30 de janeiro de 2017

Capítulo 17

Manon Bico Negro observava os céus negros acima de Morath se tornarem cinza doentio na última manhã da vida de Asterin.
Ela não dormira a noite inteira; não comera ou bebera; não fizera nada além de afiar Ceifadora do Vento na abertura glacial do ninho das serpentes aladas. Afiara a lâmina continuamente, inclinando-se contra a lateral aquecida de Abraxos, até que seus dedos estavam rígidos demais pelo frio para segurar a espada ou a pedra de amolar.
Sua avó ordenara que Asterin fosse aprisionada nas masmorras mais profundas nas entranhas da Fortaleza, e fortemente vigiada de modo que a fuga era impossível. Ou o resgate.
Manon brincara com a ideia durante as primeiras horas após a sentença ter sido anunciada. Mas resgatar Asterin seria trair a Matriarca, trair seu clã. Seu erro – foi seu próprio erro, suas próprias escolhas malditas, que culminaram nisso.
E se ela saísse da linha novamente, o resto das Treze seria massacrado. Ela teve sorte por não ter sido despojada de seu título de Líder Alada. Pelo menos ainda poderia liderar o seu povo, protegê-lo. Melhor do que permitir que alguém como Iskra assumisse o comando.
O ataque da legião do Desfiladeiro de Ferian em Forte da Fenda sob o comando do Iskra fora descuidado e caótico, não o saque sistemático e cuidadoso que Manon teria planejado se fosse ela a organizadora. Porém não fazia diferença, agora, se a cidade estava em ruína completa ou não. Não alterava o destino de Asterin.
Então, havia pouco a ser feito, a não ser afiar sua lâmina antiga e memorizar as palavras da execução. Manon teria de pronunciá-las no momento certo. Este último presente, ela poderia dar à sua prima. Seu único presente.
Não a tortura longa e lenta que era a decapitação, a execução típica de uma bruxa.
Mas a misericórdia rápida da própria lâmina de Manon.
Botas arranharam a pedra e trituraram o feno do chão do ninho. Manon conhecia aquele passo – conhecia tão bem quanto a marcha de Asterin.
— O que foi? — ela perguntou para Sorrel sem olhar para trás.
— O alvorecer se aproxima — falou a sua segunda tenente.
Logo seria a primeira. Vesta se tornaria a segunda, e... e talvez Asterin finalmente encontrasse o seu caçador, talvez visse a bruxa donzela natimorto que tiveram juntos.
Nunca mais Asterin cavalgaria os ventos; nunca mais Asterin subiria nas costas de sua montaria azul-celeste. Os olhos de Manon deslizaram para a serpente alada do outro lado do ninho, de pé nas patas traseiras, acordada quando as outras não estavam.
Como se ela pudesse sentir a desgraça de sua dona acenando a cada momento que passava. O que seria da serpente alada quando Asterin se fosse?
Manon se levantou, Abraxos cutucando a parte de trás de suas coxas com o focinho. Ela estendeu a mão, roçando a cabeça escamosa. Ela não sabia quem estava confortando quem. Sua capa escarlate, tão sangrenta e imunda quanto o resto dela, ainda estava apertada em sua clavícula.
As Treze se tornariam doze.
Manon encontrou o olhar de Sorrel. Mas a atenção de sua terceira em comando estava em Ceifadora do Vento, desembainhada na mão de Manon. Ela disse:
— Você pretende invocar o direito de execução.
Manon tentou responder. Mas ela não conseguia abrir a boca. Então, ela simplesmente assentiu.
Sorrel olhou para o arco aberto além de Abraxos.
— Eu desejava que ela tivesse a oportunidade de ver os desertos. Só uma vez.
Manon se obrigou a levantar o queixo.
— Nós não desejamos. Nós não esperamos — ela falou para sua tão logo segunda tenente. Os olhos de Sorrel se prenderam nos dela, algo como mágoa cintilando lá. Manon levou o golpe internamente. — Vamos seguir em frente, nos adaptar.
Sorrel respondeu calma, mas não fracamente:
— Ela morrerá para guardar seus segredos. — Foi o mais próximo que Sorrel jamais chegara do desafio imediato. Do ressentimento.
Manon embainhou Ceifadora do Vento ao seu lado e caminhou para a escada, incapaz de encontrar o olhar curioso de Abraxos.
— Então ela terá me servido bem como tenente, e será lembrada por isso.
Sorrel não disse nada.
Então Manon desceu para a escuridão de Morath para matar sua prima.



