30 de janeiro de 2017

Capítulo 38

O encontro com Rolfe depois que o porto estava novamente seguro foi rápido. Franco.
E Aelin soube que se ela não saísse da cidade por uma hora ou duas, ela poderia muito bem explodir novamente.
Toda chave tem um cadeado, Deanna dissera, um pequeno lembrete da ordem de Brannon. Usando a voz dela. E a tinha chamado daquele título... aquele título que atingiu alguma corda de horror e compreensão dentro dela, tão profundo que ela ainda trabalhava no significado daquilo. A Rainha Que Foi Prometida.
Aelin correu na direção da praia do outro lado da ilha, tendo que correr dali, a necessidade de fazer o seu sangue rugir, querendo silenciar os pensamentos em sua cabeça. Atrás dela, os passos de Rowan eram silenciosos como a morte.
Apenas os dois estiveram naquele encontro com Rolfe. Ensanguentado e encharcado, o lorde pirata se encontrara com eles na sala principal de sua taberna, o nome agora um lembrete permanente do navio que tinha ela destruído. Ele exigiu:
— Que diabos aconteceu?
E ela estivera tão cansada, tão chateada e cheia de desgosto e desespero, que foi quase impossível reunir a arrogância.
— Quando se é abençoada por Mala, você descobre que, por vezes, o seu controle pode escorregar.
— Escorregar? Eu não sei o que vocês, tolos, estavam falando lá embaixo, mas de onde eu estava, parecia que você perdeu a cabeça, droga, e estava prestes a disparar contra a minha cidade.
Rowan, encostado na borda de uma mesa próxima, explicou:
— Magia é uma coisa viva. Quando se está tão fundo nela, lembrar-se do seu propósito é um esforço. Minha rainha agir antes que fosse tarde demais é um feito em si mesmo.
Rolfe não estava impressionado.
— Me parece que você é uma garota que brinca com poder grande demais para lidar, e só o salto do seu príncipe em seu caminho a fez decidir não abater meu povo inocente.
Aelin fechou os olhos por um instante, a imagem de Rowan pulando na frente do seu punho explodindo fogo lunar diante dela. Quando ela abriu os olhos, deixou sua confiança crepitante se tornar algo congelado e duro.
— Me parece — ela falou — que o Senhor dos Piratas da Baía do Crânio e herdeiro micênico há muito perdido acaba de se aliar a uma jovem rainha tão poderosa que pode dizimar cidades se desejar. Me parece que você se tornou intocável com essa aliança, e qualquer tolo que procure prejudicá-lo, usurpar-lhe, terá de me enfrentar. Portanto, sugiro que você salve o que puder do seu precioso navio, lamente as dúzias de homens, que eu assumirei total responsabilidade pelas perdas e cujas famílias compensarei adequadamente, e feche a boca.
Ela se virou para a porta, exaustão e raiva beliscando em seus ossos.
Rolfe falou de trás dela:
— Quer saber qual foi o custo deste mapa?
Ela parou, Rowan olhando entre eles, o rosto ilegível.
Ela sorriu por cima do ombro.
— Sua alma?
Rolfe deixou escapar uma risada rouca.
— Sim, de certa forma. Quando eu tinha dezesseis anos, eu era pouco mais do que um escravo em um desses navios purulentos, minha herança micênica apenas um bilhete de ida para uma surra — ele colocou a mão tatuada sobre as letras do Debulhador. — Cada moeda que ganhei veio para cá, para minha mãe e irmã. E um dia o navio em que eu estava foi pego numa tempestade. O capitão era um bastardo arrogante, se recusou a encontrar porto seguro, e o navio foi destruído. A maior parte da tripulação se afogou. Eu derivei por um dia, lavado para uma ilha na beira do arquipélago, e acordei para encontrar um homem olhando para mim. Eu perguntei se estava morto, e ele riu e perguntou o que eu queria para mim. Eu estava tão delirante respondi a ele que eu queria ser capitão... Eu queria ser o lorde dos piratas da Baía do Crânio e fazer os tolos arrogantes como o capitão que tinha matado os meus amigos se curvarem diante de mim. Pensei que estava sonhando quando ele explicou que se fosse para me dar as habilidades para fazê-lo, haveria um preço. O que eu mais valorizava no mundo, seria dele. Eu disse que pagaria, fosse o que fosse. Eu não tinha pertences, nenhuma riqueza, ninguém de qualquer maneira. Algumas moedas de cobre não seriam nada. Ele sorriu antes de desaparecer na névoa do mar. Acordei com a tatuagem em minhas mãos.
