30 de janeiro de 2017

Capítulo 11

Manon Bico Negro desembarcou em Morath mais do que pronta para começar a cortar as gargantas.
Tudo tinha ido para a merda.
Tudo.
Ela tinha acabado com a cadela Pernas Amarelas e sua montaria, salvado o rei com olhos de safira, e viu o príncipe feérico matar as outras quatro sentinelas Pernas Amarelas.
Cinco. Cinco bruxas Pernas Amarelas agora estavam mortas, quer por sua mão ou através de sua falta de ação. Cinco membros do clã de Iskra.
No final, ela mal participara da destruição de Forte da Fenda, deixando isso para as outras. Mas ela vestiu novamente seu elmo coroado, e ordenou a Abraxos que voasse para a mais alta torre do castelo de pedra e rugisse sua vitória, e seu comando.
Mesmo nas paredes brancas distantes da cidade, rasgando os guardas e espantando o povo, as montarias haviam feito uma pausa à sua ordem para se retirar. Nem um clã desobedeceu.
As Treze tinham encontrado-a momentos mais tarde. Ela não lhes contou o que tinha acontecido, mas tanto Sorrel quanto Asterin olharam atentamente para ela: a primeira para inspecionar por quaisquer cortes ou ferimentos recebidos durante o “ataque” que Manon dissera que armou, a segunda porque ela estivera com Manon no dia em que elas voaram para Forte da Fenda e pintaram a mensagem para a Rainha de Terrasen com sangue valg.
Com as Treze estando nas torres do castelo, algumas espalhadas ao longo delas como gatos ou serpentes, Manon esperou por Iskra Pernas Amarelas.
Enquanto Manon agora descia os corredores negros e fedorentos de Morath, com o elmo coroado colocado na dobra do braço, Asterin e Sorrel em seus calcanhares, ela relembrou a conversa.
Iskra tinha aterrissara no único espaço restante, uma cobertura um pouco menor abaixo de Manon. O posicionamento fora intencional.
Os cabelos castanhos de Iskra estavam soltos de sua trança apertada, e seu rosto altivo estava salpicado de sangue humano quando ela rosnou para Manon:
— Esta vitória foi minha.
Com seu rosto oculto nas sombras do elmo, Manon respondeu:
— A cidade é minha.
— Forte da Fenda era minha para conquistar. Você deveria apenas supervisionar. — um reluzir de dentes de ferro. Na torre à direita de Manon, Asterin rosnou em advertência. Iskra pôs os olhos escuros na sentinela loira e rosnou novamente. — Leve seu bando de cadelas para fora da minha cidade.
Manon avaliou Fendir, a serpente de Iskra.
— Você deixou sua marca o bastante. O seu trabalho foi notado.
Iskra tremia de raiva. Não pelas palavras. O vento mudara, soprando em direção a Iskra. Soprando o cheiro de Manon para ela.
— Quem? — Iskra fervia — Quem das minhas que você massacrou?
Manon não vacilou, não permitindo que um lampejo de pesar ou preocupação passasse.
— Por que eu deveria saber qualquer um dos seus nomes? Ela me atacou quando eu estava cercando minha presa, querendo pegar o rei para si e disposta a atacar uma herdeira para isso. Ela merecia o castigo. Especialmente porque a minha presa escapou enquanto eu lidava com ela.
Mentirosa mentirosa mentirosa.
Manon mostrou os dentes de ferro, a única parte de sua face visível sob aquele elmo coroado.
— Outras quatro jazem mortas no interior do castelo, pelas mão do príncipe feérico que veio para resgatar o rei, enquanto eu lidava com sua cadela incontrolável. Considere-se com sorte, Iskra Pernas Amarelas, que eu não cobre essa perda de sua pele também.
O rosto bronzeado de Iskra tinha ficado pálido. Ela examinou Manon, todas as Treze reunidas. Então falou:
— Faça o que quiser com a cidade. É sua. — Um sorriso rápido quando ela levantou a mão e apontou para Manon. As Treze ficaram tensas ao redor dela, flechas silenciosamente retiradas e apontando para a herdeira Pernas Amarelas. — Mas você, Líder Alada... — Aquele sorriso cresceu enquanto ela montava em sua serpente alada, preparando-se para levantar voo — Você é uma mentirosa, assassina de bruxas.
Então ela se foi.
Subindo não para a cidade, mas para os céus.
Dentro de minutos, ela desapareceu de vista, voando em direção a Morath.
Em direção à avó de Manon.
