30 de janeiro de 2017

Capítulo 35

Debruçada sobre a balaustrada do Dragão Marinho, segurando a escada de corda que balançava do mastro acima, Aelin aproveitou as lufadas de ar úmido e a água que era espirrada em seu rosto enquanto o navio flutuava nas ondas. Uma vez que a embarcação estava a frente das outras, Rowan fez com que os seus ventos enchessem as velas, enviando o Dragão Marinho voando em direção à corrente gigantesca.
Foi difícil não olhar para trás quando eles passaram ao longo da corrente submersa... e então a Quebra-Navios começou a subir do fundo da água.
Selando-os para fora da baía – onde os outros navios de Rolfe esperariam com segurança atrás do limite da corrente – para proteger a cidade, agora silenciosa a observá-los.
Se tudo correr bem, eles só precisariam deste barco, ela dissera a Rolfe.
E se fosse mal, logo seus navios não fariam diferença nenhuma de qualquer maneira.
Agarrando-se firmemente à corda, Aelin se inclinou para fora, o azul vibrante e branco abaixo passando em um borrão rápido. Não rápido demais, ela disse a Rowan. Não perca a sua força, você mal dormiu noite passada.
Ele tinha acabado de se inclinar para mordiscar seu ouvido antes de correr para o assento de Gavriel, para se concentrar.
Ele ainda estava lá, o poder permitindo que os homens parassem com os remos e se preparassem para o que vinha na direção deles. Aelin novamente olhou para frente – na direção das velas negras borrando o horizonte.
A chave de Wyrd no peito dela zumbiu em resposta.
Ela podia senti-los – sua magia podia senti o gosto da corrupção no vento. Nenhum sinal de Lysandra, mas ela estava lá fora.
O sol era cegante sobre as ondas quando a magia de Rowan diminuiu, levando-os para um deslizamento constante até os dois picos da ilha que se curvavam um para o outro.
Já era hora.
Aelin saiu da grade, suas botas batendo na madeira molhada do convés. Nesse momento muitos olhos se voltaram para ela, para as correntes espalhadas por todo o convés principal.
Rolfe caminhou para ela, descendo do tombadilho onde estivera lidando com o leme.
Ela pegou uma pesada corrente de ferro, imaginando quem a teria ocupado anteriormente. Rowan se levantou em um movimento uniforme, gracioso. Ele a alcançou no mesmo momento que Rolfe.
— E agora? — O capitão perguntou.
Aelin acenou com o queixo para os navios próximos o suficiente para eles enxergarem as figuras amontoadas sobre os vários conveses. Muitas, muitas figuras.
— Nós os atraímos o mais próximo possível. Quando você puder ver o branco dos olhos deles, nos avise.
— E então desça a âncora a estibordo. Gire-nos ao redor — Rowan acrescentou.
— Por quê? — Rolfe perguntou, enquanto Rowan a ajudava a prender a algema em volta do pulso.
Ela hesitou ao ferro, sua magia torcendo. Rowan segurou seu queixo entre o polegar e o indicador, fazendo-a encontrar seu olhar firme, enquanto respondia a Rolfe:
— Porque não queremos os mastros no caminho quando abrirmos fogo. Eles parecem ser uma parte bastante importante do navio.
Rolfe rosnou e saiu.
Os dedos de Rowan deslizaram para embalar sua mandíbula, seu polegar roçando a bochecha dela.
— Usaremos nossa energia, lenta e constante.
— Eu sei.
Ele inclinou a cabeça, as sobrancelhas se elevando. Um meio sorriso curvou sua boca maliciosa.
— Você esteve escavando seu poder numa espiral profunda durante dias agora, não é?
Ela assentiu com a cabeça. Tinha tomado a maior parte de seu foco, um esforço ficar no presente, se manter ativa e consciente enquanto escavava para baixo e para baixo, puxando o máximo de seu poder quanto podia sem atrair qualquer aviso.
— Eu não queria correr nenhum risco aqui. Não quando você estava drenando por salvar Dorian.
— Eu já me recuperei, você sabe. Então aquela pequena exibição esta manhã...
— Uma maneira de raspar o topo do poder — ela disse ironicamente. — E fazer Rolfe irritar-se.
Ele riu e soltou seu rosto para passar para a outra algema. Ela odiava aquele velho toque hediondo em sua pele, na dele, enquanto apertava a algema em seu pulso tatuado.
— Depressa — disse Rolfe, de volta ao seu lugar ao leme.
Realmente, os navios se assomavam sobre eles. Nenhum sinal das serpentes do mar – embora a metamorfa também se mantivesse fora de vista.
Rowan espalmou sua faca de caça, o aço brilhando sob o sol escaldante. Meio-dia.
Precisamente por isso que ela fora ao encontro de Rolfe com quase duas horas de antecedência.
