30 de janeiro de 2017

Capítulo 9

Elide Lochan sabia que estava sendo caçada.
Durante três dias, agora, ela tentou despistar o que quer que a seguisse através da extensão sem fim de Carvalhal. E, no processo, ficou perdida.
Três dias quase sem dormir, mal parando por tempo suficiente para procurar comida e água.
Ela virou para o sul de uma vez para voltar atrás e agitá-lo fora de sua trilha. Acabou indo um dia nessa direção. Em seguida, para oeste, em direção às montanhas. Depois para sul, possivelmente leste; ela não saberia dizer. Ela correra então, Carvalhal tão densa que mal conseguia acompanhar o sol. E sem uma visão clara das estrelas, não ousando parar e encontrar uma árvore de fácil subir, ela não conseguia encontrar o Senhor do Norte – seu farol para casa.
Ao meio-dia do terceiro dia, ela estava perto de chorar. De exaustão, de raiva, de medo entranhado no fundo. O que quer tivesse gastado seu tempo caçando-a, certamente tomaria seu tempo para matá-la.
A faca tremeu em sua mão quando ela parou em uma clareira, um rio de correnteza rápida atravessando-a. Sua perna doía – sua perna arruinada e inútil. Ela ofereceu ao deus escuro sua alma por algumas horas de paz e segurança.
Elide deixou a faca na grama ao lado, caindo de joelhos diante do rio e bebendo rápida e profundamente. Água preencheu as lacunas em sua barriga deixadas pelos frutos e raízes. Ela tornou a encher o cantil, as mãos tremendo incontrolavelmente.
Tremendo tanto que ela deixou cair a tampa de metal na corrente.
Ela praguejou, mergulhando na água fria até os cotovelos enquanto se atrapalhava com a tampa, batendo em rochas e extensões lisas de plantas subaquáticas, implorando por um intervalo solitário...
Seus dedos se fecharam sobre a tampa quando o primeiro uivo soou através da floresta. Elide e a floresta ficaram imóveis.
Ela tinha ouvido os cães latindo, ouvira os coros sobrenaturais de lobos quando fira transportada de Perranth para Morath.
Isto não era nem um, ne outro. Isto era...
Houve noites em Morath quando ela tinha sido arrancada de seu sono por causa de uivos assim. Uivos que ela acreditava terem sido imaginados quando não soavam novamente. Ninguém nunca os mencionou.
Mas havia o som. Aquele som.
Criaremos maravilhas que farão o mundo tremer.
Oh, deuses. Elide cegamente girou cegamente a tampa no cantil. Fosse o que fosse, estava se aproximando rápido. Talvez uma árvore alta – se uma árvore pudesse salvá-la. Escondê-la. Talvez.
Elide se virou para enfiar o cantil em sua bolsa.
Mas um guerreiro estava agachado através do córrego, uma faca longa e malévola equilibrada em seu joelho. Seus olhos negros a devoraram, seu rosto duro emoldurado por cabelos igualmente escuros na altura dos ombros enquanto ele falava em uma voz como granito:
— A menos que queira ser o almoço, menina, sugiro que venha comigo.
Uma voz pequena e antiga sussurrou em seu ouvido que ela finalmente encontrara seu caçador implacável. E ambos agora se tornariam presas de outro.



