30 de janeiro de 2017

Capítulo 65

Amanhecer nas Passagens de Obsidiana

O cadeado tornada sarcófago a própria montanha.
Tomara cada brasa de seu poder prender Erawan dentro da pedra, selá-lo lá dentro.
Ela podia sentir o Rei Sombrio adormecido ali dentro. Ouvir os gritos de seu exército caído refestelando-se com carne humana no vale bem abaixo. Quanto tempo eles continuariam lutando quando se espalhasse a notícia de que Erawan tinha caído?
Ela não era tola o suficiente para esperar que seus companheiros tivessem sobrevivido à matança. Não por tanto tempo.
De joelhos na afiada pedra negra, Elena olhou para o sarcófago de obsidiana, os símbolos esculpidos nele. Inicialmente, eles estavam em brasas, mas agora haviam desaparecido e esfriado, instalados no lugar. Quando ela roubara o cadeado de seu pai meses atrás, ela não conhecia – não tinha entendido – a verdadeira profundidade de seu poder. Ainda não sabia por que o tinha forjado. Só que uma vez, somente uma vez, o poder do cadeado poderia ser exercido. E aquele poder... oh, aquele poder potente e destruidor... tinha salvado todos eles.
Gavin, esparramado e sangrento atrás dela, se mexeu. Seu rosto estava tão destroçado que ela mal podia ver as feições belas e ferozes abaixo. O braço esquerdo estava inútil ao seu lado. O preço de distrair Erawan enquanto ela desencadeava o poder do cadeado. Mas até mesmo Gavin não sabia o que ela tinha planejado. O que roubara e escondera todos aqueles meses.
Ela não se arrependeu. Não quando os poupou da morte. De coisa pior.
Gavin viu o sarcófago, o amuleto vazio e intrincado do cadeado na palma de sua mão enquanto descansava sobre a coxa. Reconheceu-o instantaneamente, depois de vê-lo em volta do pescoço de seu pai durante aquelas primeiras semanas em Orynth. A pedra azul em centro estava agora esgotada, escurecida onde uma vez brilhava com fogo interior. Apenas uma gota de seu poder se fora, se tanto.
— O que você fez? — sua voz estava rouca e difíceil por gritar durante as manipulações de Erawan. Para ganhar tempo para ela, para salvar seu povo...
Elena cruzou os dedos em punho em torno do cadeado.
— Ele está selado. Não pode escapar.
— É o cadeado de seu pai...
— Está feito — disse ela, deslocando sua atenção para a dúzia de figuras antigas e imortais agora do outro lado do sarcófago.
Gavin se levantou, assobiando por seu corpo quebrado com o movimento súbito.
Eles não tinham formas. Eram apenas fantasias de luz e sombra, vento e chuva, canção e memória. Cada indivíduo, e ainda uma parte de uma maioria, uma consciência.
Estavam todos olhando para o cadeado quebrado em suas mãos, sua pedra opaca.
Gavin baixou a testa para a rocha encharcada de sangue e desviou os olhos.
Os próprios ossos de Elena se acovardaram à presença, mas ela manteve o queixo erguido.
— A linhagem de nossa irmã nos traiu — disse um que era de mar, céu e tempestades.
Elena balançou a cabeça, tentando engolir. Falhando.
— Eu nos salvei. Eu parei Erawan...
