30 de janeiro de 2017

Capítulo 47

Rowan arrastou o traseiro de volta para o navio, sua magia quase se atirando através do ar.
Os outros dois navios foram praticamente deixados ilesos – eles até tiveram a coragem de perguntar o que inferno todos os gritos se tratavam.
Rowan não se preocupou em explicar que era outro ataque inimigo e voou até onde a deixou anteriormente. Ele tinha retornado para massacrar.
Voltou com o coração batendo tão violentamente que pensou que vomitaria de alívio quando sobrevoou o navio e viu Aelin ajoelhada no deque. Até que viu Fenrys sangrando sob suas mãos.
Até que aquele último ilken pousou diante deles.
Sua raiva afinou em uma lança letal, sua magia reagrupando quando ele mergulhou através do céu, apontando para o convés. Rajadas concentradas, tinha descoberto, podiam atravessar qualquer repelente que tinha sido criado para eles.
Ele acertou direto na cabeça da coisa.
Mas então o ilken riu quando Rowan pousou e mudou de forma, olhando por cima do seu ombro magro.
— Morath aguarda para recebê-lo — a criatura sorriu, e se lançou para o céu antes que Rowan pudesse investir contra ele.
Mas Aelin não se mexeu. Gavriel e Aedion, sangrando e mancando, mal estavam se movendo. Fenrys, o peito cheio de sangue e uma substância esverdeada – veneno...
Poder brilhou nas mãos de Aelin enquanto ela se ajoelhava sobre Fenrys, concentrando-se no pouco de água com que fora abençoada, uma gota de água num mar de fogo...
Rowan abriu a boca para oferecer ajudar quando Lysandra ofegou das sombras:
— Será que alguém vai lidar com aquela coisa, ou eu deveria fazê-lo?
De fato, o ilken estava voava para a costa distante, pouco mais que uma mancha de escuridão contra o céu escurecido, arremessado-se para a costa, sem dúvida, para voar direto para Morath e relatar.
Rowan pegou o arco caído de Fenrys e as flechas de pontas pretas.
Nenhum deles o parou quando ele caminhou até o parapeito, sangue espirrando sob as botas.
Os únicos sons eram as ondas batendo, o choramingo dos feridos, e o gemido do poderoso arco quando ele encaixou uma flecha e a afastou da corda. Cada vez mais. Seus braços tensionaram, mas ele se concentrou na mancha escura voando à distância.
— Uma moeda de ouro, digo que ele erra — Fenrys falou asperamente.
— Economize sua respiração para a cura — Aelin estalou.
— Vamos dobrar a aposto — Aedion disse atrás dele. — Eu digo que ele acerta.
— Vocês todos podem ir para o inferno — Aelin rosnou. Mas, em seguida, acrescentou: — Arredondo para cinco. Dez que ele o derruba no primeiro disparo.
— Feito — Fenrys gemeu, sua voz cheia de dor.
Rowan rangeu os dentes.
— Lembrem-me porque me incomodo com qualquer um de vocês.
Em seguida, ele disparou.
A flecha era quase invisível enquanto atravessava a noite.
E, com sua visão feérica, Rowan viu com perfeita clareza quando aquela flecha acertou o alvo.
Atravessando a cabeça da coisa.
Aelin riu baixinho quando a besta atingiu a água, a água espirrando visivelmente, mesmo à distância.
Rowan se virou e fez uma careta para ela. Luz brilhou em seus dedos enquanto ela os mantinha sobre o peito devastado de Fenrys. Ele voltou seu olhar para o macho, então Aedion, e disse:
— Paguem, sacanas.
Aedion riu, mas Rowan viu a sombra nos olhos de Aelin quando ela voltar a curar sua ex-sentinela. Entendeu por que ela fez pouco caso, mesmo com Fenrys ferido diante dela. Porque se Erawan agora sabia do seu paradeiro... eles tinham que se mover. Rápido.
E rezar para que as direções de Rolfe para o cadeado não estivessem erradas.



