30 de janeiro de 2017

Capítulo 7

Dorian soara o alarme, mas os guardas já sabiam. E quando ele se apressara para a descer as escadas da torre, eles bloquearam seu caminho, dizendo-lhe para ficar lá em cima. Ele tentou de novo, para ajudar, mas eles pediram para ele ficar. Imploraram, porque não podiam perdê-lo.
Foi o desespero, quão jovens aquelas vozes eram, que o manteve na torre. Mas não inútil. Dorian estava no topo de sua varanda, uma mão levantada diante dele.
De longe, ele não podia fazer nada quando as serpentes aladas desencadearam o inferno para além da parede de vidro. Elas desfilavam através dos edifícios, destruindo telhados com as suas garras, pegando pessoas – seu povo – da rua.
Cobriram os céus como um cobertor de presas e garras, e apesar de as flechas dos guardas da cidade as acertarem, as serpentes aladas não pararam.
Dorian se reuniu a sua magia, desejando que ela a obedecesse, invocando gelo e vento na palma da mão, deixando-a crescer. Ele deveria ter treinado, deveria ter pedido a Aelin lhe ensinar alguma coisa quando estivesse aqui.
As serpentes aladas voaram para mais perto do castelo e da parede de vidro ainda em torno dele, como se quisessem mostrar-lhe precisamente quão impotente ele estaria antes que resolvessem ir até lá.
Deixe-as vir. Deixe-as chegar perto o suficiente de sua magia.
Ele podia não ter o longo alcance de Aelin, poderia não ser capaz de cercar a cidade com seu poder, mas se chegassem perto o suficiente...
Ele não seria fraco ou encolhido novamente.
A primeira das serpentes aladas escalou a parede de vidro. Imensa – muito maior do que a da bruxa de cabelos brancos e sua montaria cheia de cicatrizes. Seis delas voaram para seu castelo, para sua torre. Para seu rei.
Ele lhes daria um rei.
As deixaria chegar mais perto, apertando os dedos em punho, escavando para baixo, para baixo, para baixo em sua magia. Muitas bruxas permaneciam no muro de vidro, batendo as caudas das suas serpentes aladas nele, quebrando aquele pedaço de vidro opaco pouco a pouco. Como se as seis que partiram para o castelo fosse tudo o que precisava para tomá-lo.
Ele podia ver suas figuras agora – ver o seu couro cravejado de ferro, o sol brilhando sobre as couraças maciças das serpentes aladas enquanto corriam ao longo dos terrenos ainda renascendo do castelo.
E quando Dorian pôde ver seus dentes de ferro sorrindo para ele, quando os gritos dos guardas que tão valentemente disparavam flechas das portas e janelas do castelo tornaram-se um barulho em seus ouvidos, ele estendeu a mão para as bruxas.
Gelo e vento atingiu-as, retalhando bestas e cavaleiras. Os guardas gritaram em alarme, em seguida, caíram em um silêncio atordoado.
Dorian respirava ofegante, tentando lembrar seu nome e que ele era enquanto a magia drenava para fora dele. Ele matara enquanto escravizado, mas nunca de sua própria vontade.
E enquanto a carne morta chovia, caindo nas terras do castelo, enquanto o sangue era aspergido no ar... Mais, a sua magia gemeu, espiralando em altos e baixos, ao mesmo tempo, arrastando-o de novo em seus turbilhões frios.
Além da parede de vidro rachada, sua cidade sangrava. Gritava de terror.
Mais quatro serpentes aladas atravessaram a parede de vidro agora em ruínas, parando enquanto as cavaleiras viam suas irmãs retalhadas. Berros saíram de suas gargantas imortais, as faixas amarelas em suas testas balançando ao vento. Elas dispararam suas serpentes aladas para o céu, como se estivessem subindo e subindo e, em seguida, mergulhariam para baixo diretamente em cima dele.
Um sorriso dançou nos lábios de Dorian enquanto ele desencadeou sua magia novamente, um chicote duplo estalando para as serpentes aladas ascendentes.
Mais sangue e pedaços de serpente alada e bruxa caíram no chão, todos revestidos com gelo tão espesso que quebrou em cima das lajes do pátio.
Dorian seguiu mais fundo. Talvez se pudesse entrar na cidade, poderia lançar um amplo ataque...
Foi quando outro golpe veio. Não da frente, ou de cima ou de baixo.
Mas por trás.
Sua torre balançou para o lado, e Dorian foi arremessado para frente, batendo no balcão de pedra e evitando por pouco cair por sobre a borda.