— Tola — disse uma de muitas vozes mutantes, tanto animal quanto humana. — Mestiça tola. Você não considerou por que seu pai o carregava, por que ele esperou o momento todos esses anos, reunindo suas forças? Ele devia usá-lo para selar as três chaves de Wyrd de volta no portão e mandar-nos para casa antes de fechar o portão para sempre. Nós, e o Rei Escuro. O cadeado foi forjado para nós... prometido a nós. E você o desperdiçou.
Elena apoiou uma mão na terra para evitar balançar.
— Meu pai carrega as chaves de Wyrd? — ele nunca insinuara... E o cadeado... ela tinha pensado que era uma mera arma. Uma arma que ele se recusava a usar naquela guerra sangrenta.
Eles não responderam, sua confirmação de silêncio o suficiente.
Um ruído pequeno e quebrado saiu de sua garganta.
— Desculpe. — Elena sussurrou.
A raiva deles sacudiu seus ossos, ameaçou parar seu coração em seu peito. Aquela que era chama, luz e cinzas pareceu reter-se, pareceu pausar em sua ira.
Lembrar-se.
Ela não tinha visto ou falado com sua mãe desde que deixara seu corpo para forjar o cadeado. Desde que Rhiannon Crochan ajudara Mala a lançar sua própria essência ali, o grosso de seu poder contido dentro do pequeno espelho de bruxa disfarçado como uma pedra azul, para ser liberado apenas uma vez. Eles nunca disseram a Elena por quê. Nunca disseram que era algo mais do que uma arma que seu pai um dia precisaria desesperadamente usar.
O preço: o corpo mortal de sua mãe, a vida que ela queria para si mesma com Brannon e seus filhos. Tinham passado dez anos desde então. Dez anos, e seu pai nunca deixou de esperar que Mala voltasse, esperando que ele a visse de novo. Só uma vez.
Eu não vou me lembrar de vocês, Mala dissera a todos eles antes de se entregar para forjar a cadeado. E ainda assim ali estava. Pausando. Como se ela se lembrasse.
— Mãe — Elena sussurrou, uma súplica quebrada.
Mala Portadora da Luz olhou para longe dela.
Aquele que viu todos com olhos sábios e calmos falou:
— Solte-o. Se fomos traídos por estas bestas terrestres, devolvamos o favor. Solte o Rei Escuro de seu caixão.
— Não — Elena implorou, levantando-se de seus joelhos. — Por favor, por favor. Digam-me o que devo fazer para reparar, mas por favor, não o soltem. Eu imploro.
— Ele ressuscitará um dia — disse o de escuridão e morte. — Despertará. Você desperdiçou nosso cadeado na tarefa de um tolo, quando poderia ter resolvido tudo, tivesse somente a paciência e o juízo para compreender.
— Então deixe-o despertar — Elena implorou, sua voz quebrando. — Que alguém herde esta guerra... alguém melhor preparado.
— Covarde — disse aquele com uma voz de aço, escudos e flechas. — Covarde por empurrar o fardo para outro.
— Por favor — disse Elena. — Eu lhes darei qualquer coisa. Qualquer coisa. Mas não isso.
Como um, eles olharam para Gavin.
Não...
Mas foi sua mãe quem falou.
— Esperamos tanto tempo para voltar para casa. Podemos esperar um pouco mais. Assistir este... lugar um pouco mais.
Não apenas deuses, mas seres de uma existência superior e diferente. Para quem o tempo era fluido, e os corpos eram coisas a serem mudadas e moldadas. Que poderiam existir em lugares múltiplos, espalhar-se largamente como redes sendo atiradas. Eles eram tão poderosos e vastos e eternos como era um ser humano para uma mosca.
