30 de janeiro de 2017

Capítulo 59

Aelin sentiu o choque completo ondulando em seus companheiros enquanto Ansel se curvava dramaticamente, gesticulando para os navios atrás deles, e disse:
— Como solicitado: sua frota.
Aelin bufou.
— Seus soldados parecem ter visto dias melhores.
— Oh, eles sempre parecem assim. Eu tentei e tentei fazê-los se concentrar nas aparências externas, tanto quanto melhorar a sua beleza interior, mas... você sabe como os homens são.
Aelin riu. Mesmo quando sentiu o choque de seus companheiros se transformando em algo ardente.
Manon deu um passo à frente, a brisa do mar chicoteando os cabelos brancos sobre o rosto e falou a Aelin:
— A frota de Melisande se inclina para Morath. Você poderia muito bem estar assinando uma aliança com Erawan, também, se estiver trabalhando com esta... pessoa.
O rosto de Ansel ficou sem cor ao ver os dentes e as unhas de ferro. E Aelin lembrou-se da história que a assassina que virou rainha uma vez lhe contou, sussurrada no topo das areias rolantes do deserto e debaixo de um tapete de estrelas. Uma amiga de infância – comida viva por uma bruxa Dentes de Ferro.
Então a própria Ansel, depois da matança de sua família, fora poupada quando ela tropeçara no acampamento de uma bruxa Dentes de Ferro.
— Ela não é de Melisande — Aelin disse a Manon. — Os Desertos são aliados de Terrasen.
Aedion começou a falar, agora avaliando os navios, a mulher diante deles.
Manon Bico Negro disse em uma voz igual a morte:
— Quem é ela para falar pelos Desertos?
Oh, droga. Aelin instruiu seu rosto a permanecer em uma irreverência suave e gesticulou entre as duas mulheres.
— Manon Bico Negro, herdeira do clã de bruxas Bico Negro e agora a última Rainha Crochan... conheça Ansel de Penhasco dos Arbustos, assassina e Rainha dos Desertos Ocidentais.



O rugido encheu a cabeça de Manon enquanto remavam de volta para o navio, interrompido apenas pelo espirro dos remos através das ondas calmas.
Ela ia matar a cadela ruiva. Lentamente.
Permaneceram silenciosos até chegarem ao enorme navio, depois subiram pela lateral.
Nenhum sinal de Abraxos.
Manon examinou os céus, a frota, os mares. Nenhuma sombra a ser encontrada.
A fúria em seu intestino se transformou em algo mais, algo pior, e ela deu um passo para o capitão de rosto corado para exigir respostas.
Mas Aelin casualmente deu um passo em seu caminho, dando-lhe o sorriso de uma cobra enquanto olhava para Manon e a jovem de cabelos vermelhos que agora se encostava no poste dos degraus
— Vocês duas deveriam conversar mais tarde.
Manon bramiu ao redor dela.
— Ansel de Penhasco dos Arbustos não fala pelos Desertos.
Onde estava Abraxos...
— Mas você fala?
E Manon teve que se perguntar se ela de alguma forma... de alguma forma fora enredada em quaisquer planos que a rainha tivesse feito. Especialmente quando Manon se viu forçada a parar novamente, forçada a voltar para a rainha sorrir de modo afetado e dizer:
— Sim. Eu falo.



