16 de janeiro de 2017

Capítulo um


Callum Hunt era uma lenda em sua cidadezinha na Carolina do Norte, mas não de um jeito bom. Ele era famoso por expulsar professores substitutos com seus comentários sarcásticos e também era especialista em perturbar diretores, inspetores e merendeiras. No início, os psicólogos sempre tentavam ajudá-lo (afinal, a mãe do pobre menino havia morrido), mas no fim sempre torciam para que ele nunca mais aparecesse em suas salas. Não havia nada mais vergonhoso do que não ser capaz de lidar com o retorno repentino de um garoto de doze anos cheio de raiva.
Sua constante expressão carrancuda, o cabelo preto bagunçado e os suspeitos olhos cinzentos eram bem conhecidos pelos vizinhos. Ele gostava de skate, apesar de ter levado um tempo para aprender a andar. Vários carros ainda ostentavam amassados bem feios, fruto de suas primeiras tentativas.
Ele era constantemente visto espreitando a vitrine da loja de quadrinhos, o fliperama e a loja de video games. Até o prefeito o conhecia. Deve ter sido difícil esquecer Call depois que ele furtou uma ratazana-toupeira pelada de uma loja de animais local durante a Parada de Primeiro de Maio. A ratazana serviria de alimento para uma jiboia. Ele sentiu pena da criatura cega e enrugada, que parecia incapaz de se defender — e, para ser justo, Call também libertou todos os camundongos brancos que poderiam se tornar o próximo jantar da cobra.
Ele jamais poderia imaginar que os camundongos correriam como malucos debaixo dos pés das pessoas que desfilavam, só que camundongos não são bichos muito espertos. Ele também não tinha cogitado a possibilidade de o público fugir dos bichos, só que as pessoas também não são muito espertas, como o pai dele lhe explicou depois que tudo estava acabado. A parada fora arruinada, mas não era culpa de Call. O problema foi que todo mundo — em especial o prefeito — agia como se fosse. E, ainda por cima, seu pai fez com que ele devolvesse a ratazana-toupeira.
O pai de Call não aprovava roubos.
Segundo ele, isso era tão ruim quanto magia.