Ela praticamente tocara o sino do almoço para o anfitrião no Fim da Linha. Ela tinha apostado que não esperariam até o anoitecer – aparentemente, temiam a ira de seu mestre caso ela escorregasse de suas mãos mais do que temiam a própria luz. Ou eram estúpidos demais para perceber que a Herdeira de Mala estaria em sua hora mais poderosa.
— Você quer fazer as honras, ou eu deveria? — perguntou Rowan.
Fenrys e Gavriel tinham se levantado, lâminas para fora enquanto monitoravam a partir de uma distância segura. Aelin estendeu a mão livre, a palma da mão cicatrizada, e tomou a lâmina dele. Um corte rapidamente fez sua pele arder, sangue quente aquecendo sua pele pegajosa de água do mar.
Rowan pegou a lâmina um batimento cardíaco mais tarde, e o aroma de seu sangue encheu seu nariz, fazendo seus sentidos ficarem mais afiados. Ela estendeu a mão ensanguentada.
Sua magia rodou para o mundo com ele, crepitando em suas veias, seus ouvidos. Ela freou o desejo de bater o pé no chão, de girar os ombros.
— Lenta — Rowan repetiu, como se sentisse o impulso de pular em frente que seu poder agora ganhou — e estável. — Seu braço algemado deslizou ao redor da cintura dela para segurá-la contra si. — Eu estarei com você a cada passo do caminho.
Ela levantou a cabeça para estudar seu rosto, os traços agressivos e a tatuagem curvada. Ele se inclinou para roçar um beijo em sua boca. E quando seus lábios se encontraram, as palmas das mãos que sangravam também se beijaram.
A magia sacudiu através dela, antiga, perversa e astuta, e ela se arqueou contra ele, seus joelhos dobrando como se o poder cataclísmico de Rowan rugisse para ela.
Para todos, para qualquer pessoa assistindo do convés, ela entendia, eram dois amantes se abraçando.
Mas Aelin encapsulava para baixo, para baixo, para baixo em seu poder, sentiu-o a fazer o mesmo com o dele, sentiu cada onda de gelo, vento e relâmpagos indo dele para dentro dela. E quando ele a alcançou, o núcleo do poder dele cedeu ao dela própria, derreteu e se tornou brasas e fogo. Tornou-se o coração fundido da Terra, dando forma ao mundo e dando luz a novas terras.
Cada vez mais fundo, ela estava.
Aelin tinha uma vaga sensação de que o navio de balançava sob eles, sentiu a mordida fraca do ferro que rejeitava sua magia, sentiu a presença de Fenrys e Gavriel piscando ao redor deles como velas.
Fazia meses desde que ela roçara uma parte tão profunda no abismo de seu poder.
Durante o tempo em que ela havia treinado com Rowan em Wendlyn, o limite de seu poder tinha sido autoimposto. E então naquele dia com os valg, ela estilhaçara esse limite – descobrira um nível inteiro escondido sob ele. Ela o utilizara quando cercou Doranelle com seu poder, levara um dia inteiro para encapsulá-lo agora, para elaborar o que precisava.
Aelin começara a explorar há três dias.
Ela esperava terminar após o primeiro dia. Atingir o fundo que sentira antes.
Ela não atingira.
E agora... agora com o poder de Rowan se juntando ao dela...
O braço de Rowan ainda a segurava firmemente contra o corpo dele, e ela teve a sensação distante, obscura, de seu casaco arranhando levemente contra seu rosto, da dureza das armas presas por baixo, do cheiro dele cobrindo-a, acalmando-a.
Ela era uma pedra arremessada no mar do próprio poder – o poder deles.
Para baixo
E
Para baixo
E
Para baixo.
Não – não era o fundo. O fundo era forrado de cinzas, o poço de uma cratera dormente.
Apenas a sensação de seus próprios pés contra o convés de madeira a impedia de afundar-se nas cinzas, aprendendo o que adormecia debaixo dali.
Sua magia sussurrou para começar a cavar através das cinzas e sedimentos. Mas o aperto de Rowan era firme em sua cintura.
— Calma — ele murmurou em seu ouvido. — Calma.
Ainda mais do poder dele fluiu para dentro dela, vento e gelo agitando com seu poder, um redemoinho dentro outro.
— Perto agora — Rolfe avisou de perto – de outro mundo.
— Aponte para o meio da frota — Rowan a ordenou. — Faça com que os navios dos flancos se espalhem para o recife.
Onde eles fundariam, deixando os sobreviventes para serem derrubados com flechas disparadas por Fenrys e pelos homens de Rolfe. Rowan teria que estar alerta, em seguida, observando a força que se aproximava.
Ela podia senti-los – sentia os arrepios de sua magia subirem em resposta à escuridão reunida além do horizonte da sua consciência.
— Quase lá — Rolfe avisou.
Ela começou a puxar para cima, arrastando o abismo de chamas e brasas com ela.
— Estável — Rowan murmurou.
Alto, e mais alto, Aelin subiu, de volta para o mar e a luz solar.
Aqui, a luz do sol parecia acenar. Para mim.
Sua magia subiu para ele, para a voz.
— Agora! — Rolfe gritou.
E como uma besta feroz libertada da coleira, sua magia entrou em erupção.



