2 de janeiro de 2017

14

Castle está me encarando.
Esperando minha reação.
Ainda não consegui cuspir o giz da boca tempo suficiente para formar uma frase.
— Senhorita Ferrars — ele diz, apressando-se para falar agora —, estamos trabalhando com o senhor Kent para ajudá-lo a controlar suas habilidades. Ele vai treinar, assim como a senhorita, para aprender como exercitar esse elemento especial que o faz ser quem é. Será necessário algum tempo até termos certeza de que ele estará seguro com a senhorita, mas tudo ficará bem, eu garanto...
— Não.
Eu estou em pé.
— Não não não não não.
Estou tropeçando para o lado.
— NÃO.
Estou olhando para meus pés e minhas mãos e essas paredes e quero gritar. Quero fugir. Quero cair de joelhos. Quero amaldiçoar o mundo por ter me amaldiçoado, por me torturar, por tirar a única coisa boa que já conheci e estou cambaleando para a porta, procurando uma saída, para escapar desse pesadelo que é a minha vida e
— Juliette... por favor...
O som da voz de Adam para meu coração. Forço-me a me virar. A encará-lo. Porém, no momento em que ele encontra meus olhos, sua boca se fecha. Seu braço está esticado em minha direção, tentando me parar a três metros de distância e eu quero soluçar e gargalhar ao mesmo tempo, com a terrível comicidade de tudo isso.
Ele não tocará em mim.
Não permitirei que ele toque em mim.
Nunca mais.
— Senhorita Ferrars — Castle diz com suavidade —, tenho certeza de que é difícil digerir isso agora, mas já disse que não é permanente. Com treinamento suficiente...
— Quando você toca em mim — pergunto a Adam, minha voz falhando — é um esforço para você? Você fica exausto? Suas energias se esgotam por ter de lutar o tempo todo contra mim e o que eu sou?
Adam tenta responder. Ele tenta dizer alguma coisa, mas, em vez disso, não fala nada e suas palavras não ditas são muito piores.
Eu me viro na direção de Castle.
— Foi o que você disse, não foi? — minha voz está ainda mais trêmula agora, muito perto das lágrimas. — Que ele está usando sua Energia para extinguir a minha e que, se um dia ele esquecer... Se um dia ele se deixar l-levar ou ficar m-muito vulnerável... Eu poderei machucá-lo... Que eu já o m-machuquei...
— Senhorita Ferrars, por favor...
— Apenas responda à pergunta!
— Bem, sim — ele diz —, por enquanto, pelo menos, é tudo o que sabemos...
— Ah, meu Deus, e-eu não consigo...
Estou tropeçando para alcançar a porta de novo, mas minhas pernas ainda estão fracas, minha cabeça ainda está girando, minha visão está embaçando e o mundo está perdendo todas as cores quando sinto braços conhecidos envolverem minha cintura, puxando-me para trás.
— Juliette — ele diz, com muita pressa —, por favor, precisamos falar sobre nós dois...
— Largue-me — minha voz mal é um sussurro. — Adam, por favor... Eu não consigo...
— Castle — Adam me interrompe. — Acha que pode nos dar um tempo sozinhos?
— Ah — ele se espanta. — É claro — e diz, um pouco tarde demais. — Com certeza, sim, sim, é claro.
Ele caminha até a porta. Hesita.
— Eu vou... Bem, certo. Sim. Vocês sabem onde me encontrar quando estiverem prontos.
Ele faz um aceno com a cabeça para nós dois, oferece-me um sorriso tenso e sai do quarto. A porta faz um barulho de clique ao ser fechada atrás dele.
O silêncio derrama-se pelo espaço entre nós.
— Adam, por favor — digo enfim, e me odeio por dizer isso. — Largue-me.
— Não.
Sinto a respiração dele em minha nuca e quase morro por tê-lo tão perto de mim. Quase morro por saber que tenho de reerguer os muros que tinha demolido, tão descuidada, no momento em que ele voltou para minha vida.
— Vamos conversar sobre isso — ele diz. — Não vá a lugar algum. Por favor. Apenas fale comigo.
Estou plantada no lugar.
— Por favor — ele repete, dessa vez com mais suavidade, e minha determinação escapa pela porta sem mim.
Eu o sigo de volta para as camas. Ele senta-se de um lado do quarto. Eu me sento do outro.
Ele me encara. Seus olhos estão muito cansados, extenuados. Ele parece não estar comendo bem, não dormir há semanas. Hesita, lambe os lábios antes de apertá-los, antes de falar.
— Desculpe — ele diz. — Desculpe-me por não ter lhe contado. Nunca quis chateá-la.
E eu quero rir e rir e rir até as lágrimas me dissolverem.
— Eu entendo por que não me contou — eu sussurro. — Faz muito sentido. Você queria evitar tudo isto.