A execução não seria realizada no calabouço.
Em vez disso, sua avó havia escolhido uma ampla varanda com vista para uma das intermináveis quedas na ravina que rodeavam Morath. Bruxas lotavam a varanda, praticamente vibrando com sede de sangue.
As Matriarcas estavam diante do grupo reunido, Cresseida e a Matriarca Pernas Amarelas ladeadas por cada uma de suas herdeiras, todas voltadas para as portas abertas através das quais Manon e as Treze saíram da própria fortaleza.
Manon não ouviu o murmúrio da multidão; não ouviu o vento rugindo entre as altas torres; não ouviu o bater dos martelos nas forjas sobre o vale abaixo.
Não quando sua atenção estava em Asterin, de joelhos perante as Matriarcas. Ela, também, estava de frente para Manon, ainda vestida em seus couros de montar, seu cabelo dourado e fino preso, salpicado de sangue. Ela levantou o rosto...
— Era justo — a avó de Manon se demorou, silenciando a multidão — que Iskra Pernas Amarelas também vingasse as quatro sentinelas abatidas em sua vigia. Três golpes cada para cada uma das sentinelas mortas.
Doze no total. Mas a partir dos cortes e contusões no rosto de Asterin, o lábio partido, do jeito como ela embalava seu corpo enquanto se inclinava sobre os joelhos... tinha sido muito mais do que isso.
Lentamente, Manon olhou para Iskra. Feridas marcavam seus dedos – marcas da surra que ela aplicara em Asterin no calabouço.
Enquanto Manon estivera no andar de cima, enrolando.
Manon abriu a boca, sua raiva uma viva em seu intestino, seu sangue. Mas Asterin falou em seu lugar.
— Fique feliz em saber, Manon — sua tenente falou com a voz rouca e um fraco sorriso arrogante — que ela teve que me acorrentar para me bater.
Os olhos de Iskra brilharam.
— Você ainda gritou, cadela, quando eu a chicoteei.
— Chega — a avó de Manon interrompeu, acenando com a mão.
Manon mal ouviu a ordem.
Elas tinham chicoteado sua sentinela como a uma subalterna, como se ela fosse uma besta mortal...
Alguém rosnou, baixa e ameaçadoramente, à sua direita.
O ar saiu dela quando ela viu Sorrel – uma rocha imóvel, sem sentimentos –e descobrindo seus dentes para Iskra, para aqueles reunidos aqui.
A avó de Manon um passo à frente, cheia de desagrado. Atrás Manon, as Treze eram uma parede silenciosa, inquebrável.
Asterin começou a analisar seus rostos, e Manon percebeu que sua tenente entendia que seria a última vez que os veria.
— O sangue deve ser pago com sangue — a avó de Manon e a Matriarca Pernas Amarelas disseram em uníssono, recitando seus rituais mais antigos. Manon endureceu sua coluna, esperando o momento certo. — Qualquer bruxa que deseje extrair o sangue em nome de Zelta Pernas Amarelas pode vir à frente.
Unhas de ferro deslizaram das mãos de todo o clã Pernas Amarelas. Asterin apenas encarou as Treze, o rosto ensanguentado impassível, olhos límpidos. A Matriarca Pernas Amarelas falou:
— Formem a fila.
Manon deu um passo à frente.
— Eu invoco o direito de execução.
Todos congelaram.
O rosto da avó de Manon ficou pálido de raiva. Mas as outras duas Matriarcas, mesmo a Pernas Amarelas, apenas esperaram.
Manon continuou, a cabeça erguida.
— Eu reivindico o direito à cabeça de minha tenente. Sangue deve ser pago com sangue, mas pela minha espada. Ela é minha, assim, sua morte será minha.
Pela primeira vez, a boca de Asterin apertou-se, os olhos brilhando. Sim, ela entendia o único presente que Manon poderia dar a ela, a única maneira de manter a honra.
Foi Cresseida Sangue Azul quem respondeu antes que as outras duas Matriarcas pudessem se pronunciar.
— Por salvar a vida da minha filha, Líder Alada, sua reivindicação deve ser concedida.
