30 de janeiro de 2017

Capítulo 48

Eles trabalharam durante a noite, levantando âncora apenas depois de tempo suficiente para a tripulação consertar o buraco no quarto de Manon. Seguraria por agora, o capitão disse a Dorian, mas deuses os ajudassem se encontrassem outra tempestade antes de chegarem aos pântanos.
Eles cuidaram dos feridos por horas, e Dorian estava grato pela pouca magia de cura que Rowan lhe ensinara enquanto ajudava a remendar a carne. Fingir que era um quebra-cabeça, ou pedaços de pano rasgados, manteve seu parco jantar do estômago. Mas o veneno... Ele deixou aquilo para Rowan, Aelin e Gavriel.
Até o momento a manhã se tornara um cinza doentio, seus rostos eram pálidas manchas escuras, gravadas nas profundezas de seus olhos. Fenrys, pelo menos, mancava ao redor, e Aedion tinha deixado Aelin cuidar de seu joelho apenas o bastante para fazê-lo andar novamente, mas... ele tinha visto dias melhores.
As pernas de Dorian balançavam um pouco enquanto examinava o convés encharcado de sangue. Alguém despejara os corpos das criaturas no mar, junto com a pior parte do sangue, mas... se o que o cão de caça dissera era verdade, eles não teriam o luxo de atracar num porto para consertar o resto dos danos no navio.
Um rosnado baixo soou, e Dorian olhou para o convés à proa.
A bruxa ainda estava lá. Ainda cuidando dos ferimentos de Abraxos, como fora a noite toda. Uma das criaturas o acertou algumas vezes – felizmente, nenhum veneno em seus dentes, mas... ele tinha perdido um pouco de sangue. Manon não deixou ninguém se aproximar dele.
Aelin tentara uma vez, e quando Manon rosnou para ela, Aelin praguejara o bastante para fazer todo mundo parar, dizendo que ela tinha feito por merecer caso a besta morresse. Manon ameaçou quebrar a coluna dela, Aelin lhe respondera com um gesto vulgar, e Lysandra foi forçada a monitorar o espaço entre ambas por uma hora, empoleirada no cordame do mastro na forma de leopardo fantasma, a cauda balançando na brisa.
Mas agora... os cabelos brancos de Manon balançavam, o vento quente da manhã puxando-os preguiçosamente de suas costas enquanto ela se inclinava contra a lateral de Abraxos.
Dorian sabia que estava cruzando uma linha perigosa. Na outra noite, ele estivera disposto a despi-la lentamente, fazer aquelas correntes terem um bom uso. E quando ele encontrara os olhos dourados devorando-o tão atentamente enquanto ele queria devorar outras partes de...
Como se sentisse seu olhar, Manon se virou para ele.
Mesmo do outro lado da plataforma, cada centímetro entre eles ficou tenso.
Claro, Aedion e Fenrys instantaneamente notaram, parando enquanto lavavam o sangue do convés, e este último bufou. Ambos tinham se curado o suficiente para caminhar, mas também não se moveram para interferir enquanto Manon seguia até ele. Se ela não tinha fugido ou atacado até agora, eles deviam ter decidido que ela não o faria agora.
Manon parou no parapeito, olhando para a água sem fim, os farrapos de nuvens cor de rosa manchadas ao longo do horizonte. Sangue escuro manchava sua camiseta e as palmas das mãos.
— Devo agradecê-lo por essa liberdade?
Ele apoiou os antebraços na grade de madeira.
— Talvez.
Olhos dourados deslizaram para ele.
— A magia... o que é?
— Eu não sei — disse Dorian, estudando suas mãos. — Sinto como uma extensão de mim. Como mãos de verdade que posso comandar.
Por um instante, pensou em como pareceram prender os seus pulsos dela – como o corpo dela tinha reagido, perdido e tenso onde ele normalmente gostava que estivesse, enquanto sua boca mal acariciara a dela. Seus olhos dourados queimaram como se recordando tão bem, e Dorian encontrou-se dizendo:
— Eu não a machucaria.
— Você gostou de matar o cão de caça, entretanto.
Ele não se incomodou em mantar o gelo afastado de seus olhos.
— Sim.
Manon se aproximou o suficiente para roçar um dedo sobre a pálida faixa em torno de sua garganta, e ele esqueceu que havia um navio cheio de pessoas assistindo.
— Você poderia tê-la feito sofrer... deu-lhe um golpe limpo. Por quê?
— Porque mesmo com nossos inimigos, existe um linha.
— Então você tem sua resposta.
— Eu não fiz uma pergunta.
Manon bufou.
— Você tinha esse olhar em seus olhos a noite toda... se está se tornando um monstro como o resto de nós. Da próxima vez que matar, lembre-se desta linha.
