30 de janeiro de 2017

Capítulo 18

Manon só viu o reluzir dos dentes de ferro enferrujados de sua avó, o brilho de suas unhas de ferro quando ela as ergueu para se defender contra a espada, mas tarde demais.
Manon atacou com Ceifadora do Vento para baixo, um golpe que teria cortado a maioria dos homens pela metade.
No entanto, sua avó girou rápido o suficiente para que a espada acertasse o seu torso, rasgando tecido e pele, cortando uma linha fina entre os seios. Sangue azul espirrou, mas a Matriarca estava se movendo, bloqueando próximo golpe de Manon com suas unhas de ferro com tanta força que Ceifadora do Vento ricocheteou.
Manon não olhou para ver se as Treze obedeceram. Mas Asterin rugia; rugia e gritava para pararem. Os gritos se tornaram mais distantes, em seguida, se repetiram, como se agora ela estivesse em um lugar fechado, sendo arrastada.
Sem sons de perseguição, como se os espectadores estivessem atordoados demais. Bom.
Iskra e Petrah tinham espadas erguidas, dentes de ferro à mostra enquanto se colocavam entre suas Matriarcas e Manon, pastoreando suas duas bruxas superioras para longe.
O clã Bico Negro da Matriarca pulou para frente, só para serem impedidas por uma mão.
— Fiquem afastadas — sua avó ordenou, ofegante enquanto Manon a circulava. Sangue azul escorria do peito de sua avó. Dois centímetros mais perto, e ela estaria morta.
Morta.
Sua avó mostrou os dentes enferrujados.
— Ela é minha — ela empurrou o queixo para Manon. — Faremos isso da maneira antiga.
O estômago de Manon revirou, mas ela embainhou a espada.
Um movimento de seus pulsos liberou as unhas, e um estalo de sua mandíbula fez seus dentes descerem.
— Vamos ver quão boa você é, Líder Alada — sua avó vaiou, e atacou.
Manon nunca tinha visto sua avó lutar, nunca treinara com ela.
E uma pequena parte de Manon se perguntou se era porque sua avó não queria que os outros soubessem quão hábil ela era.
Manon mal pôde se mover rápido o suficiente para evitar que as unhas rasgassem-lhe o rosto, o pescoço, seu intestino, recuando passo atrás de passo.
Ela só tinha que fazer isso por tempo suficiente para que as Treze tivessem chance de chegar aos céus.
Sua avó atacou seu rosto, e Manon bloqueou o golpe com o cotovelo, acertando a articulação do antebraço com força. A bruxa gritou de dor, e Manon girou fora de alcance, dando a volta novamente.
— Não é tão fácil atacar agora é, Manon Bico Negro? — Sua avó ofegava enquanto elas se examinavam. Ninguém em torno delas ousou um movimento; as Treze tinham desaparecido – cada uma delas. Ela quase caiu de alívio. Agora, devia manter sua avó ocupada por tempo suficiente para dar um show aos espectadores a fim que eles permanecessem. — Muito mais fácil com uma lâmina, uma arma daqueles humanos covardes — sua avó fervia. — Com os dentes, as unhas... Você tem que fazer assim.
Elas se lançaram uma para a outra, uma parte fundamental dela rachando a cada corte e desvio e bloqueio. Elas se separaram novamente.
— Tão patética quanto a mãe — sua avó cuspiu. — Talvez você morra como ela, também, com meus dentes em sua garganta.
Sua mãe, a quem ela matado ao nascer, a que tinha morrido ao dar a luz a ela...
— Por anos, tentei expulsar a fraqueza para fora de você — sua avó cuspiu sangue azul sobre as pedras. — Pelo bem das Dentes de Ferro, tornei-a uma força da natureza, uma guerreira como nenhuma. E é assim que você me paga...
Manon não deixou que as palavras a atingissem. Ela pulou em sua garganta, só para fintar e desviar. Sua avó gritou em dor genuína quando as garras de Manon desfiaram seu ombro. Sangue encharcou sua mão, carne prendendo-se às suas unhas...
Manon cambaleou para trás, bile queimando sua garganta.
Ela viu o golpe chegando, mas mesmo assim não teve tempo para interceptá-lo quando a mão direita de sua avó cortou através de sua barriga.
Couro, tecido e pele rasgaram. Manon gritou.
Sangue, quente e azul, correu para fora dela antes que a avó tivesse dado um passo para trás.
Manon apertou a mão contra seu abdômen, empurrando a pele desfiada. Sangue avançou por entre os dedos, respingando sobre as pedras.
Bem acima, uma serpente alada rugiu. Abraxos.
A Matriarca Bico Negro riu, sacudindo o sangue de Manon para fora de suas unhas.