Ela estava fazendo assim como Rowan ao entregar seu poder para ela.
Ela hesitou e balançou algumas vezes, mas... ela tinha a exploração sob controle.
Mesmo que o poder dela... o poço estava mais profundo do que antes. Era fácil esquecer que ainda estava em ascensão – que seu poder se amadureceria com ela.
E quando Rolfe gritou, Agora! Rowan soube que ele tinha esquecido seu prejuízo.
Um pilar de chama que não queimava irrompeu de Aelin, indo direto para o céu, transformando o mundo em dourado, vermelho e laranja.
Aelin foi arrancada de seus braços pela força disso, e Rowan agarrou a mão dela em um aperto esmagador, recusando-se a deixá-la quebrar essa linha de contato. Os homens em torno deles tropeçaram para trás, caindo de bunda enquanto boquiabriam-se em terror e admiração.
No alto, a coluna de fogo girava, um turbilhão de morte, vida e renascimento.
— Pelos deuses — Fenrys sussurrou atrás dele.
A magia de Aelin derramava-se no mundo. Ainda assim, ela queimava mais quente, mais selvagem.
Seus dentes estavam cerrados, sua cabeça arqueou-se para trás enquanto ela ofegava, os olhos fechados.
— Aelin — Rowan avisou.
O pilar de fogo começou a se expandir, colorido agora com azul e turquesa. Chamas que poderiam derreter ossos, rachar a terra.
Demais. Ele tinha lhe dado demais, e ela mergulhara muito fundo no próprio poder...
Através das chamas que os encobriam, Rowan vislumbrou a frota inimiga frenética, agora lançando-se em movimento para fugir, para sair do alcance.
A exibição contínua de Aelin não era para eles.
Porque não havia como escapar, não com o poder que ela tinha puxado de dentro dela.
A exibição era para os outros, para a cidade a observá-los.
Para o mundo saber que ela não era uma mera princesa brincando com brasas bonitas.
— Aelin — Rowan disse novamente, tentando puxar o vínculo entre eles.
Mas não havia nada.
Somente a boca escancarada de alguma besta imortal, antiga. Uma besta que abrira um olho, uma besta que falava na língua de mil mundos.
Gelo inundou suas veias. Ela estava usando a chave de Wyrd.
— Aelin. — Mas Rowan sentiu em seguida. Sentiu a parte inferior da rachadura de poder ser aberta como se a besta dentro da chave de Wyrd colocasse o pé nas cinzas e rochas cuja crosta desmoronava abaixo dela.
E revelava um núcleo turvo e fundido de magia abaixo.
Como se fosse o coração ardente da própria Mala.
Aelin mergulhou nesse poder. Se banhou nele.
Rowan tentou se mover, tentou gritar para ela parar...
Mas Rolfe, os olhos arregalados com o que só poderia ser terror e espanto, rugiu para ela:
— Abrir fogo!
Ela ouviu aquilo. E tão violentamente quanto havia atravessado o céu, aquela coluna de fogo abatido, disparou de volta para ela, enrolando-se e guardando-se dentro dela, fundindo em um núcleo de poder tão quente que chiava contra ele, queimando sua alma...
As chamas se apagaram no mesmo segundo, ela alcançou Rowan com mãos ardentes e despedaçou os últimos remanescentes de seu poder a ele.
Exatamente quando ela soltou a mão da dele. Assim como o seu poder e a chave de Wyrd pendurada entre os seus seios.
Rowan caiu de joelhos, e houve um estalo dentro de sua cabeça, como se trovões retumbassem lá dentro.
Quando Aelin abriu os olhos, ele percebeu que não era um trovão – mas o som de uma porta sendo escancarada.
O rosto dela ficou sem expressão. Frio como as lacunas entre as estrelas. E seus olhos...
O turquesa que queimava brilhante... em torno de um núcleo prata. Nenhum indício de ouro para ser encontrado.
— Esta não é Aelin — Fenrys respirou.
Um leve sorriso floresceu na boca dela, nascido de crueldade e arrogância, e ela examinou a corrente de ferro enrolada em seu pulso.
O ferro derreteu, o minério crepitando e fundido atravessando o convés de madeira e caindo na escuridão abaixo. A criatura que olhou para fora através dos olhos de Aelin fechou seus dedos em um punho. Luz vazou através de seus dedos cerrados.
Luz branca e fria. Gavinhas surgiram – chamas de prata...
— Afaste-se — Gavriel avisou. — Afaste-se e não olhe.
Gavriel estava de fato de joelhos, a cabeça abaixada e os olhos afastados. Fenrys seguiu o exemplo.
Pois o que contemplava a frota escura, o que preenchera o corpo da sua amada... ele sabia. Alguma parte primal, intrínseca dele sabia.
— Deanna — Rowan sussurrou.
Ela lançou os olhos para ele em uma pergunta e uma confirmação.
E ela lhe falou, em uma voz que era profunda e oca, jovem e antiga:
— Cada chave tem um cadeado. Diga a Rainha Que Foi Prometida para recuperá-lo logo, porque todos os aliados do mundo não farão diferença nenhuma se ela não encontrar o cadeado, se ela não devolver essas chaves para seu par. Diga-lhe sobre fogo e ferro, unidos juntos, fundidos em prata para descobrir o que deve ser encontrado. Um simples passo é tudo o que será necessário — então ela olhou para longe novamente.
E Rowan percebeu o que era o poder em suas mãos. Percebeu que a chama que ela desencadearia seria tão fria que iria queimar, percebeu que era o frio das estrelas, o frio de luz roubada.
Não fogo selvagem – mas fogo lunar.