— Onde você está nessa linha, bruxinha?
Ela encontrou seu olhar, como se desejando que ele visse o século de tudo o que ela tinha feito.
— Eu não sou mortal. Não jogo pelas suas regras. Eu matei e cacei homens por esporte. Não me confunda com uma mulher humana, principezinho.
— Não tenho nenhum interesse em mulheres humanas — ele ronronou. — Frágeis demais.
Mesmo quando ele disse isso, as palavras atingiram algo profundo, uma dor entranhada nele.
— O ilken — disse ele, passando por cima dessa dor. — Você sabia sobre eles?
— Presumo que sejam uma parte de tudo o que esteja naquelas montanhas.
Uma voz feminina rouca retrucou:
— O que quer dizer com tudo o que esteja naquelas montanhas?
Dorian quase saltou fora de sua pele. Aelin, ao que parecia, estava tendo algumas aulas com sua amiga leopardo fantasma. Até mesmo Manon piscou para o sangue encharcando a rainha agora atrás deles.
Manon assistiu Aedion e Fenrys se aproximarem ao ouvir a pergunta de Aelin, seguidos por Gavriel. A camisa de Fenrys ainda estava pendurada em tiras. Pelo menos Rowan agora vigiava do cordame, e Lysandra estava longe voando, patrulhando por perigo.
— Eu nunca vi um ilken — a bruxa disse. — Apenas ouviu falar deles... ouvi seus gritos enquanto morriam, em seguida, seu rugido enquanto eram refeitos. Eu não sabia o que eles eram. Ou que Erawan os mandaria tão longe de seu ninho. Minhas Sombras tiveram um vislumbre deles apenas uma vez. Sua descrição corresponde ao que nos atacou na noite passada.
— Os ilken são em sua maioria batedores ou guerreiros? — perguntou Aelin.
O ar fresco parecia ter feito Manon passível de revelar informações, porque ela inclinou as costas contra o parapeito, de frente para o quarteto de assassinos em torno deles.
— Nós não sabemos. Eles usam a cobertura de nuvens para sua vantagem. Minhas Sombras podem encontrar qualquer coisa que não queira ser encontrada, e ainda assim não podiam caçar ou monitorar essas coisas.
Aelin se esticou um pouco, franzindo o cenho para a água que fluía por eles. Ela não disse nada, como se as palavras tivesem desaparecido e a exaustão – algo mais pesado do que isso – tivesse se fixado.
— Saia dessa — disse Manon.
Aedion soltou um grunhido de advertência.
Aelin lentamente levantou os olhos para a bruxa, e Dorian se preparou.
— Então você calculou mal — disse Manon. — Eles a rastrearam. Não se distraia com as pequenas derrotas. Isso é a guerra. Cidades serão perdidas, pessoas serão mortas. E se eu fosse você, estaria mais preocupada sobre por que eles enviaram tão poucos ilken.
— Se você fosse eu — Aelin murmurou em um tom que fez a magia de Dorian aumentar, gelo resfriando as pontas dos dedos. A mão de Aedion deslizou para sua espada. — Se você fosse eu. — Uma risada baixa, amarga. Dorian não tinha ouvido aquele som desde... desde um quarto ensopado de sangue em um castelo de vidro que já não existia. — Bem, você não é eu, Bico Negro, então confiarei em você para manter seus pensamentos sobre o assunto para si mesma.
— Eu não sou uma Bico Negro — devolveu Manon.
Todos olharam para ela. Mas a bruxa apenas encarava a rainha.
Aelin respondeu com um aceno de mão salpicada de cicatrizes:
— Certo. Essa questão. Vamos ouvir a história, então.
Dorian se perguntou se elas trocariam golpes, mas Manon simplesmente esperou alguns instantes, olhou para o horizonte novamente, e contou:
— Quando minha avó me despojou do meu título de herdeira e Líder Alada, também me despojou da minha herança. Disse que meu pai era um príncipe Crochan, e que matou minha mãe e ele por conspirarem para acabar com a rixa entre os nossos povos e quebrar a maldição de nossas terras.
Dorian olhou para Aedion. O rosto do Lobo do Norte estava tenso, os olhos Ashryver brilhando, cogitando as possibilidades de tudo o que Manon dizia.
— Eu sou a última Rainha Crochan. A última descendente direta de Rhiannon Crochan — Manon falou um pouco aturdida, como se fosse a primeira vez que dizia aquilo.
Aelin apenas sugou em um dente, levantando as sobrancelhas.
— E — Manon continuou — minha avó reconhecendo ou não, eu sou a herdeira do clã Bico Negro. Minhas bruxas, que lutaram ao meu lado por cem anos, passaram a maior parte dele matando Crochans. Sonhando com um território que me comprometi a devolver a elas. E agora estou banida, minhas Treze dispersas e perdidas. E agora sou herdeira da coroa do nosso inimigo. Então você não é a única, Majestade, que tem planos que dão errado. Portanto, junte os pedaços e descubra o que fazer a seguir.