Callum se mexia, impaciente, na cadeira dura em frente ao gabinete do diretor, imaginando se voltaria à escola no dia seguinte e se alguém sentiria a sua falta caso não voltasse. Pela milésima vez, repassou todas as diferentes maneiras de ser reprovado no teste para mago — o ideal é que fosse da forma mais espetacular possível. O pai listou várias opções que sem dúvida alguma fariam com que fracassasse: “Deixe a cabeça completamente vazia. Ou se concentre em algo que seja o oposto do que aqueles monstros querem. Ou foque a mente no teste de outra pessoa.” Call esfregava a panturrilha, que estava rígida e doeu durante a aula aquela manhã, como acontecia de vez em quando.
Pelo menos seria fácil levar bomba na parte física do teste — seja lá o que fosse.
Bem na outra ponta do corredor ele podia ouvir o resto do pessoal na aula de Educação Física. Os tênis chiavam no chão de madeira brilhante, as vozes se elevavam quando os alunos gritavam insultos uns para os outros.
Call queria poder jogar pelo menos uma vez.
Ele podia não ser tão rápido como os outros garotos, nem era capaz de manter o equilíbrio, mas estava repleto de uma energia implacável. Ele era dispensado das aulas de Educação Física por causa da perna. Até mesmo no ensino fundamental, sempre que tentava correr, pular ou escalar durante o recreio, um dos monitores ia até ele para lhe lembrar que devia se acalmar antes que se machucasse. Se continuasse a agir daquela forma, seria obrigado a voltar para a sala de aula.
Como se alguns roxos fossem a pior coisa que pudesse acontecer com uma pessoa.
Como se a perna dele fosse ficar pior.
Call soltou um suspiro e olhou através das portas de vidro da escola para o lugar onde seu pai estacionaria o carro em instantes. Ele tinha aquele tipo de carro que nunca passava despercebido: um Rolls-Royce Phantom, 1937, pintado de prata resplandecente. Ninguém na cidade possuía algo como aquilo. O pai de Call era dono de uma loja de antiguidades na Rua Principal chamada Agora e Sempre. Não havia nada de que ele gostasse mais do que pegar coisas velhas e quebradas para transformá-las em objetos novos em folha. Para manter o carro em funcionamento, ele tinha de consertá-lo todo fim de semana. E constantemente pedia a Call para que o lavasse e lustrasse com uma cera para carros antigos toda esquisita que evitava a ferrugem.
O Rolls-Royce funcionava perfeitamente... ao contrário de Call. Ele olhava para os próprios tênis enquanto tamborilava os pés no chão. Quando vestia jeans como o que usava naquele dia, não dava para dizer que havia algo errado com sua perna, mas, assim que se levantava e começava a andar, qualquer um tinha certeza de que havia alguma coisa errada. Ele fez cirurgia após cirurgia desde que era bebê e todo tipo de fisioterapia, mas nada ajudou de verdade.
Ele ainda mancava, arrastando os pés como se tentasse pisar em um barco que ia de um lado para o outro.
Quando era mais novo, ele às vezes brincava que era um pirata, ou até mesmo um corajoso marinheiro com uma perna de pau, que naufragava com seu navio após uma batalha de canhões. Ele brincava de pirata, ninja, caubói e explorador alienígena. Mas nunca nenhuma de suas brincadeiras envolvia mágica.
Jamais.
Ele ouviu o ronco de um motor e começou a se levantar — para em seguida retornar para o banco, irritado. Não era o pai dele, só um Toyota vermelho comum. Um momento depois, Kylie Myles, aluna do mesmo ano que Call, passou correndo por ele com uma professora atrás dela.
— Boa sorte no seu teste de balé — a srta. Kemal lhe disse antes de voltar à sua sala.
— Vai dar tudo certo, obrigada — Kylie respondeu e olhou para Call de um jeito estranho, como se o avaliasse. Kylie nunca olhava para Call. Essa era uma das características que a definiam, junto com o brilhante cabelo loiro e a mochila de unicórnio.
Quando se cruzavam no corredor, o olhar de Kylie passava por Call como se ele fosse invisível.
Com um meio aceno ainda mais estranho e surpreendente, ela foi até o Toyota. Call pôde ver os pais dela nos bancos dianteiros. Pareciam ansiosos.
Ela não podia estar a caminho do mesmo lugar que ele, não é? Ela não podia estar a caminho do Desafio de Ferro. Mas, se ela estivesse...
Ele se obrigou a levantar da cadeira. Se ela realmente estivesse indo para lá, alguém tinha de avisá-la.
