30 de janeiro de 2017

Capítulo 52

Eles não chegaram a Leriba. Ou Banjali. Nem sequer chegaram perto.
Lorcan sentiu o empurrão no ombro que guiara e moldara o curso de sua vida – o lado invisível, insistente da sombra e da morte. Então, eles foram para o sul, depois para oeste, navegando rapidamente pela rede de rios através de Eyllwe.
Elide não se opôs ou fez perguntas quando ele explicou que se o próprio Hellas os estava guiando, a rainha que eles caçavam provavelmente estava naquela direção. Aonde quer que os levasse. Não havia cidades ali, apenas pastos sem fim que contornavam o extremo sul de Carvalhal, e então pântanos. A península abandonada cheia de ruínas entre os pântanos.
Mas se esse era o lugar aonde lhe foi dito para ir... o toque do deus negro em seu ombro nunca o conduziu erroneamente. Então ele descobriria o que encontrariam.
Ele não se deixou pensar muito tempo no fato de que Elide carregava uma chave de Wyrd. Que ela estava tentando levá-la para seu inimigo. Talvez o poder dele estivesse levando-o para isso – para ela.
E então ele teria duas chaves, se jogasse bem suas cartas.
Se ele fosse mais esperto e mais rápido e mais cruel do que os outros.
Em seguida, a parte mais perigosa de todas: viajar com duas chaves em seu poder para o coração de Morath, para caçar a terceira. Velocidade seria a sua melhor aliada e a única chance de sobrevivência.
E ele provavelmente nunca veria Elide ou qualquer um dos outros novamente.
Eles finalmente abandonaram a barca de manhã, enchendo suas mochilas com quaisquer suprimentos que coubessem antes de sair através das gramas ondulantes. Horas depois, a respiração de Elide estava irregular enquanto subiam uma colina íngreme e profunda na planície. Ele estava farejando sal há dois dias – eles tinham que estar perto da borda dos pântanos. Elide engoliu em seco, e ele passou-lhe o cantil à medida que chegavam ao cume da colina.
Mas Elide parou, braços pendendo em seus lados.
E o próprio Lorcan congelou ao que se espalhava diante deles.
— Que lugar é esse? — Elide sussurrou, como se com medo de que a própria terra pudesse ouvir.
Tanto quanto os olhos podiam ver, até o horizonte, a terra tinha afundado uns bons nove metros – uma quebra brutal a partir da borda do penhasco, não do monte em que eles estavam, como se algum deus furioso tivesse afundado um pé em toda a planície e deixado uma marca.
Água salobra prateada cobria a maior parte, ainda como um espelho, interrompido apenas por ilhas verdejantes e montes de terra – e ruínas, ruínas requintadas.
— Este é um lugar ruim — Elide sussurrou. — Não deveríamos estar aqui.
De fato, os pelos em seus braços tinham arrepiado, todos os instintos em alerta enquanto examinava os pântanos, as ruínas, os arbustos, a folhagem espessa que sufocara algumas das ilhas.
Mesmo o deus da morte interrompeu sua cutucada e sumiu atrás do ombro de Lorcan.
— O que você sente?
Os lábios dela estavam pálidos.
— Silêncio. Vida, mas esse... silêncio. Como se...
— Como se o quê? — Ele perguntou.
As palavras dela eram um tremor de ar.
— Como se todas as pessoas que viveram aqui, há muito tempo, ainda estivessem presas dentro... ainda... lá embaixo — ela apontou para uma ruína, uma cúpula curvada parte do que provavelmente fora um salão anexado à torre. Um palácio. — Não acho que este seja um lugar para os vivos, Lorcan. Os animais nessas águas... não acho que eles tolerem invasores. Nem os mortos.
— É a pedra ou a deusa a observa que está lhe dizendo essas coisas?
— É meu coração que murmura um aviso. Anneith está silenciosa. Não acho que ela queira estar em qualquer lugar próximo. Não acho que ela vai seguir.
— Ela foi para Morath, mas não para cá?
— O que está dentro desses pântanos? — ela perguntou. — Por que Aelin se dirigiu para eles?
Essa, ao que parecia, era a pergunta. Se eles perceberam, sem dúvida a rainha e Whitethorn sentiriam aquilo, também – e só uma grande recompensa ou ameaça os traria aqui.
— Eu não sei — admitiu. — Não há cidades ou postos avançados existentes em qualquer lugar nas proximidades. — No entanto, este era o lugar onde o deus negro o levou, e onde aquela mão ainda o empurrava para se aventurar, mesmo que tremesse.
Nada além de ruínas e folhagem densa nessas várias pequenas ilhas verdes a partir de tudo que habitava debaixo da água vítrea.
Mas Lorcan obedeceu ao deus cutucando o ombro e levou a Senhora de Perranth adiante.



