30 de janeiro de 2017

Capítulo 32

Aedion tinha passado metade da noite debatendo os méritos de todos os lugares possíveis para encontrar seu pai. Na praia pareceria que ele estava pedindo por uma conversa privada que ele não estava inteiramente certo de que queria ter, na sede de Rolfe ele sentia que era muito público, no pátio da hotelaria seria formal demais... Ele jogou e virou-se em sua cama, quase dormindo quando ouviu Aelin e Rowan voltarem bem depois da meia-noite. Não era de se estranhar que tivessem escapado sem dizer a ninguém. Mas pelo menos ela tinha ido com o príncipe feérico.
Lysandra, dormindo como uma morta, não se mexera quando seus passos fizeram ranger o piso no corredor do lado de fora. Ela atravessara a porta horas antes, Dorian já dormindo em sua cama, antes de voltar para seu corpo habitual e cambalear.
Aedion mal notara sua nudez – não quando ela oscilou e ele avançou para agarrá-la antes que ela caísse de cara no tapete.
Ela piscou aturdida para ele, sua pele pálida. Então ele gentilmente colocou-a na beira da cama, pegou a manta estendida ali e colocou-a em volta dela.
— Você já viu mulheres nuas em abundância — ela disse, sem se preocupar em mantê-la no lugar. — Está quente demais para a lã.
Então o cobertor escorregou de suas costas enquanto ela se inclinava para frente, apoiando os braços sobre os joelhos, a respiração profunda.
— Deuses, isso me deixa tão tonta.
Aedion colocou a mão em suas costas nuas e acariciou delicadamente. Ela endureceu com o toque, mas ele fez grandes círculos leves ao longo da pele macia de veludo. Depois de um momento, ela soltou um som que poderia ter sido um ronronar.
O silêncio se estendeu por tempo suficiente para que Aedion percebesse que ela de alguma forma tinha adormecido. E não o sono normal, mas o sono que Aelin e Rowan, por vezes, tinham a fim de deixar a sua magia se recuperar. Tão profundo e completo que nenhum treinamento podia reduzi-lo, não havia instintos que poderiam substituí-lo. O corpo reivindicava o que precisava, a qualquer custo, a qualquer vulnerabilidade.
Tirando-a da posição antes que ela escorregasse e caísse de cabeça, Aedion a puxou por sobre um ombro e levou-a para a cabeceira da cama. Ele afastou os lençóis de algodão com uma mão e, em seguida, deitou-a, os cabelos compridos cobrindo os seios altos e firmes. Muito menores do que aqueles que ele a vira na primeira vez. Ele não se importava de que tamanho eram – eles eram bonitos de ambas as formas.
Ela não acordara novamente, e ele vagueou para a sua própria cama. Só dormiu depois que a luz mudara para um tom cinza aguado logo antes do amanhecer, e acordou ao nascer do sol, desistindo do sono inteiramente. Ele duvidou que qualquer tipo de descanso viesse até que aquele encontro se realizasse.
Então Aedion tomou banho e se vestiu, perguntando-se se escovar o cabelo para encontrar o pai fazia dele um idiota.
Lysandra estava acordada quando ele voltou para o quarto, a cor felizmente de volta às suas bochechas, o rei ainda dormindo em sua cama.
Mas a metamorfa olhou para Aedion e disse:
— Isso é o que você vai vestir?



