado para dentro, ela entra e tranca a porta de madeira lascada, ela me encara. Ela não vai me ouvir. Não sentirá pena alguma, só... Fará o que há de fazer. Meus olhos se fecham novamente com mais força ainda e ela... Ela simplesmente começa a me espancar com a primeira coisa que encontrou ali no quarto, que estava em seu campo de visão. Agora sou só eu e as pancadas.
 Eu não grito, não reclamo. Não poderei sair daqui amanhã para ir a escola, pois não vou conseguir andar. Sinto o meu sangue escorrer pelo chão duro de madeira velha; minha respiração está fraca, mas eu não sinto dor. Não sinto o latejar das batidas fortes, a ardência das marcas e feridas. Cicatrizes marcan-me e não há nada que eu possa fazer para mudar isso.
  Espero que tenha aprendido a lição Cat. ela fala meu nome com nojo, sai do quarto me deixando ali, completamente ferido dos ombros aos pés. Respiro fundo, as lágrimas não escorrem pelos meus olhos, o sangue está sendo estancado por Clara, uma nova irmã de coração que eu ganhei. Ela é igualmente ruiva como Alicia, mas seus olhos são castanhos e sua pele não é tão branca. Ela cuida de mim e eu cuido dela, é assim que funciona.
 Dou um sorriso de canto e fecho os olhos.
  Não doeu, eu estou bem. Vou ficar bem. falo ainda de olhos fechados.
  Eu sei que vai. acabo adormecendo.
...
 O véu do sono me abandona, olho o relógio e vejo que falta uns dez minutos para ele despertar todos os outros do quarto. Texto minhas pernas, elas estão boas para andar. Vou até o espelho do guarda-roupa que é grande o suficiente, ascendo uma pequena lanterna de mão e ilumino meu corpo. Estou todo pintado de verde, amarelo, azul, roxo. Suspiro. Hematomas de mais, mas se consigo andar não poderei ma safar de ir ao colégio. Olho meu rosto, e ao faze-lo deixo a lanterna cair ao lado do meu pé esquerdo. Santa Mãe, levo a mão a boca e fecho os meus olhos com força; eu estou horrível! Um roxo (que na verdade é verde) enorme marca meu olho direito e há a cicatriz de um corte fundo do lado esquerdo do meu rosto que vai desde o início da lateral da testa até o queixo.
  Cat apaga a luz! fala Bili impaciente, percebo que a lanterna ilumina sua nunca agora. Ela deve de ter rolado.
  D-desculpa B-bili, e-é q-que eu... não consigo terminar a frase, Bili se vira para me encarar e arregala os olhos ao me ver.
  Jesus! fala em espanto enquanto leva a mão a boca e me encara com espanto.
  De um jeito ou de outro terei de ir a escola hoje. falo baixinho.
  A sorte é que você só usa capuz e desse jeito não dá pra ver seu rosto. diz Bili sendo sincero comigo.
  E se virem meu estado falo que apanhei na rua, quando estava indo pra casa. explico ainda falando baixo.
  Do jeito como te odeiam não duvidaram. concorda Bili.
  Nunca mais vou me atrasar.
  Boa escolha!
 Como eu já tinha acordado Bili, nós dois começamos a nos arrumar pra ir pra escola. O despertador soa fazendo os que ainda dormiam resmungar de sono. Eu estou faminto, não comi nada ontem pois fiquei desmaiado a tarde inteira. Eu e Bili descemos pro café enquanto os outros se arrumavam e mais crianças acordavam. Pegamos o nosso café e saimos, cada um prum lado seguindo o seu próprio caminho.
 A uma quadra da escola eu já tinha terminado o meu café. Parei e coloquei o capuz do meu moletom preto juntamente com os fones e coloquei no rádio pra ficar escutando qualquer coisa mesmo. Com a cabeça baixa adentrei o lugar que eu gosto de chamar de: TÉDIO PURO! Afinal eu já conheci prisões bem piores que a escola e vocês sabem disso pois leram sobre o meu espancamento e tiveram um pequeno vislumbre do meu cativeiro bem lá em cima.