Aelin esperou.
Rolfe deu de ombros.
— Eu me preparei para voltar para cá, encontraria navios amigáveis usando o mapa com que o estranho me cobrira. Um presente de um deus, ou assim eu pensava. Mas não foi até que vi as cortinas pretas nas janelas da minha casa que comecei a me preocupar. E não foi até que descobri que a minha mãe e irmã tinham usado o seu pouco dinheiro para alugar um esquife e me procurar, e que o esquife havia retornado ao porto, mas elas não... que percebi o preço que paguei por isso. Foi o que o mar reivindicou. Do que ele dizia. E isso me tornou cruel o suficiente para que eu me soltasse sobre esta cidade, este arquipélago. — Os olhos verdes de Rolfe eram tão impiedosos quanto o deus do mar que tinha talentosamente condenado-o. — Esse foi o preço do meu poder. Qual deve ser o seu, Aelin Galathynius?
Ela não o respondeu antes de sair tempestuosamente da sala. Embora a voz de Deanna ecoasse em sua mente.
A Rainha Que Foi Prometida.
Agora, de pé naquela praia vazia e monitorando a extensão cintilante do mar quando o último saio do sol desapareceu, Rowan disse ao seu lado:
— Você usou voluntariamente a chave?
Nenhum indício de julgamento, de condenação. Apenas curiosidade – e preocupação.
— Não. Eu não sei o que aconteceu. Num minuto éramos nós... então ela chegou. — Aelin murmurou. Ela esfregou seu peito, evitando o contato da corrente de ouro pendurada ali. Sua garganta apertou quando ela olhou para aquele local no peito dele, bem no centro. Onde o punho dela estivera apontado. — Como você pôde? — ela respirou, um tremor percorrendo-a. — Como você pôde colocar-se na minha frente daquele jeito?
Rowan deu um passo para mais perto, mas não mais longe. O bater das ondas e os gritos de gaivotas que se dirigiam para casa para passar a noite encheu o espaço entre eles.
— Se você tivesse destruído naquela cidade, teria se destruído, e qualquer tipo de esperança em uma aliança.
Tremor começou em suas mãos, espalhando-se para os braços, o peito, os joelhos. Chamas e cinzas enrolaram-se em sua língua.
— Se eu tivesse te matado — ela sussurrou, mas engasgou com as palavras, incapaz de terminar o pensamento, a ideia. Sua garganta ardia, e ela fechou os olhos, chamas quentes ondulando ao redor dela. — Eu pensei que tivesse encontrado o fundo do meu poder — ela admitiu, magia já transbordando, de modo breve, muito breve depois que ela a esvaziou. — Pensei que o que encontrei em Wendlyn fosse o fundo. Eu não tinha ideia de que era apenas uma... antecâmara.
Aelin levantou as mãos, abrindo os olhos para encontrar os dedos envoltos em chamas. A escuridão se espalhava pelo mundo inteiro. Através do véu de ouro e azul e vermelho, ela olhou para o príncipe. Ela ergueu as mãos ardentes, impotentes, entre eles.
— Ela me roubou, me tomou. E eu podia sentir a sua... sentir a consciência dela. Era como se ela fosse uma aranha, esperando em uma teia por décadas, sabendo que um dia eu seria forte e estúpida o suficiente para usar minha magia e a chave juntas. Eu poderia muito bem ter tocado o sino do jantar.
Seu fogo queimou mais quente, mais brilhante, e ela o deixou aumentar, tomar forma.
Um sorriso irônico e amargo.
— Parece que ela quer que façamos a busca por esse cadeado uma prioridade, se foi a mensagem foi-lhe entregue duas vezes.
De fato.
— Não é o suficiente lidar com Erawan e Maeve, e obedecer as ordens de Brannon e Elena? Agora tenho que enfrentar os deuses respirando no meu pescoço sobre isso também?
— Talvez tenha sido um aviso, talvez Deanna quisesse lhe mostrar como um deus não tão amigável poderia usá-la se você não tiver cuidado.