Lysandra o fez mudar de suas sujas roupas de viagem, invadindo o quarto de Aelin e Rowan vestindo nada mais do que seu próprio lençol, e levou tudo o que quis do armário do príncipe feérico.
Aelin latiu um, Fora! que provavelmente foi ouvido do outro lado da baía, e Lysandra sorria com maldade felina quando voltou, lançando uma jaqueta verde e calças para ele.
Quando saiu do banheiro, a lady estava em suas próprias roupas – onde as tinha conseguido, ele não tinha ideia. Elas eram simples: calças pretas apertadas, botas de cano alto e uma camisa dobrada branca. Ela deixou parte de seu cabelo solto, e agora torcia a outra metade sobre um ombro. Lysandra examinou-o com um sorriso de aprovação.
— Muito melhor. Muito mais principesco e menos... abandonado.
Aedion se curvou em zombaria.
Dorian se agitou, uma brisa fresca tremulando como se sua magia acordasse, olhou para os dois, em seguida, para o relógio em cima da lareira. Ele puxou o travesseiro sobre os olhos e voltou a dormir.
— Bastante real — Aedion lhe disse, dirigindo-se para a porta.
Dorian resmungou algo através do travesseiro que Aedion decidiu não escutar.
Ele e Lysandra pegaram um café da manhã na sala de jantar – embora ele tenha forçado metade da comida para baixo. A metamorfa não fez perguntas, fosse por consideração ou porque ela estava ocupada demais enchendo o estômago com cada único prato oferecido à mesa do buffet.
Deuses, as fêmeas de sua corte comiam mais do que ele. Ele supôs que a magia queimasse suas reservas de energia tão rápido que era um milagre que elas não tentassem constantemente lhe morder a cabeça.
Eles caminharam até taverna de Rolfe em silêncio, também, as sentinelas na frente afastando-se sem uma pergunta. Ele alcançou a maçaneta quando Lysandra finalmente disse:
— Você tem certeza?
Ele assentiu. E foi isso.
Aedion abriu a porta, encontrando o esquadrão precisamente onde supusera que eles estariam a esta hora: tomando o café da manhã na taverna. Os dois machos pararam quando eles entraram.
E os olhos de Aedion foram direto para o homem de cabelos dourados – um dos dois, mas... não havia como negar que um era... dele.
Gavriel baixou o garfo sobre o prato comido pela metade.
Ele usava roupas como as de Rowan – e como o príncipe feérico, ele estava fortemente armado, mesmo no café da manhã.
Aelin era o outro lado de sua moeda honesta, mas Gavriel era um reflexo escuro. As características gerais afiadas, a boca dura – era dali que vinha então. O cabelo dourado cortado era diferente, mais sol, ouro e mel que o de Aedion, na altura dos ombros. E a pele de Aedion era do dourado dos Ashryver – e não beijada pelo sol, bronzeado intenso.
Lentamente, Gavriel se levantou. Aedion se perguntou se ele também herdou a graça, a quietude predatória, a intenção no rosto ilegível – ou se eles dois foram treinados dessa forma.
O Leão encarnado.
Ele queria fazer desta forma, pouco mais do que uma emboscada, assim, seu pai não teria tempo para preparar discursos bonitos. Ele queria ver o que seu pai faria quando o confrontasse, que tipo de homem ele era, como reagia a qualquer coisa...
O outro guerreiro, Fenrys, estava olhando entre eles, um garfo ainda erguido para a boca aberta.
Aedion deu um passo, os joelhos surpreendentemente firmes, mesmo sentindo como se seu corpo pertencesse a outra pessoa. Lysandra se manteve ao seu lado, sólida e de olhos brilhantes. A cada passo que dava, seu pai o examinava, o rosto complacente, até que...
— Você parece... — Gavriel respirou, afundando-se em sua cadeira. — Você parece tanto com ela.
Aedion sabia que Gavriel não se referia a Aelin. Até Fenrys olhou para o Leão agora, para o sofrimento ondulando naqueles olhos amarelados.
Mas Aedion mal se lembrava de sua mãe. Mal recordava de nada mais do que a morte dela, o rosto destruído.
— Ela morreu para que sua rainha não colocasse suas garras em mim — ele falou então.
Ele não tinha certeza seu pai estava respirando. Lysandra se aproximou, uma rocha sólida no mar revolto de sua raiva.
Aedion prendeu seu pai com um olhar, não tendo certeza de onde as palavras vinham, a ira, mas lá estavam elas, saindo-lhe dos lábios como chicotes.
— Eles poderiam tê-la curado om os compostos feéricos, mas ela não quis chegar perto deles, não iria deixá-los vir por medo de Maeve — ele cuspiu o nome — saber que eu existia. Por medo que eu fosse escravizado por ela como você foi.
