26 de janeiro de 2017

Capítulo 1

Nota do autor: Muitas vezes me perguntam quem foi o mentor de Halt, como e onde ele fez sua aprendizagem. Esta história fornece a resposta para essas perguntas. Ela se passa logo após a partida de Halt da casa de sua família em Dun Kilty, em Hibernia.


Crowley cavalgava com o coração pesado, ignorando a luz brilhante do sol e o canto dos pássaros nas árvores. Era um belo dia de verão no feudo Gorlan, mas o jovem arqueiro não tinha olhos para o caminho rico em campos verdes e flores silvestres que o cercava.
Seu cavalo parecia compartilhar do seu mal-estar. Ele cavalgava pesadamente, cabeça baixa, movendo-se com crescente letargia como se não sentisse a vontade de seu cavaleiro de manter o ritmo em que eles tinham começado.
Desde que podia se lembrar, Crowley nutrira um único objetivo na vida: tornar-se um Arqueiro do Rei. Era o auge da realização, na medida em que ele se importava. Quando um jovem adolescente, ele não conseguia ver melhor maneira de servir a seu rei e seu país, não havia carreira mais honrosa para um aventureiro e leal cidadão.
Outros conseguiam, no entanto, e se esforçaram para se tornar cavaleiros e guerreiros. Mas Crowley sempre acreditou que o Corpo de Arqueiros era o real centro de poder e influência no reino – o lugar onde um ambicioso, inteligente e, acima de tudo, talentoso jovem poderia realmente deixar a sua marca e desempenhar um importante papel na história.
Seu mentor, Pritchard, havia reforçado o dedicado senso do propósito em toda formação de Crowley. Enquanto o jovem garoto desenvolvia sua habilidade em rastreamento, movimento invisível e tiro com arco, Pritchard tinha se esforçado para lembrá-lo da verdadeira razão pela qual ele devia aperfeiçoar essas habilidades.
— Nós não fazemos isso por nós mesmos. Não fazemos isso pela glória. Treinamos e praticamos para o dia em que o Rei e o povo de Araluen tiver necessidade dessas habilidades. Como arqueiros, é nosso dever ser capaz de fornecê-las.
Pritchard se fora agora, é claro. Ele havia sido expulso do Reino por uma acusação forjada de traição três anos atrás, logo depois de ter presenteado Crowley com sua Folha de Carvalho de prata, o símbolo de um arqueiro graduado. A Crowley tinha sido atribuído um pequeno e remoto feudo na costa noroeste e a notícia sobre o destino de Pritchard chegara meses após seu mentor ter sido forçado a fugir. Havia rumores de que ele tinha ido para além-mar, na direção de Hibernia.
Crowley se viu isolado de mais que uma maneira. O feudo de Hogarth era remoto e de difícil acesso, as notícias do que se passava no país como um todo eram intermitentes na melhor das hipóteses. Mas ele se sentia emocionalmente isolado também. O Corpo de Arqueiros como ele conhecia – como Pritchard tinha conhecido – tinha sido subvertido e enfraquecido até se tornar pouco mais do que um clube social dissoluto para filhos de famílias nobres, geralmente aqueles com preguiça ou sem a habilidade de se tornar cavaleiros ou guerreiros. Considerando que os arqueiros uma vez tinham aprendizes selecionados para participar do Corpo e os submetiam a cinco anos de rigorosa formação, nestes dias, um novo arqueiro simplesmente tinha de comprar a comissão para lhe ser concedida a Folha de Carvalho de prata.
Muitos dos arqueiros mais velhos tinham deixado o Corpo por desgosto. Alguns dos mais ativos, como Pritchard, foram forçados a deixar o Reino. Embora o Corpo tivesse uma força teórica de cinquenta membros, a formação e nomeação dos novos arqueiros sob o antigo sistema tinha caído nos últimos anos. Mal havia 30 arqueiros devidamente treinados quando Crowley recebeu sua nomeação. Ele estimou que pudesse haver 10 ou 12 deles ainda servindo, mas estavam espalhados em partes remotas do Reino.