— Ela gostou de cada segundo daquilo. Ela queria ver o que meu poder podia fazer, o que poderia fazer com meu corpo, com a chave — suas chamas queimaram mais quentes, rasgando através de suas roupas até que elas eram cinzas, até que ela estava nua e vestida apenas em seu próprio fogo. — E aquilo de que ela me chamou, a Rainha Que Foi Prometida. Prometida quando? A quem? Para fazer o quê? Eu nunca ouvi esse nome na minha vida, nem mesmo antes de Terrasen cair.
— Nós descobriremos.
E foi isso.
— Como você pode estar tão... bem com isso? — fagulhas explodiram dela como um enxame de vagalumes.
A boca de Rowan se contraiu.
— Confie em mim, Aelin, não estou nada bem com a ideia de que você esteja no jogo com aqueles bastardos imortais. Não estou nada, nada bem com a ideia de que você poderia ser tirada de mim, assim. Se eu pudesse, eu caçaria Deanna e a faria pagar por isso.
— Ela é a deusa da caça. Você pode estar em desvantagem. — Suas chamas aliviaram um pouco.
Um meio sorriso.
— Ela é uma imortal arrogante. Ela se cometerá um descuido. E além disso... — um dar de ombros. — Eu tenho a irmã do meu lado. — Ele inclinou a cabeça, estudando o fogo, o rosto dela. — Talvez seja por isso que Mala apareceu para mim naquela manhã, por que ela me deu sua bênção.
— Porque você é a única pessoa arrogante e insana o suficiente para caçar uma deusa?
Rowan chutou as botas, atirando-as na areia seca atrás dele.
— Porque eu sou a única pessoa arrogante e insana o suficiente para pedir a Mala Portadora do Fogo me deixar ficar com a mulher que amo.
Suas chamas se transformaram em ouro puro àquelas palavras – aquela última palavra. Mas ela disse:
— Talvez você apenas seja o único arrogante e insano o suficiente para me amar.
Aquela máscara ilegível rachou.
— Esta nova profundidade do seu poder, Aelin, não muda nada. O que Deanna fez não muda nada. Você ainda é jovem, o seu poder ainda está crescendo. E se este novo poço de energia nos der a mínima vantagem contra Erawan, então agradecemos a profundidade dele. Mas você e eu vamos aprender a controlar o seu poder juntos. Você não enfrentará isso sozinha; você não decide se é amada porque tem poderes que podem salvar destruir. Se começar a se ressentir desse poder... — ele balançou a cabeça. — Não acho que venceremos esta guerra se você seguir por esse caminho.
Aelin entrou na água e caiu de joelhos na arrebentação, vapor subindo em torno dela em grandes nuvens.
— Às vezes — admitiu ela sobre a água sibilante — eu queria que outra pessoa pudesse lutar esta guerra.
Rowan deu um passo para a arrebentação borbulhando, uma proteção de magia contra o calor dela.
— Ah — disse ele, ajoelhando-se ao lado dela enquanto ela ainda olhava para o mar escuro — mas quem mais seria capaz de atingir Erawan? Nunca subestime o poder da arrogância insuportável.
Ela riu, começando a sentir o beijo frio da água sobre seu corpo nu.
— Tanto quanto me falha a memória, príncipe, foi essa arrogância insuportável que ganhou seu coração irritadiço e imortal.
Rowan atravessou o fino véu de chamas agora diminuindo no ar doce da noite e mordeu o lábio inferior dela. Uma mordida afiada e malvada.
— Essa é minha Coração de Fogo.
Aelin deixou que ele a girasse na arrebentação e para a areia para encará-lo totalmente, deixando-o deslizar sua boca ao longo de sua mandíbula, a curva de sua bochecha, a ponta de sua orelha feérica.
— Estas — ele falou, mordiscando o lóbulo da orelha — estiveram me tentando por meses. — Sua língua traçou a ponta delicada, e suas costas arquearam-se. As mãos fortes apertaram-se em seus quadris apertados. — Algumas vezes, você dormindo ao meu lado na Defesa Nebulosa, e tomava toda a minha concentração não inclinar-me e mordê-las. Mordê-la por toda parte.
— Hmmm — ela gemeu, inclinando a cabeça para trás, concedendo-lhe acesso ao seu pescoço.

