30 de janeiro de 2017

Capítulo 50

— Como você me encontrou? — Elide sussurrou, o fedor do ilken quase suficiente para fazê-la vomitar.
Seu tio levantou-se em um movimento fluido, sem pressa, endireitando sua túnica verde.
— Fazer perguntas para comprar tempo para si mesma? Inteligente, mas esperado. — Ele apontou com o queixo para a criatura. Ele soltou um som baixo, um clique gutural.
A porta se abriu atrás dele, revelando dois outros ilken agora lotando a sala com as suas asas e rostos hediondos. Oh deuses. Oh, deuses.
Pense pense pense pense pense.
— Seu companheiro, da última vez que ouvimos, estava colocando suprimentos em seu barco e indo embora. Você provavelmente devia ter-lhe pagado mais.
— Ele é meu marido — ela assobiou. — Você não tem o direito de me tirar dele. Nenhum — porque uma vez que ela fosse casada, a guarda de Vernon sobre sua vida terminava.
Vernon soltou uma risada baixa.
— Lorcan Salvaterre, segundo tenente de Maeve, é o seu marido? Realmente, Elide. — Ele acenou com a mão preguiçosa para o ilken. — Partimos agora.
Lute agora – agora, antes de terem a chance de levá-la, levá-la para longe.
Mas para onde correr? A estalajadeira a vendera, alguém tinha traído sua localização neste rio...
O ilken a arrastou. Ela plantou os calcanhares nas ripas de madeira, seria pouco, mas o melhor a fazer.
Ele soltou uma risada baixa e trouxe sua boca para sua orelha.
— Seu sangue cheira limpo.
Ela recuou, mas ele segurou-a com força, a língua acinzentada fazendo cócegas ao lado de seu pescoço. Maldição, ela ainda não podia fazer nada, uma vez que eles a viraram para o corredor e para os dois ilken à espera nele. Para a porta dos fundos, a menos de dez passos de distância, já aberta para a noite além.
— Você vê do que a mantive longe em Morath, Elide? — Vernon cantarolou, andando atrás deles. Ela bateu os pés no chão de madeira, mais e mais, esticando-se para a parede, por qualquer coisa para ter força para empurrar e lutar contra ...
Não.
Não.
Não.
Lorcan a tinha deixado – ele conseguira tudo o que precisava dela e fora embora. Ela tinha demorado, trouxera inimigo após inimigo atrás dele.
— E o que você vai fazer de volta em Morath — Vernon refletiu — agora que Manon Bico Negro está morta?
O peito de Elide se abriu para as palavras. Manon...
— Eviscerada por sua própria avó e atirada da Torre da Fortaleza por sua desobediência. Claro, eu vou protegê-la das suas parentes, mas... Erawan estará interessado em saber o que você andou fazendo. No que você... tirou de Kaltain.
A pedra no bolso de sua jaqueta.
Ela vibrava e sussurrava, desperta enquanto ela resistia.
Ninguém na estalagem, agora silenciosa na extremidade oposta do corredor se incomodou em dobrar a esquina e investigar o silêncio gritante. Outro ilken apareceu à vista logo além da porta dos fundos aberta.
Quatro deles. E Lorcan a tinha deixado...
A pedra em seu peito começou a ferver.
Mas uma voz que era jovem e antiga, sábia e doce, sussurrou: Não a toque. Não a use. Não a reconheça.
Aquilo ficara dentro de Kaltain – a levara à loucura. Fizera dela uma... concha.
Uma concha para outra coisa preencher.
A porta aberta se aproximava.
Pense pense pense.
Ela não conseguia respirar o suficiente para pensar, o fedor do ilken em torno dela prometendo os tipos de horrores que ela suportaria quando chegassem de volta em Morath...
Não, ela não iria. Ela não permitiria que a levassem, quebrassem e usassem...
Uma chance. Ela teria uma chance.
Não, sussurrou a voz em sua cabeça. Não...
Mas havia uma faca na cintura de seu tio enquanto ele os ultrapassava e saía pela porta. Era tudo o que ela precisava. Ela tinha visto Lorcan fazê-lo o suficiente, enquanto caçava.
Vernon parou no pátio dos fundos, uma caixa de ferro grande e retangular esperando diante dele.
Havia uma pequena janela nela.
E alças em dois dos lados.
Ela sabia sua função quando ilken os outros três se posicionaram em torno da caixa.
Eles iriam empurrá-la para dentro, trancar a porta, e voar de volta para Morath.
A caixa era pouco maior do que um caixão de pé.
A porta já estava aberta.
O ilken teria de soltá-la para jogá-la lá dentro. Por um instante, eles soltariam. Ela teria que usá-lo para sua vantagem.
Vernon vadiou ao lado da caixa. Elide não se atreveu a olhar para a faca.
Um soluço rompeu de sua garganta. Ela iria morrer aqui – neste pátio sujo, com aquelas coisas terríveis ao seu redor. Ela nunca veria o sol novamente, ou riria, ou ouviria música...
O ilken agitou ao redor da caixa, asas farfalhando.
Cinco passos. Quatro. Três.
Não, não, não, a voz sábia implorou a ela.
Ela não seria levada de volta para Morath. Ela não permitiria que a tocassem e corrompessem...
O ilken empurrou-a para frente, um golpe violento que pretendia mandá-la cambaleando para a caixa.
Elide girou, batendo de frente na borda em vez disso, o nariz esmagado, mas virou-se para seu tio. Seu tornozelo rugiu quando colocou peso sobre ele para se arremessar para a faca em sua cintura.
Vernon não teve tempo para perceber o que ela pretende assim que ela virou a faca livre da bainha em seu quadril. Conforme ela virou a faca entre os dedos, a outra mão envolvendo o cabo.
Enquanto os ombros se curvavam para dentro, seu peito formando um côncavo, ela trouxe a lâmina para casa.