Manon olhou para Asterin, e então para Sorrel, enquanto elas reduziam a velocidade da caminhada para parar antes de virar a esquina que levaria à câmara do conselho de Erawan. Onde ela sabia que Iskra, sua avó, e as outras Matriarcas estariam esperando. Na verdade, um olhar ao virar da esquina revelou as tenentes e subtenentes de vários clãs de guarda, olhando umas às outras com olhares suspeitos, assim como os homens de rosto vazio postados ao lado das portas duplas.
Manon disse para suas tenentes:
— Isso será uma bagunça.
— Nós lidaremos com isso — Sorrel respondeu calmamente.
Manon apertou o capacete um pouco mais.
— Se der errado, vocês peguem as Treze e vão embora.
— Você não pode entrar lá, Manon, aceitando a derrota — Asterin murmurou. — Negue até seu último suspiro — Se Sorrel tinha percebido que Manon tinha matado aquela bruxa para salvar os seus inimigos, ela não deixava transparecer. Asterin exigiu: — Aonde nós sequer iríamos?
— Eu não sei e não me importo. Mas quando eu estiver morta, as Treze serão alvo de qualquer um com contas a acertar. — Uma lista muito, muito longa. Ela sustentou o olhar de sua segunda em comando. — Você vai tirá-las daqui. A qualquer custo.
Elas olharam uma para a outra.
— Vamos fazer o que pede, Líder Alada — Sorel concordou.
Manon esperou – esperou por qualquer objeção de sua tenente, os olhos escuros de Asterin brilhavam conforme ela baixou a cabeça e murmurou sua concordância.
Um nó no peito de Manon se soltou, e ela girou os ombros uma vez antes de se virar. Porém Asterin agarrou a mão dela.
— Seja cuidadosa.
Manon considerou retrucar que ela não era uma tola covarde, mas... ela vira do que sua avó era capaz. Fora esculpido na carne de Asterin.
Ela não chegaria parecendo culpada, parecendo mentirosa. Não, ela faria Iskra rastejar no final. Então Manon respirou fundo antes de retomar seu habitual ritmo tempestuoso de caminhar, sua capa vermelha agitando-se atrás dela a um vento fantasma.
Todos olharam quando elas se aproximaram. Mas isso era de se esperar.
Manon não se dignou a reconhecer as terceiras e quartas em comando montando guarda, embora ela as tenha observado através de sua visão periférica. Duas jovens do clã de Iskra. Seis mais velhas, seus dentes de ferro salpicados de ferrugem, dos clãs das Matriarcas. E...
Havia duas outras jovens sentinelas no hall, com faixas de couro azul tingido trançados sobre suas testas.
Petrah Sangue-Azul havia chegado.
Se as herdeiras e suas Matriarcas estavam todas reunidas...
Ela não tinha espaço para o medo em sua casca de coração.
Manon abriu as portas, Asterin em seus calcanhares, Sorrel recuando para se juntar às outras no corredor.
Dez bruxas se voltaram para Manon quando ela entrou. Erawan não estava à vista. E apesar de sua avó estar no centro de todos na sala, sua própria segunda em comando contra a parede de pedra atrás de Manon, alinhadas com as outras quatro tenentes reunidas, a atenção de Manon foi para a herdeira de cabelos dourados.
Para Petrah.
Ela não vira a herdeira Sangue-Azul desde o dia dos Jogos de Guerra, quando Manon salvara sua vida de uma queda mortal. Salvara sua vida, mas foi incapaz de salvar a vida da serpente alada de Petrah, cuja garganta fora rasgada em pedaços pelo monstro de Iskra.
A herdeira Sangue-Azul estava ao lado de sua mãe, Cresseida, ambas altas e magras. Uma coroa de estrelas de ferro estava sobre a testa pálida da Matriarca, seu rosto ilegível. Ao contrário do de Petrah. Cuidado e alerta brilharam em seus olhos azuis profundos. Ela usava seus couros de montaria, um manto azul meia-noite suspenso por dragonas de bronze nos ombros, a trança dourada serpenteando sobre o peito. Petrah sempre foi estranha, com a cabeça nas nuvens, mas essa era a forma das Sangue Azul. Místicas, fanáticas, entusiastas estavam entre os termos mais agradáveis usados para descrevê-las e ao seu culto à Deusa de três faces.
Mas havia um vazio no rosto de Petrah que não existia lá meses antes. Os rumores diziam que perder a serpente alada tinha quebrado a herdeira e que ela não saíra da cama por semanas.
