30 de janeiro de 2017

Capítulo 45

A bruxa estava desperta, mas irritada.
Aedion teve o prazer de servir o café da manhã dela e tentou não notar o cheiro persistente de excitação feminina na cabine, ou que o cheiro de Dorian estava entrelaçado nisso.
O rei tinha o direito de seguir em frente, Aedion lembrou-se horas mais tarde enquanto examinava o horizonte do fim da tarde no leme do navio. Nas horas tranquilas de sua vigília, ele muitas vezes refletia sobre a bronca completa que Lysandra lhe dera a respeito de sua raiva e crueldade para com o rei. E talvez – apenas talvez – Lysandra estivesse certa. E talvez o fato de que Dorian conseguia olhar para uma mulher com interesse depois de ver Sorscha ser decapitada fosse um milagre. Mas... a bruxa? Era com isso o que ele queria se complicar?
Ele perguntou a Lysandra assim que ela se juntou a ele trinta minutos depois, ainda encharcada por patrulhar as águas em frente. Tudo limpo.
Os dedos de Lysandra pentearam o cabelo escuro, franzindo a testa.
— Eu tive clientes que perderam suas esposas ou amantes, e queriam algo para distraí-los. Queriam o oposto do que a sua amada tinha sido, talvez para tornar o ato e o sentimento totalmente diferentes. O que ele passou mudaria qualquer um. Ele pode muito bem encontrar-se agora atraído por coisas perigosas.
— Ele já tinha uma propensão para elas — Aedion murmurou, olhando para onde Aelin e Rowan treinavam no convés principal, suor brilhando dourado enquanto a luz da tarde mudava para noite.
Dorian estava empoleirado nos degraus mais próximos do tombadilho, Damaris apoiada sobre os joelhos, apenas meio desperto no calor. Parte da Aedion sorriu, sabendo que Rowan, sem dúvida, chutaria a bunda dele por isso.
— Aelin era perigosa, mas ainda humana — observou Lysandra. — Manon... não. Ele provavelmente gosta assim. E eu ficaria de fora se eu fosse você.
— Não entrarei no meio desse desastre, não se preocupe. Embora eu não deixaria aqueles dentes de ferro perto da minha parte favorita se eu fosse ele. — Aedion sorriu enquanto Lysandra inclinava a cabeça para trás e ria. Ele acrescentou: — Além disso, acompanhar Aelin e a bruxa conversando esta manhã sobre Elide foi o suficiente para me lembrar de ficar bem afastado e apreciar o espetáculo.
A pequena Elide Lochan – viva e lá fora, procurando por eles. Pelos deuses. O olhar no rosto de Aelin quando Manon revelou detalhe após detalhe, o que Vernon tinha tentado fazer com a menina...
Haveria um acerto de contas por causa disso. O próprio Aedion penduraria o senhor de Perranth pelos intestinos. Enquanto Vernon ainda estivesse respirando. E então ele começaria a fazer Vernon pagar pelos dez anos de horror que Elide sofrera. Pelo pé mutilado e pelas correntes. Pela a torre.
Trancada em uma torre – em uma cidade que visitara tantas vezes nos últimos dez anos, e ele não tinha ideia. Ela poderia até mesmo ter visto a Devastação daquela torre quando eles foram e deixaram a cidade. Possivelmente pensando que ele tinha esquecido ou não se importava com ela, tampouco.
E agora ela estava lá fora. Sozinha.
Com um pé permanentemente mutilado, sem formação e sem armas. Se tivesse sorte, talvez ela corresse para a Devastação na primeira oportunidade. Seus comandantes reconheceriam o nome dela, a protegeriam. Isto é, se ela se atrevesse a se revelar.
Tomara todo o seu autocontrole não estrangular Manon por abandonar a menina no meio de Carvalhal, por não voar direto para Terrasen.
Aelin, no entanto, não se preocupou com tal moderação.
Dois golpes, igualmente tão rápidos que até mesmo a Líder Alada não os viu.
Um golpe no rosto de Manon. Por deixar Elide.
E, em seguida, um anel de fogo no pescoço de Manon, prendendo-a na madeira, quando Aelin a fez jurar que a informação era correta.
Rowan lembrara Aelin secamente que Manon era responsável pela fuga e resgate de Elide também. Aelin apenas respondera que se Manon não tivesse sido, o fogo já teria atravessado a garganta dela.
E foi isso.
Aelin, pelo fervor com que lutava com Rowan no convés, ainda estava brava.
A bruxa, pelo rosnando e pelo cheiro em sua cabine, ainda estava irritada.
Aedion estava mais do que pronto para chegar aos Pântanos de Pedra – mesmo se o que os esperasse lá pudesse não ser tão agradável.
Mais três dias estava entre eles e a costa oriental. E então... então eles todos veriam o quanto a aliança Rolfe valia a pena, se o homem poderia ser confiável.
— Você não pode evitá-lo para sempre, sabe — disse Lysandra, chamando a sua atenção para a outra razão pela qual ele precisava sair deste navio.
Seu pai estava sentado perto de onde Abraxos tinha se enrolado ao longo da proa, vigiando e observando a serpente alada. Aprendendo a matá-las – onde atacar.