O rosto bronzeado de seu pai tinha sido drenado de toda cor. Seja lá o que Gavriel suspeitava até agora, Aedion não se importava. O Lobo rosnou para o Leão:
— Ela tinha vinte e três anos de idade. Nunca se casou, e sua família a evitava. Ela se recusou a dizer quem tinha me gerado, e aguentou desprezo, humilhação, sem um pingo de autopiedade. Ela fez isso porque me amou, não a você.
E de repente ele desejava ter pedido que Aelin viesse, para que pudesse dizer-lhe para queimar este guerreiro em cinzas como fizera com aquele comandante em Ilium, porque olhando para aquele rosto – seu rosto... ele o odiava. O odiava pelos vinte e três anos que sua mãe tinha, mais jovem do que ele era agora, quando ela tinha morrido, sozinha e triste.
— Se a vadia da sua rainha tentar me levar, cortarei a garganta dela — Aedion rosnou. — Se ela ferir a minha família mais do que já fez, cortarei a sua também.
Seu pai murmurou:
— Aedion.
O som do nome que sua mãe lhe dera nos lábios dele...
— Eu não quero nada de você. A menos que planeje nos ajudar, caso em que não me oporei à sua... assistência. Mas, além disso, não quero nada de você.
— Sinto muito — disse seu pai, os olhos do Leão cheios de tanto sofrimento que Aedion se perguntou se ele tinha acabado de chutar o macho nas partes baixas.
— Não é pra mim que você precisa pedir desculpas — ele disse, virando-se para a porta.
A cadeira de seu pai raspou contra o chão.
— Aedion.
Aedion continuou andando, Lysandra acompanhando-o.
— Por favor — chamou o pai quando a mão de Aedion se fechou em um punho.
— Vá para o inferno — disse Aedion, e saiu.
Ele não voltou para a Rosa do Oceano. Não conseguia ficar perto de pessoas, perto de seus sons e cheiros. Então, ele se dirigiu para a montanha densa acima da baía, perdendo-se na selva de folhas, sombras e solo úmido. Lysandra ficou um passo atrás dele, silenciosa como ele.
Foi só quando encontrou um afloramento rochoso que se projetava a partir da lateral da montanha com vista para a baía, para a cidade e as águas cristalinas além, que ele fez uma pausa. Que se sentou. E respirou.
Lysandra sentou ao lado dele na rocha plana, cruzando as pernas debaixo dela.
— Eu não esperava que dizer nada daquilo.
Ela estava olhando em direção à torre de vigia base da montanha. Ele observou seus olhos verdes erguendo-se do nível inferior, onde a Quebra-Navios dava voltas em torno de uma roda enorme, a escadaria exterior em espiral até a torre em si, todo o caminho até os níveis superiores, onde uma catapulta e um arpão maciço estavam montados na torre – ou era uma besta gigante? –, junto com o assento de seu controlador cujas flechas seriam destinadas a um inimigo invisível na baía abaixo. Com o tamanho da arma e da máquina que tinha sido forjada para lançar o projétil, ele não tinha dúvidas de que poderia esmagar um casco e causar dano letal a um navio. Ou lançar três homens por ali.
— Você falou do seu coração. Talvez tenha sido bom ele ter ouvido isso — Lysandra falou simplesmente.
— Precisamos deles para nos ajudar. Eu poderia ter feito dele um inimigo.
Ela colocou o cabelo sobre o ombro.
— Confie em mim, Aedion, você não fez. Se tivesse dito a ele para rastejar sobre brasas, ele teria feito.
— Ele vai perceber logo quem exatamente eu sou, e talvez não fique tão desesperado.
— Quem, exatamente, você pensa que é? — ela franziu o cenho para ele. — A Puta de Adarlan? É isso que você ainda pensa de si mesmo? O general que manteve o seu reino unido, que salvou seu povo quando eles estavam esquecidos, até mesmo pela própria rainha. Esse é o homem que eu conheço — ela rosnou suavemente, e não para ele. — E se ele começar a apontar dedos, vou lembrá-lo que ele é quem serve aquela vadia em Doranelle – durante séculos, sem dúvida.
Aedion bufou.
— Eu pagaria um bom dinheiro para te ver de ir de igual para igual com ele. E Fenrys.
Ela o cutucou com o cotovelo.
— Você diz a palavra, general, e eu me transformarei no rosto de seus pesadelos.
— E que criatura seria essa?
Ela lhe deu um pequeno sorriso sabedor.
— Algo em que comecei a trabalhar.
— Eu não vou querer saber, não é?
Dentes brancos reluziram.
— Não, você realmente não vai.
Ele riu, surpreso por ser capaz disso.
— Ele é um bastardo bonito, cederei nesse ponto.
— Penso que Maeve gosta de colecionar homens bonitos.
Aedion bufou.
— Por que não? Ela tem que lidar com eles por toda a eternidade. Eles poderiam muito bem ser agradáveis de se olhar.
Ela riu de novo, e o som soltou um peso de seus ombros.