Rowan a seguiu na demanda silenciosa, pressionando beijos e rosnados baixos e macios em sua garganta.
— Nunca tinha tomado uma mulher na praia — ele ronronou contra sua pele, sugando suavemente o espaço entre o pescoço e o ombro. — E olha só – estamos longe de qualquer tipo de... danos.
Uma mão se afastou de seu quadril para acariciar as cicatrizes nas costas, a outra correndo para o traseiro dela, puxando-a totalmente contra ele.
Aelin estendeu as mãos sobre o peito, puxando a camisa branca sobre a cabeça dele. Ondas mornas colidiram contra eles, mas Rowan a prendeu rápido – imóvel, inabalável.
Aelin recobrou-se o suficiente para dizer:
— Alguém pode nos procurar.
Rowan bufou uma risada contra o pescoço dela.
— Algo me diz — ele falou, sua respiração deslizando ao longo de sua pele — que você pode não se importar se formos descobertos. Se alguém ver quão profundamente pretendo te adorar.
Ela sentiu as palavras pendendo ali, sentiu-se pendendo na borda do penhasco. Ela engoliu em seco. Mas Rowan a pegou cada vez que ela caíra – na primeira vez, quando ela caíra naquele abismo de desespero e tristeza, na segunda, quando o castelo se estilhaçara e ela caiu para o chão. E agora naquele momento, esta terceira vez... Ela não teria medo.
Aelin encontrou o olhar de Rowan e falou de forma clara, sem rodeios e sem um pingo de dúvida:
— Eu te amo. Estou apaixonada por você, Rowan. Estou faz um tempo. Sei que há limites para o que você pode me dar, e sei que você pode precisar de tempo...
Seus lábios esmagaram os dela, e ele disse em sua boca, soltando as palavras mais preciosas do que rubis, esmeraldas e safiras em seu coração, sua alma:
— Eu te amo. Não há limite para o que posso te dar, não há tempo que eu precise. Mesmo quando este mundo for um sussurro esquecido de poeira entre as estrelas, eu vou te amar.
Aelin não soube quando começou a chorar, quando seu corpo começou a tremer com a força do choro. Ela nunca tinha dissera aquelas palavras – para ninguém. Nunca se deixou ficar tão vulnerável, nunca sentiu aquilo queimar – algo sem fim, tão desgastante que ela poderia morrer a partir daquela força.
Rowan se afastou, enxugando suas lágrimas com os polegares, uma após a outra. Ele falou suavemente, quase inaudível sobre as ondas em torno deles:
— Coração de Fogo.
Ela fungou as lágrimas.
— Urubu.
Ele rugiu uma risada e ela deixou que ele a deitasse na areia com uma suavidade próxima da reverência. Seu peito esculpido se ergueu um pouco quando ele correu os olhos sobre seu corpo nu.
— Você... é tão linda.
Ela sabia que para ele não significava apenas a pele, as curvas e os ossos.
Mas Aelin ainda sorriu, cantarolando.
— Eu sei — ela respondeu, levantando os braços acima da cabeça, colocando o Amuleto de Orynth em uma parte elevada, em segurança, na praia. Seus dedos cavaram na areia macia, enquanto ela arqueava as costas em um esticar lento.
Rowan assistiu cada movimento, cada lampejo de músculo e pele. Quando seu olhar grudou em seus seios, brilhando com água do mar, sua expressão tornou-se voraz.
Então, seu olhar deslizou mais baixo. Mais para baixo. E quando se demoraram no ápice de suas coxas e os olhos ficaram vidrados, Aelin lhe disse:
— Você vai ficar aí de boca aberta durante a noite toda?
A boca de Rowan se separou um pouco, sua respiração superficial, seu corpo já mostrando-lhe exatamente onde isso ia acabar.
Um vento fantasma correu através das palmas, sussurrando sobre a areia. Sua magia vibrou quando ela sentiu, mais do que viu, o escudo de Rowan cobrir o lugar em torno deles. Ela enviou seu próprio poder sobre ele, batendo e batendo no escudo, faíscas de chama.
Os caninos de Rowan brilharam.
— Nada passará por esse escudo. E nada vai me machucar, também.
Algo apertado em seu peito diminuiu.
— É diferente? Com alguém como eu.
— Eu não sei — Rowan admitiu. Mais uma vez, seus olhos deslizaram ao longo de seu corpo, como se ele pudesse ver através da pele o seu coração queimando por baixo. — Eu nunca estive com... uma igual. Nunca me permiti liberdade.
Para cada pedaço de poder que ela jogava contra ele, ele jogava de volta para ela. Ela se apoiou nos cotovelos, levantando a boca para a nova cicatriz naquele ombro, o ferimento pequeno e irregular – do tamanho de uma flecha. Ela beijou-a uma vez, duas vezes.
O corpo de Rowan estava tão tenso acima dela, que ela pensou que seus músculos poderiam estalar. Mas suas mãos eram gentis quando desviaram-se para as costas dela, acariciando suas cicatrizes e as tatuagens com que ele as cobrira.
As ondas faziam cócegas e acariciavam, e o fez se acomodar sobre ela, mas ela levou a mão ao peito dele – detendo-o parado. Ela sorriu contra sua boca.
— Se nós somos iguais, então não entendo por que você ainda está meio vestido.
Ela não lhe deu chance de explicar enquanto traçou sua língua sobre os lábios fechados, enquanto seus dedos desafivelavam o cinto que carregava a espada desgastada. Ela não tinha certeza se ele estava respirando.
E só para ver o que ele faria, ela apalpou através de suas calças.
Rowan soltou uma maldição.
Ela riu baixinho, beijou sua mais a nova cicatriz de novo, e arrastou um dedo abaixo preguiçosamente, indolente, mantendo seu olhar em cada centímetro que ela tocava.