Duas rainhas – havia duas rainhas entre eles, Dorian percebeu.
Aelin fechou os olhos e soltou uma risada áspera, ofegante. Aedion ficou tenso mais uma vez, como se aquela risada pudesse facilmente acabar em violência ou paz, mas Manon continuou ali. Resistindo à tempestade.
Quando Aelin abriu os olhos, seu sorriso moderado, mas afiado, ela disse para a rainha bruxa:
— Sabia que eu tinha salvado a sua bunda gorda por uma razão.
O sorriso de resposta de Manon era aterrorizante.
Os machos todos pareceram soltar uma respiração forte, o próprio Dorian incluído.
Mas então Fenrys puxou o lábio inferior para dentro da boca, olhando o céu.
— O que não entendo é por que esperar tanto tempo para fazer alguma coisa. Se Erawan quer seu grupo morto — um aceno de cabeça em direção a Dorian e Aelin — por que deixá-los amadurecer, ficar tão poderoso?
Dorian tentou não estremecer com o pensamento. Quão despreparado ele fora.
— Porque eu escapei de Erawan — disse Aelin. Dorian tentou não se lembrar daquela noite, há dez anos, mas a memória estalou através dele, dela e de Aedion. — Ele pensou que eu estava morta. E Dorian... seu pai o protegeu. Da melhor maneira possível.
Dorian tinha excluído aquela memória também. Especialmente quando Manon inclinou a cabeça em uma pergunta.
— Maeve sabia que você estava viva — Fenrys apontou. — As probabilidades são de que Erawan também soubesse.
— Talvez ela tenha contado a Erawan — apontou Aedion.
Fenrys virou a cabeça para o general.
— Ela nunca teve qualquer contato com Erawan, ou Adarlan.
— Tanto quanto você sabe — Aedion meditou. — A menos que ela seja faladora no quarto.
Os olhos de Fenrys escureceram.
— Maeve não divide o poder. Ela vê Adarlan como um inconveniente. Ainda o faz.
— Todos podem ser comprados por um preço — Aedion rebateu.
— Inominável é o preço da lealdade de Maeve — Fenrys estalou. — Não pode ser comprado.
Aelin ficou completamente imóvel ao ouvir as palavras do guerreiro.
Ela piscou para ele, as sobrancelhas se estreitando enquanto os lábios silenciosamente murmuravam as palavras que ele havia dito.
— O que foi? — Aedion exigiu.
Aelin murmurou:
— Inominável é o meu preço — Aedion abriu a boca, sem dúvida, para perguntar o que roubara seu interesse, mas Aelin franziu a testa para Manon. — A sua raça pode ver o futuro? Como um oráculo?
— Alguns — Manon admitiu. — As Sangue Azul podem.
— E os outros clãs?
— Dizem que, para as Grã-Bruxas, passado, presente e futuro sangram juntos.
Aelin balançou a cabeça e caminhou em direção à porta que dava para o corredor de cabines apertadas. Rowan mergulhou fora do cordame e se transformou, seus pés batendo as tábuas assim que terminou. Ele não fez mais do que olhar para eles quando a seguiu para o corredor e fechou a porta atrás deles.
— O que foi aquilo? — perguntou Fenrys.
— Uma Matriarca — Dorian meditou, em seguida, murmurou para Manon, — Baba Pernas Amarelas.
Todos se viraram para ele. Mas os dedos de Manon roçaram a própria clavícula – onde Aelin carregava as cicatrizes da Pernas Amarelas ainda rodeando seu pescoço completamente branco.
— Este inverno, ela esteve em seu castelo — disse Manon para ele. — Trabalhando como uma vidente.
— E o que... ela falou algo desse tipo? — Aedion cruzou os braços. Ele sabia da visita, Dorian recordou. Aedion sempre manteve um olho sobre as bruxas, em todos os jogos de poder do reino, ele dissera uma vez.
Manon encarou o general.
— Pernas Amarelas era uma vidente... uma oráculo poderosa. Aposto que ela sabia quem era a rainha no momento em que a viu. E viu coisas que planejava vender a quem pagasse mais. — Dorian tentou não recuar à memória. Aelin havia massacrado a Pernas Amarelas quando ela ameaçara vender os segredos dele. Aelin nunca indicara uma ameaça contra ela própria. Manon continuou: — Pernas Amarelas não teria dito nada à rainha abertamente, apenas em termos velados. Então isso enlouqueceria a garota quando ela entendesse.
Um olhar apontando a porta através da qual Aelin havia desaparecido.
Nenhum deles disse qualquer outra coisa, nem mesmo mais tarde, enquanto comiam um mingau frio no café da manhã.
O cozinheiro, ao que parecia, não atravessara a noite.