A Matriarca Pernas Amarelas chicoteou a cabeça para Cresseida, uma réplica em seus lábios, mas era tarde demais. As palavras haviam sido ditas, e as regras deveriam ser obedecidas a qualquer custo.
Com a capa vermelha da Crochan ondulando atrás dela ao vento, Manon lançou um olhar de esguelha para a avó. Apenas ódio brilhava naqueles olhos antigos – ódio, e um brilho de satisfação por Asterin encontrar o seu fim depois de décadas de ser considerada uma tenente imprópria.
Mas pelo menos esta morte agora era dela para dar.
E a leste, subindo por entre as montanhas como o ouro derretido, o sol começou a nascer.
Cem anos ela tivera com Asterin. Sempre pensou que teria uma centena mais.
Manon disse baixinho para Sorrel:
— Vire-a. Minha tenente deve ver o amanhecer uma última vez.
Sorrel obedientemente andou para frente, girando Asterin para enfrentar as bruxas superiores, a multidão na varanda e o raro nascer do sol perfurando a melancolia de Morath.
Sangue embebia o couro das costas de sua segunda em comando.
E, no entanto, Asterin ajoelhou-se, ombros retos e cabeça erguida, enquanto ela observava não o amanhecer, mas a própria Manon enquanto esta caminhava ao redor de sua tenente para ocupar um lugar a alguns passos das Matriarcas.
— Alguma hora antes do café da manhã, Manon — pediu sua avó, detrás dela.
Manon puxou Ceifadora do Vento, a lâmina cantando baixinho enquanto deslizava livre da bainha.
A luz do sol pintava a varanda de dourado quando Asterin sussurrou, tão baixinho que só Manon pôde ouvir:
— Leve meu corpo de volta para a cabana.
Algo no peito de Manon se quebrou – quebrou tão violentamente que ela se perguntou se era possível que ninguém tivesse ouvido.
Manon levantou a espada.
Tudo o que seria necessário era uma palavra Asterin, e ela poderia salvar a própria pele. Derramar os segredos de Manon, suas traições, e ela sairia livre. No entanto, sua tenente não proferiu nenhuma outra palavra.
E Manon entendeu naquele momento que havia forças maiores do que a obediência, disciplina e brutalidade. Entendeu que ela não tinha nascido sem alma; ela não tinha nascido sem um coração.
Pois ali estavam ambos, implorando-lhe para não baixar a lâmina.
Manon olhou para as Treze, de pé ao redor de Asterin em um semicírculo. Uma por uma, eles ergueram dois dedos para suas sobrancelhas.
Um murmúrio atravessou a multidão. O gesto não em honra a uma bruxa superiora.
Mas a uma rainha bruxa.
Não houvera uma rainha bruxa em quinhentos anos, quer entre as Crochans ou as Dentes de Ferro. Nenhuma.
Perdão brilhou nas faces de suas Treze. Perdão e compreensão e lealdade que não era obediência cega, mas forjada na dor e na batalha, na vitória e na derrota compartilhadas. Forjada na esperança por uma vida melhor, um mundo melhor.
Por fim, Manon encontrou o olhar de Asterin, lágrimas escorrendo pelo rosto de sua tenente. Não por medo ou dor, mas em despedida. Cem anos – e Manon ainda desejou que tivesse sido mais tempo.
Por um instante, ela pensou naquele mar azul-celeste no ninho, a serpente alada que esperaria e esperaria por uma montadora que nunca mais voltaria. Pensou em um terreno rochoso verde se espalhando para o mar ocidental.
Tremendo, Asterin pressionou os dedos na testa e estendeu-os.
— Leve o nosso povo casa, Manon — ela falou.
Manon angulou Ceifadora do Vento, preparando-se para descê-la.
A Matriarca Bico Negro estalou:
— Acabe com isso, Manon.
Manon encontrou os olhos de Sorrel, então os de Asterin. E Manon deu às Treze sua ordem final.
— Corram.
Então Manon Bico Negro girou e baixou Ceifadora do Vento sobre sua avó.