Lorcan tinha o tiro mortal.
Escondido no nevoeiro, os quatro ilken não poderiam detectá-lo quando o homem que ele tinha certeza ser o tio de Elide mandou o ilken arrastá-la em direção àquela caixa prisão.
Foi nela que Lorcan afiara seu machado.
Elide estava soluçando. Em terror e desespero.
Cada som aguçou sua raiva em algo tão letal que Lorcan mal conseguia ver direito.
Em seguida, o ilken jogou-a para a caixa de ferro.
E Elide provou que não estava blefando na sua pretensão de nunca mais voltar a Morath.
Ouviu-a quebrar o nariz quando atingiu a borda da caixa, ouviu o grito de seu tio de surpresa quando ela se recuperou e se lançou para ele...
E agarrou seu punhal. Não o matou.
Pela primeira vez em cinco séculos, Lorcan conheceu o verdadeiro medo quando Elide virou a faca para si mesma, a lâmina angulada para mergulhar em seu coração.
Ele atirou o machado.
Quando a ponta do punhal perfurou o couro sobre as costelas dela, o cabo de madeira de seu machado bateu em seu pulso.
Elide caiu com um grito, a adaga voando longe...
Lorcan já se movia quando eles se viraram na direção de onde ele havia pousado no telhado. Ele saltou para o mais próximo, para as armas que ele tinha colocado lá minutos antes, sabendo que eles emergiriam daquela porta...
Sua próxima lâmina atravessou a asa de um ilken. Em seguida, correu para outro antes que fosse apontada a sua localização. Mas Lorcan já estava correndo para o terceiro na cobertura na beira do pátio. Para a espada que ele tinha deixado lá. Ele atirou-a direito através do rosto do mais próximo.
Dois a esquerda, juntamente com Vernon, gritando agora para que enfiassem a menina na caixa...
Elide corria como o inferno para o beco estreito saindo do pátio, não para a rua larga. O beco, estreito demais para o ilken caber, especialmente com todos os detritos e lixo espalhados por toda parte. Boa menina.
Lorcan saltou e rolou para o próximo telhado, para os dois punhais restantes.
Ele os atirou, mas o ilken já tinha aprendido o seu objetivo, o seu estilo de jogo.
Eles não tinham aprendido o de Elide.
Ela não tinha ido para o beco apenas para se salvar. Ela fora atrás do machado.
E Lorcan observou quando aquela mulher aproximou-se por trás do ilken distraído e levou o machado contra suas asas.
Com um pulso lesionado. Com o nariz vazando sangue pelo rosto.
O ilken gritou, batendo para agarrá-la, mesmo quando caiu de joelhos.
Onde ela queria.
O machado estava balançando novamente antes daquele grito terminar.
O som foi cortado um batimento cardíaco mais tarde quando a cabeça da criatura saltou para as pedras.
Lorcan pulou para fora do telhado, seguindo para o ilken restante agora rosnando para ela. Mas este firou e correu para onde Vernon estava agachado ao lado da porta, seu rosto pálido.
Soluçando, seu próprio sangue pulverizado sobre as pedras, Elide girou em direção a seu tio, também. Machado já erguido.
Mas o ilken chegou no tio dela, pegou-o nos braços fortes, e lançou-se com sua carga para o céu.
Elide atirou o machado de guerra de qualquer jeito.
Errou a asa do ilken por um sussurro de vento.
O machado bateu com as pedras da calçada, arrancando uma lasca de rocha. Bem perto do ilken com as asas desfiadas – agora rastejando em direção à saída do pátio.
Lorcan observou quando Elide pegou o machado e caminhou em direção aos silvos da besta quebrada.