Bruxas não ficam de luto, porque as bruxas não amavam o suficiente para permitir que isso as quebrasse. Mesmo que Asterin, agora ocupando o seu lugar como segunda em comando da próxima Matriarca Bico Negro, tivesse provado o contrário.
Petrah assentiu, um ligeiro movimento do queixo, mais do que um mero reconhecimento de herdeiro para herdeira. Manon virou-se para sua avó antes que alguém pudesse notar.
Sua avó estava em suas vestes negras volumosas, o cabelo escuro trançado sob a coroa em sua cabeça. Como a coroa que sua avó procurara para elas – para ela e Manon. Alta rainha dos desertos, uma vez ela prometera a Manon. Mesmo que isso significasse vender todas as bruxas nesta sala.
Manon curvou-se para a avó, e para as outras duas Matriarcas reunidas.
Iskra rosnou ao lado da Matriarca das Pernas Amarelas, uma anciã de costas encarquilhadas com pedaços de carne do almoço ainda presos nos dentes. Manon encarou a herdeira quando se endireitou.
— Três estão reunidas — sua avó começou, e todos os ossos do corpo de Manon ficaram rígidos — três Matriarcas, para homenagear as três faces de nossa mãe.
Donzela, Mãe, Anciã. Era por isso que a Matriarca Pernas Amarelas sempre era anciã, por isso que a representante Bico Negro sempre era uma bruxa em seu auge, e por isso que Cresseida, como a Matriarca Sangue-Azul, ainda parecia jovem e fresca.
Mas Manon não se importou com isso. Não quando as palavras estavam sendo faladas.
— A foice da anciã paira sobre nós — Cresseida entoou. — Que ela seja a lâmina da justiça da Mãe.
Esta não era uma reunião. Este era um julgamento. Iskra começou a sorrir.
Como se um fio as ligasse, Manon pôde sentir Asterin endireitar as costas atrás dela, sentir sua segunda preparando-se para o pior.
— Sangue pede sangue — a velha Pernas Amarelas asperamente disse. — Vamos decidir o quanto é devido.
Manon manteve-se imóvel, não ousando mostrar um centímetro de medo ou de ansiedade.
Os julgamentos de bruxas eram brutais, exatos. Normalmente, os problemas eram resolvidos com os três golpes: face, costelas e estômago. Raramente, apenas nas circunstâncias mais graves, as três Matriarcas se reuniam para infligir julgamento.
A avó de Manon falou:
— Você foi acusada, Manon Bico Negro, de matar uma sentinela Pernas Amarelas por nenhuma provocação além de seu próprio orgulho.
Os olhos de Iskra queimaram de forma positiva.
— E, como a sentinela era parte do próprio clã da herdeira Pernas Amarelas, também é um crime contra Iskra. — O rosto de sua avó estava apertado com raiva, não pelo o que Manon havia feito, mas por ter sido pega. — Através de sua própria negligência ou mau-planejamento, a vida de quatro outras membros do clã se perdeu. O sangue delas, também, mancha suas mãos. — Os dentes de ferro da avó brilhavam à luz das velas. — Você nega essas acusações?
Manon manteve as costas retas, olhou para cada uma delas nos olhos.
— Eu não nego ter matado a sentinela de Iskra quando ela tentou reivindicar o meu legítimo prêmio. Não nego que as outras quatro foram abatidas pelo príncipe feérico. Mas nego qualquer irregularidade de minha parte.
— Vocês podem sentir o cheiro do sangue de Zelta nela, cheiro do medo e da dor — Iskra assobiou.
— Você sente esse cheiro, Pernas Amarelas, porque a sua sentinela tinha um coração covarde e atacou outra irmã de armas — Manon zombou. — Quando ela percebeu que não ganharia a nossa luta, já era tarde demais para ela.
O rosto de Iskra se contorceu de fúria.
— Mentirosa!
— Conte-nos, herdeira Bico Negro — Cresseida falou — o que aconteceu em Forte da Fenda três dias atrás.
Então Manon falou.
E pela primeira vez em seu século de existência miserável, ela mentiu para as anciãs. Ela teceu uma fina tapeçaria de mentiras, acreditando nas histórias que contou a elas. Quando terminou, fez um gesto para Iskra Pernas Amarelas.
— É de conhecimento comum que a herdeira das Pernas Amarelas há muito cobiça minha posição. Talvez ela tenha corrido para cá para lançar acusações contra mim, para que pudesse roubar o meu lugar como Líder Alada, assim como sua sentinela tentou roubar minha presa.
