6 de janeiro de 2017

16

— Quem? — pergunto, meu coração se apertando. — Quem sobreviveu? Como?
Kenji solta um longo suspiro, passando as duas mãos pelo cabelo enquanto se concentra em um ponto atrás de mim.
— Você só quer uma lista? — ele questiona. — Ou quer saber como tudo aconteceu?
— Quero saber tudo.
Ele faz que sim com a cabeça. Olha para baixo, pisa com força em um monte de neve. Ele pega minha mão de novo e começamos a andar, duas crianças invisíveis no meio do nada.
— Acho — Kenji enfim diz — que, de alguma forma, temos que agradecer a você por ainda estarmos vivos. Porque, se nunca tivéssemos ido procurá-la, provavelmente teríamos morrido no campo de batalha com todos os outros.
Ele hesita.
— Adam e eu percebemos que você tinha sumido bem rápido, mas, quando abrimos caminho de volta para o front lutando, era tarde demais. Ainda estávamos talvez a 6 metros de distância e pudemos apenas vê-los levando você para o tanque.
Ele faz que não com a cabeça.
— Não podíamos simplesmente correr atrás de você — ele diz. — Estávamos tentando não levar um tiro.
A voz dele fica mais ressonante e sombria conforme ele conta a história.
— Assim, decidimos pegar um caminho alternativo... Evitando as estradas principais... Para tentar segui-la de volta para a base, porque era para lá que pensamos que você ia. Mas, assim que chegamos lá, encontramos Castle, Lily, Ian e Alia, que estavam saindo. Eles tinham conseguido concluir sua missão com sucesso; invadiram o Setor 45 e roubaram Winston e Brendan de volta. Eles dois estavam quase mortos quando Castle os encontrou — Kenji diz em voz baixa.
Ele toma um fôlego cortante.
— E, depois, Castle nos disse o que eles tinham ouvido enquanto estavam na base, que as tropas estavam se mobilizando para um ataque aéreo no Ponto Ômega. Eles iriam jogar bombas em toda a área, esperando que, se a atingissem com força suficiente, tudo que havia no subterrâneo simplesmente desabaria sobre si mesmo. Não haveria escapatória para ninguém lá dentro e tudo o que construímos seria destruído.
Eu o sinto ficar tenso a meu lado.
Paramos de andar por apenas um instante antes de sentir Kenji puxar minha mão. Eu me abaixo contra o frio e o vento, fortalecendo-me contra o clima e as palavras dele.
— Parece que tinham torturado alguns de nós no campo de batalha para conseguir a localização — ele diz. — Pouco antes de os matarem.
Ele faz que não com a cabeça.
— Sabíamos que não tínhamos muito tempo, mas ainda estávamos perto o bastante da base para eu conseguir tomar um dos tanques do exército. Nós entramos e fomos direto para o Ponto, esperando tirar todo mundo a tempo. Mas acho que, bem no fundo, sabíamos que não iria funcionar. Os aviões estavam acima de nós. Já a caminho.
Ele ri, de repente, mas a ação parece lhe causar dor.
— E, por algum milagre estranho de insanidade, interceptamos James a quase um quilômetro e meio de distância. Ele tinha conseguido sair escondido e estava a caminho do campo de batalha. O pobre menininho tinha feito xixi em toda a parte da frente da calça de tão assustado, mas ele disse que estava cansado de ser deixado para trás. Disse que queria lutar com seu irmão.
A voz de Kenji estava tensa.
— E o mais louco nessa merda — ele afirma — é que, se James tivesse ficado no Ponto como lhe dissemos para ficar, onde pensamos que estaria seguro, ele teria morrido com os outros.
Kenji ri um pouco.
— E foi isso. Não havia nada que pudéssemos fazer. Tivemos apenas que ficar parados ali, observando enquanto eles jogavam bombas em trinta anos de trabalho, matavam todos os muito jovens ou muito velhos para lutar e, depois, massacravam o restante do nosso time no campo de batalha.
Ele aperta a mão em volta da minha.
— Eu volto aqui todo dia — ele conta. — Esperando que alguém apareça. Esperando achar alguma coisa para levar de volta.
Ele então para, a voz tensa de emoção.
— E aqui está você. Essa merda nem parece real.
Eu aperto seus dedos, com delicadeza desta vez, e me aproximo mais dele.
— Vamos ficar bem, Kenji. Prometo. Vamos ficar juntos. Vamos sair desta.
Kenji puxa sua mão e a tira da minha só para deslizá-la em volta do meu ombro, apertando-me com força contra a lateral de seu corpo. Sua voz está suave quando ele fala:
