26 de janeiro de 2017

Capítulo 33

O aviso excitado de Mikeru foi um pouco antecipado. O exército de Arisaka não estava realmente cobrindo o vale, como ele insinuou. Mas os primeiros elementos já tinham sido avistados, há apenas um dia de distância.
Assim como Horace tinha imaginado, Arisaka repetiria sua tática de antes e enviaria um grupo para viajar rápida e antecipadamente à frente de sua força principal. Os vigias Kikori contaram cem Senshi armados, carregando uma bagagem pequena e se movendo em direção ao vale em um movimento constante.
— Como eles sabem que nós estamos aqui?  Horace perguntou.
Halt encolheu os ombros.
— Eles podem não saber nossa localização exata. Eles provavelmente só estão seguindo vocês. Afinal de contas, um grupo tão grande quanto este deixaria muitos sinais para um perseguidor decente que está na metade do caminho.
— Então, qual é nosso melhor movimento agora, Halto-san? — Shigeru perguntou.
Eles estavam reunidos em uma barraca para discutir sua última contingência. Shigeru, observando como Horace se submetia ao arqueiro barbudo, e sabendo das limitações de Reito como um comandante de batalha, havia questionado a Horace finalmente sobre a prática e experiência de Halt. Horace não havia deixado dúvida que eles estavam com sorte por ter um estrategista experiente à sua disposição e Shigeru havia nomeado o arqueiro no comando da defesa de Ran-Koshi.
— A paliçada foi recuperada  Halt disse. — E a armadilha na extremidade ocidental está praticamente completa. Mais meio dia e deve se encontrar pronta. Eu sugiro que nós sentemos atrás das estacas, esperemos eles atacarem e então derrubaremos nossa avalanche em cima deles.
— Eles vão atacar?  Shigeru questionou. — Talvez eles esperarem pela força principal de Arisaka alcançá-los.
Halt sacudiu sua cabeça.
— Eu duvido  ele disse. — Não faria sentido atravessar o país antes do grupo principal para sentar e esperar que eles finalmente os alcancem. Arisaka sabe que a nevasca está vindo.
Todos eles olharam para a porta aberta. Estava nevando do lado de fora. A cada dia, os flocos se tornavam maiores e mais pesados e a nevasca também. Já cobria o chão com oito a dez centímetros de profundidade.
— Ele vai querer seus homens nos atacando antes da tempestade real vir. Afinal de contas, sabe que você só tem trinta ou quarenta guerreiros.
— Existem cerca de duzentos homens Kikori também  Will disse, mas Halt fez um gesto desconsiderando.
— De tudo que o imperador e Reito-san nos disse, Arisaka não está esperando que eles lutem. Isso pode nos dar uma grande vantagem.
— Se eles lutarem  Horace disse sombriamente.
Ele se preocupou que quando a hora chegasse, os Kikori pudessem ser afetados por séculos de tradição e história. Eles raramente haviam se rebelado conta os Senshi no passado e quando fizeram isso, os resultados haviam sido catastróficos. Sentiu que as chances eram altas de que eles poderiam, no último minuto, ser dominados pelo seu senso de inferioridade assumida. Ajudar o imperador a escapar e se levantar contra os guerreiros altamente treinados do exército de Arisaka eram duas questões totalmente diferentes.
— Eles vão lutar  Will falou firmemente e Halt lançou um olhar interrogatório para ele.
— Você parece ter certeza disso. O que você e Selethen tem feito? Você está gastando um bom tempo com os Kikori.
Will e o líder arridi trocaram um rápido olhar. Então Will balançou sua cabeça.
— Dentro de alguns dias ainda  ele disse. — Só uma ideia que estamos trabalhando. Nós vamos te falar quando for a hora certa.
— De qualquer maneira  Halt falou, dispersando a questão por enquanto e voltando ao ponto que Horace havia levantado — os Kikori estarão lutando por trás em uma posição defensiva, não enfrentando os Senshi em combate aberto. Isso vai fazer a diferença. Tudo o que eles tem que fazer é se manter e empurrá-los de volta para a parede.
— Tão fácil assim?  Horace questionou, sorrindo apesar de seus receios de antes.
Mas ele pensou que Halt tinha razão: lutar por trás em uma posição defensiva era menos assustador do que enfrentar o inimigo num campo de batalha aberto. Com alguma sorte, muitos dos guerreiros de Arisaka poderiam não chegar perto o suficiente para combate individual.
— Quando você acha que eles vão atacar, Halt?  Selethen perguntou.
— Nossos exploradores disseram que eles poderão estar aqui no final de amanhã. Suponho que eles vão avaliar a situação, descansar durante a noite, então nos atacar na manhã seguinte.
Selethen assentiu concordando com a estimativa, mas Shigeru estava um pouco surpreso com a velocidade que as coisas estavam correndo.
— Tão cedo?  ele disse. — Eles não tem... preparações para fazer? — perguntou incerto.
— Eles não tem nenhum armamento pesado ou equipamento de qualidade com eles  Halt replicou. — Afinal de contas, não têm uma ideia real que podem nos encontrar em um forte já pronto como este. Meu palpite é que eles vão passar a noite ficando com poucas escalas prontas então tentar nos atacar. Afinal, não tem nada a ganhar esperando.