Balanço a mão sem energia pelo quarto.
— Você não está brava?
Seus olhos estão terrivelmente esperançosos. Ele parece querer se aproximar de mim e tenho de erguer a mão para impedi-lo.
O sorriso em meu rosto está literalmente me matando.
— Como poderia estar brava com você? Você estava se torturando lá embaixo só para descobrir o que estava acontecendo com você. Está se torturando agora, tentando achar uma forma de consertar a situação.
Ele parece aliviado.
Aliviado e confuso e com medo de ser feliz ao mesmo tempo.
— Mas algo está errado — ele diz. — Você está chorando. Por que está chorando se não está chateada?
Eu, na verdade, rio dessa vez. Alto. Rio e soluço e quero morrer, com muito desespero.
— Porque fui uma idiota por achar que as coisas poderiam ser diferentes — eu respondo. — Por pensar que você fosse um acaso feliz. Por pensar que minha vida poderia um dia ser melhor do que é, que eu poderia ser melhor do que sou.
Tento falar de novo, mas, em vez disso, tapo a boca com a mão como se não acreditasse no que estou prestes a dizer. Forço-me a engolir a pedra que está em minha garganta. Baixo a mão.
— Adam — minha voz está áspera, dolorida. — Isso não vai dar certo.
— O quê?
Ele está congelado no lugar, os olhos arregalados demais, o peito subindo e descendo com rapidez.
— Do que está falando?
— Você não pode tocar em mim — eu lhe digo. — Você não pode tocar em mim e eu já o machuquei...
— Não... Juliette...
Adam está em pé, ele atravessou o quarto, está de joelhos perto de mim e tenta segurar minhas mãos, mas tenho de puxá-las para trás porque minhas luvas foram destruídas, destruídas no laboratório de pesquisas e, agora, meus dedos estão nus.
Perigosos.
Adam olha fixamente para as mãos que escondi atrás das costas como se eu tivesse lhe dado um tapa na cara.
— O que está fazendo? — ele pergunta, mas não está olhando para mim.
Ainda está olhando para as minhas mãos. Quase sem respirar.
— Não posso fazer isso com você.
Balanço a cabeça com força demais.
— Não quero ser o motivo de você se machucar ou ficar fraco e não quero que sempre tenha de se preocupar com a possibilidade de eu matá-lo por acidente...
— Não, Juliette, escute.
Ele está desesperado agora, os olhos para cima, procurando meu rosto.
— Eu estava preocupado também, certo? Eu estava preocupado também. Muito preocupado. Eu pensei... Eu pensei que, talvez... Não sei, eu pensei que, talvez, fosse ser ruim ou, talvez, não pudéssemos resolver o problema, mas conversei com Castle. Conversei com ele e expliquei tudo, e ele disse que preciso apenas aprender a controlar minha habilidade. Aprenderei a ativá-la e desativá-la...
— Exceto quando está comigo? Exceto quando estamos juntos...
— Não... O quê? Não, especialmente quando estamos juntos!
— Tocar em mim... estar comigo... isso exige muito de você fisicamente! Você tem febre quando estamos juntos, Adam. Percebe isso? Você ficaria doente apenas por tentar me enfrentar...
— Você não está me ouvindo... Por favor... Estou lhe dizendo, vou aprender a controlar tudo isso.
— Quando? — pergunto, e posso mesmo sentir que meus ossos estão se quebrando, um por um.
— O quê? O que você quer dizer? Vou aprender agora... Estou aprendendo agora...
— E como está indo? É fácil?
A boca dele se fecha, mas ele está me olhando, lutando contra algum tipo de emoção, lutando para encontrar calma.
— O que está tentando dizer? — ele acaba perguntando. — Está... — ele está respirando depressa. — Está... Quero dizer... Você não quer fazer isso dar certo?
— Adam...
— O que você está dizendo, Juliette?
Ele está em pé agora, uma mão trêmula presa ao cabelo.
— Você não quer... Você não quer ficar comigo?
Estou em pé, piscando para conter as lágrimas que queimam meus olhos, desesperada para correr até ele, mas incapaz de me mexer. Minha voz falha quando digo:
— É claro que quero ficar com você.
Ele tira a mão do cabelo. Encara-me com olhos muito arregalados e vulneráveis, mas seu queixo está tenso, os músculos estão retesados, a parte superior do corpo está arfando com o esforço para inspirar, expirar.
— Então, o que está acontecendo agora? Porque alguma coisa está acontecendo agora e não parece bom — ele diz, a voz entrecortada. — Não parece bom, Juliette, parece o oposto do que quer que seja bom, e tudo o que quero de verdade é abraçá-la...
— Eu não quero machucá-lo...