— O que aconteceu com você, princesa? Você parece diferente.
— Diferente ruim?
— Diferente bom — afirma. — Como se enfim tivesse virado mocinha.
Eu dou uma risada alta.
— Estou falando sério — ele avisa.
— Bem.
Faço uma pausa.
— Às vezes, diferente é bom, não?
— É — Kenji diz. — É, acho que é.
Ele hesita.
— Então... você vai me dizer o que aconteceu? Porque, da última vez em que a vi, você estava sendo jogada no banco de trás de um tanque do exército e, hoje de manhã, você aparece de banho tomado e com tênis brancos brilhantes e está andando por aí com o Warner — ele fala, soltando meu ombro e pegando minha mão de novo. — E não precisa ser um gênio para perceber que essa porcaria não faz sentido.
Eu respiro fundo e com equilíbrio. É estranho não poder ver o Kenji agora; parece que estou fazendo essas confissões para o vento.
— Anderson atirou em mim — conto a ele.
Kenji fica imóvel a meu lado. Eu posso ouvir sua respiração acelerada.
— O quê?
Faço que sim com a cabeça, embora ele não consiga me ver.
— Eu não fui levada de volta para a base. Os soldados me entregaram para o Anderson; ele estava esperando em uma das casas da área sem regulamentação. Acho que ele queria privacidade — digo a Kenji, sendo cuidadosa para omitir qualquer informação sobre a mãe de Warner.
Aqueles segredos são muito particulares, e não são meus, não posso compartilhar.
— Anderson queria vingança — eu digo, em vez disso — pelo que eu fiz com as pernas dele. Ele estava aleijado; quando eu o vi, ele estava usando bengala. Mas, antes de eu poder entender o que estava acontecendo, ele puxou uma arma e atirou em mim. Bem no peito.
— Puta que pariu — Kenji suspira.
— Eu me lembro muito bem daquilo.
Eu hesito.
— Morrer. É a experiência mais dolorosa que já tive. Eu não conseguia gritar porque meus pulmões estavam rasgados ou cheios de sangue. Não sei. Eu só fiquei deitada lá, tentando respirar, esperando morrer o mais rápido possível. E, durante o tempo todo — conto —, durante o tempo todo fiquei pensando que tinha passado a vida toda sendo covarde, e isso não me levou a nada. E eu sabia que, se tivesse a chance de fazer tudo de novo, eu faria diferente. Eu prometi a mim mesma que enfim pararia de ter medo.
— É, isso é tudo muito tocante — Kenji fala —, mas como foi que você sobreviveu a um tiro no peito? — ele pergunta. — Você devia estar morta agora.
— Ah.
Eu limpo um pouco a garganta.
— É, hum, Warner salvou minha vida.
— Cale a boca.
Eu tento não rir.
— Estou falando sério — afirmo, tirando um minuto para explicar que as garotas estavam lá e Warner usou o poder delas para me salvar.
Que Anderson me deixou para morrer e Warner me levou de volta para a base com ele, me escondeu e me ajudou a me recuperar.
— E, a propósito — digo a Kenji —, Sonya e Sara estão quase definitivamente vivas. Anderson as levou de volta para a capital com ele; ele quer forçá-las a servirem como suas curandeiras pessoais. Provavelmente já as fez consertar sua perna a esta altura.
— Certo, quer saber?
Kenji para de andar, agarra meus ombros.
— Você só precisa voltar um pouco, certo? Porque está despejando informações demais em mim de uma vez, e preciso que você comece do começo e preciso que você me conte tudo — ele diz, a voz ficando mais aguda. — O que está acontecendo? As garotas ainda estão vivas? E o que você quer dizer com Warner transferir o poder delas para você? Como isso é possível?
Eu então conto a ele.
Enfim eu lhe conto o que eu sempre quis confessar. Conto a verdade sobre a habilidade de Warner e a verdade sobre como Kenji foi ferido do lado de fora da sala de jantar naquela noite. Eu conto que Warner não tinha ideia do que era capaz e que eu o deixei praticar comigo no túnel enquanto todos estavam na ala médica. Que, juntos, quebramos o chão.
— Puta que pariu — Kenji sussurra. — Então aquele imbecil tentou me matar.
— Não de propósito — eu observo.
Kenji murmura algo ofensivo.
E, embora eu não mencione nada sobre a visita inesperada de Warner a meu quarto mais tarde naquela noite, conto a Kenji como Warner escapou, e que Anderson estava esperando Warner aparecer antes de atirar em mim. Porque Anderson sabia o que Warner sentia por mim, conto a Kenji, e queria puni-lo por isso.