E quando Aelin pôs a palma da mão sobre ele novamente, ela falou:
— Você é meu.
A respiração de Rowan começou de novo, irregular e selvagem como as ondas quebrando em torno deles. Ela abriu o botão no alto da calça.
— Eu sou seu — ele grunhiu.
Outro botão saiu de sua casa.
— E você me ama — disse ela. Não uma pergunta.
— Para qualquer fim — ele respirou.
Ela soltou o terceiro e último botão, e ele se ergueu para lançar suas calças na areia nas proximidades, a cueca jogada junto. Sua boca ficou seca quando ela o viu.
Rowan tinha sido criado e afinado para a batalha, e cada centímetro dele era puro guerreiro.
Ele era a coisa mais bonita que já tinha visto. Dela – ele era dela, e...
— Você é minha — Rowan respirou, e ela sentiu a reivindicação em seus ossos, sua alma.
— Eu sou sua — ela respondeu.
— E você me ama. — Aquela esperança e alegria tranquila em seus olhos, por baixo de toda a ferocidade.
— Para qualquer fim. — Por muito tempo – por tempo demais ele estivera sozinho e errante. Não mais.
Rowan a beijou novamente. Lento. Suave. Uma mão deslizou para o peito musculoso dele quando ele se abaixou sobre ela, seus quadris aninhados contra os dela. Ela engasgou um pouco com o toque, engasgou um pouco mais enquanto os nós dos dedos roçaram a parte inferior pesada e dolorida de seu seio. Quando ele se inclinou para beijar o outro.
Seus dentes roçaram o mamilo, e seus olhos se fecharam, um gemido escorregando para fora dela.
Oh, deuses. Oh, deuses queimando. Rowan sabia o que estava fazendo; ele realmente, deuses malditos, sabia.
A língua dele pincelou contra o seu mamilo, e sua cabeça inclinou para trás, os dedos cravando nos ombros dele, insistindo para que ele demorasse mais, tomasse mais duramente.
Rowan rosnou sua aprovação, o seio ainda em sua boca, em sua língua, a sua mão fazendo movimentos preguiçosos em suas costelas , descendo abaixo de sua cintura, as coxas, em seguida, voltando. Ela arqueou à demanda silenciosa...
Um toque fantasma, como o vento do norte assumindo forma, acendeu sobre seu peito nu.
Aelin explodiu em chamas.
Rowan riu sombriamente aos vermelhos, dourados e azuis que eclodiram em torno deles, iluminando as palmeiras que se elevavam sobre a beira da praia, as ondas quebrando atrás deles. Ela poderia ter entrado em pânico, poderia ter ficado mortificada, se ele não tivesse tomado a sua boca, se aquelas mãos fantasmas de vento gelado não tivessem trabalhado em seus seios, se a própria mão dele não continuasse acariciando, mais e mais perto de onde ela precisava dele.
— Você é magnífica — ele murmurou em seus lábios, sua língua deslizando em sua boca.
A dureza dele pressionou contra ela, e ela arqueou seus quadris, a necessidade de mover-se contra ele, fazer qualquer coisa para aliviar a dor aumentando entre as pernas. Rowan gemeu, e ela se perguntou se havia qualquer outro homem no mundo que estaria tão nu e propenso com uma mulher em chamas, que não olharia para as chamas com qualquer pingo de medo.
Ela deslizou a mão entre eles, e quando fechou os dedos em torno dele, maravilhada com a sensação de aço envolto em veludo, Rowan gemeu de novo, empurrando em sua mão. Ela puxou a boca da dele, olhando para aqueles olhos de pinheiro verde quando deslizou sua mão. Ele abaixou a cabeça – não para beijá-la, mas para ver onde ela o acariciava.
Um vento que rugia cheio de gelo e neve explodiu em torno deles. E foi a vez dela de soltar uma risada. Mas Rowan agarrou seu pulso, puxando a mão. Ela abriu a boca em protesto, querendo tocar mais, saborear mais.
— Deixe-me — Rowan rosnou sobre a pele lisa do mar entre os seios. — Deixe-me tocar em você. — Sua voz tremeu o suficiente para Aelin erguer o seu queixo usando o polegar e o indicador.
Um lampejo de medo e alívio brilhou sob o desejo envidraçado. Como se fazer isso, tocá-la, fosse tanto para lembrá-lo do que ela tinha feito hoje, que estava a salvo, quanto para o prazer dela. Ela se inclinou, roçando a boca contra a dele.
— Faça o seu pior, príncipe.
O sorriso de Rowan foi nada menos do que mau quando ele se afastou para correr uma mão grande desde a sua garganta até a junção de suas coxas. Ela estremeceu com a pura posse no toque, sua respiração vindo em rajadas apertadas quando ele agarrou ambas as coxas e abriu suas pernas, expondo-a totalmente para ele.
Outra onda veio, quebrando em torno deles, a água fria como mil beijos ao longo de sua pele. Rowan beijou seu umbigo, então seu quadril.
Aelin não conseguia tirar os olhos de seu cabelo prateado brilhando com água salgada e luar, das mãos mantendo-a aberta para ele quando sua cabeça mergulhou entre suas pernas.
E, quando Rowan a saboreou naquela praia, quando ele riu contra sua pele lisa, enquanto seus gritos roucos pelo nome dele quebravam através das palmeiras, areia e água, Aelin deixou que todo o fingimento de razão se fosse.
Ela se moveu, quadris ondulantes, pedindo-lhe para ir, ir, ir. Então Rowan fez, deslizando o dedo para ela quando sua língua tomava aquele ponto, e oh, deuses, ela ia explodir em fogo estelar...
— Aelin — ele rosnou, seu nome um apelo.
— Por favor — ela gemeu. — Por favor.