Lorcan Salvaterre ouviu os rosnados aumentarem na floresta antiga e sabia que eles provavelmente estavam prestes a morrer. Bem, pelo menos a garota estava prestes a morrer. Quer nas garras do que quer que os perseguisse ou na ponta da lâmina de Lorcan. Ele ainda não tinha decidido.
Humana – o cheiro dela de canela-e-sabugueiro era totalmente humano – e ainda assim outro cheiro sobrava, aquela mancha de escuridão vibrando sobre ela, como as asas de um beija-flor.
Ele poderia ter suspeitado que ela convocara os animais se não fosse pelo cheiro de medo manchando o ar. E pelo fato de que ele estivera perseguindo-a por três dias agora, deixando-a perder-se no labirinto emaranhado de Carvalhal, e encontrara pouco para indicar que ela estava sob escravidão valg.
Lorcan levantou-se, e os olhos escuros se arregalaram quando ela percebeu sua altura imponente. Ela permaneceu ajoelhada na corrente, uma mão suja se estendendo para o punhal que tinha sido tolamente descartado na grama. Ela não era estúpida ou desesperada o suficiente para levantá-lo contra ele.
— Quem é você?
Sua voz rouca era baixa – não o timbre alto e doce que ele esperava de seus traços delicados e cheios de formas. Era baixa, fria e estável.
— Se você quer morrer — disse Lorcan — então vá em frente: continuar a fazer perguntas.
Ele se virou para o norte.
E foi então que o segundo conjunto de rosnados começou. De outra direção.
Dois grupos, fechando o cerco. Grama e roupas farfalharam, e quando ele olhou, a garota estava de pé, punhal em ângulo, o rosto doentiamente pálido quando ela percebeu o que estava acontecendo: eles estavam sendo conduzidos.
— Leste ou oeste — disse Lorcan. Nos cinco séculos em que fizera o seu caminho em todo o mundo, nunca tinha ouvido rosnados como o daquele animal. Ele libertou sua machadinha de onde estava presa ao seu lado.
— Leste — a menina respirou, os olhos correndo para todas as direções. — F-foi me dito para ficar fora das montanhas. Serpentes aladas – grandes bestas aladas as patrulham.
— Eu sei o que é uma serpente alada — disse ele.
Algum temperamento estalou em seus olhos escuros ao seu tom de voz, mas o medo o afastou. Ela começou a recuar na direção que tinha escolhido. Uma das criaturas soltou um grito de lamento. Não um som canino. Não, era estridente, gritante – como um morcego. Mas mais profundo. Faminto.
— Corra — ele falou.
Ela o fez.
Lorcan tinha que dar crédito à garota: apesar da perna ainda lesionada, apesar da exaustão que a tornara desleixada nos últimos dias, ela pulava como uma corça através das árvores, seu terror provavelmente levando-a além de qualquer dor. Lorcan saltou o largo rio em um movimento fácil, diminuindo a distância entre eles em poucos batimentos cardíacos. Lentos; estes seres humanos eram tão terrivelmente lentos. A respiração dela já estava irregular enquanto se arrastava colina acima, fazendo barulho suficiente para alertar seus perseguidores.
Quebrando árvores atrás deles – vindo do sul. Dois ou três, pelo som. Grandes, a contar pelos galhos estalando e os passos ressoando.
A menina atingiu o topo da colina, tropeçando. Ela ficou de pé, e Lorcan olhou para a perna novamente.
Não havia motivo em tê-la seguido por tanto tempo se ela morresse agora. Por um instante, ele contemplou o peso da chave de Wyrd escondida em sua jaqueta. Sua magia era forte, mais forte do que qualquer semifeérico macho em qualquer reino. Mas se ele usasse a chave...
Se ele usasse a chave, então mereceria a condenação que cairia sobre ele.
Então Lorcan estendeu uma rede de seu poder por trás deles, uma barreira invisível flutuando em gavinhas negras de vento. A garota ficou rígida, virando a cabeça para ele enquanto o poder se afastava em uma onda. Sua pele empalideceu ainda mais, mas ela continuou, meio caindo, meio correndo colina abaixo.
O impacto de quatro corpos maciços contra sua magia o atingiu um momento depois.
O cheiro de seu sangue quando ela se cortou numa pedra chegou até o seu nariz. Ela não era nem de longe suficientemente rápida.
Lorcan abriu a boca para pedir que se apressasse quando a parede invisível estalou.
Não estalou, mas rachou, como se as bestas a tivessem rachado.
Impossível. Ninguém podia ultrapassar esses escudos. Nem mesmo Rowan-no-cio-Whitethorn. Mas com certeza, a magia tinha sido rompida.