Ele atacou-a com suas garras. Elide evitou facilmente o ataque.
A besta gritou quando ela pisou no seu braço destruído, impedindo o seu rastejar para a liberdade. Quando ficou em silêncio, ela disse em uma voz calma e impiedosa, que ele nunca a ouvira usar – clara, apesar do sangue entupindo uma narina:
— Quero que Erawan saiba que da próxima vez que ele enviar um bando de cães atrás de mim, retribuirei o favor. Quero que Erawan saiba que a próxima vez que eu vê-lo, vou esculpir o nome de Manon em seu maldito coração. — As lágrimas rolaram pelo rosto dela, em silêncio e sem fim quando a ira agora moldava suas feições em uma coisa poderosa e de beleza terrível. — Mas parece que esta não é realmente a sua noite — Elide disse ao ilken, erguendo o machado novamente sobre um ombro. O ilken poderia choramingar quando ela sorriu severamente. — Porque é preciso apenas um para entregar uma mensagem. E seus companheiros já estão a caminho.
O machado desceu.
Carne e osso e sangue derramaram sobre as pedras.
Ela ficou ali, olhando para o corpo, o sangue fumegante que avançou a partir daquele pescoço.
Lorcan, talvez um pouco aturdido, se aproximou e tomou o machado das mãos dela. Como ela fora capaz de usá-lo com o pulso dolorido...
Ela chiou e gemeu com o movimento. Como se qualquer força que houvesse corrido através de seu sangue tivesse desaparecido, deixando apenas dor para trás.
Ela agarrou seu pulso, totalmente em silêncio enquanto ele circulava os ilken mortos e cortava as cabeças de seus corpos. Um após o outro, recuperando suas armas enquanto andava.
As pessoas dentro da pousada estavam se mexendo, espantados com o ruído, se perguntando se era seguro sair para ver o que tinha acontecido com a menina que tinham traído de bom grado.
Por um instante, Lorcan debateu dar fim à estalajadeira.
— É morte o suficiente — Elide falou.
Lágrimas riscavam através do sangue negro espirrado em suas bochechas – sangue que era uma paródia no punhado de sardas. Sangue, vermelho e puro, corria de seu nariz cascateando sobre sua boca e queixo, já inchando.
Assim, ele embainhou o machado e pegou-a nos braços. Ela não se opôs.
Ele a levou até a cidade envolta em nevoeiro, para onde o barco estava amarrado. Já os espectadores se reuniram, sem dúvida, para roubar seus suprimentos ao que o ilken se fora. Um grunhido de Lorcan os fez deslizar em meio à névoa.
Assim que ele entrou na barca, o barco balançando debaixo dele, Elide disse:
— Ele me disse que você me deixou.
Lorcan ainda não a colocou no chão, segurando-a no ar com um braço enquanto desamarrava as cordas.
— Você acreditou nele.
Ela limpou o sangue do rosto, em seguida, fez uma careta para o pulso contundido – e pelo nariz quebrado. Ele teria que endireitá-lo. Mesmo assim, poderia muito bem ficar ligeiramente curvado para sempre. Ele duvidava que ela se importasse. Sabia que ela, talvez, visse o nariz torto que como um sinal de que ela lutou e sobreviveu.
Lorcan a colocou no chão, finalmente, no topo da caixa de maçãs – exatamente onde ele podia vê-la. Ela sentou-se em silêncio enquanto ele assumia o leme e os empurrava para longe da doca, partindo daquela cidade detestável, feliz pela cobertura da névoa à medida que derivavam à jusante. Talvez pudessem ter recursos para mais dois dias sobre o rio antes que tivessem que cortar o interior para sacudir todos os inimigos atrás deles. Ainda bem que estavam perto o suficiente de Eyllwe agora para chegar em questão de dias à pé.