Não importava que a serpente alada fosse pouco mais do que um cão de grandes dimensões, dócil o suficiente para que eles não se preocupassem em acorrentá-la. Eles não tinham nenhuma grande o suficiente de qualquer maneira, e a besta provavelmente se recusaria a deixar este navio até que Manon o fizesse. Abraxos apenas saía para caçar peixes ou um algo maior, Lysandra escoltando-o em forma de dragão marinho sob as ondas. E quando o animal ficava deitado no convés... o Leão fazia-lhe companhia.
Aedion mal tinha falado com Gavriel desde a Baía do Crânio.
— Eu não vou evitá-lo — disse Aedion. — Simplesmente não tenho interesse em falar com ele.
Lysandra jogou o cabelo molhado sobre um ombro, franzindo a testa para as manchas úmidas em sua camisa branca.
— Eu, por exemplo, gostaria de ouvir a história de como os caminhos dela cruzaram com os de sua mãe. Ele é gentil... para alguém do grupo de Maeve. Melhor do que Fenrys.
De fato, Fenrys fazia Aedion querer quebrar coisas. Aquele rosto risonho, a arrogância, a prepotência sombria... era outro espelho, ele percebeu. Aquele que rastreava Aelin em todos os lugares como um cão. Ou Lobo, ele supôs.
Aedion não tinha se oposto contra o macho no páreo, mas ele cuidadosamente observava Fenrys enfrentar Rowan e Gavriel, ambos que tinham treinado o macho. Fenrys lutava como seria de se esperar de um guerreiro com séculos de formação por dois assassinos letais. Mas ele não tinha vislumbrado outro sussurro da magia que permitia que Fenrys saltasse entre os lugares como se estivesse atravessando alguma entrada invisível.
Como se seus pensamentos convocassem o guerreiro imortal, Fenrys pavoneou para fora das sombras no convés e sorriu para todos eles antes de tomar a sua posição de sentinela perto do mastro. Estavam todos em uma programação de vigílias e patrulhas – Lysandra e Rowan normalmente tinham a tarefa de voar longe da vista para vigiar a frente ou atrás ou se comunicar com os dois navios de escolta. Aedion não ousara dizer a metamorfa que muitas vezes contava os minutos até que ela voltasse, que sentia o peito sempre insuportavelmente apertado até que visse qualquer que fosse o pássaro ou ser alado que ela usava o voltar para eles.
Assim como sua prima, ele não tinha nenhuma dúvida de que a metamorfa não encararia tão bem a sua agitação.
Lysandra observava cuidadosamente Aelin e Rowan, as lâminas deles como mercúrio enquanto se encontravam golpe por golpe.
— Você tem ido bem em suas lições — Aedion falou para a metamorfa.
Os olhos verdes de Lysandra ondularam. Eles todos estavam se revezando em acompanhar a metamorfa através do controle de várias armas e combate corpo a corpo. Lysandra conhecia alguns de seu tempo com Arobynn – ele lhe ensinara como forma de garantir a sobrevivência de seu investimento, ela contou a ele.
Mas ela queria saber mais. Como matar homens em uma infinidade de maneiras. Isso não deveria tê-lo entusiasmado tanto quanto entusiasmou. Não quando ela riu da reivindicação que Aedion fizera na praia naquele dia na Baía do Crânio. Ela não mencionara aquilo novamente. Ele não foi estúpido o suficiente para mencioná-lo, também.
Aedion seguiu Lysandra, incapaz de impedir-se, quando ela se desviou para onde a rainha e o príncipe lutavam, Dorian levantando-se sobre os degraus para dar espaço para ela passar. Aedion marcou o gesto e respeito do rei, empurrando de lado seus próprios sentimentos em conflito enquanto ele se elevava acima deles, e focava-se em sua prima e Rowan.
Mas eles trabalhavam em um impasse – o suficiente para que Rowan visse isso e embainhasse a espada. Em seguida, fez cócegas no nariz de Aelin quando ela pareceu emburrada por não ganhar. Aedion riu baixinho, olhando para a metamorfa quando a rainha e o príncipe caminharam para o jarro de água e os copos perto do corrimão da escada e se serviram.
Ele estava prestes a oferecer a Lysandra uma rodada final de aula antes de o sol se pôr, quando Dorian apoiou os braços sobre os joelhos e falou para Aelin de cima do corrimão da escada.
— Não acho que ela fará qualquer coisa se nós a deixarmos sair.
Aelin tomou um pequeno gole de água, ainda respirando com dificuldade.
— Você chegou a essa conclusão antes, durante ou depois de visitá-la no meio da noite?
Oh, deuses. Ela teria aquele tipo de conversa.
Dorian deu um meio sorriso.
— Você tem uma preferência por guerreiros imortais. Por que eu não posso?
Foi o clique fraco do copo sendo colocado sobre a mesinha que fez Aedion preparar-se – realmente começar a calcular a posição dos vários deques. Fenrys ainda os monitorava do mastro, Lysandra permanecia do outro lado de Dorian. Ele supôs que, situando-se Dorian acima das escadas e Aelin ao lado deles, ele estaria bem no meio.