O pedido foi sua ruína. Rowan ergueu-se sobre ela novamente, e ela soltou um som que poderia ter sido um gemido, poderia ter sido o seu nome.
Em seguida, Rowan tinha uma mão apoiada na areia ao lado de sua cabeça, dedos entrelaçando-se nos seus cabelos, enquanto com a outra se guiava para dentro dela. Na primeira estocada dele, ela esqueceu seu próprio nome. E quando ele deslizou dentro com suaves estocadas devastadoras, enchendo-a centímetro por centímetro, ela esqueceu que era a rainha e que tinha um corpo separado e um reino e um mundo para cuidar.
Quando Rowan estava instalado fundo nela, tremendo de contenção enquanto permitia que ela se ajustasse, ela levantou as mãos ardentes ao rosto, vento e gelo caindo e rugindo em torno deles, dançando sobre as ondas com fitas de fogo. Não havia palavras em seus olhos, nenhuma nos dela, tampouco.
Palavras não fariam justiça. Não em qualquer idioma, em qualquer mundo.
Ele inclinou-se, reivindicando sua boca quando começou a se mover, e eles se deixaram ir completamente.
Ela poderia ter chorado, ou ele pode ter tido lágrimas em seu rosto, transformadas em vapor em meio às chamas.
Ela arrastou as mãos pelas poderosas costas musculosas, mais cicatrizes de batalhas e terrores pelo longo tempo passado. E, quando seus impulsos se tornaram mais profundos, ela cravou seus dedos, arranhando suas costas, reivindicando-o, marcando-o. Seus quadris bateram em casa com o sangue que tirou, e se arqueou, expondo sua garganta para ele. Para ele – só ele.
A magia de Rowan foi à loucura, embora a boca em seu pescoço fosse tão cuidadosa enquanto seus caninos arranhavam ao longo de sua pele. E com o toque dos dentes letais contra ela, a morte que pairava nas proximidades e as mãos que seriam sempre gentis com ela, sempre a amá-la...
Libertação explodiu através dela como um incêndio. E embora ela não conseguisse lembrar seu nome, ela se lembrou do de Rowan enquanto chorava e ele continuava se movendo, arrancando cada última gota de prazer dela, o fogo queimando a areia em torno deles em vidro.
A própria libertação de Rowan silvou através dele ao vê-la, e ele gemeu o nome dela para que ela se lembrasse, por fim, e relâmpagos junto de vento e gelo caíram sobre a água.
Aelin o manteve, enviando o fogo de opala de sua magia para se entrelaçar com o poder dele. Mais e mais, quando ele se derramou nela, relâmpagos e chamas dançando sobre o mar.
Os relâmpagos continuaram a cair, silenciosos e agradáveis, mesmo depois que ele parou. Os sons do mundo derramaram-se à volta deles, suas respirações tão irregulares quanto o silvo das ondas quebrando enquanto ele depositava beijos preguiçosos em sua têmpora, nariz, boca. Aelin atraiu os olhos longe da beleza da sua magia, a beleza delas, e encontrou o rosto mais belo de todos.
Ela estava tremendo – e Rowan, enquanto permanecia com ela. Ele enterrou o rosto na curva do seu pescoço e ombro, a respiração irregular aquecendo sua pele.
— Eu nunca... — ele tentou, a voz rouca. — Eu não sabia o que poderia ser...
Ela correu os dedos pelas costas cicatrizadas, mais e mais.
— Eu sei — ela ofegou. — Eu sei.
Já, ela queria mais, já calculava quanto tempo teria que esperar.
— Você me disse uma vez que não se morde as fêmeas de outros machos — Rowan endureceu um pouco. Mas ela continuou timidamente: — Isso significa que... você vai morder a sua própria fêmea, então?
Compreensão brilhou naqueles olhos verdes quando ele ergueu a cabeça do pescoço dela para estudar o local onde aqueles caninos uma vez perfuraram sua pele.
— Essa foi a primeira vez em que realmente perdi o controle perto de você, sabe. Eu queria lançá-la penhasco afora, mas eu te mordi antes de saber o que estava fazendo. Acho que meu corpo sabia, minha magia sabia. E o seu gosto... — Rowan soltou uma respiração irregular. — Tão bom. Eu a odiei por isso. Eu não conseguia parar de pensar nisso. Eu acordava à noite com aquele gosto na minha língua, acordava pensando na sua desagradável, boca bonita — ele traçou o dedo sobre seus lábios. — Você não quer saber as coisas depravadas que pensei sobre essa boca.
— Hmmm, ainda assim, você não respondeu minha pergunta — disse Aelin, seus dedos dos pés enrolando-se na areia molhada e água morna.
— Sim — disse Rowan densamente. — Alguns homens gostam de fazer isso. Para marcar território, pelo prazer...
— As fêmeas mordem os machos?
Ele começou a endurecer novamente dentro dela enquanto a questão permanecia. Oh, deuses – amante feérico. Todos deviam ter a sorte de ter um. Rowan murmurou:
— Você quer me morder?
Aelin olhou para a garganta dele, para seu corpo glorioso, e o rosto que antes ela odiara tão ferozmente. E se perguntou se era possível amar alguém o suficiente para morrer com ele. Se era possível amar alguém o suficiente para que o tempo e a distância e a morte não fossem preocupação.
— Estou limitada ao seu pescoço?
Os olhos de Rowan queimaram, e seu impulso acelerado foi resposta suficiente.
Eles se moveram juntos, ondulando como o mar diante deles, e quando Rowan gritou seu nome novamente para as estrelas salpicadas no negro, Aelin esperava que os próprios deuses ouvissem e soubessem que seus dias estavam contados.