A menina chegou no barranco na parte inferior do morro, quase soluçando na extensão plana da floresta alastrando-se à frente. Ela correu, sua trança escura voando, a bolsa saltando contra suas costas magras. Lorcan correu atrás dela, olhando para as árvores de cada lado enquanto o rosnado e o farfalhar começavam novamente.
Eles estavam sendo conduzidos, mas para quê? E se estas coisas tinha rasgado a sua magia... Fazia um longo, longo tempo desde que ele tivera um novo inimigo para estudar, para quebrar.
— Continue — ele rosnou, e a menina não fez mais do que olhar por cima do ombro enquanto Lorcan parava entre dois carvalhos imponentes. Ele mantivera sua magia numa espiral baixa por dias, planejando usá-la na garota humana-mas-não quando ficasse cansado de persegui-la. Agora seu corpo estava repleto com ela, o poder doendo para sair.
Lorcan jogou seu machado para a outra mão uma vez, duas vezes, o metal cantando pela floresta densa. Um vento frio cortava a névoa negra e dançava entre os dedos da outra mão.
Não o vento como o de Whitethorn, e nem a luz e a chama da rainha cadela de Whitethorn. Nem mesmo como a magia crua do novo Rei da Adarlan.
Não, a magia de Lorcan era a de vontade – de morte e reflexão e destruição. Não havia nenhum nome para isso. Nem mesmo sua rainha sabia o que era, de onde viera. Um presente do deus negro, de Hellas, Maeve meditara – um dom escuro, para seu guerreiro escuro. E deixou por isso mesmo.
Um sorriso selvagem dançou na boca de Lorcan enquanto deixava sua mágica ascender para a superfície, deixava seu rugido negro encher suas veias.
Ele tinha desintegrado cidades com este poder.
Não achava que estas bestas, o que quer que fossem, se sairiam muito melhor.
Eles abrandaram enquanto se aproximavam, sentindo um predador à espera – dimensionando-o. Pela primeira vez em um maldito longo tempo, Lorcan não teve palavras para o que viu.
Talvez ele devesse ter matado a garota. Morte pela sua mão seria misericórdia em relação ao que rosnava diante dele, agachando-se sobre massivas garras de retalhar carne. Não era uma besta de Wyrd. Não, essas coisas eram muito piores.
Sua pele era de um azul manchado, tão escura que era quase preta. Cada membro longo, levemente musculoso, fora impiedosamente aperfeiçoado. As longas garras no final das mãos de cinco dedos agora se curvavam em antecipação a um confronto.
Mas não foi os seus corpos que o atordoaram.
Foi a maneira como as criaturas se detiveram, sorrindo sob seus narizes amassados de morcego para revelar duas fileiras de dentes afiados, e se apoiaram sobre as patas traseiras.
Pararam em sua altura máxima, como um homem engatinhando que pode se levantar. Eles o ultrapassavam em trinta centímetros, pelo menos.
E os atributos físicos que pareceram enervantemente familiares foram confirmados quando o mais próximo a ele abriu a boca hedionda e falou:
— Nós não provamos a carne de sua espécie ainda.
O machado de Lorcan se balançou.
— Não posso dizer que tive o prazer, também.
Havia muito, muito poucos animais que podiam falar as línguas dos mortais e feéricos. A maioria tinha desenvolvido isso através da magia, de maneira ilícita ou abençoado.
Mas ali, rachados com prazer em antecipação da violência, brilhavam escuros olhos humanos.
Whitethorn avisara do que acontecia em Morath – mencionara que os cães de caça de Wyrd poderia ser a primeira de muitas coisas terríveis a serem liberadas. Lorcan não tinha percebido que essas coisas teriam quase dois metros e meio de altura, seriam parte humano, parte o que Erawan tivesse feito para transformá-lo naquilo.
O mais próximo se atreveu a se aproximar passo, mas sibilou – sibilou na linha invisível que ele tinha desenhado. O poder de Lorcan piscava e pulsava nas garras envenenadas da criatura enquanto ela cutucava o escudo.
Quatro contra um. Normalmente probabilidades fáceis para ele. Geralmente.
Mas ele carregava a chave de Wyrd que eles procuravam, e o anel de ouro que tinha roubado de Maeve, em seguida, dado e roubado de Aelin Galathynius. O anel de Athril. E se eles o levassem para seu mestre...
Então Erawan possuiria todas os três chaves de Wyrd. E seria capaz de abrir uma porta entre os mundos para libertar suas aguardadas hordas valg sobre todos. E com o anel de ouro de Athril... Lorcan não tinha dúvidas de que Erawan destruiria o anel forjado pela própria Mala – o único objeto em Erilea que concedia imunidade ao seu portador contra as pedras de Wyrd... e os valg.