Até mesmo Rowan piscou para o tom de Manon Bico Negro – a voz que não era de bruxa, guerreira ou predadora. Mas de rainha.
A última Rainha Crochan.
Rowan avaliou a briga potencialmente explosiva entre Ansel de Penhasco dos Arbustos e Manon Bico Negro.
Lembrou-se de tudo o que Aelin tinha lhe contado sobre Ansel – a traição enquanto as duas mulheres haviam treinado no deserto, a luta até a morte que terminara com Aelin poupando a mulher ruiva. Uma dívida de vida.
Aelin tinha chamado a dívida de vida.
Ansel, com uma arrogância presunçosa que explicava completamente por que ela e Aelin haviam se tornado amigas rápido, chamou Manon de onde ela estava pousada na escada do corrimão:
— Bem, na última vez que ouvi, nem as bruxas Crochans nem as Dentes de Ferro se preocuparam em cuidar dos Desertos. Suponho que, como alguém que tem alimentado e guardado o seu povo nos últimos dois anos, realmente venho a falar por eles. E decidir quem nós ajudamos e como fazemos — Ansel sorriu para Aelin como se a bruxa não estivesse olhando para sua garganta como se fosse rasgá-la com seus dentes de ferro. — Você e eu vivemos ao lado uma do outra, afinal. Não seria hospitaleiro se eu não ajudasse.
— Explique — pediu Aedion com firmeza, seus batimentos cardíacos trovejando o suficiente para Rowan ouvir. A primeira palavra que o general pronunciara desde que Ansel retirara o capuz. Desde que a pequena surpresa de Aelin os esperava na praia.
Ansel inclinou a cabeça, o cabelo vermelho sedoso capturando a luz, parecendo, Rowan percebeu, como o vinho tinto mais rico. Exatamente como Aelin uma vez descrevera.
— Bem, meses atrás, eu estava cuidando do meu próprio negócio nos Desertos, quando recebi uma mensagem do nada. De Aelin. Ela me enviou uma mensagem ruidosa e clara de Forte da Fenda. Luta de poço. — Ela riu, balançando a cabeça. — E eu sabia que era hora. Para mover meu exército para a fronteira das Montanhas Anascaul.
A respiração de Aedion atrapalhou-se. Apenas séculos de treinamento impediram Rowan de fazer o mesmo. Sua equipe permaneceu firme atrás de todos eles, posições que tinham tomado centenas de vezes ao longo dos séculos. Prontos para o derramamento de sangue – ou para abrir caminho para fora dele.
Ansel sorriu, um sorriso vitorioso.
— Metade deles está a caminho agora. Pronto para se juntar a Terrasen. O país de minha amiga Celaena Sardothien, que não o esqueceu, mesmo quando estava no Deserto Vermelho, e que não parou de olhar para o norte todas as noites em que pudemos ver as estrelas. Não havia um presente maior que eu pudesse oferecer em retribuição do que salvar o reino que ela jamais esqueceu. E isso foi antes de eu ter recebido sua carta meses atrás, contando-me quem ela era e que ela me estriparia se eu não ajudasse em sua causa. Eu já estava a caminho com o meu exército, mas... a carta seguinte chegou. Dizendo-me para ir para o Golfo de Oro. Para encontrá-la aqui e seguir um jogo específico de instruções.
Aedion estalou a cabeça para Aelin, água salgada ainda cintilando em seu rosto bronzeado do barco.
— Os despachos de Ilium...
Aelin acenou com uma mão preguiçosa para Ansel.
— Deixe a mulher terminar.
Ansel caminhou para Aelin e colocou o braço no dela. Ela sorriu como um demônio.
— Suponho que vocês saibam quão mandona Sua Majestade é. Mas eu segui as instruções. Trouxe a outra metade do meu exército quando virei para o sul, e nós caminhamos através das Caninos Branco e em Melisande. A rainha deles assumiu que chegamos para oferecer ajuda. Ela nos deixou entrar bem pelos portões da frente.
Rowan prendeu a respiração.
Ansel soltou um assobio agudo e, no navio mais próximo, galopes soaram.
E então um cavalo Asterion emergiu dos estábulos.
O cavalo era uma tempestade feita de carne.
Rowan não conseguia se lembrar da última vez que viu Aelin brilhar com puro deleite enquanto respirava:
— Kasida.
— Você sabe — Ansel continuou — que eu prefiro roubar? Com as tropas de Melisande espalhadas tanto por Morath, ela realmente não teve escolha senão ceder. Embora ela estivesse particularmente furiosa ao me ver reivindicar o cavalo... e piorou quando a tirei da masmorra para revelar que a bandeira de Terrasen agora tremulava ao lado do meu lobo em sua própria casa maldita.
— O quê? — Aedion soltou sem pensar.
Aelin e Ansel o encararam, as sobrancelhas erguidas. Dorian cambaleou um passo diante das palavras de Ansel, e a Rainha dos Desertos lançou-lhe um olhar que dizia que gostaria de roubá-lo.
Ansel fez um gesto para os navios ao redor deles com uma ampla varredura de seu braço.
— A frota de Melisande é agora nossa frota. E sua capital também é nossa — ela fez um gesto com o queixo para Aelin. — De nada.
Manon Bico Negro explodiu em gargalhadas.