Num momento ela estava lá. E então não estava mais.
E então ela foi posta de lado, trancada em uma caixa sem chave, e o poder não era dela, seu corpo não era dela, seu nome não era dela.
E ela podia sentir a Outra lá, enchendo-a, rindo em silêncio enquanto ela maravilhava-se com o calor do sol contra o rosto, a brisa úmida do mar revestindo seus lábios com sal, a dor da mão agora curada de sua ferida.
Tanto tempo – fazia tanto tempo desde que a outra sentira essas coisas, sentido-as totalmente e não algo no meio disso, diluído.
E aquelas chamas – suas chamas e sua magia amada... elas pertenciam à Outra naquele momento.
A uma deusa que atravessara o portão temporário pendurado entre seus seios e tomara seu corpo como se fosse uma máscara para vestir.
Ela não tinha palavras, pois ela não tinha voz, nenhuma ação, nada...
E ela só podia assistir como se estivesse através de uma janela quando sentiu a deusa, que talvez não a tivesse protegido, mas a caçado por toda a sua vida, por este momento, por esta oportunidade, examinar a frota escura à frente.
Seria tão fácil destruí-la.
Mas mais vida brilhava – para trás. Mais vida para destruir, para ouvir os gritos agonizantes com seus próprios ouvidos, para testemunhar em primeira mão o que era deixar de estar em uma forma que a deusa nunca poderia ...
Ela observou como sua própria mão, envolta em uma chama branca pulsante, começou a se mover de onde tinha vindo apontando para a frota escura.
Para a cidade desprotegida no coração da baía.
O tempo parou e se esticou quando seu corpo girou na direção da cidade, enquanto o seu próprio braço era erguido, o punho voltado para o coração da ilha. Havia pessoas nas docas, os descendentes de um clã perdido, alguns correndo da exibição de fogo que ela tinha desencadeado momentos atrás. Seus dedos começaram a se abrir.
— Não!
A palavra era um rugido, um apelo, e prata e verde brilharam em sua visão.
Um nome. Um nome ressoou através dela quando ele se colocou no caminho do punho, do fogo lunar, não apenas para salvar os inocentes na cidade, mas para poupar a alma dela da agonia se ela destruísse a todos...
Rowan. E enquanto seu rosto tornava-se claro, sua tatuagem gritante ao sol, com aquele punho cheio de poder inimaginável agora aberto contra o coração dele...
Não existia força em qualquer mundo que poderia mantê-la presa.
E Aelin Galathynius se lembrou do próprio nome quando quebrou a gaiola para onde aquela deusa a empurrara, quando ela agarrou a deusa pelo maldito pescoço e atirou-a para foraforafora, através daquele buraco por onde ela havia se infiltrado, e selou...
Aelin agarrou seu corpo, o seu poder.
Fogo como gelo, fogo roubado das estrelas...
O cabelo de Rowan ainda se movia enquanto ele parava diante do seu punho se desenrolando.
O tempo correu novamente, completo, rápido e implacável. Aelin teve apenas tempo suficiente para girar para o lado, para mudar o ângulo que agora abria o punho para longe dele, apontando para qualquer lugar, exceto para ele...
O navio debaixo dela, o centro e o flanco esquerdo da frota escura além dela, e a borda externa da ilha atrás dela explodiram em uma tempestade de fogo e gelo.