Rowan bateu na porta do seu banheiro privado. Ela tinha trancado. Foi para seu quarto, em seguida, para a sala de banho, e trancou-a.
E agora estava vomitando suas entranhas.
— Aelin — ele chamou baixinho.
Uma respiração irregular, então vomito, então... mais vômitos.

— Aelin — ele rosnou, debatendo quanto tempo passaria até que fosse socialmente aceitável ele quebrar a porta. Aja como um príncipe, ela rosnou para ele na outra noite.
— Eu não me sinto bem — foi sua resposta abafada. Sua voz era vazia e plana de uma forma que não ouvia fazia algum tempo até agora.
— Então me deixe entrar para que eu possa cuidar de você — ele respondeucom toda a calma e racionalidade que podia.
Ela trancou-o para fora – trancou-o para fora.
— Não quero que você me veja assim.
— Eu vi você se molhar. Posso lidar com vómitos. Que eu também te vi fazer antes.
Dez segundos. Mais dez segundos parecia tempo suficiente antes de ele arrancar a maçaneta e estilhaçar a fechadura.
— Apenas... me dê um minuto.
— O que havia sobre as palavras de Fenrys que a irritou? — ele escutara tudo de seu posto no mastro.
Silêncio absoluto. Como se ela estivesse guardando o terror cru de volta para si mesma, empurrando-o para o fundo em um lugar onde ela não olharia para ele ou o sentiria ou o reconheceria. Ou contaria a ele sobre isso.
— Aelin.
A fechadura virou.
Seu rosto estava cinzento, os olhos avermelhados. Sua voz quebrou quando ela disse:
— Eu quero falar com Lysandra.
Rowan olhou para o balde que ela deixara cheio pela metade, então para seus lábios pálidos. Para o suor frisado em sua testa.
Seu coração parou no peito enquanto ele considerava que... que ela talvez não estivesse mentindo.
E por que ela poderia estar doente. Ele tentou farejar, mas o cheiro de vômito era avassalador, o espaço pequeno demais e cheio de sal do mar. Ele tropeçou um passo para trás, afastando os pensamentos. Sem outra palavra, deixou o quarto.
Ele estava entorpecido enquanto procurava a metamorfa, agora de volta à forma humana enquanto devorava um frio, café da manhã aguado. Com um olhar preocupado, Lysandra silenciosamente fez o que ele mandou.
Rowan se transformou e subiu tão alto que o navio se tornou em uma mancha flutuando abaixo. Nuvens resfriavam suas penas; o vento rugia por sobre o pânico puro trovejando em seu coração.
Ele planejava perder-se no céu enquanto procurava por perigo, para expulsar tudo antes de voltar para ela e começar a fazer perguntas das quais ele poderia não estar pronto para ouvir as respostas.
Mas a costa apareceu – e só a magia dele o impediu de cair do céu à visão que os primeiros raios do sol revelaram.
Largos rios espumantes e riachos fazendo curvas fluíam ao longo de todo o gramado esmeralda ondulante e o ouro das pastagens e juncos alinhando-os, o dourado queimado dos bancos de areia que ladeavam de ambos os lados.
Onde pequenas vilas de pescadores que vigiavam o mar... pegavam fogo.
Dezenas daquelas aldeias em chamas.
No navio debaixo dele, os marinheiros começaram a gritar, chamando uns aos outros quando a costa finalmente apareceu no horizonte e a fumaça se tornou visível.
Eyllwe.
Eyllwe estava queimando.