Aedion não sabia com quem ficar mais furioso: Aelin, por não ter contado a ele sobre Ansel de Penhasco dos Arbustos e, droga, os exércitos que ela silenciosamente ordenou que saqueassem Melisande e tomasse sua frota, ou consigo mesmo, por não confiar nela. Por exigir onde seus aliados estavam, por implicar tudo aquilo nos momentos antes do ataque ilken. Ela tinha acabado de pegá-lo.
Quando as palavras de Ansel afundaram na companhia ainda reunida no convés principal, sua prima disse em voz baixa:
— Melisande queria ajudar Morath a separar norte e sul. Eu não tomei sua cidade por glória ou por conquista, mas não permitirei que qualquer coisa esteja entre mim e a derrota de Morath. Melisande entenderá claramente o preço de aliar-se com Erawan.
Ele tentou não se eriçar. Ele era seu Príncipe General. Rowan era seu consorte – ou próximo o suficiente para isso. E, no entanto, ela não tinha lhe confiado isso. Ele não tinha sequer contemplado os Desertos como aliados. Talvez fosse por isso. Ele teria dito a ela para não se preocupar.
Aedion disse a Ansel:
— Melisande já deve ter enviado a notícia para Morath. Seus próprios exércitos estão, sem dúvida, correndo de volta para a capital. Coloque seus homens restantes nos Caninos outra vez. Podemos liderar o exército a partir daqui.
Ansel olhou para Aelin, que concordou com a cabeça. A rainha dos Desertos então lhe perguntou:
— E depois marchar para o norte até Terrasen e atravessar as passagens de Anascaul?
Aedion deu um único aceno de confirmação, já calculando onde colocaria seus homens, quem na Devastação ele daria o comando sobre eles. Sem ver os homens de Ansel lutarem... Aedion começou a se dirigir para as escadas sem se preocupar em esperar a permissão.
Mas Aelin o deteve ao limpar a garganta.
— Fale com Ansel antes que ela parta amanhã de manhã sobre onde levar seu exército uma vez que esteja unido novamente.
Ele simplesmente acenou com a cabeça e continuou a subir os degraus, ignorando o olhar preocupado de seu pai enquanto subia. Os outros consequentemente se separaram, e Aedion não se importou para onde eles foram, só queria ter alguns minutos para si mesmo.
Apoiou-se contra o parapeito, espiando o mar batendo contra a lateral do navio, tentando não notar os homens nos navios circundantes avaliando a ele e seus companheiros.
Alguns de seus sussurros chegaram até apesar de toda a água. O Lobo do Norte, General Ashryver. Alguns começaram a contar histórias – as mentiras mais sinceras, algumas próximas o suficiente da verdade. Aedion deixou o som deles sumir no barulho estridente e sibilar das ondas.
O cheiro dela sempre se modificando se aproximou, e algo em seu peito se afrouxou. Afrouxou um pouco mais à vista de seus braços dourados magros enquanto os apoiava no parapeito ao lado do dele.
Lysandra olhou por cima do ombro para onde a bruxa e Elide – pelos deuses, Elide – tinham ido sentar-se pelo mastro da proa, falando baixo. Provavelmente contando suas próprias aventuras desde que os caminhos as separaram.
O exército não partiria até de manhã, tinha ouvido o capitão dizer. Ele duvidava que isso tivesse a ver com Aelin esperando para ver se a montaria da Líder Alada retornaria.
— Não devemos demorar — disse Aedion, agora examinando o horizonte do norte. Os ilken tinham vindo daquela direção, e se os encontraram tão facilmente, mesmo com uma armada agora ao redor deles... — Nós estamos carregando duas chaves e o cadeado... ou o que diabos aquele espelho de bruxa realmente seja. A maré está conosco. Nós devemos ir.
Lysandra lhe lançou um olhar penetrante.
— Vá dizer isso à Aelin.
Aedion a estudou da cabeça aos pés.
— O que está ruminando?
Ela estava distante nos últimos dias. Mas agora ele praticamente podia ver a máscara de cortesã se quebrando no lugar quando ela parecia querer que seus olhos brilhassem, sua boca franzida se suavizasse.
— Nada. Estou apenas cansada. — Algo sobre o jeito como ela olhou para o mar cutucou-o.
— Estamos lutando pelo nosso continente — Aedion disse cuidadosamente. — Mesmo depois de dez anos disto, ainda me esgota. Não apenas fisicamente, mas... em meu coração.
Lysandra correu um dedo pela madeira lisa da balaustrada.