Quando não havia nada além de névoa flutuando e o dobramento do rio contra o barco, Lorcan falou novamente.
— Você não teria parado aquele punhal.
Ela não respondeu, e o silêncio se tornou longo o suficiente para que ele se virasse onde ela estava pousada no caixote.
Lágrimas rolavam pelo seu rosto enquanto ela olhava para a água.
Ele não sabia como consolar, como acalmá-la – não da maneira que ela precisava.
Então, ele prendeu o leme e sentou-se ao lado dela no caixote, a madeira gemendo.
— Quem é Manon?
Ele tinha ouvido a maior parte do que Vernon assobiara dentro daquela sala de jantar privada enquanto montava sua armadilha no pátio, mas alguns detalhes lhe escaparam.
— A Líder Alada da legião Dentes de Ferro — Elide respondeu com a voz trêmula, as palavras grossas por causa do sangue entupindo o nariz.
Lorcan fez um tiro no escuro.
— Ela foi quem a colocou para fora. Naquele dia... é por causa dela que você tem os couros de bruxa, porque acabou vagando por Carvalhal.
Um aceno de cabeça.
— E Kaltain... quem era ela? — a pessoa que tinha lhe dado aquela coisa que ela carregava.
— Amante de Erawan... sua escrava. Ela tinha a minha idade. Ele colocou a pedra dentro de seu braço e fez dela uma fantasma viva. Ela ganhou tempo para mim e Manon corrermos; ela incinerou mais de Morath no processo, e a si mesma.
Elide mexeu em sua jaqueta, sua respiração grossa com lágrimas ainda correndo pelo rosto. Lorcan prendeu a respiração enquanto ela tirava um pedaço de tecido escuro.
O cheiro prendendo-se àquilo era feminino, estranho – quebrado, triste e frio. Mas havia outro cheiro por baixo, que ele conhecia e odiava...
— Kaltain pediu para eu entregar isso para Celaena... não Aelin — Elide disse, balançando com suas lágrimas. — Porque Celaena... ela deu-lhe um manto quente em um calabouço frio. E eles não deixaram Kaltain levar o manto com ela quando a trouxeram para Morath, mas ela conseguiu guardar esse pedaço. Para lembrar de retribuir a bondade para Celaena. Mas... que tipo de presente é essa coisa? O que é isso?
Ela se afastou o pano dobrado, revelando um pedaço escuro de pedra.
Cada gota de sangue em seu corpo ficou frio e quente, acordado e morto.
Ela estava chorando em silêncio.
— Por que isto é pagamento? Meus ossos dizem para não tocá-lo. Meu... uma voz me disse para não pensar nisso...
Aquilo estava errado. A coisa em sua mão bonita e suja era errada. Isso não pertencia a aqui, não deveria estar aqui...
O deus que o vigiaram toda a sua vida tinha recuado.
Até a morte temia aquilo.
— Guarde isso — ele falou asperamente. — Agora mesmo.
Fechando a mão, ela fez isso. Somente quando aquilo estava escondido dentro de sua jaqueta ele falou:
— Vamos limpá-la em primeiro lugar. Consertar seu nariz e punho. Eu vou te contar o que sei enquanto isso.
Ela assentiu com a cabeça, o olhar sobre o rio.
Lorcan estendeu a mão, segurando seu queixo e forçando-a a olhar para ele. Olhos sombrios e sem esperança encontraram os seus. Ele afastou uma lágrima com o polegar.
— Eu fiz uma promessa de protegê-la. Eu não vou quebrá-la, Elide.
Ela tentou se afastar, mas ele agarrou-a um pouco mais forte, mantendo os olhos sobre ele.
— Eu sempre vou te encontrar — ele jurou.
A garganta dela tremeu.
Lorcan sussurrou:
— Eu prometo.



