30 de janeiro de 2017

Capítulo 10

Elide Lochan estava diante de uma criatura nascida dos pesadelos de um deus obscuro.
Do outro lado da clareira, a criatura se elevou sobre ela, suas garras cavando o barro do chão da floresta.
— Aí está você — aquilo assobiou por entre os dentes mais afiados que de um peixe. — Venha comigo, menina, e eu vou conceder-lhe um fim rápido.
Mentiras. Ela viu como aquilo a mediu, como suas garras se contraíram como se já pudesse senti-las rasgando sua barriga macia. A coisa tinha aparecido em seu caminho como se uma nuvem da noite a tivesse deixado cair lá, e riu quando ela gritou. A faca tremia quando ela levantou-a.
Aquilo se levantou como um homem – falou como um. E seus olhos... Totalmente sem alma, mas a forma deles... eram humanos, também. Monstruoso – que mente terrível teria sonhado uma coisa dessas?
Ela sabia a resposta.
Ajuda. Ela precisava de ajuda. Mas aquele o homem do riacho provavelmente fora morto pelas garras das outras bestas. Ela se perguntou quanto tempo aquela magia dele teria durado.
A criatura deu um passo na direção dela, suas pernas musculosas cobrindo a distância muito rapidamente. Ela recuou para as árvores, na direção que tinha vindo.
— O seu sangue é tão doce quanto o seu rosto, menina? — Sua língua acinzentada provou o ar entre eles.
Pense, pense, pense.
O que Manon faria ante tal criatura?
Manon, ela lembrou, vinha equipada com garras e presas próprias. Mas uma pequena voz sussurrou em seu ouvido: Você também. Use o que você tem. Há outras armas além daquelas feitas de ferro e aço.
Embora seus joelhos tremessem, Elide ergueu o queixo e encontrou os olhos negros, humanos da criatura.
— Cuidado — disse ela, deixando sua voz diminuir para o ronronar que Manon tantas vezes usava para assustar a todos. Elide enfiou a mão no bolso de seu casaco, retirando o fragmento de pedra e apertando-o em seu punho, desejando que aquela presença de outro mundo preenchesse a clareira, o mundo. Ela rezou para que a criatura não olhasse para seu punho, não perguntasse o que havia nele enquanto falou lentamente: — Acha que o Rei das Trevas ficará satisfeito se me ferir? — ela examinou aquilo de cima a baixo. Ou o melhor que conseguiu sendo dezenas de centímetros mais baixa. — Fui enviada para procurar a garota. Não interfira.
A criatura pareceu então reconhecer as roupas de combate. Pareceu sentir aquele estranho cheiro circundando a pedra. E hesitou.
Elide manteve seu rosto uma máscara de desagrado frio.
— Saia da minha frente.
Ela quase vomitou quando começou a avançar na direção da criatura, em direção à morte certa. Mas ela pisou adiante, rondando como Manon fizera tantas vezes. Elide obrigou-se a olhar para o rosto hediondo semelhante a morcego quando passou.
— Diga a seus irmãos que, se interferirem de novo, eu supervisionarei pessoalmente o prazer que vocês sentirão nas mesas de Morath.
A dúvida ainda dançava nos olhos da criatura, juntamente com medo real. Um golpe de sorte, essas palavras e frases, com base no que ela tinha ouvido. Ela não se deixou considerar o que fora feito para fazer tal criatura tremer com a menção.
Elide estava a cinco passos da criatura, consciente de que suas costas estava agora vulnerável às garras e dentes trituradores, quando a coisa perguntou:
— Por que fugiu à nossa aproximação?
Ela respondeu sem se virar, naquela voz fria e viciosa de Manon Bico Negro:
— Eu não tolero questionamentos de subordinados. Vocês já interromperam minha caça e feriram meu tornozelo com seu ataque inútil. Reze para que eu não me lembre do seu rosto quando eu voltar para a fortaleza.
Ela soube de seu erro no momento em que aquilo assobiou. Ainda assim, manteve as pernas em movimento, costas retas.
— Que coincidência — aquilo meditou — que a nossa presa seja semelhantemente aleijada.
Anneith a tinha salvo. Talvez aquilo não tivesse notado o coxear até então. Idiota. Idiota.
Correr não lhe faria nenhum bem – correr anunciaria que criatura tinha ganhado, que estava certa. Ela parou, como se seu temperamento tivesse puxado uma coleira, e virou o rosto para a criatura.
— Que besteira está assobiando?
Absoluta convicção, absoluta raiva.
Mais uma vez a criatura fez uma pausa. Uma chance, apenas uma chance. Aquilo perceberia logo que tinha sido enganado.
Elide encarou o seu olhar. Era como olhar uma cobra morta nos olhos.
Ela falou naquele tom tranquilo e letal que as bruxas gostavam de usar:
— Não me faça revelar o que Sua Majestade das Trevas colocou em mim naquela mesa.
Como se em resposta, a pedra na mão latejou, e ela poderia jurar que a escuridão oscilou. A criatura estremeceu, afastando-se um passo.
Elide não considerou o que segurava enquanto zombava uma última vez e se afastava.
Ela andou talvez um oitocentos metros antes que a floresta se enchesse novamente de vida. Ela caiu de joelhos e vomitou.
Nada além de bile e água saiu. Ela estava tão ocupada revirando suas entranhas com medo estúpido e alívio que não percebeu a abordagem até que fosse tarde demais.
Uma mão larga agarrou seu ombro, girando-a.
Ela desembainhou sua adaga, mas foi lenta demais. A mesma mão a soltou para derrubar a lâmina na grama.
Elide encontrou-se olhando para o rosto salpicado de lama do riacho. Não, sujeira não. Sangue que fedia, sangue negro.
— Como? — ela perguntou, tropeçando um passo para longe.
— Você primeiro — ele rosnou, mas virou a cabeça em direção à floresta atrás deles. Ela seguiu seu olhar. Não viu nada.
Quando ela olhou para seu rosto severo, uma espada estava contra sua garganta.
Ela tentou recuar, mas ele agarrou seu braço, segurando-a com aperto de aço.
— Por que você tem o cheiro de um deles? Por que eles a perseguem?
Ela já tinha embolsado a pedra, ou então poderia tê-la mostrado. Mas o movimento pode levá-lo a atacá-la – e aquela vozinha sussurrou para manter a pedra escondida.
Ela ofereceu uma outra verdade.
— Porque eu passei os últimos meses em Morath, vivendo entre esse cheiro. Eles me procuram porque consegui me libertar. Fujo para o norte, para a segurança.
Mais rápido do que ela podia ver, ele baixou a lâmina somente para cortar seu braço. Um arranhão, pouco mais que um sussurro de dor.
Ambos assistiram como seu sangue vermelho floresceu e escorreu. Pareceu responder o suficiente para ele.
— Você pode me chamar de Lorcan — ele falou, embora ela não tivesse perguntado. E com isso, ele colocou-a sobre seu ombro largo como um saco de batatas e correu.
Elide soube duas coisas dentro de segundos: que as criaturas restantes, quaisquer que fossem seus números, estavam em seu encalço e se aproximavam rapidamente. Tinham percebido seu blefe. E que o homem, correndo em movimentos rápidos como o vento entre os carvalhos, era semifeérico.