Carregando Goldryn e Damaris outra vez, Aelin entrou no Dragão Marinho duas horas mais tarde e desejou por dias em que ela poderia dormir sem o medo ou a urgência de algo puxando-a. Desejou pelos dias em que ela poderia ter o tempo para ficar na cama com seu amante, droga, e não optar por ter algumas horas de sono em seu lugar.
Ela pretendia. Na noite anterior, quando eles retornaram para a pousada, e ela tomou banho mais rápido que já tivera antes. Ela até emergiu do banheiro nua... e encontrou seu príncipe feérico dormindo em cima da cama ardentemente branca, ainda vestido, parecendo por tudo no mundo que teve a intenção apenas de fechar os olhos enquanto ela se lavava.
E a pesada exaustão que ele aparentava... Ela deixou Rowan descansar. Tinha enrolado ao lado dele acima dos cobertores, ainda nua, e estava inconsciente antes de a cabeça ter caído contra o peito dele. Haveria um tempo, ela sabia, quando não seria capaz de dormir tão segura, tão profundamente.
Um total de cinco minutos antes de Lysandra invadir o local, Rowan tinha acordado – começado o processo de despertá-la, também. Lentamente, com provocações, golpes exclusivos para baixo de seu torso nu, suas coxas, acentuados com beijinhos mordiscantes em sua boca, orelha, seu pescoço.
Mas assim que Lysandra entrara numa tempestade para roubar roupas para Aedion, tão logo ela explicou aonde Aedion ia... a interrupção continuou. A fez lembrar o que, exatamente, ela precisava fazer hoje. Com um homem atualmente inclinado a matá-la e uma dispersa frota assombrada.
Gavriel e Fenrys estavam sentados com Rolfe à mesa nos fundos da taberna, nenhum sinal de Aedion, ambos com os olhos um pouco arregalados enquanto ela andava arrogantemente.
Ela poderia ter se envaidecido com o olhar, Rowan rondando bem atrás dela, já preparado para cortar suas gargantas.
Rolfe disparou de pé.
— O que você está fazendo aqui?
— Eu ficaria muito, muito cuidadoso em como falar com ela hoje, capitão — Fenrys falou com mais cautela e consideração do que ela o tinha visto usar no dia anterior. Seus olhos estavam fixos em Rowan, que estava de fato encarando Rolfe como se ele fosse o jantar. — Escolha suas palavras com sabedoria.
Rolfe olhou para Rowan, viu o seu rosto, e pareceu entender.
Talvez a cautela tornasse Rolfe mais inclinado a concordar com seu pedido hoje. Se ela interpretasse direito. Se ela tivesse jogado tudo certo.
Aelin deu a Rolfe um pequeno sorriso e se encostou na mesa vazia ao lado deles, as letras douradas lascadas nas ripas mostrando Cortador de Névoa. Rowan tomou um lugar ao seu lado, o joelho roçando o dela. Como se até mesmo alguns centímetros de distância fossem insuportáveis.
Mas ela sorriu um pouco mais largamente para Rolfe.
— Eu vim para ver se você mudou de ideia. Quanto a minha aliança.
Rolfe tamborilou os dedos tatuados sobre a mesa, logo em cima das letras douradas que diziam Debulhador. E ao lado dele... um mapa do continente tinham sido aberto por Rolfe e os guerreiros feéricos.
Não o mapa que ela realmente, realmente necessitava agora que sabia que a maldita coisa funcionava, mas... Aelin endureceu com o que viu.
— O que é isso? — ela perguntou, observando as estatuetas de prata acampadas em todo o centro do continente, uma linha impenetrável do Desfiladeiro de Ferian até a boca do Avery. E os números adicionais no Golfo de Oro. E em Melisande, Charco Lavrado e perto da fronteira norte de Eyllwe.
Gavriel, parecendo um pouco com alguém que tinha batido a cabeça – deuses, como tinha sido o encontro com Aedion? – falou antes que Rolfe pudesse ter sua garganta arrancada por Rowan com qualquer resposta que ele tinha formado:
— O capitão Rolfe recebeu a notícia esta manhã. Ele queria o nosso conselho.
— O que é isso? — ela indagou, afundando um dedo perto da linha principal de figuras esticadas através do meio do continente.
— É o mais recente relatório — Rolfe explicou — dos locais dos exércitos de Morath. Eles mudaram de posição. A ajuda para o norte é agora impossível. Eles estão prontos para atacar Eyllwe.