“Várias crianças acham que isso tem a ver com serem especiais”, o pai de Call havia dito. A repulsa na voz dele era evidente. “Os pais delas também acham a mesma coisa. Em especial nas famílias onde a habilidade mágica data de gerações. Em algumas famílias onde a magia foi praticamente extinta, ter uma criança mágica é uma esperança de que esse poder possa retornar. Porém, são as crianças sem familiares com poderes mágicos as que mais merecem nossa compaixão. São elas as que pensam que tudo será como nos filmes.”
“Nada é como nos filmes.”
Naquele momento, o pai de Call estacionou no meio-fio em frente à escola com um guinchar dos freios, cobrindo a visão que Call tinha de Kylie. Call cambaleou até a porta e saiu do prédio, mas, quando chegou até o Rolls, o Toyota dos Myles já tinha virado a esquina, ficando, assim, fora do seu campo de visão.
Ele tinha tanto para adverti-la.
— Call. — O pai dele tinha saído do carro e apoiava-se na porta do passageiro. O cabelo dele era cortado de forma desigual, com uma franja comprida, o mesmo cabelo preto e emaranhado que Call herdara, e começava a ficar grisalho dos lados. Ele vestia um paletó de tweed com aplicações de couro nos cotovelos, apesar do calor. Call às vezes pensava que seu pai parecia o Sherlock Holmes do antigo seriado da BBC. Às vezes as pessoas pareciam surpresas por ele não ter sotaque britânico. — Está pronto?
Call deu de ombros. Como ele poderia estar pronto para algo que poderia ferrar com toda a sua vida se desse errado? Ou certo, naquele caso.
— Acho que sim.
O pai abriu a porta.
— Bom. Entre no carro.
O interior do Rolls-Royce era tão impecável quanto a parte externa. Call ficou surpreso ao ver seu velho par de muletas jogado no banco de trás. Fazia anos que não precisava mais delas. A última vez foi quando caiu de um trepa-trepa e torceu o tornozelo da perna boa. Quando o pai escorregou para dentro do carro e ligou o motor, Call apontou para as muletas e perguntou:
— Por que isso?
— Quanto pior você parecer, mais provável será que eles o rejeitem — explicou o pai, carrancudo, olhando para trás enquanto tirava o carro do estacionamento.
— Isso parece trapaça — Call reclamou.
— Call, as pessoas trapaceiam para ganhar. Não é possível trapacear para perder.
O garoto revirou os olhos, deixando que o pai acreditasse no que bem entendesse. Tudo o que Call sabia é que tinha certeza de que ele não usaria de jeito nenhum aquelas muletas se não fosse necessário. Entretanto, não queria discutir esse assunto, não naquele dia, quando o pai já tinha queimado as torradas no café da manhã e lhe dado a maior bronca quando reclamou sobre ter de ir à aula apenas para ir embora apenas algumas horas depois.
O pai estava curvado sobre o volante, rangia os dentes e tinha os dedos da mão direita apertados ao redor do câmbio, passando as marchas com uma violência desnecessária. Call tentou focar os olhos nas árvores do lado de fora, cujas folhas começavam a se tornar amarelas, e também tentava se lembrar de tudo o que sabia sobre o Magisterium.
Na primeira vez em que seu pai dissera algo sobre os mestres e como eles escolhiam seus aprendizes, fez com que Call se sentasse em uma das grandes poltronas de couro do seu escritório. O cotovelo de Call estava enfaixado e o lábio cortado devido a uma briga na escola, e ele não estava no menor clima para ouvir aquelas coisas. Além disso, a expressão no rosto do pai era tão séria que deixou Call assustado. E também tinha a maneira como ele falava, que dava a impressão de que ele iria a qualquer momento revelar que sofria de uma doença grave.
Descobriu-se que a tal doença era um potencial para a magia.
Call se movia ruidosamente na poltrona enquanto o pai falava. Ele estava acostumado com as zombarias. As outras crianças achavam que sua perna o tornava um alvo fácil. Em geral, ele estava acostumado a mostrar a elas que as coisas não eram bem assim. Daquela vez, entretanto, um grupo de garotos mais velhos o encurralou atrás de um galpão junto ao trepa-trepa em seu caminho da escola até em casa. Eles o empurraram e vieram com os insultos de sempre.
Callum tinha aprendido que a maioria das pessoas recuava sempre que ele começava uma briga, por isso tentou atingir o menino mais alto. Aquele foi seu primeiro erro. Mais que depressa, eles o jogaram no chão, um deles sentou sobre seus joelhos, enquanto outro lhe socava o rosto na tentativa de fazer com que se desculpasse e admitisse que era um palhaço manco.