Exatamente onde ele tinha jurado não ficar.
Rowan, do outro lado de Aelin, disse a Dorian:
— Existe uma razão, Majestade, para acreditar que a bruxa deveria ser libertada?
Aelin lhe lançou um olhar de pura chama. Bom – deixassem que o príncipe lidasse com a ira dela. Mesmo dias após a reivindicação que fizeram todos fingirem não perceber as duas perfurações no pescoço de Rowan ou os finos arranhões em seus ombros, o príncipe feérico ainda parecia um homem que mal sobrevivera a uma tempestade e tinha apreciado todos os segundos selvagens.
Para não mencionar as feridas individuais no pescoço de Aelin esta manhã. Ele quase implorou que ela encontrasse um cachecol.
— Por que nós não trancamos um de vocês em um quarto — Dorian apontou com o queixo para os guerreiros feéricos por todo o convés, e Lysandra à sua direita — e vemos quão bem vocês ficam depois de tanto tempo?
— Cada centímetros dela foi concebido para seduzir os homens — Aelin falou. — Para fazê-los pensar que ela é inofensiva.
— Confie em mim, Manon Bico Negro é tudo, menos inofensiva.
— Ela e sua raça são assassinas — Aelin continuou. — Elas são criadas sem consciência. Independentemente do que a avó fez com ela, ela sempre será assim. Não colocarei em perigo a vida das pessoas neste navio para que você possa dormir melhor à noite. — Seus olhos brilhavam com o golpe tácito.
Todos eles se moveram, e Aedion estava prestes a pedir a Lysandra para treinar, terminando a conversa, quando Dorian falou um pouco tranquilamente:
— Eu sou rei, você sabe.
Olhos turquesa e ouro dispararam para Dorian. Aedion quase podia ver as palavras que Aelin lutava para pensar, seu temperamento pedindo-lhe para encerrar a provocação. Com poucas palavras escolhidas, ela poderia fatiar o espírito de Dorian como a um peixe, rasgando ainda mais os restos do homem que permanecia após o príncipe valg tê-lo violado. E ao fazê-lo, perder um forte aliado a que necessitava não apenas nesta guerra, mas se eles sobrevivessem. E... aqueles olhos suavizaram um pouco. Um amigo. Ela perderia isso também.
Aelin esfregou as cicatrizes em seus pulsos, austeras na luz dourada do sol poente. Aquelas que deixavam Aedion enjoado. Ela disse para Dorian depois de um momento:
— Movimentos controlados. Se ela sair do quarto, permanece sob guarda... um dos feéricos a todo momento, além de um de nós. Algemas nos pulsos, não nos pés. Sem correntes no quarto, mas um guarda do lado de fora.
Aedion percebeu o polegar de Rowan acariciando uma daquelas cicatrizes no pulso dela.
— Tudo bem — Dorian apenas respondeu.
Aedion debateu dizer ao rei que um acordo com Aelin deveria ser definitivamente comemorado.
A voz de Aelin caiu para aquele ronronar letal.
— Depois que você acabou de flertar com ela naquele dia em Carvalhal, ela e seu clã tentaram me matar.
— Você a provocou — Dorian respondeu. — E estou sentado aqui hoje por causa do que ela arriscou quando foi para Forte da Fenda, duas vezes.
Aelin limpou o suor da testa.
— Ela tem suas próprias razões, e duvido que seja porque, em seus cem anos de assassinato, decidiu que seu rosto bonito a transformaria em boa.
— O seu transformou Rowan a partir de três séculos de um juramento de sangue.
Foi o que o pai de Aedion disse quando deixou seu posto perto de Abraxos na proa ao abordá-los.
— Sugiro, Majestade, que escolha outro argumento.
De fato, cada instinto de Aedion chamava a atenção para a raiva congelada agora ilustrada em todos os músculos do príncipe.
Dorian notou, também, e disse, talvez um pouco culposamente:
— Eu não pretendia ofender, Rowan.
Gavriel inclinou a cabeça, cabelos dourados deslizando sobre seu ombro largo, e disse com um fantasma de um sorriso:
— Não se preocupe, Majestade. Fenrys tem dado a Whitethorn merda o bastante para durar mais três séculos.
Aedion piscou para o humor, a sugestão de um sorriso.
Mas Aelin o salvou do esforço de decidir se devia ou não responder a esse sorriso, ao dizer Dorian:
— Certo! Vamos ver se a Líder Alada gostaria de dar uma volta no deque antes do jantar.
Dorian estava certo de parecer cauteloso, Aedion decidiu. Porém Aelin já ia para o lado oposto da plataforma, Fenrys descascando de seu cargo pelo mastro, o olhar afiado e amargo deslizando sobre todos eles enquanto passavam.
Fenrys os seguiria, sem dúvida. Só com os diabos eles soltariam a bruxa sem todos eles lá. Até os jurados de sangue de Maeve pareciam entender isso.
Então Aedion se arrastou atrás de sua rainha na penumbra do navio, a noite se pondo acima deles, e orou para que Aelin e Manon não estivessem prestes a rasgar o barco em pedaços.