— Picarei sua serpente alada em pedaços pequenos e usarei-a para alimentar os cães.
Apesar da agonia em seu ventre, a visão de Manon era afiada.
— Não se eu matá-la primeiro.
Sua avó riu, ainda circulando, avaliando.
— Você está despojada do seu título de Líder Alada. Está despojada do seu título de herdeira — passo a passo, cada vez mais perto, uma víbora rondando sua presa. — A partir deste dia, você é Manon Assassina de Bruxas, Manon Matadora de Parentes.
As palavras a acertaram como pedras. Manon recuou na direção das grades de ferro da varanda, apertando a ferida em seu estômago para impedir o sangue de vazar. A multidão se abriu como a água ao seu redor. Apenas um pouco mais, apenas um minuto ou dois.
Sua avó fez uma pausa, piscando para as portas abertas, como se percebendo que as Treze desapareceram. Manon atacou novamente antes que ela pudesse dar a ordem para seguirem-nas.
Atacando, estocando, cortando, fatiando, movendo-se em um turbilhão de ferro e sangue e couro. Mas, quando Manon se torceu para longe, a ferida em seu estômago doeu mais, e ela tropeçou. Sua avó não perdeu uma batida. Ela a atacou.
Não com as unhas ou dentes, mas com o pé.
O pontapé no estômago de Manon a fez gritar, um rugido respondido novamente por Abraxos, trancado no alto. Abraxos, que logo morreria, assim como ela. Ela rezou para que as Treze o poupassem, o levassem com elas para onde quer que fugissem.
Manon bateu contra a grade de ferro da varanda e caiu sobre os azulejos pretos. Sangue azul escorria, manchando as pernas de sua calça.
Sua avó aproximou-se lentamente, ofegante.
Manon agarrou a grade de ferro, arrastando-se de pé uma última vez.
— Quer saber um segredo, Matadora de Parentes? — sua avó bafejou.
Manon caiu contra a grade, a queda abaixo infinita e um alívio. Eles a levariam para as masmorras – quer para usá-la como meio de reprodução de Erawan, ou para torturá-la até que ela implorasse pela morte. Talvez ambos.
Sua avó falou tão suavemente que até Manon mal pôde ouvi-la por sobre seus próprios engasgos por ar.
— Enquanto sua mãe trabalhava para trazê-la à vida, ela confessou quem era seu pai. Ela falou que você... você seria aquela quem quebraria a maldição, quem nos salvaria. Disse que seu pai era um raro Príncipe Crochan. E disse que seu sangue misturado seria a chave. — Sua avó levou as unhas à boca e lambeu o sangue azul de Manon.
Não.
Não.
— Então você foi uma Matadora de Parentes por toda a sua vida — sua avó ronronou. — Caçando todas aquelas Crochans – suas parentes. Quando você era uma bruxa donzela, seu pai procurou pelas terras por você. Ele nunca deixou de amar sua mãe. Amá-la — ela cuspiu. — E amar você. Então eu o matei.
Manon olhou para a queda abaixo, a morte que acenava.
— O desespero dele foi delicioso quando contei a ele o que fiz a ela. Em que a transformei. Não uma filha da paz, mas da guerra.
Transformada.
Transformada.
Transformada.
As unhas de ferro de Manon rasparam a pedra escura da varanda de ferro. E, em seguida, sua avó falou as palavras que a quebraram.
— Sabe por que aquela Crochan estava espionando o Desfiladeiro Ferian nesta primavera? Ela tinha sido enviada para te encontrar. Após cento e dezesseis anos de procura, eles tinham finalmente descoberto a identidade da criança perdida de seu príncipe morto.
O sorriso de sua avó era hediondo em seu triunfo absoluto. Manon desejou força para seus braços, para suas pernas.
— O nome dela era Rhiannon, a última Rainha Crochan. E ela era sua meia-irmã. Ela me confessou isso em nossas mesas. Ela pensou que isso salvaria a vida dela. E quando viu o que você tinha se tornado, ela optou por deixar o conhecimento morrer com ela.
— Eu sou uma Bico Negro — Manon falou, sangue sufocando suas palavras.
Sua avó se aproximou um passo, sorrindo enquanto cantava:
— Você é uma Crochan. A última de sua linhagem real depois da morte de sua irmã por sua própria mão. Você é uma Rainha Crochan.
Silêncio absoluto das bruxas reunidas.
Sua avó estendeu a mão para ela.
— E você morrerá como uma quando eu terminar com você.
Manon não permitiu que as unhas de sua avó a tocassem. Uma explosão soou nas proximidades.
Manon usou a força que tinha reunido em seus braços, suas pernas, para lançar-se por sobre a borda de pedra da varanda.
E rolar por cima dela para o ar livre.