59 comentários:

  1. Manooooooooon do meu coração, sua linda ♡♡♡♡♡♡♡
    Que capítulo mais tenso! Eu tava quase tendo um ataque aqui. Socorroney!

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    1. Eu sabiaaaa que ela iria salvar a Asterin ... te amo mais Manom!!!!

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  2. manooooooooo........já amo a Manon...diva maravilhosa, fodástica!!!!

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  3. Eu sempre gostei de Manon
    Agora eu gosto mais!

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    1. Real. Só que no início eu ficava tipo... SEM OR QUAL É O MEU PROBLEMA POR GOSTAR DE UMA DAS VILÃS??? (eu gosto mais dela que da Aelin, pra ser bem sincera)

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  4. Quero ver o circo pegar fogoooo Dale Manon poderosa , linda , huuuuuuruuuuuu

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  5. Manon é a diva das divas! Rainha!

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  6. Eu ja tinha imaginado essa ultima sena mas tambem chorei pela possibilidade da morte de asterin

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    1. tb... tava imaginando q manon iria se rebelar porem mesmo assim ja me preparando para chorar caso a autora decidisse matar asterin

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  7. Pode subir os créditos, acendam as luzes, recolham seus lixos, tchau 👋 acabou

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  8. Eu sabia que ela ia dar um jeito, mas agora vai dar M de verdade!

    Flavia

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  9. Eu chorei pra krl mano, eu imaginava q a Manon não ia permitir q a Asterin morresse, mas ainda sim chorei e chorei ainda mais quando ela olhou pra Sorrel e deu a ordem pra todas correrem *^* Manon é diva pra krl, então é agora q ela se junta a outra diva do livro, a Aelin e ao Dorian, aí a Manon coisa com o Dorian e deixa os descendentes na terra *-*

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    1. Né... Fiquei imaginando o que Manon faria. Ela parecia não fazer nada... E de repente a avó. Ela mandando as outras correrem, ficando como distração... Adorei. Até me arrepiei agora

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  10. PQP, Manon concerteza ganhou ainda mais meu respeito, que bruxa foda, tu é doido

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  11. Mano, eu tava chorando aqui. Achei realmente que Manon ia matar ela. Senhor, meu coração. Não to aguentando. Meu Deus, eu me emocionei muito. Aquele "Corram" foi como uma luz no fim do túnel. Ta tenso pra conter as lágrimas aqui.

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  12. Nossaaaa ,melhor capitulo até agora,hora de juntar -se a Aelin

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  13. "Leve meu corpo de volta para a cabana." (lacrimejando); "Mas a uma rainha bruxa." (olokoo); "a serpente alada que esperaria e esperaria por uma montadora que nunca mais voltaria." vô chora; "— Corram." ke? "Então Manon Bico Negro girou e baixou Ceifadora do Vento sobre sua avó." wooooooooooowwwwwwwwwww

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  14. Totalmente ARREPIADAAAA CARALEOOOOO Q FODAA

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  15. AAHH EU SABIA, SABIA que ela não ia matar a Asterin *_*

    Chegou me dar um aperto no coração...

    Uhuul agora começa a ação!
    Acaba com elas Manon diva linda <3

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  16. Q emoção Manon finalmente fez sua escolha ....muita emoção não da pra conter as lágrimas

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  17. manooon tu eh muito fodona caraleeoo

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  18. EU SEGUREI AS LÁGRIMAS ATÉ AGORA, MAS ESSE CAP FOI DEMAIS PQPQPQPQPQP

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  19. Dudhdudjkdk
    Eu sabia que ela não ia matar a Asterin, mas nunca imaginei que ela iria atacar a vó dela. Foi muita coragem rsrs

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  20. What? What? Manon Bico Negro você é a maior!!! E eu pensando que Asterin ia morrer para Elide fazer parte das treze!!! 1° aliada de aelin galanthinius na luta contra as trevas. 👑👑👑 VIDA LONGA A RAINHA 👑👑👑.
    Anna!!!

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  21. Aaaaaaaa MEUS DEUSES!!! Mano te amo Manon, arrasou. Meu coração não cai agyetar até o final desse livro minha gente

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  22. Manon é àquela vilã, bruxa má que você respeita ( e Ama) <3

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  23. Maravilhosa!!! Ela faz as coisas por "impluso". Mas um impluso pensado em nano segundos. Lacradora.... Pensa até sobre pressão!!!!