O céu estava nublado e carregado com nuvens. A leste, através de uma fenda entre os picos da montanha, o sol poderia ser visto como uma bola vermelha pálida dentro do céu. Um vento frio soprava o vale, trazendo flocos de neve com ele.
Acima do cântico chuvoso do vento, Halt conseguia ouvir pisadas rápidas de pés, esmagando o terreno pedregoso diante deles.
— Lá vem eles  murmurou.
O grupo de Arisaka avançava, se movendo em três colunas irregulares, contornando a última curva antes da estacada. Ele se virou para Will.
— Não desperdice flechas sobre os que estão no pé da parede. As pedras e lanças vão fazer seu trabalho. Guarde seus tiros para qualquer um que chegar ao topo. Eles são os únicos que precisamos parar antes de terem um apoio real.
Will assentiu. Eles estavam marchando para a passarela de madeira escondida ao lado da paliçada. Os poucos guerreiros Senshi de Shigeru estavam em posição de defesa. Ao lado e por trás deles, os Kikori se agacharam, fora de vista. Alguns tinham seus machados pesados prontos, mas a maioria estava armada com longos bastões que haviam cortado ou lanças artesanais de ponta de aço. As extremidades eram esculpidas em pontos que tinham sido endurecidos em fogueiras da noite anterior.
Todos de cinco metros, pilhas de grandes rochas pontiagudas estavam prontas para serem usadas contra os atacantes.
— Fiquem abaixados, Kikori  Halt sussurrou enquanto passava pelos lenhadores agachados. Eles sorriram nervosamente para ele e ele adicionou: — Nós em breve estaremos dando a Arisaka uma surpresa muito desagradável.
Eles alcançaram a extremidade ocidental no fim das estacas. Ali, dez Senshi e o mesmo número de Kikori estavam a postos na passagem de tábua grossa atrás da parede mal remendada e destruída.
— Eles vão se concentrar aqui uma vez que perceberem  Halt considerou. — Estejam prontos para sair da parede tão cedo quando sentirem que está acontecendo.
O grupo misturado de defensores assentiu, seus rostos sérios, os pensamentos focados na luta que estava por vir. Halt examinou a nova parede oculta com satisfação. Era baixa, mas muito mais robusta do que a velha paliçada –muito mais em posição defensiva. Ele olhou para cima para as rochas empilhadas, terra e madeira equilibradas precariamente acima da parede de pedras. Os Kikori fizeram uma cobertura para as pedras com ramos e arbustos, sempre deixando um pequeno broto de árvore saltando para o monte, então aquilo parecia mais natural. Olhando com cuidado, ele só poderia lançar as cordas para a direita longe de ter uma queda mortal.
— Todos a postos!  Era a voz de Horace.
Ele estava no meio da construção. Tinha seu escudo em seu braço esquerdo. A forma estranha de uma katana nihon-jin estava em sua mão direita. Atrás dele, ele ouviu e sentiu passos na escada que levava até a passarela abaixo. Os dois se viraram para ver Shigeru em uma armadura de couro envernizado pisando na passarela, rigorosamente seguido por Reito.
— Vossa alteza, eu realmente prefiro que você fique para trás da luta  Halt disse a ele.
Ele sabia que Shigeru não era especialista com a espada. Capaz, talvez, mas especialista? Nunca.
— Sua preferência é notável, Halto-san  disse Shigeru, fazendo nenhum movimento para se retirar da escada.
Halt encontrou seu olhar por alguns segundos, então encolheu os ombros.
— Bem, eu tentei.
Em uma ordem berrada, a força atacante de repente começou a correr. Eles não tiveram nenhuma informação específica. Se espalharam em uma linha irregular tão longe quanto as paredes estreitas do vale concediam. A linha tinha três ou quatro homens absortos.