— Espere — Kenji me interrompe. — O que você quer dizer com ele sabia o que Warner sentia por você? Todos nós sabíamos o que Warner sentia por você. Ele queria usá-la como uma arma — Kenji diz. — Isso não devia ter sido uma revelação. Eu pensei que o pai dele estivesse feliz com isso.
Eu fico dura.
Esqueci que essa parte ainda era segredo. Que eu nunca revelara a verdade sobre minha ligação com Warner. Porque, embora Adam pudesse ter suspeitado de que Warner tinha mais do que um interesse profissional por mim, eu nunca contara a ninguém sobre meus momentos íntimos com Warner. Nem nenhuma das coisas que ele disse para mim.
Eu engulo, com dificuldade.
— Juliette — Kenji diz, um tom de alerta na voz. — Você não pode mais esconder essa merda. Você tem que me contar o que está acontecendo.
Eu me sinto balançar.
— Juliette...
— Ele está apaixonado por mim — eu sussurro.
Eu nunca admitira isso em voz alta antes, nem para mim mesma. Acho que esperava conseguir ignorar. Esconder. Fazer sumir para Adam nunca descobrir.
— Ele está... Espere... O quê?
Eu respiro fundo. De repente, sinto-me exausta.
— Por favor, diga que está brincando — Kenji fala.
Faço que não com a cabeça, esquecendo que ele não pode me ver.
— Uau.
— Kenji, eu...
— Isso é tããão estranho. Porque eu sempre pensei que Warner fosse louco, sabe?
Kenji ri.
— Mas, agora, digo, agora não há dúvidas.
Meus olhos se arregalam de repente, deixando-me chocada e me fazendo rir. Eu empurro o ombro invisível dele, com força.
Kenji ri de novo, meio alegre, meio hesitante por não acreditar. Ele respira fundo.
— Então, certo, espere, então, como você sabe que ele está apaixonado por você?
— O que você quer dizer?
— Quero dizer, tipo... O quê? Ele a levou em um encontro ou algo assim? Comprou chocolates e escreveu para você um poema bem porcaria? Warner não parece exatamente o tipo afetuoso, se é que me entende.
— Ah.
Eu mordo o lado de dentro da bochecha.
— Não, não foi nada assim.
— Então?
— Ele só... falou para mim.
Kenji para de andar tão bruscamente que eu quase caio.
— Ele não fez isso.
Não sei como responder.
— Ele usou mesmo essas palavras? Na sua cara? Tipo, direto na sua cara?
— Sim.
— Então... Então... Então, espere, então ele diz que a ama... e você disse? O quê? — Kenji pergunta, pasmo. — “Obrigada”?
— Não.
Eu me contenho para não me encolher, lembrando-me muito bem de que eu, na verdade, atirei em Warner por causa disso na primeira vez.
— Digo, eu não... Digo... Eu não sei, Kenji, é tudo muito estranho para mim agora. Ainda não achei um jeito de lidar com isso.
Minha voz baixa para um sussurro:
— Warner é muito... intenso — eu digo e sou dominada por uma enxurrada de lembranças, minhas emoções colidindo em uma confusão de insanidade. Os beijos dele em meu corpo. Minha calça no chão. As confissões desesperadas dele deixando minhas articulações fracas.
Fecho e aperto os olhos, sentindo-me muito quente, muito instável, tudo muito de repente.
— Essa é, sem dúvida, uma maneira de dizer isso — Kenji murmura, arrancando-me de meu devaneio.
Eu o ouço suspirar.
— Então Warner não faz ideia de que ele e Kent são irmãos?
— Não — digo, imediatamente voltando à realidade.
Irmãos.
Irmãos que se odeiam. Irmãos que querem se matar. E estou presa no meio deles. Meu Deus, o que aconteceu com a minha vida?
— E os dois conseguem tocar em você?
— Sim? Mas... Bem, não, na verdade, não.
Eu tento explicar.
— O Adam... não pode tocar em mim de verdade. Digo, ele pode, mais ou menos?
Minha voz some.
— É complicado. Ele precisa trabalhar e treinar ativamente para neutralizar minha energia com a dele. Mas, com Warner...
Eu faço que não com a cabeça, olhando para meus pés invisíveis enquanto ando.
— Warner pode tocar em mim sem consequências. Não acontece nada com ele. Ele apenas absorve a energia.
— Maldição — Kenji diz depois de um momento. — Maldição maldição maldição. Isso é loucura.
— Eu sei.
— Então... Certo... Você está me dizendo que Warner salvou sua vida? Que ele realmente implorou para as garotas o ajudarem a curá-la? E que ele depois a escondeu no seu próprio quarto e cuidou de você? Alimentou e deu roupas e tudo mais e a deixou dormir na cama dele?