Então Lorcan se moveu. Mais rápido do que até mesmo eles poderiam detectar, ele arremessou seu machado na criatura mais distante, seu foco fixado na companheira que cutucava o escudo.
Todos se viraram para o companheiro enquanto o machado acertava seu pescoço, profundo e permanente. Todos se viraram para vê-lo cair. Letais por natureza, mas inexperientes.
A atenção dos animais desviada por um instante, as próximas duas facas de Lorcan voaram.
Ambas as lâminas fincaram ao máximo nas suas testas sulcadas, a cabeça cambaleando para trás enquanto os golpes os derrubava ruidosamente de joelhos.
A única no centro, a que tinha falado, soltou um grito primal que fez os ouvidos de Lorcan ressoarem. Ela se lançou para o escudo.
Ele se recuperou, a magia mais densa desta vez. Lorcan sacou sua longa espada e uma faca.
E apenas pôde assistir a coisa rugindo para o escudo e batendo contra ele com suas garras... e sua magia, seu escudo, derreteu sob o toque da criatura.
Ela atravessou o escudo como se fosse uma porta.
— Agora vamos jogar.
Lorcan agachou-se em uma postura defensiva, querendo saber quão longe a garota tinha corrido, se ela sequer se virara para olhar para o que os perseguia. Os sons de seus passos tinham desaparecido.
Atrás da criatura, seus companheiros estavam se contraindo.
Não – revivendo.
Cada um deles levantou uma mão forte, agarrou as lâminas atravessando seus crânios e puxou-as para fora. Metal raspou o osso.
Somente aquele com a cabeça agora presa por alguns tendões permaneceu caído. Decapitação, então. Mesmo que isso significasse ficar perto o suficiente para fazê-lo.
A criatura diante dele sorriu de alegria selvagem.
— O que vocês são? — Lorcan rosnou.
Os outros dois estavam agora de pé, as feridas em suas cabeças já curadas, eriçados de ameaça.
— Somos caçadores de Sua Majestade Sombria — o líder disse com uma reverência simulada. — Nós somos o ilken. E fomos enviados para recuperar nossa presa.
Aquelas bruxas tinham despachado esses animais atrás dele? Covardes, nem para fazer a sua própria caçada.
O ilken prosseguiu, dando um passo na direção dele com as pernas dobradas para trás.
— Nós íamos deixá-lo ter uma morte rápida... um presente. — Suas amplas narinas dilataram-se, farejando a floresta silenciosa. — Mas como você está entre nós e nossa presa... vamos saborear o seu longo fim.
Não ele. Não era ele quem as serpentes aladas perseguiam esses dias, o que essas criaturas vieram reivindicar. Eles não tinham ideia do que ele carregava, quem ele era.
— O que querem com ela? — perguntou ele, monitorando a abordagem lenta dos três.
— Não é da sua conta — disse o líder.
— Se há uma recompensa por isso, eu vou ajudá-los.
Olhos escuros e sem alma brilharam em direção a ele.
— Você não protege a menina?
Lorcan deu de ombros, rezando para que não pudessem farejar seu blefe quando ele comprava mais tempo para ela, comprava tempo para ele mesmo trabalhar fora do quebra-cabeça de seu poder.
— Eu nem sei o nome dela.
Os três ilken se entreolharam, um olhar de questão e decisão. O líder disse:
— Ela é importante para o nosso rei. Recupere-a, e ele o encherá com poder muito maior do que escudos enfraquecidos.
Fora o preço para os seres humanos que uma vez tinha sido – magia recebida de alguma forma imune ao que fluía naturalmente neste mundo? Ou teria a escolha sido tomadas deles, tão certo como suas almas haviam sido roubadas, também?
— Por que ela é importante?
Eles estavam agora dentro do alcance de um cuspe. Ele se perguntou quanto tempo levavam para repor o fornecimento de qualquer poder que lhes permitia ultrapassar a magia. Talvez eles estivessem se comprando tempo, também.
— Ela é uma ladra e uma assassina — o ilken respondeu. — Deve ser levada ao nosso rei por justiça.
Lorcan poderia ter jurado que uma mão invisível tocou seu ombro.
Ele conhecia aquele toque – confiara nele em toda a sua vida. Isso o mantivera vivo por tanto tempo.
Um toque em suas costas para ir para frente, lutar e matar e respirar a morte. Um toque em seu ombro para instá-lo. Para saber que só desgraça o esperava em frente, e a vida estava por trás.
O ilken sorriu mais uma vez, seus dentes brilhando na penumbra da floresta. Como se em resposta, um grito quebrou da floresta atrás dele.