— Desculpe por ser incrível, seus perdedores — Call disse antes de apagar.
Ele deve ter ficado fora do ar por apenas um minuto, pois, quando abriu os olhos, pôde ver ao longe as figuras dos garotos batendo em retirada. Eles fugiram. Call não conseguia acreditar que sua réplica tinha funcionado tão bem.
— Tudo bem — ele disse enquanto se sentava. — É mesmo melhor correr!
Ele então olhou ao redor e viu que havia uma rachadura no concreto que pavimentava o parquinho. Uma longa fissura que ia dos balanços até a parede do galpão, dividindo a construção em duas metades.
Ele estava deitado sobre o que parecia ser o cenário de um pequeno terremoto.
Call achou que aquela era a coisa mais incrível que já lhe acontecera. O pai discordou.
— A magia está em algumas famílias — o pai explicou. — Nem todos na nossa família necessariamente a possuem, mas parece que ela se manifestou em você. Infelizmente. Sinto muito, Call.
— Então a rachadura no concreto... Você está dizendo que eu fiz aquilo? — Call estava dividido entre a alegria boba e o extremo horror, mas, no fim, a alegria acabou levando a melhor. Ele podia sentir os cantos da boca se erguerem e tentou forçá-los a voltar para o lugar. — É isso o que os magos fazem?
— Os magos lidam com os elementos: terra, ar, água, fogo e até mesmo o vazio, que é a fonte da mais poderosa e terrível magia entre todas, a magia do caos. Eles podem usar a magia para muitas coisas, incluindo abrir fendas na terra, como você fez. — O pai balançava a cabeça. — No início, quando a magia flui pela primeira vez, é muito intensa. Poder em estado bruto... Porém, o equilíbrio é o que ameniza a habilidade mágica. É preciso muito estudo para ter o mesmo nível de magia de um mago recém-desperto. Magos jovens possuem pouco controle. Entretanto, Call, você deve lutar contra isso. E nunca mais deve usar magia. Se o fizer, os magos irão levá-lo embora para os túneis onde vivem.
— É lá que fica a escola? O Magisterium fica no subsolo? — Call perguntou.
— Enterrada sob a terra, onde ninguém é capaz de encontrá-la — o pai lhe informou, sombrio. — Não há luz lá, nem janelas. O lugar é um labirinto. Você pode se perder nas cavernas e morrer sem que ninguém jamais saiba onde você foi parar.
Call lambeu os lábios, que haviam se tornado subitamente secos.
— Mas você é um mago, não é?
— Eu não uso magia desde que sua mãe morreu. Jamais usarei novamente.
— E a minha mãe foi para lá? Para esses túneis? Sério? — Call estava ávido para ouvir qualquer coisa sobre a mãe. Ele não sabia muito sobre ela. Nada além de algumas fotografias amareladas em um velho álbum que mostravam uma bela mulher com o mesmo cabelo negro retinto de Call e olhos de uma cor que o menino não conseguia distinguir.
Ele sabia que era melhor não fazer muitas perguntas para o pai sobre ela. Ele nunca falava sobre a mãe de Call, a não ser quando era absolutamente necessário.
— Sim, ela foi — disse o pai de Call. — E foi por causa da magia que ela morreu. Quando os magos entram em guerra, o que acontece com frequência, eles não se importam se as pessoas morrem. E essa é outra razão pela qual você não deve chamar a atenção deles.
Naquela noite, Call acordou gritando, acreditando que estava preso debaixo da terra, que se acumulava sobre ele como se estivesse sendo enterrado vivo. Por mais que cavasse, não conseguia respirar. Depois daquilo, sonhou que fugia de um monstro feito de fumaça cujos olhos eram uma espiral com milhares de cores diferentes... mas ele não conseguia correr rápido o suficiente por causa da perna. No sonho, o monstro se arrastava atrás dele como uma coisa morta até que Call finalmente tombou no chão, com o hálito quente do monstro em seu pescoço.
Outras crianças da turma de Call tinham medo do escuro, do monstro debaixo da cama, de zumbis ou de assassinos com machados gigantes. Call temia os magos, e o seu medo era mais intenso que o de qualquer outro garoto.
Agora ele iria encontrá-los. Os mesmos magos responsáveis pela morte de sua mãe e pelo fato de seu pai raramente sorrir e não ter amigos, passando os dias sentado na oficina instalada na garagem onde consertava móveis, joias e carros quebrados. Call achava que uma pessoa não precisava ser um gênio para descobrir por que o pai tinha essa obsessão por consertar as coisas.