— Sim.
— É. Certo. Eu tenho muita dificuldade em acreditar nisso.
— Eu sei — repito, desta vez soltando um suspiro exasperado. — Mas ele não é mesmo o que vocês pensam. Sei que ele parece meio louco, mas ele na verdade é muito...
— Uau, espere... Você o está defendendo? — A voz de Kenji está mudada pelo choque. — Estamos falando sobre o mesmo cara que a trancou e tentou torná-la sua escrava militar, certo?
Estou fazendo que não com a cabeça, desejando que eu pudesse tentar explicar tudo o que Warner me contara sem parecer uma idiota inocente e fácil de enganar.
— Não é...
Eu suspiro.
— Ele não queria me usar assim de verdade... — eu tento dizer.
Kenji solta uma risada como um latido.
— Puta que pariu — ele diz. — Você acredita mesmo nele, não é? Você está aceitando toda a bobagem que ele falou...
— Você não o conhece, Kenji, isso não é justo...
— Ah, meu Deus. — Ele suspira, rindo de novo. — Você vai mesmo tentar me dizer que eu não conheço o homem que me liderou para a batalha? Ele era o meu maldito comandante — Kenji diz para mim. — Eu sei exatamente quem ele é...
— Não estou tentando discutir com você, certo? Não espero que você entenda...
— Isso é hilário — Kenji diz, a respiração chiando com outra risada. — Você não entende mesmo, entende?
— Entendo o quê?
— Ahhh, cara — ele diz, de repente. — O Kent vai ficar doido — ele fala, arrastando a palavra com alegria.
Ele chega até a rir.
— Espere... O quê? O que o Adam tem a ver com isso?
— Você percebe que não me fez nenhuma pergunta a respeito dele, certo?
Uma pausa.
— Digo, eu acabei de contar toda a saga de toda a merda que aconteceu com a gente e você ficou, tipo, ah, certo, que história legal, cara, obrigada por contar. Você não enlouqueceu ou perguntou se o Adam estava ferido. Você não me perguntou o que aconteceu com ele, nem mesmo como ele está lidando com tudo agora, em especial já que ele acha que você está morta e tal.
Sinto-me enjoada de repente. Sem andar mais. Mortificada e culpada culpada culpada.
— E, agora, você está aqui, defendendo o Warner — Kenji está dizendo. — O mesmo cara que tentou matar o Adam, e você está agindo como se ele fosse seu amigo ou uma merda assim. Como se ele fosse apenas um cara normal que é um pouco mal compreendido. Como se todas as outras pessoas do planeta tivessem entendido errado e, provavelmente, nós somos apenas um monte de imbecis ciumentos e cheios de julgamentos que o odeiam por ter um rostinho tão, tão bonito.
A vergonha chamusca minha pele.
— Não sou uma idiota, Kenji. Eu tenho motivos para as coisas que eu digo.
— É, e talvez eu só esteja dizendo que você não faz ideia do que está falando.
— Que seja.
— Não vem com “que seja” para cima de mim...
— Que seja — falo de novo.
— Ah, meu Deus — Kenji diz para ninguém em especial. — Acho que essa garota quer levar um pé no traseiro.
— Você não conseguiria chutar meu traseiro nem se eu tivesse dez deles.
Kenji está rindo alto.
— Isso é um desafio?
— É um aviso — digo a ele.
— Óóóóó, então você está me ameaçando agora? Como se a bebê chorona soubesse fazer ameaças?
— Cale a boa, Kenji.
— Cale a boca, Kenji — ele repete em uma voz chorosa, fazendo piada de mim.
— Temos que ir muito mais longe? — pergunto alto demais, irritada e tentando mudar de assunto.
— Estamos quase chegando — ele dispara de volta, as palavras claras e rápidas.
Nenhum de nós fala por alguns minutos.
Depois
— Então... Por que você andou até aqui? — pergunto. — Você não disse que vocês tinham um tanque?
— É — Kenji diz com um suspiro, nossa discussão momentaneamente esquecida. — Temos dois, na verdade. Kent disse que ele roubou um quando vocês escaparam da primeira vez; ainda está na garagem dele.
É claro.
Como eu pude esquecer?
— Mas eu gosto de andar — Kenji continua. — Não preciso me preocupar com ninguém me vendo e sempre espero que, se eu estiver a pé, eu consiga reparar em coisas que eu não veria de outro jeito. Ainda tenho esperança — afirma, a voz tensa de novo — de encontrarmos mais dos nossos escondidos aqui fora em algum lugar.
Eu aperto a mão de Kenji de novo, aproximando-me mais dele.
— Eu também — sussurro.