Elide vasculhou tudo que Lorcan tinha dito a ela enquanto limpava seu rosto, inspecionava seu nariz e pulso, envolvendo o último em pano macio, e rapidamente, mas não violentamente, consertando seu nariz.
Chaves de Wyrd. Portões de Wyrd.
Aelin tinha uma chave de Wyrd. Estava à procura de outras duas.
Logo seria apenas uma, uma vez que Elide lhe entregasse a chave que carregava.
Duas chaves – contra uma. Talvez eles ganhassem esta guerra.
Mesmo que Elide não soubesse como Aelin poderia usá-las e não destruir a si mesma. Mas... ela deixaria isso com a outra. Erawan podia ter os exércitos, mas se Aelin tivesse as duas chaves...
Ela tentou não pensar em Manon. Vernon tinha mentido sobre Lorcan deixá-la – para quebrar o seu espírito, fazer com que ela viesse de boa vontade. Talvez Manon não estivesse morta, também.
Ela não acreditaria até que tivesse provas. Até que o mundo inteiro gritasse para ela que a Líder Alada se fora.
Lorcan estava de volta na proa no momento em que ela voltou para fora, vestindo uma das camisas dele enquanto seus couros secavam. Seu pulso latejava, uma dor insistente e maçante, seu rosto não estava melhor e Lorcan prometera que ela provavelmente teria um olho roxo, mas... sua cabeça estava limpa.
Ela veio ao lado dele, observando-o empurrar o mastro contra o fundo lamacento do rio.
— Eu matei aquelas coisas.
— Você fez um bom trabalho lá — disse ele.
— Eu não me arrependo.
Escuros, olhos imortais deslizaram para ela.
— Bom.
Ela não sabia por que falou aquilo, por sentir uma necessidade ou por não valer nada para ele em tudo, mas Elide ficou na ponta dos pés, beijou a barba por fazer em sua bochecha áspera, e disse:
— Eu sempre vou te encontrar, também, Lorcan.
Ela o sentiu olhando para ela, mesmo quando ela subiu na cama minutos mais tarde.
Quando acordou, faixas limpas de linho para seu ciclo estavam ao lado da cama.
Feitas da própria camisa dele, lavada e seca durante a noite – agora cortadas para ela usar conforme o quisesse.