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  24. Quaze infartei, imaginar que a bruxinha mais sangue bom ia dar um grito de salvar a Asterin, isso até imaginei, mas como atualmente os autores matam todo mundo, vai lá saber, kkkk...Pronto agora voe para ajudar o Dorian.

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  25. Chocada!! Que capítulo foi esse? Manon arrasou! Eu jurava que ela ia matar a Asterin, jurava! Melhor capítulo do livro até agora, OMG!

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  26. Nossa agora que reli o que escrevi, desculpe os erros de português, nesta hora estava com muito sono.

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  27. Manon você tem que parar de ser foda em cada cena pq assim eu não aguento

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  28. EEEEEEEEH CAAAARAAAL#$!*@ EU TÔ É TREMENDO COM ESSE FINAL. Me surpreendeu!! MANON, EU TE VENERO

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  29. MDS... MDS... MDS... MAANOOOOOON MEU AMOR, ACABA C ESSA P@#*, FAZ ELA SOFRER

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  30. Sabia, depois do que Asteroin contou a Manom, ela não teria coragem de mata-la

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  31. Pqp mano q cap foda. "CORRAM". Pqp chorei

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  32. Puta que pariu fiquei louco com esse capitulo!!!! Que fodaaaaaaa!!!

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    1. Muuuuuto foda
      Puta merda
      Eu tinha esperança em ela não matar Asterin mas quando chego nessa parte eu já chorando pensando na ceifadora do vento acertando Asterin*****ela lança na avó dela.
      Ass: Milly
      ABS:já queria q ela fizesse isso a muito tempo*-*
      Essa altora ainda me mata

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  33. Eu não gostava muito da Manon no outro livro não, mas desde que o Dorian e ela começaram a se apaixonar ela tá ficando mais humana .

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  34. CARA, EU TÔ MORRENDO AQUI. MDS! EU AMO ESSA MULHER

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  35. Essa vaca me faz chorar como se não ouvesse amanhã,pensando que ela ia morrer e faz isso
    -hellen

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  36. Chorei horrores, não tava acreditando que Manon conseguiria fazer isso...esqueci ate de respirar,nusssss!!
    REVIRAVOLTA!!!

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  37. Eu chorei, pq eu sempre quis uma amizade como a delas e cara, dói que isso só exista nos livros, obrigada Manon por não destruí meu sonho, por salvar Asterin, por escolher o coração. 💚
    Viva a rainha Manon.
    Agora só falta vc ir encontra o Dorian e se junta a ele. *-*

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  38. Devoradora de livros14 de julho de 2017 16:05

    É definitivo eu vou ter um infarto e ainda to no cap 16, aguenta coração q tem mais pela rente

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  39. Cara. Eu sempre leio os comentarios.
    Mas dessa ves eu pulei tudo pra vim expressar meus sentimentos
    Eu ia escrever muita coisa aqui mas vou resumir
    Eu comecei a chorar na metade do capítulo. ( que vergonha) e no final eu pulei de alergia , tive uma explosão de felicidade kkk que louco
    No outro livro eu comentei o quanto amava Asterin

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  40. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
    DEUSES DO CÉU! Eu to no meio da aula e comecei a gritar, literalmente. Todo mundo no maior silencio e eu berrando... Só... UAu. ME ferrei

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  41. Nossa....amei esse capítulo, um dos melhores!.

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  42. MANOOOOO DO CEUUUUUUU EU TO MORRENDO DE CHORAR. MAS EU TO TAO FELIZ QUE ESSA EMBUSTE DESSA VELHA DESGRAÇADA TENHA MORRIDO.AHHHHHHHHHHHHHH CARALHO QUE LIVRO MARAVILHOSO

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  43. CARAAAAA EU N ESPERAVA POR ISSOOO!! MATA ESSA VELHA DESGRAÇADA DOS INFERNO MERMO MANON, ESSA QUENGA DESALMADA Q ME FEZ CHORAR FEITO UMA LOUCA POR ASTERIN!! 😁😁😁🎉👏 JA FOI TARDE

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  44. Mais alguém acha que vau baixar um mágico de Oz nessa história das bruxas não poderem voltar para o deserto e no final alguém vai falar "Vc sempre teve o poder de voltar pro Texas,desculpa deserto, Manon" ou sou só eu??

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Boa leitura :)