Aedion estava cansado de surpresas.
Cansado de sentir seu coração parar absolutamente em seu peito.
Como tinha feito quando Gavriel pulou para salvar o seu rabo com o ilken, o Leão o rasgando com uma ferocidade que deixara Aedion parado ali, como um novato com a sua primeira espada de treino.
O bastardo estúpido tinha se ferido no processo, ganhando um soco no braço e nas costelas que fez o macho rugir de dor. O veneno que revestia aquelas garras, felizmente, tinha sido utilizado em outros homens.
Mas foi o cheiro do sangue de seu pai que lançou Aedion para a ação – aquele cheiro acobreado e mortal. Gavriel apenas piscara para ele quando Aedion ignorou a dor latejante na perna, cortesia de um golpe momentos antes logo acima do joelho, e eles lutaram costas a costas até que aquelas criaturas não passavam de montes espasmos dos ossos e carne.
Ele não tinha dito uma palavra para o macho antes de embainhar a espada e colocar o escudo nas costas e correr para encontrar Aelin.
Ela ainda se ajoelhava sobre Fenrys, oferecendo a Rowan nada mais do que um tapinha na coxa quando ele se foi para ajudar com outro ferido. Um tapinha na coxa – por fazer um disparo que Aedion estava bastante certo de que a maior parte de sua Devastação teria considerado impossível.
Aedion pousou o balde de água que ela lhe pedira para buscar para Fenrys, tentando não estremecer quando ela limpou o veneno verde que escorria. A poucos passos de distância, seu pai cuidava de um pirata chorando – e ele tinha pouco mais do que um rasgo na coxa.
Fenrys rugiu, e Aelin soltou um gemido de dor por si mesma. Aedion pressionou:
— O quê?
Aelin balançou a cabeça uma vez, uma dispensa afiada. Mas ele observou enquanto ela travava os olhos com Fenrys – travou e o fez de uma forma que disse a Aedion o que ela estava prestes a fazer machucaria. Ele tinha visto essa mesma troca de olhar entre curandeiro e soldado centenas de vezes em campos de morte e em tendas depois delas.
— Por que — Fenrys ofegou — você — outro arquejo — apenas não os derreteu?
— Porque eu queria conseguir algumas informações deles antes de você interromper, seu bastardo feérico dominante. — Ela rangeu os dentes novamente, e Aedion apoiou uma mão em suas costas enquanto o veneno, sem dúvida, roçava a magia dela. Conforme ela tentava lavá-la para fora. Ela apoiou-se um pouco contra seu toque.
— Posso me curar sozinho — Fenrys murmurou, notando a tensão. — Vá com os outros.
— Oh, por favor — ela retrucou. — Você é insofrível. Aquela coisa tinha veneno nas garras...
— Os outros...
— Conte-me como sua magia funciona. Como você pode saltar entre lugares daquele jeito — uma maneira inteligente e fácil de mantê-lo focado em outra coisa.
Aedion esquadrinhou o convés, certificando-se de que não era necessário, e então, cuidadosamente limpou o sangue e o veneno vazando do peito de Fenrys. Aquilo tinha que doer como o inferno. O latejar insistente em sua perna provavelmente não era nada em comparação.
— Ninguém sabe de onde vem... o que é — disse Fenrys entre respirações rasas, os dedos se abrindo e se fechado ao seu lado. — Mas me permite escorregar entre as pregas do mundo. Apenas distâncias curtas, e apenas algumas vezes antes que eu esteja drenado, mas... é útil em um campo de batalha — ele ofegava por entre os dentes cerrados quando as bordas exteriores da sua ferida começaram a ser aproximar. — Além disso, eu não tenho nada especial. Velocidade, força, cura rápida... mais do que a média feérica, mas o mesmo estoque de dons. Posso proteger a mim e os outros, mas não posso chamar um elemento.
A mão de Aelin oscilou ligeiramente sobre sua ferida.
— Como o seu escudo é feito, então?
Fenrys tentou e não conseguiu dar de ombros. Mas Gavriel murmurou de onde ele trabalhava no pirata ainda choramingando:
— Arrogância.
Aelin bufou, mas não se atreveu a tirar os olhos da lesão de Fenrys quando comentou:
— Então, você tem senso de humor, Gavriel.