— Eu pensei... tudo parecia uma grande aventura. Mesmo quando o perigo era tão horrível, ainda era novo, e eu já não estava presa em vestidos e dormitórios. Mas naquele dia na Baia do Crânio, deixou de ser alguma coisa disso. Começou a ser... uma questão de sobrevivência. E alguns de nós podem não conseguir — sua boca tremeu um pouco. — Nunca tive amigos... não como tenho agora. E hoje naquela praia, quando vi aquela frota e pensei que pertencia ao nosso inimigo... por um momento, desejei nunca ter conhecido nenhum de vocês. Porque o pensamento de qualquer um de vocês... — ela sugou uma respiração. — Como você faz isso? Como aprendeu a entrar em um campo de batalha com sua Devastação e não desmoronar com o terror de que nem todos vocês poderiam ir embora?
Aedion escutou cada palavra, avaliou cada respiração agitada. E ele disse claramente:
— Você não tem escolha senão aprender a enfrentar. — Ele desejou que ela não precisasse pensar em tais coisas, ter tanto peso sobre ela. — O medo da perda... pode te destruir tanto quanto a própria perda.
Lysandra finalmente encontrou seu olhar. Aqueles olhos verdes – a tristeza neles o atingiu como um golpe no intestino. Foi um esforço não tocá-la.
— Acho que ambos precisaremos nos lembrar disso nos próximos tempos — ela falou.
Ele balançou a cabeça, suspirando.
— E lembre-se de aproveitar o tempo que temos.
Ela provavelmente aprendeu tantas vezes quanto ele.
Sua garganta esbelta e encantadora se moveu, e ela olhou de soslaio para ele sob os cílios abaixados.
— Eu gosto, você sabe. Disto... o que quer que seja.
Seu coração disparou para uma batida estrondosa. Aedion debateu se deveria ou não ser sutil e deu a si mesmo o intervalo de três respirações para decidir. No final, ele seguiu seu método usual, que tinha lhe servido bem, tanto dentro quanto fora dos campos de batalha: um tipo preciso ataque brusco, com uma pitada de arrogância suficiente para lançar seus oponentes fora de guarda.
— O que quer que isto seja — ele repetiu com um meio sorriso — entre nós?
Lysandra, de fato, foi na defensiva e mostrou a mão.
— Sei que minha história é... desagradável.
— Vou impedi-la aqui mesmo — disse Aedion, ousando um passo mais perto. — E vou dizer que não há nada de pouco atraente em você. Nada. Estive com tantas pessoas. Mulheres, homens... eu vi e tentei tudo.
Suas sobrancelhas se ergueram. Aedion deu de ombros.
— Eu acho prazer em ambos, dependendo do meu humor e da pessoa — um de seus ex-amantes continuava sendo um de seus amigos mais próximo, e comandantes mais qualificados em sua Devastação. — Atração é atração — ele acalmou seus nervos. — E eu sei o suficiente sobre isso para entender o que você e eu... — algo o fez fechar os olhos, e as palavras escorregaram dele. Cedo demais. Cedo demais para esse tipo de conversa. Ele olhou para ela novamente. — Nós podemos descobrir. Sem fazer exigências um do outro além da honestidade.
Essa era realmente a única coisa que ele se preocupou em pedir. Não era nada mais do que ele pediria a um amigo.
Um pequeno sorriso tocou os seus lábios dela.
— Sim — ela sussurrou. — Vamos começar por aí.
Ele se atreveu a dar um passo mais perto, sem se importar com quem observava no convés, no cordame ou no exército que os rodeava. Cor desabrochou naquelas belas maçãs do rosto, e foi um esforço não passar um dedo sobre elas, depois na boca. Provar sua pele.
Mas ele tomaria seu tempo. Aproveitaria cada momento, como tinha dito a ela para fazer.
Porque essa seria sua última caçada. Ele não tinha intenção de desperdiçar cada momento glorioso de uma só vez. De desperdiçar qualquer dos momentos que o destino tinha lhe concedido, e tudo que ele queria mostrar a ela.
Cada riacho e floresta e mar em Terrasen. Ver Lysandra rir em seu caminho através das danças dos círculos outonais; tecer fitas em torno dos mastros enfeitados na primavera; e escutar, de olhos arregalados, os contos antigos de guerra e fantasmas antes que o inverno rugisse disparado nos salões das montanhas. Tudo isso. Ele lhe mostraria tudo. E caminhariam para os campos de batalha repetidas vezes para garantir que pudessem fazer isso.
Então Aedion sorriu para Lysandra e acariciou a mão dela.
— Estou feliz por termos concordado, por uma vez.