Pedra rachou e madeira lascou, e ele foi poupado de ser atingido por uma rocha apenas pela magia que tinha atirado em torno de si enquanto cobria a cabeça.
Ele girou em direção ao interior do seu quarto. Um buraco gigante aparecera na parede e telhado. E no cimo de pedra quebrada, uma bruxa solidamente construída agora sorria para ele com pedaços de carne presos em seus dentes de ferro, uma faixa desvanecida de couro amarelo em torno de sua testa.
Ele procurou sua magia, mas esta crepitou em um estalo.
Cedo demais, rápido demais, ele percebeu. Tão descontrolada. Não havia tempo suficiente para elaborar as profundezas de seu poder. A cabeça da serpente alada contorceu-se para dentro da torre.
Atrás dele, outras seis serpentes aladas escalaram a parede, subindo em sua traseira exposta. E a própria parede... o muro de Aelin... debaixo das bestas, garras e caudas furiosas e frenéticas... desmoronou completamente.
Dorian olhou para a porta, para a escada da torre, onde os guardas já deveriam ter subido. Só o silêncio o esperava.
Tão perto – mas chegar lá exigiria que passasse na frente da garganta da serpente alada. Exatamente por isso que a bruxa sorria.
Uma chance – ele teria uma chance de fazer isso.
Dorian apertou os dedos, não concedendo tempo para a bruxa estudá-lo ainda mais.
Ele estendeu a mão, gelo saindo de sua palma e indo para os olhos da serpente alada. Ela rugiu, puxando a cabeça para trás, e ele correu.
Algo afiado roçou sua orelha e acertou a parede à frente. Um punhal. Ele continuou correndo para a porta...
A cauda chicoteou através da sua visão num piscar de olhos antes de acertá-lo lateralmente.
Sua magia era uma camada em torno dele, protegendo os ossos, seu crânio, enquanto ele era arremessado contra a parede de pedra. Forte o suficiente para que as pedras rachassem. Forte o suficiente para que a maior parte dos seres humanos tivesse morrido.
Estrelas e escuridão dançavam em sua visão. A porta estava tão perto. Dorian tentou se levantar, mas seus membros não quiseram obedecer.
Atordoado; atordoado por...
Um líquido quente escorreu logo abaixo das costelas. Sangue. Não um corte profundo, mas o suficiente para ferir, cortesia de um dos espinhos da cauda. Espinhos revestidos em um brilho esverdeado.
Veneno. Algum tipo de veneno que enfraquecia e paralisava antes de matar...
Ele não seria levado de novo, não para Morath, não para o duque e seus colares...
Sua magia lutou contra o beijo paralisante do veneno letal. Cura mágica. Mas lenta, enfraquecida por seus descuidados momentos de antes.
Dorian tentou rastejar para a porta, ofegando por entre os dentes cerrados.
A bruxa latiu um comando para sua serpente alada, e Dorian reuniu força suficiente para erguer a cabeça. Para vê-la desembainhar suas espadas e começar a desmontar.
Não, não, não...
A bruxa não chegou a tocar o chão.
Num piscar de olhos, ela estava sentada na sela, balançando a perna para descer. No próximo, sua cabeça se fora, seu sangue pulverizando a serpente alada enquanto ela rugia e virava...
E era lançada da torre por outra serpente alada menor. Com cruéis cicatrizes e asas cintilantes.
Dorian não esperou para ver o que aconteceria, não queria saber.
Ele se arrastou para a porta, sua magia devorando o veneno que deveria tê-lo matado, uma torrente de luz lutando com toda a sua força considerável contra essa escuridão esverdeada.
Abrindo caminho por pele, músculo e osso, formigando enquanto lentamente trabalhava sobre eles, e essa faísca cintilou e correu em suas veias.
Dorian estava alcançando a maçaneta da porta quando a pequena serpente alada desembarcou no buraco em ruínas de sua torre, suas enormes presas pingando sangue sobre a papelada espalhada sobre a qual ele resmungava poucos minutos atrás. Sua cavaleira blindada saltou agilmente, as setas na aljava de suas costas batendo contra o punho da poderosa espada presa ao lado.
Ela tirou o capacete coroado com delgadas lâminas lancetadas. Ele reconheceu o seu rosto antes de se lembrar do nome dela.
Conhecia o cabelo branco como o luar sobre a água que derramava-se sobre a armadura escura de escamas; conhecia os olhos dourado que queimavam.
Conhecia o rosto impossivelmente bonito, cheio de sede de sangue e astúcia fria e perversa.
— Levante-se — Manon Bico Negro rosnou.