9 comentários:

  1. "— Ah, meu Deus — Kenji
    diz para ninguém em especial. —
    Acho que essa garota quer levar
    um pé no traseiro.
    — Você não conseguiria
    chutar meu traseiro nem se eu
    tivesse dez deles.
    Kenji está rindo alto.
    — Isso é um desafio?
    — É um aviso — digo a ele.
    — Óóóóó, então você está
    me ameaçando agora? Como se a
    bebê chorona soubesse fazer
    ameaças?
    — Cale a boa, Kenji.
    — Cale a boca, Kenji — ele
    repete em uma voz chorosa,
    fazendo piada de mim."

    torei d tanto rir kkkkk mds tem como não amar o Kenji? Claro q não, ele é perfeito *-*

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  2. Ele é como um irmão mais velho dela kkkkkkkkk amei

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  3. De todos Kenji e James são ótimos.

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  4. Kkkkkkkk... Eu amo esses dois, simplesmente amo

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  5. — É, e talvez eu só esteja dizendo que você não faz ideia do que está falando.
    — Que seja.
    — Não vem com “que seja” para cima de mim...
    — Que seja — falo de novo.
    — Ah, meu Deus — Kenji diz para ninguém em especial. — Acho que essa garota quer levar um pé no traseiro.
    — Você não conseguiria chutar meu traseiro nem se eu tivesse dez deles.
    Kenji está rindo alto.
    — Isso é um desafio?
    — É um aviso — digo a ele.
    — Óóóóó, então você está me ameaçando agora? Como se a bebê chorona soubesse fazer ameaças?
    — Cale a boa, Kenji.
    — Cale a boca, Kenji — ele repete em uma voz chorosa, fazendo piada de mim.

    Kenji TE AMO!! Impossível não amar ele.
    James então? Nem se fala...Aquele lindo fofo doce adorável...
    SEM PALAVRAS, ESSA TURMA É DEMAIS

    ~POLLY~

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  6. Kenji melhor pessoa <3 hahahahahahaha

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  7. "— Espere... O quê? O que o Adam tem a ver com isso?
    — Você percebe que não me fez nenhuma pergunta a respeito dele, certo?
    Uma pausa.
    — Digo, eu acabei de contar toda a saga de toda a merda que aconteceu com a gente e você ficou, tipo, ah, certo, que história legal, cara, obrigada por contar. Você não enlouqueceu ou perguntou se o Adam estava ferido. Você não me perguntou o que aconteceu com ele, nem mesmo como ele está lidando com tudo agora, em especial já que ele acha que você está morta e tal.
    agr vai parecer q ela é q é a insencível, que ñ ama o Adam e bla, bla, bla
    ñ to nem acreditando nisso... parece q o jogo virou ñ...

    -Isabella

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  8. "— Parece que tinham torturado alguns de nós no campo de batalha para conseguir a localização — ele diz. — Pouco antes de os matarem.
    Ele faz que não com a cabeça." Como ela sabe? Eles não estão invisíveis?

    Kenji a melhor pessoa <3

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  9. Kenji é o cara!!kkkkkk

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Boa leitura :)