A chave para o problema era o Rei Oswald. Ele tinha sido um bom rei em sua juventude, enérgico e imparcial. Mas agora estava velho e fraco e sua mente andava vagando. Ele aceitou um grupo de barões ambiciosos como o seu Conselho de Governo. Inicialmente, eles foram designados para cuidar das questões do dia-a-dia que regia o Reino e para aliviá-lo dos repetitivos, pormenores irritantes que vinham a sua mesa todos os dias.
Mas com o passar do tempo, eles opinavam cada vez mais nas decisões importantes, até que Oswald era pouco mais do que o selo em cartas.
O Príncipe Duncan poderia ter evitado isso, assumindo como regente no lugar do rei. Mas o conselho, liderado por um barão carismático e intrigante chamado Morgarath, havia minado sua posição com o pai. Oswald convenceu-se de que seu filho estava despreparado para governar. Seu conselho disse-lhe que o príncipe era muito impulsivo e inexperiente demais para o trabalho. Acreditando neles, Oswald enviou seu filho a um feudo no extremo nordeste do reino. Lá, isolado da sede do poder no Castelo Araluen, e sem qualquer apoio organizado, Duncan definhava, frustrado e ineficaz, incapaz de resistir às mudanças que estavam sendo impostas sobre o que seria o seu reino.
De modo geral, pensou Crowley, não era a vida que ele se imaginou levando. Ele se inclinou e deu um tapinha no pescoço de Cropper.
— Mesmo assim, poderia ser pior — comentou, tentando elevar seu próprio espírito.
Cropper mexeu as orelhas e levantou a cabeça quando ouviu o tom mais positivo na voz de seu mestre, nota que havia desaparecido há alguns dias.
É bom ver que você está se sentindo melhor.
— Bem, não faz sentido ficar deprimido — Crowley respondeu, forçando os pensamentos escuros de lado.
Você levou três dias para descobrir isso, não foi?
— Dê o crédito onde é devido. Talvez eu tenha estado deprimido por três dias, mas eu superei isso agora.
Se você diz.
Apesar de sua tristeza recente, Crowley viu-se sorrindo. Ele se perguntou se já teve a última palavra com seu cavalo.
Provavelmente não.
— Eu não disse isso em voz alta! — Crowley exclamou, um pouco surpreso.
Cropper sacudiu a crina.
Você não precisa.
Eles avançaram e Crowley pôde ver uma construção ao lado da estrada, algumas centenas de metros à frente. Era pequena, mas maior do que o utilizado em geral nas fazendas da região. E havia uma placa oscilante a partir de uma viga em frente de uma passagem em forma de pórtico.
— Isso é o que precisamos — ele disse alegremente. — Uma pousada. E é exatamente hora do almoço.
Eu só espero que haja maçãs.
— Você sempre espera haja maçãs.
Enquanto eles andavam mais para perto, uma carranca ligeira retornou à testa de Crowley. Ele podia ouvir vozes e gargalhadas vindo da pousada. Normalmente, esse tipo de som indicava que alguém havia tomado álcool em excesso. E nestes dias, sem uma mão firme para governar o reino, a embriaguez era muitas vezes acompanhada por violência sem sentido. Inconscientemente, ele soltou a faca de caça de sua bainha.
Outra explosão de gargalhadas saudou-o enquanto ele descia da sela e conduzia Cropper para o pátio cercado ao lado da pousada. Havia cochos e bebedouros estabelecidos ao longo da cerca em intervalos. Ele encontrou um cocho cheio e deixou Cropper lá, antes enchendo um balde com água fresca de uma bomba e colocando no bebedouro de água.