33 comentários:

  1. Puta que lhe pariu Erawn! SEJA LA COMO SE ESCREVE SEU NOME!PQ TODO MUNDO ATACA EYLLWE PORRRA!

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  2. Gente é o que eu to pensando???? no creio

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    1. é exatamente o que se ta pensando aelin esta gravida

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  3. Sinto cheiro de gravidez. Tambem pudera. Esses dois parecem cachorros no cio.

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  4. Vcs lembram? O q a baba perna amarela falo?

    Letícia.

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  5. Mulher é realmente mais perceptível que homem, pois não tinha nem passado pela minha cabeça que a Aelin estava grávida kkkkkkk
    E Manon e Aelin, céus, parecem que vão se matar a qualquer momento.

    -B.Bunny

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  6. Pqp mano O.o é isso mesmo q eu estou pensando? é isso mesmo produção? O.o a Aelin está grávida??? Mas também ela e Rowan vivem se comendo ;-; mas quem é q consegue se controlar com um Rowan? e.e cara vai dá muita merda, péssima hora pra ela "resolver" ter descendentes '-' MDS A AELIN TA ESPERANDO O ROWAN JÚNIOR *-*

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    1. Rowan Junior kkkkkkkkk morri

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    2. Não ela não tá grávida 😔

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  7. gnt eu acho a aelin e a manon, um pouco parecidas com a celaena e a Lysandra

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  8. Tbm acho serio to mt viciado nisso sonhei q ela tava gravida antes d ler é só o q falta receber spoilr pelos sonhos :P

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  9. Acho q Aelin está grávida

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  10. pqp véi se ela tiver gravida eu acho q vcs já podem providenciar um colete a prova de balas pq vai rolar um tiroteio
    altas balas voando

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  11. Não! Não! Não! Porra! Porque Eyllwe? Não podia ser outro lugar? Porra Erawa! Eu não ligo se seu nome ta escrito certo! Vai tomar no cu! Puta que pario!