 Suspirei e continuei a andar, todos abriam caminho para mim passar porque eles não queriam ficar infectados. Passei pelos esquisitões que tentaram ir atrás de mim, mas os populares chegaram primeiro.
 Leonardo, que é o que controla todo mundo tirou o meu capuz e viu o meu rosto machucado, todos pararam.
  Quem foi o sortudo Cat? ele pegunta sorridente. Olho para o grupo dos esquisitões que estão atrás do grupo de Leonardo, todos arregalam os olhos em espanto.
  Foram eles, só estão fingindo surpresa porque pensaram que você queria fazer isso pessoalmente e eles pegaram a sua chance. Viu? Não estão infectados. falo os olhando de canto e o líder deles que é aquele loiro me olha torto. Leonardo só ri; vai até eles e lhes parabeniza pelo trabalho que nem fizeram, mas agora estou livre desse grupinho intrometido.
 O sinal soa alto e todos vão para as suas salas, as aulas são chatas e é claro que eu durmo em todas. Aqui na Wolverine High School as coisas são diferentes: temos seis aulas e um intervalo de seis minutos para ir ao banheiro e tomar água, depois que se acaba todas as aulas tem o lanche e você vai embora. Simples né?
 Então voltando a história...
 O meu horário favorito finalmete chegou: A hora do lanchinho, êeeee!
 Bem, eu fui caminhando até minha mesa com bandeja cheia em mãos e mochila leve nas costas, só que eu tava muito grogue então era uma tarefa difícil de se executar. Me sentei com certa moleza e comecei a comer sem o capuz, mas ninguém arregalou os olhos ao me olhar, só sorriram e voltaram ao que estavam fazendo. Suspirei e continuei comendo com tranquilidade ate o loiro aparecer e estragar a minha paz. Ele chegou com tudo, tava fulo e falou baixinho pra mim assim que ficamos frente-a-frente:
  Por que fez aquilo seu otário? eu sentia o odor da sua raiva, podia vê-la vazando por seus poros.
  Para que vocês sejam populares e vão se sentar em outro lugar. falei com bastante calma e levesa na voz. E é claro, falei no mesmo tom para que ninguém descobrisse o segredo.
  Mas não te pedimos isso. falou ele agora tentando entender.
  Exatamente! Eu não pedi pra vocês quebrarem a minha rotina, se tornarem meus amigos e sentarem na MINHA mesa. Então estamos quites. falo com um sorriso no rosto.
  Mas como nos livramos deles? ele aponta discretamente para o grupo do Leonardo. E o que diabos aconteceu com você para estar assim? ele franze o semblante.
  Ti vira com eles, porque eu não tô nem ai para como você vai se safar da encrenca que eu sou. E o que me aconteceu não é da tua conta, agora se me dá licença eu estou com fome; quero comer. falo sem nem ao menos olha-lo. Eu não vou ficar insentivando ele a ser algo que é impossível de ser: meu amigo.
 Ele bufa e sai pisando firme, quase quebrando o chão. Sorrio com isso.
 Termino de comer rapidamente e parto em disparada chego em casa rápido como um raio, a diretora apenas me olha de canto e segue seu caminho. Subo para o meu quarto e vejo que o Iam deixou uns convites de festa ali em cima.
 Por que não?, penso enquanto observo cada detalhe do convite. E além do mais ninguém dessa festa me conhece, tudo o que tenho que fazer é me arrumar como antigamente e ficarei irreconhecível. Sorrio, hoje é festa.
 Me olho no espelho, meu rosto já sarou bem.
 Abro o guarda-roupa e separo uma camisa polo social e ao mesmo tempo leve e solta, do tipo ideal para festas, uma calça jeans escura, meias pretas e uma cueca box azul escura. Procuro e logo acho o meu melhor All Star preto e o deixo ao lado da cama.
 Entro no banheiro fechando a porta logo em seguida e tomo um bom banho morno. A água me deixa relaxado, desligo o registro e me seco. Saio do banheiro cheio de vapor quente com a toalha na cintura, me certifico de que não tem ninguém aqui dentro e tranco a porta.
 Me visto e destranco a porta, assim que o faço Bili entra por ela e me observa.