Halt fez cinco escadas rudimentares – cada uma não mais do que um tronco de arbusto espesso entalhado para aceitar galhos menores que representavam degraus. Pelo menos outros dez homens estavam carregando cordas e pequenas âncoras.
O plano obviamente era atacar a parede em quinze ou dezesseis pontos diferentes de uma vez para extrapolar os cerca de trinta Senshi que poderiam estar defendendo a estacada.
Os atacantes não tinham ideia de que cem Kikoris estavam agachados embaixo das muralhas de madeira. As primeiras três escadas se quebraram contra a parede quase que ao mesmo tempo em que três pontos diferentes e os homens de Shigeru se moveram para barrar os homens que estavam escalando-as.
Halt esperou até cada escada ter vários homens sobre ela.
— Kikori! Agora!  ele gritou.
Os lenhadores ficaram de pé com um urro mudo de desafio. Pedras choveram pelas muralhas, lançados para a massa de Senshi nas bases das escadas. O primeiro atacante que chegou ao topo da escada deu um corte em um Kikori, que baixou a lâmina assoviando na hora certa. Moka deu uma estocada com sua espada e o homem gritou e caiu da escada.
Em outro lugar, Horace bloqueava espadas dos atacantes com seu escudo. Antes que ele conseguisse revidar, no entanto, um lanceiro Kikori de olhos arregalados o empurrou para o lado e enterrou sua lança no joelho do Senshi. Com um grito de dor, o homem caiu em seus companheiros abaixo.
Uma terceira escada fora derrubada enquanto um quarto lanceiro Kikori empurrou suas longas varas contra ele, empurrando-o de lado até se quebrar. O Senshi mais próximo do topo conseguiu pular para o parapeito. Foi só um momento de descanso. Ele mal recuperou seu equilibro antes que o machado de um Kikori cortou através de sua armadura. Ele caiu para frente, esmagado sobre a muralha. Outro defensor empurrou o cabo de uma lança por baixo de seus joelhos e a usou como alavanca, mandando o homem se espatifando pelo lado que veio.
Havia pequenas âncoras crepitando contra as paredes enquanto os homens de Arisaka tentavam escalar mão sobre mão. Halt ouviu Reito e Moka, os dois membros sêniores dos Senshi do imperador, gritando instruções para seus defensores, e ele conhecia a essência de suas palavras: “Deixe-os subirem pelo menos até o meio antes de cortarem as cordas!”
Eles haviam decidido essa estratégia na noite anterior. Um homem caindo de três ou quatro metros fica com uma boa chance de ser ferido – particularmente se seus companheiros abaixo estiverem brandindo armas.
No meio da parede, Halt viu um dos guarda-costas de Shigeru envolvido em esgrima com um atacante que tinha conseguido se manter sobre o muro. As formas de dois Kikori ainda estavam aos pés do atacante. Enquanto Halt assistia, uma flecha bateu no peito do defensor e o mandou cambaleando para fora da muralha.
Antes de os guerreiros atacando pudessem ter vantagem de seu intervalo momentâneo, a forma alta de Selethen se mexeu graciosamente para atacar. Seu sabre encurvado fez uma abertura entre o elmo do Senshi e a gola de sua armadura. Satisfeito de que a ameaça tinha sido cuidada, Halt olhou ao redor e viu outro defensor, um Kikori com machado dessa vez, cair no assoalho com uma flecha em seu peito.
O arqueiro procurou a depressão abaixo da parede. Cinco Senshi, armados com longos arcos recurvos assimétricos haviam parado cerca de trinta metros atrás de seus companheiros e estavam apanhando os defensores.