25 comentários:

  1. Eu estou CHOCADA! Não que eu me incomode com isso e tals,mas foi surpreendente
    E Ansel,terminei o conto agora
    Eu realmente acho que assim como Aedion,tudo está interligado
    E provavelmente vai haver um discursinho de algum dos Jogadores do Jogo Inacabado que vai explicar

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  2. Elementar! Sabia que ele era bi

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  3. Bem que a Aelin podia chamar esse grupo dela de "Clube Do Amor"

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  4. Abraxos vai chegar divoso com as trezes ai.

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  5. "Começou a ser... uma questão de sobrevivência. E alguns de nós podem não conseguir"
    Ai, tia Sarah, não mata nenhum deles não! Pleaseeeee

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  6. Eu tinha me esquecido quem era a ansel no livro passado e tava me perguntando em que parte desse livro ela enviou a mensagem quando diz que enviou antes desse livro. Sera que algum dia eu vou deixar de amar esse livro deus? Agora ja que ta praticamento todo mundo se ligando que precisa de alguem antes da batalha to me perguntando se a ansel vai tambem ir nessa onda e acabar ficando com o Fenry afinal TUDO É POSSIVEL nesse livro

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    1. Eu pensei nisso também (do Fenrys e Ansel). Mas isso implicaria ele indo pra os desertos. E ele tem que ficar na corte da Aelin 💔. Isso se ele conseguir se livrar do juramento.