Iskra se eriçou, mas manteve a boca fechada. Petrah deu um passo adiante, no entanto, e falou:
— Eu tenho perguntas para a herdeira Bico Negro, se não for impertinência.
A avó de Manon parecia preferir ter suas próprias unhas arrancadas, mas as outras duas Matriarcas assentiram.
Manon endireitou-se, preparando-se para o que fosse que Petrah pensava que estivesse fazendo.
Os olhos azuis de Petrah estavam calmos quando ela encontrou o olhar de Manon.
— Você me considera sua inimiga ou rival?
— Eu a considero uma aliada quando a ocasião exige, mas sempre uma rival, sim. — A primeira coisa verdadeira que Manon tinha dito.
— E ainda assim me salvou da morte certa nos Jogos de Guerra. Por quê? — As Matriarcas se entreolharam, expressões ilegíveis.
Manon ergueu o queixo.
— Porque Keelie lutou por você quando morreu. Eu não permitiria que sua morte fosse desperdiçada. Eu não poderia oferecer nada menos a uma companheira guerreira.
Ao som do nome de sua serpente alada morta, dor cintilou no rosto de Petrah.
— Você lembra o nome dela?
Manon sabia que era uma pergunta retórica. Mas ela concordou a cabeça mesmo assim.
Petrah enfrentou as Matriarcas.
— Naquele dia, Iskra Pernas Amarelas quase me matou, e sua montaria abateu minha serpente.
— Já lidamos com isso — Iskra cortou, seus dentes aparecendo — e foi considerado acidental...
Petrah levantou uma mão.
— Eu não acabei, Iskra Pernas Amarelas — nada além de aço brutal nessas palavras que ela dirigiu à outra herdeira. Uma pequena parte de Manon estava feliz por não ser o alvo dessas palavras.
Iskra viu as questões não resolvidas escondidas naquele tom e recuou.
Petrah baixou a mão.
— Manon Bico Negro teve a chance de me deixar morrer naquele dia. A escolha mais fácil teria sido me deixar morrer, e ela não estaria sendo acusada como está sendo agora. Mas ela arriscou a vida, e a vida de sua montaria, para me poupar da morte.
Uma dívida de vida era o que havia entre elas. Será que Petrah achava que poderia pagá-la falando em seu favor agora? Manon freou seu desdém.
Petrah continuou.
— Eu não compreendo porque Manon Bico Negro iria me salvar apenas para depois se virar contra suas irmãs Pernas Amarelas. Vocês a coroaram Líder Alada por sua obediência, disciplina e brutalidade. Não deixem que a ira de Iskra Pernas Amarelas escondam as qualidades que viram nela naquela época, e que ainda brilham hoje. Não percam a sua Líder Alada por um mal-entendido.
As Matriarcas se entreolharam novamente quando Petrah fez uma reverência, retornando ao seu lugar à direita de sua mãe. Mas as três bruxas continuaram a discussão silenciosa travada entre elas. Até que a avó de Manon deu um passo à frente, as outras duas recuando, rendendo a decisão para ela. Manon quase caiu em alívio.
Ela encurralaria Petrah na próxima vez que a herdeira fosse tola o bastante para sair sozinha, e a faria admitir por que ela tinha falado em favor de Manon.
O olhar negro e dourado de sua avó era duro. Implacável.
— Petrah Sangue-Azul falou verdade. — O fio tenso e apertado entre Manon e Asterin afrouxou-se também. — Seria um desperdício perder a nossa obediente e fiel Líder Alada.
Manon tinha sido espancada antes. Ela poderia suportar os punhos de sua avó novamente.
— Por que a herdeira do clã de bruxas Bico Negro deveria perder sua vida pela de uma mera sentinela? Líder Alada ou não, ainda é palavra de herdeira contra herdeira nesse assunto. Mas sangue foi derramado. E sangue deve ser pago.
Manon novamente agarrou seu elmo. Sua avó sorriu um pouco.
— O sangue derramado deve ser igual — sua avó entoou. Sua atenção moveu-se por sobre o ombro de Manon. — Então você, neta, não vai morrer por isso. Mas uma de suas Treze irá.
Pela primeira vez em um longo, longo tempo, Manon soube como o medo, o desamparo humano, parecia, quando sua avó falou, triunfo iluminando seus olhos antigos.
— Sua tenente, Asterin Bico Negro, deve pagar a dívida de sangue entre nossos clãs. Ela morre amanhã ao nascer do sol.