— Você não vai me machucar — ele afirma e, em seguida, está em frente a mim, olhando para mim, suplicando. — Eu juro. Ficarei bem... Nós ficaremos bem... E estou melhor agora. Estou trabalhando nisso e estou mais forte...
— Sou muito perigosa, Adam, por favor — estou implorando, andando para trás, limpando com vigor as lágrimas que escapam pelo meu rosto. — É melhor para você desta maneira. É melhor para você simplesmente ficar longe de mim...
— Mas não é isso que eu quero... Você não está perguntando o que eu quero... — ele diz, seguindo-me conforme eu me esquivo de seus avanços. — Quero ficar com você e não ligo a mínima se for difícil. Não me importo se der um pouco mais de trabalho, porque é assim que um relacionamento é, Juliette.
Dá trabalho. Dá trabalho todo santo dia. E, sim, é uma droga, uma droga muito, muito grande e vai ser difícil pra caramba, mas não me importo. Eu quero mesmo assim. Eu a quero mesmo assim.
Estou presa.
Estou presa entre ele e a parede e não tenho para onde ir e não iria querer sair mesmo se pudesse. Não quero ter de lutar contra isso, apesar de haver algo dentro de mim gritando que é errado ser egoísta, permitir que ele fique comigo se vai apenas acabar se machucando. Mas ele está olhando para mim, olhando para mim como se eu o estivesse matando, e eu percebo que o estou machucando mais ao tentar ficar longe.
Estou tremendo. Desejando-o com desespero e sabendo, agora, mais do que nunca, que o que eu desejo terá de esperar. E odeio que tenha de ser assim.
Odeio tanto que poderia gritar.
Porém, talvez possamos tentar.
— Juliette — a voz de Adam está rouca, falhando com a emoção.
Suas mãos estão na minha cintura, tremendo apenas um pouco, esperando minha permissão.
— Por favor.
E eu não protesto.
Ele está respirando mais depressa agora, inclinando-se em minha direção, descansando a testa em meu ombro. Ele coloca as mãos abertas contra o centro de minha barriga, apenas para descê-las pelo meu corpo, devagar, muito devagar, e eu ofego.
Há um terremoto acontecendo nos meus ossos, placas tectônicas mudando do pânico para o prazer conforme os dedos dele não se apressam em passar ao redor das minhas coxas, subir pelas minhas costas, passear pelos meus ombros e descer pelos meus braços. Ele hesita nos meus pulsos. É aí que o tecido acaba, que a minha pele começa.
Mas ele respira.
E pega minhas mãos.
Por um momento, fico paralisada, procurando no rosto dele algum sinal de dor ou perigo, mas, então, nós exalamos o ar e vejo que ele tenta sorrir com novas esperanças, um novo otimismo de que, talvez, tudo vá dar certo.
Porém, ele pisca e seus olhos mudam.
Seu olhar está mais profundo agora. Desesperado. Faminto. Ele está me examinando como se tentasse ler as palavras gravadas dentro de mim e já posso sentir o calor no corpo dele, o poder em seus braços e suas pernas, a força em seu peito, e não tenho tempo de impedi-lo antes que me beije.
A mão esquerda dele está envolvendo a parte de trás de minha cabeça, a direita aperta-se ao redor de minha cintura, pressionando-me com força contra ele e destruindo qualquer pensamento racional que já tive. É profundo. Tão forte. É uma apresentação de um lado dele que eu nunca tinha visto antes, e estou ofegando ofegando ofegando para respirar.
É chuva quente e dias úmidos e termostatos quebrados. São chaleiras barulhentas e motores a vapor ferozes e o desejo de tirar as roupas só para sentir uma brisa.
É o beijo dos beijos que nos faz perceber que o oxigênio não é tão importante quanto dizem.
E sei que não devia estar fazendo isso. Sei que, provavelmente, é idiota e irresponsável depois de tudo que acabamos de descobrir, mas alguém teria de atirar em mim para que eu quisesse parar.
Estou puxando a camisa dele, brigando por algo em que me agarrar, desesperada por uma jangada ou uma boia ou alguma coisa, qualquer coisa que me ancore à realidade, mas ele se afasta para recuperar o fôlego e rasga a camisa, joga-a no chão, puxa-me para seus braços e nós dois caímos em minha cama.
De alguma forma, termino em cima dele.
Ele estende os braços apenas para me puxar para baixo e está me beijando, meu pescoço, minhas bochechas, e minhas mãos estão vasculhando seu corpo, explorando as linhas, as planícies, os músculos, e ele recua, sua testa está apertada contra a minha e seus olhos estão fechados e contraídos quando ele fala:
— Como isso é possível — ele diz —, eu estar tão perto assim de você e estar morrendo por você ainda estar tão distante?
E eu lembro que prometi a ele, duas semanas antes, que, depois de ele melhorar, depois de ele ser curado, eu iria memorizar cada centímetro do corpo dele com meus lábios.
Penso que agora deve ser um bom momento para cumprir essa promessa.
Começo em sua boca, passo para sua bochecha, sob o queixo, desço pelo pescoço até os ombros e os braços, que estão presos em volta de mim. As mãos dele estão deslizando sobre este traje que está preso em mim como uma segunda pele e ele está tão quente, tão tenso com o esforço de permanecer parado, mas posso ouvir seu coração batendo rápido, rápido demais contra seu peito.
Contra o meu.
Eu sigo o pássaro branco que sobe pela pele dele, uma tatuagem da única coisa impossível que espero ver em minha vida. Um pássaro. Branco com listras de ouro iguais a uma coroa sobre sua cabeça.
Ele vai voar.
Pássaros não voam, é o que os cientistas dizem, mas a História diz que eles costumavam voar. E, um dia, eu quero vê-lo. Quero tocar nele. Quero vê-lo voar como deve, como não tem conseguido nos meus sonhos.
Eu me abaixo para beijar a coroa amarela na cabeça dele, tatuada profundamente no peito de Adam. Ouço sua respiração parar.
— Amo esta tatuagem — digo, levantando o olhar para encontrar os olhos dele. — Não a via desde que chegamos aqui. Não o vi sem camisa desde que chegamos aqui — sussurro. — Ainda dorme sem camisa?
Porém, Adam responde com um sorriso estranho, como se estivesse rindo de uma piada interna sua.
Ele tira minha mão do seu peito e me puxa para baixo, até ficarmos cara a cara. Ele solta o rabo de cavalo do meu cabelo e liberta as ondas castanhas que estão superansiosas para caírem como cascata pela base do meu pescoço, pelos meus ombros, e é estranho, porque não sinto uma brisa desde que chegamos aqui, mas é como se o vento tivesse encontrado abrigo em meu corpo e estivesse descendo pelos meus pulmões, soprando pelo meu sangue, misturando-se à minha respiração e fazendo com que eu tenha dificuldade de respirar.
— Não consigo dormir nem um pouco — ele conta, a voz tão baixa que tenho de me esforçar para ouvir. — Não parece certo estar longe de você toda noite.
Sua mão esquerda está enroscada em meu cabelo, a direita, envolvendo meu corpo.
— Meu Deus, como senti sua falta — ele declara, as palavras são um sussurro rouco no meu ouvido. — Juliette.
Eu
pego
fogo.
É como nadar em melaço, este beijo, é como ser mergulhada em ouro, este beijo, é como se eu pulasse em um oceano de emoções e estou muito presa na correnteza para perceber que estou me afogando e nada importa mais. Nem minha mão, que não parece mais doer; nem este quarto, que não é só meu; nem essa guerra em que devemos lutar; nem minhas preocupações sobre quem ou o que eu sou e o que posso me tornar.
Apenas isto importa.
Isto.
Este momento. Estes lábios. Este corpo forte apertado contra mim e estas mãos firmes encontrando uma forma de me trazer mais para perto, e eu sei que quero muito mais dele, quero-o por inteiro, quero sentir a beleza de seu amor com as pontas dos dedos e as palmas das mãos e cada fibra e osso de meu ser.
Quero tudo isso.
Minhas mãos estão no cabelo dele e eu o estou puxando para perto, mais perto, muito mais perto, até ele estar praticamente em cima de mim, e ele se afasta para respirar, mas eu o puxo de volta, beijando seu pescoço, seus ombros, seu peito, descendo as mãos pelas suas costas e a lateral de seu corpo, e é incrível, a energia, o poder inacreditável que sinto em apenas estar com ele, tocá-lo, abraçá-lo assim. Estou viva com uma corrente elétrica de adrenalina tão potente, tão eufórica que me sinto rejuvenescida, incrível, indestrutível...
Dou um pulo para trás.
Afasto-me tão rápido que cambaleio, caio da cama, bato a cabeça no chão de pedra e estou balançando na tentativa de ficar em pé, esforçando-me para ouvir o som da voz dele, mas tudo que ouço é a respiração ruidosa e paralisada que passei a reconhecer muito bem, e não consigo pensar direito, não consigo ver nada e tudo está embaçado e eu não posso, recuso-me a acreditar que isso está mesmo acontecendo...
— J-Jul... — ele tenta falar. — N-não c-con...
E eu caio de joelhos.
Gritando.
Gritando como nunca gritei na vida toda.