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  12. o que a baba pernas amarelas falou pra ela?

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  13. Galera, leiam o capítulo 40, Livro 2 ... está lá a parte da Baba Pernas Amarelas

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  14. Mas gente como assim ela tá grávida? Não faz menos de um mês que eles tiveram a primeira transa? Os sintomas de gravidez não começam no primeiro mês... Ou começam? O.o

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    1. Enjoo a partir da segunda semana :v

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  15. O navio dos Sem Coroa.
    Dorian,Manon,Aelin,Rowan q é príncipe mas n tem nada... ksskskskjskjsjs

    "Aelin tentara uma vez, e quando Manon rosnou para ela, Aelin praguejara o bastante para fazer todo mundo parar, dizendo que ela tinha feito por merecer caso a besta morresse"
    A plmdds agr se vc n concordar com ela tem q morrer? Aff

    E q historia é essa? Será q ela ta gravida? N seria tão impossível ja q eles n podem estar sozinhos q ja tão se comendo...

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    1. Néee, todo mundo poderoso e, ao mesmo tempo, sem nada. Erilea será salva por aqueles que foram deixados de lado, excluídos

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    2. voce esqueceu do aedion que também e um principe!!

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  16. Po, quando eu li não relacionei com gravidez. Acho q foi algo que ela lembrou que a baba falou, e ela ficou incrivelmente aterrorizada kk Jesus. SOCORRO

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    1. Também acho kkkk
      — Inominável é o preço da lealdade de Maeve — Fenrys estalou.
      — Meu preço é inominável.

      Gente acho que inominável é o nome da marca que queima na testa da Cel , então tem alguma coisa á ver com o poder dela e não com gravidez kkkk pelo anjo credo kkkk

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  17. Bem sem sentido ela tá gravida, e eles transaram em menos de um mes, ao menos que os feéricos tenham uma gravidez diferentes aos humanos... Mas qual o sentido dela ta gravida com tudo isso?

    Alguem lembra que a Baba permas amarela falou?

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    1. Não faria sentido ela estar grávida se eles n tivessem transado, ou transado há mais de três meses e ela tivesse sem barriga. Ué, a partir do momento q o espermatozoide chega no óvulo a criatura tá grávida, n tem isso de "ah, transei há 2 meses e engravidei agora"

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  18. Acabei de ver o que a Baba disse, e foi examente isso: meu preço é inominável, mas ouro tbm serve

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  19. Eu fui ler o capítulo 40 do segundo livro para ver oq a bruxa disse mas não achei nada demais mas talvez eu tenha perdido alguma coisa vai saber.
    Ass: Milly*-*

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  20. Inominavel, dos sem nome. Não é um dos nomes da marca dos bastardos? Aquela que brilha nos herdeiros d Terrasen e tals?
    Então tecnicamente, o preço delas e herdeira que a marca queima. E junta isso com "Rainha prometida" e tchanaaaaa

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  21. N, me recuso acreditar q ela esteja grávida... talvez seja outra coisa.. prefiro acreditar q oq ela pensou, a ideia q teve, a fez vomitar..

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  22. — Não tenho interesse em mulheres humanas — ronronou ele. — São frágeis demais.

    Uou, Sorscha mandou beijos <3

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  23. PORRA ERAWN!!RESPEITA NEHEMIA PELO MENOS

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Boa leitura :)