Lorcan correu e correu, seus pulmões engolindo grandes goles do ar sufocante da floresta. Pendurada em seu ombro, a menina nem sequer choramingou com o passar dos quilômetros. Ele já tinha carregado pacotes mais pesados do que ela por cadeias inteiras de montanhas.
Lorcan desacelerou quando sua força começou a acabar, tendo sido gasta mais rapidamente graças à magia que tinha usado para encurralar as três criaturas, forçando-os a perder sua imunidade nata para, em seguida, matar dois e derrotar o outro por tempo suficiente para correr atrás da menina.
Ele tivera sorte.
A menina, ao que parecia, tivera inteligência.
Ele desacelerou até parar, colocando-a no chão com força suficiente para que ela se encolhesse – estremecendo e pulando um pouco pelo tornozelo ferido. Seu sangue tinha fluído vermelho em vez do preto fedorento que implicava possessão valg, mas ainda não explicava como ela fora capaz de intimidar aquele ilken para a submissão.
— Para onde estamos indo? — ela perguntou, retirando sua mochila dos ombros para pegar o cantil.
Ele esperava por lágrimas, orações e pedidos. A garota só tirou a tampa recipiente e bebeu profundamente. Então, para sua surpresa, ofereceu-lhe um pouco.
Lorcan não aceitou. Ela simplesmente bebeu novamente.
— Nós estamos indo para a borda da floresta, para o rio Acanthus.
— Onde... onde estamos? — A hesitação disse o suficiente: ela calculara o risco de revelar quão vulnerável estava com essa pergunta... e decidiu que estava desesperada demais pela resposta.
— Qual o seu nome?
— Marion. — Ela sustentou o olhar com uma espécie de aço inflexível que o fez inclinar a cabeça.
Uma resposta por uma resposta. Ele respondeu:
— Nós estamos no meio de Adarlan. Você estava a cerca de um dia de caminhada do rio Avery.
Marion piscou. Ele se perguntou se ela sequer sabia disso – ou se tinha considerado como atravessaria o poderoso corpo de água – que tinha reivindicado navios capitaneados pelos mais experientes homens e mulheres.
— Vamos correr, ou posso sentar por um momento?
Ele escutou os sons da floresta em busca de qualquer indício de perigo, e então levantou o queixo.
Marion suspirou quando se sentou no musgo e raízes. Ela examinou-o.
— Pensei que todos os feéricos estivessem mortos. Mesmo o semifeéricos.
— Eu sou de Wendlyn. E você — disse ele, levantando as sobrancelhas ligeiramente — é de Morath.
— Não de lá. Fugindo de lá.
— Por quê? E como?
O estreitamento de seus olhos lhe disse o suficiente: ela sabia que ele ainda não acreditava nela, não inteiramente, sangue vermelho ou não. No entanto, ela não respondeu, ao invés disso se inclinou sobre as pernas para desatar uma bota. Seus dedos tremeram um pouco, mas ela conseguiu soltar os cadarços, tirando a bota, removendo a meia e enrolando a perna de sua calça de couro para mostrar...
Merda. Ele tinha visto uma abundância de corpos em ruínas em seus dias, tinha ele mesmo arruinado em abundância, mas raramente eram deixados tão sem tratamento. A perna de Marion era uma confusão de tecido cicatrizado e osso retorcido. E logo acima do tornozelo disforme havia feridas ainda se curando, onde algemas sem dúvida estiveram.
— Aliados de Morath geralmente são inteiros — ela falou calmamente. — Sua magia negra certamente poderia curar uma aleijada – e eles certamente não teriam nenhum uso para uma.
Foi por isso que ela conseguira se virar tão bem com o andar coxo. Teve anos para dominá-lo, pelo o que podia ver da coloração do tecido da cicatriz.
Marion puxou a perna da calça novamente para baixo, mas deixou o pé descalço, massageando-o. Ela soprou ar por entre os dentes.
Ele se sentou em um tronco caído a poucos passos de distância, tirando sua própria mochila para buscar através dela.
— Diga-me o que sabe de Morath — disse ele, e atirou-lhe uma lata de sálvia direto de Doranelle.
A menina olhou para a lata, os olhos afiados somando o que ele era, de onde ele era, e o que aquela lata estanha provavelmente continha. Quando levantou os seus olhos para o rosto dele, ela balançou a cabeça em silêncio concordando com sua oferta: alívio da dor por respostas. Ela abriu a tampa, e ele percebeu a forma como sua boca se abriu enquanto ela respirava o aroma das ervas pungentes.
Dor e prazer dançavam em seu rosto enquanto ela começava a esfregar a pomada em suas lesões antigas. E enquanto trabalhava, ela falou.
Marion contou a ele da tropa Dentes de Ferro, da Líder Alada e das Treze, dos exércitos acampados ao redor da fortaleza na montanha, dos lugares onde apenas gritos ecoavam, das inúmeras forjas e ferreiros. Ela descreveu sua própria fuga: sem aviso, ela não sabia como, o castelo tinha explodido. Ela vira isso como sua oportunidade, disfarçando-se com os trajes de uma bruxa, agarrando uma das bolsas, e correndo. No caos, ninguém a percebera.