14 comentários:

  1. Warner toca nela como é isso ai?

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  2. Será que Warner tem o mesmo dom e controla mais que o Adam?

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  3. Pode ter o mesmo dom mas não, obrigatoriamente, controla mais
    Adam tocou muito mais em juliette do que Warner...

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  4. Juju eu sei q vc está louca pro Adam ser teu bombeiro pra apagar esse teu fogo, mas vc tem q pensar no q é melhor pro Adam, E O MELHOR É QUE VC FIQUE LONGE DELE *-* será q só eu estou feliz com isso? heuheu
    #TeamWarner

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  5. Meu Deus, isso realmente foi maravilhoso, mas assim.. CADÊ O WARNER? Não entendo minha fascinação por vilões.. (nem vou citar o Sebastian dos Instrumentos Mortais ♡)

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    1. Sebastian e tipo aquele vilão que você ama e chora por ele no final ... sempre assim kkkk

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  6. Eles acabaram de conversar que não podem ser tão "íntimos" e parecem que não houviram nada.

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  7. Mas antes ele podia ficar mó tempão perto dela, quando eles fugiram e na casa dele. O que aco tece? Ele esta ficando mais fraco agora. Muito mimimi quero ação.

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  8. Eu quero o Warner!!! E eu quero já! Cadê ele?

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Boa leitura :)