Ar e pedra e vento e sangue...
Manon acertou em uma pele quente de couro, gritando quando a dor de suas feridas apagou sua visão.
Acima, em algum lugar distante, sua avó gritava ordens...
Manon cravou as unhas na pele de couro, enterrando suas garras profundamente. Abaixo dela, um mugido de desconforto que ela reconheceu. Abraxos.
Mas ela se manteve firme, e ele abraçou a dor enquanto desviava para o lado, saindo da sombra de Morath.
Ela as sentiu ao seu redor.
Manon conseguiu abrir os olhos, piscando a proteção transparente contra o vento para seu lugar.
Edda e Briar, suas Sombras, agora flanqueavam-na. Ela sabia que elas estiveram lá, esperando nas sombras com suas serpentes aladas, escutando cada uma daquelas contundentes últimas palavras.
— As outras voaram na frente. Fomos enviadas para recuperá-la — Edda, a mais velha das irmãs, gritou acima do barulho do vento. — Sua ferida...
— É superficial — Manon retrucou, forçando a dor para longe para se concentrar na tarefa em mãos. Ela estava no pescoço de Abraxos, a sela a uma curta distância atrás dela. Um pouco de cada vez, cada respiração uma agonia, ela retirou as unhas de seu couro e deslizou em direção à sela. Abraxos nivelou o voo, oferecendo ar suave para ela afivelar-se ao arnês.
Sangue vazou das goivas em sua barriga, deixando a sela escorregadia com ele. Atrás, rugidos fizeram as montanhas tremerem.
— Nós não podemos deixá-las alcançar as outras — Manon conseguiu dizer.
Briar, o cabelo preto balançando atrás dela, se aproximou.
— Seis Pernas Amarelas em perseguição. Do clã pessoal de Iskra. Aproximando-se rapidamente.
Com contas a acertar, elas tiveram sem dúvida rédea livre para matá-las. Manon estudou os picos e desfiladeiros das montanhas ao seu redor.
— Duas para cada uma — ela ordenou. Serpentes aladas das sombras negras eram enormes – qualificados na discrição, devastadoras em uma luta. — Edda, você leva duas para o oeste; Briar, você leva as outras duas para o leste. Deixem as duas últimos para mim.
Nenhum sinal do resto das Treze nas nuvens cinzentas ou montanhas. Bom, elas tinham escapado. Era o suficiente.
— Matem-nas, então encontrem as outras — Manon ordenou, um braço sobre a ferida.
— Mas Líder Alada...
O título quase minou sua vontade. Mas Manon rugiu:
— Isso é uma ordem.
As Sombras inclinaram suas cabeças. Então, como se partilhassem uma mente, um coração, cada uma se voltou para uma direção, separando-se de Manon como pétalas ao vento.
Cães de caça atrás de um cheiro, quatro Pernas Amarelas se separaram de seu grupo para lidar com cada Sombra.
As duas no centro voaram mais rápido, mais forte, separando-se para cercarem Manon. Sua visão ficou turva. Não é um bom sinal, não um bom sinal.
Ela sussurrou para Abraxos:
— Faremos um desfecho digno de canções.
Ele rugiu em resposta.
As Pernas Amarelas voaram perto o suficiente para Manon ver suas armas. Um grito de batalha veio da que estava à sua direita.
Manon cavou seu calcanhar esquerdo na lateral de Abraxos.
Como uma estrela cadente, ele explodiu em direção aos picos das montanhas cinzentas. As Perna Amarelas voaram com eles.
Manon apontou para uma ravina que atravessa a coluna vertebral da montanha, sua visão oscilando em preto e branco e ficando nebulosa. Um frio penetrou em seus ossos.
As paredes da ravina fecharam-se em torno deles como as mandíbulas de um animal, e ela puxou as rédeas uma vez.