— Quem viveu aqui? — perguntou Elide, olhando para o rosto desgastado pelo tempo da estátua que se projetava de uma parede de pedra quase entrando em colapso. Ele pendia da borda externa da pequena ilha que estavam, e a mulher salpicada de musgo esculpida lá não deixava dúvidas de que uma vez fora bonita, bem como um pouco de apoio para vigas e um telhado que apodrecera desde então. Mas o véu com que ela fora retratada agora parecia uma mortalha. Elide estremeceu.
— Este lugar foi esquecido e destruído séculos antes de eu nascer — disse Lorcan.
— Será que pertence a Eyllwe?
— Foi parte de um reino agora desaparecido, um povo perdido que vaga e mescla com os de diferentes terras.
— Eles devem ter sido muito talentosos, se construíram esses belos edifícios.
Lorcan grunhiu em acordo. Fazia dois dias que avançavam lentamente através dos pântanos – sem sinal de Aelin. Tinham dormido no abrigo das ruínas, embora nenhum deles realmente tivesse alcançado o verdadeiro descanso. Os sonhos de Elide tinham sido preenchidos com os rostos pálidos e olhos leitosos de pessoas que ela nunca conhecera, clamando em súplica quando a água entrava goela abaixo, e em seus narizes. Mesmo acordada, ela podia vê-los, ouvir os seus gritos no vento.
Apenas a brisa através das pedras, Lorcan resmungara naquele primeiro dia.
Mas ela tinha visto em seus olhos. Ele ouvia os mortos, também.
Ouvia o estrondo do cataclismo que fizera a terra debaixo deles descer, ouvia a água correndo que devorava todos antes que pudessem correr. Animais curiosos do mar e do pântano e do rio convergiram nos anos seguintes, tornando as ruínas um terreno de caça, banqueteando-se um com o outro quando os corpos encharcados vinham à tona. Mudando, adaptando – ficando maiores e mais inteligentes do que seus antepassados.
Foi graças a essas bestas que demorou tanto tempo para atravessarem os pântanos. Lorcan examinava a água ainda em quantidade entre aquelas ilhas de segurança. Às vezes era limpa para percorrer, a água salgada na altura do peito. Às vezes não.
Às vezes, até mesmo as ilhas não eram seguras. Agora por duas vezes, ela tinha visto uma longa cauda escamada – banhada como uma armadura – correndo para trás de uma parede de pedra ou uma coluna quebrada. Três vezes ela vira grandes olhos dourados, fendidos até a pupila, observando das laterais de juncos.
Lorcan a colocava num ombro e corria sempre que eles percebiam que não estavam sozinhos.
Depois havia as cobras – que gostavam de oscilar nas árvores esquálidas que lutavam por uma existência nas ilhas. E os incessantes mosquitos que picavam, nada comparados com as nuvens de insetos que às vezes os perseguia por horas. Ou até Lorcan enviar uma onda de seu poder escuro e todos eles caírem para a terra em uma chuva escura.
Mas toda vez que ele matava... ela sentia o tremor na terra. Não um temor... mas como se estivesse despertando. Ouvindo.
Querendo saber quem se atrevia a pisar nela.
Na quarta noite, Elide estava tão cansada, tão no limite, que queria choramingar quando deram em um santuário raro: um salão em ruínas, com parte de seu mezanino intacto. Era aberto para o céu, e as videiras preenchiam as três paredes, mas a escada de pedra era sólida – e distante o suficiente da ilha para que nada pudesse rastejar para fora da água e chegar em cima deles. Lorcan arrumara a base e topo das escadas com fios de cipós e galhos – para alertá-los caso qualquer animal deslizasse até os degraus.
Eles não se atreveram a arriscar uma fogueira, mas estava quente o suficiente para que ela não sentisse falta disso. Deitada ao lado de Lorcan, o corpo dele uma parede sólida entre ela e a pedra à esquerda, Elide observava as estrelas cintilantes, o zumbido sonolento de insetos zumbindo constantemente em seus ouvidos. Algo rugiu à distância.