O Leão de Doranelle deu um sorriso cauteloso por sobre o ombro. Uma rara visão, moderada e gêmea dos próprios sorrisos intermitentes de Aedion. Aelin o havia chamado de tio gatinho só uma vez antes de Aedion ter rosnado violentamente o bastante para fazê-la pensar cuidadosamente antes de usar o termo novamente. Gavriel, para seu crédito, apenas oferecera a Aelin um longo suspiro sofrido que parecia apenas ser usado quando ela ou Fenrys estavam ao redor.
— Esse senso de humor só aparece uma vez a cada século — Fenrys murmurou, — então é melhor esperar que você se Estabeleça, ou então essa é a última vez que vai vê-lo. — Aelin riu, embora curtamente. Algo frio e oleoso deslizou no intestino de Aedion. — Desculpe — Fenrys acrescentou, encolhendo-se fosse pelas palavras ou pela dor.
Aelin perguntou antes que Aedion pudesse deixar as palavras afundarem:
— De onde você vem? Lorcan, eu sei, era um bastardo das favelas.
— Lorcan era um bastardo do palácio de Maeve, não se preocupe — Fenrys sorriu, seu rosto bronzeado ficando pálido. Os lábios de Aelin se contraíram em direção a um sorriso. — Connall e eu éramos filhos de nobres que habitavam na parte sudeste das terras de Maeve... — ele assobiou.
— Seus pais? — Aedion pressionou quando a própria Aelin parecia estar se esforçando pelas palavras. Ele a tinha visto curar pequenos cortes, e lentamente reparar a ferida de Manon ao longo de dias, mas...
— Nossa mãe era uma guerreira — Fenrys respondeu, cada palavra difícil. — Ela nos treinou como tal. Nosso pai era, também, mas estava frequentemente ausente na guerra. Ela recebeu a tarefa de defender a nossa casa, nossas terras. E responder perante Maeve. — Um ruído áspero, as respirações de ambos ficando pesadas. Aedion se moveu para que Aelin pudesse se inclinar totalmente contra ele, trincando os dentes para o peso que colocou em seu joelho já inchado. — Quando Con e eu tínhamos trinta, fomos forçados a ir para Doranelle com ela... para ver a cidade, conhecer a rainha, e fazer... o que machos jovens gostariam de fazer com dinheiro em seus bolsos e a juventude ao seu lado. Maeve deu apenas uma olhada em nós e... — ele precisava de mais tempo para recuperar o fôlego naquele momento. — E nada correu bem a partir daí.
Aedion conhecia o resto, assim como Aelin.
O último líquido verde deslizou para fora do peito de Fenrys. E Aelin respirou.
— Ela sabe que você odeia o juramento, não é?
— Maeve sabe — disse Fenrys. — E não tenho dúvida de que ela me mandou aqui, esperando que eu fosse torturado pela liberdade temporária.
As mãos de Aelin tremiam, seu corpo tremendo contra o próprio dele. Aedion passou o braço em volta da cintura dela.
— Sinto muito que você esteja obrigado a ela — foi tudo o que Aelin lhe disse.
As feridas no peito de Fenrys começaram a se fechar. Rowan se aproximou como se sentisse que ela estava enfraquecendo.
O rosto de Fenrys ainda estava acinzentado, ainda tenso, quando ele olhou para Rowan e disse a Aelin:
— Isto é o que estamos destinados a fazer... proteger, servir, cuidar. O que Maeve oferece é... uma piada disso. — Ele examinou as feridas agora se curando em seu peito, remendando tão lentamente. — Mas é o que chama o sangue de um macho feérico, o que o orienta. O que todos nós procuramos, mesmo quando dizemos que não.
O pai de Aedion havia continuado com o pirata ferido.
Aedion, surpreendendo até a si mesmo, disse por cima do ombro para Gavriel:
— E você acha Maeve oferece isso? Ou está como Fenrys?
Seu pai piscou, todo o choque que ele iria mostrar, e depois se endireitou, o marinheiro ferido diante dele agora dormindo depois da cura. Aedion suportou o peso de seu olhar amarelo escuro, e tentou calar o grão de esperança que brilhava nos olhos do Leão.
— Eu venho de uma casa nobre, o mais novo de três irmãos. Eu não teria herança ou domínio, por isso, segui a vida militar. Isso ganhou a atenção de Maeve, e sua oferta. Não houve... nenhuma honra maior.