Não tinham nascido neste mundo. Talvez tivessem ficado presos aqui depois de atravessarem um portão de Wyrd. E haviam negociado com seu pai, com Mala, para finalmente mandá-los para casa, banindo Erawan com eles. E ela arruinara tudo.
Aquela de três rostos disse:
— Vamos esperar. Mas deve haver um preço. E uma promessa.
— Digam. — Respondeu Elena. Se eles tomassem Gavin, ela o seguiria. Ela não era a herdeira do trono de seu pai. Não importava se ela saísse da montanha. Ela não estava inteiramente certa de poder suportar vê-lo novamente, não depois de sua arrogância, orgulho e presunção. Brannon implorou-lhe que ouvisse, que esperasse.
Em vez disso, ela roubara o cadeado dele e correu com Gavin através da noite, desesperada para salvar aquelas terras.
Aquela com três rostos a estudou.
— A linhagem de Mala sangrará novamente para forjar o cadeado mais uma vez. E você os conduzirá, um cordeiro para o abate, para pagar o preço desta escolha que você tomou ao desperdiçar seu poder aqui, nesta batalha mesquinha. Você mostrará a este futuro descendente como forjar um novo cadeado com os dons de Mala, como usá-lo para manejar as chaves e nos enviar para casa. Nosso trato original ainda se mantém: nós levaremos o Rei Sombrio conosco. Rasgá-lo em nosso próprio mundo, onde ele será apenas pó e memória. Quando formos, você mostrará a este descendente como selar a porta atrás de nós, o cadeado que a mantrá intacta eternamente. Ao render cada última gota de sua força vital. Como seu pai estava preparado para fazer quando chegasse a hora.
— Por favor — Elena respirou.
— Diga a Brannon do Fogo Selvagem o que ocorreu aqui — a figura de três rostos falou. — Diga-lhe o preço que sua linhagem pagará um dia. Diga a ele que esteja pronto para isso.
Ela deixou as palavras, a condenação, se estabelecerem.
— Eu direi — ela sussurrou.
Eles se foram. Havia apenas um calor persistente, como se um raio de sol tivesse roçado sua bochecha.
Gavin ergueu a cabeça.
— O que você fez? — ele perguntou novamente. — O que você lhes deu?
— Você não... não ouviu?
— Só você — ele murmurou, o rosto tão horrivelmente pálido. — Ninguém mais.
Ela olhou para o sarcófago diante deles, a pedra negra enraizada na terra da passagem. Imóvel. Eles teriam que construir algo ao redor dele, escondê-lo, protegê-lo.
— O preço será pago... mais tarde — Elena falou.
— Conte-me — seus lábios inchados e rachados mal podiam formar as palavras.
Desde que ela já tinha se condenado, condenado sua linhagem, ela percebeu que não havia nada a perder em mentir. Não daquela vez, aquela última vez.
— Erawan despertará novamente... um dia. Quando chegar a hora, eu ajudarei aqueles que devem lutar com ele.
Seus olhos estavam cautelosos.
— Você pode andar? — ela perguntou, estendendo uma mão para ajudá-lo a se levantar. O sol nascente lançava as montanhas negras em ouro e vermelho. Ela não tinha dúvida de que o vale atrás estava banhado dessa última cor.
Gavin abriu a mão, os dedos ainda quebrados onde descansara no punho de Damaris. Mas ele não pegou sua mão oferecida.
E não lhe disse o que detectou enquanto tocava a Espada da Verdade, que mentiras ele sentiu e desvendou.
Nunca mais falaram sobre isso.