Ir para a cama com uma bruxa. Aelin apertou os dentes enquanto se dirigia para o quarto de Manon.
Dorian já tinha sido notório quando se tratava de mulheres, mas isto... Aelin bufou, desejando que Chaol estivesse presente, mesmo que apenas para ver o olhar no rosto dele.
Mesmo que aliviasse algo apertado em seu peito saber que Chaol e Faliq estavam no sul. Talvez levantando um exército para atravessar o Mar Estreito e marchar para o norte. Se todos tivessem sorte.
Se. Aelin odiava essa palavra. Mas... sua amizade com Dorian estava precária o suficiente. Ela cedeu a seu pedido em parte por algum pedaço de bondade, mas principalmente porque sabia que havia mais para Manon contar-lhes sobre Morath. Sobre Erawan. Muito mais.
E ela duvidava que a bruxa ficaria acessível – especialmente quando Aelin perdera um pouco o controle sobre seu temperamento esta manhã. E talvez isso fizesse dela uma pessoa conivente, medonha, usar o interesse de Dorian como um véu para a adular a bruxa, mas... era guerra.
Aelin flexionou sua mão enquanto se aproximava do quarto da bruxa, as luzes balançando nas ondas mais agitadas em que se encontravam desde o meio-dia.
Rowan curara a contusão nas costas de seus dedos pelo golpe que tinha dado na bruxa – e ela agradeceu-lhe trancando a porta do quarto e ficando de joelhos diante dele. Ela ainda podia sentir os dedos em punho em seu cabelo, ainda ouvir seu gemido...
Rowan, agora um passo ao lado dela, virou a cabeça na direção dela. Em que diabos você está pensando?
Mas as suas pupilas queimavam o suficiente para que ela estivesse bem ciente de que ele sabia exatamente onde sua mente tinha ido parar enquanto caminhavam até a cabine da bruxa. Que Fenrys se distanciasse pelo corredor lhe disse o suficiente sobre a mudança em seu cheiro.
As coisas habituais, ela atirou de volta para Rowan com um sorriso afetado. Matar, fazer crochê, como fazer você emitir aqueles sons novamente...
O rosto de Rowan assumiu uma expressão de dor que a fez sorrir. Especialmente quando sua se moveu quando ele engoliu – forte. Segunda rodada, ele parecia dizer. Assim que essa questão for tratada. Nós teremos a segunda rodada. Desta vez, verei que sons você faz.
Aelin quase deu de cara no batente da porta da cabine aberta de Manon. A risada baixa de Rowan a fez voltar ao foco, a fez parar de sorrir com o desejo aturdido como idiota apaixonada...
Manon estava sentada na cama, olhos dourados zanzando entre Rowan, Dorian e ela.
Fenrys deslizou atrás deles, a sua atenção indo direto para a bruxa. Sem dúvida surpreendido pela beleza, graça, perfeição ,blá-blá-blá dela.
Manon disse, baixo e sem emoção:
— Quem é este?
Dorian levantou uma sobrancelha, seguindo seu olhar.
— Você o conheceu antes. Ele é Fenrys. Guerreiro jurado da rainha Maeve.
Foi o estreitamento dos olhos de Manon que fez algum instinto dentro dela formigar. O alargamento das narinas da bruxa enquanto ela cheirava o macho, seu cheiro quase imperceptível na cabine apertada...
— Não, ele não é — disse Manon.
As unhas de ferro da bruxa cintilaram um segundo antes de Fenrys ser atingido.