Os insetos pausaram. O pântano pareceu voltar sua atenção para aquele rugido feral, profundo.
Lentamente, a vida retomou novamente – embora mais calma. Lorcan murmurou:
— Durma, Elide.
Ela engoliu em seco, seu medo deixando o sangue mais espesso.
— O que foi isso?
— Um dos animais... ou um chamado de acasalamento ou aviso territorial.
Ela não queria saber quão grande eles eram. Vislumbres de olhos e caudas eram suficientes.
— Conte-me sobre ela — Elide sussurrou. — A sua rainha.
— Duvido que isso vá ajudá-la a dormir melhor.
Ela se virou para o outro lado, encontrando-o deitado de costas, olhando para o céu.
— Será que ela vai realmente matá-lo pelo o que você fez? — um aceno de cabeça. — No entanto, você corre esse risco... por causa dela. — Ela apoiou a cabeça com um punho. — Você a ama?
Aqueles olhos, mais escuros do que as lacunas entre as estrelas, deslizaram para ela.
— Eu estive apaixonado por Maeve desde que coloquei os olhos sobre ela.
— Você é... você é seu amante? — Ela não se atrevia a perguntar, não queria realmente saber.
— Não. Eu ofereci uma vez. Ela riu de mim pela insolência — sua boca apertou. — Então, eu me tornei inestimável de outras maneiras.
Mais uma vez, aquele rugido distante que silenciou o mundo por alguns instantes. Estava mais perto, ou imaginação sua? Quando ela olhou para ele, os olhos de Lorcan estavam em sua boca.
— Talvez ela use o seu amor para vantagem própria — ela falou. — Talvez seja de seu melhor interesse arrastá-lo junto. Talvez ela mude de ideia quando você parecer mais propenso a... deixá-la.
— Eu sou juramentado pela sangue a ela. Nunca vou deixá-la.
O peito dela doeu àquela afirmação.
— Então ela pode ficar tranquila sabendo que você definhará atrás dela pela eternidade.
As palavras saíram mais cortantes do que pretendia, e ela se obrigou a olhar para as estrelas, mas Lorcan segurou seu queixo, mais rápido do que ela pôde ver. Ele olhou nos olhos dela, examinando.
— Não cometa o erro de acreditar que eu seja um tolo romântico. Não guardo qualquer resquício de esperança por ela.
— Então isso não parece, amor afinal.
— E o que você sabe sobre o amor? — ele estava tão perto, tinha se aproximado sem que ela percebesse.
— Eu acho que o amor deve fazer você feliz — Elide falou, lembrando-se de sua mãe e de seu pai. Quantas vezes eles tinham sorrido e rido, como haviam se entreolhado. — Ele deve fazê-lo a melhor versão possível de si mesmo.
— Você está insinuando que não sou nenhuma dessas coisas?
— Não acho que você saiba nem mesmo o que é felicidade.
Seu rosto ficou sério – pensativo.
— Eu não me importo... de estar perto de você.
— Isso é um elogio?
Um meio sorriso atravessou seu rosto talhado a granito. E ela queria... queria tocá-lo. Aquele sorriso, aquela boca. Com os dedos, seus próprios lábios. Tornava-o mais jovem, o deixava... bonito.
Então, ela estendeu a mão com os dedos trêmulos e tocou seus lábios.
Lorcan congelou, ainda meio em cima dela, seus olhos solenes e atentos.
Ela traçou os contornos de sua boca, encontrando a pele ali macia e quente, um contraste com as palavras duras que normalmente saíam dali.
Ela alcançou o canto externo dos seus lábios, e ele virou o rosto em sua mão, descansando a bochecha áspera contra sua palma. Seus olhos, as pálpebras pesadas quando ela roçou o polegar sobre o plano duro da maçã do rosto.
— Eu o esconderei — Elide sussurrou. — Em Perranth. Se você... se fizer o que precisa fazer, e precisar de um lugar para ir... você teria um lugar lá. Comigo.
Os olhos dele se abriram, mas não havia nada duro, nada frio, na luz que brilhava ali.
— Eu seria um homem desonrado... isso refletiria negativamente sobre você.
— Se alguém pensar isso, não terá lugar em Perranth.
Sua garganta fechou.