Merda.
A palavra era um cântico constante na cabeça de Manon enquanto ela atravessava as ruínas da torre do rei, armadura trovejando contra as pedras caídas, papel flutuando e livros espalhados.
Merda, merda, merda.
Iskra estava longe de ser encontrada – não pelo castelo, pelo menos. Mas seu clã sim.
E quando Manon vira a sentinela Pernas Amarelas empoleirada no interior da torre, preparando-se para reivindicar esta matança por si mesma... um século de formação e instinto canalizara em Manon.
Tudo terminou com um golpe de Ceifadora do Vento enquanto Abraxos voava, e a sentinela de Iskra estava morta. Merda, merda, merda.
Então Abraxos atacou a montaria restante, uma maçante semelhante a touro que não teve sequer a chance de rugir antes de os dentes de Abraxos se fincarem em torno de sua ampla garganta e sangue e carne voarem enquanto eles caíam através do ar.
Ela não teve um batimento cardíaco de sobra para se maravilhar por Abraxos não ter se recusado a lutar, não ter se rendido. Sua serpente alada com coração de guerreiro. Ela lhe daria uma ração extra de carne.
A jaqueta ensanguentada do jovem rei estava revestida de pó e sujeira. Mas os seus olhos de safira estavam límpidos, senão arregalados, enquanto ela rosnava novamente por sobre os gritos da cidade:
— Levante-se.
Ele estendeu a mão para a maçaneta da porta de ferro. Não para pedir ajuda ou fugir, ela percebeu, agora a apenas trinta centímetros dele, mas para levantar-se.
Manon estudou as pernas compridas, mais musculosas que a última vez que ela o vira. Em seguida, notou a ferida espreitando através da lateral do casaco rasgado. Não era profunda e não jorrava sangue, mas...
Merda, merda, merda.
O veneno da cauda da serpente alada era mortal na pior das hipóteses, paralisante, na melhor. Paralisante com apenas um arranhão. Ele deveria estar morto. Ou agonizando.
— O que você quer? — ele murmurou, olhos correndo entre ela e Abraxos, que estava ocupado monitorando os céus em busca de quaisquer outros atacantes, suas asas farfalhando com impaciência.
O rei estava comprando tempo para si – enquanto a ferida se curava.
Magia. Apenas a magia mais forte poderia tê-lo salvo da morte. Manon estalou:
— Quieto!
E puxou-o de pé.
Ele não recuou ao seu toque, ou às unhas de ferro que rasgaram sua jaqueta. Ele era mais pesado do que tinha estimado, como se fosse envolto em mais músculos sob as roupas. Mas, com sua força imortal, erguê-lo para uma posição ereta requeria pouca energia.
Ela tinha se esquecido quão mais alto ele era. Cara-a-cara, Dorian ofegava quando olhou para ela e respirou:
— Olá, donzela bruxa.
Alguma antiga parte predatória dela despertou num meio sorriso. Esperava, inclinando os ouvidos para ele. Nem um sopro de medo. Interessante.
Manon ronronou de volta:
— Olá, príncipe.
Abraxos deu um grunhido de advertência, e Manon ergueu a cabeça para descobrir outra serpente alada voando rapidamente para eles.
— Vá — disse ela, deixando que ele se sustentasse enquanto ela abria a porta da torre. Os gritos homens nos andares abaixo subiram para encontrá-los. Dorian se apoiou contra a parede, como se concentrando toda a sua atenção em ficar em pé. — Há outra saída? Outra maneira de sair?
O rei avaliou-a com uma franqueza que a fez rosnar.
Atrás deles, como se a Mãe tivesse estendido a mão, um vento forte golpeou a serpente alada e sua cavaleira para longe da torre, fazendo-as despencar para a cidade. Mesmo Abraxos rugiu, agarrando-se fortemente às pedras rachadas sob suas garras.
— Há passagens — falou o rei. — Mas você...
— Então, encontre-as. Saia.
Ele não se moveu de seu lugar contra a parede.
— Por quê?
A linha pálida ainda destacada contra a garganta, tão gritante contra o bronzeado dourado de sua pele. Mas ela não respondia a mortais. Nem mesmo a reis. Não mais.
Então, ela ignorou a pergunta e disse:
— Perrington não é o que parece. Ele é um demônio em um corpo mortal, e derramou a sua antiga pele para vestir uma nova. Um homem de cabelos dourados. Ele gera maldades em Morath que planeja desencadear a qualquer momento. Esta é uma amostra — ela fez um movimento com a unha de ferro mostrando a destruição ao seu redor. — Uma maneira de quebrar seus espíritos e ganhar o favor de outros reinos, lançando-o como o inimigo. Reagrupe suas forças antes que ele tenha a chance de aumentar seus números para um tamanho inconquistável. Ele planeja tomar não só este continente, mas toda a Erilea.
— Por que sua cavaleira coroada me contaria isso?
— Minhas razões não são da sua preocupação. Fuja.
Mais uma vez, aquele vento poderoso soprou pelo castelo, empurrando para trás todas as forças que se aproximavam, fazendo as pedras gemerem. Um vento que cheirava a pinheiros e neve – um estranho cheiro familiar. Antigo e inteligente e cruel.
— Você matou aquela bruxa.
De fato, o sangue da sentinela salpicava as pedras. Revestia Ceifadora do Vento e seu capacete descartado. Assassina de Bruxa.
Manon empurrou o pensamento longe, juntamente com a sua pergunta implícita.
— Você me deve uma dívida vida, Rei de Adarlan. Prepare-se para o dia em que virei reclamá-la.
Sua boca sensual apertou-se.
— Lute conosco. Agora – lute conosco agora contra ele.
Através da porta, gritos de guerra encheram o ar. Bruxas conseguiram pousar em algum lugar – tinham se infiltrado no castelo. Seria uma questão de momentos antes de serem encontrados. E se o rei não tivesse ido embora... Ela puxou-o da parede e empurrou-o para a escada.
Suas pernas cederam, e ele apoiou uma mão contra a parede de pedra antiga quando atirou-lhe um olhar sobre um ombro largo. Um olhar fixo.
— Você não reconhece a morte quando a vê? — ela assobiou, baixa e perversamente.
— Eu vi a morte, e pior — disse ele, os olhos de safira congelados enquanto a examinava da cabeça aos pés protegidos e de volta. — A morte que você oferece é bondosa em comparação com isso.
Isso acertou alguma coisa dentro dela, mas o rei já descia mancando as escadas, uma mão apoiada na parede. Movendo-se tão malditamente lento enquanto o veneno trabalhava seu caminho para fora dele, sua mágica certamente lutando com tudo o que tinha para mantê-lo deste lado da vida.
A porta na base da torre quebrou.
Dorian parou frente às quatro sentinelas Pernas Amarelas que entraram correndo, rosnando até o centro oco da torre. As bruxas estacaram, piscando para sua Líder Alada.
Ceifadora do Vento se contraiu em sua mão. Mate-o – mate-o agora, antes que elas espalhassem a notícia de que ela o deixara escapar... Merda, merda, merda.
Manon não teve que decidir. Em um turbilhão de aço, as Pernas Amarelas morreram antes que pudessem voltar-se para o guerreiro que explodiu através da porta.
Cabelos grisalhos, rosto e pescoço tatuados, orelhas ligeiramente pontiagudas. A fonte daquele vento.
Dorian praguejou, cambaleando um passo, mas os olhos do guerreiro feérico estavam sobre ela. Apenas raiva letal brilhava lá.
O ar na garganta de Manon sumiu, transformando-se em nada.
Um som estrangulado saiu dela, e ela tropeçou para trás, arranhando a garganta como se pudesse desobstruir uma via aérea. Mas a magia daquele macho manteve-se firme.
Ele a mataria pelo o que ela tentara fazer para a sua rainha. Pela flecha que Asterin atirara, tencionando atingir o coração da rainha. Uma flecha que ele tinha saltado na frente.
Manon caiu de joelhos. O rei estava instantaneamente ao seu lado, estudando-a por uma batida de coração antes de rugir escadas abaixo:
— NÃO!
Isso foi tudo o que precisou. Ar inundou sua boca, seus pulmões e Manon engasgou, arqueando para trás enquanto bebia oxigênio.
Sua raça não tinha escudos mágicos contra ataques como esse. Somente quando bastante desesperada, bastante enfurecida, uma bruxa podia convocar o seu núcleo de magia, com consequências devastadoras. Mesmo a mais sanguinária e sem alma delas só sussurrava sobre esse ato: a Rendição.
O rosto de Dorian nadou em sua visão borrada. Manon ainda ofegava em busca do ar fresco salvador de vidas quando ele falou:
— Encontre-me quando mudar de ideia, Bico Negro.
Então o rei se foi.