— Will!  gritou.
Seu aprendiz havia se afastado para cortar uma corda de âncora com sua faca de caça. Quando ele olhou, viu o braço esticado de Halt apontando para o grupo de arqueiros e deslizou o arco de seu ombro.
— Você vai pela esquerda. Eu pela direita!  Halt gritou e Will assentiu.
Uma vez, eles tinham feito uma confusão atirando no mesmo adversário na batalha. Agora os dois longos arcos cantaram sua terrível música e os Senshi em cada ponta da linha de arqueiros cambalearam para trás, olhando com terror para as flechas que haviam perfurado suas armaduras de couro como se não estivesse lá. Antes de seus companheiros registrarem o fato de que eles tinham caído, os arqueiros derrubaram os dois próximos com uma batida cardíaca cada.
O quinto homem procurava em vão pela fonte desses tiros mortais. Tinha uma flecha colocada no arco, pronto para puxar e atirar assim que visse seu adversário. Ele nunca teve chance. A terceira flecha de Will o acertou. Ele derrubou seu arco, agarrando sua terrível flecha, então caiu e ficou imóvel.
Agora um capitão entre os atacantes, percebendo que o primeiro e disforme ataque cego havia falhado, estava balanceando a situação. Ele viu um trecho flácido a oeste da paliçada e percebeu que era uma oportunidade. Ele gesticulou para dois homens para pegar uma escada caída e segui-lo.
Ao longo do caminho, ele recolheu mais três, equipados com âncoras e cordas. O grupo rapidamente montou uma investida na base da parede, se esquivando de pedras que eram despejadas de cima, para uma parte enfraquecida. Enquanto iam, o capitão reagrupou mais homens até pelo menos trinta Senshi estarem seguindo-o. Ele gesticulou para uma escada de troncos, então para as vigas apodrecidas da parede.
— Usem-na como um aríete! Destruam a parede!  gritou.
Mais meia dúzia de homens, de repente vendo o que ele pretendia, se juntou aos dois Senshi empunhando a tora. Eles investiram na parede e, com um deles contando tempo, bateram de novo e de novo nas madeiras frágeis da paliçada.
Duas das velhas toras despedaçaram e se dividiram, uma terceira cedeu na próxima pancada do aríete. Mais pedras choveram neles, mas o objetivo dos defensores não era tão precisa quanto antes. Pânico, o capitão refletiu.
Ele gritou para os homens com pequenas âncoras, apontando para o topo da estacada.
— Não tentem escalá-la! Puxem para baixo!  ele ordenou.
As âncoras zumbiram ao redor, então voaram para cima, cada uma arrastando um cabo de corda atrás dela. Uma tiniu e voltou, mas duas se prenderam na madeira e se seguraram. Instantaneamente, oito ou nove homens se seguraram nas cordas e içaram e esticaram para trás. Uma parte de três metros do parapeito de madeira desabou em uma nuvem de pó e estilhaços. Os homens se soltaram da corda cambaleando e caíram, se recuperando imediatamente e lançando de novo. A âncora que havia errado no primeiro lançamento agora estava solidamente enterrada na madeira no topo da parede.
Assim que os atacantes mais abaixo da parede viram o que estava acontecendo, mais deles andaram para se juntar ao ataque na parte oeste. A escada-aríete se esmagou contra a parede de novo, abrindo uma fenda entre duas das madeiras verticais. Mais homens se juntaram ao ataque, balançando o aríete com uma força ainda maior.