Nascer da Lua no Templo de Sandrian, nos Pântanos de Pedra

A princesa de Eyllwe vagava pelos Pântanos de Pedra por semanas, procurando respostas para enigmas postos há mil anos. Respostas que poderiam salvar seu reino condenado.
Chaves e portões e cadeados – portais e poços e profecias. Isso era o que a princesa murmurara para si mesma nas semanas em que andara pelos pântanos sozinha, caçando para se manter viva, lutando contra as bestas de dentes e veneno quando necessário, lendo as estrelas para se divertir.
Assim, quando a princesa finalmente chegou ao templo, quando ela se colocou diante do altar de pedra e da arca que era a gêmea de luz para a escuridão sob Morath, ela finalmente apareceu.
— Você é Nehemia — ela falou.
A princesa girou, seus couros de caça manchados e úmidos, as contas de ouro em seus cabelos trançados tilintaram.
Um olhar de avaliação com olhos que eram muito antigos para seus apenas dezoito anos. Olhos que tinham observado longamente a escuridão entre as estrelas e desejavam conhecer seus segredos.
— E você é Elena.
Elena assentiu com a cabeça.
— Por que veio?
A princesa de Eyllwe moveu o elegante queixo para a urna de pedra.
— Eu não fui chamada para abri-lo? Para aprender a nos salvar, e pagar o preço?
— Não — disse Elena em voz baixa. — Você não. Não desse modo.
Um aperto de seus lábios era o único sinal do descontentamento da princesa.
— Então, de que maneira, senhora, terei que sangrar?
Estava observando, esperando e pagando por suas escolhas por tanto tempo. Demasiado longo.
E agora que a escuridão tinha caído... agora um novo sol se levantaria. Deveria se erguer.
— É a linhagem de Mala que vai pagar, não a sua.
Suas costas se enrijeceram.
— Você não respondeu a minha pergunta.
Elena desejou poder reter as palavras, mantê-las trancadas. Mas esse era o preço, pelo seu reino, seu povo. O preço para essas pessoas, este reino. E outros.
— No norte, dois ramos fluem de Mala. Um para a Casa Havilliard, onde seu príncipe com os olhos de meu companheiro possui minha magia crua... e o poder bruto dele. O outro ramo flui através da Casa Galathynius, onde se reproduziu o verdadeiro: chama e brasas e cinzas.
— Aelin Galathynius está morta — disse Nehemia.
— Não morta. — Não, ela se assegurara isso, ainda pagava pelo o que fizera naquela noite invernal. — Apenas se escondendo, esquecida por um mundo grato por ver tal poder extinto antes que amadurecesse.
— Onde ela está? E como isso chega em mim, senhora?
— Você é versada na história, nos jogadores e nas apostas. Conhece as marcas de Wyrd e como usá-las. Interpretou mal os enigmas, pensando que era você quem devia vir aqui, a este lugar. Este espelho não é o cadeado, é um conjunto de memórias. Forjado por mim, meu pai e Rhiannon Crochan. Forjado para que o herdeiro desse fardo possa entender um dia. Saber de tudo antes de decidir. Este encontro, também, deve ser guardado nele. Mas você foi chamada para que pudéssemos nos encontrar.
Aquele rosto sábio e jovem esperou.
— Vá para o norte, princesa — disse Elena. — Entre na casa do seu inimigo. Faça contatos, receba o convite, faça o que precisar, mas chegue à casa do seu inimigo. As duas linhagens convergirão lá. Já estão a caminho.
— Aelin Galathynius está indo para Adarlan?
— Não Aelin. Não com esse nome, essa coroa. Reconheça-a pelos seus olhos, azuis-esverdeados com um núcleo de ouro. Reconheça-a pela marca na testa, a marca do bastardo, a marca de Brannon. Guie-a. Ajude-a. Ela precisará de você.
— E o preço?
Elena se odiou, então.
Odiava os deuses que haviam exigido isso. Odiava a si mesma. Odiava que isso fosse perguntado, todas aquelas luzes brilhantes...
— Você não verá Eyllwe novamente.
A princesa olhava para as estrelas como se falassem com ela, como se a resposta estivesse escrita ali.
— Meu povo vai sobreviver? — uma voz pequena e tranquila.
— Eu não sei.
— Então darei os passos para isso, também. Unirei os rebeldes enquanto estiver em Forte da Fenda, preparando o continente para a guerra.
Nehemia abaixou os olhos das estrelas. Elena quis cair de joelhos diante da jovem princesa, implorar seu perdão.
— Um deles deve estar pronto... para fazer o que precisa ser feito — disse Elena, apenas porque era a única maneira de explicar, de se desculpar.
Nehemia engoliu em seco.
— Então eu ajudarei de qualquer maneira que puder. Por Erilea. E pelo meu povo.

30 comentários:

  1. ...Não sei o que pensar,como reagir
    Eu já tenho que lidar com profecias de morte em outro livro,mas Sarah está destruindo lentamente meu coração,despedaçando e olha que eu forjei meu core em ferro e gelo...