Ele olhou ao redor. Havia outros quatros cavalos no pátio. Três deles eram grandes montarias, os panos que cobriam suas selas e os arreios eram de padrão militar. O quarto era de um cinza comum, amarrado um pouco afastado dos outros. Todos os quatro voltaram sua atenção curiosamente para ver o recém-chegado, então, não vendo nada que prendesse o seu interesse, se voltaram para os silos a frente deles, suas mandíbulas se movendo no estranho movimento de mastigação dos cavalos. Crowley fez um sinal com a mão para Cropper.
— Espere aqui.
E a minha maçã?
Suspirando, Crowley enfiou a mão no bolso do casaco e tirou uma maçã, segurando-a em sua palma para o cavalo. Cropper tomou-a suavemente e mastigou feliz, seus olhos se fechando enquanto o sumo jorrava dentro de sua boca. Crowley afrouxou um pouco a sela do cavalo e se virou em direção à pousada.
Depois que o luz do sol brilhante se fora, ele levou algum tempo para se ajustar à escuridão interior. Mas, enquanto abria a porta e entrava, uma voz masculina parou no meio da frase e, por um momento, o silêncio pairou sobre a sala.
— O que temos aqui? — a voz masculina começou de novo.
Agora que os olhos de Crowley haviam se ajustado, ele podia ver que pertencia a um soldado corpulento apoiado contra o bar. Ele usava um sobretudo e uma camisa de cota de malha, e estava armado com uma espada e um punhal de lâmina pesada.
Ele tinha dois companheiros, igualmente vestidos e equipados. Um sentava num banco em uma mesa perto do bar. Ele estava de virado de costas para a mesa, de frente para o balcão. O outro estava sentado sobre a mesa em si, seus pés empoleirados no banco. Atrás do balcão, Crowley viu o estalajadeiro, um homem pequeno em seus cinquenta anos, e uma jovem garçonete que parecia ter cerca de vinte. Ambos lançavam olhares nervosos para os três soldados.
Enquanto o soldado que falou virava para encarar Crowley, o arqueiro notou o brasão sobre a túnica, uma espada sobre um raio. Eles eram membros da guarnição de Morgarath em Gorlan, pensou.
Ele olhou ao redor da sala. Havia outro ocupante. Um homem sentado ao fundo da sala, vestindo um manto verde escuro. Seu cabelo e barba eram pretos e ele estava despejando alimentos de uma tigela em cima da mesa na frente dele, aparentemente ignorando os outros clientes.
— Eu disse, o que temos aqui? — o homem no bar repetiu.
Havia um tom desagradável em sua voz agora. Conforme Crowley se aproximou, ele podia ver que o homem estava corado e seu rosto pesado estava úmido de suor. É bebida demais, pensou. Os dois companheiros do homem riram em silêncio enquanto o soldado levantou-se do bar e ficou de pé, olhando para Crowley. Havia um ar de expectativa sobre eles. Crowley parou há dois metros de distância dele. O homem era mais alto do que Crowley e fortemente construído. Carregava uma grande quantidade de gordura, Crowley observou.
Ele falou uniformemente em troca, não permitindo que qualquer nota da desconfiança que sentia entrasse em sua voz.
— Meu nome é Crowley. Arqueiro do Rei do feudo de Hogarth.
Pelo canto do olho, ele sentiu um movimento na parte de trás da sala. O cliente solitário havia levantado a cabeça à palavra Arqueiro do Rei.
O soldado fortemente armado reagiu a ela também. Seus olhos se arregalaram em admiração simulada.
— Um Arqueiro do Rei! Oooooooooooh! Muitíssimo impressionante!
Mais risadas de seus amigos. Ele virou a cabeça e sorriu para eles, então voltou-se para Crowley, retomando a expressão de falsa admiração.
— Então me diga, Arqueiro do Rei, o que você está fazendo aqui no feudo de Gorlan? Não tem coisas importantes a fazer no quartel dos arqueiros – como ficar bêbado e jogar jogos de azar?