56 comentários:

  1. UIIIIII...DEU ATÉ UM CALORZINHO...PELO CALDEIRÃO.

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  2. NOSSAAAA, MOMENTO MAIS ESPERADO. HAHAHA ATE QUE ENFIM,CAIU UMA LAGRIMA NN DISSE DE ONDE.
    Quero um Rowan pra mim

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    1. MOOOOOOORTAAAAAA
      passei mal de rir

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    2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk morri meu Deus

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  3. Uiiii subiu um calor!
    Safadinhos...Fazendo besteiras na praia
    Pelo caldeirão...( ͡° ͜ʖ ͡°) Lenny Face se casou com Moon Face 🌚

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  4. UIIII FINALMENTE....QUERO UM ROWAN PARA MIM

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  5. ...sobre esse capítulo...


    ... ....não ...sei ... o que to sentindo....

    ....to... ...atordoada...

    ...demais pra falar....

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    1. Somos duas, subiu até um arrepio ou vários.

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  6. Que lingua poderosa. Quero um feerico pra mim....kkkk :)

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  7. Nossa até que enfim , Foi melhor do que o esperado
    Quero um Rowan pra mim também

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  8. Eu pensei que isso ia acontecer em Wendlyn mas não, pensei que ia acontecer em ardalan mas não, pensei que fosse em terrasen mas não e quando eu duvido acontece

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  9. Todo mundo surtando com o capítulo e eu só consigo rir por causa do fogo.
    Devo ter problemas.

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  10. Pra quem disse que não queria uma platéia quando fizesse Aelin gemer. ... uma praia seria ótimo se ela fosse deserta né. ... só que não. ..kkkkkk. ...

    Flavia

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  11. Finalmente eles disseram com todas as letras "eu te amo". TÔ SURTANDO, QUE CAPÍTULO FOI ESSE???? AJUDA SENHOR, MISERICÓRDIA EU TÔ INFARTANDO AQUI O.O MDS FINALMENTE, KRL MANO QUE CALOR, MDS QUE FOGO ~me abanando~AEEEEEEEEE FINALMENTE, EU ESPEREI DOIS LIVROS E ALGUNS CAPÍTULOS POR ESSE MOMENTO *-* É PEDIR MUITO UM ROWAN PRA MIM? G-ZUIS QUERO ESSE FEERICO PRA MIM

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  12. Não entendo eles tirarem Corte de espinhos e rosas por ter cenas adultas e colocar esse , que não é muito diferente das cenas que tem lá ...

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  13. Perfeito
    Sinto que eles são parceiros


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  14. VEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII O QUE FOI ISOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO PAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII DOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO CÉEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEU AHNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN Q Q EU TO FAZENNNNNNNNNNNNDDDDDDDDDDDDDDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ANH? QUEM SOU EU? QUAL É MEU NOME ? VEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIO QUE FOI ISSO ANH? VEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII ANH? CARALHO MANO VEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

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    1. kkkkkkkkkkkkk vc é bem veemente kkkkkkkk

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  15. FINALMENTE !!! Só digo isso ! FINALMENTE

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  16. Concordo com vc anônimo

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  17. deu um calorsinho aqui em

    quero um feérico pra mim

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  18. me lembrou a música se o amor tiver lugar do jorge e mateus

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  19. Achei parecido demais com Corte de Espinhos e Rosas, nos outros livros de Trono de Vidro nao tinha cenas assim

    Nao querendo parecer ingrato nem nada. Cenas nesse estilo nunca sao demais


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    1. Verdade. Acho que a autora gostou de escrever ACOTAR e se empolgou. Eu estranhei, começaram cenas quentes do nada nesse livro. E não uma ou duas, mas várias

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    2. OPAAAAA , como assim Krina, significa que eu posso começar a me empolgar ja pq teram outras cenas assim??? o.O hehe

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    3. Sim! Achei até que ela passou da conta...