  Onde vai? E arrume esse cabelo, pelo amor de nossa Mãe! sorrio para Bili e faço que sim com a cabeça ao mesmo tempo que lhe entrego um dos convites de Iam. Enquanto Bili observa o convite eu arrumo o meu cabelo o deixando impecável.
  Como estou chefe? pergunto abrindo os braços, Bili me observa como se eu fosse uma peça valiosa de museu.
  Irreconhesível. ele faz sinal de ok com a mão direita, e logo depois também começa a se arrumar para sair e é nessa hora que Iam aparece.
  Que bom, companhia pra festa! comemorou o ruivo de olhos castanhos esverdeados.
  Como poderiamos perder essa? pergunto lhe encarando nos olhos com um sorriso brincalhão no rosto.
  Bom ver que se recuperou da surra de ontem. disse ele ainda sorrindo.
  Aquela coisinha? Não serviu nem pra fazer cosquinha Iam. falo confiante e ele só me encara por um tempo e depois diz:
  Você é forte Cat, queria ser como você. meu rosto ficou sombrio.
  Não Iam, não queira ser um monstro. Seja você e somente você entendeu?   o ruivo fez que sim e sorriu pra mim e logo em seguida desapareceu no labirinto de corredores mal cuidados.
 Respiro fundo, será que vai mais alguém do colégio nessa festa?
 Sou arrancado dos meus pensamentos quando Bili me pergunta se vi o seu tênis azul da Nike, digo onde esta e ele agradece. Suspiro.
 A diretora só falou isso quando o Iam foi falar com ela:
  Desde que vão para a escola no horário e voltem cinco minutos antes do combinado após a escola, sim vocês podem ir.
 E foi só, mas cinco minutos antes é muito tempo. Fazer o que, temos que relaxar um pouco então aceitamos seus termos.
 Um ou dois amigo(s) do Iam disse que nos daria carona. Estamos indo pra festa: eu, o Bili, Iam, Lexy, Rodolf e Rudy. E mais dois amigos do Iam, cada um com seu carro para poder levar todo mundo. Quando chegamos a festa, depois de uns 20 minutos mais ou menos, percebi que o dono da casa onde tava rolando toda diversão sem regras, era muito rico, tipo da pra ver só de entrar no bairro onde ele mora que ele ta nadando no dinheiro.
 A casa em si é bem bonita, mas como é de noite e tá rolando a maior festança parece uma coisa velha, mas só parece.
 A casa é de cor creme com janelas grandes e grades negras com detalhes intrigantes nas sacadas, a pesar do portão estar aberto ao máximo dava para ver que ele era branco e bem refinado. A porta da frente era de madeira de um marrom bem escuro e muito bem cuidada, as luzes davam um sombreamento perfeito na casa toda e o jardim era magnífico. Pena que logo tudo isso iria desaparecer, pois estava tudo uma bagunça só, nem eu sei como consegui ver tão detalhadamente a beleza agora escondida da casa.
 Entramos e o cheiro de álcool e drogas tava me deixando tonto, a música era insurdessedoura e as luzes de neon coloridas cegantes. Acabei me perdendo de Iam e Bili por isso começei a procurar por algum dos cinco bunda moles que vieram comigo ate que...
 Meu coração parou, meus olhos se arregalaram e tudo o que faltava era eu ficar rigído. Aquela garota do grupo dos esquisitões que eu não consiguia ver. Ela estava dançando descontraídamente na minha frente, ela era bela e tinha um perfume ótimo. Como eu sei que era ela? Ouvi sua voz gritar em meio a música alta e ela falava com o loiro que tomou a iniciativa de falar comigo.
 Os olhos dela são de um verde folha maravilhoso, sua pele morena ficou bem com as luzes dançando no teto, seus cabelos negros pareciam macios e cheirosos ao meu ver e seu corpo é simplesmente enlouquecedor, tão enlouquecedor que eu já imaginava nós dois em uma cama fazendo sexo, ou quem sabe até mesmo amor.