Pedras e flechas choveram neles agora, mas os atacantes estavam loucos de raiva da batalha e sabiam que aquela parte da parede estava quase rompendo. Eles conseguiam ver os defensores deixando a parede em ruínas, correndo em pânico para escapar antes de desabar. Gritando sua batalha clamada, eles avançaram triunfantes, com força combinada do aríete e quatro âncoras com cordas, a parede finalmente cedeu e uma brecha de quatro metros apareceu. Eles treparam sobre as madeiras quebradas, aumentando a abertura.
Os primeiros homens pararam completamente, aturdidos, de cara com uma nova parede baixa que os rodeava por três lados. Mas a pressão de seus companheiros atrás os forçou na direção do espaço fechado. Mais e mais deles eram despejados antes que percebessem que estavam em uma armadilha. Horrorizados, viram uma linha de cabeças aparecerem sobre o topo da nova paliçada – pelo menos cinquenta deles. Então uma tempestade de pedras arremessadas e lanças quebrou sobre eles – e nessa hora, os defensores pareciam ter recuperado sua antiga precisão.
— Vão em frente! Continuem indo em frente!
O capitão que tinha começado o ataque ainda estava vivo. Ele brandiu sua espada agora para liderar os Senshi para um novo ataque. Não havia jeito de eles voltarem através da aglomeração inviolável. Sua única esperança era escalar a nova parede baixa em frente a eles.
Assim que começaram a ir em frente, ele ouviu um estranho barulho rangendo acima deles. Olhando para cima, viu o que parecia ser uma parte da parede montanhosa de repente se soltar. Uma vasta pilha de pedras, terra e madeira caiu sobre a extremidade no fim do muro, ressaltando, esmagando, aniquilando tudo e qualquer coisa em seu caminho.
Uma tora esmagou a espada em sua mão e uma rocha entalhada bateu nele, deixando-o de joelhos. Enquanto terra e pedra trovejaram ao redor dele, ele derrubou as laterais, sabendo que seu ataque tinha falhado – então tudo ficou escuro.
Os atacantes, aturdidos, com quase um terço de seu número mortos ou feridos na armadilha planejada por Halt e Selethen, lentamente começaram a se retirar da paliçada, deixando seus companheiros caídos para trás. Eles vaguearam de volta para a fenda em grupos pequenos para enfrentar a ira de seu comandante. General Todoki, líder da facção principal e um dos ajudantes mais ardentes de Arisaka, assistia em descrença enquanto seus homens derrotados chegavam ao vale, feridos, sangrando e desanimados.
Ele gritou para eles, sua fúria fazendo-o perder todo o controle e todo o senso de dignidade. A maioria o ignorou. Ele não estava lá com eles e eles tinham deixado trinta companheiros para trás, sem qualquer chance de um enterro decente.
Aquela noite, o inverno teve cuidado com eles. A neve começou a cair forte, e pela manhã, tinham quase dois metros empilhados no vale. O tapete de puro branco apagou todos os sinais da carnificina do dia anterior.

4 comentários:

  1. Um pequeno erro.
    "Ele gritou para eles, sua fúria fazendo-o perder todo o controle e todo o senso dedignidade(de dignidade). A maioria o ignorou. Ele não estava lá com eles e eles tinham deixado trinta companheiros para trás, sem qualquer chance de um enterro decente."

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  2. Um pequeno erro aqui também, Karina.
    "Com grito um (Com um grito) de dor, o homem caiu em seus companheiros abaixo"

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    1. Oi Lucas, obrigada pelas correções. Estou arrumando tudo o que você falou

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    2. Nada, Karina. :D
      Eu faço letras/literaturas, então, né, já viu. Adoro ler. kkkkkkkkkk

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Boa leitura :)