Eles passaram zunindo por uma placa que lhes dava as boas-vindas à  Virgínia. Tudo parecia o mesmo. Ele não sabia o que esperar, já que raramente saía da Carolina do Norte. As viagens além de Asheville eram incomuns, em geral para participarem de encontros de troca de peças de carro e feiras de antiguidades nas quais Call vagava entre montes de prataria escurecida, coleções de figurinhas de beisebol guardadas em capas plásticas e estranhas antigas cabeças de iaque empalhadas, que o pai barganhava por alguns trocados.
Ocorreu a Call que, se ele não se ferrasse no teste, poderia nunca mais ir a um desses encontros de trocas. Seu estômago revirou e um calafrio sacudiu seus ossos. Ele se obrigou a pensar no plano que o pai arquitetara: “Deixe a cabeça totalmente vazia. Ou foque em algo que não tem nada a ver com a que aqueles monstros querem. Ou concentre sua atenção no teste de outra pessoa.”
Ele soltou uma lufada de ar. O nervosismo do pai parecia contagiá-lo. Tudo daria certo. Era fácil se dar mal em provas.
O carro saiu da rodovia e entrou em uma estrada estreita. A única placa trazia o símbolo de um avião e as palavras CAMPO DE POUSO FECHADO PARA REFORMA logo abaixo.
— Para onde estamos indo? — Call perguntou. — Vamos voar para algum lugar?
— Vamos torcer para que não — o pai murmurou.
Abruptamente, o asfalto deu lugar ao chão de terra. Enquanto eles sacolejavam pelas poucas centenas de metros seguintes, Call se agarrou à janela para evitar voar e bater a cabeça no teto. Rolls-Royces não foram feitos para estradas de terra.
De repente, a estrada se tornou mais larga e as árvores ficaram mais escassas. O Rolls-Royce se encontrava em um grande descampado.
E no meio havia um enorme hangar feito de aço corrugado. Mais de cem carros estavam estacionados ao redor, de picapes caindo aos pedaços a sedãs quase tão chiques quanto o Phantom e muito mais novos. Call viu pais e seus filhos, todos por volta da mesma idade que ele, correndo na direção do hangar.
— Acho que estamos atrasados — Call comentou.
— Bom. — O pai parecia sinistramente satisfeito.
Estacionou o carro e saiu, fazendo um gesto para que Call o seguisse. O garoto estava feliz por ver que o pai aparentemente esquecera as muletas. Era um dia quente, e o som batia em cheio na camiseta cinza de Call. Ele enxugou o suor da palma das mãos na calça jeans enquanto os dois atravessavam o terreno até o grande espaço negro que era a entrada do hangar.
Lá dentro estava uma loucura. Crianças iam de um lado para o outro com suas vozes ecoando pelo vasto espaço. Arquibancadas foram montadas ao longo de uma das paredes de metal. Apesar de serem capazes de abrigar um número muito maior de pessoas do que as que estavam ali presentes, elas pareciam ser diminuídas pela imensidão daquele espaço. Xis e círculos haviam sido marcados no chão de concreto com uma fita de cor azul vivo.
Do outro lado, em frente às portas do hangar que um dia deveriam ter sido abertas para que os aviões taxiassem até as pistas, estavam os magos.


1 Termo em francês que designa uma peça de metal que, por meio de correias, prende-se à sola da bota, que possui saliências pontiagudas para maior aderência em caminhadas ou escaladas no gelo ou na neve. (N. T.)
2 Termo em francês para um instrumento cujo formato se assemelha a uma pequena picareta, também utilizado por alpinistas para a progressão da escalada em montanhas cobertas de gelo ou neve. (N. T.)

11 comentários:

  1. vamos começar mais um kkkkkk

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  2. Acho, que vou gostar muito desse livro... ♡.♡

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  3. Nossa Que legal ♥ Achei esse livro por acaso !!!

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  4. ACHO Q COU GOSTAR DESSE LIVRO 👻

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  5. Tava querendo ler esse livro faz um tempo,e vim aqui ler.

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  6. Eu estava querendo ler faz tempo... mais aí resolvi não comprar o livro e ler por aqui por que os comentários tanto me divertem quanto me estimulam a ler mais rs ;)

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  7. Pobre Alaistar. Ficou com trauma de magia (também, depois do que aconteceu), e passou o mesmo para o filho.

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Boa leitura :)