— Estive fugindo faz semanas — disse ela. — Aparentemente, mal cobri a metade da distância.
 — Para onde?
Marion olhou para o norte.
— Terrasen.
Lorcan abafou um rosnado.
— Você não está perdendo muito.
— Tem notícias de lá? — Alarme encheu aqueles olhos.
— Não — ele respondeu, encolhendo os ombros. Ela terminou de esfregar seu pé e tornozelo. — O que está em Terrasen? Sua família? — Ele não tinha perguntado por que ela fora levada para Morath. Ele não se importava em ouvir a sua história triste. Todo mundo tinha uma, ele descobrira.
O rosto da menina se contraiu.
— Tenho uma dívida a uma amiga, alguém que me ajudou a sair de Morath. Ela me pediu para encontrar alguém chamada Celaena Sardothien. Então essa é a minha primeira tarefa: descobrir quem ela é, de onde ela é. Terrasen parece ser um lugar melhor para começar do que Adarlan.
Nenhum engano, nenhum sussurro deste encontro ser qualquer coisa além de acaso.
— E então — a menina continuou, o brilho em seus olhos crescendo — eu preciso encontrar Aelin Galathynius, a Rainha de Terrasen.
Foi um esforço não pegar sua espada.
— Por quê?
Marion olhou para ele, como se tivesse de alguma forma se esquecido de que ele estava lá.
— Escutei um boato de que ela está erguendo um exército para combater o de Morath. Pretendo oferecer meus serviços.
— Por quê? — perguntou ele novamente.
Além da inteligência que a livrara das garras do ilken, ele não viu outra razão para a rainha cadela precisar da garota.
A boca inteira de Marion se apertou.
— Porque eu sou de Terrasen e acreditava na minha rainha morta. E agora ela está viva, e lutando, por isso vou lutar com ela. Para que nenhuma outra garota seja arrancada do seu lar e levada para Morath para ser esquecida.
Lorcan debateu se diria a ela o que sabia: que suas duas missões eram uma, e a mesma. Mas isso levaria a perguntas, e ele não estava no clima.
— Por que deseja ir para Morath? Todos estão fugindo de lá.
— Fui enviado pela minha senhora para parar a ameaça que Morath representa.
— Você é um só – e homem. — Não um insulto, mas Lorcan olhou-a de cima de qualquer maneira.
— Eu tenho minhas habilidades, assim como você tem as suas.
Os olhos dela correram para suas mãos, agora com crostas de sangue preto seco. Ele se perguntou, porém, se ela imaginava a magia que se acendia lá.
Ele esperou que Marion perguntasse mais, mas calçou a meia, em seguida, sua bota, e amarrou-a.
— Nós não devemos descansar por muito tempo.
De fato.
Ela se levantou, estremecendo um pouco, mas fez uma cara apreciativa para a sua perna. Lorcan tomou isso como resposta suficiente sobre a eficácia da pomada. Ela abaixou-se para recuperar a lata, sua cortina de cabelos escuros varrendo o rosto. Em algum momento, se soltara da sua trança.
Levantou-se, atirando-lhe a lata. Ele pegou-a com uma das mãos.
— Uma vez que chegar ao Acanthus, o que faremos?
Ele embolsou a lata.
— Há incontáveis caravanas de comerciantes e circos ocasionais vagando pelas planícies – eu passei por muitos no meu caminho até aqui. Alguns podem até estar tentando atravessar o rio. Nós vamos entrar em um deles. Nos esconder. Uma vez que tenhamos atravessado e ido longe o suficiente nas pradarias, você seguirá para o norte; eu vou para o sul.
Seus olhos se estreitaram ligeiramente.
— Por que viajar comigo, afinal? — ela apenas perguntou.
— Há mais detalhes sobre o interior de Morath que quero de você. Vou mantê-la fora de perigo, e você vai fornecê-los para mim.
O sol começou sua descida final, banhando a floresta em ouro. Marion franziu a testa ligeiramente.
— Você jura? Que vai me proteger?
— Eu não a deixei para os ilken hoje, deixei?
Ela olhou-o com uma clareza e franqueza que o fez parar.
— Jure.
Ele revirou os olhos.
— Eu juro — a menina não tinha ideia de que, nos últimos cinco séculos, promessas eram a única moeda que ele realmente negociava. — Eu não vou te abandonar.
Ela assentiu com a cabeça, aparentemente satisfeita com isso.
— Então eu vou lhe dizer o que sei.
Ele começou a andar em direção ao leste, jogando a mochila no ombro.
Mas Marion ainda tinha algo a dizer:
— Eles estarão à nossa procura em cada cruzamento, procurando nos vagões. Se pudessem fazer buscas aqui, procurariam em qualquer estrada principal.
E o encontrariam, também, se as bruxas ainda estivessem atrás de seu sangue.
— E você tem alguma ideia para contornar isso? — Lorcan perguntou.
Um leve sorriso dançou em sua boca rosada, a despeito dos horrores a que tinham escapado, de sua miséria na floresta.
— Eu poderia ter.