17 comentários:

  1. Cara esse livro ta de mas to com pena do Dorian agora seu reino tá caindo de vez mas eu curto ele com a Mamon

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  2. Nossaaaa que capítulo arrepiante O.O

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  3. Estou apertando o botão de vômito de arco íris descontroladamente, aimeldels é muito amor envolvido, Ká estou pirando com este livro minha musa, ai minha nossa senhora dos tarja preta, mim acalma.

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    1. kkkkk pois, é, esse livro é MARAVILHOSO! <3

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  4. Ah shippo fortemente esses dois :D

    Manon vai entrar numa grande encrenca por ter salvado ele...

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  5. Torcendo pelo primeiro beijo do casal Manom e Dorian 💋 💑

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  6. Esse romance é muito mais legal que o de Aelin.....

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  7. Pelo anjo Raziel meu senhor pai santo que capitulo mais tenso 100ooor...
    Essa autora qué testa nossa cachola...

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  8. Eu só tô lendo o livro pela esperança do Dorian e Manon juntos, eles são os únicos que me prende *-* ta, eu tbm gosto do Rowan.. mas o meu coração é do Dorian e Manon. 💚
    Quando eles ficarem juntos eu vou dançar haha

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  9. Meu Deus. Como o Rowan é fodastico.
    O cara é um exército sozinho.

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  10. Olá, donzela bruxa.
    Alguma antiga parte predatória dela despertou num meio sorriso. Esperava, inclinando os ouvidos para ele. Nem um sopro de medo. Interessante.
    Manon ronronou de volta:
    — Olá, príncipe.


    Mds essa cena :333333
    No livro ta
    Oi, bruxinha e
    Oi, principezinho
    Mas tipo socorro eu shippo
    Manon e Dorian
    uuauauauauauauaua
    totalmente shippavel, Sarah é viada demais Çocorro

    Deuses, nao se shippo Dorian e Manon ou Dorian e Fenrys bora faze casal de tres nao pe msm

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Boa leitura :)