Abraxos estendeu suas asas e sobrevoou a ravina antes de pegar uma corrente e voar fora, desviando como o inferno através do coração da fenda, pilares de pedra que se projetavam a partir do chão como lanças.
As Pernas Amarelas, demasiado enredadas em sua sede de sangue, suas serpentes aladas muito grandes e volumosas, abarcaram a ravina – e suas pontas afiadas...
Um som de batida e um guincho, e toda a ravina estremeceu.
Manon engoliu o caroço de agonia para olhar para trás. Uma das serpentes aladas havia entrado em pânico, sendo grande demais para o espaço, e acertou em uma coluna de pedra. Ossos quebraram e sangue choveu.
Mas a outra conseguira desviar, e agora vinha na direção deles, asas tão longas que quase roçavam as laterais da ravina.
Manon ofegou através de seus dentes sangrentos:
— Voe, Abraxos.
E sua gentil montaria, com coração de guerreiro, voou.
Manon focou em manter-se na sela, em manter o braço pressionado contra sua ferida para impedir o sangue de sair, impedir esse frio letal de se aproximar. Ela tivera ferimentos suficientes para saber que sua avó a atingira profunda e verdadeiramente.
A ravina desviou para a direita, e Abraxos fez a curva com habilidade de especialista. Ela rezou pela explosão e pelo rugido que indicariam que a serpente alada que os seguia tinha batido na parede, mas nenhum som veio.
Mas Manon sabia que esses cânions eram mortais. Ela voara por ali inúmeras vezes durante as intermináveis patrulhas estes meses. As Pernas Amarelas, levadas para o Desfiladeiro Ferian, não o fizeram.
— Para o fim, Abraxos — disse ela.
O rugido foi sua única confirmação.
Uma chance. Ela teria uma chance. Então ela morreria de bom grado, sabendo que as Treze não seriam perseguidas. Não hoje, pelo menos.
Curva após curva, Abraxos arremessou-se através da ravina, atirando a própria cauda contra a rocha para enviar detritos contra a sentinela Pernas Amarelas.
A bruxa se esquivou das rochas, sua serpente alada balançando ao vento. Perto – Manon precisava dela mais perto. Ela puxou as rédeas de Abraxos, e ele diminuiu sua velocidade.
Curva após curva, rocha preta passando rapidamente, escurecendo enquando sua própria visão desvanecia. A Pernas Amarelas estava perto o suficiente para jogar um punhal.
Manon olhou por cima do ombro com sua visão falhando a tempo de vê-la fazer exatamente isso. Não um punhal, mas dois, o metal refletindo na luz esmaecente do cânion.
Manon preparou-se para o impacto dos metais em sua carne e osso.
Abraxos fez a curva final assim que a sentinela atirou seus punhais em Manon. A imponente parede impenetrável de pedra negra surgiu, a apenas alguns de distância.
Mas Abraxos dispararam para cima, pegando a corrente ascendente e voando para fora do coração da ravina, tão perto da parede que Manon poderia tocar a barreira mortal.
Os dois punhais acertaram a rocha onde Manon estivera momentos antes. E a sentinela Pernas Amarelas, em sua volumoso e pesada serpente alada, fez o mesmo.
A rocha gemeu quando serpente alada e cavaleira atingiram a pedra. E caíram no chão ravina.
Ofegante, a respiração difícil, Manon deu um tapinha no flanco de Abraxos. Mesmo esse movimento foi fraco.
— Muito bem — ela conseguiu dizer.
As montanhas tornaram-se pequenas novamente. Carvalhal espalhava-se diante dela. Árvores – a cobertura de árvores que poderia esconder sua...
— Carv... — ela falou asperamente.
Manon não terminou o comando antes de a escuridão reclamá-la.