28 comentários:

  1. Ahhhhhh! Como um personagem pode mudar de muito odiado para o amor da minha vida? Se ele morrer eu vou ficar numa bad tão grande...

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    1. Faço das suas as minhas palavas....


      Nossa, como o amor pode mudar as pessoas.... mas tenho a sensação de que ele só vai ser assim com ela... pro resto vai ser o foda-se de sempre

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  2. Definitivamente eu gosto muito desses dois♥

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  3. Esses dois tão acabando com o meu psicológico meodeos!!!!! Lorcan eu tô te amando.
    As trezes não estão mortas!!!!

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  4. Pensando um pouco quase todos aqueles que eu odiei agora não odeio mais tipo o rei de ardalan ,rowan (eu não fui com a cara dele no inicio) e agora lorcan

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    1. Lysandra,Manon,etc...

      Ass•analu

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  5. Eu tô pirando com esses dois, meodeos socorro *0* eu odiava o Lorcan, mas agora ele é outro amor da minha vida, como não shippar esses dois? <3333
    #Elican

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  6. E Lorcan observou quando aquela mulher aproximou-se por trás do ilken distraído e levou o machado contra suas asas.
    Com um pulso lesionado. Com o nariz vazando sangue pelo rosto.
    O ilken gritou, batendo para agarrá-la, mesmo quando caiu de joelhos.
    Onde ela queria.
    O machado estava balançando novamente antes daquele grito terminar.


    ISSO SE CHAMA TPM MEUS AMIGOS KKKKKKKK

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    1. Gente, agora entendi tudo era TPM Kkkkkkkk Erawan que não se cuide pra ver ashuashuashua

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    2. Kkkkk Pior é que o exército da Aelin é composto por grande parte de aliadas fêmeas poderosas.

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    3. Kkkk imagina todas juntas, Manon, Aelin, Lilysandra, Elide kkkk o circo vai pegar fogo

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    4. kkkkkkkkk morrendo de rir desses comentários

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  7. Eu gostando mai s do cap que tem os dois

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  8. Quem ta no cio agora fala do rowan shauhsuahsuf

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  9. tem casal mais lindo que esse ? amo de mais quando é a vez deles na narração da historia , meu casal numero 1

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  10. aaawwwnnnn q fofinhooooooooooooooo dá vontade de apertaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar

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  11. Gente q capitulo maravilhoso amando esses casais

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  12. ELES DEVEM SER PARECEIROS

    "EU SEMPRE VOU TE ENCONTRAR"

    JA OUVI ESSA FRASE ANTES AAAAAAAAAAA MEU DEUSSS EU TO PIORANDO

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  13. — Eu fiz uma promessa de protegê-la. Eu não vou quebrá-la, Elide.
    Ela tentou se afastar, mas ele agarrou-a um pouco mais forte, mantendo os olhos sobre ele.
    — Eu sempre vou te encontrar — ele jurou.
    A garganta dela tremeu.
    Lorcan sussurrou:
    — Eu prometo.

    PRO LORCAN ISSO É UM EU TE AMO EM LETRAS GARRAFAIS!

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  14. como eu subestimei a Elide nos livros passados, vei. ELA TÁ MUITO DIVA AÍ!

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  15. Awnt estou derretida em banho Maria gente

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  16. As pessoas não gostavam do Lorcan por causa de Aelin, mais eu não acho que ele mudou muito.. ele só se apaixonou.. mas ele sempre foi assim, ele saiu a procura das chaves de wyrd para impedir que as chaves transformassem a sua rainha em um monstro, mesmo que isso fizesse a sua rainha o querer morto.. ele ajudou Rowan e Aedion, pq não conseguiria encarar Gavriel se tivesse mandado o filho dele para a morte.. ele respondeu o chamado de Rowan, msm depois tendo ido embora sem se despedi.. ele não o ignorou..
    Então Lorcan sempre foi assim: fiel, honroso e leal aos seus amigos a sua maneira..

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  17. Ai meu coração !!!!
    LINDOS...

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  18. Essas cenas tão mt melhores que as constantes cenas de sexo da Aelin e do Rowan, de vdd. Qualquer outro casal está sendo meu favorito, menos a Aelin e o Rowan.

    A Elide tá mudando o Lorcan 🖤 gente, o amor muda tudo na moral! Shippo mt

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Boa leitura :)