25 comentários:

  1. Não estou mentalmente bem com a morte de Asterin

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    1. Mas ela nem morreu ainda.
      Nem vai morrer pelo jeito. ;p

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  2. Karina, o começo desse cap tá meio confuso. Pelas falas, parcemem estar em Forte da Fendsa e outras em Morath. Acho que você trocou diálogos e parágrafos, não ssei direito- Ou eu sou muita burrinha mesmo kkkk

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    1. Manon está em Morath. O começo do capítulo foi ela relembrando o que aconteceu em Forte da Fenda

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  3. Ahhhh não tá de zueira, essa mulher é MT do mal, ela transpira maldadeee!!!

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  4. Acho que estou tendo mini infartos em todos os capítulos, espero sobreviver até o final por Wyrd.

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  5. Caraca, só torço para a Manon estar na TPM, aí vocês vão ver, ela vai dar uma bica em todo mundo e gritar " this os spatan"

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  6. Acho que Asterin não vai morrer Manon vai arrumar alguma coisa!

    Flavia

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  7. Que vaca!MORTE A MATRIARCA BICO NEGRO!!!~Yasmin

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  8. acho que a matriarca das bico negro, esta de conclave com erawa para se tornar tipo primeira dama dele, sei la so acho...

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    1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      CREDO
      Q NOJO

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  9. Asterin não ela já sofreu demais essa matriarca e muito perversa credo Manon pense rapido por favor

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  10. Entrando em pânico com a sentença das matriarcas

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  11. Nossa ela foi caçando até encontrar uma desculpa pra se livrar de Asterin! Torcendo pra ela não morrer

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  12. Ahhhhhhhhh! Em capítulos assim dá vontade d gritar
    Cm crtz é agr q a Manon escolhe o lado certo, vai fzr mó fuga triunfal e correr pro Dorian. Espero q ela faça um estrago nessa fuga
    ~Leh

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  13. Essa mulher tem uma cisma com essa asterin que Deus me livre viu

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  14. MANON, REGICÍDIO É VÁLIDO! ASTERIN NÃO PODE MORRER!

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  15. Asterin n pode morrer mano se ela morrer eu paro de ler esse livro e vou ficar puto com tia Sarah

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  16. Manon não vai deixa Asterin morrer.. confio na nossa Líder Alada..

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  17. ASTERIN NÃOOOO!!! >:( ESPERO Q MANON MATE ESSA AVÓ DESGRAÇADA DOS INFERNOS

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  18. elas vão fugir néh? serio, ta na hora das treze se rebelarem

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Boa leitura :)