— Elide, você precisa...
Mas ela se levantou um pouco, substituindo pela boca o local onde seus dedos haviam estado.
O beijo foi suave e silencioso, e breve. Apenas uma passagem de seus lábios contra os dele.
Ela pensou que Lorcan poderia estar tremendo quando se afastou. Quando o calor floresceu por todo o seu rosto. Mas ela se obrigou a dizer, surpresa ao descobrir a voz firme:
— Você não precisa me responder agora. Ou nunca. Pode aparecer na minha porta daqui dez anos, e a oferta ainda permaneceria. Há um lugar para você em Perranth... se algum dia precisar ou desejar por ele.
Algo como agonia ondulou em seus olhos, a expressão mais humana que ela vira naquele rosto.
Mas ele se inclinou para frente, e apesar dos pântanos, apesar do que se reunia no mundo, pela primeira vez em dez anos, Elide encontrou-se sem medo quando Lorcan acariciou seus lábios com os dele. Sem medo de qualquer coisa enquanto ele fazia aquilo de novo, beijando um canto de sua boca, depois o outro.
Esses beijos suaves, pacientes – suas mãos igualmente, de modo que acariciavam o cabelo para trás da testa, quando elas se arrastaram sobre seus quadris, suas costelas. Ela ergueu as próprias mãos para o rosto dele e passou os dedos em seu cabelo sedoso enquanto arqueava-se contra ele, querendo o peso de seu corpo sobre o dela.
A língua de Lorcan roçou a linha de sua boca, e Elide ficou maravilhada com quão natural era a sensação de se abrir para ele, como seu corpo cantou ao contato, a dureza dele contra sua suavidade. Lorcan gemeu na primeira carícia de sua língua contra a dela, seus quadris roçando contra os dela de uma maneira que fez o calor queimar através dela, fez seu próprio corpo ondular contra o dele, em resposta e demanda.
Ele beijou-a mais profundamente a essa demanda pedido, uma mão deslizando para baixo para agarrar sua coxa, abrindo as pernas um pouco mais para que ele pudesse se instalar totalmente entre elas. E quando ele todo se alinhou com ela... ela estava ofegante, percebeu, quando se apoiou contra ele, enquanto Lorcan atacava sua boca com a dele e beijava sua mandíbula, pescoço, orelha. Ela estava tremendo – não de medo, mas de necessidade quando Lorcan respirou seu nome mais e mais sobre sua pele.
Como uma oração, era assim que o nome dela soava naqueles lábios. Ela tomou seu rosto entre as mãos, encontrando seus olhos ardentes, sua respiração irregular como a dela própria.
Elide se atreveu a passar os dedos de seu rosto para o pescoço, logo abaixo da gola da camisa. Sua pele era como seda aquecida. Ele estremeceu com o toque, a cabeça curvando-se para que seu cabelo escuro derramasse sobre a testa, e seus quadris dirigiram-se para os dela apenas o suficiente para que um pequeno suspiro saísse dela. Mais, ela percebeu – ela queria mais.
Seus olhos encontraram os dela em uma pergunta silenciosa, a mão parada sobre a pele acima de seu coração. Ele batia furiosamente, batidas ensurdecedoras.
Ela levantou a cabeça para beijá-lo, e quando a boca encontrou a dela novamente, ela sussurrou sua resposta...
A cabeça de Lorcan se ergueu. Ele estava instantaneamente de pé, girando na direção nordeste. Onde uma escuridão começava a se espalhar através das estrelas, apagando-as uma por uma.
Qualquer resquício de calor, de desejo, piscou para fora dela.
— Isso é uma tempestade?
— Precisamos correr — disse Lorcan. Mas era a calada da noite, o amanhecer estava a pelo menos seis horas de distância. Atravessar os pântanos agora...
Mais e mais estrelas foram engolidas por aquela escuridão.
— O que é isso?
Aquilo se espalhava mais a cada batimento cardíaco. Vindo à distância, até mesmo os animais do pântano pararam de rugir.
— Ilken — Lorcan murmurou. — É um exército de ilken.
Elide sabia que eles não estavam vindo por ela.