— Isso não é uma resposta — Aedion disse calmamente.
Seu pai revirou os ombros. Inquietação.
— Eu só odiei isso uma vez. Só quis ir embora uma vez.
Ele não continuou. E Aedion sabia quais eram as palavras não ditas.
Aelin afastou uma mecha de cabelo do rosto.
— Você a amou tanto?
Aedion tentou não deixar que a gratidão por ela perguntar fosse demonstrada.
Os nós dos dedos de Gavriel ficaram brancos quando ele fechou as mãos em punhos.
— Ela era uma estrela brilhante nos séculos de escuridão. Eu teria seguido essa estrela até os confins da terra, se ela tivesse deixado. Mas ela não deixou, e respeitei seus desejos para ficar longe. Para nunca mais procurá-la novamente. Fui para outro continente e não me permiti olhar para trás.
O rangido do navio e os gemidos dos feridos eram os únicos sons. Aedion apertou o cerco contra a vontade de levantar e ir embora. Ele pareceria como um menino – e não um general que tinha lutado seu caminho de joelhos através da nesga profunda em campos de morte.
Aelin falou, mais uma vez, porque Aedion não conseguia dizer as palavras:
— Você teria tentado quebrar o juramento de sangue por ela? Por eles?
— A honra é meu código — disse Gavriel. — Mas se Maeve tivesse tentado ferir você ou a ela, Aedion, eu teria feito tudo em meu poder para desfazê-lo.
As palavras atingiram Aedion, então fluíram através dele. Ele não se deixou pensar nisso, a verdade que sentiu em cada palavra. A forma como o seu nome havia soado na boca de seu pai.
Seu pai verificou o pirata ferido por quaisquer danos persistentes, em seguida, moveu-se para outro. Aqueles olhos amarelos deslizaram para o joelho de Aedion, inchado sob suas calças.
— Você precisa cuidar disso, ou vai ficar rígido demais para dobrar em poucas horas.
Aedion sentiu a atenção de Aelin se prender nele, examinando-o em busca da lesão lesão, mas ele segurou o olhar de seu pai e respondeu:
— Eu sei como tratar meus próprios ferimentos. — Os curandeiros do campo de batalha e da Devastação o tinham ensinado o suficiente ao longo dos anos. — Cuide de suas próprias feridas.
De fato, o macho tinha sangue em crostas na camisa. Afortunadamente, o veneno já havia sido varrido daquelas garras. Gavriel piscou para si mesmo, seu conjunto de tatuagens balançou quando ele engoliu, e depois continuou sem outra palavra.
Aelin se soltou de Aedion, finalmente, tentando e falhando ficar de pé. Aedion estendeu a mão para ela quando o foco saiu de seus olhos agora cansados, mas Rowan já estava lá, suavemente segurando-a antes que ela caísse nas tábuas. Muito rápido – ela devia ter drenado suas reservas muito rápido, e sem qualquer alimento no processo.
Rowan segurou seu olhar, o cabelo de Aelin pendendo quando ela descansou a cabeça contra o peito dele. A tensão – as tripas de Aedion torciam com ela. Morath sabia o que enfrentaria. Quem enfrentaria. Erawan forjara seus comandantes em conformidade com isso. Rowan assentiu como se em confirmação aos pensamentos de Aedion, mas apenas disse:
— Deixe esse joelho para o alto.
Fenrys tinha deslizado em um sono leve antes de Rowan transportar Aelin para baixo.
Então Aedion permaneceu na própria companhia pelo resto da noite: em primeiro lugar de vigia, em seguida, sentado contra o mastro por algumas horas, o joelho realmente inchando, sem vontade de descer para o interior apertado e escuro.
O sono estava finalmente começando a puxá-lo quando a madeira gemeu um par de metros atrás, e ele soube disso só porque ela quis, para evitar assustá-lo.
O leopardo fantasma sentou ao lado dele, a cauda balançando, e encontrou seus olhos por um momento antes de ela deitar a grande cabeça em sua coxa.
Em silêncio, eles observavam as estrelas piscando sobre as ondas calmas, Lysandra aninhando a cabeça contra seu quadril.
A luz das estrelas deixava sua pele em tons de prata, e um sorriso relampejou nos lábios de Aedion.