25 comentários:

  1. essa matriarca e uma vaca

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  2. Abraxos esse fofo do meu coração!!!!!!!

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  3. Pra mim a Manon é uma das melhores personagens do livro ❤

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  4. Véi... Véi... Não consigo pensar em nada véiiiiiiiiii

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  5. Eu sabia q a Manon era diferente das outras bruxas Dentes de Ferro, mas uma rainha Crochan??? O.o tô passada, chocada, mds uma rainha Crochan, cara ela é muito foda, aí ela junta com a Aelin e elas fazem a dupla mas fodastica do livros, tô louca pra ver as Treze formando alinça com o bonde da Aelin *-*

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  6. tendo mini infartes aqui ninguem merece , eu imaginava que ela ia salvar a asterin , mas essas revelaçoes sobre ela ser uma rainha crochan acabaram com meu emocional, tomara que agora ela se junte com o dorian e a aelin

    viih

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  7. Viva a nova geração de rei e rainhas
    Não vejo hora desce povo se encontram logp

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  8. Na boa, a narração da Manon tá melhor que a a Aelin nesse livro ( por enquanto).

    Tomara que as Treze encontrem o Dorian e a Aelin e a Elide e fiquem todas juntas <3

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  9. Agr temos duas rainhas, não extou bem.
    Estou rezando pra que ela se junte a Aelin.

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  10. Gnnnnnt essa história... na moral fiquei até sem palavras

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  11. Chocada! Rainha Cochan,😱 OMG! Esse livro tá maravilhoso!

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  12. "Uma chance. Ela teria uma chance. Então ela morreria de bom grado, sabendo que as Treze não seriam perseguidas. Não hoje, pelo menos."
    NO NOT TODAY...

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    1. Quando ela disse isso mais emocionada ainda.*-*
      Ass: Milly

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  13. Uma rainha para um rei, Manon não morra, vc precisa salvar meu rei.. as 13 deve aparecer..
    Eu msm vou ir matar a avó da Manon..

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  14. Eu nem acredito que esse é o ultimo livro publicado!!!! Eu preciso saber mais e mais da Manon. COMO ASSIM ELA E RAINHA DAS CROCHAN?????? Sera que ela vai encontrar as outras crochan e fazer um exercito, ou uma corte!? Sera que eles vao reconhecer ela como tal? Eles precem que sim mas... E pera, as Crochan podem ter Bruxos? Tipo, sexo masculino??

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  15. Ela é Crochan 😱😱!! E Rainha!! Essa velha miseravel matou o pai dela !! Pq ela n morreu ainda ?? Ta vendo eu fui comemorar no cap anterior e olha no q deu!! Estou indignada!! Vá pro tártaro sua velha filha de um valg

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Boa leitura :)