13 comentários:

  1. Kkkkk... Eu acho graça que todo mundo sabe das intimidades de todo mundo aí.
    Privacidade zero!

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    1. Pior meu... Ninguém pode sentir nada que neguim já tá farejando... Hahahahaha

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  2. Se ta assim sem privacidade imagina tendo privacidade

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  3. Rolando de rir "barco do amor" kkkkk

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  4. "Rowan curara a contusão
    nas costas de seus dedos pelo
    golpe que tinha dado na bruxa – e
    ela agradeceu-lhe trancando a
    porta do quarto e ficando de
    joelhos diante dele. Ela ainda
    podia sentir os dedos em punho
    em seu cabelo, ainda ouvir seu
    gemido..."

    eu tô maliciando pra krl e.e
    MANO Q MERDA ACABOU DE ACONTECER??? o.O

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  5. Feeeeeenrys seu filho da mãe! Será q vc é outro metamorfo? Qm é vc véi?

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    1. Estava pensando a mesma coisa Leh quase não tem comentário sobre essa parte depois da conversa silenciosa de aelin é Rowan
      Ass: Milly*-*

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  6. Esperando Aedion e Lysandra se pegarem,Manon e Doria tbm... E eu n se vcs,mas ja to de saco cheio dessa coisa de toda hr Rowan e Aelin...
    "Rowan curara a contusão
    nas costas de seus dedos pelo
    golpe que tinha dado na bruxa – e
    ela agradeceu-lhe trancando a
    porta do quarto e ficando de
    joelhos diante dele. Ela ainda
    podia sentir os dedos em punho
    em seu cabelo, ainda ouvir seu
    gemido..."

    Toda a malicia q a autora n colocou nos outros 4 livros ema ta compensando nesse...E o pior q é so com um casal.quero menos Rowan e Aelin e mais Manon e Doria,Lysandra e Aedion e Elide e Lorcan,pliss

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    1. Né.. Por isso esse livro foi tão estranho. Tipo, mudou completamente nessa questão, tá tudo muito explícito. Uma cena ou outra ok, mas foram tantas... Acho que isso devia ter ficado em ACOTAR.

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  7. eu curti essas cenas mas tb quero outros casais

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  8. Devoradora de livros30 de julho de 2017 01:10

    Para não mencionar as feridas individuais no pescoço de Aelin esta manhã. Ele quase implorou que ela encontrasse um cachecol.


    Kkkkkkk todo mundo sabendo da vida de todo mundo kkkk

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  9. Q FOI ISSO ??! CMO FENRYS É UM IMPOSTOR ?? E OS FEÉRICOS NEM PERCEBERAM.. 😱😱


    De privacidade esse povo n têm é nada 😂😂 eu tava até morrendo de vergonha alheia com as descriçoes de Aedion kkkkk

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Boa leitura :)