 Me aproximei dela com cautela, ela se virou, me encarou por um tempo e depois sorriu e já foi me puxando para fora da pista. Ela me levou para o último quarto que tinha no andar de cima e as minhas segundas intenções com ela almentaram de 30% para 300%, porque uau ela é sensacional e muito sexy, principalmente com a roupa que usava: uma blusinha preta coladinha e que deixava sua barriga a mostra e um shortinho super curto muito apertado.
 Se eu estou exitado? Muito, tanto que se ela fizer alguma coisa para me deixar mais louco do que já estou eu vou perder o controle e ataca-la com toda a minha ferocidade sexual.
  Você está diferente, mais bonitinho que da outra vez. Irreconhecível. ela fala colocando sensualidade na voz, e se deita na cama toda esparramada.
 Delícia!
  É eu quis mudar um pouco pra poder vir aqui. falo com uma normalidade falsa.
  Pra comer algumas meninas de progama? ela pergunta levantando a sombrancelha e me encarando com aqueles olhos...
  Nem perto disso, era só pra sair de casa mesmo. falo com um sorriso sexy na boca e me sento ao seu lado na cama, só que o meu olhar passa dos seus olhos para a boca e da boca para os seios fartos. Mordo os lábios.
 Gostosa!
  Hum... E você quer fazer amor comigo Cat? Eu sou sensual e sexy o suficiente pra você me olhar com desejo e querer me ter? volto a olhar em seus olhos e eles estão repletos de divertimento.
  Você está brincando com um fogo muito perigoso sabia? Eu posso ser virgem ainda, mas sou bem tarado lindinha. olhando ainda em seus olhos e depois descendo até o meio das suas pernas e imaginando o meu amigo penetrando ali dentro.
  Você é mesmo virgem? afirmo com a cabeça. Nossa, eu também! E eu estou me sentindo muito atraída por você desde que te vi pela primeira vez. ela sorri para mim e me rouba um beijo bem quente e cheio de desejo. Solto um gemido, pois sua mão foi parar dentro da minha calça jeans e ela está massageando o meu membro sem pressa alguma. Começo a gemer e ela a se esfregar em mim enquanto continua a massagear meu membro.
 Ah, como ela é gostosa.
  Você está me fazendo passar dos limites da loucura, dessa maneira vou perder o controle e te pegar de jeito mocinha. falo mordendo os lábios de prazer.
  Faça o que tem de fazer comigo logo. fala tirando minha calça e mordendo minha boca.
 Depois disso só sei que fiu bem carinhoso com ela, fui com bastante calma a fazendo curtir o momento de perder a virgindade, só pra depois de um tempinho do orgasmo dela eu soltei a fera e peguei ela de jeito. Foi muito bom, me senti completo como se nossos lobos tivessem acasalado. Por falar em lobos... Em meio a transa os olhos dela ficaram parecendo uma brasa quente e aquilo me envolvel por inteiro. Como ela é linda, e burra por perder a virgindade com um cara que ela nem conhece, com um cara como eu.
 Após mais algumas veses ficamos exaustos, coloquei metade do meu peso sobre o corpo dela e ela não reclamou, pareceu gostar dos nossos corpos estarem colados. Mergulhei minha cabeça em seu pescoço e fiquei ali sentindo aquele cheiro maravilhoso, a combinação perfeita de ervas e floral de madeira. Me recompus, sai de cima dela e a abracei, prensando-a sobre meu peito e eu só tinha uma coisa a dizer sobre essa noite: Que foi a melhor e a mais feliz de toda a minha vida.
Amélia
 Eu havia acabado de dizer ao Bruno para ir se divertir e me deixar curtir a festa e foi o que ele fez. Ele estava confiando em mim daquela vez e isso é bom. De repente sinto um leve frescor de canela no ar. Cat pensei na mesma hora me virei e vi um garoto levemente parecido com ele, o mesmo cheiro, a mesma altura, os mesmos olhos... Era ele sem dúvida, mas estava tão diferente e arrumado que se não fosse pelo cheiro que eu bem conheço teria pensado que era só mais um a me dar cantada. Ele ficou ali me olhando e eu sorri e logo o puxei. Estava levando ele para o quarto mais afastado para podermos conversar melhor e no caminho senti o cheiro da sua exitação, e caramba ele estava animado.