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  7. Meu... A Aelin tá avassaladora nesse livro. Ela levou a sério o desafio do Darrow (acho que é esse o nome dele). Pra quem começou o livro só com o Rowan, a Lysandra, o Aedion e o "apoio" da Devastação... Tipo, agora ela tem Manon, possivelmente as Treze, o Feryn, o Graviel, o Lorcan e a Elide ( que como Senhora de Perranth pode render o apoio dos lordes em Terrasen). Também tem o Rolfe e os piratas (possivelmente os missênicos e seus dragões marinhos ~ assim esperamos) e mais uma frota dos Desertos e toda a Melisande tomada. Ou seja, VAI DAR MUITA TRETA!!! Quero ver neguim negar o direito dela ao trono agora. Sambou na cara sociedade (pra variar).
    Ô MULHER FODÁSTICA!!!!

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    1. Ainda tem o Chaol e a Lysandra que se Deus quiser vamos descobrir que pertence a alguma família fodona

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  8. — Eu acho prazer em ambos, dependendo do meu humor e da pessoa — um de seus ex-amantes continuava sendo um de seus amigos mais próximo, e comandantes mais qualificados em sua Devastação.

    WTF????? CHOCADAA

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  9. impressão minha ou os machos nao mandam em nada nessa história , ate agora , sao as mulheres que tao derretendo corações, encoleirando oa machos e mandando na bagaça toda .Depois dizem que somos sexo fragil

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  10. Aedion é bi??? Que??? Estou chocada, mas isso não me incomoda, continuo amando ele *-* mano é impossível não shippar ele com a Lysandra *-*
    Abraxos cadê vc seu fofo? Ele vai brotar aí divamente e espero q traga as treze.
    Cara a Aelin é foda pra krl, ô mulher inteligente, pqp mano, mas tô sentindo q ainda vou chorar muito com esse livro ;-;

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    1. Pois éee, também não fazia ideia sobre Aedion. Mas faz sentido.
      E me preocupei muito com esse sumiço de Abraxos. Será que alguém o pegou? :s

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  11. eu estou achando a Manon tão... parada! minha personagem preferida ainda não rasgou a garganta de ninguém até agora. E alguém me explica esse negócio da Elide ser abençoada por Anneith, que já até me esqueci disso

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    1. Ela tem a benção da Deusa das Coisas Sábias... lembra que a acompanhante dela na torre falava isso? Quando Elide tem pressentimentos, sente alguém impelindo-a a fugir, ou ficar, ou escutar, é Anneith, a sábia, aconselhando-a.

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  12. nao crei o Aedion é bisexual

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  13. O AEDION É BI MANOOO EU TÔ MUITO FELIZ PQP PQP PQP

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  14. Hahahaha esse livro é muito bom as intrigas são as melhores q já vi. São aliados amigos rivais lutando pela mesma causa e a tensão sexual do crescendo no grupo!
    Hahaha genial!!!

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  15. Estive com tantas pessoas. Mulheres, homens... eu vi e tentei tudo.

    Suas sobrancelhas se ergueram. Aedion deu de ombros.

    — Eu acho prazer em ambos, dependendo do meu humor e da pessoa


    EU TO CHOCADA
    Aedion bi,eu n imaginava.

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  16. São tantos chips que poderia guardar tudo num pote de Pringles


    Thalita Lordello

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  17. eu gosto msm da construção dos personagens da Sarah. De todos eles tem defeitos e que os outros personagens reclamam desses defeitos e muitas vezes nao suportam isso. Msm entre os mocinhos do livro ela faz isso. E isso e incrivel. Entendo pq a Aelin nao confia, ela ta acostumada a fazer isso. A tomar essas decisões achando que todos iriam trai-la e acostumou.
    Quero a Manon!! Sinto falta da narração dela, quero ela mostrando pq e a herdeira e líder alada, e agr Rainha!

    E quando eu achava que não podia amar mais o Aedion descubro que ele é bi!!!!!!!! Muitoo amor!

    Gente, a Elide e o Lorcan tão juntos agr? Pq acho q o Rowan falou que ele é o Consorte dela. Então é oficial?

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  18. Só quero ver agora, Aelin se encontrar com Darrow e esfregar na cara imunda dele oq ela conquistou 😀

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Boa leitura :)