18 comentários:

  1. Mais um potencial romance a vista?????

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  2. Nossa que mania de casal vcs tem... meu deus!!!

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  3. Bora logo derreter esse coração peludo do Lorcan, senta aqui bonitinho que vou fazer trancinhas em seus cabelos negros enquanto você me conta seus segredos, já estou simpatizando com a figura obscura.

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  4. ta criando mais casais nessa historia , do que a própria guerra mesmo

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    1. SIM, parece que todo capítulo se forma um casal novo...

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  5. Ai gente, um dos problemas que vejo nesses livros é isso, parece que os autores querem meter casal em todos os personagens possíveis, chega uma hora que satura sabe? Fica forçado pra mim...

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  6. Momento em q comecei a gostar do Lorcan:
    "Nem mesmo Rowan-no-cio-Whitethorn." ←nessa frase kkk
    ~Leh

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  7. Quanto mais casal melhor :*
    O amor é o sentimento mais lindo e faz a história ficar ainda mais emocionante! SARAH SABE O QUE FAZ... E na minha opinião não faz a história ficar saturada não, o amor é felicidade, e a Elide é uma das personagens desse livro que mais merece ser feliz. Tomara mesmo que seja um início de um novo romance, pq quero conhecer o Lorcan direito.

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  8. Elorcan! Já shippo! Amo o Lorcan desde que sei q o nome dele é Lorcan, potterheads entenderão!

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  9. So eu chippo lorcan e elide ou tem mais algm q chippa eles tb? -espero n ser o unico-

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  10. Rowan-no-cio-Whitethorn?????
    Morri😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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  11. Ohh...fiquei sem ar nesse capitulo, que lindos!!!

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  12. Devoradora de livros14 de julho de 2017 15:20

    Nem mesmo Rowan-no-cio-Whitethorn??????????
    Eu li isso direito kkkkkkkkk😂😂😂😂

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  13. So eu que vou ficar com do quando o Lorcan descobrir que ele não tá com a chave? Que na vdd ele tá com porra nenhuma? Kkk
    ~ bibi

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    1. KAKAKAKAKKA TADINHO EU VOU RIR MUCHO

      Ass: Mabs

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  14. Impossível. Ninguém podia ultrapassar esses escudos. Nem mesmo Rowan-no-cio-Whitethorn.

    KGKGKKGKFKFKFKFKFKHKGKDKFKDKFKKDLDKFKF 😂😂😂😂😂😂😂 AI MEUS OLHOS KKKKKK

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Boa leitura :)