14 comentários:

  1. Nãooooo PORA PQP !
    Primeira a comentar U-u

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  2. Não posso acreditar q isso esta acontecendo sera q pode ficar pior

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  3. ESPERO QUE A AJUDA VENHA EM GRANDE ESCALA VIU POR QUE VOU TE CONTAR, SÓ TEM COISA RUIM ACONTECENDO, NAM...

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  4. O pai de lysandra deve ser aquele comerciante metamorfo que vendeu a seda de aranha em Celaena no livro "a rainha das sombras" quando ela foi treinar com os assassinos silenciosos do deserto vermelho!
    Anna!!!

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    1. Sei não, ele vendeu 20 anos de vida e tinha a aparência de 40-45 anos. Então ele tinha 20-25 anos naquela epoca e a Lysandra 16 ou 17

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  5. Não se esqueçam que a Aelin e a parte principal de uma professia, e julgando o desenrolar da história, me parece que o final será semelhante a jogos vorazes e divergente, tudo fica ruim, e só piora, mas quando se tem uma pequena chance de se ter esperança, acontece algo que piora as coisas para eles, então provavelmente vai ter um monte de gente morto até o final da saga, como graviel, Lysandra, aedion, rowan ou lorcan. Pelo menos dois desse e garantido que iram morrer pelo andar da história

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    1. apesar e ser uma vdd, vamos torcer para que ñ aconteça de vdd

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  6. Aff serião essa autora está de sacanagem kkkk ela não pode acabar com meus shipers , qualquer um pode morrer desde que não seja a Aelin e o Rowan é claro ,nem Lyssandra e Aedion , nem Manon e Dorian, nem Lorcan e a Ellie(não sei se escreve assim mesmo) e nem a Evangeline , tirando isso o mundo pode acabar e deixar só esses casais para povoarem a terra novamente. Mas tenho uma leve impressão que alguém ainda vai morrer e estragar meus finais felizes.

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  7. Só quero ver oq vai acontecer quando Elide encontrar sua rainha*-*
    Ass: Milly
    Vcs sabem q vai ter uma série de TV de trono vidro?(espero q fique boa quanto mais altentico melhor) só queria saber em q ano vai ser lançado.

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  8. Sério que Aedion precisava tratar o pai assim? Morri de raiva.. Graviel nem sabia dele..

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  9. Acho que já falei isso, mas e simplesmente AMO como as mulheres nos livros da Sarah nao tem vergonha nnhuma do corpo delas. Se elas tao peladas foda-se. Se alguem ver isso, foda-se. Se elas querem dormir peladas e com elas. Tanto com amantes como com qualquer um. Isso é muito FODA. Sinto falta disso na vida real.



    Agr... Aedion e Lyssandra... SHIPPO!!!! Gente mais um dos meus shippers dificeis kk mas eu amei msm. O jeito que eles implicam, protegem e provocam um ao outro... Acho que eles podem se curam exatamente como o Rowan e a Aelin fizeram.

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  10. "— O que você está fazendo aqui?
    — Eu ficaria muito, muito cuidadoso em como falar com ela hoje, capitão — Fenrys falou com mais cautela e consideração do que ela o tinha visto usar no dia anterior. Seus olhos estavam fixos em Rowan, que estava de fato encarando Rolfe como se ele fosse o jantar. — Escolha suas palavras com sabedoria.
    Rolfe olhou para Rowan, viu o seu rosto, e pareceu entender.
    Talvez a cautela tornasse Rolfe mais inclinado a concordar com seu pedido hoje. Se ela interpretasse direito. Se ela tivesse jogado tudo certo.
    Aelin deu a Rolfe um pequeno sorriso e se encostou na mesa vazia ao lado deles, as letras douradas lascadas nas ripas mostrando Cortador de Névoa. Rowan tomou um lugar ao seu lado, o joelho roçando o dela. Como se até mesmo alguns centímetros de distância fossem insuportáveis. "

    É so para mim que essa parte me lmbrou MUITO quando o casal aceita o laço de parceria e dai o macho fica super territorial que ate uma olhada de esgueira ja pode se tornar briga? E todos respeitam isso. Pq o jeito que o Fenrys olhou para o Rowan viu alguma coisa que fez ele ser cauteloso, ele entendeu que algo tinha rolado.

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  11. Dorian se agitou, uma brisa fresca tremulando como se sua magia acordasse, olhou para os dois, em seguida, para o relógio em cima da lareira. Ele puxou o travesseiro sobre os olhos e voltou a dormir.

    Isso me resume. :3

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Boa leitura :)