 O Cat não é como os outros garotos eu sinto e vejo isso nele;  ele me leva a ilusões e fantasias que talvez nunca se realizem, mas vale a pena sonhar com ele.
 Ele tinha 1,79 m; cabelos castanho escuro e olhos de um castanho que dependendo da luz ambiente mudavam de cor chegando muitas vezes perto do negro. Sua pele tinha um leve bronzeado de um sol que eu não sei de onde ele pegou e agora com aquela camisa polo dava para perceber que seus braços eram levemente malhados e que tinha tanquinho o que me deixou curiosa do por que dele ter vindo a essa festa e ainda mais vestido assim.
 Eu me surpreendi em saber que ele ainda é virgem, mas fiquei bem feliz por ser a primeira garota a prová-lo. Depois do papo rápido coloquei minha mão dentro da sua calça e começei a passar a mão no seu membro ao mesmo tempo em que o beijava e ele começou a gemer.
Você está me fazendo passar dos limites da loucura, dessa maneira vou perder o controle e te pegar de jeito mocinha. ele disse de um jeito safado e mordeu os lábios de prazer.
  Faça o que tem de fazer comigo logo. falo já tirando a calça dele e mordo a sua boca.
 Fiquei muito surpresa depois disso, pois ele retirou a minha roupa sem pressa nenhuma e ao mesmo tempo em que me despia me admirava com os olhos cheios de amor, carinho e desejo, é claro. Ele passou suas mãos pelo meu corpo lentamente parando em meus lábios, suas pupilas se dilataram e seus olhos ficaram alaranjados como fogo e brilhavam como um sol quente. Ele me beijou e tirou minha virgindade com delicadeza e suavidade. Um verdadeiro cavaleiro. Ele ia no meu tempo, ambos no comando, me acariciava e não parava de dizer o quanto eu sou linda a seus olhos enquanto faziamos amor. Apesar dele ser um estranho total aquilo era sim amor. Quando cheguei ao orgasmo ele sorriu e ficou olhando dentro dos meus olhos que já não eram mais verdes folha e sim como brasas récem-acesas no fogo do seu olhar penetrante e misterioso. Quando já estavamos recuperados eu ia perguntar se já tinha acabado, mas nem deu tempo de eu abrir a boca, ele começou a ir de um jeito mais feroz, faminto. Ficamos quase a noite inteira fazendo amor e juras ao pé do ouvido. Quando realmente acabou ele me abraçou bem forte como se quisese ter certesa de que eu realmente estava ali ao seu lado e de que fora real.
  Eu cheguei a te machucar? Pergunta Cat me dando um abraço maravilhoso. E qual é o seu nome flor?
  Não me machucou. Sabe eu pensei que você fosse ser bruto comigo logo de primeira, pensei que viria com tudo para cima de mim forçando a barra que já estava solta, mas não você foi um cavaleiro comigo, nunca me senti tão amada e desejada como nessa noite. confesso com um grande sorriso no rosto. E o meu nome é Amélia, Amélia Turner. fechando os olhos e aspirando o seu doce aroma de orquídeas negras com uma pitada de pinheiros que tornava o seu cheiro especifíco afrodisíaco. Mas ele tinha tantas fragâncias misturadas com perfeição, que se eu cheirasse muito ficava tonta.
  Amélia... ele sorriu e ficou brincando com meu nome em seus lábios provocantes. Um nome tão belo para uma flor rara como ti my corazón. Você tem a mistura exata das ervas e do frutal de madeiras. Gosto de ti por ser quem és. juro que quase chorei quando ele me chamou de seu amor em espanhol, mas me segurei.
  O seu cheiro é bem afrodisíaco sabia? Orquídeas negras com pinheiros... Gênial! Combina muito com você. repiro fundo e me aconchego ainda mais em seus braços. Acabo por dormir, mas se Cat é um lobisomem por que ele não cheira como um? Bem vamos deixar isso pra amanhã...
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2 comentários:

  1. continua postando profavo

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  2. Ahhh que bom que gostou, a meses ninguém me incentiva, obg, obg, obg. Em breve eu posto mais no spirit fanfics, te espero la.

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Boa leitura :)