31 comentários:

  1. Mano eu tô shippando muito esses dois *-* tenho problemas mentais só pode ;-;
    #Elican

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    1. Minhas reações foram completamente iguais às suas e.e shippando e me achando problemática por isso

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    2. Acho q n tem problema n.... Se não sou problemática por causa disso tbm 😂😬

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    3. Acho que quando são mais que uma não somos mais loucas e problemáticas, né? 0.o

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  2. Toda vez que vejo o Lorcan falando da chave da vpntade de rir, tadinho. Ele realmente acha que está com ela. E a Elide, céus, bem ao seu lado kkkkk
    Já shippo cof cof

    -B.Bunny

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    1. Née! ehuaehuahe shippei também, tô ficando louca, socorro! Em meu juízo normal eu nunca que shipparia Lorcan com alguém, muito menos com Elide. Ela merece coisa melhor

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  3. Ai que agonia
    Por favor acha logo a Aelin/Celaena e entrega a pedra pra ela !!!

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  4. Eita, essa promessa dele pra ela vai render *-*

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  5. Quem diria hein hahaha
    To shippando, e sonhando com Lorcan ao lado da Aelin na guerra (quero que todo mundo vire aliado, to com problemas) kkkkkkkkk'

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    1. Kkkkk pois é! Precisarão de todos na guerra contra Erawan. Ainda mais com aquela ridícula da Maeve no meio do caminho, só atrapalhando tudo

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  6. Lorcan e Elide. ... Será? Na minha imaginação eles não combinam muito, mas tá né! Kkkkkkk. ... quero ele como aliado tbm!

    Flavia

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  7. Viu só, o coração peludo até que pode ser do bem, bora dar um vale entrosa para ele😈

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  8. Né...
    E o anel que a Maeve tanto queria é uma chave de Wyrd???

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    1. Não. O anel é aquele pela qual Aelin barganhou com a rainha pela liberação de Rowan do juramento. Ele protege contra qualquer coisa...inclusive das possessões usando aqueles anéis de Wyrd

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  9. Meeeuu... melhor capítulo até agora... Quem diria! Lorcan e Elide se encontrando e viajando juntos, ele com a falsa pedra que pensa que é verdadeira, e ela com a verdadeira sem ter ideia do que carrega!!! OMG
    Essa saga é uma caixinha de surpresas <3

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  10. Mó besteira isso... Maeve devia se juntar com Aelin p impedir a ameaça maior (Erwan, acho q é assim) e ai depois todo mundo se descabelava p conseguir as chaves...
    Um rei valg querendo dominar o mundo, ao invés de todos procurarem aliados em tudo quanto é canto, ficam ligando p orgulho.

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  11. #TOSHIPANDO DEVO SER DOIDA SÓ PODE MAS ELES ATÉ QUE COMBINAM NÉ , SÓ NA MINHA IMAGINAÇÃO PROBLEMATICA .

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  12. Oi KARINA VC PRETENDE POSTAR AQUI NO BLOG O OUTRO LIVRO DA SARAH ??? CORTE DE ESPINHOS E ROSAS E CORTE DE NEVOA E FURIA ???? POSTA PFV É INCRIVEL !!!

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  13. Cara... shippei na hora kkk Elorcan *--* E essa promessa vai render muito ainda haha

    Elide é muito esperta msm. Acho que ela deve ser protegida de Anneith como Aelin é de Mala/Deanna.

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  14. não sei por que mas acho que elide é mais que uma garota com sangue de bruxa...e adoro essa mistura de donzela em perigo e macho alfa indiferente, são os melhores romances....rsrsrsrs

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  15. Quem diria que a Elide seria tão inteligente! Ela só sabia chorar e lamentar, gosto assim! E esse casal Elorcan? ja shippo *-*

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    1. To me perguntando quando que ela chorou e lamentou, mas tudo bem
      ~Skye

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  16. Gnnt super shipando Lorcelide ♥♥♥
    Espero q ele conte logo pra ela q a Aelin e a Celaena são a msma pessoa
    Ansiosa pra vr o q a Elide é capaz d fzr, tmbm duvido q ela seja normal, ela deve tr algum poder por conta do sangue d bruxa
    ~Leh

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  17. Chaol, KD vc q eu to aqui só pra te ver... Mentira, mas sério, KD o Chaol?

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  18. elorcam e nesol sera KD o Chaol em

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  19. Pelo anjo Raziel hein...
    Super shipo elorcan kkkk sempre uma menina doce pra quebrar corações de pedra...

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  20. — Eu juro — a menina não tinha ideia de que, nos últimos cinco séculos, promessas eram a única moeda que ele realmente negociava. — Eu não vou te abandonar


    Pra um menina que foi abandonada e esquecida por todos (ressalvo a manon) ele não tem ideia do peso dessa promessa.


    E de uma forma ou de outro o Lorcan acabou com uma pedra kkk A Aelin vai querer morrer quando descobrir isso kk

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  21. Eu n deveria ta shippando mas fzer oq né.. Vai ser tão engraçado quando Lorcan descobrir q o colar é falso kkkkkkkkk_kkk

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Boa leitura :)