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  20. Gente subiu o inferno aqui depois disso!!! Eu esperei tanto esse momento

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  21. EITAAAA... escolheram um dos lugares mais desconfortáveis pra isso (areia) e mesmo assim... QueroUmRowanPraMim

    E to surpresa que a Sarah tenha escrito tão... detalhadamente. Aí eu dou valor HUEHUEHUEHUEHUEHUE
    #

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    1. Rowan com seu poder de vento com certeza afastava os grãos de areia, fora que tava molhada por causa das ondas e tinha o escudo mágico hahahaha então acho que não incomodou nenhum pouco o lugar, muito pelo contrário... pq aí que se soltaram mesmo :3

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  22. Aaaaaaiiiiii mdsss.... scrr... vou até reler aqui pq pqp cara .. ADOREI... agora só falta Manon&Dorian... Lysandra&Aedion.... Elide&Lorcan... SENHOOOR <3

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    1. como deve ser com uma bruxa, só torcendo para que não seja como as viúvas negras pois Dorian é meu personagem favorita.....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    2. Isso é engraçado por demais, ainda mais levando em conta que a Manon já disse que dormia com outros homens e logo em seguida matava e bebia o sangue deles hahahha

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  23. Esse capítulo me surpreendeu pelo detalhes, mas não posso dizer que odiei, pq na verdade eu adoroooo! Kkk
    Adendo para essa declaração de amor, que lindo!!!

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  24. ADOREI ETE CAPITULO! É UM DOS MEUS PERFERIDOS!

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  25. PUTAAAAAAAAAAAAAAAA QUE PARIIIIIIIIIIU...... ME DIZ QUE ALGUÉM MAIS ALGUÉM QUASE ENTROU EM COMBUSTÃO ESPONTÂNEA COM ESSE CAPÍTULO?

    Eles finalmente disseram EU TE AMO um pro outro gente ❤❤❤❤ ai Meu Jesus tô infartando aqui

    O QUE DIZER DESSA PRIMEIRA VEZ?
    Não há palavras
    MELHOR PRIMEIRA VEZ
    MELHOR CASAL
    MELHOR DECLARAÇÃO DE AMOR
    MELHOR TUDOOO

    ROWAELIN EU NASCI PRA TE VENERAR

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  26. Até que enfim! Ô foda que tava enrolada, viu.

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  27. SOCORROOOO
    QUE CAPITULO FOI ESSE??? Melhor casal ♥♥♥♥

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  28. Todo mundo feliz da vida com a cena quente, e eu aqui pensando que ela tá transando enquanto a Lysandra está toda machucada. Ainda pouco a Aelin estava se lamentando sobre a amiga e agora está gemendo sob um feérico.

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    1. A Lys fez sua escolha de seguir a Alien sua Rainha para a batalha.
      E a Alien tambem merece ser feliz, ainda mais ela que parece que nao teve nenhuma escolha na vida, ela e maior vitima de todos, pq seu destino ja decidido antes dela nascer.
      Mas fica relex ela vai cuidas da lys tmb, ela e uma boa amiga.

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  29. AI MEU BOM DEUS.....
    EU ESTOU SEM PALAVRAS......
    QE CAP FOI ESSE RAZIEL????
    AMEI AMEI AMEI
    100OOOR AMADO ME SALVA QUE EU TO PERDIDA...

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  30. Ela mordeu aonde eu tô pensando ???

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    1. Se vc ta pensando no pescoço , sim foi isso mesmo! !! Kkkkkkk

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  31. Gentenn que isso...só eu imaginei a cara dela quando ele tirou o roupa kkkkk "Sua boca ficou seca quando ela viu.Rowan tinha sido criado e afinado para a batalha, e cada centímetro dele era puro guerreiro". Uaauuuu!!

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  32. Eu tava na biblioteca da escola lendo esse cap, a tela do Pc virada para a bibliotecaria e para o grupo de alunos do oitavo ano , e eu dei um grito quando começou que me rendera muitos problemas, apedar dos olhares feios na minha direçao eu so virei a tela um pouco longe kkkk Mas to arrependida? Nem um pouco ! CARA, VALEU A PENA ESPERAR!!!!!!!!!!!!! P.S: E so eu ou vcs tambem perceberam que o Rowan tem uma queda por morder a Aelin como o Rhys tem por lamber a Feyre? kkk



    "Ele começou a endurecer novamente dentro dela enquanto a questão permanecia. Oh, deuses – amante feérico. Todos deviam ter a sorte de ter um." CONCORDO AELIN!!!! Todos deveriam ter um!

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  33. Acho que todas queremos um Rowan😍kk..eles são de mais

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  34. 😍😍😍 Quero um Rowan ❤❤ onde a gnt encontra ?? Vamo comprar passagens pra Erilea 😂😂

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  35. "Ele começou a endurecer novamente dentro dela enquanto a questão permanecia. Oh, deuses – amante feérico. Todos deviam ter a sorte de ter um."

    Oh Deuses. ... meu marido não poderia ser feérico? Kkkkkkkkkkk....

    Byanca

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  36. Meu Deus preciso de um feerico desse 😍😍😍. By Andreia

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Boa leitura :)