21 comentários:

  1. Eeeeeeeeu tô embalsamada com esse capítulo!!! Meu core não aguenta tanta emoção! Omg kkk

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  2. Eita!Esse livro tá bem quentinho

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  3. Sério, se a autora escrever tudo isso sobre o Lorcan e a Elide e depois matar ele eu vou me sentir bem ofendida

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  4. Senhor, senhor! Ninguém nunca leu o fim das sagas da Saraah (teoricamente) e a gente não sabe o que esperar, exatamente, dos capítulos seguintes (incluindo o próximo). Se ela é do tipo de final feliz ou dos tipos tristes e solitários carregados de morte (isso soou bem profundo). Quem morre? Lalala

    -B.Bunny

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  5. NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO, NÃO NÃO, PQ MANO? PQ???? TINHA Q APARECER ESSES BIXOS LOGO AGORA?? -_- AEEEEEEEEE FINALMENTE, PELO MENOS SE BEIJARAM *-* VIVA O AMOOORRR <333
    sério mano, se acontecer alguma coisa com o Lorcan, meu coração ficará em pedaços e eu vou caçar a autora até as profundezas do Tártaro se for preciso *^*

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  6. se essa escritora matar meus casais , vai ganhar um belo de um esculacho , e vai perder uma leitora TT

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  7. Tá, agora eu penso, armadilha, espero está enganada. Vamos adiante 😱

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  8. MEU DEUS EU MORRI COM ESSE CAPÍTULO E REVIVI DE NOVO PQP

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  9. Manos, eu shippo tanto esses casais. Manon e Dorian. Aedion e Lysandra. Elide e Lorcan. Rowan e Aelin (obviamente) e Chaol e Nesryn. E, pelo que aconteceu com Sorscha, que eu tbm shippava (sim, sou muito influenciável), percebo que essa autora não tem dó de personagem, não tem finais completamente felizes. Então, se preparem, porque vai dar merda e vai doer muito.

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  10. Merda..... Logo agora esses monstros chegam... Vai atrapalhar outro... Kkk
    Que bonitinho eles dois!!!! ❤❤❤

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  11. O melhor dos capítulos é rir nos comentários hauahauah

    Lorcan, me protege também, estou in love com você! <3

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  12. O melhor dos capítulos é rir nos comentários! Hauahau demais

    Lorcan, me protege, estou in love com você! <3

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  13. E pronto.... Elide raspou o último dos pelos do coração peludo do Lorcan
    Éééééé o amooooorrrr que mexe cá minha cabeça e me deixa aaaassiiim...😍😍😍🤗🤗🤗
    Maaaas daí pra caba cá nossa alegria... um exército de iken... aaafffff Raziel que chute no saco hein quando eles tavam se animando.... Kkk
    Se matarem o Lorcan... n me responsabilizo pelos meus atos

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  14. Eu tô rindo muito. Esse capítulo foi quase a primeira vez da Aelin (Celaena na época) com o Chaol: se beijaram uma vez e partiram logo pra ação. Pena que não conseguiram passar das preliminares.
    Shopping muito esse casal.

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  15. merda,o exercito de ilken não poderia atacar depois,quem sabe depois deles se pegarem

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  16. Eu quero ver mais Manon e Dorian nessa bagaça, cadê ??

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  17. Com certeza foi influencia de ACOTAR pq nos outros livros n tinha nada disso... Mas quem ta reclamando n é mesmo ? Umas cenas n faz mal a ngm 😀

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    1. Pois é, foi meu primeiro pensamento! Kkkkk tudo culpa de ACOTAR
      Mas eu reclamo sim.. Acho que ela exagerou nesse livro. Tinha que ser uma cena ou outra, não todo mundo se pegando

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  18. Sarah, pelo amor ninguem merece morrer virgem né migis.
    Adoroooooooo

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Boa leitura :)