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  2. Caraleôoooooooo! Omg! Omg! Omg! É tanta coisa... sério, eu não gosto da Nehemia. Acho ela mais falsa ainda agora. Eu quero chorar!

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    1. Aehooo achei q so eu não gostava na Nahemoa

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    2. Nop, tbm nunca gostei da Nehemia. Sempre achei a amizade das duas muito superficial, mais para colegas.
      Fiquei ate feliz quando ela morreu.

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  3. E aí está a grande MERDA, quer dizer, verdade...

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  4. Eu sabia que ainda ia chorar hoje, mas não esperava por isso (afinal quem esperava). Ou Dorian ou Aelin ate onde entendi tem que morrer pra forjar outro maldito cadeado. Agora faz sentido ter tanto protejidos de deuses aqui ou melhor representantes eles praticamente foram reunidos a Aelin e Dorian para garanti que o acordo fosse cumprido. Agora a minha duvida é se vai ter um final feliz pra maioria porque vai ser dificil não ter gente moreendo quando chegar o final

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  5. sabia , sabia que essa que tinha coisa ai , sabia que Aelin E Dorian estavam ligados pra algo no final , ja prevejo chingamentos pra essa escritora , sempre achei que eles iam reinar juntos antes como casal ,mas agora como amigos , ai vem ela e quer matar um dos dois . Meu coração nao aguenta isso

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  6. Não consigo parar d chorar...deixa eu ver se entendi direito...Dorian ou Aelin precisam morrer pra forjar o maldito cadeado e salvar o mundo, só q é meio óbvio q quem irá forjar o cadeado é a Aelin...NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO, POR FAVOR NÃO, NÃO MANO NÃO, DORIAN OU AELIN Ñ PODEM MORRER, Ñ PODEM PAGAR PELA BURRICE DA ELENA, MDS MEU CORAÇÃO Ñ VAI AGUENTAR, MDS TÔ DESIDRATANDO AQUI :'( :'( :'(

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    1. Isso mesmo T_T depois desse livro me deu um ÓDIO da Elena. Por causa das burrices, das cagadas dela, Aelin terá que pagar </3
      Sinceramente, gosto muito de Dorian, mas se um dos dois tiver que morrer, que seja ele.

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    2. Sinto dizer que tb penso assim, entre os dois sempre escolherei ela, mais ja vou me preparar para o pior. Arrasada com tudo isso, me sentindo como harry potter ao ver as lembranças do professor Snape e descobrir que tinha que morrer pelas mão do lord das trevas 😭😭😭😭

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    3. Eu discordo, e faço da fala do General da devastação (não sei escrever o nome dele) a minha....
      Ela é muito arrogante e eu achei insuportável a parte em que ela e o seu principezinho estavam falando de ela virar uma conquistadora depois da guerra, eu pergunto e os reis e as rainhas que estão om ela serão apenas mais uma peça no seu jogo, como ela pode proibir minha amada bruxinha de reivindicar pra ela o deserto, como ela pode apenas usar de mascote as pessoas que estão ao seu lado para lutar uma luta que pertence somente a ela e é por esses motivos que eu passei a odiá-la, quando ela era uma assassina ela não era tão horrível como ela está agora, por isso EU PREVIRO O REI DORIAN.

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    4. Uma luta que pertence somente a ela? Oi?

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    5. To acreditando q vai ser isso mesmo NN!! DEUS DO CEU!! O TANTO Q ACONTECEU AO LONGO DESTA SERIE PRA AELIN SER SACRIFICADA ?? E TUDO POR CAUSA DE ELENA!! EU TO PISTOLA!! NAAAAO.. 😢😢😢💔 HA ALGUMA CHANCE DISTO N ACONTECER... ? N SEI NEM OQ PENSAR.. TO CHORANDO MUITO 😥😥😥

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  7. É com muita dor no meu core, que eu concordo com você Karina! ! Já sofri com isso uma vez, não quero sofrer de novo! !
    E esse " pra qualquer fim" que Rowan e Aelin falam sempre, agora não está soando bem! !