Crowley ignorou a piada, refletindo tristemente que era uma imagem bastante precisa de como os novos membros do Corpo de Arqueiros passavam seu tempo. Os outros soldados riram novamente. Seu riso estava se tornando mais alto, ele notou.
— Eu estive no Castelo Araluen para uma assembleia — ele respondeu, mantendo um tom agradável — agora eu estou voltando para o meu feudo. Apenas de passagem por Gorlan.
— E nós estamos honrados em tê-lo conosco — disse o soldado com sarcasmo. — Talvez pudéssemos comprar-lhe uma bebida?
Crowley sorriu.
— Vou tomar um café — ele respondeu, mas o soldado balançou a cabeça com veemência.
— Café não é bebida para um convidado tão honrado. Afinal, você é um... Arqueiro do Rei — ele conseguiu fazer com que as palavras soassem como um elogio. — Eu insisto que compremos para você um copo de vinho. Ou um conhaque. Ou uma bebida digna de uma pessoa tão exaltada como você.
Um dos outros soldados bufou e riu, bêbado da sagacidade de seu amigo. Crowley segurou seu sorriso. Não havia nada a ser ganho causando uma cena, pensou. Apenas sofrer com o sarcasmo pesado, tomar uma bebida e sair.
— Bem, talvez uma caneca de cerveja — ele respondeu então.
O soldado assentiu com a cabeça com aprovação.
— Muito melhor essa escolha!
Ele apontou o polegar para um pequeno barril de cerveja no bar, que deveria ter sido cheio a partir de um barril maior na adega.
— Nós estamos bebendo cerveja também. Mas, infelizmente, este barril está vazio!
Seu rosto escureceu de raiva enquanto ele dizia a última palavra e ele bateu no pequeno barril, jogando-o do balcão para o chão. Ele rolou por baixo de uma mesa. O violento movimento foi inesperado e a garota atrás do balcão recuou e soltou um pequeno grito de susto. Ela instintivamente aproximou-se de seu empregador, como se buscando segurança nos números.
O soldado ignorou-a. Seus olhos estavam fixos em Crowley, mas ele falou com o dono do local.
— Estamos sem cerveja aqui, estalajadeiro. E meu amigo Arqueiro do Rei gostaria de um copo.
— Esqueça isso — disse Crowley. — Vou tomar um café.
— Não. Você irá tomar uma cerveja. Estalajadeiro?
O pequeno homem por trás do bar alcançou nervosamente um grande grupo de chaves de ferro penduradas num cabide atrás dele.
— Eu vou buscar outro barril na adega — ele decidiu.
Mas o soldado, ainda com seus olhos fixos em Crowley, moveu a mão para pará-lo.
— Fique onde você está. A garota pode ir pegá-lo.
O estalajadeiro acenou com a cabeça nervosamente.
— Tudo bem — ele entregou a chave de ferro à garota — pegue outro barril, Glyniss.
Ela olhou para ele um momento, com receio de sair de trás de seu pequeno refugio no balcão. O homem acenou com a cabeça.
— Pode ir. Faça como eu disse — ele disse secamente. — Você irá precisar do saca-rolha.
A moça pegou o saca-rolha, um pesado bastão de madeira usado para abrir o tampão em barris grandes. Relutantemente, ela saiu de trás do balcão e passou entre os dois soldados na mesa. O que estava sentado no banco riu e fingiu dar um bote nela. Ela recuou para longe dele, com um grito de susto. Então, rapidamente, ela foi passar pelo soldado que estava falando até agora. Mas quando ela chegou até ele, sua mão disparou e o homem agarrou o chaveiro dela. Ela parou e estendeu a mão para as chaves.
— Por favor? — a moça pediu.
Mas ele riu e segurou-as com o braço levantado, ao lado e fora de seu alcance.
— O quê? Você quer isto?
Glyniss acenou com a cabeça, mordendo seu lábio com medo. Ele sorriu para ela e abaixou-as, movendo-as na frente de seu rosto.
— Então pegue-as.
