23 de fevereiro de 2017

Fanfic: Dathomir


Sinopse:
Eu era feliz. Eu não me escondia debaixo de uma capa. Eu era simplesmente a mesma Helena com sábados preguiçosos e confortáveis. Eu não tinha medo da morte, mas tudo mudou quando voltei as minhas origens. Meus primeiros meses em Dathomir foram muito chatos. Me acostumar com magia e coisas sobrenaturais foi especificamente difícil. Tudo ficou mais leve quando conheci o Pedro. Mas não mais fácil...Decidi ir a fundo do meu passado. Mas acho que cavei um poço muito fundo, não consigo sair dele agora...

Categorias: fantasia, romance, ação, história original
Autora: Ana Lívia Klein


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Prólogo

Seis mil anos atrás, Nascimento de Diana...
A lenda é só começada e aos poucos terminada, nascimento de geração. Caçadora mal amada. Rainha do esquecimento. Menina perigosa.
-É por ventura uma bela menina não? - disse Calesy - Concorda comigo rainha Caroline?
-é sim. - Disse Caroline com certo gaguejar- Por favor, não machuque minha menina, eu sei o quanto meu marido errou, mas...
-Calada! – Calesy olhou para a menina e a pegou no colo calmamente como se fosse mãe dela, de um jeito estranho para os cidadãos desta cidade. – Qual é o nome desejado para a menina?
-É Diana. –Caroline pegou a menina do colo de Calesy e a colocou de volta no berço de ouro. –O que vais tu fazer?
Um sorriso maldoso passou pelo rosto de Calesy que enfiou a mão no bolso e pegou um cetro todo feito de prata e cravado de pedras negras que brilhavam em um roxo maldoso. Ela apontou para a criança e disse:
-Para esta menina na qual o nome que foi dado de Diana, receberá todas as bênçãos de virtude nesta terra, será modelo para todos os gentis, será desejada por todos os homens deste mundo, viverá cortejada e alegre. – Calesy fez uma pausa e um suspiro de alivio e continuou- Mas de todos os filhos seis ela perderá, a sétima que nascer em outra terra por seis mil anos sua raça há de prevalecer, quando esse tempo passar uma filha da dor há de chegar e a terra de Dathomir irá voltar para o legado de seu trono para todos sempre.
Caroline perdeu a cor e os olhos da criança se iluminaram em um tom negro, a pele de Diana ficou pálida e seus cabelos loiros se tornaram mais escuros que as trevas.
Só ouve tempo para Calesy sorrir e sumir em sombras levando consigo a criança de um modo que a ninguém pode interferir.
  

1. A vida é estranha ao seu modo.

Nos dias de hoje, escola em Nova Friburgo às 10h30min, hora do intervalo. Helena.
Estava de saco cheio da matemática, sério que eu quem nem quero ser advogada tenho mesmo que resolver os problemas da matemática? Sem brincadeira, e meu professor ainda por cima não aceitou quase resposta nenhuma na prova, e ainda berrou “Helena presta a atenção” todas as vezes que minhas respostas estavam erradas, mas, pelo ao menos tirei setenta pontos por criatividade e lógica.
Minha melhor amiga Mariana fez o prazer de me explicar a mesma matéria pela décima vez em um dia e eu continuei no nada, ela é uma pessoa ótima com cabelos negros e curtos, pele marronzinho chocolate, roupas que parecem ter vindo de um guarda roupas divino, e ela como sempre muito inteligente e comunicativa.
-Oi gente- disse Mariana alegremente- Helena você está bem?
-Estou sim, preciso falar com você a sós- Prefiro ser sempre direta. Todos os outros amigos nossos se despediram e se retiraram assim que o nosso canto estava vazio eu continuei- Tive um sonho e não sei o que está acontecendo, estou ficando louca, eram horríveis as palavras daquela bruxa...
-Me conte como era o seu sonho. -disse mariana calmamente.
“tudo começou quando estava em meu corpo, mas não como eu, como uma prisioneira de minha mente, do nada entra uma menina de cabelos negros e capa quase transparente, estávamos em um cemitério com uma nevoa que encobria tudo quando outra mulher chegou e disse algo como uma profecia, chegando mais perto da luz o rosto da menina mudou, os cabelos dela se transformaram em cor de caramelo, os olhos se tornaram azuis como o mar e seu corpo ganhou uma forma perfeita de uma mulher belíssima como nunca vi antes.”
“Mas o sorriso continuou o mesmo, maldoso com um toque de frieza e simplicidade. Ela me chamou eu levantei sem me controlar, ela disse umas palavras que não entendi e colocou em meu pescoço um colar de pedras que tinham um brilho azul.”
-Foi ai que eu não vi, mas nada e acordei cansada e com o colar. -disse nervosa por lembrar aquilo mais uma vez.
-Temos que ver o que fazer hoje à tarde.
-Na minha casa pode ser?
-Claro. – disse Mariana animada para ver onde ia dar isso.
-Você não acha isso perigoso?
-Perigo é o meu segundo nome! –Eu podia dizer que ela tinha dito que estudos era o seu segundo nome de manhã cedo, mas não quis contestar.
Voltei para casa de ônibus, soltei um ponto antes e fui andando, no caminho perto das arvores uma velha casa na qual eu nunca tinha visto chamou minha atenção, Ela era alta com paredes pretas e janelas prateadas. Sem perceber que estava entrando em uma propriedade desconhecida fui até a porta de entrada no qual não tinha campainha, mas sim um batente velho e antigo de prata com forma de um dragão. De repente o visinho gritou:
-Você conhece a dona desta casa menina?
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Saiba mais: https://www.wattpad.com/story/86786938-dathomir-destino

4 comentários:

  1. NOSSA AMEI, ONDE ESTÁ O RESTANTE DA HISTÓRIA?

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  2. Gostei bastante do começo e espero que de a continuação em breve

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Gente, se vocês pudessem, poderiam ver minha história lá no watpad;
    Eu no seu lugar.
    Seria ótimo se vocês pudessem fazer isso.

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Boa leitura :)