20 comentários:

  1. Provavelmente quando Deanna se refere a fogo e ferro seja Aelin e Manon

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    1. É uma daquelas três rainhas feéricas... Deanna é outro nome para Mab, a dama da caça. Lembra que Celaena recebeu um arco e flecha de prata numa festividade lá em Adarlan e tal...?

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  3. Seguindo esse raciocínio o q avo da Manon falou q ela era a chave pra libertar e guiar as bruxas se não estou enganada ...então as duas terão q lutar juntas

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  4. Capitão westfall não irá retornar nesse livro?????

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    1. Tenho a profunda impressão que ele está aprontando.

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    2. Gente eu estou achando que esse " fogo e ferro, junto e unidos fundido em prata" deanna se refere na união de Aelin, Mannon e Dorian pk até ao momento eles sao rei e rainhas sem tronos e se eles se unirem com o poder de cada um deles piderão expulsar o rei das travas erawan do sem mundo.
      Anna!!!

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    3. Pensei na Aelin e na Manon mesmo, mas nem tinha pensado no Dorian...

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  5. Ainda bem que eu li ons comentários, não tava entendendo quase nada

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  6. Ai vc esta relendo o livro e lê a "Rainha que Foi Prometida" quebrou meu coração de novo

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  7. Nao entendi muito bem
    Deanna a deusa entrou no corpo dela pra que? Pra roubar o corpo pra si mesma? Pra ter um vislumbre do sol? Pra analisar a frota valg? Pra destruir uma cidade e matar inocentes? Ou pra dá à Aelin uma dica preciosa? Aff. Tem capítulos que fica confuso. Deve ser a tradução

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    1. Pra sentir o mundo novamente, e causar destruição. Ela queria matar

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  8. Gente eu sei q a Aelin e super poderosa e tals. E o Rowan tbm e mega poderoso e por causa do canarram (e assim q se escreve??) A Aelin fica ainda mais fodona. Mas essa explosão toda, foi tudo isso é pedra wyrd ? E o poder da Deanna? Ou seja o podersao aí não foi a Aelin sozinha?
    Ou tô errado?

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    1. Só o poder da Aelin combinado com o de Rowan seria enorme, suficiente para destruir a frota. O problema é que ela puxando muito poder, e como a chave de Wyrd estava com ela, a pedra acabou se tornando um portal, ela acabou usando esse poder também e abriu espaço pra Deanna surgir. O poder não era de Deanna, mas ela se aproveitou do corpo de Aelin

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Boa leitura :)