    Flavia

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  8. se vc reparar bem, É DITO Q ENQUANTO A ELENA falava com os deuses o gavin segurava a espada da verdade,(damaris) e ela se pergunta o q ele teria visto, mas nunca conversaram sobre issso. sei não to prevendo q o gavin provavelmente tem uma saida para esse preço. e como o Dorian tbm falou o unico q viu o gavin foi ele...

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  9. Que merda!!! Espero que a autora tenha uma boa saída para isso. Por que sacrificar um dos personagens preferidos não dá filha....😞 #chateada

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  10. Pqppp, até onde entendi a aelin tem que morrer pra forja o cadeado, é o Dorian ou o Aedion ( acho que é assim o nome) tem que morrer pra fechar o portão, esse é o preço que o brannon ia pagar....

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  11. Tô chocada!!! Não acredito, NÃO ACREDITO, que essa é a única solução! Que Dorian e Aelin devem morrer, não tem que ter outra maneira! T.T

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  12. Quero saber onde entra a Manon nisso. Acho que Aelin morre, acho que Manon tem bruxinhas donzelas com Dorian, eles reconstroem Adarlan e o amado deserto de Manon.

    MAS, não sei o que ela esta fazendo com Aelin no espelho, mesmo sendo a última rainha Crochan.

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    1. Acho q ela vai ajudar a fazer as coisas. Igual a outra bruxa crochan. A tal da Rhiannon fez o espelho com a Elena e o Brannon.
      A Aelin tem o poder do Brannon
      O Dorian tem o poder da Elena
      A Manon é rainha Crochan que nem a Rhiannon.
      Acho q é isso.

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  13. Olha,eu gosto da Aelin,mas entre ela e o Dorian q seja ela a se sacrificar,então.
    Eu sempre achei a Nahemia meio chatinha,ela daveria ter contado logo as coisas pra Calaena,na época
    Ficou fazendo joguinho de ofendida por ela n confiar,e no final ela q tava escondendo td essas coisas

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  14. Eu acho que quem morreu pra forjar o cadeado de novo foi a Nehemia pq lembra que a Elena falo que a pedra tava sem vida apagada e agora ela brilha de vez em quando lembra que a Elena falo pra Nehemia que ela ia morrer que nunca mais veria seu país acho que o cadeado já foi forjado novamente pela Nehemia pelo menos eu espero pq n vo aguenta a Aelin ou o Dorian morre a n n vo n...
    N é spoiler só minha sincera opinião e esperança

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  15. Não tenho palavras.
    Não quero que ninguém morra
    Mas se tiver q ser eu amarei esse livro essa história maravilhosa dá mesma forma q amo agora.😢
    Ass: Milly
    Obs: será q Chaol irá aparecer? Será q ninguém pensa nele? Todo mundo se juntou só falta ele 😛(espero q ele esteja melhor)

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  16. Ah Nehemia...(sem palavras).

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  17. Desfecho perfeito quem morre é o Hollim (sla como c escreve o irmao do Dorian)

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  18. EU N TO BEM!! NAAAAAAAAAAO!! ISSO N PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES EXISTENTES, POR RAZIEL.. ISSO N PFV ���� OH CARA Q ÓDIO DESSA ELENA!! MDS DO CÉU ������ NEHEMIA MORREU POR CAUSA DELA E AGORA A AELIN VAI SE SACRIFICAR... MORRENDO DESIDRATADA EM 3.. 2.. 1.. ������������

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  19. Essa história ta parecendo a história do Príncipe prometido de Game of trhones. O cara teve que matar a mulher que ama para construir a arma

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Boa leitura :)