7 comentários:

  1. Onde a Manon e o Dorian estão?
    Sei lá, nesse livro o Dorian está tão apagado, nem parece que ele faz parte dessa equipe, o principe agora rei que lutou ao lado da aelin nos ultimos livros e viveu um inferno pra ajudar ela. Parece que ele é so um figurante e nada mais.
    Vai a merda essa gnt toda que nem se encomodou eu saber se ele não morreu no ataque

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    1. Eu percebimesmo q o Dorian ta meio apagado parece ate q ele e mais inútil do q o normal(sem quere te ofender) mas tipo antes no primeiro livro e via ele como um príncipe bo Nito e charmoso só q exibido e podemos di ser q um pouco inútil (de novo sem querer ofender).

      Letícia.

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    2. Também notei isso, o Dorian meio que pareceu um inútil até. Alguém que precisa ser protegido, sabe? Mas eu realmente gosto muito dele, apesar disso.
      Verdade: cadê Manon e Dorian? Não é possível qje foram fazer aquilo... Durante a batalha! Brincadeirinha!

      -B.Bunny

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    3. Mas meninas, eu acho que isso foi de propósito pela autora.
      Pq vcs podem ver que a própria Manon pergunta se ele não dá ordens lá, e o Dorian fica com isso na cabeça. Tanto que depois ele vai lá e fala "Eu sou Rei, você sabe". Ou seja, ele tá revindicando o direito de tbm liberar.
      Acho q e de propósito o Dorian perceber que ele se deixou ser apagado mas que na vdd ele é o mais poderoso. A Aelin fala isso em um dos livros, que magia de fogo e rara mas magia crua igual a do Dorian praticamente um milagre. E tbm o Gavin só aparece para ele, a Elena aparece pra qualquer um que chegue perto. Mas o Gavin não... Então tudo isso, acho, foi só na intenção de um amadurecimento do personagem.

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  2. "— Uma moeda de ouro,
    digo que ele erra — Fenrys falou
    asperamente.
    — Economize sua
    respiração para a cura — Aelin
    estalou.
    — Vamos dobrar a aposto
    — Aedion disse atrás dele. — Eu
    digo que ele acerta.
    — Vocês todos podem ir
    para o inferno — Aelin rosnou.
    Mas, em seguida, acrescentou: —
    Arredondo para cinco. Dez que ele
    o derruba no primeiro disparo.
    — Feito — Fenrys gemeu,
    sua voz cheia de dor."
    MURRI KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK O CARA MORRENDO E OQ ELES FAZEM? APOSTAM AUSHAUSH

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  3. Esse livro ta me irritando um pouco,por vários motivos...Essa coisa do Rowan e Aelin se pegarem td hora(n é o caso nesse capítulo,mas..) Parece q de uma hora pra outra esquecem de uns personagens,tipo,cade o Dorian e a Manon nessa bagunça toda?eles estavam lutando e do nada PAH,sumiram.Com a Lysandra foi a msm coisa,tava lutando,ai apareceu cm se nada tivesse acontecido dps.
    Dorian deveria estar mais presente,ele ta desde o primeiro livro,ai do nada parece q ele ta la so quando a Aelin julga necessário.

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    1. Também acho Anne
      Acho legal as cenas de aelin é Rowan mas tá acontecendo numas horas nada ver tipo a cena dá praia. Deanna tinha entrado no corpo dela ela tava abalada por ter feito Lyzandra se machucar e quase morre.E tem o Dorian q está sendo deixado de lado mesmo ele sendo um dos personagens mitos por ter matado seu pai e tirado um príncipe Vang de si mesmo(algo q ninguém fez até agora)e ainda tem o poder bruto dele.talvez eu esteja certa ou só acustumada com os livros antes desse. Só vou tentar não ficsar isso na minha mente pós amo muito a saga.
      Ass: Milly
      Obs: estou a espera do encontro dá rainha com elide*-*

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Boa leitura :)