Assim que ela esticou a mão, o homem atirou-as sobre a cabeça dela na direção do soldado sentado de costas para a mesa. Ele pegou as chaves, riu e levantou, balançando-as levemente enquanto a garota ia até ele.
— Por favor. Eu preciso das chaves.
— Claro.
Ele sorriu e lançou-as de volta para o soldado diante de Crowley. Enquanto ela se virava com o rosto mostrando angústia, o soldado a empurrou com a bota de modo que ela tropeçou, caindo contra seu companheiro corpulento.
— Oho! Você pensa que pode se jogar em mim e arrancar as chaves, não é?
Ele tentou dar um beijo na bochecha da moça, mas ela torceu a cabeça para longe. Ele riu de novo.
Nos cinco anos de aprendizado de Crowley, sua maior luta foi superar e controlar o seu temperamento. “É o seu cabelo vermelho“ Pritchard costumava dizer. “Nunca conheci uma ruiva que não fosse temperamental.”
Então, depois de ouvir e aceitar a zombaria do estúpido soldado, Crowley sentiu a familiar sensação de ebulição em seu peito. Ele agarrou o braço do soldado e torceu dolorosamente, forçando-o a soltar a menina, que agiu rapidamente para ficar atrás de Crowley. O rosto do soldado ardia de raiva agora.
— O que, seu insignificante! Eu vou te quebrar ao meio!
Ele lançou um gancho em Crowley, que se esquivou com facilidade sob ele. Então, colocando toda a força de seus ombros, Crowley plantou um curto e poderoso soco na barriga macia do homem.
Houve um grunhido agonizante de ar escapando enquanto o soldado se dobrava. Ele agarrou a frente do manto de Crowley, tentando se equilibrar, mas o arqueiro recuou para fora do seu alcance. Infelizmente, ele tinha se esquecido de que uma das colunas de madeira que suportaram as vigas do teto estava logo atrás dele. Ele trombou nela e tropeçou, quebrando sua concentração por alguns segundos.
Antes que pudesse se recuperar, os outros dois soldados estavam sobre ele. Um deles obrigou-o a voltar contra o pilar com um punhal em sua garganta. O outro retirou o arco de seu ombro e jogou pela sala. Ele caiu ruidosamente sobre uma das mesas e depois escorregou para o chão.
O primeiro homem voltou a ficar de pé novamente, ainda segurando a barriga e chiando dolorosamente.
— Seu pequeno rato de esgoto — ele cuspiu para o arqueiro.
Então, acenou para o homem que tinha jogado arco de Crowley longe.
— Amarre suas mãos!
Crowley, de punhal ainda na garganta, não pôde oferecer nenhuma resistência. Seus braços foram arrastados para trás e suas mãos foram atadas atrás do pilar rústico de madeira. Ele ficou imóvel enquanto o soldado corpulento deu um passo à frente e pegou a faca da mão de seu companheiro. Ele trocou-a de posição contra sua garganta, até chegar no seu nariz.
— Agora, o que faremos com você, Arqueiro do Rei? Eu acho que nós poderíamos apenas cortar o seu nariz. Isso vai ensinar-lhe a não enfiá-lo em nossos negócios.
A garota deu outro grito de medo enquanto o tom e o sorriso cruel do homem aumentavam ligeiramente.
— Sim. Acho que isso é o que vamos fazer. O que vocês acham, rapazes?
Antes que qualquer um deles pudesse responder, outra voz se levantou.
— Eu acho que você deveria soltá-lo.

4 comentários:

  1. Halt? Será? Sem dúvida!! É bem a cara dele.

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  2. Halt era o cara no bar que estava meio escondido hahahha

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  3. Com certeza e o Halt, e típico dele!
    Ass: Bina.

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  4. Halt divando desde cedo.
    Ass:Lua

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Boa leitura :)